Flamengo derrota o Grêmio no Maracanã e avança na Copa do Brasil

O Flamengo garantiu a classificação para as semifinais da Copa do Brasil ao derrotar o Grêmio por 1 a 0, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Na próxima fase da competição nacional, o Rubro-negro da Gávea vai enfrentar o Corinthians que eliminou a Chapecoense, em Chapecó. O único gol da partida foi marcado por Éverton Ribeiro, aos quatro minutos do primeiro tempo. No jogo de ida, as duas equipes haviam empatado por 1 a 1.

O resultado refletiu o que aconteceu em campo. O time dirigido por Mauricio Barbieri se aproveitou de uma falha da defesa gremista para sair na frente do marcador e depois soube administrar a vantagem. Já o Grêmio se desarvorou ao sofrer um gol logo no início de partida e não conseguiu mais se encontrar em campo, apesar das mudanças feitas na equipe pelo técnico Renato Gaúcho.

O Flamengo começou a partida fazendo pressão e não deixando o Grêmio ter liberdade para sair jogando. E a marcação se mostrou eficiente logo aos quatro minutos quando a equipe rubro-negra marcou o primeiro gol. Vitinho cruzou, Cortez tentou afastar, mas errou de forma grotesca e a bola sobrou para Lucas Paquetá que ajeitou para Éverton Ribeiro bater de perna direita e inaugurar o marcador.

Em desvantagem, o Grêmio passou a adiantar seus jogadores para tentar chegar na área rubro-negra com mais facilidade, mas o Flamengo marcava bem e não dava espaço aos gaúchos.

O time rubro-negro seguiu controlando as ações e, aos 13 minutos, Lucas Paquetá tabelou com Diego e caiu na área após trombar com Jailson. Os rubro-negros pediram a marcação de pênalti, mas o árbitro nada viu de irregular na jogada.

Depois de marcar o primeiro gol, o Flamengo passou a atrair o adversário para seu campo na tentativa de sair em velocidade. Já o Grêmio, surpreendido com o gol, tentava pressionar, mas não conseguia se aproximar do gol defendido por Diego Alves em condições de concluir.

Aos 19 minutos, Éverton Ribeiro faz boa jogada individual e lança Henrique Dourado, mas o goleiro Marcelo Grohe chega primeiro e fica com a bola.

Aos 23 minutos, foi a vez de o Grêmio pedir a marcação de pênalti quando Cortez caiu na área após choque com Lucas Paquetá. Com ajuda do árbitro de vídeo, Ricardo Marques Ribeiro decidiu que o lance foi legal para irritação do técnico Renato Gaúcho que já vinha reclamando das marcações do juiz.

A equipe dirigida por Mauricio Barbieri marcava forte no meio campo e não dava espaços ao adversário. O Grêmio só voltou a ameaçar aos 35 minutos quando Ramiro investiu pela direita e cruzou rasteiro, mas ninguém conseguiu chegar na bola para a conclusão. Logo depois, Everton, na pequena área, concluiu por cima um cruzamento de Ramro, mas a arbitragem invalidou o lance, marcando impedimento do atacante tricolor.

Depois desses lances, o Grêmio passou a ser mais agressivo, enquanto o Flamengo se defendia bem e armava jogadas em velocidade para surpreender a defesa gaúcha.

Aos 44 minutos, Vitinho investiu pelo meio, trocou passes com Paquetá e chutou forte, mas a bola foi desviada pelo zagueiro Kannemann. Na jogada seguinte foi a vez de Geromel impedir que a conclusão de Vitinho chegasse ao gol.

Os dois times voltaram sem modificações para o segundo tempo que começou com o Grêmio no ataque. E Ramiro, depois de receber na área, tentou uma bicicleta, mas a bola subiu demais e não levou perigo para Diego Alves.
Aos quatro minutos, novamente Ramiro foi acionado pela direita e cruzou na pequena área, mas os atacantes chegaram atrasados para tentar empurrar a bola para o gol.

O Grêmio ficava mais tempo com a bola, mas o Flamengo se defendia bem e não deixava o goleiro Diego Alves ser ameaçado. Os cruzamentos da equipe gaúcha eram facilmente neutralizados pela defesa rubro-negra. Aos dez minutos, Barbieri trocou Vitinho que já não rendia bem por Marlos Moreno. E Moreno protagonizou a primeira boa jogada de ataque do segundo tempo. Ele investia pelo meio quando foi derrubado por Kannemann na entrada da área. Diego cobrou, mas a bola desviou na barreira e saiu para escanteio. Na cobrança, Diego bateu fechado e o goleiro Marcelo Grohe salvou.

Preocupado com a pouca produtividade do ataque, Renato Gaúcho trocou o apagado André por Jael.
O Flamengo pouco chegava ao ataque. Aos 21 minutos, Cuellar recebeu na intermediária e arriscou, mas a bola passou bem longe da trave gremista. A resposta da equipe sulista veio com Maicon que se livrou da marcação e chutou forte, mas em cima de Diego Alves que fez a defesa sem dificuldades. Aos 24, foi a vez de Jael concluir para boa defesa do goleiro rubro-negro.

Renato trocou o lateral Léo Moura pelo atacante Marinho numa tentativa de aumentar a pressão sobre a defesa carioca. Ramiro passou a atuar pela direita, se revezando com Jailson no lado direito.

Aos 31 minutos, Marlos Moreno recebeu na entrada da área e bateu forte. O goleiro Marcelo Grohe defendeu com a perna e Lucas Paquetá tentou completar, mas Kannemann chegou primeiro e aliviou o perigo.

Nos minutos finais o Flamengo recuou para defender o resultado e Diego chegou a se desentender com Luan que tentava apressar a saída do meia, que pediu substituição, do campo.

Desgastado pela pressão sem resultado, o Grêmio não teve mais forças para tentar mudar o resultado e o Flamengo conseguiu assegurar a importante vitória.

 

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/FBPA/arquivo)

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Internacional atropela o Fluminense no Maracanã e fica a três pontos do líder

O Internacional manteve a boa fase no Campeonato Brasileiro e venceu por 3 a 0 o Fluminense, nesta segunda-feira, no Maracanã. Com o resultado, os gaúchos chegaram a 35 pontos e permanecem na terceira posição, ainda próximo do líder São Paulo, que tem apenas três pontos a mais. O Flamengo é o segundo. Já os tricolores cariocas seguem com 22 pontos, na nona colocação.

A vitória do Internacional foi construída no primeiro tempo, quando os visitantes aproveitaram falhas individuais dos mandantes. Nico López abriu o placar, Jonatan Alvez ampliou e, nos acréscimos, novamente Nico López marcou o terceiro.

Na próxima rodada, o Internacional vai receber o lanterna Paraná, no domingo, no Beira-Rio. No mesmo dia, o Fluminense vai até Belo Horizonte para enfrentar o América-MG.

O Fluminense iniciou a partida buscando pressionar o Internacional, mas sofria com a marcação gaúcha. Os tricolores tiveram sua primeira Bia chance aos 11 minutos, quando Pedro recebeu na área e tentou duas vezes a finalização, só que ambas pararam na zaga.

O lance animou os donos da casa, que melhoraram e quase abriram o placar aos 18 minutos. Marcos Júnior aproveitou cruzamento e chutou para grande defesa de Marcelo Lomba. O goleiro espalmou para escanteio e salvou o Internacional. Depois, foi a vez de Sornoza receber passa na área, mas furar o chute.

O Internacional só conseguiu chegar com qualidade aos 22 minutos, mas foi cirúrgico. Rodrigo Dourado aproveitou erro de passe na saída de bola e tocou para Nico López na área. O uruguaio finalizou cruzado, sem chance para Julio Cesar.

O gol deu tranquilidade ao Internacional, que viu o Fluminense sentir o revés e pouco produzir no setor ofensivo. Os cariocas continuavam com muitos erros na saída de bola e, aos 31 minutos, Wllian Pottker obrigou Julio Cesar a boa defesa após lance semelhante ao do gol.

O panorama da partida continuava o mesmo. Tanto que o Internacional chegou ao segundo gol em mais um erro tricolor, aos 38 minutos. Gilberto perdeu a bola para Iago, que entrou na área e tocou para Jonatan Alvez finalizar para a rede.

O Fluminense chegou com perigo com Júnior Dutra, aos 41 minutos. No entanto, o Internacional era superior e perdeu boa chance em seguida com William Pottker. Já nos acréscimos, os visitantes marcaram o terceiro gol. Digão foi tentar cortar cruzamento e deu no pé de Nico López. O uruguaio chutou sem chance para Julio Cesar e deixou os gaúchos com grande vantagem no intervalo no Maracanã.

No segundo tempo, os visitantes voltaram melhores e quase marcaram o quarto gol logo aos três minutos. Iago foi lançado na área e ficou de frente para Julio Cesar. No entanto, Gilberto apareceu para desarmar o lateral e salvar o Fluminense.

A torcida não perdoava os erros e vaiava muito o Fluminense. Dentro de campo, os jogadores seguiam nervosos e viam o Internacional criar boa s chances. Aos 18 minutos, William Pottker levou a melhor sobre Gum, entrou na área, mas chutou em cima de Julio Cesar.

O Fluminense só conseguiu criar sua primeira boa chance na etapa final aos 19 minutos. Sornoza aproveitou bola rebatida na entrada da área e chutou na trave. O lance animou os cariocas, que chegaram novamente cinco minutos depois. Pedro chutou colocado para grande defesa de Marcelo Lomba.

A partir dai, o Internacional passou a abdicar do ataque e preferiu apenas defender a vantagem obtida no primeiro tempo. O Fluminense cresceu no confronto e pressionou em busca do gol. No entanto, os donos da casa paravam na retranca gaúcha.

Nos minutos finais, o Internacional ainda teve chance de marcar, mas desperdiçou as finalizações. O Fluminense ainda acertou novamente a trave com Sornoza, mas teve que sair de campo sem marcar no Maracanã.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte/SCI)

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Atlético-MG bate o Santos e volta a pontuar no Brasileirão

A “lei do ex” não tem falhado no futebol brasileiro. E assim foi na vitória do Atlético sobre o Santos, por 3 a 1, na manhã deste domingo, no Independência. O duelo pelo Campeonato Brasileiro teve sofrimento e bastante raça para o clube alvinegro conseguir o resultado que deixa a equipe na quarta colocação com 30 pontos anotados, já o Peixe segue colocado na zona de rebaixamento, com 18 tentos, na 16ª posição.

O jogo que marcou o reencontro do Atlético com o técnico Cuca – treinador que negociou com o clube mineiro em algum momento da temporada – foi bastante complicado para os dois lados. Além do forte calor, as duas equipes entraram em campo pressionadas. O Atlético foi mais eficiente, e conseguiu fazer o resultado. Já os santistas não curtiram o reencontro com o Ricardo Oliveira: ele marcou dois gols no triunfo e garantiu os três pontos para o Galo.

O Atlético volta a campo no próximo domingo, às 16h (de Brasília), contra o Botafogo, no Engenhão. Já o Santos terá o Cruzeiro, na quarta-feira, pela Copa do Brasil. Já pelo Brasileirão, o Peixe recebe o Sport, no sábado, na Vila, às 16h.

O Atlético entrou em campo com alterações na equipe titular. O técnico Thiago Larghi fez testes durante a semana e a formação o agradou. O treinador atleticano tirou o volante Matheus Galdezani e escalou Nathan no lugar. Já Luan perdeu a vaga para Tomás Andrade.

A partida começou equilibrada. As disputas de meio campo eram intensas. Prova disso é que logo aos 2 minutos, dois jogadores já ficaram caídos no gramado.

Aos 9, o Galo chegou ao gol. No primeiro chute contra a meta de Vanderlei, Tomás Andrade recebeu na esquerda e tocou para Elias. O volante chutou forte, no cantinho e o goleiro santista não conseguiu alcançar.

O Galo, no entanto, recuou após o gol. O Santos aproveitava a situação para utilizar a velocidade e técnica de Rodrygo para buscar o ataque.

Aos 26, o Santos chegou ao empate. Com boa jogada de Rodrygo, na direita, a bola sobrou para Bruno Henrique, já dentro da área. Ele cruzou para Gabriel que mandou para o fundo das redes.

Mesmo com o gol santista, o Atlético não cresceu de rendimento. O Galo ficou travado no meio campo. Seu melhor jogador na etapa inicial, Tomás Andrade, não conseguia ter mais espaços e a armação de jogadas do Galo era inútil. Lá na frente, Ricardo Oliveira ficava ilhado.

Na volta para a etapa complementar, o técnico Thiago Larghi mandou Cazares na vaga de Tomás Andrade. A expectativa era ter um time com uma melhor armação de jogadas.

Não funcionou nos primeiros minutos. O jogo ficava bastante travado no meio campo, sem chances claras para os dois lados. O Atlético até conseguia segurar a bola, mas não fazia disso chances. O Santos também apostava na velocidade de Bruno Henrique, mas Emerson marcava bem o adversário.

Após os 20 minutos, com o calor que fazia em Belo Horizonte, os espaços começaram a aparecer. O Atlético soube aproveitar melhor essa situação.

Chará cresceu de rendimento e Elias aparecia bem no ataque. Com isso, o Atlético conseguiu criar mais chances. Primeiro com uma boa chegada de Chará, que chutou forte após tabela com Ricardo Oliveira.

Lances depois, aos 25, Cazares cruzou na medida para Ricardo Oliveira. O atacante desviou de cabeça e a bateu Vanderlei marcou o segundo gol atleticano.

No finalzinho, Ricardo Oliveira recebeu a bola na frente, em contra-ataque rápido, e fechou a contagem: 3 a 1 para o Galo.

 

Por:Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini/Atlético)

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Palmeiras vence o Vasco na estreia de Felipão no Allianz

“Au au au, o Felipão é genial”. Relembrando os anos 90, assim cantou a torcida do Palmeiras antes de a bola rolar neste domingo, e com um gol de Deyverson, ‘bancado’ por Luiz Felipe Scolari, o Verdão venceu o Vasco por 1 a 0 no Allianz Parque, na estreia do comandante palestrino em sua casa.

Antes de a bola rolar, Felipão já estava encantado com a moderna casa palestrina e despreocupado com o time que mandava a campo: “É um estádio moderno, lindo. Estou muito feliz. Tenho um grupo bom e posso mesclar, deixar alguns titulares no banco”. Mas Scolari deixou todos, menos Bruno Henrique, entre os suplentes.

Pouco por desentrosamento e muito por falta de inspiração, o primeiro tempo no Allianz Parque foi como o novo terceiro uniforme do Palmeiras, estreado neste domingo: sem cor, sem brilho. Parecido com o jogo do meio de semana contra o Cerro Porteño, o Verdão não levou grandes sustos na etapa inicial, mas também não criou.

Os maiores perigos vieram de erros do próprio Alviverde. Estreando pela equipe, Gustavo Gómez, acostumado a sair jogando pelo chão e com passes curtos, não se entendeu com Victor Luis. Após alguns toques do paraguaio, o lateral chegou a reclamar com o companheiro das ‘fogueiras’.

No ataque, a única oportunidade veio com Deyverson, que ganhou de cabeça em lindo cruzamento de Jean, mas Martín Silva defendeu. Do lado vascaíno, Pikachu teve boa chance nos minutos finais do primeiro tempo, mas Weverton pegou.

Esta acabou sendo a única participação do goleiro palestrino no jogo, já que no intervalo ele precisou ser substituído por Jailson. Foi a segunda alteração de Felipão, que já havia sido obrigado a trocar Gustavo Scarpa, que se contundiu sozinho, por Hyoran.

Do lado visitante, Rafael Galhardo deu lugar a Raul. Assim, Andrey foi para a lateral direita e Thiago Galhardo ficou mais centralizado ajudando Giovanni Augusto na armação das jogadas. A mudança melhorou o Cruzmaltino, que ensaiou uma pressão no início da etapa final. No entanto, o Palmeiras, com Deyverson e Lucas Lima inspirados, foi quem abriu o marcador.

Com 15 jogados, Lucas Lima girou na entrada da área e descolou levantamento surpreendente para Hyoran, por trás da zaga adversária. Com todo o tempo do mundo, o meia ajeitou o corpo e cabeceou. A bola encobriu Martín Silva, mas tocou no travessão. No rebote, Deyverson mandou para as redes.

O jogo aéreo ainda funcionou de novo, cinco minutos depois, mas a arbitragem anulou erroneamente o gol de Gustavo Gómez após cobrança de falta de Jean. Os dois tentos sofridos causaram mudanças duplas no Vasco. De uma vez só, os reforços Vinícius Araújo e Maxi López fizeram suas estreias, entrando nos lugares de Giovanni Augusto e Andrés Rios.

Com as alterações, Thiago Galhardo ficou ainda mais centralizado, na armação das jogadas, com Vinícius Araújo aberto pela esquerda e Maxi López buscando o jogo aéreo na frente. As mexidas deram trabalho ao Maior Campeão do Brasil, mas mostrando segurança defensiva, o Alviverde chegou ao quarto duelo com Luiz Felipe Scolari no comando, o quarto sem sofrer gols.

 

Por:Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

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Grêmio goleia o Vitória e dorme em terceiro lugar

O camisa 10 do Grêmio voltou de vez. Depois de um ano e meio parado por lesões no joelho esquerdo, Douglas foi o principal nome da goleada do time gaúcho para cima do Vitória, na Arena, por 4 a 0. A partida deste domingo entre as duas equipes foi válida pela 18ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

O meia comandou as ações ofensivas do Tricolor na primeira etapa, voltando a anotar um gol desde o dia 26 de outubro de 2016 e servindo assistência para o segundo tento do confronto, anotado por Jailson. O jovem Pepê e Everton completaram o placar no tempo final.

Com o resultado, a equipe comandada por Renato Gaúcho alcança a marca de 33 pontos conquistados, “dormindo” na terceira posição da tabela de classificação. Caso o Internacional não vença o Fluminense nesta segunda-feira, o Grêmio fecha a rodada entre os três primeiros. Já o Vitória estaciona nos 19, apenas um ponto à frente do Santos, primeiro clube dentro da zona da degola.

Na próxima rodada da competição nacional, a última do primeiro turno, o Grêmio vai até a Arena Corinthians para enfrentar o time da casa, às 19h00 (horário de Brasília) do sábado. Por outro lado, o Vitória aguarda o Palmeiras no Barradão, no domingo, às 16h00.

O primeiro minuto de jogo deu o tom do restante da etapa inicial. Logo após o apito de Bruno Arleu de Araújo, os mandantes foram para cima do Leão e assustaram a meta de Ronaldo em finalização de Marinho e boa chegada de Pepê.

A pressão inicial gremista deu resultado aos 11 minutos. Douglas recebeu cruzamento na pequena área e cabeceou, mas Ronaldo fez a defesa sem conseguir encaixar, dando rebote. Na sobra, o próprio camisa 10 do Tricolor Gaúcho não vacilou e mandou para o fundo das redes, inaugurando o marcador.

Sem tempo de assimilar o golpe, o Vitória levou o segundo. Aos 20, Jailson aproveitou a roubada de bola e assistência de Douglas, com grande atuação, e acertou finalização no canto da meta de Ronaldo, não dando chances ao arqueiro: 2 a 0.

O restante da primeira etapa viu um equilíbrio nas ações do confronto, com cada equipe tendo uma boa chance no período. Enquanto Douglas levou perigo em cobrança de falta, Yago, da mesma maneira, tirou tinta da trave de Paulo Victor. No último lance do tempo, entretanto, o Grêmio perdeu a chance de fazer o terceiro: Marinho serviu o lateral Leonardo, que, livre na grande área, chutou por cima do gol.

Nos primeiros dez minutos da segunda etapa, o panorama do final do tempo inicial se repetiu, com o equilíbrio predominante. Isso logo mudou quando, aos 12, o jovem Pepê recebeu passe de Marinho, fez a finta e bateu com categoria, com a lateral do pé. A bola chegou a desviar em Marcelo Meli, enganando o goleiro Ronaldo e entrando para o fundo das redes.

Já perto do final da partida, o time da casa decretou a goleada. Em uma aula de contra-ataque, Everton arrancou com a bola e serviu Jael. O atacante hesitou, mas conseguiu finalizar ao gol, esbarrando na defesa de Ronaldo, que novamente concedeu rebote. A sobra ficou fácil para o próprio Everton fazer o quarto e dar números finais ao confronto.

 

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/GFBPA)

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Com time reserva, Corinthians perde de virada para a Chapecoense

Três dias antes do confronto que valerá a sobrevivência na Copa do Brasil, Corinthians e Chapecoense se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro, na tarde deste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. O time paulista, repleto de reservas, largou na frente com um gol de Marquinhos Gabriel, mas cedeu a virada por 2 a 1 no segundo tempo. O estreante argentino Diego Torres anotou em cobrança de falta e Doffo fechou a contagem nos acréscimos.

O resultado fez o Corinthians, com os seus 26 pontos ganhos, ficar ainda mais distante dos primeiros colocados da competição nacional de pontos corridos. A Chapecoense, que estreou o técnico Guto Ferreira, soma 21 e conseguiu se distanciar da zona de rebaixamento.

Os dois times voltarão à Arena Condá já na quarta-feira, mas pela Copa do Brasil. Nesse mata-mata, o Corinthians (que jamais tinha perdido para a Chapecoense; agora, são seis vitórias, três empates e uma derrota) vem de um triunfo por 1 a 0 em Itaquera e depende de um empate para se classificar.

Pelo Braisleiro, só haverá nova rodada no fim de semana que vem. O Corinthians receberá o Grêmio no sábado, enquanto a Chapecoense visitará o líder São Paulo no domingo.

O Corinthians não demorou a abrir o placar na Arena Condá. Logo aos cinco minutos, o time visitante apareceu bem na ponta esquerda com Clayson, que fez o cruzamento para a área. Lá dentro, Roger cabeceou em cima do goleiro Jandrei, e Marquinhos Gabriel apareceu para aproveitar o rebote.

O gol deu tranquilidade ao Corinthians, que, bem organizado em campo, passou a jogar sem pressa. Era o oposto da Chapecoense. O time recém-assumido por Guto Ferreira até tentou dar uma resposta rápida ao adversário, porém esbarrou no seu setor ofensivo, pouco criativo ou envolvente.

Quando queria acelerar o jogo, o Corinthians conseguia incomodar. Atuando mais recuado, Araos voltava a mostrar que foi uma contratação acertada, ditando o ritmo do meio-campo. Mais à frente, Mateus Vital e Clayson se movimentavam bem e acompanhavam o chileno. Ao contrário de Roger.

Aos 33 minutos, Mateus Vital carregou a bola desde o meio-campo até a área da Chapecoense, pela ponta esquerda, clareou e finalizou colocado. Acertou o travessão. Na sobra, Roger mandou a bola para longe, em um dos lances em que destoou negativamente dos seus colegas de ataque.

Na esperança de mudar o panorama da partida, Guto Ferreira mexeu na Chapecoense no intervalo. Trocou Victor Andrade por Bruno Silva e viu a sua equipe mudar também de postura, adiantando a marcação e tornando-se mais agressiva. O Corinthians ficou acuado, com grandes dificuldades para cruzar o meio de campo.

Aos 22 minutos, já com Doffo no lugar de Yann Rolim, a Chapecoense teve uma grande oportunidade para empatar. Cássio foi enganado pelo quique da bola ao deixar o gol e só não se complicou porque fez uma defesa fora da área. Acabou punido com o cartão amarelo, para revolta do time da casa, que queria a expulsão do goleiro corintiano.

O protesto foi esquecido rapidamente. Afinal, o estreante Diego Torres aproveitou que Marllon ficou estático na barreira do Corinthians e mandou a bola para a rede na cobrança colocada, para preocupação de Osmar Loss. De imediato, o técnico sacou Clayson (que, ao sair, irritou-se com a provocação de uma torcedora e retrucou com um esguicho de água) e mandou Pedrinho a campo.

A Chapecoense teve outra alteração, a sua última, com Canteros no posto de Diego Torres. Guto Ferreira quase se arrependeu, já que Douglas se machucou em seguida e correu o risco de deixar o gramado. No Corinthians, retiraram-se realmente Marquinhos Gabriel, substituído por Ralf, e Roger, por Emerson Sheik.

As apostas de Loss não surtiram efeito. Muito distante daquele time que havia sido no primeiro tempo, o Corinthians não tinha forças para chegar à vitória. E ainda levou a virada. Aos 49 minutos, a Chapecoense encaixou um contra-ataque e foi premiada pelo gol de Doffo, ficando com a sobra de bola oferecida por Cássio após chute cruzado de Márcio Araújo.

Por:Gazeta Esportiva (Gazeta Press/Fernando Dantas/arquivo)

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Flamengo bate o Cruzeiro no Maracanã

O Flamengo derrotou o Cruzeiro por 1 a 0, em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã, e se manteve na segunda colocação do Campeonato Brasileiro com 37 pontos ganhos, um a menos do que o líder São Paulo que bateu o Sport, na Ilha. Depois de ter sido derrotado pelo time mineiro no meio da semana, pela Libertadores, a equipe da Gávea conseguiu alegrar sua torcida que estava insatisfeita com a produção do time nos últimos jogos. O Cruzeiro, que voltou a escalar uma equipe reserva, segue com 25 pontos, na oitava posição. O único gol foi marcado por Henrique Dourado no primeiro tempo.

O resultado fez justiça ao melhor desempenho da equipe dirigida por Mauricio Barbieri. Enfrentando uma equipe alternativa do Cruzeiro, o Flamengo fez valer a sua maior categoria e não encontrou grande dificuldade para construir o resultado. O time mineiro foi inteiramente dominado no primeiro tempo e só melhorou na fase final quando alguns titulares entraram em campo.

Na próxima rodada, o Flamengo vai enfrentar o Atlético-PR na Arena da Baixada; o Cruzeiro vai receber o Bahia no Mineirão

Apoiado por sua torcida, o Flamengo começou a partida tentando empurrar o Cruzeiro para trás. Aos quatro minutos, Trauco lança Vitinho pela esquerda. O atacante tenta o lançamento para Henrique Dourado, mas o zagueiro Léo impede que a bola chegue ao Ceifador. Dois minutos depois, Dourado tenta arrancar, mas é derrubado por Léo. Um minuto depois, Vitinho chuta cruzado e Rafael faz uma defesa segura.

O Flamengo tinha o controle da partida e o Cruzeiro só conseguiu chegar na área carioca aos 11 minutos em lançamento para Raniel, mas Diego Alves não encontrou qualquer dificuldade para chegar na bola antes do atacante.

A equipe rubro-negra tinha o controle absoluto da partida e tocava a bola buscando abrir espaços na defesa mineira. Já a equipe alternativa do Cruzeiro se limitava a ficar na defesa para tentar resistir ao assédio da equipe da casa. Aos 17 minutos, Diego lançou para a penetração de Henrique Dourado, mas Rafael se antecipou ao atacante e ficou com a bola.

Por volta dos 20 minutos, o Cruzeiro adiantou a marcação para tentar amenizar a pressão do adversário na sua área. Aos 21, Éverton Ribeiro recebeu na entrada da área, se livrou de Mancuello e bateu para boa defesa de Rafael. Um minuto depois, o Flamengo abriu o marcador. Éverton Ribeiro fez um passe preciso para Henrique Dourado que, livre de marcação, tocou de bico e a bola ainda tocou na trave antes de entrar no gol defendido por Rafael. O Ceifador quebrou um jejum de dois meses sem marcar.

Depois de abrir vantagem, o time da Gávea resolveu marcar a saída de bola do Cruzeiro e dificultar a vida do adversário que tinha de apelar para chutões porque não havia condições de trocar passes.
A equipe dirigida por Mano Menezes chegou aos 30 minutos sem conseguir finalizar uma vez sequer contra o gol de Diego Alves. O Flamengo ameaçou aos 38 minutos com um chute de Lucas Paquetá e três minutos depois, criou nova situação de perigo com uma conclusão de Vitinho.

Só nos últimos minutos do primeiro tempo é que a equipe de Minas Gerais conseguiu ameaçar o gol defendido por Diego Alves. Aos 43 minutos, após cobrança de lateral, Ariel Cabral desviou de cabeça e Raniel concluiu com perigo. Dois minutos depois, após cobrança de escanteio, Henrique cabeceou e Trauco salvou em cima da linha.

O Cruzeiro voltou tentando ser mais agressivo e, logo aos dois minutos, Réver derrubou Raniel na entrada da área, mas a cobrança de Mancuello não levou perigo para o gol de Diego Alves. O Flamengo respondeu com uma arrancada de Éverton Ribeiro que lançou para Henrique Dourado, mas o Ceifador não foi na bola e desperdiçou a jogada.

Como o time mineiro não conseguia equilibrar o jogo, inteiramente dominado pelo Flamengo, o técnico Mano Menezes chamou os meias-atacantes Thiago Neves e Arrascaeta para entrar nos lugares de Mancuello e David.

Na primeira participação, aos 12 minutos, Thiago Neves chutou fraco e Diego Alves defendeu sem dificuldades. O time mineiro melhorou com as mudanças, mas encontrava dificuldades para superar a boa marcação da equipe carioca. Aos 23 minutos, Arrascaeta recebeu de Thiago Neves e bateu. A bola bateu na zaga e Diego, de bicicleta, afastou o perigo da sua área.

Mano Menezes decidiu reforçar ainda mais a sua equipe e promoveu a entrada do meia Robinho no lugar de Rafinha. E o Flamengo desperdiçou a chance de ampliar aos 26 minutos quando Diego tabelou com Rodinei, invadiu a área, mas acabou perdendo a bola quando tinha tudo para chutar. Logo depois desse lance, Barbieri tirou Diego e colocou Willian Arão em seu lugar.

A presença dos titulares fez o Cruzeiro melhorar de produção e passar a buscar o gol do empate.
Aos 31 minutos, Raniel arrancou pela direita e tentou achar Robinho na pequena área, mas Diego Alves se antecipou e ficou com a bola. Logo depois, o goleiro rubro-negro evitou o gol do empate ao fazer grande defesa em cabeçada de Arrascaeta.

O Flamengo respondeu em duas conclusões com Lucas Paquetá e Éverton Ribeiro que levaram grande perigo ao gol de Rafael. O técnico Maurício Barbieri decidiu defender o resultado, colocando o lateral Pará no lugar do atacante Henrique Dourado.

Nos minutos finais, o Flamengo ainda pressionou em busca do segundo gol, mas não conseguiu concluir com eficiência, enquanto o Cruzeiro ainda buscou o empate, mas não conseguiu se mostrar eficiente para merecer o resultado.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/CRF)

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São Paulo vence Sport na Ilha do Retiro e mantém liderança do Brasileirão

O São Paulo segue firme na liderança do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o time comandado por Diego Aguirre visitou o Sport, na Ilha do Retiro, e mais uma vez mostrou sua força fora de casa, superando os rivais em Recife por 3 a 1, gols de Diego Souza, Nenê e Tréllez. Marlone descontou para os anfitriões. Com o resultado, o Tricolor foi a 38 pontos e manteve a vantagem para o Flamengo, que também triunfou nesta rodada para não deixar o concorrente ao título desgarrar.

Após uma semana cheia para trabalhar, uma vez que não disputa a Copa do Brasil, o São Paulo não desperdiçou o tempo disponível e chegou até mesmo a fazer algumas jogadas ensaiadas de bola parada no decorrer dos 90 minutos do confronto com o Sport. Depois de dominar o primeiro tempo e abrir o placar, coube ao time apenas manter a toada na etapa complementar para assegurar mais três pontos.

O Sport, por sua vez, chegou ao seu oitavo jogo sem vitória no Campeonato Brasileiro. Precisando reagir no torneio, o Leão está cada vez mais pressionado, e o técnico Claudinei Oliveira em uma situação extremamente complicada, uma vez que o time rubro-negro não vem correspondendo após a pausa para a Copa do Mundo.

O São Paulo volta a entrar em campo no próximo domingo, quando enfrenta a Chapecoense, no Morumbi, às 19h (de Brasília). Já o Sport irá correr atrás do prejuízo diante do Santos, no próximo sábado, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro.

O São Paulo não teve dificuldades para dominar o jogo no primeiro tempo mesmo atuando fora de casa. Aos 13 minutos, o time comandado pelo técnico Diego Aguirre quase abriu o placar com Nenê, que cruzou rasteiro para Arboleda. O zagueiro, no entanto, viu o passe do camisa 10 ser interceptado por Ernando, que ia rebatendo contra o próprio o gol, mas conseguiu se recuperar e afastar o perigo.

Daí em diante o São Paulo continuou trocando passes e marcando presença no campo ofensivo, contudo, faltava um pouco mais de capricho no último passe para que a superioridade fosse revertida em gols. Isso só aconteceu aos 29 minutos, depois de um erro na saída de bola do Sport cometido por Gabriel. Reinaldo ficou com a sobra e tocou em profundidade para Everton, que acionou Diego Souza para, dentro da área, ameaçar bater de primeira, dominar e, com o goleiro Magrão já caído, estufar as redes na Ilha do Retiro – o camisa 9 não comemorou o tento em respeito ao seu ex-clube.

Antes do intervalo, o Tricolor ainda teve a oportunidade de ir para o vestiário com uma vantagem ainda maior no placar. Aos 33 minutos, Rojas recebeu em profundidade pela direita e cruzou rasteiro para Everton. O atacante são-paulino tentou empurrar a bola para o gol de carrinho, mas não chegou a tempo.

Na etapa complementar o São Paulo voltou determinado a aproveitar melhor as oportunidades criadas. Os comandados de Aguirre não demoraram muito para mostrar uma eficiência maior na frente do gol, ampliando o placar logo aos seis minutos, quando Rojas fez ótima jogada individual pela direita, costurando a defesa rubro-negra e tocando para Nenê na entrada da área. O camisa 10 dominou e bateu rasteiro, no cantinho, sem chances para Magrão.

Aos 19 minutos, o São Paulo novamente balançou as redes, mas o árbitro Anderson Daronco marcou impedimento de Nenê na jogada. O camisa 10 recebeu lançamento preciso dentro da área e apenas ajeitou para Reinaldo bater de primeira, no canto de Magrão, e estufar as redes em vão.

Nos minutos finais, já com Shaylon no lugar de Nenê, Tréllez na vaga de Diego Souza e Everton Felipe substituindo Joao Rojas, o São Paulo ainda teve tempo para sofrer um gol de falta de Marlone, que contou com o desvio da barreira para vencer Sidão, e posteriormente marcar o terceiro com Tréllez, que saiu em contra-ataque e, frente a frente com Magrão, tocou por cima após rebote para fechar os trabalhos na Ilha do Retiro.
Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press/arquivo)

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Cássio salva má atuação e Corinthians perde só por 1 a 0 no Chile

O Corinthians teve uma atuação muito abaixo da crítica na noite desta quarta-feira e só não viu sua chance de passar às quartas de final se esvair devido ao ótimo desempenho do goleiro Cássio. Com ao menos três defesas incríveis, o arqueiro só não conseguiu parar um gol de rebote de Carmona, no primeiro tempo, que determinou a vantagem mínima para o Colo-Colo no estádio Monumental, em Santiago.

Os dois times voltam a se enfrentar apenas no final deste mês, em duelo marcado para o dia 29 de agosto, na Arena Corinthians. Com o resultado desta noite, o Alvinegro precisa ganhar por dois gols de diferença para não depender dos pênaltis na busca pela vaga. Empate ou vitória mínima com gol do Colo-Colo (2 a 1, 3 a 2…) dão a classificação aos raçudos chilenos.

Enquanto o segundo embate não acontecesse, os comandados de Osmar Loss seguem sua caminhada no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil. O próximo rival, por sinal, é o mesmo nos dois torneios. O time enfrenta a Chapecoense, no domingo, pelos pontos corridos, e, na quarta-feira, pelo mata-mata, ambas as vezes na Arena Condá.

O começo da partida em Santiago parecia mostrar um Corinthians bastante calmo frente ao estádio lotado e às tentativas de pressão do time da casa. O primeiro bom sinal veio com Pedrinho, que deu belo drible em Barroso logo em seu primeiro lance, passou por Insaurralde e só pecou ao tentar cruzar, mandando em cima da defesa chilena.

Esse início, no entanto, foi apenas um sopro de bom futebol dos alvinegros frente a um combativo, porém fraco tecnicamente Colo-Colo. Totalmente dependente de Valdivia, atleta com longo histórico de problemas físicos, o time da casa passou a empurrar o Corinthians ao seu campo e conseguiu impor certa pressão nas bolas alçadas na área, principalmente faltas laterais e escanteios.

O primeiro lance perigoso veio quando Paredes chutou de fora da área e Cássio mandou para o canto. Após a cobrança, a bola pipocou na área, a zaga não conseguiu tirar e Zaldívia, frente a frente com Cássio, parou em uma defesa com o corpo do arqueiro. Pouco depois, porém, o arqueiro corintiano não foi capaz de mandar o arremate de Lucas Barrios para longe, deu rebote e Carmona finalizou para o fundo do gol, abrindo o placar.

O tento, que teve grande mérito de Valdivia e Barrios na construção, deixou o jogo mais nervoso, com três cartões amarelos distribuídos em dez minutos. Sem bola rolando, a vantagem dos donos da casa seguiu intacta até o árbitro Wilmar Roldán decretar o final da primeira etapa.

O segundo tempo começou igual para o Corinthians, sem conseguir manter a posse de bola, mas com uma notícia muito ruim em menos de dez minutos: Gabriel chegou atrasado em dividida e Carmona valorizou na queda. O juiz Wilmar Roldán considerou que a falta merecia uma segunda advertência e mandou para fora o corintiano.

O jogo parecia que ficaria restrito ao lado corintiano do campo, com um a menos e a opção por repor Gabriel com a saída de Jadson, único meia da equipe. Léo Santos, que fez apenas um jogo oficial como titular na posição de volante, entrou com a missão de parar as investidas de Valdivia, principal arma chilena.

Os donos da casa, no entanto, se retraíram e passaram a dar a bola para o Timão, talvez por estratégia, talvez por cansaço pelo forte ritmo imposto na marcação. O Alvinegro, no entanto, só conseguiu ameaçar em uma rara boa jogada de Avelar com Pedrinho, que o lateral recebeu dentro da área e chutou rasteiro, para fora.

Observando que poderia ampliar a vantagem, o Colo-Colo contou com a vitalidade de Valdes, recém-colocado em campo. Em chute do meia, Cássio espalmou e Pérez mandou para fora no rebote. Depois, Barrios recebeu cruzamento livre na área e mandou no contrapé de Cássio, que fez linda defesa. No fim, em bate-rebate, mais uma vez o arqueiro apareceu para salvar e manter a desvantagem mínima.
Gazeta Esportiva (foto: Daniel Augusto Jr/arquivo)

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Santos arranca empate do Ceará e sai da zona da degola do Brasileiro

O Santos arrancou um empate em 1 a 1 com o Ceará na noite desta quarta-feira, em Fortaleza, em jogo antecipado da 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe foi mal, acabou dominado na maior parte da partida, mas volta para casa com um ponto conquistado. O Vovô abriu o placar com Arthur, aos 33 minutos do segundo tempo, depois de várias tentativas e grandes defesas de Vanderlei. E aos 41 minutos, quando a derrota parecia inevitável, o alvinegro empatou.

Alison, da intermediária, cruzou na área e Jean Mota, lateral-esquerdo, apareceu para marcar de peito. Na comemoração, o jogador provocou a torcida do Ceará. Ele estava no rival Fortaleza antes de vir para a Vila Belmiro.

O Santos sai da zona do rebaixamento e vai para a 15ª colocação, com 18 pontos. O Ceará segue como vice-lanterna, com 15 pontos. Na próxima rodada, o Peixe visitará o Atlético-MG. O Vovô receberá o Atlético-PR.

O Ceará dominou todo o primeiro tempo. O Santos, acuado, foi envolvido e torceu para o árbitro apitar pela última vez antes do intervalo.

O Vovô fez valer o fator casa e foi para cima do Peixe desde os primeiros minutos. Arthur foi o destaque e obrigou o goleiro Vanderlei a fazer duas boas defesas em finalizações de fora da área. Juninho Quixadá ainda acertou o travessão.

O Santos não criou uma chance clara sequer. Na defesa, Gustavo Henrique, Alison e Jean Mota marcaram muito mal. Rodrygo, Bruno Henrique e Yuri Alberto erraram quase tudo. Para a segunda etapa, entraram Bryan Ruiz e Gabigol.

O cenário para o segundo tempo não foi alterado. Ruiz e Gabriel não entraram bem e Cuca acabou apostando em Gabriel Calabres, que havia jogado duas vezes na temporada, na metade final de jogo.

O Santos criou uma chance apenas, em ótimo lançamento de Carlos Sánchez para Bruno Henrique, aos 15 minutos. O atacante recebeu, invadiu a área e chutou para ótima defesa de Everson. Enquanto isso, Vanderlei seguiu salvando o Peixe. A melhor defesa foi aos 22 minutos, em mais uma boa jogada de Arthur. O centroavante serviu Calyson e o goleiro saiu bem para defender.

E aos 33, o placar fez justiça. Em contra-ataque de manual, a bola foi de pé em pé até Leandro Carvalho passar para Arthur, com categoria, deslocar Vanderlei. Na origem da jogada, Gustavo Henrique bateu em cima de Tiago Alves. Os santistas pediram pênalti.

E quando parecia que o Ceará confirmaria a vitória, o Santos achou um gol. E de forma completamente aleatória aos 41 minutos: Alison cruzou da intermediária para Jean Mota, de peito, empatar. Ponto a ser comemorado pelo Peixe, que sai da zona do rebaixamento.
Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

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