São Paulo bate a Chape no Morumbi e leva o primeiro turno do Brasileiro

O São Paulo contou com um gol logo no começo e outro na parte final para derrotar a Chapecoense na noite deste domingo, conseguindo um placar de 2 a 0 e se mantendo na liderança do Brasileiro após 19 rodadas. Mesmo sem um grande futebol e com jogadores mostrando claro desgaste físico, a equipe soube usar o Morumbi para chegar aos tentos de Shaylon e Hudson, esse último em belo lance coletivo.

Com o resultado, o Tricolor chegou aos 41 pontos conquistados na primeira colocação, abrindo três de diferença para o novo vice, o Internacional. A equipe ainda garantiu o título simbólico do primeiro turno do Campeonato Brasileiro, algo que não acontecia desde 2007, quando terminou campeão do torneio. A última vez que o clube do Morumbi ganhou qualquer turno da competição se deu em 2012, quando venceu a segunda metade daquela edição.

Na próxima rodada, os comandados de Diego Aguirre abrem o returno com uma visita ao Paraná, na quarta-feira, em Curitiba, às 19h30 (de Brasília). Do outro lado, Guto Ferreira e os seus atletas, que fecharam a metade inicial do torneio nacional com 21 pontos, dois acima da zona de rebaixamento, terão pela frente o Atlético Paranaense, no mesmo dia e horário, na Arena Condá, em Chapecó.

O São Paulo não poderia pensar em um começo melhor de jogo do que o que lhe foi apresentado neste domingo. Diante de um adversário que baseia seu jogo na forte marcação e na saída rápida para o contra-ataque, o Tricolor conseguiu abrir o placar logo no seu primeiro ataque. A bola foi cruzada da direita, Edimar tabelou com Éverton e foi à linha de fundo cruzando rasteiro. A bola passou da primeira trave e Shaylon, livre, só empurrou para dentro.

O gol desmontou a estratégia mais defensiva que poderia ajudar os catarinenses, forçados a buscar mais o jogo e dar espaços na defesa. Apostando em uma inversão de Éverton com Éverton Felipe, Aguirre viu seu time construir dois lances agudos em contra-ataques, mas, na hora do último passe, tanto Bruno Peres quando Liziero não conseguiram finalizar da melhor maneira as jogadas dos companheiros.

A Chape, no entanto, passou a ter o controle do jogo depois deste início fulminante dos donos da casa, conseguindo pressionar bem a saída de bola e recuperar a posse no campo de ataque. Em lance bem trabalhado, Bruno Silva e Canteros tabelaram até encontrarem Wellington Paulista. O centroavante jogou para o pé esquerdo e mandou para fora, mas o juiz já marcava impedimento.

Os visitantes continuaram a apostar na intensidade, usando o rápido Eduardo pela direita e abusando das jogadas com Wellington Paulista no pivô. O centroavante, por sinal, quase conseguiu o empate antes do intervalo, em outro lance pela direita. Eduardo cruzou na primeira trave, Canteros desviou para trás e o artilheiro chutou de primeira, mandando a bola rente à trave do goleiro Sidão.

Mesmo com o domínio territorial do adversário, Diego Aguirre voltou para o segundo tempo com a mesma equipe, apostando em alguma escapada dos pontas nos contra-ataques. Quem continuou chegando, no entanto, foi a Chape. Na base das jogadas laterais, a equipe do Sul do país buscou cruzamentos rasantes, às vezes rasteiros, e parou nas boas interceptações de Arboleda e Bruno Alves.

Percebendo que sua equipe não levava perigo ao gol de Jandrei, Aguirre mandou a campo Rojas e Hudson nas vagas de Liziero e Éverton Felipe, ambos em jornadas pouco inspiradas. Logo em um dos seus primeiros lances, o equatoriano mostrou sua vitalidade ao colocar na frente em disputa com dois adversários e cruzar rasteiro para o meio da área. Thyere desviou para trás e só não fez contra porque Jandrei espalmou e, antes de a bola entrar, recuperou-se para agarrar.

Ouvindo os pedidos da torcida, o comandante são-paulino aceitou o clamor pela entrada de Nenê, que substituiu Shaylon aos 23 minutos, tempo necessário para tentar criar um impacto na equipe. E a referência técnica da equipe precisou de apenas uma jogada para resolver a partida, ampliar o marcador e definir o Tricolor como campeão simbólico da primeira metade do Nacional após 11 anos.

Em arrancada, o armador passou por três e tocou para Diego Souza, que soltou rapidamente para Hudson. O volante abriu para a direita e achou Rojas em boa condição por causa da desmontada que Nenê causou na retaguarda. O equatoriano esperou o companheiro chegar na área e cruzou à meia altura para Hudson, de primeira, desviar firme e mandar sem chances para o goleiro Jandrei.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press)

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Com Deyverson inspirado, Palmeiras mantém Vitória na zona da degola

O Palmeiras voltou a ganhar como visitante pelo Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. Com Deyverson inspirado, o time alternativo armado pelo técnico Luiz Felipe Scolari bateu o Vitória por 3 a 0 e triunfou longe de casa após série de quatro jogos (três empates e uma derrota).

Com 33 pontos ganhos, o Palmeiras figura na sexta posição. O Internacional, atual primeiro colocado do Campeonato Brasileiro, contabiliza 38 pontos. Já o Vitória, agora sob o comando de Paulo César Carpegiani, fica com 19 pontos no 17º lugar, o primeiro dentro da zona de rebaixamento.

Pela 20ª rodada do torneio nacional, às 21 horas (de Brasília) desta quarta-feira, o Palmeiras volta a campo para enfrentar o Botafogo, no Allianz Parque. Já o Vitória, às 19h30 de quinta, encara o Flamengo em um duelo de rubro-negros, no Estádio do Maracanã.

O Jogo – O Palmeiras mandou no jogo desde o início e conseguiu inaugurar o marcador logo aos 10 minutos da etapa inicial. Marcos Rocha recebeu lançamento de Dudu pela direita e, inteligentemente, ajeitou para Deyverson. Da entrada da área, o atacante finalizou com precisão.

Em uma jogada iniciada pelo lado direito, o Vitória chegou ao de forma consistente ao ataque pela única vez no primeiro tempo. Após cruzamento de Erick, Gomez cortou. Na sobra, Rodrigo Andrade chutou para defesa de Weverton. Neilton pegou o rebote e foi desarmado por Marcos Rocha.

O time alviverde manteve a superioridade e ampliou a vantagem aos 28 minutos da etapa inicial. Dudu cobrou escanteio pela direita e Deyverson, posicionado na primeira trave, cabeceou firme. Antes do intervalo, Dudu ainda acertou o travessão do goleiro Ronaldo.

O Palmeiras marcou seu terceiro gol no Barradão aos 13 minutos da etapa complementar. Lucas Lima recebeu cruzamento de Marcos Rocha e dominou para dentro. Dudu se antecipou ao companheiro, limpou a marcação e tocou na saída de Ronaldo.

A equipe dirigida por Luiz Felipe Scolari desperdiçou uma grande chance de anotar o quarto com Victor Luis. Após chute ruim de Hyoran, Deyverson completou para defesa de Ronaldo. No rebote, de frente para o gol, o lateral esquerdo conseguiu chutar por cima.

Com uma vantagem confortável no marcador, Felipão aproveitou para descansar Dudu e Marcos Rocha, trocados por Diogo Barbosa e Mayke, respectivamente – Moisés já havia substituído Bruno Henrique no intervalo. Sem correr riscos na defesa, o time alviverde controlou a partida até o final.
Gazeta Esportiva

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Com sal grosso e Vila cheia, Santos bate Sport e respira na tabela

O Santos respirou na luta para fugir da zona de rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro na tarde deste sábado. Recebido com sal grosso por seus torcedores na chegada à Vila Belmiro, o time do técnico Cuca teve casa cheia e ganhou por 3 a 0 do Sport.

Com 21 pontos ganhos, o Santos sai da zona de rebaixamento, pelo menos temporariamente, e dorme na 12ª posição do torneio nacional. Assim, a equipe alvinegra conseguiu ultrapassar o Sport, 15º colocado com 20 pontos. O Vitória, atual primeiro integrante do Z4, soma 19 pontos.

Às 21h45 (de Brasília) desta terça-feira, pelas oitavas de final da Copa Libertadores, o Santos volta a campo para enfrentar o tradicional Independiente, em Avellaneda. Já o Sport, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, pega o América-MG às 21 horas de quarta, na Ilha do Retiro.

O Jogo – Empurrado pela torcida, o Santos conseguiu inaugurar o marcador logo no primeiro minuto da partida. Em jogada pela direita, Derlis Gonzalez levou até o fundo e cruzou. Gabigol desviou e a bola sobrou para Bryan Ruiz. Ele ajeitou e Eduardo Sasha finalizou com sucesso.

Beneficiado pela abertura do placar nos instantes iniciais da partida, o Santos quase aumentou a vantagem com Gabigol. Carlos Sanchez avançou com a bola dominada e deu bom passe para o atacante, que bateu na saída de Magrão e viu o goleiro ceder escanteio.

A última chegada consistente do primeiro tempo também foi do time mandante. Após lançamento pelo alto, Gabigol inteligentemente ajeitou de peito para Bryan Ruiz. O costarriquenho completou para o gol e Magrão desviou com a ponta dos dedos pela linha de fundo.

O Santos desperdiçou grande chance de marcar logo no começo da etapa complementar, quando Gabigol aproveitou falha de Ernando para deixar Sanchez na cara do gol, mas o uruguaio mandou para fora. Pouco depois, o árbitro Dewson Fernando Freitas da Silva viu falta duvidosa de Rogério em Gonzalez e mostrou o cartão vermelho.

Durante o segundo tempo, o técnico Cuca lançou mão de três titulares. Após trocar o desgastado Bryan Ruiz por Diego Pituca, o treinador, já em superioridade numérica, tirou Eduardo Sasha para colocar Bruno Henrique e trocou Sanchez por Rodrygo.

Embalado pelas alterações, o Santos marcou mais dois. Aos 36 minutos, Gonzalez recebeu de Gabigol pela direita e cruzou para Rodrygo completar. Dois minutos depois, Bruno Henrique cruzou da esquerda e Sander interceptou de cabeça. Victor Ferraz aproveitou o rebote e, após desvio em Felipe Bastos, a bola terminou nas redes de Magrão.

Por:Gazeta Esportiva (foto:Fernando Dantas)
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Grêmio põe Corinthians “na roda” e vence pela primeira vez em Itaquera

O Corinthians não conseguiu usar nem a força da torcida a seu favor na noite deste sábado, na Arena. Diante de um bem treinado e técnico Grêmio, o Alvinegro não foi capaz de criar boas jogadas ou aproveitar que o goleiro adversário era apenas a terceira opção dos gremistas no setor. Com show de bola do autor do gol, Éverton, o time visitante chegou a colocar o Timão “na roda” e venceu pela primeira vez no estádio.

Anteriormente, os gaúchos haviam empatado três duelos e perdido dois, contabilizando um amistoso disputado durante a parada para a Copa do Mundo. Agora, a equipe de Porto Alegre tem 36 pontos conquistados na competição, cada vez mais perto dos líderes da competição. O clube do Parque São Jorge, por sua vez, estacionou nos 26 pontos e viu a “escalada” prevista por Osmar Loss ficar para trás.

Na próxima rodada, os comandados de Osmar Loss terão pela frente a equipe do Fluminense, em duelo marcado para a próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no estádio do Maracanã. Renato Gaúcho e os seus atletas, por outro lado, abrem o segundo turno em um duelo contra o Cruzeiro, no mesmo dia e horário, mas em Porto Alegre.

O Grêmio não pareceu ter mudado de arena para entrar em campo no primeiro tempo. Mesmo atuando em São Paulo, a milhares de quilômetros da sua casa, o time de Renato Gaúcho foi melhor que o Corinthians nos 45 minutos iniciais, dominou boa parte das ações ofensivas e sofreu pouco, pecando apenas na hora de finalizar as rápidas jogadas criadas, na maioria das vezes, pelo rápido Éverton.

O cenário, no entanto, parecia que seria diferente na primeira bola perigosa do jogo, quando Jadson cobrou escanteio pelo lado direito, na primeira trave, e Danilo Avelar cabeceou forte. Bruno Grassi, que entrou às pressas por causa de uma lesão de Marcelo Grohe durante o aquecimento, tentou agarrar e quase jogou a redonda para o seu gol, mas ela passou rente à trave esquerda do arqueiro.

Os gremistas, no entanto, responderam quando Jael pegou sobra de bola dentro da área, após falha de Fagner, e cabeceou para defesa de Walter. Pouco depois, Jailson, mais de frente, e Ramiro, na lateral direita da área, tentaram arriscar de fora da área, exigindo boas intervenções do reserva corintiano, substituto do suspenso Jadson. Exposto, Pedro Henrique ainda viu sua situação se complicar ao fazer falta em Éverton e ficar amarelado.

Depois de meia hora sem conseguir produzir, o Timão conseguiu encaixar algumas saídas de bola e, ao menos, empurrar o time adversário para o seu campo de defesa. Na hora de realmente criar as chances, no entanto, Araos e, principalmente, Jadson erraram bastante. Até o intervalo, o lance mais marcante dos alvinegros foi uma sequência de dribles de Pedrinho, travada na hora do chute por Geromel.

O Grêmio voltou para o segundo tempo aparentemente com uma tática mais defensiva, dando certo espaço nos primeiros minutos e apostando em uma roubada de bola para sair em contra-ataque. Não demorou muito para ela acontecer: Ramiro recuperou a posse na direita e o Grêmio foi bagunçando a marcação até Luan receber. Éverton passou muito rápido entre Fagner e Pedro Henrique, o companheiro enfiou bem e Walter demorou para sair do gol. O resultado foi um toque rápido do gremista por cima do goleiro para abrir o placar.

O gol fez com que Jonathas fosse chamado por Osmar Loss para tentar segurar a bola no ataque, brigando com os zagueiros. O atacante até conseguiu algumas jogadas, mas o domínio dos gremistas na hora de marcar era tamanho que, mesmo com um atleta de quase 2m, o Alvinegro não ganhou nem os duelos aéreos.

Loss ainda buscou novidades, mandando a campo Mateus Vital e Emerson Sheik, mas, até o final da partida, os lances ficaram restritos aos gremistas. Com o contragolpe à disposição, o time visitante só não ampliou o marcador porque Walter parou bem investidas de Éverton, Thaciano e Luan, assegurando a desvantagem mínima.

Por:Gazeta Esportiva (foto:Lucas Uebe)

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Palmeiras vence o Bahia e está na semifinal da Copa do Brasil

O Palmeiras está na semifinal da Copa do Brasil. Nesta quinta-feira, em jogo tenso no Pacaembu, o Verdão venceu o Bahia por 1 a 0, com tento anotado de cabeça por Dudu, e após o empate sem gols em Salvador, garantiu sua classificação para enfrentar o Cruzeiro no torneio mata-mata. Felipão manteve Mayke na equipe mesmo após o retorno de Marcos Rocha e viu sua estrela brilhar com a assistência do lateral, além do sexto jogo consecutivo do Alviverde sem sofrer gols.

Ainda antes de a bola rolar, o nome mais ovacionado no estádio municipal foi de Felipão. A torcida parecia certa da importância do treinador na luta pelo torneio que o pentacampeão mundial já venceu em quatro oportunidades, com Criciúma (1991), Grêmio (1994) e o próprio Palmeiras (1998 e 2012). Único a conseguir o feito, agora Scolari está a quatro jogos de se isolar ainda mais como o maior vencedor do torneio.

Mas mesmo com a experiência do comandante gaúcho, o jogo não começou como os mandantes esperavam. Ainda sem casa cheia, foi o Bahia quem se impôs no início do primeiro tempo. Com grande parte dos 28.057 presentes no Pacaembu ainda tentando entrar no estádio, o Tricolor dominou a posse de bola nos primeiros minutos e trouxe muito perigo pelas laterais do campo, onde Vinícius e Edigar Junio levaram vantagem em quase todas as disputas contra Mayke e Diogo Barbosa.

Com 14 jogados, os visitantes só não inauguraram o marcador por puro azar. Desta vez, foi Léo quem levou vantagem pela esquerda, chegou na linha de fundo e cruzou. Edigar Junio antecipou Edu Dracena e desviou, mas a bola acertou a trave. Na volta, Gilberto chutou, mas a finalização acertou Edigar Junio e salvou o Verdão.

O lance pareceu ter acordado os palestrinos, que até o final da etapa inicial, retomaram a supremacia na posse de bola, chegando a quase 60%, e empilharam chances de gols perdidos. Nas melhores oportunidades, Willian invadiu a área, cortou a marcação, mas bateu mal de pé esquerdo aos 26, e Moisés recebeu de Dudu na cara de Anderson, mas chutou em cima do goleiro, com 35 jogados.

Para a etapa final, pouco mudou no Pacaembu. Antes confiante pelos então oito jogos sem perder e marcando pressão, o Bahia recuou e passou a apostar nos contra-ataques. O Alviverde, tentando pressionar, não conseguiu calibrar o pé nas finalizações. Antes do primeiro minuto, Edu Dracena deu chutão, Borja disputou com Tiago na corrida, ganhou e tentou toque por cima de Anderson, mas o goleiro defendeu mais uma.

A situação estava complicada para o Maior Campeão do Brasil, mas já aos 28 minutos do segundo tempo, com a torcida preocupada, a estrela do maior vencedor da Copa do Brasil brilhou. Mayke, mantido na equipe por Felipão mesmo após a recuperação de Marcos Rocha, tabelou com Moisés, chegou na linha de fundo e cruzou na área. A bola chegou no segundo poste, onde o ‘Baixola’ Dudu, como é chamado pelos companheiros, mergulhou de cabeça e mandou para as redes.

O tento fez Scolari cancelar a alteração que estava prestes a fazer e Lucas Lima voltou para o banco de reservas. Em seu lugar, o treinador chamou Thiago Santos, que entrou na vaga de Miguel Borja para reforçar a marcação da equipe. O Bahia não desistiu do resultado e buscou levar para os pênaltis até o final, mas a defesa de Felipão completou seu sexto jogo seguido sem sofrer gols – o quinto sob seu comando – marca alcançada apenas nove vezes na história do clube.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

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Fluminense vence o Defensor e assegura vaga na Sul-Americana

O Fluminense garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa Sul-Americana ao derrotar o Defensor Sporting, do Uruguai, por 1 a 0, gol marcado por Pedro no segundo tempo. A partida foi disputada na noite desta quinta-feira, no Estádio Luiz Franzini, na capital uruguaia. Na próxima fase do torneio, o Tricolor das Laranjeiras enfrentará o Deportivo Cuenca do Equador, que eliminou o Jorge Wilstermann, da Bolívia, nos pênaltis, após dois empates por 2 a 2.

Depois de vencer o jogo de ida por 2 a 0, o Fluminense soube administrar a vantagem e controlar o ímpeto da equipe uruguaia, principalmente no segundo tempo, quando o Defensor se lançou ao ataque de forma desesperada. O goleiro Júlio César teve uma atuação muito boa e ajudou a segurar o ataque do time da casa com ótimas defesas.

Como era previsível, o Defensor saiu para o ataque e conseguiu o primeiro escanteio antes do primeiro minuto, mas o Fluminense respondeu com uma arrancada de Ayrton Lucas que foi derrubado na lateral da área. Sornoza levantou na área e Gilberto cabeceou para fora.

Logo depois, o Tricolor das Laranjeiras atacou em velocidade e quase marcou o primeiro gol. Matheus Alessandro arrancou pela esquerda, tocou para Pedro que chutou para a conclusão de Matheus Alessandro, mas Reyes fez grande defesa.

O jogo seguiu equilibrado, mas o time brasileiro era mais agressivo. Aos 18 minutos, Gum cabeceou no travessão, mas o árbitro invalidou o lance, marcando impedimento.

Aos 20 minutos, Ayrton Lucas fez ótima jogada pela esquerda, se livrando de três marcadores, e a bola sobrou para Sornoza que chutou para fora.

O Defensor encontrava dificuldades para penetrar na defesa tricolor e apelava para os chutes de longa distância, sem levar perigo ao gol de Júlio César. Aos 25 minutos, o volante Airton sentiu um problema muscular e foi obrigado a deixar o gramado. Richard entrou em seu lugar.

O jogo era morno com poucos momentos de emoção nas duas áreas. Aos 32 minutos, Matheus Alessandro tentou uma jogada individual, se livrou da marcação, mas o goleiro Reyes saiu com precisão do gol e afastou o perigo.

O time dirigido por Marcelo Oliveira seguia mehor em campo. Aos 35 minutos, após cruzamento de Ayrton Lucas, Jadson domina e chuta com grande perigo para o gol defendido por Reyes.

Aos 37 minutos, Piquerez chutou forte e Júlio César defendeu. Logo depois, o goleiro tricolor voltou a trabalhar quando Piquerez arriscou de novo e Júlio César defendeu com dificuldade, espalmando para escanteio.

Aos 44 minutos, os uruguaios reclamaram a marcação de um pênalti quando a bola bateu no braço de Ibañez, dentro da área. mas o árbitro nada viu de irregular no lance.

O Fluminense voltou mais agressivo para o segundo tempo. Aos três minutos, Sornoza investiu pelo meio e bateu para ótima defesa de Reyes. Logo depois, o Tricolor das Laranjeiras desperdiçou outra boa chance quando Ayrton Lucas investiu pela esquerda e errou o passe, quando Pedro e Matheus Alessamdro esperavam dentro da área.

O time da casa respondeu aos seis minutos quando Rabuñal mandou a bomba e Júlio César fez grande defesa. O goleiro tricolor voltou a salvar o Fluminense novamente aos 15 minutos depois de bomba de López, da entrada da área.

Acuado em seu campo, o time brasileiro não conseguia sair da defesa e Júlio César aparecia como o melhor jogador da equipe. Aos 18 minutos, o Defensor voltou a desperdiçar outra chance para marcar quando Gum cortou com defeito e López , dentro da área, mandou por cima.

Marcelo Oliveira colocou Everaldo no lugar de Matheus Alessandro, mas o Defensor seguiu mandando na partida.

Aos 28 minutos, após boa troca de passes, Sornoza descobriu Gilberto inteiramente livre na área, mas o lateral concluiu por cima do travessão. O Tricolor se animou e marcou o primeiro gol aos 32 minutos. Após confusão na área, a bola sobrou para Gilberto que tocou para Pedro. O artilheiro, com um toque de categoria, encobriu o goleiro uruguaio para colocar a bola nas redes.

Depois de sair em vantagem, o Fluminense passou a atuar com mais tranquilidade, aproveitando os espaços concedidos pelo adversário desesperado para criar novos momentos de perigo para o gol de Reyes.

Nos minutos finais, a equipe carioca apenas tocou a bola diante de um adversário que não mostrou capacidade para mudar a história da partida.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Merçon/Fluminense/arquivo)

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Botafogo vence o Nacional-PAR e avança na Copa Sul-Americana

O Botafogo avançou às oitavas de final da Copa Sul-Americana ao vencer por 2 a 0 o Nacional-PAR, nesta quinta-feira, no Nilton Santos. Com o resultado, os alvinegros vão encarar na próxima fase o Bahia.

Os botafoguenses foram superiores durante os 90 minutos e abriram o placar no primeiro tempo com Rodrigo Lindoso. Na etapa final, os cariocas desperdiçaram diversas chances de marcar, mas chegaram ao segundo gol já no fim, com Léo Valencia.

O Botafogo começou a partida pressionando o Nacional, mas sofria para criar lances de perigo. Os paraguaios se seguraram nos primeiros minutos e só avançavam nos contra-ataques, sem qualquer perigo. Os alvinegros chegaram a colocar a bola para a rede, mas o gol foi invalidado, pois Igor Rabello estava em posição de impedimento.

Com o passar do tempo, os donos da casa seguiam tendo mais posse de bola, mas sem levar perigo ao gol paraguaio. A dificuldade em superar a retranca do Nacional começou a irritar a torcida presente no Nilton Santos.

No entanto, aos 37 minutos, o Botafogo abriu o placar. Após cobrança de falta na área, Rodrigo Lindoso cabeceou no canto, sem chance para Rojas.

Nos minutos finais, os cariocas permaneceram melhores em campo e quase chegaram ao segundo gol aos 43 minutos. Após cruzamento rasteiro, Renatinho finalizou de letra, mas viu a bola ir pela linha de fundo. O Nacional sentiu o revés e não levou perigo a Saulo até o intervalo.

No segundo tempo, o Botafogo voltou melhor e quase ampliou a vantagem com um minuto. Após escanteio, Carli subiu mais que a zaga paraguaia e cabeceou para grande defesa de Rojas. O lance animou só alvinegros, que voltaram a chegar com perigo aos seis. Valencia aproveitou bola rebatida e chutou na trave.

Enquanto o Nacional pouco produzia no ataque, os donos da casa desperdiçavam mais oportunidades. Aos 12 minutos, Aguirre arriscou de fora da área e também carimbou a trave. Já aos 20, foi a vez de Luiz Fernando receber passe de Rodrigo Pimpão na área, mas chutar em cima de Rojas.

O Botafogo continuava tendo espaço para avançar e criar chances de gol. Tanto que aos 24 minutos, Léo Valencia chutou de fora da área, mas viu a zaga salvar. Só que no minuto seguinte, o Nacional quase empatou, com Vieyra. O atacante recebeu na área e tocou na saída de Saulo, mas para fora. A resposta do Botafogo veio no ataque posterior, em finalização de Rodrigo Pimpão para boa defesa de Rojas.

Com o passar do tempo, o confronto ficou aberto. O Botafogo permanecia tendo chance de marcar e, aos 33 minutos, Joel Carli chutou sobre o travessão de dentro da pequena área. O segundo gol alvinegro só veio aos 43. Léo Valencia acertou belo chute de fora da área, sem chance para Rojas, para decretar a classificação dos donos da casa.

Por:Gazeta Esportiva (assessoria/arquivo)

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São Paulo vence ferrolho mas perde nos pênaltis e dá adeus à Sul-Americana

A primeira derrota para um time argentino no Morumbi pesou. O São Paulo até conseguiu devolver o 1 a 0 em cima do Colón na noite dessa quinta-feira, em pleno estádio Brigadier General Estanislao López, na cidade de Santa Fé, mas o resultado foi suficiente apenas para levar a definição da vaga às oitavas de final da Copa Sul-Americana aos pênaltis. E diante da marca da cal Bruno Alves foi o vilão, cometendo o único erro entre todos os batedores. Jean não pegou nenhuma cobrança e o Colón garantiu a classificação para enfrentar o Junior Barranquilla na próxima fase da competição continental com um 5 a 3.

Agora, o São Paulo tem só o Campeonato Brasileiro para disputar até o fim da temporada. E se o time misto escalado por Diego Aguirre no Cemitério de Elefantes, apelido da casa do Colón justamente pela queda de grandes equipes no local, sinalizou alguma prioridade, mais do que nunca a busca pelo título nacional se torna uma obsessão. Líder, o Tricolor volta a campo às 19h (horário de Brasília) do domingo, para pegar a Chapecoense, no Morumbi.

Não diferente do que se viu no Morumbi, a postura do Colón ficou explícita desde os primeiros movimentos. Apesar da ansiedade de seu sofrido torcedor e do estádio lotado, o time argentino manteve a postura extremamente defensiva, sem qualquer vergonha de dar a bola ao São Paulo.

A estratégia funcionou bem no primeiro tempo, período em que os paulistas esbanjaram uma posse de bola ineficiente. Com as duas linhas muito próximas à frente da área, o Tricolor viu suas jogadas de velocidade serem anuladas. A única chance real se deu em uma falta na altura da meia-lua. Nenê caprichou e o travessão livrou o goleiro Burián.

Estreante entre os titulares, Gonzalo Carneiro se movimentava bem e buscava dar alternativas aos seus companheiros. Por isso, continuou na segunda etapa. Os escolhidos para sair foram Araruna e Lucas Fernandes. Bruno Peres e Everton entraram com a missão de abrir os espaços e, definitivamente, levarem o São Paulo para dentro do gol.

Era óbvio que os mandantes encontrariam mais espaços. Jean levou dois sustos, é verdade, mas o plano de Diego Aguirre funcionou. Mais do que nunca, os visitantes amassaram os donos da casa. Godoy chegou a salvar uma bola em cima da linha após Everton, todo desequilibrado, encobrir o goleiro rival.

O prêmio pela insistência até que não demorou. Sobra de escanteio e Liziero arrematou, de primeira, com a canhota. Belo gol do jovem volante, seu primeiro nessa temporada. E a partir daí a pressão só aumentou. O São Paulo acreditou que poderia levar a classificação sem a necessidade dos pênaltis. Assustado, restou ao Colón se manter na ideia de usar sua defesa como única arma.

As possibilidades tricolores diminuíram quando o autor do gol salvador sentiu a pena esquerda e ficou sem condições de ajudar a equipe. Tréllez já havia entrado no lugar de Carneiro. Assim, Aguirre precisou ajustar o São Paulo para terminar o confronto com dez jogadores de linha inteiros, pois Liziero passou apenas a fazer número em campo no sacrifício.

Nem assim, o Colón se impôs em casa. Reflexo disso se viu nas arquibancadas, mais caladas do que nunca. O estádio só acordou quando Esigarribia tentou cavar um pênalti em cima de Jean. O árbitro Mario Díaz de Vivar não caiu na pressão e ainda saiu distribuindo cartões amarelos em função das reclamações.

Dessa forma, sem muito futebol nos minutos finais, o jogo chegou ao fim. Tudo ficou para ser definido na marca da cal. E aí a superioridade são-paulina deixou de existir. Jean, apesar de se movimentar na linha, usar e abusar de qualquer tentativa para desestabilizar os cobradores argentinos, não conseguiu pegar nenhuma cobrança. O vilão da história acabou sendo Bruno Alves. O zagueiro foi para a bola depois de Nenê, Reinaldo e Hudson converterem e acabou parando na defesa de Burián, que com os pés evitou o gol. Para fechar a classificação do Colón, Ortiz, aquele mesmo que agrediu Diego Souza no Morumbi, mandou para as redes.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Marcelo Manera/AFP)

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Corinthians elimina a Chapecoense e avança à semifinal da Copa do Brasil

O Corinthians fez um dos seus piores jogos do ano em termos de técnica e qualidade na noite desta quarta-feira, contra a Chapecoense, em Chapecó. Porém, depois de mais de 80 minutos satisfeito com a vantagem de 1 a 0 obtida no jogo de ida, o Alvinegro ainda viu Jadson achar um gol de falta e sacramentar a passagem da equipe para as semifinais da Copa do Brasil.

O Timão agora enfrenta o Flamengo, que derrotou o Grêmio por 1 a 0 também nesta quarta-feira, no Maracanã, e assegurou sua vaga por ter empatado no duelo de ida, na casa do adversário. Data e horário dos jogos ainda serão divulgados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Enquanto não sabem quando voltam as suas atenções novamente ao mata-mata nacional, os comandados de Osmar Loss seguem na caminhada pelo Campeonato Brasileiro no sábado, às 19h (de Brasília), contra o Grêmio, na Arena Corinthians, fechando o primeiro turno do torneio nacional. Já os atletas de Guto Ferreira também vão para a capital paulista, mas para encarar o líder São Paulo, às 19h (de Brasília) do domingo, no Morumbi.

O primeiro tempo da partida em Chapecó não mostrou nada de muito relevante no que prometia um jogo bastante disputado pela vaga na semifinal da Copa do Brasil. O primeiro lance de razoável perigo foi ainda aos cinco minutos, quando Jadson levantou a bola na área e falta lateral e Romero cabeceou na primeira trave. Jandrei, bem posicionado, mandou para escanteio.

A oportunidade, no entanto, foi um mero acaso numa disputa repleta de embates físicos e lançamentos direto para a linha lateral. Sem um centroavante na frente nem a habilidade de Pedrinho para abrir espaços, o Timão mal conseguiu ficar com a bola até os 30 minutos de bola rolando, quando Jadson, da entrada da área, chutou forte e parou em defesa tranquila de Jandrei.

A Chape, que viveu de bolas paradas na intermediária e nas laterais, quase conseguiu abrir o placar em falta batida por Canteros que Thyere, livre, completou para a rede. O defensor, no entanto, estava bastante impedido, como apontou o auxiliar e confirmou o VAR, após um minuto de paralisação. O placar, portanto, não foi alterado na primeira etapa.

O segundo tempo começou mais movimentado logo de cara, com Douglas arriscando de fora da área e mandando rente à trave de Jandrei. Com um pouco mais de espaço, o Timão passou a jogar mais no campo de ataque e teve outra oportunidade minutos depois, quando Fagner chegou na linha de fundo e rolou para Emerson Sheik chutar rasteiro, ao lado do gol.

Precisando de um gol para manter-se vivo na competição, o time da casa começou a tentar empurrar o Alvinegro para o seu campo de defesa com bolas longas à procura de Wellington Paulista. Preocupado em dar mais gás à sua equipe, o técnico Guto Ferreira mandou a campo Alan Ruschel, Kendy e Doffo, que fizera o gol da vitória no domingo, na esperança de levar mais perigo.

A tática quase deu certo pouco depois dos 30 minutos, quando Kendy ganhou disputa na área e a bola ia saindo, mas Henrique tentou dominar e quase colocou para dentro. Para sorte do corintiano, no entanto, a bola passou embaixo do pé do zagueiro e foi para a linha de fundo.

Quando a partida parecia caminhar para um final de bolas na área e pressão da Chape, porém, Mateus Vital entrou na vaga de Clayson e sofreu falta na lateral da área. Jadson foi para a batida, a bola encobriu Jandrei e entrou no ângulo, sacramentando a sequência da caminhada corintiana.
Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo)

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Cruzeiro vence o Santos nos pênaltis e avança na Copa do Brasil

O Santos foi guerreiro. Ao iniciar o jogo, no Mineirão, na noite desta quarta-feira, em confronto válido pelas quartas de final da Copa do Brasil, o Peixe entrou em campo com o placar contrário. Na partida de ida, a Raposa venceu por 1 a 0. Na volta, o clube da Vila Belmiro resolveu complicar: no tempo normal conseguiu vencer por 2 a 1, de virada. Nos pênaltis, no entanto, o goleiro Fábio brilhou, defendeu todas as cobranças e o Cruzeiro classificou-se com 3 a 0.

O Cruzeiro foi superior na maior parte do jogo. Nos dois tempos, a Raposa conseguiu criar mais e ter chances para fazer gols. O Santos, porém, em alguns momentos chegava, mas ainda foi um Peixe travado, com pouca criatividade

Precisando do resultado, o Santos entrou em campo com uma postura ofensiva. O técnico Cuca colocou sua equipe com quatro homens de frente, em busca de um gol logo no início da partida para dar tranquilidade do empate no placar agregado.

Nos primeiros minutos o técnico Cuca precisou fazer uma substituição em sua equipe. O zagueiro Luiz Felipe sentiu a coxa esquerda e precisou deixar o gramado. Gustavo Henrique foi chamado.

O Cruzeiro marcava a saída de bola do Santos. Os primeiros minutos começaram intensos e para a Raposa o resultado apareceu. Aos 12 minutos, Thiago Neves recebeu na direita, cortou para o meio e chutou rasteiro para abrir o placar.

Aos 14, o Santos teve uma grande chance. Em cruzamento na área, após falta em Rodrigo, Gustavo desviou de cabeça e levou muito perigo ao time do Cruzeiro.

O tento deixou o jogo mais lento. O Cruzeiro passou a estudar mais as jogadas e deixava o confronto amarrado. O Santos não conseguia infiltrar na defesa azul. Vale ressaltar que o time de Mano Menezes não estava fechado. A principal aposta de Cuca era Rodrygo, mas o setor ofensivo do Peixe não vivia bom momento.

Quando o primeiro tempo caminhava para o final, aos 41 minutos, o Santos conseguiu o empate na partida. Em ótimo chute de Gabriel, de fora da área, a bola pegou na bochecha da meta de Fábio.

O gol colocou o Santos novamente na partida. No placar agregado, neste momento, a partida estava em 2 a 1.

Na volta para a etapa complementar, o Cruzeiro assustou o Santos logo aos 9 minutos. Em cobrança de escanteio, a bola chegou até o zagueiro Dedé. Ele desviou de cabeça e a redonda parou na trave do goleiro Vanderlei. No rebote, a defesa conseguiu proteger a redonda e o arqueiro segurou firme.

Na medida que o tempo ia passando, o Cruzeiro mostrava quem mandava no jogo. No lance seguinte, o Cruzeiro fez uma bela jogada, uma troca de passes envolvente entre seus homens de meio campo, Robinho, Arrascaeta e Thiago Neves, finalizando com o lateral Edilson, na cara do gol, mas a zaga tirou em cima da linha.

O Santos seguia com grande dificuldade para criar seus lances no meio campo. Com isso, a bola chegava com mais dificuldade na frente. Rodrygo que não estava acostumado a jogar centralizado, praticamente como um armador, tinha dificuldades para cumprir a função.

Após os 30 minutos, o Santos passou a ficar com a bola nos pés. O Cruzeiro se fechou. O Peixe trocava passes, tentava de todos os lados. Em cruzamento da direita, a bola chegou em Bruno Henrique que mandou para o fundo das redes.

O Cruzeiro se mandou para o ataque. Aos 42, a Raposa quase conseguiu o empate. Rafinha aproveitou o rebote dentro da área e chutou e Vanderlei fez uma defesa milagrosa.

Pênaltis:

Lucas Silva – gol

Bruno Henrique – perdeu

Raniel – Gol

Rodrygo – perdeu

David – Gol

Jean Mota – perdeu

Por:Gazeta Esportiva (Foto: Carl de Souza/AFP/arquivo)

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