Atlético-PR vira sobre o Grêmio na Arena da Baixada e sai do Z4

O Atlético-PR finalmente está fora da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o Furacão voltou a mostrar seu poder de recuperação na competição e venceu o Grêmio de virada na Arena da Baixada, por 2 a 1.

Com o triunfo, o Rubro-Negro chegou a sete jogos sem derrota sob o comando de Tiago Nunes. Mais do que isso, são cinco vitórias e dois empates no período. Com 21 pontos, o Atlético-PR agora torce contra Vitória e Sport para encerrar a rodada fora do Z4.

Apesar dos números positivos, foi o Grêmio quem começou o jogo mais ligado e abafando os mandantes. Logo aos quatro minutos, Cícero deu ótimo lançamento para Pepê, que recebeu na velocidade às costas da zaga e deu um toque na saída de Santos, mas a bola explodiu na trave.

Com sete jogados, porém, a sorte do Furacão teve uma pausa. Leonardo cobrou falta para a área, Léo Pereira e Paulo Miranda se enroscaram, o zagueiro gremista caiu com o contato do rival, e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Cícero mandou para as redes.

A resposta atlética, porém, veio rápido. Aos 12, Pablo recebeu dentro da área, de costas para a meta, girou sobre Bressan e chutou de pé direito no ângulo de Paulo Victor para notar um golaço na Arena. E assim, o Furacão passou a dominar a partida.

Os donos da casa controlaram as ações contra os reservas gremistas, mas pouco criaram, salvo chutes de fora da área e cobranças de escanteio de Marcinho, sempre com perigo. Na etapa final, porém, a insistência finalmente deu resultado.

Com 24 jogados, Jonathan anotou seu terceiro gol em 63 jogos pelo Atlético-PR. O lateral tabelou com Bruno Nazário e saiu às costas de Marcelo Oliveira dentro da área. Cara a cara com Paulo Victor, o camisa 2 deu apenas um toquinho para definir o marcador.

O Atlético-PR volta a campo na quarta-feira, às 19h30, quando encara o Vasco na Arena da Baixada, em partida atrasada da 15ª rodada do Brasileirão. Depois, na 22ª rodada, terá pela frente o Bahia, novamente em casa, no próximo domingo, às 16h.

O Grêmio, por sua vez, dirige foco total à Libertadores. O Tricolor recebe o Estudiantes na Arena na terça-feira, ás 21h45, pelo jogo da volta das oitavas de final. A equipe precisa de uma vitória por 1 a 0 para ficar com a vaga após perder a ida por 2 a 1 na Argentina. Pelo Nacional, a próxima partida está marcada para o sábado, às 16h, também em casa, contra o Botafogo.

Por:Gazeta Esportiva (foto:assessoria)

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Corinthians e acumula quatro jogos sem vencer no Brasileiro

Por:Gazeta Esportiva (assessoria/arquivo) – O Corinthians perdeu por 1 a 0 para o Fluminense na noite desta quarta-feira, em jogo disputado no estádio do Maracanã, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Disperso e pouco criativo, sem conseguir aproveitar os espaços deixados pela zaga adversária, o Alvinegro levou um gol de Gum ainda no começo do primeiro tempo e não conseguiu reagir, somando quatro jogos sem vitória no Brasileiro. Nesse meio tempo, venceu a Chape pela Copa do Brasil.

Com o resultado, o Timão se mantém com 26 pontos e vê a chance de encostar no grupo dos seis primeiros colocados, aqueles que garantem uma vaga na Copa Libertadores da América, diminuir consideravelmente. Além disso, empata com a pontuação dos cariocas e pode terminar a rodada mais perto da zona de rebaixamento do que da competição continental.

Na próxima rodada, os comandados de Osmar Loss tentam recuperar o prejuízo contra o Paraná, no sábado, às 19h (de Brasília), na Arena Corinthians, último embate antes de receber o Colo-Colo, duelo decisivo para o futuro na atual edição da Libertadores. O time das Laranjeiras, por sua vez, visita o Cruzeiro, também no sábado, mas às 21h (de Brasília), no Mineirão.

O Corinthians começou o primeiro tempo errando três passes na saída de bola, um com Pedro Henrique, outro com Cássio e outro com Danilo Avelar, dando o tom do que poderia observado no restante da partida. Com uma saída de bola pouco confiável, o time visitante foi presa fácil para a marcação pressão dos jovens tricolores, liderados pelo ótimo Pedro.

O centroavante, convocado para a Seleção Brasileira na última sexta-feira, foi protagonista no lance que começou a derrocada alvinegra. Henrique, lento, não conseguiu dar o chutão que queria e foi desarmado pelo adversário, alvo do arremate corintiano. Falta bem marcada e cobrada por Júnior Sornoza, que achou o mesmo Pedro livre na segunda trave. O camisa 9 mandou para o meio e Gum, na segunda chance, abriu o placar.

O gol deixou o Corinthians com a dura missão de, após não criar nenhuma chance de gol com o contra-ataque à disposição, tentar criar diante de um time mais fechado. Pedrinho chamou o jogo e chegou a criar um lance de perigo ao achar Avelar livre na área. O lateral testou para o meio da área e Romero parecia ser alvo de um pênalti de Gum, mas o juiz parou o lance para marcar toque de mão do paraguaio.

A situação, que parecia se encaminhar para uma tentativa de mudança de Loss no vestiário, ficou ainda mais complicada antes do intervalo. Romero sofreu falta de Digão e, aparentemente irritado, acertou o adversário com o braço esquerdo. O árbitro Ricardo Marques Ribeiro aparentava dar o cartão amarelo, mas levou a mão ao ouvido e, após cerca de dois minutos, mudou de ideia e expulsou o paraguaio.

Para a etapa final, Osmar Loss apostou em uma equipe no 4-3-2, com Jadson voltando para formar uma linha ao lado dos volantes, incumbida de municiar a dupla Pedrinho e Clayson, mais à frente. Sem conseguir impor um ritmo de marcação pesada para tentar os contra-ataques, no entanto, os leves avantes corintianos mais correram atrás do zagueiros rivais do que o contrário.

Com a dificuldade de movimentação apresentada pelo time, Loss acionou Mateus Vital e Jonathas para tentar dar mais profundidade ao Alvinegro. Enquanto isso, o goleiro Cássio salvava as boas investidas do adversário, que só não foram fatais por suas intervenções em chutes de Gilberto e Mateus Alessandro, além da insistência do Flu em lances de efeito, retardando as jogadas.

Loss tentou uma última cartada com a entrada do chileno Araos no lugar de Jadson, que acabara de participar de uma boa movimentação. O camisa 10 tabelou e recebeu na esquerda, mandando na entrada da área para Douglas. O volante mandou por cima para Avelar, cara a cara com o goleiro Júlio César, mas o lateral corintiano chutou muito mal e jogou para fora a chance do empate.

Incrivelmente, o Corinthians, mesmo dominado, chegou aos minutos finais com chance de empatar, mas sem ter o vigor físico para tentar um “abafa” na defesa adversária. O resultado foi o Fluminense segurando o jogo e conquistando a primeira vitória sobre o Timão após dois anos de “seca”.

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Palmeiras vence Botafogo pelo Brasileiro

Lucas Lima ficou apenas 45 minutos em campo, mas garantiu a vitória do Palmeiras nesta quarta-feira, diante do Botafogo, no Allianz Parque. Com golaços marcados pelo meia, o Verdão venceu o Glorioso por 2 a 0, diminuiu a distância para o líder São Paulo e fez brilhar novamente a estrela de Felipão, que mudou a equipe e apostou no camisa 20 ainda no intervalo. Sãos seis jogos sob o comando do treinador, sendo cinco vitórias, um empate e nenhum gol sofrido.

O primeiro tempo na Arena foi típico na maneira de se comportar da equipe de Luiz Felipe Scolari. Com seus titulares, o Verdão chegou a somar 64% de posse de bola e controlou jogo sem passar sustos. Ao contrário do que acontecia com os times de Cuca e Roger Machado, os mandantes não ‘abafavam’ o adversário, mas conseguiam criar oportunidades sem se expor.

Do outro lado, o Botafogo até buscava propor o jogo quando tinha a bola no pé, armado no 4-3-3, mas o meio-campo formado por três volantes e a forte marcação palestrina impediam os avanços dos alvinegros. Sem a bola, o Glorioso de Zé Ricardo se mantinha no 4-4-1-1, também sem dar espaços.

O resultado foi uma etapa inicial sem grandes emoções. O único real lance de perigo aconteceu aos 18 minutos, quando Dudu cobrou escanteio, Saulo espalmou estranho e a bola bateu no travessão, mas, no rebote, voltou nas mãos do goleiro. A pouca movimentação nos primeiros 45 minutos também se deveu à arbitragem até então confusa de Anderson Daronco.

O árbitro levou quase um minuto para autorizar uma cobrança de falta, outro para um escanteio, e no mais grave dos erros, deixou de marcar pênalti para o Palestra. Logo aos oito, Willian invadiu a área pela direita e finalizou, a bola desviou no braço aberto de Igor Rabello, e Saulo fez a defesa.

Para o segundo tempo, Felipão abriu sua equipe e trocou Lucas Lima por Bruno Henrique. Moisés passou a jogar como volante ao lado de Felipe Melo. De início, o camisa 20 chegou a irritar a torcida com passes errados, ‘atrasando’ o jogo e cometendo até um erro infantil em jogada de escanteio, quando devolveu passe para Dudu, que havia cobrado. Antes do apito final, porém, o meia sairia de campo como herói.

Vendo o meio-campo palmeirense menos congestionado e a equipe da casa disposta a se arriscar mais, o Botafogo se lançou ao ataque. Em uma dessas investidas, Felipe Melo desarmou Moisés com um carrinho, os botafoguenses não gostaram do lance e foram tirar satisfação com o volante. O clima esquentou e foi um sinal de que a partida pegaria fogo no Allianz Parque.

Envolvido na confusão, Moisés ficou apenas mais cinco minutos em campo. Aos 25, o lateral-esquerdo deixou o braço no rosto de Dudu, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um a mais em campo, a pressão palestrina, que já era grande, se tornou insustentável.

Com 32 jogados, Lucas Lima fez sua primeira pintura. Da esquerda, Dudu cruzou no segundo poste e o meia pegou chute de primeira, cruzado, com a canhota, para inaugurar o marcador. A equipe de Felipão não quis saber de segurar o resultado e, três minutos depois, teve a chance de ampliar em cobrança de pênalti de Dudu, mas o camisa 7 parou em Saulo.

Mesmo assim, para coroar a atuação de gala de Lucas Lima no período que esteve em campo, e mais uma vez a estrela de Felipão, que o colocou no intervalo, o camisa 20 fechou o placar. Aos 41, o meia surpreendeu e, quando todos esperavam um cruzamento na área, cobrou falta direta e anotou um golaço.
Gazeta Esportiva (Djalma Vassão/Gazeta Press/arquiva)

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São Paulo tropeça no lanterna e perde gordura na liderança do Brasileiro

Por:Gazeta Esportiva (Djalma Vassão/arquivo) -Poucos campeonatos entre as grandes ligas de futebol pelo mundo proporcionam um equilíbrio tão grande no embate entre líder e lanterna como o Brasileirão é capaz de fazer. O São Paulo foi a vítima da vez dessa situação peculiar. No estádio Durival de Britto, a famosa Vila Capanema, o Tricolor não saiu de um empate por 1 a 1 com o Paraná Clube nessa quarta-feira. Para piorar o cenário dos paulistas, simultaneamente o Internacional encarou o Bahia em Salvador e conquistou a vitória por 1 a 0.

Com isso, a liderança segue absoluta, nas mãos do São Paulo. Mas, agora o Colorado vem logo atrás, com apenas um ponto a menos (42 a 41). O Flamengo enfrenta o Vitória nessa quinta, no Maracanã, e pode chegar a 40 pontos. O Paraná, por outro lado, segue na última posição depois de 20 rodadas, com 15 pontos somados.

Antes da bola rolar, o favoritismo são-paulino era inegável. Líder, melhor visitante e invicto há quatro jogos, os líderes ainda entraram em campo com força máxima, os 11 ideais de Diego Aguirre, que tanto gosta de rodar o elenco.

Para ajudar, o São Paulo ganhou um baita presente logo aos sete minutos. O zagueirão Cleber Reis adiantou demais a bola na intermediária defensiva e perdeu o controle da redonda para Nenê. Uma simples tabela com Diego Souza e bola na rede. Foi o oitavo gol do camisa 10 nesse Brasileirão, agora artilheiro da equipe tanto na temporada (12 gols) quanto no nacional.

Os torcedores locais, imediatamente, passaram a perseguir Cléber Reis. A entregada não passou impune, e o clima ficou todo favorável aos visitantes, que viam a pressão sobre o adversário e ainda contavam a vantagem no placar.

Inesperadamente e até de forma surpreendente, porém, o São Paulo, aos poucos, foi perdendo o controle do jogo. E no lance seguinte a um quase golaço de bicicleta de Diego Souza, os mandantes contaram com o imprevisto para deixar tudo igual. Júnior viu a bola se oferecer dentro da área depois de uma dividida estranha e não perdoou.

Na etapa final, o Paraná definitivamente passou a apostar apenas nos contra-ataques. O ímpeto foi vencido pela falta de capacidade, e o Tricolor do Morumbi, enfim, encurralou os lanternas.

A pressão, no entanto, não surtiu efeito. O goleiro Richard pouco trabalhou, apesar da bola pipocar bastante dentro de sua área. Diego Aguirre ainda apostou em Liziero, Shaylon e Tréllez, mas, não teve jeito. O gol da vitória não veio e o empate teve um sabor um pouco mais satisfatório para os donos da casa.

Os dois times voltam a campo no fim de semana. O Paraná encara o Corinthians no sábado, às 19h, em Itaquera, enquanto o São Paulo recebe o Ceará no dia seguinte, às 11h, no estádio do Morumbi.

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Grêmio perde pênalti e só empata com o Cruzeiro na Arena

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/assessoria)  – O Grêmio empatou nesta quarta com o Cruzeiro por 1 a 1 na Arena pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Usando força máxima, o Tricolor Gaúcho foi surpreendido na etapa inicial pela Raposa que pulou na frente no gol de Bruno Silva. Já no segundo tempo as modificações de Renato Portaluppi surtiram efeito e Everton que vive grande fase igualou o placar. Mas os mandantes desperdiçaram uma penalidade ao final da partida e perderam a chance de encostar nos primeiros colocados.

Com o resultado, o Grêmio fica em quarto lugar com 37 pontos. E o Cruzeiro permanece na sétima posição com 27 pontos.

Na próxima rodada o Grêmio visita o Atlético-PR, às 19h(de Brasília), na Arena da Baixada. No mesmo dia o Cruzeiro recebe o Fluminense, às 21h(de Brasília), no Mineirão.

Como era esperado, os donos da casa foram para cima, enquanto os visitantes utilizam uma postura defensiva que bloqueia as ações ofensivas do Grêmio.  O Tricolor Gaúcho tem mais posse de bola, mas sem nenhuma objetividade do meio pra frente.

Mostrando dificuldades de entrar na área da Raposa, os gaúchos chegaram pela primeira vez com mais perigo num chute de longe. Aos 23, Luan recebeu passe de André na intermediária, limpou Ariel Cabral e chutou. A bola vai no canto esquerdo do gol, e Fábio faz a defesa. Um minuto depois foi a resposta dos mineiros, através de uma tabela de Barcos com Arrascaeta, recebeu na grande área, mas arriscou um chute fraco para Paulo Victor fazer uma defesa tranquila.

Especulando jogadas de contra-ataque quase o Cruzeiro surpreendeu o Grêmio. Aos 33, Ezequiel recebeu na lateral direita e cruzou para a área. Barcos apareceu entre os zagueiros e bateu para o gol. Paulo Victor salvou. Aos 35, foi a vez da equipe gaúcha chegar com força em jogada de Luan que limpou da marcação e tocou para Ramiro. Murilo chegou no carrinho e salvou o Cruzeiro do chute.

Apesar de ter menos posse de bola, os comandados de Mano Menezes chegam com mais perigo a meta gremista. Aos 39, Arrascaeta cobrou escanteio pela esquerda. A bola passou pela primeira trave e de raspão em Murilo, que quase empurrou para o gol de Paulo Victor, já batido na jogada. Aos 42, Arrascaeta cobrou a falta no canto esquerdo do gol. Paulo Victor vai na bola e impediu o gol cruzeirense na Arena.

De tanto insistir a Raposa finalmente abriu a vantagem. Aos 44, Egídio lançou a bola na área, Barcos desviou de cabeça, Bruno Silva chegou de primeira e acertou belo chute, no ângulo direito de Paulo Victor. Por pouco na sequência, o Tricolor Gaúcho não chegou ao empate. Aos 46, Everton cobrou falta da meia direita. André chegou livre na segunda trave e cabeceou na diagonal. A bola passou à esquerda da trave de Fábio.

Na etapa inicial, os mandantes começaram com mais posse de bola, porém apresentaram os mesmos problemas das últimas partidas de não ter objetividade para furar o bloqueio defensivo dos mineiros.  Já o Cruzeiro conseguiu conter o ímpeto inicial do Grêmio e quando chegou na frente assustou o arqueiro Paulo Victor.

Para mudar o panorama do jogo, o técnico Renato Portaluppi voltou com duas mudanças. Saiu Léo Moura para a entrada de Jael. Entrou Alisson para a saída de André. Apesar das mudanças, o Grêmio não conseguiu penetração na defesa mineira.

Mais uma vez brilhou a estrela do atacante Everton que recebeu da meia esquerda, aos 14, limpou Léo e arriscou forte chute. A bola ainda bateu no travessão e morreu no fundo do gol de Fábio. Com o gol de empate, o Grêmio se animou e foi na busca do gol da virada.

A partida caiu de rendimento com a maioria das jogadas sendo centralizadas no meio-campo. Diferente do primeiro tempo, o Cruzeiro não chegou nenhuma vez ao gol de Paulo Victor. Everton tem sido bastante acionado e através dele o Tricolor Gaúcho conseguiu levar perigo ao goleiro Fábio.

Na reta final da partida, os gaúchos tiveram a chance da virada. Aos 37, Alisson chegou primeiro na bola, que está no alto, e acabou acertado por Egídio. Sem discussão o lance. Aos 38, Luan bateu no canto esquerdo do gol. Fábio caiu no canto esquerdo e faz a defesa para o Cruzeiro. Esse foi o quarto pênalti perdido pelos gremistas na temporada. Aos 47, Alisson esticou a perna na primeira trave e mandou no canto esquerdo de Fábio, que salvou o Cruzeiro novamente.

Ainda o Grêmio tentou chegar ao segundo gol, mas parou nas mãos do arqueiro do Cruzeiro. Aos 47, Alisson esticou a perna na primeira trave e mandou no canto esquerdo de Fábio, que salvou o time mineiro novamente.

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Internacional derrota o Bahia e encosta no líder São Paulo

Por:Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte/SCI/arquivo) – O Internacional venceu nesta quarta o Bahia por 1 a 0 na Arena Fonte Nova pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em atuação segura e madura, o Colorado soube conter a pressão inicial dos baianos e se mostrou mais objetivo na chance que teve. O único gol foi marcado por Patrick. De quebra, os visitantes derrubaram a invencibilidade dos anfitriões de oito jogos sem perder.

Com o resultado, o Inter se consolida no segundo lugar com 41 pontos e diminui a diferença para o São Paulo. E o Bahia caiu para o 12º lugar com 22 pontos.

Na próxima rodada, o Bahia visita o Santos no sábado, às 16h(de Brasília), na Vila Belmiro. Já o Internacional recebe no domingo o Palmeiras, às 16h(de Brasília), no Beira-Rio.

Impulsionado pela torcida, o Bahia tomou a iniciativa, enquanto o Inter se fechou na defesa e especulou jogadas de contra-ataque. Que baita chance o Colorado desperdiçou de abrir o placar.  Aos 07, Patrick tentou avançar com a bola, mas Elton cortou e entregou para Camilo. O meia, livre, chutou no canto direito de Anderson, mas vai para fora. Cinco minutos depois foi a vez dos baianos assustarem a meta colorada após Léo cruzar da esquerda para Edigar Junio, que mandou rente ao travessão de Lomba.

A equipe baiana após um início de pressão não conseguiu se impor e com o passar do tempo, o Colorado começou a controlar as ações da partida. Aos 17, Zé Rafael recebeu na intermediária e avançou com a bola. O meia arriscou e a bola tirou tinta do travessão. Os gaúchos se aproveitaram de uma bobeira da defesa baiana e abriram o placar. Aos 22, Edenílson lançou Rossi. O atacante girou e cruzou para Patrick, que aproveitou a saída errada de Anderson e apenas mandou para o fundo das redes.

Os donos da casa se soltaram para frente na busca do gol de empate. Aos 28, Vinícius cobrou falta na cabeça de Gilberto. A bola não pegou em cheio e saiu ao lado da trave de Lomba. O Bahia começou a explorar as jogadas de bola aérea, já que encontrou dificuldades de penetrar na defesa vermelha. Por sua vez, os visitantes ficaram no seu campo e buscaram jogadas de velocidade principalmente com Rossi.  O meia Zé Rafael foi o jogador mais acionado durante o jogo e levou perigo ao sistema defensivo vermelho.

Com os mandantes se soltando para frente, surgiu os espaços para o contra-ataque do Inter. Aos 43, Edenílson encontrou Iago livre, que avançou. O lateral chutou, mas Anderson defendeu.

Durante a etapa inicial, o Bahia teve mais posse de bola, mas sem nenhuma profundidade. Entretanto, o Inter foi mais objetivo e criou as melhores oportunidades da partida.

No segundo tempo, o cenário não se modificou os comandados de Enderson Moreira foram para cima e encontraram do outro lado uma equipe bem organizada na defesa. Aos 05, Camilo cobrou falta na cabeça de Dourado, que mandou para baixo. Atento, Anderson evitou o segundo gol do Inter.

O time gaúcho demonstrou muita maturidade no jogo e controlou bem o ímpeto dos baianos. Foram infrutíferas as tentativas do Bahia em bolas pelo alto. Aos 16, Léo recebeu dentro da área e soltou a bomba. Lomba faz grande defesa e evitou o empate da equipe baiana.

Após tanto insistir, o Bahia criou uma grande chance de empatar o jogo. Aos 21, Régis recebeu na esquerda e mandou na cabeça de Gilberto, que mandou para fora. Os anfitriões tocaram a bola de um lado para outro buscando um espaço, mas esbarraram no paredão defensivo vermelho.

Mesmo com esforço e determinação, o Bahia parou nas suas limitações e na qualidade do Internacional. Aos 36, Aos trancos e barrancos, o Bahia invadiu a área. Após Zeca chutar a bola nas costas de Zé Rafael, Léo ficou com a sobra e chutou forte, mas mandou para fora.

Nos minutos finais, o Colorado tratou de administrar o resultado e conseguiu segurar a bola lá na frente para trazer o triunfo de Salvador.

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Com um a menos Santos arranca empate na Libertadores

(Santos x Santa Fê Copa Libertadores – abril 2017 (Djalma Vassão/Gazeta Press))-  Santos empatou em 0 a 0 com a o Indpendiente-ARG na noite desta terça-feira, em Avellaneda, pela ida das oitavas de final da Libertadores da América.

O Peixe foi muito bem defensivamente, mas pouco criou e terminou a partida sem uma finalização sequer a gol. Aos 36 minutos do segundo tempo, Dodô foi expulso e quase complicou o alvinegro.

Bruno Henrique e Rodrygo erraram tudo, a bola pouco chegou em Gabigol e as entradas de Derlis González e Eduardo Sasha no segundo tempo não surtiram efeito. Gigliotti, livre na pequena área, desperdiçou chance inacreditável na etapa final.

O Santos não se intimidou com o Estádio Libertadores da América e foi para cima do Independiente nos primeiros minutos. Com as linhas de defesa adiantadas e marcação alta, o Peixe dominou as ações iniciais.

O problema foi a má atuação do trio de ataque, principalmente Bruno Henrique. Gabigol e Rodrygo também destoaram. E com a bola batendo e voltando, os donos da casa se animaram.

A defesa do Peixe se manteve bem postada, então o Rojo apostou na bola parada e nas finalizações de fora da área. Meza, Cerutti e Gigliotti levaram perigo dessa forma.

Aos 25 minutos, o alvinegro teve sua melhor chance, quando Sánchez enfiou ótimo passe para Rodrygo e a joia foi preciosista, deu um toque a mais e foi cortado por Francisco Silva. Bruno Henrique estava sozinho no segundo pau.

No segundo tempo, o Santos não conseguiu mais controlar o jogo e viu o Independiente se lançar ao ataque. Para a sorte do Peixe, foi mais suor do que qualidade.

A defesa alvinegra se manteve bem postada e o Rojo não criou uma jogada sequer pelo meio. Enquanto isso, o ataque se manteve inerte. Bruno Henrique e Rodrygo erraram quase tudo e foram substituídos no começo da etapa final para as entradas de Derlis González e Eduardo Sasha.

A melhor chance do Independiente veio com Gigliotti, aos 24 minutos. Vanderlei não saiu do gol, Cerutti ganhou pelo alto de Victor Ferraz e ajeitou para o centroavante, livre na pequena área, isolar. Na metade final do segundo tempo, os donos da casa seguiram insistindo, mas só assustaram de longe ou em cruzamentos. Aos 31, eles voltaram a ficar perto do primeiro gol.

Silva bateu de fora da área e Vanderlei espalmou para o escanteio. No levantamento, Burdisso cabeceou fraco e o goleiro, inseguro, soltou. No rebote, Brítez fez falta e não conseguiu marcar.

Aos 36 minutos, Dodô recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Dali em diante, o Santos se fechou na defesa e segurou o empate em Avellaneda. Em resumo: defesa muito bem, ataque muito mal.
Por:Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo)

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Com gol nos acréscimos, Inter bate Paraná e assume liderança provisoriamente

Empurrado por sua torcida, o Internacional foi para cima na busca do primeiro gol. Por sua vez, o Paraná estava todo posicionado no seu campo de defesa. Aos 12, após escanteio e desvio de cabeça de Emerson, Patrick pegou um lindo voleio e Richard praticou difícil defesa. Dois minutos depois nova blitz vermelha, em novo escanteio, a bola é desviada por um jogador paranista e Richard faz nova defesa complicada.

O arqueiro paranista estava tendo bastante trabalho para segurar as incidências ofensivas do Colorado. Para furar o bloqueio defensivo dos visitantes, os donos da casa procuravam explorar as jogadas pelos lados do campo. Aos 22, Dourado lançou Fabiano, que cruzou para a entrada na área e Jonatan Alvez, sozinho e de frente para o gol, chutou rente à trave. Aos 27, em cobrança de escanteio a bola bateu no braço de Leandro Vilela. O lance provocou reclamação dos jogadores colorados que pediram penalidade, mas o árbitro mandou a partida seguir.

Com o aumento da pressão vermelha, os atletas do time paranaense começam a fazer cera em campo. Tendo mais posse de bola, o Inter precisava de mais profundidade para furar o ferrolho dos comandados de Claudinei Oliveira.

Mais uma vez o Colorado, chegou pelo lado direito. Aos 38, Pottker foi acionado por trás da zaga e cruzou. Patrick, novamente, tentou um voleio e bola foi por cima do travessão. Com o Inter se soltando para frente, abriu espaços para o contra-ataque dos paranistas que levaram perigo em duas oportunidades. Aos 42, em cobrança de falta, Silvinho mandou uma bomba e Marcelo Lomba espalmou. No rebote, Grampola cabeceou para a área e Carlos não conseguiu finalizar. Aos 46, Leandro Vilela faz boa jogada individual pela esquerda e tocou para Grampola que, de dentro da área, chutou por cima do travessão.

Apesar de ter tido mais posse de bola, o Internacional não conseguiu transformar este domínio em gols. Patrick e Jonatan Alvez foram os jogadores mais acionados na etapa inicial e podiam ter aberto o placar. Já o Paraná veio com uma proposta bem definida ficou com todos os atletas atrás da linha da bola e apostou em jogadas de contra-ataque.

Diferente do primeiro tempo, os paranistas avançaram as suas linhas e começaram assustando a meta de Marcelo Lomba. Aos três minutos, Jhonny Lucas disputou bola na meia lua e a bola sobrou para Caio Henrique que, de direita e fora da área, chutou rente à trave. Não conseguindo penetrar na área, o Inter arriscou chutes de longe. Aos nove, Nico López soltou uma pancada da entrada da área. Richard defendeu e espalmou. No rebote, Potkker disputou com Rayan e pediu pênalti.

O técnico Odair Hellmann fez uma mudança tática com a saída do lateral-direito Fabiano e a entrada do atacante Rossi. Assim o volante Edenílson foi deslocado para a função. Aos 15, Rossi cruzou rasteiro para Nico López e Richard agarrou na hora do atacante finalizar. Aos 19, pela direita, Rossi cruzou de trivela e Potkker cabeceou para fora. Aos 21, Igor tocou para Silvinho, que enfiou a bola para Grampola receber, ajeitou e chutar em cima de Marcelo Lomba.

A entrada de Rossi deu mais pode de fogo para os vermelhos. Aos 25, após cruzamento, a zaga do Paraná afastou mal e a bola sobrou para Camilo, que chutou em cima do goleiro paranista. O Inter seguiu mais tempo com a bola, mas sem nenhuma objetividade do meio pra frente. Patrick, Nico López e Pottker não estão em um dia inspirado.

Camilo foi decisivo para o triunfo vermelho

Brilhou a estrela de Camilo ao fazer um gol na bola parada nos acréscimos. Aos 51, o meia bateu bonito na bola e ainda bateu na trave antes de entrar. Depois de tanto insistir os vermelhos foram premiados com um resultado positivo.

Por:Gazeta Esportiva ( foto: assessoria)

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Furacão surpreende e vence o Flamengo com tranquilidade na Arena

Com um primeiro tempo perfeito, o Atlético Paranaense surpreendeu o Flamengo na manhã deste domingo, na Arena da Baixada, e venceu por 3 a 0, seguindo com sua recuperação dentro da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Furacão chegou aos 18 pontos, na 18ª colocação. Já o Rubro-Negro carioca, com 37 pontos, perdeu a chance de voltar à liderança e pode ver o São Paulo disparar na ponta.

O time da casa abriu a contagem logo aos nove minutos da primeira etapa, com Pablo, que aproveitou cobrança de falta rasteira para desviar na saída de César. Aos 16 minutos, Raphael Veiga pegou sobra de bola e só teve o trabalho de empurrar para o gol e fazer o segundo. O terceiro veio com Zé Ivaldo, aos 20 minutos, de cabeça.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense enfrenta a Chapecoense, quarta-feira, na Arena Condá, em Chapecó. Já o Flamengo encara o Vitória, quinta-feira, na Maracanã.

O jogo – O Furacão, precisando da vitória em casa, começou a partida com maior posse de bola, tentando impor seu ritmo. O Flamengo tentava iniciar uma pressão, mas era bem debelada pela defesa atleticana. Aos oito minutos, Everton Ribeiro abriu espaço e arriscou o primeiro tiro, em cima da defesa. Na resposta, aos nove, Marcinho cobrou falta rasteira e Pablo apareceu para desviar e abrir o placar.

O Rubro-Negro carioca tentou dar o troco imediatamente, com Rodinei mandando uma bomba para grande defesa e Santos, que voltou a trabalhar para operar um milagre no rebote de Vitinho. Aos 16 minutos, Marcinho recebeu na área e cruzou para Pablo, que parou em César. Na sobra, no entanto, Raphael Veiga aproveitou para balançar a rede. O Atlético imprimia um ritmo forte e, aos 20 minutos, Raphael Veiga cobrou escanteio para Zé Ivaldo subir na área e testar para o gol e marcar o terceiro.

Desfalcado, o Flamengo não conseguia se encontrar em campo e, após a blitz sofrida buscava diminuir o ritmo do jogo. Aos 30 minutos, Willian Arão fez o cruzamento da direita e Everton Ribeiro, no rebote, isolou a bola. Sem muita opção para jogar, Willian Arão chutou de muito longe, aos 37 minutos, para defesa tranquila de Santos. Thuler ficou sem a bola, aos 44 minutos, e Marcinho aproveitou para chutar rasteiro, nas mãos de César.

Para a próxima rodada, a equipe carioca retornou com Marlos no lugar de Willian Arão. Aos três minutos, Vitinho recebeu na entrada da área, buscou a finta, mas ficou sem a bola. Na resposta, aos quatro minutos, Lucho pegou rebote e chutou colocado para boa defesa de César. Boa tentativa flamenguista, aos 10 minutos, com Rodinei pegando de primeira para intervenção difícil de Santos.

Timidamente o Flamengo chegava mais ao ataque, Aos 17 minutos, Vitinho recebeu pelo lado esquerdo da área e arriscou o chute para mais uma defesa de Santos. O Furacão diminuiu o ritmo, mas quando chegava era com perigo. Aos 24 minutos, Nikão pegou um bonito chute e carimbou a trave. Na sequência, escanteio para a equipe visitante, Vitinho cobrou e Marlos subiu para testar por cima da meta.

A torcida atleticana chegou a soltar o grito de gol aos 29 minutos, em cobrança de falta de Marcinho, que bateu na rede pelo lado de fora. O Furacão administrava bem, com o técnico Tiago Nunes se dando ao luxo de tirar de campo os jogadores pendurados. Estreante, Plata, logo em seu primeiro lance, aos 36 minutos, desviou a bola na área e acertou a trave. O Flamengo ainda tentou chegar ao gol, primeiro com Lincoln, de cabeça e, na sequência, com Vitinho, chutando de longe, mas Santos trabalhou bem para segurar o placar.
Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Atlético Mineiro faz 3 a 0 e passa pelo Botafogo no Nilton Santos

O Atlético Mineiro conquistou um importante resultado neste domingo ao vencer o Botafogo por 2 a 0, no Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, os mineiros chegaram a 33 pontos e vão terminar a rodada na quinta posição. Já os cariocas, com 22, continuam no meio da tabela de classificação.

O Botafogo foi melhor no primeiro tempo, mas parou nas boas defesas de Victor. Já o Atlético Mineiro foi superior na etapa final e marcou os gols da vitória com Luan e Cazares. Na próxima rodada, o Galo receberá o Vasco, na quinta-feira, na Arena Independência. No dia anterior, o Botafogo vai até a capital paulista para encarar o Palmeiras.

O confronto começou movimentado, com o Botafogo tendo mais objetividade, enquanto que o Atlético-MG não se deixava ser pressionado e tentava os avanços rápidos. Os cariocas tiveram a primeira boa chance aos cinco minutos. Aguirre cobrou falta de longe, mas a bola quicou antes e chegar ao gol e dificultou a defesa de Victor. Depois, foi a vez de Leo Valencia arriscar da entrada da área para boa defesa do goleiro mineiro.

O Botafogo seguia melhor e criou nova chance aos 14 minutos. Leo Valencia novamente chutou de fora da área e obrigou Victor a boa defesa. No rebote, Renatinho chutou para mais uma grande intervenção o goleiro, mas o lance já havia sido parado por impedimento do meia carioca. O Atlético-MG só conseguiu chegar com perigo quatro minutos depois. Ricardo Oliveira foi lançado, ficou de frente para Saulo, só que finalizou cruzado pela linha de fundo.

Com o passar do tempo, os visitantes equilibraram o confronto, mas continuavam vendo os donos da casa criar boa chances de gol. Tanto que aos 24, Renatinho finalizou da entrada da área e parou em mais uma grande defesa de Victor.

A partida perdeu em emoção durante um tempo, pois as duas equipes travam muito na parte ofensiva. Somente nos minutos finais, o Atlético-MG voltou a assustar em dois chutes, de Ricardo Oliveira e Nathan. No entanto, em ambos, a bola foi pedalinho de fundo. Assim, o duelo permaneceu empatado até o intervalo.

No segundo tempo, as duas equipes voltaram mais focadas em impedir as boas jogadas do rival. Tanto que na primeira boa chance, o Atlético-MG abriu o placar, aos 16 minutos. Luan tabela com Matheus Galdezani e recebeu na área. O atacante dominou e tocou na saudade Saulo.

Mesmo após o gol, o Botafogo continuou sem conseguir levar perigo aos mineiros. Os dois da casa tinham mais posse de bola, mas erravam muito no setor ofensivo. Nos contra-ataques, o Atlético-MG assustava e quase chegou ao segundo gol aos 28 minutos. Ricardo Oliveira recebeu passe na área e chutou para boa defesa de Saulo.

O Atlético-MG sacramentou a vitória aos 35 minutos. Em contra-ataque rápido, Chará ganhou na velocidade da zaga botafoguense e cruzou rasteiro para Cazares na área. O meia finalizou sem chance para Saulo.

Nos minutos finais, o Botafogo ainda tentou esboçar uma pressão, mas sem qualquer organização. O Atlético-MG aproveitou os espaços para marcar o terceiro, aos 44 minutos. Tomás Andrade recebeu passe na área e chutou para a rede para dar números finais no Nilton Santos.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Satiro Sodré)

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