Corinthians vence o Colo-Colo mas é eliminado da Libertadores por gol fora de casa

O Corinthians fez uma boa partida na noite desta quarta-feira, sendo superior ao Colo-Colo em praticamente toda o embate. Um raro momento de desatenção da zaga, no entanto, fez com que Barrios marcasse o gol que deu a classificação aos chilenos para as quartas de final da Copa Libertadores da América. Nem mesmo os gols de Jadson, de pênalti, e Roger, construindo o 2 a 1, foram o bastante, já que o duelo em Santiago terminou 1 a 0 para o adversário.

O Alvinegro, que sofreu ainda com a arbitragem ruim de Nestor Pitana e a infantilidade de Danilo Avelar, sendo expulso nos acréscimos, com rigor não apresentado para os adversário, agora foca as suas atenções para o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil, na qual está na semifinal. O próximo jogo será contra o Atlético-MG, no sábado, às 21h (de Brasília), na Arena Corinthians.

O vencedor do quente embate em Itaquera agora espera a definição do confronto entre Palmeiras e Cerro Porteño, que se enfrentam no Allianz Parque na noite desta quinta-feira, às 21h45 (de Brasília). No jogo de ida, o arquirrival corintiano venceu por 2 a 0, no Paraguai, deixando bem encaminhada sua vaga nas quartas de final.

O Corinthians teve um começo de primeiro tempo muito bom na Arena, talvez o seu melhor sob o comando do técnico Osmar Loss. Intenso e disputando bastante a bola, sem exagerar nas chegadas ou cair na pilha do Colo-Colo, o time da casa não demorou a empurrar o time chileno ao seu time de defesa. O primeiro lance de perigo veio em chute de fora da área de Douglas, que mandou ao lado do gol de Orión.

O ritmo alucinante continuou na sequência da tentativa do meio-campista. Após falta sofrida por Romero na lateral da área, Jadson colocou na área e a zaga afastou. Douglas recolocou a redonda na segunda trave e Pedrinho, na tentativa de jogar para o meio da área, pegou de primeira. A bola explodiu na mão de Baeza e o juiz marcou pênalti, batido e convertido por Jadson. Orión chegou a encostar na bola, mas não impediu o tento.

O Timão, aparentemente, viu que podia resolver o placar ainda na etapa inicial e se manteve na frente. Em boa enfiada de bola de Jadson, Roger protegeu bem a chegada de Barroso e sofreu falta na entrada da área. Jadson foi para a batida e mandou no canto do goleiro, que espalmou para o lado. A partir dali, o sonho alvinegro de resolver rapidamente sua situação começou a ter seus percalços.

Até então tímido, o Colo-Colo saiu um pouco de trás e, no primeiro chute a gol, conseguiu empatar. Valdivia, com bastante espaço, acionou Pérez, com mais espaço ainda na lateral da área. O lateral cruzou bem e Barrios, entre Léo Santos e Henrique, cabeceou, mandando a bola ainda na trave antes de entrar. A partir dali, o jogo foi mais discutido e brigado do que jogado, caminhando a passos lentos, como o dos chilenos para bater laterais e faltas, para o intervalo.

O Alvinegro voltou para o segundo tempo com o mesmo ímpeto do começo do segundo, com Pedrinho recebendo uma bola pela ponta direita, cortando para o pé esquerdo e chutando forte. Orión espalmou e mandou para escanteio. Jadson, na segunda tentativa do tiro de canto, mandou na primeira trave, Roger bateu e o arqueiro adversário fez linda defesa. No rebote, Léo Santos tentou finalizar, mas foi travado.

O Alvinegro mais uma vez deu uma diminuída no ritmo e viu o Colo-Colo tentar passar o tempo, principalmente trocando passes entre os seus meio-campistas, orquestrado principalmente por Valdivia. Faltou ao time chileno, no entanto, mais rapidez no ataque, já que o meia acionou duas boas enfiadas para Barrios, mas o atacante não alcançou. A penalização foi rápida: em novo escanteio, batida de Jadson e Roger, com o pé direito, fez 2 a 1.

O Timão seguiu em cima do adversário e criou diversas chances para fazer o terceiro, apostando sempre numa boa dobradinha de Pedrinho com Fagner pelo lado direito. Em uma boa investida do canhoto corintiano, a bola foi na medida para Romero testar, mas o paraguaio mandou por cima do gol.

O bombardeio corintiano seguiu até o apito final, com muitas bolas sendo alçadas na área e a maioria delas sendo vencidas pelo time da casa. Em grande noite de Orión e com uma passividade impressionante do árbitro com a “cera” do adversário, o Timão ainda completou sua sina de terminar com um a menos a partida, em expulsão de Danilo Avelar.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

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Grêmio derrota Estudiantes nos pênaltis e segue na Libertadores

(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA/arquivo) – O Grêmio venceu nesta terça-feira o Estudiantes por 2 a 1 na Arena e conseguiu classificação para as quartas de final da Libertadores ao derrotar os argentinos por 5 a 3. Numa partida bastante complicada e nervosa, os mandantes saíram na frente com gol de Everton. Logo em seguida os argentinos chegaram a igualdade com Lucas Rodríguez. Depois com muito sofrimento e quando se encaminhava para uma eliminação, Alisson fez nos acréscimos e levou a decisão para as penalidades.

Na disputa dos pênaltis converteram para os gaúchos Maicon, Everton, Jael, Alisson e André. Para os argentinos fizeram Lucas Rodríguez, Noguera e Lugüercio, porém Campi chutou por cima do gol. O goleiro Marcelo Grohe atingiu hoje a marca de 400 jogos com a camiseta gremista.

Agora na próxima fase o Tricolor Gaúcho pega o Atlético Tucumán, da Argentina.Os confrontos devem acontecer no mês se setembro. Pelo Brasileirão o Grêmio enfrenta no sábado o Botafogo, às 16h(de Brasília), na Arena.

Empurrado pela sua torcida, os donos da casa vão para cima em busca do primeiro gol. Já os visitantes tentam tirar a velocidade do jogo. Numa grande jogada feita pelo meio-campo, o Tricolor Gaúcho chegou abertura do placar. Aos 05, Maicon tocou para Jael, que lançou Everton. O atacante deixou a bola quicar e, ao perceber a posição de Andujar, encobriu o goleiro do Estudiantes.

Mas o time argentino não demorou muito para chegar a igualdade. Aos 08, Geromel chegou com o pé fraco e perdeu para Lucas Rodríguez. O camisa 9 avançou com a bola e chutou. Grohe ainda tocou nela, mas não impediu que morra no fundo das redes. Com mais posse de bola, a equipe gremista tentou encontrar espaços na defesa do Estudiantes.

A forte marcação dos argentinos que atuam com uma linha de cinco complicam as penetrações do ataque da equipe gaúcha. Mais uma vez, os mandantes pegam um time fechado e tem dificuldades de furar um bloqueio defensivo. Não conseguindo realizar jogadas de infiltração, o Grêmio começou a insistir em bolas aéreas.

Finalmente os comandados de Renato Portaluppi conseguiram assustar a meta do gol argentino. Aos 40, Geromel cabeceou torto. A bola passou por Andújar, mas sobrou para Luan que, sem ângulo, obrigou o goleiro do Estudiantes a fazer grande defesa.

Um resumo desse primeiro tempo, o Grêmio começou melhor e abriu o marcador. Entretanto, uma falha de Geromel e Jaílson determinou que o Estudiantes chegasse ao empate. Na sequência, a equipe gremista tentou através de passes laterais, penetrar na área do adversário, mas não teve sucesso na empreitada.

Para ter mais agressividade do meio pra frente, o técnico Renato Portaluppi sacou o volante Ramiro e fez entrar o meia Alisson.

O cenário no segundo tempo se repete da etapa inicial, o time gremista seguiu com mais posse de bola, mas sem nenhuma profundidade e objetividade. Por sua vez, o Estudiantes se defendeu bem e tentou especular alguma jogada de contra-ataque.

Não conseguindo entrar na área, o Tricolor Gaúcho procurou arriscar chutes de longe. Aos 12, Jaílson recebeu em frente à área, dominou e chuta. A bola faz uma curva, mas Andújar operou um milagre na Arena. Dois minutos depois, Jael cobrou falta, a bola desviou na barreira e tirou tinta do travessão de Andújar.

Apesar da insistência ofensiva, o Grêmio objetivamente seguiu esbarrando na marcação dos visitantes e na boa atuação de Andujar. Com a entrada de André e a saída de Léo Moura, a equipe gremista ganhou mais rapidez. Aos 26, André cruzou para Jaílson. O volante caiu, mas a bola chegou a Jael. O centroavante chutou, a bola desviou no zagueiro e acertou o poste.

Em sua última cartada, Renato tirou o volante Jaílson e fez entrar o atacante Pepê. Aos 36, Alisson cobrou escanteio na cabeça de Geromel, mas Campi tirou. A bola não entrou. Os visitantes em nenhum momento assustaram o gol de Marcelo Grohe. Apelando para o desespero, o Tricolor Gaúcho se soltou para frente na busca do segundo gol. Aos 43, Jael bateu a falta por baixo, mas a bola desviou em Kannemann e saiu.

De tanto martelar, a equipe gremista atingiu o seu objetivo e marcou o tento que levou a partida para a decisão da vaga nas penalidades. Aos 47, Luan cobrou falta na cabeça de Alisson. A bola bateu no travessão e foi para o fundo das redes.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA/arquivo)

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Santos volta a empatar com o Independiente e aguarda decisão da justiça

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press) -Em partida de pouca criatividade e muita “pilha”, o Santos empatou em 0 a 0 com o Independiente-ARG na noite desta terça-feira, no Pacaembu. Com o resultado, o Peixe está por ora eliminado por conta da punição da Conmebol. A partida terminou antes do fim, aos 35 minutos do segundo tempo, por conta de arremessos de bomba e tentativas de invasão ao gramado.

A confederação declarou o Peixe como derrotado por 3 a 0 na ida, em Avellaneda, pela suposta escalação irregular de Carlos Sánchez. Em campo, as equipes empataram em 0 a 0 lá.

O alvinegro promete ir até as “últimas consequências” pela reversão do resultado. Se obter sucesso, o 0 a 0 da ida seria mantido e, com o mesmo placar na volta, a Conmebol precisaria encontrar solução, como uma disputa de pênaltis ou nova partida entre os clubes.

Se não obter sucesso, o Santos será eliminado nas oitavas de final da Libertadores. O Independiente espera para enfrentar Racing ou River Plate nas quartas.

Motivado pela decisão da Conmebol, o Santos transformou a raça em pilhação e errou muitos passes, exagerou nas faltas e pouco criou.

A maioria das jogadas foram tentadas pelo alto – e em vão. O melhor lance veio numa arrancada de Rodrygo, com passe perfeito para Gabigol. O camisa 10, sozinho, parou no goleiro Campana, aos sete minutos.

O Independiente, copeiro, picou o jogo, valorizou cada saída de bola e deixou o tempo passar.

O Peixe só voltou a finalizar aos 30 minutos, quando Derlis González atravessou o jogo e Bruno Henrique chutou colocado, mas fraco, para o goleiro encaixar.

Aos 38, Sánchez enfiou boa bola para Gabigol na ponta direita. O atacante chutou cruzado e Campana desviou para escanteio.

E aos 43, quase veio o castigo. Sánchez cobrou um de vários escanteios ruins e, após contra-ataque perfeito, o goleiro Vanderlei cometeu pênalti com a defesa exposta e três dos visitantes contra um. O camisa 1 deu esperança à equipe e defendeu a cobrança de Meza.

A nova tentativa do técnico Cuca num 4-4-2 com quatro atacantes não funcionou, mesmo com o diferencial de Rodrygo pela esquerda e Bruno Henrique por dentro. Faltou criatividade na etapa inicial.

O Santos voltou para o segundo tempo com esquema tático diferente (e corrigido). Bryan Ruiz entrou na vaga de Bruno Henrique.

Sem quatro atacantes, o Peixe passou a criar mais. Aos seis minutos, Victor Ferraz cruzou e Gabigol, na pequena área, desviou para fora. E aos 10, Sánchez cruzou, Bryan Ruiz e Gustavo Henrique desviaram e a bola foi para fora.

A resposta do Independiente veio quando o placar marcava 17 minutos. Francisco Silva chutou de fora da área e Vanderlei se esticou inteiro para defender com a ponta dos dedos.

O Independiente passou a dominar o jogo e ficar mais perto do gol. O Santos piorou com o passar do tempo e viu uma bola no travessão de Vanderlei, em chute de Hernández aos 28.

Aos 35, após uma bomba no gramado, o jogo foi paralisado. Outras foram arremessadas e, com tentativas de invasão e policiamento em campo, a arbitragem encerrou a eliminatória.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

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Santos é punido pela Conmebol por escalação irregular de Sánchez e ‘perde’ jogo por 3 a 0

Sánchez fez Santos se complicar nas oitavas de final da Libertadores Foto: JUAN MABROMATA / AFP– Conmebol decidiu punir o Santos, nesta terça-feira, por conta da escalação do volante uruguaio Carlos Sánchez na partida de ida das oitavas de final da Libertadores contra o Independiente, na Argentina. Segundo a avaliação da Conmebol, que recebeu uma denúncia do clube argentino, Sánchez estava suspenso.

A decisão da Conmebol foi de dar a vitória de 3 a 0 para o clube argentino na partida que terminou com o placar de 0 a 0, em Avellaneda. Nesta terça-feira, no jogo de volta, no Pacaembu, o Peixe precisará vencer por 3 a 0 para levar a decisão para os pênaltis. Caso leve um gol, precisará fazer 5 a 1 para se classificar.

Vale ressaltar que Carlos Sánchez não poderá estar em campo pois precisará cumprir a suspensão.

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Flamengo cede empate ao América-MG e fica mais longe da ponta

(Foto:Flamengo x Fluminense – Gilvan de Souza/assessoria)- O Flamengo perdeu um ponto importante na sua briga para retomar a liderança do Campeonato Brasileiro. Em partida disputada na tarde deste domingo, no Independência, o Rubro-negro da Gávea empatou com o América-MG por 2 a 2. O resultado fez o time carioca seguir na terceira colocação do Campeonato Brasileiro, com 41 pontos ganhos, quatro a menos do que o líder São Paulo. Já a equipe mineira subiu para a nona posição, com 26 pontos.

Os gols foram marcados por Éverton Ribeiro e Lucas Paquetá para o Flamengo, enquanto Rafael Moura e Gerson Magrão anotaram para o América-MG. Para complicar, o time rubro-negro perdeu o volante Cuéllar, que recebeu cartão vermelho na metade do segundo tempo.

Na próxima rodada da competição nacional de pontos corridos, o Flamengo receberá o Ceará, no Maracanã, enquanto o América-MG visitará o Vitória, no Barradão.

Antes do primeiro minuto, o América-MG mostrou o seu cartão de visitas com um chute de Gerson Magrão, que passou longe do gol defendido por Diego Alves. Aos três, novamente Gerson Magrão investiu pela esquerda e cruzou. A defesa carioca não cortou, e Giovanni emendou, de primeira, mas a bola bateu no gramado e encobriu o travessão, em lance de grande perigo.

O time dirigido por Adilson Batista começou a partida com a marcação adiantada e complicava a saída de bola do Flamengo. Aos seis minutos, Giovanni investiu pela esquerda e cruzou para Rafael Moura. O He-Man rolou para Wesley, que bateu forte, mas a bola desviou na zaga e saiu para escanteio.

Nervoso com o mau começo do Flamengo, o técnico Maurício Barbieri gritava para que os jogadores adotassem uma postura mais ofensiva para sair do cerco imposto pela equipe mineira.

Depois dos 10 minutos, o time carioca começou a equilibrar a partida. E criou a primeira jogada de perigo aos 12 minutos. Vitinho bateu escanteio, Réver cabeceou, e Matheus Ferraz impediu que a bola chegasse a Henrique Dourado na pequena área.

Aos 15 minutos, o Flamengo marcou o primeiro gol. Renê recebeu de Lucas Paquetá e cruzou. Éverton Ribeiro mergulhou e cabeceou sem chances de defesa para João Ricardo.

O América-MG partiu para buscar o empate e quase conseguiu aos 19 minutos, quando Rafael Moura recebeu na área, livrou-se da marcação, mas concluiu para fora.

Aos 22 minutos, o Coelho empatou. Wesley cruzou da direita, e Rafael Moura se antecipou aos zagueiros e cabeceou no canto direito de Diego Alves.

O Flamengo teve a chance de desempatar aos 30 minutos. Diego bateu falta, o goleiro João Ricardo saiu mal, e a bola ficou com Vitinho, que demorou a chutar para o gol vazio e acabou batendo em cima dos zagueiros americanos, desperdiçando uma grande chance.

O time carioca voltou a controlar as ações e buscar o segundo gol, enquanto o América-MG, retraído, tentava surpreender o adversário nos contra-ataques. Aos 40 minutos, Vitinho tentou surpreender João Ricardo com um chute de curva, mas o goleiro mostrou elasticidade e fez grande defesa, desviando para escanteio.

O segundo tempo começou em ritmo lento, com os dois times trocando passes no meio campo e pouco se arriscando no ataque. O Flamengo ficava mais tempo com a bola nos pés, mas encontrava dificuldades para penetrar na defesa da equipe mineira.

Só aos 11 minutos a equipe rubro-negra ameaçou. Éverton Ribeiro cruzou, e Réver subiu mais do que a zaga, mas cabeceou para fora. Três minutos depois, Éverton Ribeiro fez grande jogada individual e tocou para Henrique Dourado, que chutou com grande perigo.

Aos 15 minutos, o Flamengo desempatou. Novamente Éverton Ribeiro investiu pela direita e cruzou. Lucas Paquetá entrou entre os zagueiros e cabeceou firme para colocar o time rubro-negro na frente.

Logo depois de passar à frente do marcador, o Flamengo perdeu um jogador. O volante Cuéllar puxou Robinho, que arrancava para o ataque, e recebeu o cartão vermelho. Para recompor a equipe, o técnico Mauricio Barbieri trocou o atacante Henrique Dourado pelo volante Piris da Motta. Já o técnico Adilson Batista colocou o meia Matheusinho na vaga do volante Juninho.

Mesmo com 10 jogadores, o Flamengo seguia dominado a partida. Aos 25 minutos, Éverton Ribeiro fez ótimo lançamento para Vitinho, que concluiu mal e desperdiçou a chance de ampliar.

O América-MG tentava chegar à área, mas não conseguia criar condições para a conclusão. Aos 33 minutos, Éverton Ribeiro, destaque da equipe, fez ótima jogada e lançou Lucas Paquetá, livre na área, mas o goleiro João Ricardo salvou com grande defesa.

Para segurar o resultado, Barbieri colocou o volante Willian Arão na vaga do atacante Vitinho e o zagueiro Rhodolfo no lugar do meia Diego, mas acabou sofrendo o gol do empate aos 41 minutos. Marquinhos bateu falta na entrada da área, e a bola bateu na trave. Na volta, Gerson Magrão meteu a cabeça e deixou tudo igual.

Por:Gazeta Esportiva (foto:assessoria)

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Palmeiras empata sem gols com o Inter e entra no G4 do Brasileiro

Não foi o presente que a torcida queria, mas o Palmeiras está no G4 do Campeonato Brasileiro. No dia em que completa 104 anos de história, o Verdão ficou no empate sem gols contra o Internacional, no Beira-Rio, e alcançou a marca de nove jogos consecutivos sem ser vazado.

Com o placar inalterado, o Inter manteve-se na segunda colocação, mas três pontos atrás do líder São Paulo, que venceu o Ceará de manhã. Já o Palestra ultrapassou o Grêmio e é o quarto colocado.

O Palmeiras mandou no primeiro tempo e se sentiu em casa. Em 45 minutos, foram 10 finalizações do Verdão contra apenas três dos mandantes e, mais do que isso, todas as oportunidades claras de gol aconteceram a favor do Maior Campeão do Brasil.

As chances mais claras aconteceram aos nove minutos, em cruzamento rasteiro de Hyoran, que Jean finalizou para fora, e aos 32, quando Moisés finalizou de esquerda de fora da área, Deyverson deu um carrinho para desviar, e a bola passou muito perto da meta de Marcelo Lomba.

O Internacional, por sua vez, tentava propor o jogo, mas encontrava muitas dificuldades em fazer a transição ofensiva. Apenas nos últimos cinco minutos, na base do abafa e com cruzamentos para a área, o Colorado conseguiu pressionar, mas sem levar perigo.

Para a etapa final, porém, tudo mudou. O Palmeiras trocou o verde pelo branco, e torcida, imprensa e jogadores agradeceram, já que o uniforme estava sendo confundido com o cinza do Internacional.

Mais do que isso, os donos da casa voltaram do intervalo senhores do jogo. Mesmo sem conseguir criar muito, o Inter passou a neutralizar a jogada de ‘casquinha’ de Deyverson, e os avanços laterais de Hyoran e Jean.

A chance mais clara do Colorado veio aos 32 minutos. D’Alessandro cobrou escanteio, Victor Cuesta desviou de cabeça e Weverton fez uma linda defesa para salvar o Palmeiras. Pouco depois, o goleiro palestrino caiu em campo pela terceira vez, pediu substituição, mas acabou seguindo no gramado.

A melhora gaúcha veio em grande parte pela entrada de Camilo e D’Alessandro. Assim, Edenílson foi deslocado para a lateral-direita e, com um homem a mais no meio-campo, o Colorado de cinza pressionou até o minuto final, mas não conseguiu abrir o marcador.

Por:Gazeta Esportiva (Gazeta Press/Djalma Vassao/arquivo)

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Galo joga mal e é superado pelo Vitória

O duelo era do melhor ataque contra a pior defesa do Campeonato Brasileiro. No entanto, o time que mais fez gol, Atlético-MG, não conseguiu marcar um tento no que mais sofreu, no encontro da tarde deste domingo, no Barradão.

Após o jogo, o Atlético finalizou a rodada na mesma sexta colocação, com 34 pontos. Já o Vitória alcançou a 13ª posição, com 22 tentos somados.

O Atlético não fez uma grande partida. No primeiro tempo, a Galo pequenos lampejos, mas o Vitória foi melhor. Na segunda etapa, a equipe mineira esboçou uma reação, mas sofreu um tento para o Rubro-Negro. Para o grupo preto e branco, o resultado representa o segundo resultado negativo em seguida, sendo que no meio de semana o time empatou em casa com o Vasco.
Gazeta Esportiva (foto:assessoria)

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Vasco bate Chapecoense e quebra jejum

Depois de cinco jogos, o Vasco voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. O time cruz-maltino derrotou a Chapecoense por 3 a 1 em partida disputada na noite deste domingo, em São Januário. Com a vitória, o Vasco, que ainda tem dois jogos a menos, agora soma 24 pontos ganhos e ocupa a 13ª posição. A Chapecoense segue com 21 pontos e caiu para a 17ª colocação. Os gols foram marcados por Wagner, Maxi López e Thiago Galhardo para a equipe carioca, enquanto Leandro Pereira descontou para a Chape.

O atacante Maxi López foi o destaque da partida. O jogador argentino marcou um gol e deu assistências para os outros marcados por sua equipe. O Vasco soube controlar as ações e não perdeu a tranquilidade quando sofreu o gol do empate, já na parte final do segundo tempo. A Chapecoense tentou jogar de forma ofensiva, mas acabou sendo superada pela maior categoria dos atacantes cruz-maltinos.

Na próxima rodada, o Vasco vai receber o Santos, no Maracanã; A Chapecoense vai enfrentar o Santos na Arena Condá.

Mesmo atuando fora de casa, a Chapecoense começou a partida com a marcação adiantada, buscando dificultar a saída de bola da equipe cruz-maltina. O Vasco tocava a bola com tranquilidade e,aos cinco minutos, criou a primeira jogada de perigo com um chute de Maxi López que encobriu o travessão defendido por Jandrei. A partida se caracterizava por muita disputa por posse de bola no meio campo e pouca criatividade das duas equipes.

Só aos 23 minutos é que a torcida teve chance de vibrar. Pikachu lançou Wagner na esquerda e o meia cruzou para Maxi López. O atacante argentino foi travado por Douglas na hora do chute e a bola saiu para escanteio. Três minutos depois foi a vez de Pikachu receber na intermediária e bater firme, mas Jandrei defendeu sem dificuldades.

A Chapecoense mantinha uma postura defensiva, mas deu um susto na torcida da equipe carioca aos 32 minutos. Yan recebeu na entrada da área e bateu forte. A bola passou perto do gol defendido por Martín Silva.

Nos minutos finais, o time dirigido por Valdir Bigode aumentou a pressão em busca do primeiro gol. Aos 40 minutos, após cruzamento na área, Wagner tentou acionar Pikachu, mas a cabeçada do meia vascaíno acabou nas mãos de Jandrei.

Aos 45 minutos, o Vasco desperdiçou a melhor oportunidade de gol do primeiro tempo. Após cruzamento de Wagner, Maxi López cabeceou forte e a bola tirou tinta da trave da Chapecoense.

O Vasco voltou para o segundo tempo com uma formação mais ofensiva. Valdir Bigode trocou o volante Desábato pelo atacante Vinicius Araújo. Aos quatro minutos, Lennon chutou forte e Jandrei defendeu sem problemas. O time carioca marcava a saída de bola da Chapecoense e obrigava a zaga catarinense a dar chutões para tentar acionar o ataque.

A pressão da equipe da casa deu resultado e, aos oito minutos, Maxi López fez excelente lançamento para Wagner que penetrou e encobriu o goleiro Jandrei, com um chute violento, anotando o primeiro gol da equipe da casa.

Depois de sofrer o gol, a Chapecoense mudou sua postura dentro de campo e adiantou suas linhas em busca do gol de empate. Aos 15 minutos, Bruno Pacheco cruzou e Leandro Pereira desviou e a bola passou perto da trave defendida por Martín Silva. Dois minutos depois, Yago Pikachu foi empurrado por Márcio Araújo, dentro da área, mas o árbitro nada marcou, gerando revolta dos jogadores cruz-maltinos.

A partida ficou aberta com as duas equipes procurando o gol. Aos 27 minutos, Vinicius recebeu de Bruno Silva e chutou forte, mas Martín Silva defendeu sem dificuldades.

Depois de sair na frente, o Vasco passou a atuar de forma mais cautelosa e pouco chegava ao gol de Jandrei. Aos 29, após cruzamento na área, Maxi López cabeceou e a bola encobriu o travessão. Logo depois, Wagner se lesionou e foi substituído por Bruno Cosendey.

A Chapecoense empatou aos 33 minutos. Canteros cobrou falta e Leandro Pereira se antecipou aos zagueiros e cabeceou para deixar tudo igual.

O time catarinense partiu para tentar o desempate, mas foi o Vasco que marcou o segundo gol, aos 39 minutos. Andrey desarmou um adversário e lançou Maxi López que ajeitou e bateu com a perna esquerda, sem chances para Jandrey.

Nos minutos finais, a Chapecoense se lançou ao ataque e acabou proporcionando ao Vasco a chance de marcar o terceiro gol aos 46 minutos. Novamente Maxi López deu passe preciso para Thiago Galhardo que entrou na área e deslocou o goleiro Jandrei para marcar o terceiro gol. A Chape ainda teve chance de marcar o segundo gol, mas Martín Silva fez boa defesa em cabeçada de Leandro Pereira.
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Corinthians reage com vitória magra sobre o lanterna Paraná

O Corinthians finalmente voltou a vencer pelo Campeonato Brasileiro. Na noite deste sábado, o time dirigido pelo criticado Osmar Loss aproveitou o fato de enfrentar o Paraná, lanterna da competição, para ganhar por 1 a 0 em Itaquera. O gol foi anotado pelo zagueiro Henrique, de cabeça, no primeiro tempo.

A vitória veio em boa hora, já que o Corinthians tentará sobreviver na Copa Libertadores da América na noite de quarta-feira, outra vez em sua arena. O adversário será o chileno Colo-Colo, que triunfou por 1 a 0 no jogo de ida das oitavas de final, em Santiago.

Pelo Campeonato Brasileiro, o Corinthians encerrou uma sequência de quatro jogos sem vencer – tinha sido derrotado por Grêmio, Fluminense e Chapecoense e empatado com o Atlético-PR nas rodadas anteriores. Agora, soma 29 pontos e sinaliza que briga por uma vaga na zona de classificação para a Libertadores, e não contra o rebaixamento.

Já o Paraná tem certeza do seu objetivo. A equipe liderada por Claudinei Oliveira possui a pior campanha da Série A, com só 15 pontos ganhos, e tentará se reabilitar contra o Sport no domingo de 2 de setembro, na Ilha do Retiro. Um dia antes, no seu aniversário de 118 anos, o Corinthians receberá o Atlético-MG.

Nesta noite, teremos que ganhar
O tradicional grito que ecoava das arquibancadas da Arena Corinthians fazia mais sentido do que em outros jogos. Nesta noite, a equipe tinha que ganhar. Afinal, vinha de três derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro, além de um empate, e começou a conviver até com suspeitas de que lutará contra o rebaixamento.

O Corinthians foi a campo disposto a acabar com a má fase. Aos oito minutos, Clayson recebeu a bola do lado esquerdo da área e tocou para Jadson, que girou e bateu colocado. Acertou a trave, empolgando a maior parte do público presente em Itaquera.

Não demorou para o Corinthians dar indícios de que o entusiasmo deveria ser contido. Substituto do suspenso Romero, Roger enfrentava as suas dificuldades técnicas habituais no comando do ataque. Na ponta esquerda, Clayson era afobado, com a pontaria descalibrada. Na direita, Pedrinho pecava por não fazer o simples.

O Paraná, então, percebeu que não tinha motivo para atuar acuado dentro da casa do Corinthians. O lanterna do Campeonato Brasileiro se lançou ao ataque e equilibrou a partida – com direito a uma conclusão de bicicleta de Raphael Alemão, aos 17 minutos. Pouco mais tarde, Caio Henrique soltou o pé e obrigou Cássio a espalmar bonito.

O alívio para o Corinthians veio aos 35 minutos, por meio de uma cobrança de escanteio. Jadson fez o cruzamento da esquerda, e Henrique subiu no meio da área para cabecear. A bola tocou no travessão e entrou. Com a torcida da casa em festa, os jogadores correram em direção ao banco de reservas, onde estava o contestado Osmar Loss, para comemorar.

O técnico corintiano ganhou uma preocupação em seguida. Cássio, um raro destaque positivo em meio ao atual período turbulento, pediu para ser substituído. O goleiro já reclamava de dores nas costas desde o princípio da partida e recolheu-se lentamente, substituído por Walter.

Apesar da baixa, o Corinthians ainda criou uma grande oportunidade de ampliar o marcador nos acréscimos. Jadson fez ótima enfiada de bola para Roger, que, em velocidade, ficou diante do goleiro Richard antes de finalizar cruzado. Na trave.

Vantagem numérica
O Corinthians retornou do intervalo com mais intensidade, procurando assumir definitivamente o controle da partida. Do outro lado, o Paraná soube suportar a pressão inicial do time adversário para tornar o segundo tempo parecido com o primeiro.

Como o rendimento do Corinthians caiu, Loss recorreu ao banco de reservas aos 20 minutos. Trocou Clayson por Mateus Vital. No Paraná, Claudinei Oliveira havia mexido pouco antes, colocando Nadson na vaga de Raphael Alemão.

Aos 30 minutos, o time visitante se encarregou de facilitar a missão do Corinthians. Leandro Vilela cometeu falta dura em cima de Jadson na linha de fundo, recebeu o segundo cartão amarelo e consequentemente o vermelho. O público da casa festejou quase como se fosse um gol.

A vantagem numérica, de fato, tranquilizou o Corinthians. O time paulista passou a errar menos passes a partir de então e a ficar mais presente no campo de ataque, sendo pouco ameaçado pelo Paraná. No final, ainda viu a sua torcida ovacionar Jadson, destaque da noite, substituído pelo chileno Araos.

por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo)

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Derlis brilha, Gabigol marca e Santos vence o Bahia na Vila Belmiro

O Santos confirmou a reação no Campeonato Brasileiro e voltou a vencer na Vila Belmiro, desta vez por 2 a 0 contra o Bahia, neste sábado, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe contou com um show de Derlis González para construir o placar. Novidade na escalação, o paraguaio fez um golaço e ainda deu a assistência para Gabigol ampliar no segundo tempo.

Uma alteração de Cuca foi crucial no intervalo. Depois da opção por quatro atacantes não funcionar na primeira etapa, o técnico tirou Bruno Henrique, o pior em campo, para a entrada de Bryan Ruiz. A substituição equilibrou o meio-campo e fez os donos da casa melhorarem.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Independiente-ARG na próxima terça-feira, no Pacaembu, pela volta das oitavas de final da Libertadores da América. O Peixe aguarda pelo julgamento da Conmebol, na segunda-feira, para saber se o empate por 0 a 0 em Avellaneda será mantido ou se a derrota por 3 a 0 pela escalação irregular de Carlos Sánchez será declarada. O Bahia visitará o Ceará, na quarta-feira, pelo Brasileirão.

O primeiro tempo foi morno do início ao fim. O Santos tentou controlar o jogo e dominar as ações ofensivas, mas esbarrou em um meio-campo pouco produtivo e atuações discretas de Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol. Derlis González foi o destaque.

Enquanto isso, o Bahia se defendeu bem e criou a melhor chance dos primeiros 45 minutos. Zé Rafael foi à linha de fundo e cruzou fechado, o goleiro Vanderlei passou batido, Daniel Guedes vacilou e Edgar Junio, sozinho na pequena área, pegou de raspão e chutou para fora.

Aos 17 minutos, depois de choque de cabeça com Gregore, Gustavo Henrique teve que sair. O zagueiro tentou voltar com uma touca por conta do sangramento, mas não aguentou. Robson Bambu, que não atuava desde o dia 11 de março, entrou “na fogueira”.

SUBSTITUIÇÃO E SHOW DO PARAGUAIO

Cuca fez uma substituição decisiva no intervalo. Bruno Henrique, o pior em campo, saiu para a entrada de Bryan Ruiz. O costarriquenho não foi brilhante, mas equilibrou o meio-campo depois da formação com quatro atacantes não funcionar.

O Santos passou a sofrer menos e se mostrar mais presente no ataque. E aos 11 minutos, veio o primeiro gol. Após falta cobrada na área por Dodô, a bola sobrou para Derlis González na ponta direita. O paraguaio, não se sabe se intencionalmente, acertou lindo chute cruzado, no ângulo do goleiro Anderson.

Atrás no placar, o Bahia se expôs e o Peixe aproveitou. Em contra-ataque de manual, a vitória foi sacramentada. Carlos Sánchez começou a jogada, Derlis deu ótimo passe para Gabigol. Depois da inteligência para se manter em posição legal, o camisa 10 avançou e deslocou o goleiro com categoria.

O Tricolor se lançou ao ataque nos minutos finais, mas não teve forças para reagir. Cada vez mais longe da zona do rebaixamento, o Santos foi para a 11ª colocação, com 11 pontos. Ultrapassado, Bahia caiu para 12º, com 22.

Por:Gazeta Esportiva (foto:assessoria)

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