Botafogo e Cruzeiro ficam no empate no Brasileirão

Botafogo e Cruzeiro empataram por 1 a 1 em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Estádio Nilton Santos. O time alvinegro foi superior ao adversário durante a maior parte do jogo, mas esbarrou na grande atuação do goleiro Fábio, que fez grandes defesas e impediu a derrota da equipe mineira . O resultado fez o Alvinegro de General Severiano chegar aos 26 pontos e ocupar a 14ª posição. Já o Cruzeiro segue na sétima colocação com 32 pontos.

O resultado acabou premiando a atuação de Fábio que frustrou as esperanças da equipe do Botafogo que tentava a reabilitação após ser goleada pelo Grêmio. O time dirigido por Zé Ricardo pressionou durante a maior parte do jogo, mas esbarrou no goleiro cruzeirense que calou o grito de gol da torcida em vários momentos. O Cruzeiro teve uma atuação discreta e passou a maior parte do tempo preocupado em se defender.

Na próxima rodada, o Botafogo vai enfrentar o Fluminense, no Maracanã. O Cruzeiro vai visitar o Sport, na Ilha do Retiro.

O Botafogo começou a partida tentando imprensar o Cruzeiro, mas a equipe mineira se defendia bem. Com muitos jogadores no setor de marcação, as duas equipes encontravam dificuldades para chegar na área adversária. A torcida botafoguense, ainda sem motivos para vibrar, gastava suas energias em vaias para o volante Bruno Silva, ex-jogador da equipe de General Severiano.

Aos dez minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Após cruzamento na área, Erik desviou de cabeça para Luiz Fernando que tirou Murilo da jogada e bateu para colocar nas redes de Fábio.

Animado com a vantagem, o time dirigido por Zé Ricardo voltou a ameaçar aos 12 minutos em chute perigoso de Rodrigo Lindoso. Já o Cruzeiro, depois de sofrer o gol, tentou se organizar para buscar o gol do empate. Aos 16 minutos, Bruno Silva aproveitou um rebote da zaga para tentar concluir, de primeira, mas a bola desviou na zaga e chegou sem problemas ao goleiro Saulo.

O técnico Mano Menezes tentou acertar o posicionamento da equipe com gritos e colocou Thiago Neves para atuar mais perto de Raniel.

Só aos 29 minutos é que o Botafogo voltou a aparecer na área mineira em lançamento para Kieza, mas a zaga mineira conseguiu bloquear o atacante do time carioca. Três minutos depois, Erick foi derrubado por Henrique ao lado da área. Na cobrança, Kieza cabeceou mal e acabou afastando a bola da área mineira.
O Cruzeiro empatou aos 36 minutos. Raniel foi derrubado na entrada da área e, na cobrança, Edilson mandou uma bomba sem defesa para Saulo.

Logo depois, Luiz Fernando e Edilson se desentenderam após divididade e foram advertidos com o cartão amarelo.
Aos 42 minutos, os jogadores do Alvinegro carioca pediram a marcação de pênalti quando Fábio se chocou com Kieza após cruzamento na área, mas o árbitro mandou a jogada seguir.

O Cruzeiro voltou para o segundo tempo sem o lateral-direito Edilson, substituido por ter recebido cartão amarelo no final do primeiro tempo. E o Botafogo voltou para o segundo tempo tentando marcar o gol de desempate. Com marcação adiantada, a equipe dirigida por Zé Ricardo não dava liberdade para os zagueiros do time visitante.

Mano Menezes promoveu a entrada de Rafael Sobis no lugar de Bruno Silva, muito vaiado pela torcida carioca ao sair de campo. Ao ser lançado pela primeira vez, aos 15 minutos, Sobis se livrou da marcação de Joel Carli, mas chutou torto, sem perigo para o gol de Saulo. Um minuto depois foi a vez de Thiago Neves concluir, mas Saulo fez fácil defesa.

Aos 17, após cruzamento de Moisés, Igor Rabello subiu mais do que a zaga adversária e cabeceou no travessão. Logo depois foi a vez de Rodrigo Lindoso cabecear na rede, pelo lado de fora, após lançamento de Marcinho.
Mais agressivo, o Botafogo quase desempatou aos 19 minutos. Luiz Fernando fez ótima jogada individual, entrou na área e bateu no canto, mas Fábio fez grande defesa e desviou para escanteio.

O goleiro do Cruzeiro frustrava a torcida do Botafogo com sucessivas defesas. Aos 24, Fábio desviou para escanteio, um chute de Kieza que recebeu, na área, um ótimo passe de Igor Rabello.

O time comandado por Mano Menezes só voltou a aparecer na área carioca aos 28 minutos, quando Rafinha, na pequena área, recebeu bom lançamento de Ariel Cabral e desperdiçou a chance.

Dois minutos depois, foi a vez do zagueiro Léo salvar o Cruzeiro quando Matheus Fernandes conseguiu desviar a bola das mãos de Fábio. Logo depois, o técnico Zé Ricardo trocou Kieza por Aguirre.

O jogo voltou a ficar equilibrado e, nos minutos finais, o Botafogo ainda criou uma nova chance, mas Fábio voltou a aparecer bem e a evitar o segundo gol, quando Ezequiel bateu contra o próprio gol ao tentar desarmar Aguirre.

Por:Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria)

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Paraná vacila e cede empate em casa para Chapecoense

No duelo entre dois times desesperados com a situação na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, o Paraná Clube cedeu no final da partida o empate em 1 a 1 com a Chapecoense por 1 a 0, na Vila Capanema. Com o resultado, a equipe paranaense segue na lanterna, agora com 16 pontos. Já a Chape, com 22 pontos, é a 19ª colocada.

Depois de um começo de jogo nervoso, com muitos erros, o Tricolor abriu o placar, aos 38 minutos, com Rafael Grampola desviando, aproveitando cobrança de escanteio. No segundo tempo, aos 41 minutos, Diego Torres deixou tudo igual.

Na próxima rodada, o Paraná Clube enfrenta o Santos, domingo, na Vila Capanema, em Curitiba. Já a Chapecoense encara o Flamengo, sábado, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

A partida começou equilibrada, coma as equipes se estudando. Aos três minutos, a equipe catarinense criou a primeira oportunidade, com Doffo recebendo cruzamento e batendo de canela, fraco, pela linha de fundo. O tricolor respondeu aos cinco minutos, com Nadson cruzando e, na sobra de bola, Caio Henrique batendo para fora, sem grande perigo.

O time da casa se mostrava muito nervoso, com muitos passes errados. Aos 14 minutos, Bruno Silva recebeu de Doffo e bateu cruzado, mas ninguém apareceu para completar no meio da área. Um minuto depois, o próprio Doffo resolveu soltar o pé, de longe, isolando a bola. Mais Chape no ataque, aos 20 minutos, com Canteros levantando na medida para Elicarlos, que testou para fora.

Com dificuldade para criar, o Paraná não tinha muitas alternativas e, aos 27 minutos, Alex Santana, sem ter com quem trabalhar, chutou de muito longe, sem direção. Jogada individua de Victor Andrade, aos 32 minutos, terminando em arremate para boa defesa de Richard, em dois empo. O troco veio em cabeçada de Rayan, aso 35 minutos, para Eduardo tirar em cima da linha. Pressão paranista, até que, aos 38 minutos, Vilela desviou cobrança de escanteio e Rafael Grampola apareceu para completar e abrir o placar.

Para a etapa final, a Chapecoense voltou com Marquinhos no lugar de Victor Andrade, que sofreu uma luxação no ombro. O jogo ficou mais truncado, mas com as duas equipes mostrando muita vontade em campo. Aos nove minutos, Igor recebeu bom lançamento pela esquerda e mandou um petardo para Jandrei fazer grande defesa.

O técnico Claudinei Oliveira colocou em campo Deivid para fazer sua estreia. Em seu primeiro lance, o jogador serviu Caio Henrique, que completou por cima da meta. A Chape responde, com Marquinhos, que recebeu de Eduardo e tocou na saída de Richard, que se recuperou e ficou com a bola.

O Tricolor chegou a balançar as redes novamente, com Grampola, mas o árbitro anulou o lance para anotar impedimento. O Paraná administrava bem o resultado, e melhorou a posse de bola no meio-campo após a entrada de Maicosuel. Aos 41 minutos, Diego Torres cobrou falta na entrada da área e deixou tudo igual. Os cerca de 3 mil torcedores presentes mais uma vez saíram desolados da Vila.

Por: Gazeta Esportiva (foto: reprodução/arquivo)

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Internacional fica no empate com Cruzeiro e perde chance de encostar na liderança do Brasileiro

Ciente do empate do São Paulo e da oportunidade de deixar a diferença para a liderança em apenas um ponto, o Internacional tentou, foi ambicioso, chegou a parar na trave do goleiro Fábio, mas não conseguiu sair do empate com o Cruzeiro dentro do Mineirão, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em uma partida equilibrada, com leve vantagem para a Raposa, os dois times criaram relativamente pouco e saíram de campo iguais no placar: 0 a 0.

Os primeiros 45 minutos foram de muito estudo, com times bem postados defensivamente e correndo poucos riscos. Precisando dar uma reposta no Brasileiro e motivado pela torcida, o Cruzeiro começou melhor e obrigou duas boas intervenções de Marcelo Lomba. A melhor chance, porém, foi do Internacional com William Pottker, que arriscou de dentro da área e parou no travessão, após um leve toque de Fábio na bola.

O segundo tempo seguiu o mesmo panorama no primeiro, com o Cruzeiro começando melhor, criando duas boas chances e sofrendo com os ataques pontuais do Colorado. Entretanto, diferentemente da etapa inicial, o time mineiro deu menos espaços e passou a ser perigoso em arremates de fora da área e bolas paradas que não culminaram em sucesso. Dessa forma, os dois times saíram sem ir às redes e empataram em 0 a 0.

Depois de atuarem neste domingo, tanto Cruzeiro quanto Internacional terão pouco tempo para descansar, já que ambos volta à campo na próxima quarta-feira, pela 23ª rodada do Brasileiro. No Engenhão, às 19h30 (de Brasília), os comandados de Mano Meneses terão um compromisso contra o Botafogo, enquanto o Colorado faz um confronto direto pelas primeiras posições com o Flamengo, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

Jogando em casa e precisando dar uma resposta no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro começou a partida tendo a posse da bola e tentando construir jogadas ofensivas, mas encontrando um Internacional muito bem postado defensivamente, com uma proposta reativa. Nas vezes que não conseguiu conter o ímpeto mineiro, a equipe gaúcha viu Marcelo Lomba brilhar duas vezes seguidas, em chutes de Egídio e Arrascaeta aos nove minutos.

Com o passar dos minutos, o duelo ganhou equilíbrio, com o Internacional mais ativo no campo ofensivo. Do outro lado, o Cruzeiro alternava momentos de pressão alta e contenção para tentar manter o domínio da partida, que não se concretizou em oportunidades claras de gol para nenhuma das equipes. Aos 28 minutos, o Colorado até chegou, mas o cabeceio de Nico López saiu sem direção.

Na reta final da primeira etapa, o Internacional deixou a proposta contida de lado para ser mais efetivo no proveito dos erros do Cruzeiro, apesar da pouca intensidade para isso. Aos 31 minutos, Lomba apareceu para fazer nova defesa em arremate de Bruno Silva, mas a melhor chance dos primeiros 45 minutos ficou mesmo com o Colorado, que aos 37 só não abriu o placar porque o travessão não deixou.

Depois de levar aos trancos e barrancos a jogada individual, Pottker ficou cara a cara com Fábio e encheu o pé, mas a bola explodiu no travessão e saiu. No replay, ficou perceptível um leve toque na bola de Fábio, providencial para o chute não ter morrido no fundo da rede e levado o Inter à frente do placar antes do intervalo.

Assim como no primeiro tempo, o Cruzeiro iniciou muito bem a segunda etapa, pressionando o Inter e criando, em sequência, duas boas chances. Na primeira delas, Raniel parou em Lomba. Na segunda, aos cinco minutos, o atacante até superou o arqueiro Colorado e abriu o placar completando um lance de bola parada, mas viu o tento ser anulado por falta de Bruno Silva na origem da jogada.

Acuado, o Internacional respondeu em uma bola alçada na área aos 12 minutos, que Edenílson fez quase tudo certo, aparecendo como elemento surpresa no meio da área e testando firme, porém, sem direção. Logo depois, aos 15, Jonatan Alvez recebeu e girou, mas chutou para defesa de Fábio.

Após as duas chances, o jogo voltou ao panorama inicial, com o Cruzeiro tomando a iniciativa e criando perigo por intermédio de chutes de longa distância, tanto com Arrascaeta, quanto com Thiago Neves. O domínio Celeste fez Odair Hellmann mudar a equipe, colocando D’Alessandro e Leandro Damião nos lugares de Nico e Jonatan Alvez, em busca de reatar o equilíbrio.

Na reta final, o jogo foi mais aberto e até mais emocionante, muito pelas tentativas do Cruzeiro em abrir o placar. Veloz nos contra-ataques, o Inter passou perto da meta defendida por Fábio, mas assustou pouco efetivamente. No fim, os times saíram de campo com o mesmo placar que entraram e ficaram apenas no empate em 0 a 0.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Vinnicius Silva/assessoria)

 

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Com um a menos, São Paulo supera gol contra e arranca empate do Fluminense

Hudson, jogador do São Paulo FC x Fluminense, partida válida pela vigésima segunda rodada do Campeonato Brasileiro 2018, na capital paulista. 02/09/2018, Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

O São Paulo não venceu, mas os quase 50 mil torcedores que foram ao Morumbi na tarde deste domingo saíram de lá orgulhosos de seu time. Jogando com um a menos desde a metade final do primeiro tempo, a equipe dirigida por Diego Aguirre saiu atrás com um gol contra de Anderson Martins, mas buscou o 1 a 1 na base da garra e do oportunismo de dois reservas que foram decisivos para manter a invencibilidade do Tricolor paulista em seu estádio no Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o São Paulo garantiu a manutenção da liderança da competição, com 46 pontos, quatro a mais do que o Internacional, segundo colocado, que nesta noite visita o Cruzeiro no Mineirão. O Fluminense, por sua vez, caiu para o 11º lugar, com 27 pontos, apenas quatro acima da zona de rebaixamento.

Pela 23ª rodada do Brasileirão, o São Paulo terá um duelo direto da parte de cima da tabela contra o Atlético-MG, na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Independência. Já o Fluminense recebe o Vitória na quinta-feira, às 19 horas, no Maracanã.

Com o apoio massivo da torcida, o São Paulo esboçou uma pressão no início, mas não conseguiu ameaçar a meta carioca e ainda viu o Fluminense criar a primeira grande chance de gol. Aos 11 minutos, após boa trama pela esquerda, Ayrton Lucas cruzou rasteiro para dentro da área, encontrando Jadson, que encheu o pé e acertou o travessão após desvio de Liziero.

O time mandante respondeu pouco depois.Reinaldo cobrou lateral na área para Bruno Alves cabecear com perigo e Júlio César fazer a defesa. Aos 23, novamente pelo alto, o São Paulo assustou: Shaylon cobrou escanteio, e Hudson ganhou do zagueiro, mas testou por cima do travessão. Logo em seguida, após passe errado de Ibañez, Diego Souza recebeu de Rojas e na entrada da área e ajeitou de peito para Hudson, que chutou torto.

Aos 33 minutos, em uma falta infantil, Diego Souza foi expulso por deixar o cotovelo no rosto de Léo dentro do campo de defesa do São Paulo. Em desvantagem numérica, o São Paulo recuou na parte final do primeiro tempo, mas não correu riscos e ainda viu Reinaldo quase abrir o placar de falta.

Buscando se aproveitar da expulsão, Marcelo Oliveira promoveu a entrada do atacante Júnior Dutra no lugar do volante Jadson no intervalo. Diego Aguirre respondeu no início da etapa final, colocando Tréllez na vaga do apagado Shaylon.

Pouco depois, no entanto, o Fluminense abriu o placar. Aos oito minutos, após longo lançamento de Sornoza, Anderson Martins tocou de cabeça com a intenção de recuar para Sidão, mas acabou tirando do goleiro e marcando contra.

Diante do cenário totalmente adverso, Aguirre fez nova alteração: sacou Edimar para a entrada de Régis. E deu certo. Aos 26 minutos, o lateral humilhou Ayrton Lucas com um lindo chapéu e cruzou na medida para Tréllez cabecear e deslocar o goleiro Júlio César, fazendo a festa no Morumbi.

Embalado pelo gol, o Tricolor paulista continuou em cima apesar da desvantagem numérica. Mas foi o Fluminense quem ficou mais perto da vitória. Aos 41 minutos, Richard deu passe de calcanhar e deixou Matheus Alessandro na cara do gol. O atacante bateu cruzado e acertou a trave. No rebote, Dodi finalizou, mas Anderson Martins se redimiu do gol contra e garantiu o empate no Morumbi.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

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Vitória bate América e se afasta da degola do Brasileiro

O Vitória se distanciou da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro durante a tarde deste sábado. Jogando no Barradão, o time baiano contou com a expulsão precoce e infantil de Rafael Moura para se impor diante de sua torcida e derrotar o América-MG por 1 a 0.

Com gol de Léo Ceará, o Vitória ganhou cinco posições e alcançou o 11º lugar de forma provisória, com 25 pontos, quatro acima do grupo dos quatro piores. Já o América-MG permaneceu com 26 pontos, na nona posição, mas pode cair na tabela a depender dos resultados deste domingo.

Pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Vitória tentará conquistar a sua terceira vitória consecutiva na próxima quinta-feira, a partir das 19 horas (de Brasília), diante do Fluminense, no Maracanã. No mesmo dia, mas às 20 horas, o Coelho buscará a reabilitação contra o Vasco no Independência.

Após um início lento e morno, Rafael Moura tratou de dar emoção ao confronto. Logo aos 15 minutos, em uma disputa de bola longe do gol, o centroavante deixou o cotovelo no rosto de Erick e foi expulso pelo árbitro Luiz Flávio de Oliveira.

Pouco depois, contudo, o Vitória também teve problemas. O meia Yago, com dores na coxa direita, pediu para sair e foi substituído por André Lima. Para deixar o time baiano mais ofensivo, o técnico Paulo César Carpegiani promoveu a entrada do meia Marcelo Meli na vaga do volante Rodrigo Andrade.

Em vantagem numérica, o Vitória passou a deter o domínio da posse de bola, mas não conseguiu criar grandes chances no primeiro tempo. Tanto que o goleiro João Ricardo só precisou trabalhar duas vezes, ambas em chutes sem grande perigo de fora da área.

O Vitória voltou do intervalo mais agressivo e quase abriu o placar aos três minutos da etapa complementar. Após cobrança de escanteio, a bola sobrou para Bruno Bispo, que finalizou de dentro da pequena área, mas Messias salvou em cima da linha.

Com requintes de crueldade, o Vitória inaugurou o marcador aos 11 minutos. O atacante Léo Ceará recebeu na intermediária e arriscou. A bola bateu na trave, tocou na cabeça de João Ricardo e entrou no gol. Para reconstruir o sistema ofensivo do América-MG e buscar o empate, Adilson Batista colocou os atacantes Robinho e Wesley Pacheco nos lugares de Norberto e Luan.

As alterações, porém, não surtiram o efeito esperado e ainda deixaram espaços para o Vitória, que quase ampliou quando Erick acertou a trave de João Ricardo aos 31 minutos. No fim, o time baiano trocou passes para administrar o placar e garantiu o segundo triunfo seguido na competição.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Mauricia da Matta/ECV)

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Grêmio goleia Botafogo e retorna ao G-4

O Grêmio venceu neste sábado o Botafogo por 4 a 0 na Arena pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Numa grande atuação de Jael que fez dois, Alisson e André completaram o marcador. O Tricolor Gaúcho não tomou conhecimento do Fogão que foi presa fácil e não ofereceu resistência.

Com o resultado, o Grêmio saltou para a quarta posição com 40 pontos. E o Botafogo caiu para o 13º lugar com 25 pontos.

Na próxima rodada o Grêmio visita o Santos na quinta, às 19h(de Brasília), no Pacaembu. Já o Botafogo recebe na quarta o Cruzeiro, às 19h30 (de Brasília), no Engenhão.

Com o gramado molhado devido a forte chuva que caiu em Porto Alegre, as duas equipes encontram dificuldades de tocar a bola. Aos 07, Luan cobrou falta na área. Cicero apareceu bem para o cabeceio, mas mandou a bola por cima do gol. Um minuto depois, Yago recuou errado para Saulo, que tirou de qualquer maneira. Na sobra, Luan chutou, mas a bola explodiu no braço esquerdo de Joel Carli. O árbitro apitou penalidade em favor do Grêmio. Aos 11, Jael de cavadinha cobrou, deslocou o goleiro Saulo e morreu no fundo da rede.

O técnico Renato Portaluppi foi forçado alterar o time, aos 16, porque o volante Maicon, lesionado, saiu para a entrada de Alisson. Pelos lados do campo, o Tricolor Gaúcho chegou com facilidade. Aos 21, Cortez apareceu bem pela esquerda, tabelou com Everton. O lateral tentou cruzar para Jael, que não chegou. Atacante do Grêmio reclamou e diz que foi puxado.

Para chegar ao empate, o Fogão está dando generosos espaços e a equipe gremista tem levado muito perigo nas jogadas de contra-ataque. Aos 25, Geromel abriu para Alisson, que puxou pela direita. Ele cruzou para Everton, que aparecia livre. Mas camisa 11 não conseguiu o domínio. Jean faz o corte. Em mais uma troca envolvente de passe quase os gaúchos ampliaram. Aos 31, Luan cruzou pela direita na área. Jael recebeu e chutou no travessão.

Na frente do placar, os donos da casa, recuaram o time e conseguem explorar as fragilidades defensivas apresentadas pelo Botafogo. Aos 40, em novo contra-ataque, Everton optou por arriscar o chute de longe. Saulo conseguiu encaixar para a defesa.

Em uma tarde inspirada mais uma vez, Jael ampliou o placar. Aos 44, Cicero enxergou o centroavante dentro da área e lançou para atacante. O camisa 9 conseguiu espaço, dominou e chutou sem chances para o goleiro Saulo.

Sem encontrar muita resistência, o Grêmio está vencendo o jogo com grandes atuações de Cícero, Everton e Jael. Já o Botafogo tem muitas limitações técnicas e por mais esforço que tenha feito foi batido com naturalidade.

Jael seguiu infernizando a defesa do alvinegro, principalmente em cima de Joel Carli. Com 02 minutos, Luan cobrou falta, e bola explodiu na barreira. Na sobra, Cicero arriscou, mas Saulo conseguiu a defesa. Apesar da vantagem, o Tricolor Gaúcho não se acomodou nesse segundo tempo e quase marcou o terceiro. Aos 07, Everton recebeu na esquerda e tentou cruzamento para Jael. Defesa do Botafogo afastou, na sobra. Everton apareceu de novo e pegou a sobra. Chute bateu na trave.

Mais uma vez o meio-campo gremista trabalhou, numa troca de passes rápidas e ampliou a vantagem. Aos 15, sem marcação, Alisson enxergou espaço, arriscou e acertou bonito chute de longe. Os visitantes estão entregues em campo e mostram nenhuma reação. Aos 21, Everton recebeu bonito lançamento, avançou na rapidez e chutou com espaço no canto esquerdo. Saulo conseguiu alcançar e fez bonita defesa para evitar o quarto gol. Aos 27, Léo Moura cruzou pelo alto, e Everton cabeceou. Saulo faz a defesa.

O zagueiro Joel Carli viveu um dia infeliz e fez mais uma penalidade. Aos 29, a bola bateu no braço do defensor, após o chute de André. Aos 30, André cobrou pênalti bem batido. Saulo até acertou o canto, mas atacante bateu com precisão e força. Aos 35, Alisson recebeu na direita e arriscou cruzando. Bola passou na frente do gol, mas não havia ninguém para concluir.

Na reta final da partida, o Grêmio tratou de administrar a vantagem, tocou a bola e alcançou resultado positivo na Arena. Por sua vez, os cariocas terão que lutar muito no Brasileirão para seguir na primeira divisão.
Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/GFBPA)

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Santos bate Vasco e foge do grupo da degola

Com Gabriel inspirado, o Santos alcançou sua terceira vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro na noite deste sábado. No Estádio do Maracanã, o time comandado pelo técnico Cuca contou com gols do atacante para ganhar por 3 a 0 e se distanciar da zona de rebaixamento.

Com 27 pontos ganhos, o Santos dorme na nona colocação do torneio nacional. Já o Vasco fica com os mesmos 24 pontos, no 16º posto. A Chapecoense, primeiro integrante da zona de rebaixamento, tem 21 pontos e ainda recebe o Palmeiras neste domingo.

Pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 19 horas (de Brasília) desta quinta-feira, o Santos volta a campo para enfrentar o Grêmio, no Estádio do Pacaembu. Já o Vasco, em mais um confronto direto para fugir da zona de rebaixamento, pega o América-MG às 20 horas do mesmo dia, no Independência.

O Santos saiu na frente logo aos 4 minutos do primeiro tempo. Em uma boa trama pelo lado esquerdo do campo de ataque, Dodô recebeu de Rodrygo e cruzou rasteiro. Da entrada da área, sem ser incomodado pela marcação, Gabriel completou para o gol com precisão.

Após sofrer o logo no início, o Vasco conseguiu equilibrar as ações e chegou a ditar o ritmo da partida durante algum tempo, mas não conseguiu criar chances de gol. Na tentativa de confundir a marcação santista, o técnico Alberto Valentim trocou Pikachu e Kelvin de lado, sem sucesso.

Após um primeiro tempo de poucas emoções e raras chances de gol no Estádio do Maracanã, sem muito trabalho para o goleiro Vanderlei, a torcida local vaiou o Vasco. Nos instantes finais da etapa inicial, Gabriel e Bruno Silva se estranharam no gramado.

O Santos voltou aceso para o segundo tempo e quase empatou logo aos 5 minutos da etapa complementar. Em um contra-ataque, Sanchez tocou para Gabriel e recebeu de volta. O uruguaio cabeceou e viu a bola caprichosamente tocar do lado de dentro da trave de Martin Silva.

O time visitante aumentou sua vantagem no marcador aos 21 minutos do primeiro tempo, desta vez em uma descida pelo lado direito. Sanchez recebeu de Victor Ferraz na linha de fundo e cruzou na medida para Gabriel, novamente sozinho, completar com categoria.

Aos 36 minutos, o paraguaio Derlis Gonzalez desceu pela direita e cruzou rasteiro para Gabriel igualar Pedro como artilheiro do Campeonato Brasileiro com 10 gols . No recomeço do jogo, o atacante aproveitou uma falha de Luiz Gustavo e quase aumentou. Com mais de 33 mil torcedores no Maracanã, o Vasco acabou novamente vaiado.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Divulgação)

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Corinthians empata com o Galo e perde mais pontos como mandante

Gabriel, jogador do Corinthians x Atlético-MG, partida válida pela vigésima segunda rodada do Campeonato Brasileiro 2018, na capital paulista. 01/09/2018, Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

O Corinthians, no dia do seu aniversário, esperava mostrar força após a queda na Libertadores da América, mas não conseguiu reagir após sofrer o empate do Atlético-MG, na noite deste sábado, terminando o embate em 1 a 1. Com um gol de Pedrinho e outro de Fábio Santos, batendo pênalti, o Timão mais uma vez perdeu pontos importantes dentro de casa (são cinco empates e uma derrota), principalmente diante de um rival direto na briga pelo G-6.

O clube do Parque São Jorge, que venceu apenas um dos últimos seis jogos do Brasileiro, fica com 30 pontos conquistados, cinco atrás do próprio Galo, primeira equipe classificada para Libertadores neste momento.

Na próxima rodada, os comandados de Osmar Loss, provavelmente reforçados pelos experientes poupados neste sábado, terão pela frente a equipe do Ceará. O duelo está marcado para as 20h (de Brasília) da quarta-feira, em Fortaleza. Enquanto isso, os atleticanos terão pela frente o líder São Paulo, também na quarta, mas às 21h45 (de Brasília).

O torcedor do Atlético-MG que assistiu ao jogo pela televisão provavelmente não sabia a cor do uniforme do goleiro Walter, do Corinthians, até os 25 minutos da etapa inicial. Muito intenso, assim como se apresentou frente ao Colo-Colo, no meio da semana. o Timão dominou a primeira parte do duelo, marcando pressão e apostando na velocidade de Romero e Pedrinho pelas pontas, além da movimentação de Araos.

Com a dificuldade de atuar sem diversos titulares, já que Osmar Loss perdeu Fagner e Pedro Henrique, machucados, Douglas, suspenso, e ainda resolveu poupar Cássio, Henrique e Jadson, no entanto, o Timão só conseguiu construir jogadas em vacilos do adversário. O primeiro foi em lateral batido por Avelar para Romero, que apareceu em boa condição na área e cruzou para Pedrinho, mas mandou forte demais.

Pouco depois, o mesmo Avelar mandou lateral para Roger, na entrada da área, e o atacante conseguiu raspar para Pedrinho. No mano a mano com Fábio Santos, o jovem canhoto não teve dúvidas em armar para o pé esquerdo e chutar colocado. A bola encobriu Victor, bateu no travessão e, para azar do goleiro, voltou em suas costas, entrando lentamente no gol dos mineiros.

A vantagem quase foi ampliada em falta cobrada rapidamente por Pedrinho, que achou Romero livre na área. O paraguaio, porém, se enrolou e foi travado pela marcação. Quando tudo parecia caminhar para uma vitória parcial do aniversariante no intervalo, porém, veio a ajuda dos donos da casa. Gabriel fez falta ao colocar mão na bola na lateral da área. Na batida, nova mão na bola, dessa vez dentro. Pênalti bem marcado e bem batido por Fábio Santos, decretando o 1 a 1.

Alvinegro voltou para a etapa final mais uma vez apostando na intensidade para criar chances e complicar o adversário. Sem mudanças, Loss viu seu primeiro lance de perigo surgir pela direita, quando Gabriel conseguiu escapar da marcação e lançou a bola para a entrada da área, onde Romero foi derrubado por Leonardo Silva. Falta frontal marcada pelo árbitro e batida por Danilo Avelar, que mandou por cima do gol de Victor.

Araos, com boa movimentação, passou a ditar mais o ritmo do jogo e conseguiu distribuir bem o jogo para os pontas Pedrinho e Romero. O canhoto, bem marcado, buscou sempre a jogada de aproximação com Mantuan. Do outro lado, Romero apostou no lance individual e levou perigo em boa chegada ao arriscar de fora da área, mandando à direita do gol defendido pelos atletas visitantes.

Quem levou mais perigo, no entanto, foi o Galo, que viu a única escapada de Ricardo Oliveira terminar em um cabeçada que explodiu na trave esquerda de Walter. Percebendo o cansaço dos seus atletas, Osmar Loss mandou a campo Mateus Vital e Danilo nas vagas de Romero e Roger. A saída do paraguaio, no entanto, não foi bem recebida pela torcida, que vaiou bastante a escolha do comandante.

Loss ainda tentou uma última cartada ao mandar Rodrigo Figueiredo na vaga de Araos, mantendo a dupla Gabriel e Ralf até o final da partida. A falta de profundidade, no entanto, persistiu até o final, auxiliada pelas performances ruins dos substitutos. No fim, as únicas chances foram mineiras, em chutes de fora da área de Cazares e Andrade, ambos bem defendidos por Walter.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

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Palmeiras despacha Cerro Porteño e avança na Libertadores

O Palmeiras está nas quartas de final da Copa Libertadores pela primeira vez desde 2009. Nesta quarta-feira, o Verdão jogou mais de 90 minutos com um a menos, mas teve um espetáculo de mais de 33 mil pessoas no Allianz Parque e mesmo com a derrota para o Cerro Porteño-PAR por 1 a 0, conquistou sua classificação graças ao resultado obtido em Assunção.

A chegada dos palmeirenses ao Allianz Parque teve clima de otimismo e, para alguns, até certa tranquilidade devido ao 2 a 0 imposto pelo Palestra aos paraguaios em Assunção. Bastou três minutos, porém, para a calmaria se tornar preocupação e o verdadeiro clima de Libertadores aparecer.

Felipe Melo estava ‘limpo na jogada’, fez passe para frente, mas na sequência trombou com Victor Cáceres e acertou a sola da chuteira no adversário. Em um primeiro momento, a arbitragem deu apenas cartão amarelo ao camisa 30, mas ao ver o ferimento na perna do paraguaio, mostrou o cartão vermelho para o palmeirense.

Foi a segunda vez na temporada que o Alviverde teve um atleta expulso após o árbitro ver o resultado lesivo de um lance faltoso no adversário. Pelo Campeonato Paulista, em Itaquera, Jailson recebeu cartão vermelho após Raphael Claus analisar a perna do corintiano.

Mesmo com um a menos em campo nesta quinta-feira, o Palmeiras jogou melhor que seu oponente no primeiro tempo. Felipão recuou Moisés para jogar ao lado de Bruno Henrique, e se fechando bem com duas linhas de quatro e apenas Borja à frente, o Maior Campeão do Brasil criou boas oportunidades abrir o placar em jogadas de contra-ataque.

Aos 26 minutos, Diogo Barbosa roubou a bola, avançou pelo meio e deixou Willian livre para finalizar pela esquerda, mas o atacante preferiu o passe e desperdiçou a oportunidade clara de gol. Pouco depois, foi Borja quem puxou contra-golpe, driblou a marcação e tocou para Bigode, que desta vez finalizou para boa defesa de Antony Silva.

Antes do intervalo, o Cerro Porteño desperdiçou duas boas chegadas ao ataque, com Victor Caceres, que chutou cruzamento para fora, e Churín, que em novo levantamento, cabeceou nas mãos de Weverton.

Mesmo com um homem a menos, a etapa inicial serviu para exaltar duas características da equipe de Felipão: a união e a experiência. Deyverson orientou Diogo Barbosa, Fernando Prass falou com a zaga e todo o banco de reservas pressionou a arbitragem. E se utilizando da história de Scolari, o Verdão mostrou que pode ser catimbeiro nesta Libertadores e parar o como puder sempre que necessário.

Na volta do intervalo, o Cerro se mostrou disposto a arriscar e Fernando Jubero colocou o atacante Nelson Valdez na vaga do volante Victor Cáceres. Mas antes que qualquer alteração pudesse ser notada, o estádio ficou em silêncio após choque de cabeça de Borja com Rodrigo Rojas, que precisou ser retirado da Arena de ambulância, com o rosto sangrando e aplaudido pelos torcedores. Novick entrou na equipe visitante.

Com o retorno do duelo, foi o Alviverde que teve a primeira oportunidade de gol da etapa final, aos dez minutos. Dudu cobrou falta na área, Edu Dracena desviou, e Borja por muito pouco não mandou para as redes. No ataque seguinte, porém, o Palestra foi punido.

Arzamendia tentou cruzamento para a área e mandou a bola na direção do gol. Weverton, posicionado no meio da área para tentar interceptar um levantamento, não conseguiu alcançar e a bola entrou rente ao primeiro poste. Foi o primeiro gol sofrido pelo Palmeiras desde 25 de julho, em derrota para o Fluminense, no Maracanã, dez jogos atrás.

Atrás no placar, o Palmeiras se fechou completamente em campo e Felipão colocou o marcador Thiago Santos na vaga de Borja. Willian passou a ser o centroavante, mas a vibração da torcida do Palmeiras, impressionante nesta noite, não vinha dos avanços da equipe no ataque, mas de cada bote dado por seu camisa 5, que corria por todo o gramado perseguindo os adversários.

O restante da partida foi uma sintonia dos 33 mil palmeirenses nas arquibancadas com os 10 em campo. A cada chutão para frente, cada bote, cada queda provocada pela catimba palestrina, a casa alviverde se inflamava mais. E mesmo com a expulsão de Deyverson, até os 53 minutos do segundo tempo, o Cerro Porteño, martelando a defesa brasileira, não foi capaz de vencer os mais de 15 milhões que assopravam a bola para fora.

Por:Gazeta Esportiva (Sérgio Barzaghi/Gazeta Press/arquivo)

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Flamengo vence o Cruzeiro, mas não consegue classificar na Copa Libertadores

Nos primeiros 90 minutos, o Cruzeiro foi amplamente superior, venceu o Flamengo por 2 a 0, em duelo no início do mês, no Maracanã. Na noite desta quarta-feira, no Mineirão, foi o reencontro entre as equipes pela competição. O Rubro-Negro até conseguiu o triunfo, venceu por 1 a 0, mas não foi o suficiente. Com isso, a Raposa segue na Copa Libertadores.

Foi um duelo agradável de assistir. O Cruzeiro, mesmo com a vantagem, não foi um time chato e pragmático. Evidentemente, em algum momento sentou sobre a vantagem e aproveitou de sua primeira participação. Mas não abriu mão de jogar, criou, teve chances e quase marcou.

O Flamengo também foi gigante. Entrou em campo mesmo com um placar contrário e foi em busca. Nos dois tempos teve períodos melhores em campo e, em um deles, na segunda metade do jogo, marcou seu tento.

O Cruzeiro espera o vencedor de Boca Júnior ou Libertad. A partida decisiva será nesta quinta-feira. No primeiro jogo, o Boca venceu por 2 a 0, na Argentina.

O técnico Mano Menezes resolveu as questões que perturbavam sua cabeça nos vestiários do Mineirão. Decidiu por entrar com Barcos no ataque, tinha dúvida por Raniel, e colocou Lucas Romero improvisado na lateral, deixando Edilson, jogador contratado para resolver o problema da posição, no banco de reservas.

O duelo começou bastante movimentado. O Cruzeiro tinha uma posse inicial no jogo, conseguindo garantir a redonda e fazer disso mais tempo no campo ofensivo. A equipe celeste utilizava bastante Arrascaeta caindo pela ponta e Thiago Neves mais centralizado. Isso, no entanto, não era fixo.

O Flamengo usava bastante a saída com Diego e Everton Ribeiro. Paquetá também contribuía, mas era mais utilizado buscando a bola na defesa e distribuindo naquela primeira saída de jogo.

Algo que marcou os primeiros minutos de jogo também foram as faltas. Com isso, tinha pouca bola rolando.

Aos 20 minutos o Cruzeiro teve sua melhor oportunidade. Após vacilo de Diego, no meio campo flamenguista, a bola chegou em Thiago Neves que colocou Barcos na cara do gol. O atacante perdeu uma oportunidade de ouro.

Depois do susto, o Flamengo melhorou em campo. A equipe carioca conseguia passar pelos volantes da Raposa, envolvia, mas a redonda não passava pela zaga.

O Flamengo voltou atento para a etapa complementar. Diante disso, logo aos 4 minutos conseguiu uma chance clara de gol. O jogo ficou aberto.

Aos 12 minutos, o técnico Mano Menezes precisou colocar Edilson em campo, pois Lucas Romero sentiu dores no pé após uma pancada e não conseguiu seguir na partida. O Cruzeiro passou a se fechar. O Flamengo buscava o ataque com mais intensidade, pois o espaço estava aberto.

Aos 24 o Flamengo conseguiu seu primeiro gol. Em cobrança de escanteio, Everton Ribeiro ganha a bola e toca no meio. Léo Duarte coloca a redonda para dentro.

Depois de sofrer o gol, o Cruzeiro passou a buscar mais o ataque. O técnico Mano Menezes percebeu as necessidades e fez alterações, dando mais velocidade ao ataque com a entrada de Rafinha, por exemplo. O Cruzeiro cresceu, mas ainda assim o Flamengo tinha uma atitude mais ousada. Não foi o suficiente.
Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

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