São Paulo segura empate com o Santos na Vila e dorme na liderança

Santos e São Paulo fizeram um clássico tenso e de ataque contra defesa, na tarde deste domingo, na Vila Belmiro. Empurrado por sua torcida, o Peixe buscou mais o jogo, criou chances de gol, mas não conseguiu furar o sólido sistema defensivo do Tricolor, que segurou o empate por 0 a 0, finalizado com 12 cartões amarelos.

Com o resultado, o São Paulo chegou aos 50 pontos e assumiu provisoriamente a liderança do Campeonato Brasileiro. O time dirigido por Diego Aguirre, contudo, pode ser ultrapassado nesta segunda-feira pelo Internacional, que visita a Chapecoense. O Santos, por sua vez, permanece no oitavo lugar, com 32 pontos, dez abaixo do G6.

Pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo receberá o América-MG no próximo sábado, às 16 horas (de Brasília), no Morumbi. Já o Santos visitará o Cruzeiro, seu algoz na Copa do Brasil, domingo, às 19 horas, em Belo Horizonte.

O Jogo – O primeiro tempo foi de um time só. Aos cinco minutos, Rodrygo fez fila pela esquerda e só foi parado com falta dura de Bruno Alves, que foi advertido com cartão amarelo. Aos 13, os anfitriões reclamaram de pênalti, após disputa pelo alto entre Dodô e Joao Rojas, que viu a bola tocar em sua mão dentro da área. O juiz, contudo, assinalou falta no são-paulino.

Pouco depois, após boa trama pela esquerda, Carlos Sánchez recebeu cruzamento e testou na entrada da pequena área, mas Sidão, bem colocado, agarrou a bola. Aos 30 minutos, Rodrygo arrancou pela esquerda em rápido contra-ataque, invadiu a área, cortou para o meio, mas bateu desequilibrado, facilitando o trabalho de Sidão.

Sem conseguir agredir o time da casa, o São Paulo continuou sofrendo. Aos 35 minutos, Rodrygo foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro. A bola passou por Sidão e chegaria aos pés de Gabigol não fosse Reinaldo, que afastou o perigo. Pouco antes do intervalo, Arboleda levou o amarelo por falta em Sánchez, e Everton, com dores musculares, foi substituído por Liziero.

A etapa complementar começou quente. Antes de o relógio marcar um minuto de jogo, Robson Bambu recebeu cartão amarelo por falta dura em Liziero. Em seguida, Hudson foi advertido por derrubar Dodô. Com uma postura um pouco mais ofensiva, o São Paulo quis mostrar que voltou com outra atitude e fez Vanderlei trabalhar em chute de Rojas de fora da área.

O Santos respondeu aos dez minutos, quando Gabriel recebeu lançamento de Sánchez no bico da grande área e arriscou, mandando pelo lado de fora da rede. Aos 20, aparecendo mais no segundo tempo, o camisa 10 colocou a bola entre as pernas de Reinaldo na linha de fundo, mas cruzou nas mãos de Sidão.

Em busca do gol, Cuca promoveu a estreia do atacante Felippe Cardoso, que entrou na vaga de Derlis González. Aos 27 minutos, Rodrygo teve a bola do jogo em seus pés. Após lançamento de Pituca, Rodrygo se antecipou a Arboleda e saiu na cara de Sidão. O atacante, porém, quis tirar muito do goleiro e mandou para fora, desperdiçando chance incrível.

Diego Aguirre, então, colocou Tréllez e Everton Felipe nos lugares de Diego Souza e Rojas. Cuca respondeu tirando Sánchez e Rodrygo para as entradas de Bruno Henrique e Arthur Gomes. No fim, o São Paulo ainda teve uma chance em cobrança de falta na meia-lua da área santista, mas Nenê mandou na barreira e não conseguiu mexer no placar.

fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Marcelo Manera/AFP)

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Em clássico frustrante, Cruzeiro e Atlético-MG ficam no zero em Minas

Pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, Cruzeiro e Atlético-MG passaram longe de fazer do clássico deste domingo um dos mais marcantes da história. No Mineirão, as equipes deixaram a desejar e não saíram do zero, em empate que saiu com gosto de vitória para o lado celeste, que entrou em campo com o time reserva e conseguiu segurar os titulares do rival.

Em termos de tabela, o resultado, porém, é ruim para ambos. O time dirigido por Mano Menezes foi a 34 pontos ganhos e, na sétima colocação, continuam distantes dos primeiros colocados. Os comandados de Thiago Larghi, por sua vez, continuam na sexta posição, com 42, e perderam a oportunidade de se aproximar do primeiro pelotão.

Na próxima rodada, a Raposa enfrenta o Santos, na Vila Belmiro, enquanto o Galo volta a jogar fora de casa, desta vez contra o Flamengo, no Maracanã. Ambos os confrontos acontecem no próximo domingo, sendo o primeiro às 19h (no horário de Brasília), e o segundo um pouco mais cedo, às 16h.

O jogo começou pegado no Mineirão. O primeiro lance de perigo, inclusive, surgiu em uma das muitas faltas que foram cometidas nos primeiros minutos. Pela direita, Cazares levantou na segunda trave e Maidana apareceu bem para cabecear. No entanto, a bola passou por cima do travessão de Rafael.

A partida continuou dura e, com 10 minutos jogados, o árbitro já havia dado um cartão amarelo para cada lado. Com os reservas em campo, o Cruzeiro viu o Atlético controlar a posse de bola e tomar a iniciativa. Aos 15, Chará chegou ao fundo e cruzou à meia altura na área. Luan se antecipou à marcação e testou para o gol, mas Rafael, mostrando reflexo, fez ótima defesa.

Aos 27, o Galo voltou a assustar, desta vez em rápido contra-ataque. Após cobrança de escanteio do Cruzeiro, Cazares roubou a bola na intermediária, tabelou com Chará e saiu em boas condições de finalizar dentro da área. Rafael, porém, saiu bem do gol, fechou o ângulo e ficou com ela.

O Cruzeiro cresceu antes do intervalo e a primeira boa chance aconteceu somente aos 42 minutos, quando Raniel recebeu na entrada da área e deu de primeira para Sóbis, que estava bem posicionado para finalizar. O camisa sete dominou com a direita e bateu com a esquerda, mas o chute foi no meio do gol e ficou fácil para Victor defender.

Em primeiro tempo de muita disputa e pouco futebol, o zero a zero ficou de bom tamanho.

A etapa final começou, senão com mais perigoso, com o lance mais bonito do jogo. Marcelo Hermes recebeu pela esquerda, carregou na intermediária e soltou uma bomba em direção ao gol. O chute tinha endereço, mas Victor, de mão trocada, fez uma espetacular defesa para evitar o gol da Raposa.

A resposta alvinegra veio aos oito, com Cazares dominando pela esquerda, trazendo para o meio e batendo rasteiro com a perna direita. A bola passou raspando a trave esquerda.

Apesar do bom início, o ritmo caiu, junto com o rendimento das equipes, que pouco criaram a partir de então. Na reta final, a melhor chance foi do Cruzeiro. Sassá, que havia acabado de entrar, recebeu pela esquerda, cortou para dentro e soltou o pé. O chute levou perigo ao gol de Victor, que viu a redonda lamber o pé da trave esquerda.

De resto, foi muito pouco para um clássico, e menos ainda ao se tratar de duas equipes que lutam por algo neste Brasileirão. Atuações frustrantes e empate merecido em Minas Gerais.

fonte: Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini )

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Botafogo vence América-MG e se afasta da zona de rebaixamento

O Botafogo aproveitou o fator casa e derrotou por 1 a 0 o América-MG, neste domingo, no Nilton Santos. Com o resultado, os alvinegros chegaram a 29 pontos e se afastaram da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Já os mineiros seguem com 30, no meio da tabela de classificação da Série A.

O Botafogo foi melhor, principalmente no primeiro tempo, quando pressionou e acabou marcando o gol da vitória, com Rodrigo Lindoso. O América-MG criou pouco no ataque e saiu de campo com mais uma derrota fora de casa.

Na próxima rodada, o Botafogo terá pela frente o Vitória, e Salvador, no domingo. No dia anterior, o América-MG vai enfrentar o São Paulo, no Morumbi.

O jogo – O Botafogo iniciou a partida buscando pressionar o América-MG no campo de defesa. Os alvinegros assustaram logo com um minuto, em chute de Leo Valencia. Depois, foi a vez de Kieza tentou aproveitar um cruzamento na área, mas o goleiro João Ricardo estava atento para fazer a defesa.

Aos poucos, o América-MG passou a avançar e teve sua primeira chance aos 14 minutos. Wesley recebeu passe de Juninho e chutou com perigo. Só que o Botafogo seguia melhor e respondeu aos 21. Após escanteio, Igor Rabello escorou para Joel Carli, que cabeceou por cima do travessão.

De tanto insistir, o Botafogo abriu o placar aos 23 minutos. Marcinho cruzou pela direita e Rodrigo Lindoso se antecipou a marcação para cabecear para a rede.

O revés fez o América-MG buscar o ataque com mais intensidade. Os visitantes quase empataram aos 31 minutos, quando Matheusinho recebeu passe na área, mas foi travado por Moisés na hora da finalização. O Botafogo recuou e permitiu que os mineiros equilibrassem o confronto.

No entanto, o que se viu depois disso foi muita correria e pouca produção. As duas equipes passaram a errar muito no setor ofensivo e não levaram mais perigo ao adversário até o intervalo.

No segundo tempo, o América-MG veio com outra postura e disposto a empatar o jogo. Os visitantes quase marcaram aos cinco minutos, em chute de Luan que foi pela linha de fundo. Só que este foi o único lance de perigo criado pelos mineiros. O Botafogo acertou a marcação e conseguia segurar a posse de bola.

Após um período sem emoção, o América-MG teve nova oportunidade de marcar aos 21 minutos. Rafael Moura cruzou rasteiro para a área e viu Moisés tentar o corte, mas acertar a goleiro Saulo. Para sorte dos donos da casa, a bola foi para fora.

O confronto seguia com o mesmo panorama. O América-MG buscava o empate, mas sem muita criatividade. Já o Botafogo controlava a posse de bola, só que pecava no setor ofensivo. Os donos da casa só assustaram aos 33 minutos, em chute de Aguirre.

Nos minutos finais, a situação dos visitantes se complicou quando o atacante Luan discutiu com o lateral esquerdo Gilson, que estava no banco de reservas do Botafogo, e ambos acabaram expulsos. Assim, o América-MG ficou com um a menos no campo. Com a vantagem numérica, os donos da casa apenas administraram o resultado até o apito final.

Por:Gazeta Esportiva (Foto: Divulgação)

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Grêmio derrota Paraná e retorna para o quinto lugar no Brasileirão

O Grêmio venceu neste sábado o Paraná por 2 a 0 na Arena pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mesmo usando reservas, o Tricolor Gaúcho soube se impor diante dos paranistas. No primeiro tempo, os visitantes conseguiram dificultar um pouco, mas na etapa final a melhor qualidade gremista foi premiada. Os gols foram marcados por Douglas e Juninho Capixaba. De quebra, os gaúchos comemoram o triunfo no dia seu aniversário de 115 anos. Esse foi o jogo de número 200 do Imortal em seus domínios.

Com o resultado, o Grêmio saltou para o quinto lugar com 44 pontos. E o Paraná segue na lanterna com 16 pontos.

Agora o Grêmio dá uma pausa na competição nacional e enfrenta na terça o Atlético Tucumán, às 21h45(de Brasília), no Monumental José Fierro, pela primeira partida das quartas de final da Libertadores. Nessa fase da competição haverá utilização do árbitro de vídeo.

Na próxima rodada do Brasileirão o Grêmio recebe no dia 23, domingo, o Ceará, às 11h(de Brasília), na Arena. No mesmo dia o Paraná pega o Atlético-PR, às 16h(de Brasília), na Arena da Baixada.

Os reservas do Grêmio tomaram a iniciativa, enquanto o Paraná ficou mais recuado e especulou jogadas de contra-ataque. Para furar o bloqueio defensivo dos paranistas, os donos da casa, buscaram explorar os lados do campo.

A primeira chegada mais perigosa do Tricolor Gaúcho ocorreu, aos 13, em jogada realizada pela esquerda por Juninho Capixaba, a bola parou em Thonny Anderson, que chutou forte e Richard espalmou. Os gaúchos tentaram acelerar o jogo e furar a retranca do Paraná. Por sua vez, os visitantes se defenderam relativamente bem, porém tiveram imensas dificuldades na transição ofensiva.

Com o transcorrer do jogo, os jogadores paranistas fizeram cera e pararam a partida, a todo o momento cometendo faltas. Em ótima chegada gremista, aos 36, Léo Moura cruzou, a bola foi desviada e Richard salvou com a mão direita. No rebote, Juninho Capixaba chutou perto da trave.

Durante a etapa inicial, o Grêmio, como era esperado, foi para cima, mas esbarrou em um time bem fechado e que pouco permitiu para os anfitriões. Já o Paraná conseguiu bloquear as principais jogadas gremistas. Entretanto o time demonstrou limitações técnicas do meio-campo e ataque.

Para o segundo tempo, os mandantes vieram com tudo para abrir o placar. Aos cinco minutos, após cobrança de escanteio de Alisson, Paulo Miranda subiu sozinho e mandou de cabeça perto do travessão.

Dois minutos depois, Alisson faz jogada pela direita, Igor deu carrinho na área e pegou o atacante. O árbitro penalidade em favor da equipe gremista. Douglas cobrou a penalidade no meio e sem chances para Richard, abrindo o placar. Aos dez, em jogada rápida, Alisson tocou para Kaio chutar na rede do lado de fora.

Tentando buscar o prejuízo, o auxiliar Luciano Gusso, que substitui no banco de reservas Claudinei Oliveira, que está suspenso, fez duas mudanças. Saiu Torito González para a entrada de Maicosuel e saiu Rafael Grampola para a entrada de Ortigoza. Após marcar o primeiro gol, o Grêmio recuou e chamou o Paraná para o seu campo de ataque. Num rápido ataque pelo lado direito, aos 18, Alisson recebeu fora da área, olhou para a área e cruzou na cabeça de Juninho Capixaba, que encobriu o goleiro Richard para ampliar.

Por pouco os comandados de Renato Portaluppi não ampliaram o placar. Aos 26, Junior afastou mal a bola, recuou errado e Everton, de primeira, mandou uma bomba por cima do travessão. O Grêmio envolvia com facilidade a defesa do Paraná. Aos 36, Thonny Anderson recebeu livre de Everton, avançou na área e tocou errado. A zaga paranista afastou.

Impotente, o Paraná não conseguiu reagir na partida. O Grêmio tratou de administrar a vantagem e conseguiu importante resultado no Brasileirão. Além disso, a sua torcida pode comemorar uma vitória no dia do seu aniversário.

Por:Gazeta Esportiva (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

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Vasco e Flamengo empatam clássico agitado em Brasília

O clássico entre Vasco e Flamengo no Mané Garrincha em Brasília teve apenas um gol para cada lado, mas não faltaram emoções. Válido pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, o jogo foi disputado intensamente, e os dois goleiros trabalharam muito. Além disso, o meia Diego foi expulso no início do segundo tempo e o Flamengo jogou com um a menos por mais de 30 minutos, e o volante vascaíno Bruno Silva ficou desacordado após o choque com um companheiro e teve de ser levado do estádio de ambulância.

Andrés Ríos abriu o placar para o Vasco no primeiro tempo, e o zagueiro Luiz Gustavo, contra, deu números finais ao confronto na segunda etapa.

O resultado não foi bom para nenhum dos dois. O Flamengo segue na quarta colocação na tabela com 45 pontos, mas fica com o Grêmio na sua cola com 44, e pode ver os líderes Inter, São Paulo e Palmeiras se distanciarem até o final da rodada. Já o Vasco entrou na zona do rebaixamento e ocupa a 17ª colocação, com 25 pontos.

As duas equipes terão a semana livre para treinos e voltam a campo só no próximo final de semana. O Flamengo terá uma parada dura pela frente no confronto direto dentro do G6 contra o atlético-MG, no domingo, no Maracanã. O Vasco só joga na segunda 24, quando receberá o Bahia em São Januário.

O Vasco tomou as rédeas da partida assim que a bola rolou. De forma surpreendente, a equipe cruzmaltina jogava com grande intensidade, enquanto o Flamengo não se encontrava em campo, e com apenas dois minutos, obrigou Diego Alves a fazer a primeira defesa difícil. Raul foi à linha de fundo pela direita e tocou rasteiro para Andrés Rios na área. Sem marcação, o argentino dominou e chutou cruzado, obrigando Diego Alves a espalmar a bola.

O Flamengo seguiu dando espaços ao Vasco, que com grande espírito de luta, chegava com perigo. Aos 13, Willian Maranhão lançou Maxi Lopez por cobertura, na marca do pênalti. O atacante tocou na saída de Diego Alves e o goleiro defendeu com os pés. A bola ficou viva na pequena área e Ríos tentou tocar para o gol, mas foi atrapalhado por Réver e mandou para fora.

Aos 17, Paquetá bobeia no meio de campo, Ríos pega a bola e parte em contra-ataque. Ao se aproximar da área, abriu para Fabrício na esquerda, e o meia ajeitou e soltou a bomba. Diego Alves voou e espalmou para escanteio.

O Flamengo só começou a equilibrar o jogo a partir dos 20 minutos. No seu primeiro lance de perigo, Vitinho foi lançado na intermediária e percebeu Martín Silva adiantado, e tentou o chute por cobertura, mas a bola passou por cima do gol.

Mas quando o Rubro-Negro começava a se ajustar em campo, o Vasco abriu o placar, aos 27. Raul recebeu livre na ponta direita e cruzou na pequena área. Maxi Lopez entrou e tocou para o gol. Diego Alves fez defesa milagrosa, mas deu rebote na pequena área e Ríos só empurrou para marcar.

Em desvantagem , o Flamengo foi para cima e o Vasco se fechou para sair nos contra-ataques. Mas os comandados de Maurício Barbieri não conseguiam superar a bem plantada defesa vascaína. Aos 42, Diego tentou de fora da área, mas Martín Silva, que começava a trabalhar defendeu e mandou para escanteio.

As duas equipes voltaram sem alterações dos vestiários para a segunda etapa, e o Vasco começou assustando. Aos 2, Lenon cruzou da direita, perto da bandeirinha de córner e achou Maxi López na área, O atacante cabeceou, a bola bateu em Léo Duarte e foi no travessão e voltou para a área. Pará afastou mas o Vasco ficou com a bola. Novo cruzamento para área e Fabrício tenta o cabeceio, mas comete falta e a jogada é interrompida.

O Vasco, porém, começou a recuar demais e a dar campo para o Flamengo, que passou a encurralar o adversário em busca do emapate.

Aos dez, o Flamengo quase chegou ao empate, que só não aconteceu porque Martín Silva brilhou no gol vascaíno. No primeiro lance, Diego recebeu na direita e levantou do outro lado da área. Renê tentou dominar mas se atrapalhou. A bola sobrou para paquetá, que soltou a bomba de canhota, mas o goleirão do Vasco saiu bem e defendeu.

No lance seguinte, Vitinho recebeu próximo à meia lua e mandou por cobertura. Martín Silva se esticou todo e espalmou a bola.

Dois minutos depois, Vitinho tabelou com Diego na área e caiu pedindo pênalti. O árbitro não foi na dele e ainda aplicou um amarelo. Reclamações de ambos os lados e mais amarelos, inclusive para Diego, que na sequência reclamou e levou o vermelho.

Mesmo com um a menos, o Flamengo não diminuiu o ritmo, e acabou beneficiado por um gol contra, aos 16. Pará recebeu livre na direita e levantou na entrada da pequena área buscando Uribe. O zagueiro Luiz Gustavo tentou cortar de cabeça mas mandou contra o próprio gol.

O Vasco sentiu o gol e o Fla continuou em cima. Aos 19, Paquetá fez boa jogada no bico da área pela esquerda e cruzou forte por baixo. Everton Ribeiro tentou o carrinho no segundo pau mas não alcançou.

Aos 27, em jogada no grande círculo, Luiz Gustavo se chocou com Bruno Silva e o volante ficou desacordado no gramado. A partida ficou parada por mais de 10 minutos para o atendimento ao atleta vascaíno, que foi levado do estádio em uma ambulância.

O jogo recomeçou a todo vapor, com as duas equipes buscando o gol da vitória. Aos 38, Everton Ribeiro escapa em velocidade pela esquerda e ao entrar na área tentou tocar para Paquetá, que estava livre pelo meio, mas Mrtín Silva se antecipou e segurou a bola.

Aos 46 foi a vez do Vasco. Lançamento em profundidade para Maxi López, que se livrou de Réver e bateu de esquerda.

O jogo seguiu lá e cá até o final. Aos 56, Renê cruzou e Arão testou para fora com perigo. No lance seguinte, Willian Maranhão arriscou de fora da área e Diego Alves defendeu, mas abola subiu e quicou na rede pelo lado de fora.

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Palmeiras sofre, empata com gol de Melo e mantém terceiro lugar

O Palmeiras sofreu no Estádio da Fonte Nova, mas jogou o suficiente para alcançar a 10ª partida sem derrota no Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. Com um gol marcado pelo volante Felipe Melo, o time misto alviverde arrancou o empate por 1 a 1 contra o Bahia e manteve o terceiro lugar do torneio.

Com 47 pontos, dois a mais do que o Flamengo, o Palmeiras é superado apenas por São Paulo (50) e Internacional (49) na tabela de classificação. O Bahia, por sua vez, fica com 29 pontos e figura na 14ª colocação. O Vasco, primeiro integrante da zona de rebaixamento, tem 25 pontos.

Às 21h45 (de Brasília) desta quinta-feira, o Palmeiras volta a campo para enfrentar o Colo-Colo, pelas quartas de final da prioritária Copa Libertadores, no Estádio Monumental. Já o Bahia duela com o Vasco às 20 horas da próxima segunda-feira, em São Januário, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Jogo – O Bahia criou a primeira oportunidade para abrir o placar no Estádio da Fonte Nova. Após cobrança de escanteio pela direita, a bola sobrou para chute firme de Gilberto, defendido parcialmente pelo goleiro Weverton. Na sobra, o centroavante acabou furando.

O time da casa soube como aproveitar o momento favorável e saiu na frente aos 17 minutos do primeiro tempo. Após cruzamento da esquerda, Victor Luis tentou afastar de cabeça e a bola sobrou para Ramires, que limpou a marcação com tranquilidade e ajeitou para finalização precisa de Gilberto.

O Palmeiras melhorou após sofrer o gol e conseguiu equilibrar as ações, mas foi incapaz de ameaçar o gol defendido por Douglas Friedrich durante o primeiro tempo. Com lado esquerdo vulnerável, Paulo Turra trouxe Jean para reforçar o setor e mandou Hyoran para a direita.

Bahia e Palmeiras fizeram um segundo tempo de poucas emoções no Estádio da Fonte Nova. Na tentativa de melhorar o rendimento ofensivo da equipe alviverde, o auxiliar Paulo Turra resolveu sacar Bruno Henrique e Hyoran para as entradas de Dudu e Willian.

Encorpado pelas substituições, o Palmeiras ganhou volume de jogo no Estádio da Fonte Nova e passou a pressionar em busca do empate. Aos 33 minutos do segundo tempo, Dudu cobrou escanteio pelo lado direito e Felipe Melo subiu para completar de cabeça com sucesso.

A torcida palmeirense, presente em bom número na Fonte Nova, chegou a sonhar com a virada, mas o time não conseguiu manter o embalo. Por outro lado, se defendeu de maneira bem-sucedida para completar o 10º jogo seguido sem derrota pelo Brasileiro.
fonte: Gazeta Esportiva (Gazeta Press/Sergio Barzaghi/arquivo)

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Palmeiras tem gol anulado no fim e sai atrás do Cruzeiro na semi da Copa do Brasil

O Cruzeiro está um passo mais próximo da final da Copa do Brasil. Nesta quarta-feira, a Raposa visitou o Palmeiras no Allianz Parque, em confronto de ida da semifinal do torneio mata-mata, e venceu por 1 a 0 com tento anotado pelo ex-palmeirense Barcos, que desencantou após 11 jogos. No minuto final, Antônio Carlos empatou para o Verdão, mas a arbitragem anulou o gol e não aceitou a consulta ao VAR (Vídeo Árbitro).

Quando os times subiram ao gramado a torcida alviverde começou seu espetáculo. Os mais de 32 mil presentes levantaram um mosaico por todo o setor inferior da Arena com os dizeres “O Primeiro Palestra Itália”, em provocação ao rival da noite, que um dia foi homônimo. Com lugares ainda vazios, porém, o desenho ficou incompleto. Foi um indício de que o Chiqueiro não terminaria os 90 minutos em festa.

Com apenas quatro minutos, quatro palmeirenses falharam na marcação e o Cruzeiro abriu o placar com Barcos, que desencantou após jejum de 11 jogos. Dudu tentou drible no ataque e perdeu a bola, Diogo Barbosa demorou na recomposição e Edu Dracena precisou cobri-lo na esquerda. O zagueiro, junto com Thiago Santos e Bruno Henrique foram envolvidos em tabela de Thiago Neves com Robinho, que deixou Barcos na cara do gol para tocar na saída de Weverton.

Pela primeira vez com Felipão, o Palmeiras precisaria buscar uma virada. A equipe só havia saído atrás no marcador contra o Cerro Porteño-PAR, pela Copa Libertadores, mas na ocasião, o revés mínimo garantia (como de fato aconteceu) a classificação palestrina. E precisando reagir, o Verdão não mostrou repertório para vencer uma linha de quatro e outra de cinco marcadores bem posicionados por Mano Menezes.

As melhores (e únicas) oportunidades do Alviverde no restante da primeira etapa aconteceram logo após o gol sofrido. Dudu assustou Fábio com chute colocado de dentro da área, e Willian acertou o travessão em finalização prensada pelo cruzeirense Léo. Na reta final, Borja chegou a balançar as redes, mas a bomba do colombiano foi pelo lado de fora.

Já desacostumada a sair atrás no marcador, a torcida mandante mostrou impaciência. A cada passe errado era uma reclamação, cada roubada de bola suscitava pedidos de pressa, mesmo sem opções para dar sequência às jogadas. Alguns atletas, como Edu Dracena e Moisés não conseguiram repetir o futebol que vinham demonstrando, enquanto outros, como Mayke, claramente sentiram a pressão das arquibancadas.

Para a etapa final, Felipão voltou do intervalo com a substituição padrão: sacou seu volante marcador, Thiago Santos, e colocou um meio-campista, Lucas Lima. A mudança tornou o Palmeiras ainda mais ofensivo, mas não criativo. O Verdão seguiu apostando em jogadas individuais de Dudu pelo lado direito, mas o camisa 7 não esteve inspirado como nos últimos jogos. Os erros de passe e nenhuma infiltração pelo meio da defesa celeste completaram o cenário de dificuldades alviverde.

À metade do segundo tempo, Mano Menezes, que já havia sido obrigado a sacar Arrascaeta para a entrada de Rafinha durante os 45 minutos iniciais, trocou Robinho por Bruno Silva, e Barcos por Raniel. A estratégia era clara, fechar ainda mais o time e apostar na velocidade do jovem atacante nos contra-ataques.

Scolari, por sua vez, sem ter Guerra, Gustavo Scarpa ou Deyverson no banco de reservas, precisou recorrer ao garoto Artur, que entrou no lugar de Borja. Willian passou a ser o centroavante e Dudu foi jogar pelo lado esquerdo.

O jogo ganhou contornos ainda mais dramáticos já aos 36 minutos, quando o Cruzeiro ficou com um jogador a menos. Muito pressionado pelo Cruzeiro antes de a bola rolar, Wagner Reway deu toque de mão de Edilson em finalização de Willian fora da área. O cruzeirense seguiu reclamando com a arbitragem, recebeu a segunda advertência e acabou expulso.

Com a desigualdade numérica, o jogo pegou fogo nos minutos finais dos sete acrescidos por Wagner Reway. Aos 48, Egídio quase marcou contra, mas Fábio fez milagre para evitar. O lance resultou em grito uníssonos pelo lateral esquerdo, tanto dos palmeirenses, ironicamente, quanto da torcida visitante. No minuto seguinte, Lucas Lima recebeu dentro da área, finalizou com a perna direita, mas a bola explodiu no travessão.

E já no minuto final, Antônio Carlos balançou as redes, mas o árbitro anulou o gol e marcou falta de Edu Dracena em disputa com Fábio pelo alto. Os palestrinos pediram que o juiz consultasse o VAR, mas ele pediu que o goleiro celeste cobrasse a infração e terminou o duelo.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

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Corinthians segura Flamengo no Maracanã em jogo de ida pela Copa do Brasil

O Corinthians não teve uma atuação brilhante, mas mostrou dedicação e organização defensiva como há algum tempo não se via no clube. Diante de um Flamengo que sofreu para vencer as linhas de marcação alvinegras, o clube paulistano tentou no primeiro tempo, só se segurou no segundo e cravou um resultado de 0 a 0 na noite desta quarta-feira, no estádio do Maracanã, pela primeira partida da semifinal da Copa do Brasil.

Os dois times decidem a vaga na decisão do torneio nacional no próximo da 26, uma quarta-feira, na Arena Corinthians. Até, no entanto, disputam duas rodadas do Campeonato Brasileiro, esfriando um pouco o clima de decisão que tomou conta do embate nos últimos dias.

O próximo compromisso dos comandados de Jair Ventura será contra o Sport, às 19h (de Brasília) do domingo, em Itaquera, na tentativa de afastar a equipe da zona de rebaixamento do torneio. Barbieri e seus atletas, por outro lado, encaram o clássico contra o Vasco, no sábado, às 19h (de Brasília), na capital federal.

O Corinthians entrou em campo na noite desta quarta-feira com a clara proposta de barrar as investidas do habilidoso meio-campo adversário. Carente de alguns ajustes, a trinca de volantes Ralf, Gabriel e Douglas demorou a barrar as investidas, vendo Vitinho assustar em um chute da entrada da área. Clayson e Romero, voltando para formar uma linha de 5 à frente da defesa, ajudaram a deixar o time mais seguro.

Passado o susto inicial, o Timão começou a sair um pouco mais da sua defesa e quase abriu o placar em uma bobeada de Lucas Paquetá. Colocado em campo mediante grande esforço da diretoria flamenguista, que fretou um voo para trazê-lo dos Estados Unidos, onde defendeu a Seleção Brasileira na terça-feira, o meia recuou bola curta para Diego Alves, Clayson interceptou, invadiu a área e bateu forte, mandando na rede pelo lado de fora.

Pouco depois, Clayson deu belo drible em Éverton Ribeiro, tabelou com Jadson e serviu Douglas dentro da área. O volante chutou cruzado, mas mandou para fora. A resposta dos donos da casa não tardou. Após uma bola afastada parcialmente para a defesa, Cuellar jogou de novo para a área e Paquetá, com o pé direito, chutou cruzado, exigindo boa defesa de Cássio, espalmando para o lado.

Até o intervalo, o camisa 12 ainda teve outra ótima intervenção quando Vitinho cobrou escanteio pelo lado direito, Danilo Avelar desviou para trás e o goleiro conseguiu fazer boa defesa. O mesmo Vitinho tentou em bom lance pela esquerda, ganhando da marcação de Gabriel e cruzando rasteiro para o meio da área, mas Uribe, atrasado e atrapalhado por Henrique, não conseguiu concluir.

Os dois times voltaram para a etapa final com a mesma formação, aparentemente satisfeitos com o que foi apresentados nos 45 minutos iniciais. De novo na bola parada, principalmente escanteios, o Flamengo buscou testar a defesa corintiana pelo alto e, se não conseguiu uma finalização de perigo, ao menos ameaçou em jogadas que demoraram a ser afastadas pela retaguarda. Na melhor delas, Ralf, na linha da pequena área, evitou finalização de Réver.

Vitinho seguiu como a melhor opção dos donos da casa, sempre tentando a jogada individual, apesar da forte marcação. Em ouro lance do ponta esquerda, a bola foi rolada para Lucas Paquetá chutar forte da entrada da área, mas parar em defesa segura de Cássio. Foi o último lance do meio-campista da Seleção em campo, substituído, assim como o centroavante Uribe. Entraram Willian Arão e Henrique Dourado.

Os donos da casa viram Arão cair bem pelo lado direito e cruzar várias vezes, mas sempre parando na boa atuação de Henrique. Jair perdeu Fagner e Gabriel, visivelmente cansados, e mandou a campo Paulo Roberto e Araos na tentativa de dar mais gás ao time. A única alteração por opção foi a entrada de Mateus Vital na vaga de Clayson, que já não conseguia puxar os contragolpes corintianos.

Coube a Vital conseguir o único lance mais perigoso do alvinegro, dando pelo drible em Léo Duarte e servindo Romero. O paraguaio, porém, longe das suas noites iluminadas do último mês, cruzou mal para trás. Os minutos finais foram de pressão intensa, mas sem grandes finalizações dos donos da casa, vaiados pela sua torcida.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Staff imagens/Flamengo)

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Atlético Mineiro vence o Atlético-PR de virada e sobe na tabela

No confronto dos atléticos, na noite desta segunda-feira, no Independência, em Belo Horizonte, o Mineiro levou a melhor e venceu, por 3 a 1, de virada, o Paranaense. O resultado deu ao Galo a quinta colocação do Campeonato Brasileiro, com 41 pontos. O Furacão tem 27 tentos, na 14ª posição.

O jogo foi marcado por dois tempos totalmente diferentes. Na etapa inicial, o Atlético-PR fez um gol e tinha uma postura defensiva interessante. O Atlético-MG fez alterações na etapa final que surtiram efeito e o Galo venceu, por 3 a 1, com gols de Leonardo Silva, Elias e Ricardo Oliveira. O resultado permitiu ao Galo superar o Grêmio na tabela de classificação.

O Atlético-MG se prepara agora para enfrentar o clássico contra o Cruzeiro, no domingo, no Mineirão, às 16h (de Brasília). Já o Atlético-PR recebe o Fluminense, no mesmo dia e horário, na Arena da Baixada.

O Galo iniciou o duelo dominando a partida. A equipe da casa tinha o controle da bola e nos minutos iniciais atacou bastante. No entanto, a forma desordenada não ajudava em nada a evolução preto e branca. Na primeira descida do clube visitante, perigo. Os paranaenses chegaram primeiro em um contra-ataque e o time preto e branco conseguiu mandar para escanteio. Após duas cobranças, ambas fechadas, a redonda morreu no fundo das redes. O tento foi contra, marcado pelo zagueiro Maidana.

O Atlético partiu para o ataque. E equipe mineira tentou o empate rapidamente. O Galo se mandou, mas era pouco criativo no momento de finalizar a jogada. Por fim, se tornava um time burocrático, sem ânimo. Aos 13 minutos, após escanteio, Tomás Andrade pegou o rebote e levou bastante perigo.

Enquanto o Galo buscava o ataque, o time paranaense se defendia. Boas tabelas eram percebidas por Tomás Andrade e Fábio Santos, na ponta esquerda. Alias, foi nesta situação que o argentino recebeu e cruzou para o zagueiro Leonardo Silva, de cabeça, empatar.

Após o tento, o Atlético-MG seguiu na busca ao tento vitorioso. O time paranaense não conseguia mais atacar. As raras chegadas a frente eram em contra-ataques mal armados.

Na volta do intervalo, o Atlético-PR passou a encontrar mais espaços. A equipe paranaense aproveitava o desespero mineiro que buscava mais um gol para conseguir a vitória. Diante disso, o time paranaense encontrava vários espaços na defesa atleticana.

O técnico Thiago Larghi fez alterações e eles tiveram efeito. Elias e David Terans entraram em campo nas vagas de Matheus Galdezani e Tomás Andrade. E foi o volante que conseguiu o desempate.

Aos 21 minutos, em saída de velocidade do Galo, Luan recebeu na ponta direita. Ele encontrou Elias na área. O camisa 7, sem marcação, dominou e chutou forte. A bola morreu no fundo das redes.

Com a virada, o Atlético-PR buscou o ataque. O Galo então assumiu a outra condição: de contra-atacar.

Aos 28, o Atlético-PR quase conseguiu o empate. Em uma cobrança de escanteio, Raphael Veiga pegou a bola, após grande confusão na área, e chutou na trave.

No finalzinho, o Atlético fez mais um. Em contra-ataque rápido, aos 36, Cazares passou para Ricardo Oliveira. O atacante chutou duas vezes para conseguir o tento da tranquilidade.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Divulgação/CAM)

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Brasil goleia El Salvador e tem saldo positivo em início de trabalho

 Seleção aproveitou o nível dos adversários para testar novos atletas
A sequência de amistosos do Brasil realizada nos Estados Unidos acabou na noite de ontem, o time canarinho goleou por 5 a 0 a seleção de El Salvador e anteriormente venceu os Estados Unidos pelo placar de 2 a 0.
Em dois jogos, a seleção marcou sete gols e não viu suas redes serem balançadas, além disso, alguns jogadores surgiram na convocação e foram aproveitados como: Lucas Paquetá, Richarlison e Dedé.
Novidades surgiram na estrutura do time, como Neymar, camisa 10 e referência da seleção, passou a ser capitão fixo do time, de forma permanente encerrando o ciclo de capitães adotado desde a chegada do treinador em 2006.

Quem chamou a atenção foram os atacantes Roberto Firmino e RIcharlison, o primeiro que foi reserva na Copa do Mundo, marcou gol e fez boa partida contra os Estados Unidos, o segundo, ex-jogador do Fluminense, marcou dois gols contra El Salvador.

Os teste seguirão nas próximas convocações visando duas competições importantes, a Copa América de 2019, que será realizada no Brasil, além do pré-olímpico para os jogos de Tóquio em 2020, onde os convocados são sub-23, mais três além da idade.

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