São Paulo vacila e fica no empate com o América-MG no Morumbi

O São Paulo saiu de campo neste sábado com um empate com sabor de derrota no estádio do Morumbi. Recebendo o América-MG, pela 26ª rodada do Brasileirão, o time comandado pelo técnico Diego Aguirre saiu na frente com Diego Souza, porém, já na reta final da partida, os visitantes acabaram marcando e garantindo a igualdade em 1 a 1 no placar.

Com o resultado, o Tricolor ficou estagnado na liderança com 50 pontos e pode ver o Internacional assumir a ponta da tabela neste domingo, quando visita o Corinthians, em Itaquera.

Tendo de se preocupar apenas com o Campeonato Brasileiro, o São Paulo agora volta o foco para o Botafogo, seu adversário do próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Engenhão.

O jogo – o São Paulo sofreu para criar oportunidades de gol no início do jogo. Sem contar com dois dos três titulares de ataque (Rojas e Everton), o técnico Diego Aguirre teve de improvisar Liziero na ponta esquerda, enquanto Everton Felipe assumiu a direita. O América-MG, que não tinha nada a ver com isso, tirou proveito das ausências tricolores e correu pouco risco na primeira metade da etapa inicial.

Somente aos 29 minutos o São Paulo, enfim, deixou o grito de “gol” entalado na garganta de seus torcedores. Após cobrança de escanteio, a bola sobrou para Liziero, que dominou e bateu forte de dentro da área. A bola, no entanto, desviou providencialmente no volante David e acabou indo para a linha de fundo. Pouco depois, aos 36, foi a vez de Rodrigo Caio se lamentar ao subir mais alto que a defesa rival em cobrança de lateral de Reinaldo e cabecear em cima da zaga, ganhando novo escanteio.

Somente no fim do primeiro tempo o tão sonhado gol são-paulino saiu. Depois de Diego Souza dar uma bicicleta que passou perto do travessão de João Ricardo, o atacante foi às redes aos 45 minutos, pouco antes do intervalo, quando Nenê recebeu de Reinaldo após cobrar falta pela esquerda e cruzou na medida para que o camisa 9 ganhasse dos zagueiros e cabeceasse firme, sem chances para o goleiro rival.

Segundo tempo

Empolgado com o gol, o time do São Paulo voltou para o segundo tempo com uma postura completamente diferente à da etapa inicial. Mais agressivos, os comandados do técnico Diego Aguirre assustarem o América-MG pela primeira vez aos sete minutos, quando Nenê cobrou falta no ângulo, mas João Ricardo estava bem posicionado para fazer a defesa. Depois, em jogada de velocidade, Diego Souza ajeitou para Everton Felipe experimentar da entrada da área, mandando rente à trave direita do guarda redes rival.

Não satisfeito com a vantagem mínima no marcador, o São Paulo por pouco não chegou ao segundo gol aos 25 minutos. Diego Souza e Nenê novamente fizeram boa trama. O camisa 10 recebeu do autor do primeiro gol, dominou girando dentro da área, mas na hora que ia devolver para seu companheiro fazer o segundo do dia, a defesa do América-MG apareceu de forma providencial para evitar o tento tricolor. Dois minutos depois, aos 27, foi a vez de Reinaldo levar a torcida e Nenê à loucura ao aparecer no meio da jogada para completar o ótimo cruzamento de Régis para fora, enquanto o camisa 10 estava livre, com o chute já armado.

E o São Paulo, de tanto desperdiçar suas oportunidades, foi castigado aos 35 minutos. Em jogada pela esquerda, Carlinhos bateu forte, cruzado, dentro da área, e Sidão salvou ao fazer excelente defesa. No rebote, contudo, Matheuzinho estava bem posicionado para pegar de primeira e e garantir o empate do Coelho no Morumbi.

Por:Gazeta Esportiva (Foto:Sérgio Barzaghi/Gazeta Press)

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Operário vence o Cuiabá e é campeão do Brasileiro da Série C

O Cuiabá Esporte Clube acaba de deixar escapar o título de campeão da Série C, diante de mais de 40 mil torcedores, na Arena Pantanal. O Dourado não conseguiu segurar o Fantasma que com Bruno Batata abriu o marcador, no segundo tempo e faturou o Brasileirão para o Estado do Paraná. Este é o segundo título brasileiro consecutivo do Operário Ferroviário, que ano passado, venceu o Globo (RN) e foi vencedor da Série D.

Com várias oportunidades de gol, o Dourado não conseguia finalizar e sempre parava nas mãos do goleiro Simão. Apesar da derrota do time da capitão mato-grossense conseguiu o inédito acesso a Série B do ano quem vem, por ter chegado até esta altura da competição.

O Operário começou buscando o gol, logo nos primeiros minutos, Bruno Batata recebeu cruzado, tocou para Léo, que mandou uma bomba por cima do gol. Aos 3 minutos, houve uma queda de energia no estádio e o jogo foi paralisado por mais de uma hora. Na volta, Marino, na intermediaria, viu o espaço pelo meio, ariscou de longe e soltou uma bomba que saiu pela linha de fundo.

Jenison recebeu cruzado pela esquerda, subiu mais alto que a marcação e cabeceia no canto, mas o goleiro do Fantasma vivo na jogada, caiu para fazer linda defesa. Na sequencia, Eduardo Ramos, colocou na área, Adriano Pardal dominou e bateu. Só susto para o Operário. Aos 25 minutos, Eduardo Ramos levou amarelo por reclamação.

No contra-ataque Dione arrancou pela ponta esquerda, más Alê não abriu espaço, chegou junto e impediu o gol do Operário. Alê, novamente na jogada, no contra-ataque, chutou, mas Simão sai do gol e afasta o perigo. Bruno Batata brigou pela bola, passou para Cleyton que limpou a defesa e soltou uma bomba.

No final do primeiro tempo Adriano Pardal recebeu pelo alto na área, cabeceou direto no gol, mas o goleiro Simão fez milagre com os pés e tirou o perigo. Fim de primeiro tempo na Arena: 0 a 0.

Na etapa complementar Doda entrou no lugar de Hiltinho. O Operário não mexeu. Doda tenta a jogada pelo meio, é derrubado e cai na meia-lua. O árbitro não concede falta e a torcida vaia. Dione recebe de Bruno Batata, invade a área e bate cruzado. O goleiro Victor Souza pegou com facilidade.

Quirinho chutou cruzado pela esquerda, Victor Souza espalmou, na sobra Bruno Batata de dentro da pequena área só emburra: 1 a 0 Operário. Alê chegou muito forte em cima do jogador do Fantasma e levou amarelo. Bruno Batata ganha da marcação, faz o giro e bate de fora da área. A bola sobe muito e sai direto pela linha de fundo.

Jenison cruza para a área. Simão dá um tapa na bola, que ainda desvia em Marino antes de sair. É só tiro de meta para a equipe visitante. Robinho recebeu pela esquerda bateu cruzado, mas a bola desviou na marcação.

No final, após o bate-rebate, Edson Borges bate, e Simão faz mais um milagre e fecha o gol do time do Paraná. Fim de jogo. Operário é campeão da Série C.

Por:Só Notícias/David Murba (foto: assessoria)

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Palmeiras vence o Colo-Colo e sai na frente pela semi da Libertadores

A vaga está no colo do Palmeiras. Nesta quinta-feira, o Verdão foi a Santiago e venceu o Colo-Colo no Estádio Monumental por 2 a 0, pela partida de ida das quartas de final da Copa Libertadores da América. Bruno Henrique abriu o marcador com dois minutos do primeiro tempo e Felipão brilhou na etapa final ao alterar taticamente sua equipe e ver Dudu fechar o marcador.

Antes que qualquer análise das duas equipes pudesse aparecer, o Palmeiras abriu o placar. Borja brigou na entrada da área, roubou a bola e tabelou com Dudu. O colombiano cruzou para dentro da área, Moisés dominou e rolou para Bruno Henrique finalizar para as redes.

O começo eletrizante do Verdão foi fruto da postura da equipe de Luiz Felipe Scolari nos primeiros minutos de jogo. Quando abriu o placar, o Alviverde tinha cinco atletas dentro da área, além de Thiago Santos posicionado na meia-lua.

E à frente no marcador, a superioridade técnica palestrina prevaleceu até os 15 minutos. À vontade no jogo, o Maior Campeão do Brasil diminuiu o ritmo e trocou passes no meio-campo, à espera de uma brecha na defesa chilena.

O Colo-Colo, por sua vez, dependia da magia de Valdivia para chegar ao campo ofensivo. O camisa 10 teve ótima atuação, mas muito longe da área, não conseguia ser decisivo, já que precisava construir as jogadas dos mandantes a partir do segundo terço do campo.

Em meio a duas oportunidades perdidas por Dudu, as únicas chances reais de gol do Colo-Colo foram aos 25 minutos, em chute de Paredes, desviado por Antônio Carlos, e aos 42, quando Weverton salvou cruzamento direto para a área e Barrosos desperdiçou sem goleiro no rebote.

O principal ponto negativo do Palestra ficou por conta da marcação de meio-campo. Apesar de Bruno Henrique ser o melhor homem em campo, Thiago Santos, substituto de Felipe Melo no jogo, sofreu muito para marcar, levou duas canetas de Barrios, foi amarelado e não conseguiu roubar nenhuma bola. Para piorar, em um dos dribles sofridos, Bruno Henrique precisou fazer falta e também foi advertido com o cartão amarelo.

Na etapa final, o panorama da partida mudou. O Colo-Colo voltou melhor do intervalo e pressionou o Palestra pelo empate. O Verdão, apostando nos contra-golpes, teve boas oportunidades com Dudu, mas novamente o camisa 7 desperdiçou. Foi então que apareceu a genialidade de Luiz Felipe Scolari.

Primeiro, o treinador sacou Borja e colocou Jean em campo, tirando o Palmeiras do 4-3-3 para o 4-4-2, com o camisa 2 aberto pela direita, e Dudu e Willian na frente. A alteração não foi suficiente para conter o ímpeto dos chilenos e Felipão mudou de novo.

O técnico tirou o amarelado Thiago Santos e mandou a campo o paraguaio Gustavo Gómez. A partir desse momento, o Alviverde voltou a dominar o jogo. Pela primeira vez com três zagueiros desde que Felipão chegou ao clube, o Verdão teve Jean e Bruno Henrique como volantes e Dudu e Willian espetados na frente. Foram apenas quatro minutos de 5-3-2 até que o Maior Campeão do Brasil ampliasse sua vantagem.

Com 32 jogados, Willian puxou contra-ataque, invadiu a área, cortou para dentro e bateu no gol. Orión conseguiu grande defesa, a bola bateu na trave e sobrou nos pés de Dudu, que dominou e encheu o pé direito para estufar as redes.

Nos acréscimos ainda houve tempo para nova atuação do VAR nesta Libertadores. Damián Pérez fez falta em Mayke na linha de fundo e recebeu o cartão amarelo. Após ser avisado por Mauro Vigliano, porém, Andrés Cunha revisou o lance no monitor e decidiu expulsar o chileno.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press)

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Fluminense supera altitude, bate Deportivo Cuenca e encaminha vaga

O Fluminense não tomou conhecimento da altitude de Quito e venceu por 2 a 0 o Deportivo Cueca-EQU, nesta quinta-feira, no jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana. Com o resultado, os tricolores podem perder por até um gol de diferença no dia 4 de outubro, no Maracanã, para avançar na competição.

O jogo teve dois tempos distintos. No primeiro, o Tricolor dominou e foi para o intervalo a frente no placar após gol de Everaldo. Já na etapa final, o time equatoriano foi melhor e só não empatou porque teve gol mal anulado logo no início. Mesmo assim, os cariocas aproveitaram os espaços dados pelos donos da casa para marcarem o segundo, com Luciano.

O Deportivo Cuenca esboçou uma pressão no início e quase abriu placar logo aos três minutos. Digão errou o tempo de bola e permitiu Rojas entrar na área, mas o atacante equatoriano perdeu o ângulo para finalizar ao passar por Julio Cesar. Com isso, a zaga tricolor se recuperou e impediu o prosseguimento do lance.

Após o susto, o Fluminense melhorou a marcação e equilibrou a partida. No entanto, os cariocas buscavam trocar mais passes e pouco eram efetivos no ataque. Assim, o duelo passou a ficar concentrado entre as intermediárias, sem qualquer emoção.

Só que aos 22 minutos, em contra-ataque rápido, o Fluminense abriu o placar em Quito. Luciano deu belo passe para Everaldo, que dominou e chutou sem chance para Heras.

O revés foi sentido pelo Deportivo Cuenca, que viu os tricolores crescerem na partida. Os visitantes tiveram chance de ampliar aso 25 minutos. Sornoza arriscou de fora de área e viu o goleiro heras Heras espalmar do jeito que deu. Para a sorte dos donos da casa, nenhum atacante do Fluminense aproveitou o rebote. Quatro minutos depois, Everaldo chutou colocado da entrada da área e acertou o travessão.

Enquanto o Deportivo Cuenca não incomodava o goleiro Julio Cesar, o Fluminense continuava melhor em campo. No entanto, os tricolores só chegaram com perigo nos minutos finais. Everaldo chutou de fora da área e mandou por cima do travessão. Com isso, os cariocas mantiveram a vantagem mínima até o intervalo.

No segundo tempo, os equatorianos chegaram a colocar a bola para a rede com menos de um minuto. Pita recebeu passe na área, cruzou rasteiro e viu Gum colocar para o gol. No entanto, o assistente apontou, erradamente, impedimento do atacante do Deportivo Cuenca. Mesmo assim, o lance animou os donos da casa, que tiveram nova chance no minuto seguinte. Após cruzamento, Jhon Rodríguez cabeceou na trave de Julio Cesar.

O Deportivo Cuenca continuou a pressionar o Fluminense e quase empatou aos nove minutos. Após falta cobrada na área, Pita apareceu sozinho e cabeceou para grande defesa de Julio Cesar. No lance seguinte, o mesmo atacante cabeceou com perigo, mas desta vez para fora.

O Tricolor só conseguiu criar sua primeira chance aos 15 minutos. Luciano recebeu passe na entrada da área e tentou o chute colocado. Só que o atacante do time carioca pegou mal e viu a bola ir pela linha de fundo, sem perigo.

Com o passar do tempo, os tricolores souberam administrar o domínio adversário. Com isso, o Fluminense teve espaço para avançar com mais intensidade. Aos 27 minutos, após boa troca de passes do ataque, Everaldo chutou por cima do travessão. Em seguida, foi a vez de Ayrton Lucas desperdiçar boa chance de ampliar a vantagem em Quito.

O bom momento do Fluminense se transformou em gol aos 38 minutos. Ayrton Lucas fez grande jogada individual pela esquerda e cruzou rasteiro para Luciano apenas empurrar para a rede.

Nos minutos finais, o Fluminense passou a administrar o resultado. O Deportivo Cuenca já não tinha força para reagir e apenas esperou o apito final.

Por>Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria)

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Com um a menos, Bahia segura vitória sobre o Botafogo na Sul-Americana

O Bahia saiu na frente na disputa por uma vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana. Em partida disputada na noite desta quinta-feira, na Fonte Nova, o Tricolor de Aço derrotou o Botafogo por 2 a 1 e agora só depende de um empate, no jogo da volta, dia 3 de outubro, no estádio Nilton Santos para garantir uma vaga na próxima fase da competição internacional. Como marcou um gol fora de casa, o Alvinegro de General Severiano só precisa de uma vitória simples por 1 a 0 para se classificar.

O time dirigido por Enderson Moreira teve um bom começo quando chegou a abrir dois gols de vantagem, mas o Botafogo reagiu e poderia ter saído com um resultado bem melhor. O Alvinegro de General Severiano desperdiçou várias chances, mandou duas bolas na trave e ainda enfrentou o goleiro Douglas Friedrich em noite das mais felizes. Os gols foram marcados por Ramires e Clayton para o Bahia, enquanto Rodrigo Pimpão descontou para o Botafogo.

Com uma equipe muito modificada, o Botafogo começou a partida com cautela, enquanto o Bahia aproveitava o apoio da torcida para tentar pressionar a defesa carioca. E logo aos quatro minutos, marcou o primeiro gol. Nino Paraíba levantou na área, a defesa carioca afastou mal e a bola sobrou para Ramires que bateu no canto esquerdo de Diego que saltou, mas não conseguiu fazer a defesa.

O Botafogo ficou desnorteado ao sofrer o gol e só aos nove minutos é que conseguiu se aproximar da defesa baiana em cobrança de falta executada por Leo Valencia, mas a zaga aliviou o perigo. Armado com três volantes, o time dirigido por Zé Ricardo foi surpreendido com um gol logo no início e encontrava dificuldades para alegrar a partida.

Aos 17 minutos, o meia Leo Valencia sentiu um problema muscular e obrigou o técnico alvinegro a queimar a primeira substituição, Luis Fernando entrou em seu lugar. Dois minutos depois, ao tentar cortar uma cabeçada de Igor Rabello, Nino Paraíba mandou a bola contra seu gol e obrigou o goleiro Douglas Friedrich a praticar grande defesa para evitar o gol de empate.

Aos 22 minutos, a equipe de General Severiano criou nova chance para empatar. Luiz Fernando bateu escanteio e Brenner, na pequena área, concluiu para fora, desperdiçando grande oportunidade para deixar tudo igual.

O Botafogo ficava mais tempo com a bola, mas não conseguia criar situações de perigo para o goleiro Dougas. Já o Bahia trocava passes para segurar a vantagem e se mostrava mais objetivo.  Aos 38 minutos, Léo cruzou e Clayton cabeceou forte, mas o goleiro Diego fez grande defesa. O Botafogo respondeu com um chute de Brenner que bateu na trave depois de receber ótimo lançamento de Igor Rabello.

Aos 41 minutos, Brenner fez excelente passe para Rodrigo Pimpão que completamente livre, acertou a trave, desperdiçando mais uma chance de deixar tudo igual.

O Bahia voltou com Vinicius no lugar de Zé Rafael que sofreu uma lesão muscular, enquanto Zé Ricardo não fez mudanças no Botafogo. E o primeiro momento de perigo foi criado pelo time da casa. Vinicius cobrou escanteio e Douglas Grolli concluiu com perigo para o gol defendido por Diego.

Aos nove minutos, Luiz Fernando bateu falta e Douglas Friedrich fez grande defesa, espalmando para escanteio. Depois da cobrança, a bola sobrou para Marcelo Benevenuto que bateu para o gol, mas Lucas Fonseca salvou em cima da linha.

Quando tudo indicava que o Botafogo chegaria ao empate, o Bahia marcou o segundo gol aos 14 minutos. Após cobrança de escanteio, Clayton cabeceou sem força e o goleiro Diego falhou, espalmando para dentro das suas redes.

Dois minutos depois, o Botafogo marcou. Após conclusão de Luiz Fernando, o goleiro Douglas rebateu mal e Rodrigo Pimpão só empurrou para diminuir a vantagem da equipe da casa.

Depois de ter falhado no primeiro gol, o goleiro do Bahia evitou o empate, aos 22 minutos, ao defender uma forte cabeçada de Marcelo Benevenuto. Em outra conclusão de Benevenuto, Douglas Friedrich voltou a fazer grande defesa.

O Botafogo pressionava e o goleiro baiano aparecia com grande destaque. Aos 26 minutos, Douglas defendeu um chute forte de Luiz Fernando que recebeu bom passe dentro da área.

Aos 30 minutos, o lateral-esquerdo Léo se desentendeu com Luiz Fernando e acabou recebendo cartão vermelho. Para tentar aproveitar a vantagem numérica, o técnico Ricardo trocou o volante Jean pelo atacante Aguirre. Na equipe baiana, o volante Gregore foi deslocado para a lateral. Nos minutos finais, o Botafogo pressionou em busca do empate e o goleiro Douglas, já nos acréscimos, garantiu a vitória do Bahia.

Por:Gazeta Esportiva (foto:assessoria/arquivo)

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Internacional leva virada, perde pênalti no fim e São Paulo reassume a ponta

A Chapecoense venceu o Internacional por 2 a 1, nessa segunda-feira, na Arena Condá, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Numa partida emocionante, o Colorado saiu na frente, mas permitiu a virada dos catarinenses. Mais determinados, os donos da casa acabaram sendo mais objetivos com os gols de Leandro Pereira. Para os vermelhos fez Nico López. Além disso, brilhou a estrela do goleiro Jandrei, que defendeu uma penalidade Leandro Damião.

Com o resultado, a Chapecoense saltou para o 16º lugar, com 28 pontos. O Internacional perdeu a liderança e caiu para o segundo lugar, com 49 pontos. De quebra, a escrita continua: o Colorado segue sem vencer no Oeste Catarinense.

Na próxima rodada, a Chapecoense recebe, no dia 24, segunda, o Fluminense, às 20h (de Brasília), na Arena Condá. Já o Internacional visita o Corinthians no domingo, às 16h (de Brasília), na Arena Alvinegra.

Em rápida jogada de contra-ataque no começo do jogo, o Inter já levou susto a meta de Jandrei. Aos dois, na velocidade, Edenílson avançou pela direita e acionou Nico López. Dentro da área, o uruguaio chutou de pé esquerdo, na rede pelo lado de fora. A Chape não se intimidou, foi para cima e explorou as laterais do campo.  Aos sete, Diego Torres cobrou colocado, buscando o ângulo de Marcelo Lomba.

Uma partida bem franca, entre as duas equipes que buscam o gol. O Colorado tem levado vantagem pelo lado direito, principalmente com o atacante Nico López. Por sua vez, a Chape procurou levantar bolas aéreas para aproveitar a estatura de seus atacantes.

Numa ligação direta de Cuesta, aos 24, Pottker é acionado pela esquerda dentro da área e tentou o domínio. Rafael Thyere chegou de carrinho e tocou a bola. Jandrei entrou atrasado e derrubou o camisa 99 na área. Aos 25, Nico López esbanjou categoria na cobrança e deslocou Jandrei, que caiu para o canto esquerdo.

Depois de levar o gol, os donos da casa, foram para cima na tentativa de buscar o empate.  Aos 31, Eduardo chutou de longe. Cuesta entrou de cabeça e mandou para fora, mas a bola saiu com muito perigo. Aos 32, Diego Torres cobrou a falta com categoria. A bola explodiu no travessão de Marcelo Lomba. A resposta Colorado veio, aos 34, Nico cobrou escanteio na cabeça de Gabriel Dias, que subiu sozinho e desviou para fora, com perigo.

Após insistir tanto em bola alta, o time catarinense chegou a igualdade. Aos 36, Eduardo avançou pela direita, passou por Pottker e cruzou para Leandro Pereira. O centroavante ganhou de Rodrigo Moledo e cabeceou no canto direito de Lomba. Muito equilíbrio nas ações do jogo, com a Chape apelando para a bola parada. Enquanto o Inter tem encontrado dificuldades na marcação pelos lados do campo. Do meio pra frente, os vermelhos precisam acelerar a transição.

Os visitantes tem sofrido bastante com as jogadas de Victor Andrade e Doffo pelas laterais. A equipe vermelha está muito recuada e tem perdido a maioria dos rebotes.

Com a Chape se soltando para o ataque, começou a surgir espaços para o contra-ataque do Inter. Aos 10, Nico López dominou e acionou Jonatan Alvez, que saiu sozinho no campo de defesa da Chape. O atacante avançou, invadiu a área e chutou sobre Jandrei. No minuto seguinte, Victor Andrade arriscou de longe e mandou por cima do gol. Aos 13, Leandro Pereira ganhou da zaga colorada e cabeceou fraco. Lomba faz a defesa. Em mais uma atuação que deixou a desejar, o centroavante Jonatan Alvez foi substituído por Leandro Damião.

Por pouco, os gaúchos não pularam na frente do marcador. Aos 19, Edenílson dominou na entrada da área e percebeu a movimentação de Leandro Damião. O volante tentou a enfiada para o centroavante, mas Jandrei vai bem e ficou com a bola. Uma das característica dos times de Guto Ferreira sempre foi apostar nas jogadas aéreas.

Mostrando mais ambição de querer vencer, a Chapecoense conseguiu a virada. Aos 32, Bruno Silva avançou pela direita e cruzou para Leandro Pereira, que finalizou de pé direito. A bola bateu no braço de Víctor Cuesta, que entrou de carrinho para bloquear o chute. Penalidade marcada em favor dos catarinenses. O argentino foi mais cedo para o chuveiro. Aos 36, Leandro Pereira cobrou com categoria e deslocou Marcelo Lomba. Bola para a direita, goleiro para o lado esquerdo. Aos 41, Doffo arrancou pela esquerda, invadiu a área após passar por Gabriel Dias e tentou o chute de pé esquerdo.

Tentando um jogador a menos em campo, o Internacional se soltou para o ataque e levou perigo em três oportunidades. Aos 44, D’Alessandro dominou pelo meio e tabelou com Iago. O argentino chutou colocado, no centro do gol. Jandrei espalmou e salvou a Chape. Aos 45, após bola levantada para a área, Damião desviou de cabeça. Moledo completou na pequena área, e a bola saiu com muito perigo. Aos 46, D’Alessandro acionou Damião pela direita. O centroavante cruzou para Camilo, que entrou no primeiro poste e completou para fora, já dentro da pequena área. Aos 48, D’Alessandro cruzou da direita para a área. Leandro Damião é empurrado por Barreto dentro da área. O árbitro assinalou pênalti.

Mais uma vez o Colorado desperdiçou a assumir a liderança novamente. Aos 49, Damião cobrou forte, no canto direito de Jandrei, mas à meia altura. O goleiro voou e faz grande defesa. Aos 51, D’Alessandro cobrou falta para a área. Damião desviou de cabeça, e Jandrei salvou a Chape mais uma vez. Milagre do goleiro da Chapecoense.

Por:Redação Só Notícias (foto: Ricardo Duarte/SCI)

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Hamilton lidera de ponta a ponta e vence GP de Singapura

De ponta a ponta. Foi assim que Lewis Hamilton venceu sua sétima corrida na temporada da Fórmula 1 e o Grande Prêmio de Singapura. Depois de bater o recorde da pista e garantir a pole position no treino de classificação com uma volta perfeita, o piloto da Mercedes teve um desempenho seguro neste domingo e não encontrou muitos problemas para manter a liderança durante toda a prova e receber a bandeira quadriculada na ponta.

Quem teve uma noite para esquecer nas ruas de Marina Bay foi Sebastian Vettel. Depois de sucumbir na qualificação, o piloto da Mercedes tentou fazer valer a estratégia de parar primeiro diante da possibilidade de chuva, mas viu sua estratégia cair por terra aos poucos e terminar da mesma forma como começou, na terceira posição. Max Verstappen até esboçou um desejo pela vitória, mas ficou mesmo em segundo.

Com o resultado da prova em Singapura, a diferença entre Hamilton e Vettel na briga pelo título da Fórmula 1 subiu para 40 pontos. O piloto da Mercedes, em busca do pentacampeonato, chegou aos 281 pontos, contra 241 do adversário da Ferrari.

O começo de prova foi bastante agitado tanto na parte da frente quanto no setor intermediário. Depois de uma ótima largada, Sebastian Vettel colocou quase meio carro à frente de Verstappen logo na primeira curva, mas viu o adversário manter a posição. Logo em seguida, porém, o piloto da Ferrari assumiu a segunda colocação e seguiu a “caça” à Lewis Hamilton.

Já nos carros do meio do grid, a primeira colisão não demorou nem duas curvas para acontecer. E logo envolvendo os dois pilotos da Force India. Na tentativa de ultrapassagem por fora, Esteban Ocon acabou tocado por Sergio Perez e se chocou contra o muro, deixando a prova ainda na primeira volta.

Se tudo parecia encaminhado para uma corrida sem imprevistos, o imponderável demorou pouco mais de 10 voltas para se mostrar: a chuva. E com ela, houve uma clara mudança de estratégia das equipes, que optaram por irem aos boxes mais cedo. Sebastian Vettel foi o primeiro, seguido por Hamilton e Verstappen, que voltou à frente do piloto alemão, assim como na largada, colocando por terra a ideia inicial da Ferrari.

Único piloto entre os primeiros colocados a voltar dos boxes com pneus ultramacios, Vettel começou a ver sua estratégia e a da sua equipe cair por terra aos poucos. Sem conseguir virar à frente de Verstappen, o alemão foi ficando distante de Hamilton, que reinava soberano na primeira posição.

Passada metade da prova, pouca emoção marcou o GP de Singapura a não ser pelo início da chuva. Por isso, coube novamente ao mexicano Sergio Perez aparecer para trazer emoção. Em uma intensa disputa pelo 13º lugar, o piloto da Force India não encontrava espaços para ultrapassar Sirotkin e acabou colidindo com o adversário e furando o próprio pneu.

A emoção continuou sendo proporcionada por Romain Grosjean, que decidiu colocar mais pimenta na disputa pelas primeiras posições. Retardatário, o piloto da Haas pareceu não ter visto Hamilton por seu retrovisor e muito menos a bandeira azul para abrir caminho, segurando o atual líder do campeonato e deixando Verstappen muito próximo. Depois de uma confusão inicial, o piloto da Mercedes retomou a ponta sem problemas.

Final tranquilo e Hamilton no topo do pódio pela sétima vez na temporada

As últimas voltas do grande Prêmio de Singapura tiveram pouca emoção. Sem dificuldades, Hamilton manteve a ponta, seguido por Verstappen e Vettel. O quarto lugar ficou com Valtteri Bottas, enquanto Kimi Raikkonen completou a lista dos cinco primeiros colocados.

Completando os pilotos que pontuaram nas ruas de Marina Bay ficaram Daniel Ricciardo, Fernando Alonso, Carlos Sainz, Charles Leclerc e Nico Hulkenberg.

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Manan VATSYAYANA/AFP)

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Palmeiras sofre, empata com gol de Melo e mantém terceiro lugar

O Palmeiras sofreu no Estádio da Fonte Nova, mas jogou o suficiente para alcançar a 10ª partida sem derrota no Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. Com um gol marcado pelo volante Felipe Melo, o time misto alviverde arrancou o empate por 1 a 1 contra o Bahia e manteve o terceiro lugar do torneio.

Com 47 pontos, dois a mais do que o Flamengo, o Palmeiras é superado apenas por São Paulo (50) e Internacional (49) na tabela de classificação. O Bahia, por sua vez, fica com 29 pontos e figura na 14ª colocação. O Vasco, primeiro integrante da zona de rebaixamento, tem 25 pontos.

Às 21h45 (de Brasília) desta quinta-feira, o Palmeiras volta a campo para enfrentar o Colo-Colo, pelas quartas de final da prioritária Copa Libertadores, no Estádio Monumental. Já o Bahia duela com o Vasco às 20 horas da próxima segunda-feira, em São Januário, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Jogo – O Bahia criou a primeira oportunidade para abrir o placar no Estádio da Fonte Nova. Após cobrança de escanteio pela direita, a bola sobrou para chute firme de Gilberto, defendido parcialmente pelo goleiro Weverton. Na sobra, o centroavante acabou furando.

O time da casa soube como aproveitar o momento favorável e saiu na frente aos 17 minutos do primeiro tempo. Após cruzamento da esquerda, Victor Luis tentou afastar de cabeça e a bola sobrou para Ramires, que limpou a marcação com tranquilidade e ajeitou para finalização precisa de Gilberto.

O Palmeiras melhorou após sofrer o gol e conseguiu equilibrar as ações, mas foi incapaz de ameaçar o gol defendido por Douglas Friedrich durante o primeiro tempo. Com lado esquerdo vulnerável, Paulo Turra trouxe Jean para reforçar o setor e mandou Hyoran para a direita.

Bahia e Palmeiras fizeram um segundo tempo de poucas emoções no Estádio da Fonte Nova. Na tentativa de melhorar o rendimento ofensivo da equipe alviverde, o auxiliar Paulo Turra resolveu sacar Bruno Henrique e Hyoran para as entradas de Dudu e Willian.

Encorpado pelas substituições, o Palmeiras ganhou volume de jogo no Estádio da Fonte Nova e passou a pressionar em busca do empate. Aos 33 minutos do segundo tempo, Dudu cobrou escanteio pelo lado direito e Felipe Melo subiu para completar de cabeça com sucesso.

A torcida palmeirense, presente em bom número na Fonte Nova, chegou a sonhar com a virada, mas o time não conseguiu manter o embalo. Por outro lado, se defendeu de maneira bem-sucedida para completar o 10º jogo seguido sem derrota pelo Brasileiro.

fonte: Gazeta Esportiva (Gazeta Press/Sergio Barzaghi/arquivo)

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Corinthians vira sobre o Sport no final do jogo e respira no Brasileiro

O Corinthians conseguiu uma emocionante vitória na noite deste domingo, a primeira do técnico Jair Ventura no comando da equipe. Depois de sair atrás em um lance infeliz do zagueiro Henrique, que cometeu pênalti e deu a chance para Hernane abrir o placar. Contando com grande atuação do meia Jadson, autor de um dos gols, o Alvinegro chegou ao 2 a 1 com Danilo Avelar, aos 44 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Timão chega aos 33 pontos, voltando a vencer depois de quatro rodadas e chegando à sétima colocação, superando o Cruzeiro no número de vitórias. Além disso, mantém o Leão com 24, deixando o adversário e a zona de rebaixamento longe de si.

Na próxima rodada, os comandados de Jair Ventura encaram o Internacional, que entrou neste final de semana como líder da competição. O duelo está marcado para as 16h (de Brasília) do domingo, na Arena Corinthians. Eduardo Baptista e seus atletas, por outro lado, voltam ao Recife, local do embate contra o Palmeiras, às 18h (de Brasília) do mesmo dia, na Ilha do Retiro.

Roger perde gols; Hernane “broca”

A partida começou em um ritmo acelerado por parte dos donos da casa, tentando apertar o Sport no seu campo de defesa. Roger, em duas oportunidades, sairia na cara do gol, mas acabou sendo pego em impedimento pela arbitragem. Quando foi dele o passe, porém, a jogada saiu: boa enfiada para Clayson, que limpou Magrão e cruzou na pequena área. A bola foi desviada levemente pelo goleiro, o suficiente para o camisa 9 perder o tempo e mandar a cabeçada por cima do gol.

O Timão seguiu em bom ritmo, buscando aproximação entre Romero e Jadson pela direita para criar as chances de gol. Em uma boa trama da dupla, auxiliada pela esporádica subida de Paulo Roberto. O camisa 10 alvinegro mostrou muita visão de jogo e precisão para acionar Roger na marca do pênalti, mas o companheiro mostrou exatamente o contrário ao pegar mal na bola e mandar à esquerda de Magrão.

O erro, que deixou irritada a torcida, ainda cobrou seu preço logo depois. Em escapada pela esquerda do ataque, Sander ultrapassou a intermediária e cruzou para Hernane. O centroavante aparentemente não alcançaria a bola, mas foi deslocado por Henrique, pelas costas, e o juiz marcou pênalti para a equipe visitante. O próprio “Brocador” foi para a cobrança, esperou Cássio cair para o canto e mandou no meio, abrindo o placar.

O jogo ficou mais nervoso para os alvinegros em desvantagem, sempre buscando acelerar as jogadas sem tanta precisão. O cenário ficou bom para os pernambucanos, que viram o contra-ataque se apresentar. Na melhor chance, porém, Neto Moura preferiu tentar um gol do meio-campo, vendo, de longe, Cássio matar o chute no peito e sair jogando, em um dos poucos momentos de delírio da torcida até o intervalo.

Jair Ventura percebeu a inabilidade do Corinthians para criar jogadas no meio-campo e sacou Douglas, que pouco participava da partida, para promover a entrada de Mateus Vital. Com mais aproximação no meio-campo, o Alvinegro conseguiu construir jogadas por baixo e poderia ter aberto o placar antes dos dez minutos, quando Romero recebeu na área e chutou cruzado. Roger poderia tentar fechar na segunda trave, mas não tentou e viu a bola sair pela linha de fundo.

A pressão corintiana seguiu, com o Sport muito recuado na tentativa de proteger o resultado. Depois de tanto martelar, os donos da casa enfim conseguiram o empate. Após falta cobrada na área, a zaga afastou parcialmente e Clayson, pela esquerda, recolocou o a redonda na zona de perigo. Roger, Léo Santos e Henrique, os três sem marcação, não conseguiram finalizar e a zaga deu um toque, deixando o lance limpo para Jadson chutar de esquerda e marcar um lindo gol.

O ímpeto corintiano foi freado após muitas substituições, com os dois treinadores chegando aos 27 minutos do segundo tempo já sem alteração, fosse por cansaço ou lesão de quem estava jogando. Jair procurou abrir a defesa adversária com a entrada de Pedrinho na vaga de Roger, mas teve de queimar uma outra mexida com a contusão de Paulo Roberto, contando apenas com esse fator para chegar à vitória.

E ela veio depois de muita insistência. Sem deixar de sofrer com o perigo de ataques do Sport, que ameaçou em lances de Rogério e Neto Moura, o Alvinegro viu Clayson deixar a ponta esquerda e abrir para Gabriel. O volante, que entrou na lateral, devolveu e viu o companheiro ganhar de Sander no corpo. O cruzamento foi na primeira trave, Romero ganhou pelo alto e Avelar, livre na segunda, empurrou para a rede.

fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo)

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Furacão vence o Fluminense e quebra sequência negativa no Brasileirão

O Atlético Paranaense reencontrou o caminho das vitorias após três derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro e bateu o Fluminense por 3 a 1, na Arena da Baixada, em Curitiba. Com o resultado, o Furacão chegou aos 30 pontos, na 11ª colocação. Já o Tricolor, com 31 pontos, é o nono colocado.

O Rubro-Negro abriu a contagem aos 17 minutos, com Raphael Veiga, que recebeu de Nikão e com tranquilidade mandou para o fundo da rede. Pablo, aos 46 minutos, aproveitou cruzamento rasteiro para ampliar. Depois do intervalo, Luciano descontou, aos 14 minutos. Mas Léo Pereira, aos 25 minutos, fez o terceiro dos donos da casa

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense terá o clássico diante do lanterna Paraná Clube, domingo, na Arena da Baixada. Já o Fluminense encara a Chapecoense, segunda-feira, dia 24 de setembro, na Arena Condá, em Chapecó.

O Furacão começou a partida trocando passes, segurando a posse de bola para buscar espaços na defesa carioca, fechado nos primeiros minutos. Aos seis minutos, após triangulação, Renan Lodi cruzou fechado e Digão subiu para afastar da área. Aos nove minutos, pegando sobra de bola de falta cobrada por Raphael Veiga, arriscou o chute de fora da área e isolou.

O Rubro-Negro dominava as ações totalmente, mas tinha dificuldade em penetrar na defesa adversária. Aos 14 minutos, Renan Lodi chutou de longe e Júlio César segurou sem maior problema. A primeira chagada do Flu aconteceu aos 17 minutos, com Marlon descendo pela esquerda e chutando cruzando. Kayke se esticou, mas não conseguiu completar o lance. A resposta, no entanto, foi fatal. Raphael Veiga recebeu na área, teve tempo para ajeitar e bater para o fundo da rede, abrindo o placar.

O Atlético seguia pressionado e, aos 24 minutos, boa tabela do setor ofensivo que chegou aos pés de Marcinho que, mesmo sem ângulo, soltou o pé para intervenção precisa de Júlio César. O goleiro Santos deu um susto no torcedor, aos 30 minutos, se enrolando na saída de bola, que sobrou para Luciano que chutou e parou na recuperação do arqueiro atleticano. Aos 35 minutos, foi a vez de Lucho vacilar e dar o contra-ataque nos pés e Kayke que finalizou nas mãos de Santos.

O Fluminense cresceu e, aos 44 minutos, Dodi cobrou falta fechada e Santos teve que se virar para defender. Mas, nos acréscimos, Pablo aproveitou cruzamento rasteiro depois de bela jogada ensaiada em cobrança de falta para chutar e ampliar a vantagem.

Para a segunda etapa, o Flu retornou com Marcos Junior no lugar de Dodi. Mas quem criou a primeira grande oportunidade foi o Furacão, com Raphael Veiga, que com o gol livre após saída desesperada de Júlio César, acertou o travessão na tentativa de encobrir. Aos nove minutos, Renan Lodi chegou em velocidade para cruzar e Digão bloqueou no momento certo. Pegando rebote, aos 11 minutos, Pablo chutou direto pela linha de fundo.

O Tricolor reagiu e, aos 14 minutos, aproveitando cobrança de escanteio, Luciano subiu para testar e descontar para os cariocas. O Rubro-Negro não se abalou com o gol sofrido e seguia com mais posse. Aos 25 minutos, Raphael Veiga fez o cruzamento e Léo Pereira subiu no meio da zaga para cabecear e marcar o terceiro do Furacão. O Flu tentou responder aos 31 minutos, Junior Dutra subindo para testar por cima da meta. O Atlético administrava bem o resultado. Aos 41 minutos, Cirino chutou de longe e Júlio Cesar pegou em dois tempos.

fonte: Gazeta Esportiva (Miguel Locatelli/CAP)

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