Cruzeiro empata, elimina Palmeiras e decide com Corinthians a Copa do Brasil

O Cruzeiro está na final da Copa do Brasil. Em duelo na noite desta quarta-feira, no Mineirão, a Raposa empatou com o Palmeiras por 1 a 1 e se garantiu na decisão do torneio para buscar o bicampeonato consecutivo após triunfo magro no Allianz Parque. Barcos aplicou novamente a Lei do Ex no primeiro tempo morno, Felipe Melo empatou na etapa final, mas o Verdão não conseguiu a virada que levaria para os pênaltis.

Antes de a bola rolar, a festa já era espetacular no Mineirão. Animada, a torcida do Palmeiras cantou sem parar desde o início do aquecimento de seus goleiros até o final dos trabalhos em campo, com cantos de “time da virada” e “Palestra Itália só tem um”. A torcida celeste, guardando os gritos para quando a bola começasse a rolar, e talvez prevendo o final feliz, pouco se manifestou.

Fugindo do habitual, a equipe de Luiz Felipe Scolari fez um longo aquecimento: entrou antes e deixou o gramado depois dos cruzeirenses. Tudo com o intuito de ‘sentir’ o jogo. Mas quando o árbitro Wagner Magalhães apitou o início da decisão, os alviverdes pareciam ainda não ter entendido a dinâmica da partida.

Precisando de ao menos um gol, o Verdão entrou receoso de ver sua defesa vazada e permitiu que o Cruzeiro acalmasse os ânimos no início. O desempenho ruim de Borja, Marcos Rocha e Willian, além de todo o setor de meio-campo, somado à linha defensiva baixa, fez com que a Raposa tivesse tranquilidade para se defender, retomar as segundas bolas e avançar com espaço.

E justamente em uma sequência de erros individuais, o Cruzeiro abriu o placar aos 26 minutos do primeiro tempo. Diogo Barbosa perdeu disputa no ataque, Antônio Carlos tentou deixar Barcos impedido, mas errou, e Weverton foi lento ao sair do gol e tentar abafar o argentino, que o driblou e mandou para as redes. Foi a nova ‘Lei do Ex’ na semifinal, já que o camisa 28 já havia marcado no Allianz Parque.

O Palmeiras não conseguia furar o bloqueio defensivo dos mandantes, e a primeira e única finalização da equipe na etapa inicial saiu apenas aos 39 minutos, com Moisés, que obrigou bela defesa de Fabio. O Cruzeiro ainda teve nova chance antes do intervalo, quando Rafinha se aproveitou de novo erro de Marcos Rocha, escolha de Felipão para a partida, mas bateu fraco. Apenas três chutes no total em 45 minutos iniciais de pouca inspiração dos dois lados.

Segundo tempo ganha em emoção, Palmeiras reage, mas não o suficiente
Ao apito final do primeiro tempo, a torcida visitante, muito barulhenta durante todo o jogo, se calou de preocupação. O Palmeiras de Felipão havia saído atrás no placar apenas três vezes, sem ter conseguido vencer em nenhuma destas (duas derrotas e um empate). Bastaram quatro minutos após o intervalo, porém, para a esperança e os gritos voltarem ao lado verde das arquibancadas.

Após reclamar muito com Borja durante todo o primeiro tempo, Felipão sacou o colombiano, junto com Bruno Henrique, e colocou Deyverson e Guerra em campo. E com quatro jogados, Dudu cobrou escanteio, Felipe Melo ganhou de Dedé pelo alto, mandou para as redes e fez renascer a esperança palestrina. Redenção para o camisa 30, único volante em campo e que havia acabado de levar um cartão amarelo.

O gol fez o Palmeiras adiantar suas linhas e pressionar o Cruzeiro, que permitiu o abafa na esperança de conseguir um contra-ataque para matar o jogo. Mano Menezes sacou Thiago Neves e Barcos para as entradas de Bruno Silva e Sassá. As alterações fecharam ainda mais a equipe, mas o centroavante deu muito trabalho em jogadas de pivô na frente.

O posicionamento ofensivo fez o Alviverde levar perigo, mas erros de passe, a falta de ritmo de jogo de Guerra, que se movimentou bem, mas esteve mal tecnicamente e o cansaço pelos mais de oito mil quilômetros de viagem em uma semana não permitiram o segundo gol visitante.

O Cruzeiro, por sua vez, melhor fisicamente, equilibrou as ações nos 15 minutos finais e quase balançou as redes em cabeçada de Dedé. A defesa de Weverton, porém, não fez falta para a Raposa, que com o empate por 1 a 1, se classificou à final da Copa do Brasil.

Por:Gazeta Esportiva (foto: arquivo/Gazeta Press)

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Corinthians vence o Flamengo e está na final da Copa do Brasil

O Corinthians superou suas próprias limitações técnicas, se fortaleceu no apoio incondicional de sua torcida e na categoria de seu camisa 10 para superar o afortunado Flamengo dentro da Arena de Itaquera nessa quarta-feira. Com o drama que lhe é característico, o Timão fez 2 a 1 nos rubro-negros e garantiu vaga na final da Copa do Brasil.

A festa proporcionada pela Fiel, com direito a mosaico e muitos fogos, além do apoio passado no treino de véspera, encorajaram o Corinthians nos minutos iniciais. O time de Jair Ventura ocupou o campo de ataque e centralizou as jogadas no cérebro da equipe: Jadson. O prêmio pela postura não demorou a vir. Justamente dos pés do camisa 10 corintiano saiu um lindo lançamento nas costas de Pará. Danilo Avelar não desperdiçou a chance e fez explodir a Arena, muito graças ao desapego de Éverton Ribeiro na marcação.

A partir daí os donos da casa passaram a encontrar mais dificuldades. Aos poucos, os visitantes foram impondo seu futebol de toque de bola e forçando os paulistas a recuar. Apesar disso, o lance do gol de empate pode-se dizer que teve muita participação da sorte, ou do acaso, talvez.

Willian Arão, revelado pelo Corinthians enfiou a bola para Pará entre Clayson e Avelar. O lateral foi tentar o cruzamento para Henrique Dourado, mas viu o zagueiro corintiano, xará do centroavante flamenguista, mandar a bola para dentro do próprio gol, em desvio com o braço.
O incomodo das arquibancadas com o empate só aumentou quatro minutos depois, quando Fagner sentiu a coxa esquerda e pediu substituição. O lateral da Seleção Brasileira deu lugar a Gabriel. Mantuan, reserva imediato da posição, acabou preterido por Jair Ventura.

Na prática, foi justamente por aquele lado que o Flamengo criou suas melhores situações de ataque. Por isso, inclusive, não foram poucas as vezes que Romero discutiu com o sistema defensivo alvinegro na tentativa de acertar os posicionamentos.

Apesar dos times terem voltado para a etapa final sem alterações, o panorama da partida foi diferente. Mesmo diante de claras dificuldades técnicas de seus jogadores, o Corinthians voltou a frequentar o setor ofensivo, com o ajuste necessário feito na defesa. O problema é que os espaços começaram a aparecer para os contra-ataques do Flamengo.

Dessa forma, os cariocas tiveram duas oportunidades de testar Cássio. Primeiro com Paquetá e depois com Vitinho, atacante que entrou na vaga do lesionado Diego. Em ambas o goleiro corintiano garantiu a manutenção do empate.

Jair Ventura, então, aceitou as solicitações da torcida e mandou Pedrinho para o jogo. Bendita troca para os corintianos. Apenas 18 segundos depois, o jovem atacante correria para abraçar seu treinador após balançar as redes de Diego Alves.

O Flamengo tentou abafar a saída de bola da defesa do Corinthians e acabou pagando caro por isso. Mateus Vital precisou de duas tentativas, mas conseguiu achar Romero na ponta esquerda. O paraguaio trabalhou pelo meio e Jadson, em um simples toque de primeira, serviu Pedrinho. O camisa 38 não titubeou. Cortou e bateu seco, no contrapé do goleiro rubro-negro.

A Arena explodiu com o momento alvinegro. O cenário quase se desenhou perfeito pouco depois, quando Henrique subiu livre dentro da área e testou uma bola que raspou a trave de Diego Alves.

Como era de se imaginar, os minutos finais foram dramáticos, com o Flamengo tentando ao menos o empate a todo custo, mas já com Araos na vaga de Vital, o Timão se segurou, se livrou de uma bola na trave aos 47 e administrou sua vantagem e garantiu a festa de sua torcida com mais uma classificação à final de uma Copa do Brasil.

Sob pressão, os cariocas agora só terão o campeonato Brasileiro pela frente. O desafio próximo será contra o Bahia, em Salvador, às 21h de sábado. No mesmo dia, um pouco mais cedo, às 19h, o Corinthians visitará o América, em Minas.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Rodrigo Gazzanel)

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Piloto brasileiro está internado na UTI depois de grave acidente

Alan Hellmeister perdeu o controle do carro e se chocou violentamente com o muro de proteção

Itália – O piloto brasileiro Alan Hellmeister, de 32 anos, está internado na UTI de um hospital de Milão (Itália) com fraturas nas pernas e lesões pulmonares após sofrer um grave acidente na etapa de Monza da categoria GT Open.

Alan perdeu o controle do carro e se chocou violentamente com o muro de proteção. Ele teve de ser submetido a uma cirurgia na perna direita e deve passar por outro procedimento nesta terça-feira.

Segundo o boletim médico, o piloto está consciente e demonstra boa evolução.

https://youtu.be/knk6EDbPmKI

 

Por: O DIA

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Fluminense vence Chapecoense e complica rival na tabela

O Fluminense conquistou uma importante vitória na noite desta segunda-feira. Visitando a Chapecoense na Arena Condá pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, o time comandado pelo técnico Marcelo Oliveira foi letal no primeiro tempo, quando construiu o placar da partida, e saiu de campo com o triunfo por 2 a 1, gols de Everaldo e Sornoza. Leandro Pereira descontou para a Chape.

Com o resultado, o Fluminense se afastou ainda mais da zona de rebaixamento do Brasileirão, abrindo sete pontos de vantagem para o primeiro time que se encontra na zona da degola, o Ceará. A Chapecoense, por sua vez, segue em situação delicada na competição. Estagnada nos 28 pontos, a equipe alviverde é a primeira fora do grupo dos últimos quatro colocados.

O Fluminense volta a entrar em ação no próximo sábado, quando recebe o Grêmio, às 16h (de Brasília), no Engenhão. Já a Chapecoense encara o Ceará, no próximo domingo, às 19h, no Castelão, em confronto direto contra o rebaixamento.

O Fluminense não precisou de muito tempo para mostrar a que veio no Oeste Catarinense. Logo aos dez minutos de jogo, o atacante Luciano abriu para Everaldo na esquerda, que, por sua vez, dominou, ajeitou e bateu firme de fora da área, no cantinho esquerdo do goleiro Jandrei, que ainda viu a bola resvalar na trave antes de entrar no gol.

Daí em diante a Chapecoense tentou reagir no confronto, mas sem sucesso. Se precipitando nas investidas no campo ofensivo, o time comandado pelo técnico Guto Ferreira acabou encontrando um adversário bem organizado na defesa e que não deu muitas brechas para sofrer o empate mesmo jogando fora de casa.

Desta maneira, coube ao Fluminense ser eficiente mais uma vez e ampliar o marcador aos 35 minutos, com Sornoza. O meia equatoriano recebeu de Everaldo na entrada da área e mesmo cercado por adversários conseguiu finalizar no cantinho direito do goleiro Jandrei para fazer 2 a 0 antes do intervalo e deixar o Tricolor carioca em situação confortável na Arena Condá.

Na etapa complementar o Fluminense fez o que já se esperava dele. Com a boa vantagem no placar assegurada, o time carioca adotou uma postura mais defensiva e preferiu tentar matar o jogo no contra-ataque. Ciente de que a Chapecoense precisava se expor, o técnico Marcelo Oliveira fez algumas substituições para segurar os donos da casa na Arena Condá, fato que conseguiu fazer mesmo com a pressão alviverde.

Uma hora, porém, a insistência da Chapecoense iria fazer efeito. E foi exatamente isso o que aconteceu aos 34 minutos, quando Diego Torres recebeu em profundidade na direita, levou para a linha de fundo e cruzou rasteiro para Leandro Pereira, que dominou e bateu firme, no cantinho direito de Júlio César, para descontar e colocar fogo na partida.

Coube ao Fluminense saber lidar com a pressão ainda maior da Chapecoense nos minutos finais para voltar para o Rio de Janeiro com os três preciosos pontos na bagagem. Aos 40 minutos, porém, o triunfo quase escapa das mãos dos tricolores. Leandro Pereira recebeu cruzamento dentro da área e cabeceou encobrindo Júlio César, mas viu a bola sair pela linha de fundo. Sem condições de balançar as redes novamente, coube à Chape se contentar com o amargo revés na Arena Condá, resultado que complica o time na luta contra o rebaixamento.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Merçon/assessoria))

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Vasco derrota o Bahia e sai da zona de rebaixamento

Mesmo sem mostrar um grande futebol, o Vasco venceu por 2 a 1 o Bahia, nesta segunda-feira, em São Januário. Com o resultado, os cruz-maltinos chegaram a 28 pontos e saíram da zona de rebaixamento. Já os baianos seguem com 29 e agora veem os últimos colocados mais próximos.

O Bahia iniciou melhor o jogo, mas viu o Vasco abrir o placar com Yago Pikachu, de pênalti. No lance, o goleiro Douglas foi expulso pela penalidade. Mesmo assim, os visitantes chegaram ao empate antes do intervalo, com Gilberto. No segundo tempo, os donos da casa pressionaram e conseguiram chegar ao gol da vitória com Marrony.

O Vasco volta a campo nesta quinta-feira, quando terá pela frente o Santos, na Vila Belmiro, em jogo atrasado do turno. Já o Bahia vai receber o Flamengo, no sábado, na Fonte Nova.

O Bahia surpreendeu o Vasco no início e quase abriu o placar aos dois minutos. Após erro de Leandro Castán, a bola ficou com Paulinho na área. O meia chutou cruzado, mas viu Martín Silva salvar os donos da casa com o pé. No rebote, Gilberto chutou com perigo, mas para fora.

O lance animou os visitantes, que tiveram nova oportunidade de marcar aos seis minutos. Elber fez boa jogada pela direita e cruzou para Gilberto finalizar, mas novamente Martín Silva apareceu de forma milagrosa para salvar os cruz-maltinos.

Após os sustos, o Vasco passou a focar mais na marcação. Com isso, o Bahia teve mais dificuldade em criar boas chances, mas continuava tendo o domínio do confronto. Aos poucos, os donos da casa equilibraram a partida e tiveram sua primeira boa chance aos 26 minutos. Lennon cruzou rasteiro pela direita para Maxi López, mas Douglas se antecipou ao argentino para fazer a defesa.

Só que aos 31 minutos, o Vasco foi quem marcou em São Januário. Andrés Rios foi lançado na área e, ao tentar driblar Douglas, foi derrubado pelo goleiro. O arqueiro foi expulso pela penalidade, cobrada com categoria por Yago Pikachu.

Com a vantagem em campo, os cruz-maltinos passaram a pressionar e quase chegaram ao segundo, aos 35 minutos. Maxi López foi lançado na área, mas não conseguiu o domínio. Com isso, a bola ficou com o goleiro Fernando.

No entanto, o Vasco continuava com muitos erros nos passes e permitiu que o Bahia chegasse com perigo nos minutos finais. Após lateral cobrado na área, Gilberto cabeceou colocado, mas Martín Silva estava atento para fazer a defesa. Só que aos 48, os visitantes chegaram ao empate. Gilberto recebeu passe de Elber, passou por dois marcadores e chutou no canto, sem chance para o goleiro cruz-maltino, para decretar a igualdade.

No segundo tempo, os cruz-maltinos voltaram com outra postura, em busca do gol. Em três minutos, os donos da casa assustaram em chutes de Ramon e Maxi López, que foram para fora. Já aos cinco, foi a vez de Fabrício chutar da entrada da área e obrigar Fernando a fazer grande defesa.

Os vascaínos tinham mais posse de bola, mas acusavam o nervosismo. Com isso, o Bahia conseguiu avançar, mas pecava nos passes no setor ofensivo. Na melhor chance dos visitantes, aos 21 minutos, Nilton chutou em cima da zaga.

O Vasco tinha mais posse de bola e conseguiu chegar ao segundo gol aos 32 minutos. Yago Pikachu cruzou pela direita para Marrony cabecear sem chance para Fernando.

Depois do gol, o Vasco recuou e tratou de administrar o resultado. O Bahia ainda tentou pressionar, mas já não tinha força para criar boas jogadas. Com isso, os cruz-maltinos saíram de campo com os três pontos de São Januário.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Rafael Ribeiro/CRVG)

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Flamengo derrota o Galo no Maracanã e encosta nos líderes

Depois de alguns tropeços, o Flamengo voltou a dar alegrias aos seus torcedores. Em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã, a equipe rubro-negra derrotou o Atlético-MG por 2 a 1, gols marcados por Willian Arão e Lucas Paquetá, em jogadas do lateral peruano Trauco; O gol do Galo foi marcado pelo zagueiro Leonardo Silva. O resultado fez o time da Gávea reassumir a terceira colocação com 48 pontos ganhos e voltar a sonhar com a liderança do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG, por sua vez, permanece com 42 pontos ganhos e segue afastado das primeiras posições. O Galo é o sexto colocado.

O resultado refletiu o andamento da partida. O Flamengo saiu na frente no primeiro minuto, permitiu a reação do adversário na primeira etapa, mas desempatou no começo do segundo tempo e soube administrar a vantagem. O Atlético foi uma equipe sem qualquer inspiração durante a maior parte do jogo. O Galo só incomodou a defesa adversária em jogadas de bola parada numa demonstração da fragilidade do seu ataque. Só nos minutos finais é que a equipe de Thiago Larghi partiu para o ataque e desperdiçou algumas chances para empatar.

Na próxima rodada, o Flamengo vai enfrentar o Bahia, na Fonte Nova; o Atlético-MG vai receber o Sport, no Independência.
O jogo

Logo no primeiro minuto de jogo, o Flamengo marcou. O peruano Trauco investiu pela esquerda em grande arrancada e cruzou para Willian Arão, livre na área. O meia rubro-negro bateu, de primeira, no canto direito de Víctor.

Desnorteado pelo gol sofrido no primeiro ataque do adversário, o Atlético não conseguia armar jogadas ofensivas e se limitava a trocar passes no meio campo sem causar danos à retaguarda da equipe da casa.
Motivado e contando com o apoio da torcida, o Flamengo criou nova situação de perigo aos oito minutos, Trauco, novamente, fez ótimo lançamento para Lucas Paquetá que tentou usar a cabeça para levar vantagem sobre a zaga, mas a bola correu demais e Victor fez a defesa.

Os atacantes da equipe carioca marcavam a saída de bola do Galo e os zagueiros eram obrigados a dar chutões para tirar a bola da defesa, prejudicando a ação dos meias e atacantes.

Aos 13 minutos, após cruzamento de Matheus Sávio, Henrique Dourado conseguiu colocar a bola nas redes, mas a arbitragem invalidou a jogada, marcando impedimento do Ceifador.

Aos 22 minutos, o Galo deixou tudo igual. Pará derrubou Fábio Santos ao lado da área. Luan levantou na área e Leonardo Silva subiu mais do que todo mundo para cabecear e colocar a bola nas redes cariocas.
Depois do gol de empate, o Atlético passou a controlar melhor o jogo e a trocar passes com mais objetividade, mas o Flamengo não reduziu seu ritmo, o que tornou o jogo mais equilibrado, com intensa disputa entre as duas intermediárias.

Aos 34 minutos, Maidana fez lançamento para Chará na área. O colombiano bateu forte para grande defesa de Diego Alves que evitou a virada do time mineiro.

Logo depois, o técnico Thiago Larghi decidiu alterar a forma de jogar da equipe e trocou o argentino Tomás Andrade pelo equatoriano Cazares.

Nos minutos finais da primeira etapa, o Flamengo voltou a ser mais ofensivo e empurrou o Galo para trás, mas encontrava dificuldades para concluir as jogadas.

No último lance importante do primeiro tempo, Cuéllar recebeu de Paquetá, na entrada da área, e chutou forte, mas a bola passou longe da trave mineira.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com Vitinho na vaga de Matheus Sávio. E o primeiro momento de perigo aconteceu aos seis minutos quando Éverton Ribeiro acionou Vitinho e o atacante chutou forte, mas Emerson desviou para escanteio.

Aos oito minutos, o Flamengo passou à frente. A exemplo do que aconteceu no primeiro gol, Trauco fez boa jogada pela esquerda e cruzou para a cabeçada certeira de Lucas Paquetá.

Depois de desempatar , o Flamengo passou a atuar com mais tranquilidade, tocando a bola com inteligência, enquanto o Atlético errava muitos passes e não conseguia construir boas jogadas de ataque.

Aos 19 minutos, Paquetá recebeu de Vitinho, invadiu a área e se chocou com Luan. O rubro-negro pediu a marcação de pênalti, mas o árbitro nada viu de irregular no lance.

O Atlético não conseguia se acertar e só aparecia nos erros do Flamengo, como aconteceu aos 20 minutos. O goleiro Diego Alves saiu jogando errado e Chará ficou com a bola, mas Trauco conseguiu evitar a conclusão do adversário. Dois minutos depois, Luan recebeu de Cazares e chutou forte, mas a bola saiu, levando perigo para o gol carioca.

Para defender o resultado, o técnico Maurício Barbieri tirou o atacante Henrique Dourado e colocou o volante Piris da Motta. Aos 30 minutos, o Galo, mesmo sem jogar bem, quase chegou ao empate. Após cruzamento de Fábio Santos, a bola desviou em Léo Duarte e bateu no travessão. O golero Diego Alves foi mais rápido do que os atacantes mineiros e ficou com o rebote.

Com três volantes, o Flamengo bloqueava a entrada da sua área e impedia que o Galo chegasse ao ataque em boas condições para finalizar. O atacante Vitinho que havia entrado no intervalo, foi substituido por Marlos Moreno.

Sem outra alternativa, o Atlético-MG se lançou ao ataque e poderia ter chegado ao empate aos 44 minutos. Após cruzamento na área, a bola sobrou para o zagueiro Leonardo Silva que chutou com perigo, mas a bola saiu. No último minuto dos acréscimos, o Galo quase deixou tudo igual. Cazares bateu falta, a bola desviou em Réver e se chocou com o travessão.

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Corinthians só empata por causa de gol impedido do Inter

O Corinthians tentou, mas não conseguiu a virada em cima do Internacional na tarde desse domingo. Depois de sofrer um gol impedido de Leandro Damião, o Timão empatou com Douglas e fechou o placar do confronto válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro em 1 a 1, na Arena de Itaquera. O resultado levou o Corinthians aos 34 pontos, na provisória sétima posição. O Inter, por outro lado, chegou aos 50 pontos, uma menos que o São Paulo, ainda líder. O Palmeiras, que Completa a rodada ainda nesse fim de semana, agora tem a chance de assumir o posto do Colorado na tabela de classificação.

Sem centroavante, mas ciente da pressão de se impor diante de seu torcedor, o Corinthians colocou seus homens de frente para pressionar a saída de bola do Internacional. A maior novidade foi a liberdade dada a Douglas, que diferente dos últimos jogos, passou a encostar nos atacantes e participar mais das ações ofensivas.

O plano de Jair Ventura funcionou nos primeiros 15 minutos. Primeiro Douglas e depois Fagner tiveram chances claras de abrir o placar em jogadas concluídas de dentro da área do Colorado.

Jadson mais uma vez se mostrou cérebro da equipe alvinegra, com passes precisos e verticais. O problema é que a agilidade corintiana foi perdendo velocidade com o passar do tempo. Aos poucos, o Inter equilibrou o confronto, principalmente por meio das bolas paradas. No mais, o maior susto ao gol de Cássio se deu justamente em um erro do goleiro, que acertou as costas de Leandro Damião ao tentar lançamento e causou calafrios nos corintianos.

Mas o grande lance do primeiro tempo foi protagonizado pelo bandeira goiano Cristhian Passos Sorence. Foi ele o responsável por levar o árbitro Eduardo Tomaz de Aquino Valadão a validar um gol impedido de Leandro Damião, após cobrança de falta de Edenílson.

Protestos à parte, o Corinthians repetiu a estratégia e voltou para a etapa final amassando o Internacional. Dessa vez, porém, o alvinegro foi premiado. Jadson cobrou escanteio, Romero desviou e Douglas pegou rebote do travessão para marcar seu primeiro gol com a camisa corintiana.

O cenário parecia propício a um grande fim de jogo, mas as duas equipes caíram de rendimento. O Inter, apesar da busca pela liderança da competição, sequer assustou nos poucos contra-ataques efetivos. O Corinthians tentou colocando Pedrinho, Araos e até Emerson Sheik nas vagas de Vital, Douglas e Romero, mas também não encontrou forças para a virada.

Assim, como a própria torcida lembrou após o apito final, “é quarta-feira”. No meio de semana, o Corinthians decide uma vaga na grande final da Copa do Brasil, contra o Flamengo, de novo em sua Arena. Pelo Brasileirão, o América-MG, sábado que vem, em Minas, é o próximo desafio. Já o Internacional volta a campo no domingo, diante do Vitória, no Beira-Rio.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Djalma Vassão)

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Cruzeiro supera problemas e bate o Santos de virada no Mineirão

Era um jogo cheio de adversidades para o Cruzeiro: o adversário, o Santos, chegou ao Mineirão, na noite deste domingo, com um histórico de nove jogos sem perder e oito duelos sem sofrer um gol. Além disso, diante dos próximos importantes compromissos, o técnico Mano Menezes mandou a campo seu time alternativo, com várias alterações. Mas a vontade de vencer falou mais alto e a Raposa bateu o Peixe, por 2 a 1, de virada.

O Santos foi melhor no primeiro tempo e deixou o gramado com o placar favorável. Além disso, com grandes chances. Na etapa final, Sassá e Raniel comandaram o time celeste nos gols para a vitória de virada no Gigante da Pampulha. Apesar do resultado, o Peixe perdeu grandes chances e poderia ter feito mais gols.

Com o resultado, o Cruzeiro chegou a 37 pontos, na sétima colocação. À distância para o G6 ainda é grande, o Atlético-MG, sexto, tem 42 tentos. O Santos tem 32 pontos, na 10ª posição.

Na próxima rodada, o Cruzeiro vai até São Paulo enfrentar o Palmeiras, no domingo, às 11h (de Brasília). O Santos recebe o Atlético-PR, na Vila, no mesmo dia, mas às 16h.

Primeiro tempo

O técnico Mano Menezes achou por bem mandar ao campo uma escalação alternativa. Sua equipe tem uma importante decisão no duelo contra o Palmeiras, na quarta-feira, pela Copa do Brasil, e, diante disso, os jogadores reservas são melhores opções para não correr riscos desnecessários.

A opção reserva do Cruzeiro se mostrou bastante útil. A Raposa adiantava a marcação e dava trabalho para a defesa do Santos conseguir jogar. Com isso, o Peixe se defendia mais, observava a Raposa em seus ataques. O time celeste jogava bastante pela esquerda nos primeiros minutos.

E quanto o Cruzeiro era melhor em campo o Santos chegou ao seu gol. Em cruzamento na área, aos 15 minutos de jogo, Gabriel Barbosa, Gabigol, de cabeça, mandou para o fundo das redes.

No jogo passado, o zagueiro Murilo teve uma grande oportunidade e não conseguiu fazer. O técnico Mano Menezes tratou o assunto como “a falta de sorte” que o defensor vive. Ela voltou no duelo contra o Santos, neste domingo. Isso porque a Raposa passou a pressionar em busca do empate. Aos 23, em cruzamento na área, Murilo subiu mais que todo mundo e desviou de cabeça. A bola pegou no pé da trave e voltou no goleiro.

O Cruzeiro mostrou uma deficiência na sua busca pelo empate. O excesso de passes errados. Isso acontece pela falta de entrosamento do time reserva celeste que não tem costume de jogar junto. O Santos percebeu a situação e passou a pressionar a saída de bola do Cruzeiro.

Outra situação que se mostrou ruim na primeira etapa foi a parceria entre Raniel e David. Rafael Sóbis também não mostrava mais a qualidade que teve em outros tempos – atualmente mais lento e pesado, pouco soma para o grupo.

Com os erros do Cruzeiro e o Peixe pressionando no ataque, a equipe de Cuca passou a ser mais frequente no ataque e levava mais perigo. Aos 41, com Gabigol, o Santos quase levou problemas para o goleiro Fábio. Em bola dominada na área, ele chutou e o arqueiro celeste conseguiu defender.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, o técnico Mano Menezes fez duas alterações. Colocou Robinho em campo, isso deixaria o time mais organizado para buscar o ataque. Além disso, o treinador azul mandou para o duelo o atacante Sassá, no lugar de Rafael Sóbis, dando mais velocidade e força.

No primeiro lance Sassá empatou. Em jogada pelo lado, Edilson cruzou e o atacante testou a bola para colocar no fundo das redes.

Mesmo após o gol, o Santos seguiu melhor na partida. O time de Cuca conseguia se defender bem e buscava o jogo com qualidade. O comando de ataque tinha Gabigol.

Aos 13 minutos, Gabigol teve grande chance. Em contra-ataque do Peixe, a bola chegou nele. O jovem avançou dentro da área e chutou. O goleiro Fábio defendeu e no rebote o atacante novamente manda no arqueiro celeste.

Aos 33 o Santos perdeu um gol incrível. Em ótima jogada na área, Gabigol deixou o zagueiro Manoel na saudade e chutou. No rebote de Fábio, Bruno Henrique errou um gol impressionante.

Quem não faz…

Aos 38 o Cruzeiro virou. Em ótima jogada pela esquerda, Raniel colocou a cabeça na bola e no cantinho. O tento mostrou dedo do técnico Mano Menezes, que colocou Sassá e Robinho no jogo e os atletas foram fundamentais durante a etapa complementar para a virada.

Por:Gazeta Esportiva (Foto: AFP)

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Em jogo de sete gols, Botafogo derrota o Vitória fora de casa

O Botafogo sofreu um gol antes do primeiro minuto, mas soube reagir e derrotou o Vitória por 4 a 3, em partida muito movimentada, disputada na noite deste domingo, no Barradão, Com a vitória, o Alvinegro de General Severiano se afastou mais um pouco da zona de rebaixamento. A equipe carioca chegou aos 32 pontos ganhos e agora ocupa a 11ª colocação. O Vitória se manteve com 29 pontos, na 14ª posição e volta a ficar preocupado com a possibilidade de ficar entre os últimos na classificação do Campeonato Brasileiro.

O Vitória começou melhor, mas acabou superado pelo Botafogo, que chegou a abrir dois gols de vantagem no segundo tempo e poderia até ter goleado, mas o egoísmo dos seus atacantes impediu a marcação de outros gols.

O Vitória foi uma equipe irregular que permitiu a reação do Alvinegro carioca e só voltou a vibrar em campo depois de marcar o terceiro gol, quando a partida já estava perto do final. Os gols foram marcados por Kieza, Rodrigo Lindoso, Léo Gomes (contra) e Erik, para o Botafogo. Lucas Fernandes, Fabiano e Mauricio Cordeiro anotaram para o time baiano.

Na próxima rodada, o Botafogo vai receber o São Paulo no estádio Nilton Santos; o Vitória vai ao Beira-Rio encarar o Inter.

O jogo – Antes do primeiro minuto, o Vitória marcou o primeiro gol. Yago recebeu na esquerda e lançou Lucas Fernandes na área. O atacante driblou Moisés e bateu, de perna esquerda, sem chances para o goleiro Saulo. Depois de sofrer o golpe, o Botafogo demorou a se encontrar na partida. Só aos 11 minutos é que a equipe carioca chegou na área baiana em lançamento de Rodrigo Lindoso para Kieza, mas o goleiro Ronaldo foi mais rápido e defendeu de peito, tirando a bola da sua área.

O Vitória administrava a vantagem e só voltou a incomodar a defesa alvinegra, aos 14 minutos, em nova conclusão de Lucas Fernandes. Aos 18, após passe errado de Neilton, o Botafogo partiu em velocidade e Kieza foi lançado na área. O atacante chutou, a bola bateu na zaga e sobrou para Erik que isolou. Logo depois o Vitória atacou com perigo e após choque na área, Léo Ceará caiu e a bola sobrou para a conclusão de Neilton que mandou para fora. Aos 22 minutos, lançado entre Joel Carli e Igor Rabello, Léo Ceará concluiu com muito perigo para o gol de Saulo.

Aos 23 minutos, mesmo sem jogar bem, o Botafogo chegou ao empate. Jean interceptou um ataque baiano e a bola acabou sobrando para Kieza na área. O atacante chutou, a bola desviou em Cedric e voltou para o próprio Kieza que mandou para o fundo das redes de Ronaldo. O atacante quebrou o jejum depois de nove partidas sem marcar.

Aos 28 minutos, o Botafogo perdeu a chance da virada. Luiz Fernando foi lançado na corrida, entrou livre na área, mas chutou em cima do goleiro Ronaldo.

O jogo ficou equilibrado, com as duas equipes se alternando na posse de bola e criação de jogadas de ataque.
Aos 42 minutos, o Botafogo desempatou. Erik fez ótima jogada, se livrando do marcador e descobrindo Rodrigo Lindoso, livre na área. O volante encobriu o goleiro Ronaldo com um toque de classe e colocou o Alvinegro em vantagem.

O Vitória voltou para o segundo tempo com os experientes atacantes André Lima e Wallyson e deixou tudo igual, logo aos seis minutos. Wallyson faz bela jogada individual pelo lado esquerdo e cruzou para Fabiano marcar de cabeça. Mesmo surpreendido, mais uma vez, com um gol no início, o Botafogo não demorou a se reencontrar em campo.
E desempatou aos dez minutos. Moisés investiu pela esquerda e cruzou. O volante Léo Gomes tentou desviar para escanteio e mandou para dentro do seu gol.

O Botafogo seguiu pressionando e ampliou aos 18 minutos, quando Erik foi lançado por Gustavo Bochecha e empurrou com o peito para as redes de Ronaldo. Os jogadores baianos reclamaram de toque, mas o árbitro confirmou o gol, o primeiro de Erik com a camisa alvinegra.

Sem outra opção, o Vitória partiu no desespero para o ataque e aos 26 minutos, Mauricio Cordeiro reclamou de empurrão de Kieza dentro da área carioca, mas o árbitro não marcou o pênalti desejado pelo time da casa.
Mesmo sem mostrar um bom futebol, o time dirigido por Carpegiani seguia lutando para diminuir o prejuízo. Aos 36 minutos, André Lima chutou, a bola bateu em Carli e o atacante baiano pediu toque na área, mas o árbitro ignorou seu pedido e mandou o jogo seguir.

O Botafogo perdeu uma grande chance de marcar o quinto gol aos 41 minutos, quando Erik arrancou para a área. Rodrigo Pimpão e Brenner se colocaram para receber o passe, mas Erik resolveu chutar e apenas colocou a bola nas mãos de Ronaldo, para irritação dos seus companheiros que estavam livres de marcação e prontos para concluir.

O egoísmo de Erik foi castigado no minuto seguinte. Mauricio Cordeiro foi lançado na área, driblou o goleiro Saulo e marcou o terceiro gol do Vitória, devolvendo a esperança aos poucos torcedores rubro-negros que permaneciam no estádio.

Os últimos minutos foram dramáticos. O Vitória se lançou à frente buscando o gol do empate, enquanto o Botafogo tentava manter a vantagem, o que conseguiu, garantindo uma importante resultado.

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Palmeiras vence o Sport e cola no líder São Paulo no Brasileirão

O Palmeiras está colado na liderança do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o Verdão venceu o Sport por 1 a 0, com gol marcado por Willian – em seu primeiro toque na bola – e chegou aos 50 pontos no torneio. O São Paulo, primeiro colocado, soma 51.

A primeira etapa em Recife foi sofrível, apesar do início promissor. Com apenas cinco minutos, a defesa do Sport afastou cruzamento, mas Victor Luis pegou a sobra e mandou para a área. A zaga leonina veio saindo para deixar os palmeirenses em impedimento, mas Deyverson, sozinho em posição legal, girou e bateu firme, mas Magrão só encaixou.

O lance foi o único de perigo no primeiro tempo. Com dois volantes marcadores, o Verdão teve enormes problemas para fazer a transição ofensiva, enquanto o Sport, muito inferior tecnicamente, sequer conseguiu chegar ao ataque. Ainda na etapa inicial, Lucas Lima, após pedir atendimento médico por duas vezes, deixou o gramado e foi substituído por Guerra.

Os últimos 45 minutos, porém, foram bem diferentes e a emoção tomou conta da Ilha do Retiro. Com o relógio marcando menos de um minuto, Thiago Santos cobrou falta rápida para Guerra, que ficou na cara de Magrão, mas bateu em cima do goleiro.

Menos de 60 segundos depois, foi Deyverson quem ficou de frente para o arqueiro leonino. O centroavante avançou, driblou Magrão e, com a perna boa, bateu na rede pelo lado de fora. A pressão ‘teve fim’ com sete jogados, quando Hyoran finalizou cruzamento de Guerra de primeira, mas a bola explodiu na zaga.

O ímpeto palestrino diminuiu após o bombardeio e Felipão mexeu no time. Aos 14 minutos, Dudu entrou no lugar de Hyoran, que fez mais uma partida ruim. Mesmo com o ‘Baixola’ em campo, foi o Sport quem pressionou, primeiro em chute de Neto Moura de fora da área, depois em uma sequência de cruzamentos.

Precisando de uma vitória para encostar nos líderes, Felipão lançou suas principais peças. Em sua última alteração, Scolari colocou Willian na vaga de Jean, e o Bigode abriu o placar em seu primeiro toque na bola.

Aos 35, Dudu cobrou escanteio, a zaga desviou mal, Gustavo Gómez pegou a sobra na pequena área e cabeceou. A bola já havia entrado na finalização do paraguaio, mas Willian garantiu a vitória palestrina, chegou no rebote de Magrão e mandou para as redes. O Sport ainda pressionou até o minuto final, mas o Verdão conseguiu o triunfo.

Por:Gazeta Esportiva (Foto: Gazeta Press/Sergio Barzaghi)

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