Fluminense goleia Paraná e cria ‘gordura’ em luta contra degola

O Fluminense não teve dificuldade para vencer o Paraná por 4 a 0 nesta segunda-feira (8), no Maracanã. O triunfo só foi possível porque Jadson esteve em noite inspiradíssima e marcou dois golaços -Richard e Luciano completaram o placar.

O Tricolor demorou a furar a retranca do adversário, mas, após o primeiro gol, o jogo se desenhou de maneira tranquila para os donos da casa.

O resultado é fundamental para o Fluminense respirar aliviado na luta contra o rebaixamento. O time chegou aos 37 pontos, pula para a oitava posição e abre sete pontos de diferença para o Vasco, primeiro time do Z4 e que encara o Botafogo nesta terça. O Tricolor volta a campo no domingo, quando medirá forças com o Flamengo, no Maracanã.

O Paraná, por sua vez, fica em situação cada vez mais complicada. O time soma apenas 17 pontos após 28 jogos no Brasileiro e está praticamente rebaixado para a Série B. O time encara o Bahia, no sábado, em Salvador.

Jadson foi o destaque do triunfo tricolor. Sem Sornoza, os volantes tiveram papel fundamental na armação das jogadas, e Jadson não se omitiu. Pelo contrário. Chamou a responsabilidade quando a partida estava difícil e marcou dois golaços.

Mal na partida, o Fluminense contou com a sorte para abrir o placar. Everaldo puxou contra-ataque pela esquerda e chutou muito mal. A bola bateu na zaga e sobrou para Marcos Jr, que só ajeitou. De primeira, Jadson mostrou extrema categoria para acertar o ângulo de Richard e abrir o placar.

Após o primeiro gol, o Fluminense cresceu em campo e mostrava mais tranquilidade com a bola nos pés. Com paciência, não demorou a ampliar. Richard teve espaço e avançou até ganhar confiança para o chute. A bola desviou no caminho e matou o goleiro Richard: 2 a 0.

A cada minuto uma goleada fazia cada vez mais sentido. E ela só não ocorreu ainda no primeiro tempo porque Richard fez duas grandes defesas e segurou o placar em 2 a 0. Luciano e Digão cabecearam livre de marcação, mas pararam no goleiro adversário.

Os gols perdidos no fim do primeiro tempo foram não fizeram falta, mas deixaram os jogadores ligados. E o Flu precisou de alguns minutos para chegar ao terceiro. Jadson mostrou que hoje era o seu dia e marcou mais um golaço. o volante recebeu passe de Everaldo e finalizou com categoria: 3 a 0

Luciano não fez boa partida diante do Paraná, mas conseguiu deixar sua marca. O atacante esteve apagado durante a partida, mas teve boa oportunidade no fim do duelo. Ele recebeu na entrada da área, girou e fuzilou de perna esquerda. Sem chance para Richard: 4 a 0.

FLUMINENSE

Julio César; Ibañez (Paulo Ricardo), Gum, Digão; Léo, Richard, Jadson, Ayrton Lucas; Marcos Jr (Danielzinho), Everaldo (Marcos Calazans), Luciano. T.: Marcelo Oliveira

PARANÁ

Richard; Leandro Vilela, René, Rayan, Mansur; Torito (Jhony), Alex Santana, Deivid (Andrey), Juninho (Caio Henrique); Silvinho, Ortigoza. T.: Claudinei Oliveira

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro

Juiz: Marcelo Aparecido de Souza (SP)

Cartões amarelo: Mansur e Jhony (Paraná); Léo (Fluminense)

Gols: Jadson, aos 34min do primeiro tempo e aos 2min do segundo tempo, Richard, aos 40min do primeiro tempo, e Luciano, aos 39min do segundo tempo.

Com informações da Folhapress.

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Grêmio busca empate nos minutos finais diante do Bahia com um a menos

O Grêmio foi guerreiro na noite deste sábado. Jogando em casa, na Arena Grêmio, a equipe gaúcha viu o Bahia abrir 2 a 0 e segurar o resultado, mesmo com um jogador a menos, até os 38 minutos do segundo tempo. No entanto, com dois gols relâmpagos, o Tricolor Gaúcho buscou o resultado nos minutos finais e conseguiu o empate por 2 a 2, em duelo válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Bahia marcou logo aos três minutos de partida com Élber aproveitando a bola dentro da área. Numa jogada parecida, o mesmo Élber ampliou a vantagem aos 21 minutos do segundo tempo. Aos 38 Juninho Capixaba descontou para o Grêmio, que chegou ao empate com Jael cobrando pênalti aos 40 minutos.

Apesar do empate nos minutos finais, o torcedor gremista teve duas más notícias durante a partida. Principal jogador do clube nesta temporada, Everton precisou ser substituído ainda no primeiro tempo devido a uma lesão, assim como o goleiro Marcelo Grohe.

Com o empate, o Grêmio chega aos 51 pontos conquistados, porém permanece na quinta colocação. Já o Bahia, chega aos 31, permanecendo na 14ª posição e somo agora um ponto de vantagem em relação a zona do rebaixamento.

O jogo – Jogando diante de sua torcida, o Grêmio entrou em campo claramente com a estratégia de pressionar o adversário nos primeiros minutos. No entanto, a equipe da casa foi surpreendida e logo aos três minutos, o volante Nilton subiu mais que todo mundo numa cobrança de lateral jogada na área e desviou a bola para Élber, sozinho na segunda trave, apenas empurrar para a rede e abrir o placar para o Bahia.

Com o gol nos primeiros minutos, a estratégia de pressão gremista foi intensificada. No entanto, a maior posse de bola não conseguia ser traduzida em chances de gol em favor da equipe mandante. Nas poucas chances criadas, o jogador sempre aparecia em posição irregular no momento da finalização.

Foi o que aconteceu aos 23 minutos, quando Geromel desviou a cobrança de falta feita por Luan e encontrou Cícero dentro da área, que desviou para o fundo do gol. No entanto, a arbitragem viu, acertadamente, a posição irregular do meio-campista gremista.

Para piorar a situação do Tricolor Gaúcho, que encontrava muitas dificuldades para criar chances claras de gol, a equipe viu um de seus principais destaques, o atacante Everton, sentir um desconforto na coxa direita e pedir para ser substituído nos minutos finais do primeiro tempo. No intervalo foi a vez de Marcelo Grohe pedir para ser substituído e deu lugar para o goleiro Paulo Victor.

Na segunda etapa o Grêmio buscou pressionar ainda mais o Bahia em busca do gol de empate. Aos três minutos, Luan cobrou uma falta com perigo e por pouco não igualou a partida. Quatro minutos mais tarde, novamente Luan finalizou de fora da área, porém novamente Douglas fez a defesa.

Aos 10 minutos do segundo tempo o Grêmio recebeu a primeira boa notícia da noite. Isso porque o zagueiro Jackson acabou cometendo uma falta dura no ala Juninho Capixaba e recebeu o seu segundo cartão amarelo, sendo expulso do jogo.

No entanto, as boas notícias para o Grêmio duraram pouco já que aos 21 minutos Zé Rafael tentou um raro ataque para o Bahia pelo esquerdo e encontrou Élber livre dentro da área. O atacante novamente só teve o trabalho de empurrar para a rede e ampliou a vantagem para o Bahia com o seu segundo gol na partida.

Após o segundo gol do Tricolor Baiano a pressão gremista se intensificou ainda mais. No entanto, o Bahia vinha conseguindo se defender bem e administrar a vantagem. Porém aos 38 minutos, Alisson lançou Juninho Capixaba livre dentro da área. O ala conseguiu o domínio e apenas tirou do goleiro para diminuir a vantagem.

O Grêmio foi pra cima e conseguiu um pênalti dois minutos depois de ter marcado o seu primeiro gol. Marinho passou bem pela defesa pela ponta direita e foi derrubado dentro da área. O centroavante Jael cobrou com categoria e empatou o duelo aos 40 minutos.

A equipe gaúcha por pouco não chegou a virada com Jael, que subiu mais que todo mundo e cabeceou firme, porém Douglas fez a defesa. No último lance, foi a vez do Bahia ter a última chance de alterar o placar com Zé Rafael cobrando falta, porém Paulo Victor fez a defesa.

Fonte:Gazeta Esportiva (Foto: Lucas Uebel/GFBPA)

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Com 4 titulares, Palmeiras vence o São Paulo no Morumbi e se isola na liderança

O Palmeiras segue a passos largos rumo ao título do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o time do técnico Luiz Felipe Scolari fez mais uma vítima na competição nacional ao derrotar o São Paulo em pleno Morumbi por 2 a 0, resultado construído ainda no primeiro tempo graças aos gols do zagueiro paraguaio Gustavo Gómez e Deyverson.

Apostando em Rodrigo Caio como lateral-direito novamente, Diego Aguirre preferiu deixar Everton no banco, ao contrário do que todos imaginavam, e improvisar equivocadamente Bruno Peres na ponta. Arboleda, unanimidade entre os torcedores e que também era reforço após cumprir suspensão na última rodada, também ficou na reserva. Já o Palmeiras entrou em campo com apenas quatro titulares (Weverton, Moisés, Felipe Melo e Dudu), mas mostrou que seu elenco é, de fato, muito melhor que o dos demais concorrentes.

Com o resultado, o Verdão, agora soma 56 pontos e abriu três para o vice-líder, o Internacional, que também tropeçou nesta rodada ao ser derrotado pelo Sport por 2 a 1. O São Paulo, por sua vez, estagnou com 52 pontos, se estabeleceu como quarto colocado do Campeonato Brasileiro e passou a ver o tão sonhado título nacional como algo mais distante.

Agora, o Tricolor terá de correr atrás do prejuízo contra o Internacional, no Beira-Rio, no próximo domingo, às 16h (de Brasília), outra parada duríssima para o time de Diego Aguirre. Já o Palmeiras encara o Grêmio, no mesmo dia e horário, no Pacaembu.

O jogo – O primeiro tempo do São Paulo foi para se esquecer. Aos nove minutos, Sidão já deu um indício do que seria a defesa de Diego Aguirre nos 45 minutos inicias. Aos nove, o goleiro foi repor a bola em campo, mas a soltou, e Deyverson aproveitou o vacilo para finalizar. O camisa 1 tricolor ainda chegou a fazer a defesa fora da área, fato que o árbitro Wilton Pereira Sampaio não viu, e Bruno Alves acabou ficando com a sobra e afastando o perigo.

Passado o susto, o São Paulo conseguiu levar perigo ao gol de Weverton pela primeira vez aos 11 minutos, quando Hudson aproveitou o cruzamento para desviar de calcanhar no primeiro pau e mandar por cima do travessão. Depois, aos 27, foi a vez de Rodrigo Caio lamentar após cobrança de falta de Reinaldo. O lateral-esquerdo mandou para a área, a bola foi escorada na marca do pênalti e sobrou no segundo pau, mas o zagueiro não conseguiu alcançá-la de carrinho.

Já na reta final do primeiro tempo o Palmeiras não teve piedade da falta de eficiência do Tricolor e tratou de calar o Morumbi. Aos 33 minutos, Gustavo Gómez subiu sozinho para completar a cobrança de escanteio de Dudu, de cabeça, e abrir o placar. Antes de as equipes irem para o intervalo ainda deu tempo de o Verdão fazer o segundo. Mayke puxou contra-ataque, tocou para Dudu dentro da área, mas o camisa 7 bateu na trave. Na sobra, o próprio Mayke cruzou e achou Deyverson, que, assim como Gustavo Gómez, estava livre para cabecear e estufar as redes.

Segundo tempo

O São Paulo voltou a campo para a etapa complementar com duas mudanças: Nenê saiu para a entrada de Gonzalo Carneiro, enquanto Rodrigo Caio deu lugar a Everton. Desta forma, o Tricolor foi com tudo para cima do Palmeiras nos primeiros minutos, contudo, esbarrava na falta de jogadas trabalhadas e criatividade. As ações dos donos da casa eram muito mais na base da vontade do que na técnica e todas elas não deram qualquer resultado.

Desta forma, o Palmeiras se segurou firme na defesa e não deu brechas para que o rival pudesse reagir. Ciente da estratégia são-paulina, o técnico Luiz Felipe Scolari armou sua equipe para sair em contra-ataque e matar o jogo. Faltou, porém, mais eficiência na hora de concluir, principalmente com Deyverson.

Na reta final da partida, ainda deu tempo de Willian, que entrou na vaga de Hyoran, matar o jogo ao ficar com a sobra dentro da área, porém, ao bater de primeira, viu o goleiro Sidão fazer excelente defesa. Rojas também teve a oportunidade de ao menos descontar para o São Paulo após cobrança lateral de Reinaldo, mas parou em Weverton, que estava ligado para cair no canto direito, fazer a defesa, sem dar rebote, e garantir a vitória irretocável do Palmeiras no Morumbi.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Hamilton vence no Japão e penta pode vir nos EUA; Vettel se afoba, bate em Verstappen e é sexto

Fórmula 1 GP do Japão — Foto: Reprodução-Alemão larga bem do nono lugar e termina primeira volta em quarto, mas bate em holandês ao tentar ultrapassagem. Britânico precisa vencer em Austin com rival em terceiro para levantar taça

Lewis Hamilton está cada vez mais perto de entrar para o seleto grupo dos pentacampeões da Fórmula 1. O britânico venceu o GP do Japão, na madrugada deste domingo, e viu Sebastian Vettel se afobar ao tentar ultapassar Max Verstappen, se chocando com o holandês e caindo para o penúltimo lugar nas primeira voltas da corrida em Suzuka. O alemão ainda se recuperou para terminar em sexto, vendo as chances de título ficarem cada vez menores. Valtteri Bottas e Verstappen completaram o pódio em segundo e terceiro, respectivamente.

Daniel Ricciardo foi um dos destaques do dia. Após largar em 15º, o piloto fez uma ótima corrida de recuperação e terminou no quarto lugar. Pelo resultado, o australiano foi eleito o piloto do dia. Em uma corrida discreta, Kimi Raikkonen foi o quinto – o finlandês largou em quarto, mas perdeu rendimento ao longo da prova. Sergio Pérez foi o “melhor do resto” ao terminar em sétimo. Romain Grosjean, Esteban Ocon e Carlos Sainz completaram o top 10.

Tanto Charles Leclerc quanto Brendon Hartley, destaques na classificação, neste sábado, não conseguiram repetir o bom desempenho na corrida. O neozelandês largou em sexto, mas perdeu rendimento e terminou a prova no 13º lugar. O piloto da Sauber, sétimo na grid de partida, foi fechado por Magnussen e precisou trocar o bico do carro. Mais tarde na corrida sofreu a quebra de um componente desconhecido no carro, saiu da pista e precisou abandonar a prova.

Rumo ao penta: com o resultado, Hamilton chega aos 331 pontos, contra 264. Assim, o britânico pode ser campeão já na próxima corrida, o GP dos EUA, em 21 de outubro. Para isso, basta que um dos cenários abaixo aconteça.

Para ser campeão nos EUA, Hamilton precisa
Chegar em:     E Vettel terminar em:
1º     3º
2º     5º
3º     7º
4º     8º
5º     9º
6º     não pontuar

Por:Globo Esportef1 vettel
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Fluminense volta a vencer Deportivo Cuenca e confirma a vaga na Sul-Americana

O Fluminense não encontrou dificuldades para confirmar sua classificação para as quartas de final da Copa Sul-Americana, ao derrotar o Deportivo Cuenca, do Equador, por 2 a 0, em partida disputada na noite desta quinta-feira, no Maracanã. Como havia vencido o primeiro jogo, também por 2 a 0, o Fluminense acabou com uma vitória por 4 a 0 no placar agregado. Na próxima fase da competição, o Tricolor das Laranjeiras vai encarar o Nacional, do Uruguai, que eliminou o San Lorenzo, da Argentina. Os gols foram marcados por Digão, no primeiro tempo, e Richard, na etapa final.

Diante de quase 40 mil pessoas, o Fluminense não encontrou a menor dificuldade para se impor diante de uma equipe limitada e com poucas ambições ofensivas. O time dirigido por Marcelo Oliveira dominou complemente e poderia ter saído com uma placar ainda mais folgado. No primeiro tempo, a equipe carioca dominou completamente e poderia ter saído com um placar mais avantajado.O time diminuiu o ritmo na etapa final, mas não chegou a correr riscos em função da fragilidade do Deportivo Cuenca.

Diante de uma torcida entusiasmada, o Fluminense partiu para o ataque assim que a partida foi iniciada. Aos quatro minutos, Sornoza lançou Luciano na área, mas o zagueiro Carabalí chegou primeiro e aliviou o perigo. Dois minutos depois, Sornoza cobrou falta na área, mas o árbitro marcou impedimento do ataque tricolor e interrompeu a jogada.

O Tricolor das Laranjeiras marcava a saída de bola do Deportivo Cuenca e impedia que o time visitante conseguisse se organizar. A equipe do Deportivo Cuenca cometia faltas seguidas para parar as jogadas, irritando os jogadores da equipe carioca.
Aos 14 minutos, Ayrton Lucas fez bom lançamento para Luciano na grande área, mas o atacante tricolor se atrapalhou e permitiu que a bola chegasse ao goleiro Heras.
A equipe equatoriana apenas se defendia e não conseguia acionar seus atacantes que eram obrigados a recuar muito para participar do jogo. O goleiro Júlio César participou, pela primeira vez , do jogo aos 19 minutos em cobrança de falta que não levou perigo.
O jogo seguiu intensamente disputado e com muitas faltas que truncavam o ritmo da partida. Aos 30 minutos, o técnico Marcelo Oliveira foi obrigado a fazer a primeira substituição. O lateral-direito Léo sentiu um estiramento na coxa esquerda e pediu para sair. O meia Mateus Norton entrou em seu lugar e Jadson foi deslocado para o setor direito.
Aos 33 minutos, o Fluminense marcou o primeiro gol. Após cobrança de falta, a defesa equatoriana falhou e o zagueiro Digão dominou e tocou para colocar a bola nas redes.
Logo depois, Everaldo recebeu ótimo lançamento do goleiro Júlio César e chutou cruzado para defesa de Heras. Na jogada seguinte, Everaldo arrancou pela esquerda e tocou para Jadson que colocou no canto e Heras fez grande defesa, desviando para escanteio. Na cobrança, Ibañez cabeceou e a bola tirou tinta da trave direita.

O segundo tempo começou com um susto para a torcida do Fluminense. Após lançamento para Pita, o goleiro Júlio César saiu mal do gol, se atrapalhou com o zagueiro Digão e a bola sobrou para Pita que bateu para fora, quando o gol tricolor estava vazio.
Só aos seis minutos é que a equipe carioca chegou na área equatoriana. Após boa combinação com Ayrton Lucas, Luciano toca para Mateus Norton que se livra da marcação, mas chuta fraco, nas mãos de Heras. Aos dez, depois de investida em velocidade, Sornoza faz bom passe para Luciano que bate forte. O goleiro Heras desvia para escanteio e evita o segundo gol.

Com grande vantagem, o time dirigido por Marcelo Oliveira tirou o pé do acelerador e passou a administrar o resultado, uma vez que o Deportivo Cuenca não conseguia ameaçar o gol tricolor.
Aos 28 minutos, Richard derrubou Martinez na entrada da área. De La Cruz bate no centro do gol e Júlio César defende sem dificuldades.
O Fluminense ampliou aos 30 minutos. Na sua primeira intervenção, Júnior Dutra arrancou pela esquerda e tocou para Everaldo que fez ótimo lançamento para Richard que apareceu nas costas da zaga. O volante tocou com categoria na saída de Heras para anotar o segundo gol.
Aos 44 minutos, Marcos Júnior teve a chance de marcar o terceiro gol, mas esbarrou na saída precisa do goleiro Heras que fechou o ângulo e impediu que o atacante tivesse sucesso.

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo)

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Cruzeiro vê Dedé ser expulso de novo, empata com Boca e cai na Libertadores

Boca Juniors arranca empate no Mineirão e se classifica na Libertadores

Foi um típico jogo de Libertadores: teve foguetes na madrugada da torcida do Cruzeiro, teve catimba de argentino, teve jogo fechado e gol no contra-ataque. No fim das contas, na noite desta quarta-feira, no Mineirão, a Raposa ficou apenas no empate por 1 a 1 com o Boca Juniors, dando adeus à competição continental.

O Cruzeiro foi superior em todo o jogo. A Raposa conseguiu entrar em campo com intensidade e tentou a virada. No entanto, em alguns momentos, abusou da transpiração e perdeu em inspiração. No fim, com a expulsão de Dedé, o time celeste, já cansado, não conseguiu se defender com qualidade e sofreu o empate.

O Cruzeiro mostrou que entraria com bastante intensidade no gramado do Mineirão. Para ter uma ideia, antes de analisar qualquer situação de partida, a Raposa teve uma chance: aos 13 segundos de jogo, em lançamento na frente, Arrascaeta finalizou e a bola parou nas mão do goleiro.

A Raposa seguiu com grande intensidade. O ponto principal do time azul era o meia Thiago Neves. Robinho atuava pela direita e Arrascaeta na esquerda. O time celeste atacava com vários homens e o Boca, nos primeiros minutos, ficou apenas se defendendo.

Aos 10 minutos o Boca conseguiu chegar pela primeira vez. Em ótimo chute de fora da área, Fábio precisou se esticar todo para fazer a defesa e mandou para escanteio.

O Cruzeiro, no entanto, apesar da oportunidade do Boca era melhor em campo. Isso, porém, não convertia em grandes oportunidades. Era uma posse de bola, mas o Boca abusava da frieza. O treinador no banco é experiente na competição: já conquistou quatro Copas Libertadores.

Aos 20, o Cruzeiro chegou com bastante perigo. Em bela jogada de Arrascaeta, na esquerda, ele cruzou rasteiro. A bola chegou e Barcos que escorou para Thiago Neves. O camisa 30 mandou por cima.

O jogo perdeu em intensidade quando passou a metade do primeiro tempo. As equipes sentiram o desgaste do jogo. Pelo lado do Boca, o técnico percebeu que os avanços da Raposa aconteciam com Egídio, na esquerda, e intensificou a marcação por ali.

Aos 47 o Cruzeiro conseguiu balançar as redes. O árbitro, no entanto, anulou o lance acusando falta do zagueiro Dedé.

A Raposa voltou novamente com muita intensidade para a etapa complementar. A torcida do Cruzeiro compreendeu que faltava mais força no ataque e começou a gritar o nome de Sassá.

Aos 14 minutos, no primeiro lance, ele resolveu a primeira parada. Em cruzamento, a redonda sobrou para o atacante que colocou a bola para o fundo das redes.

Para colocar Sassá, o técnico Mano Menezes tirou o volante Lucas Silva. O meia Robinho foi puxado para cumprir a função no setor.

O Boca não conseguia descer para o ataque. Ficava preso na intensidade do ataque do Cruzeiro. A equipe não criava e lutava para se manter no jogo e na Libertadores.

A partida era bastante nervosa. O Cruzeiro tentava atacar, jogava a bola por cima, em cruzamentos na área, tentava de várias maneiras, mas o Boca seguia se defendendo, com qualidade e a frieza.

Aos 37 um lance decisivo. O zagueiro Dedé fez falta forte e levou o segundo amarelo no jogo, levando o cartão vermelho. Como o Boca pouco atacava, o técnico Mano Menezes segurou mais o lateral-direito Edilson, mas pouco fez diferença nas ações de ataque.

No primeiro lance sem o zagueiro Dedé, em cruzamento na área, Ábila mete a cabeça na bola e a redonda pegou na trave.

Já nos acréscimos, se existia a esperança, o Boca acabou. Pavon, em lançamento na área, chutou forte e colocou no fundo das redes.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Douglas Magno/AFP)

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CRUZEIRO 1×1 BOCA JUNIORS

Motivo: jogo de volta, quartas de final da Libertadores
Data/Hora: 04/10/2018, às 21h45 (de Brasília)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Andrés Cunha (URU/FIFA)
Assistentes: Nicolás Tarán (URU) e Mauricio Espinosa (URU)

GOL: Sassá, 12’2ºT (1-0); Pavón, 49’/2ºT (1-1)
Cartões amarelos: Egídio, Dedé, Rafael (CRU), Pérez, Pavón (BOCA)
Cartão vermelho: Dedé (CRU), Pavón, 48’2ºT (1-1)
Público/Renda: 48.925 pagantes/56.791 presentes/R$2.652.600,00.

CRUZEIRO: Fábio; Edílson, Leo, Dedé e Egídio; Henrique, Lucas Silva (Sassá, 11’2ºT); Thiago Neves, Robinho e Arrascaeta (Rafinha, 30’2ºT); Barcos (Raniel, 19’2ºT). Técnico: Mano Menezes.

BOCA JUNIORS: Rossi; Buffarini, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nandéz, Barrios e Pablo Pérez (Fernando Gago, 27’2ºT); Villa (Cardona, 41’2ºT), Zárate (Ramón Ábila, 34’2ºT) e Pavón. Técnico: Guillermo Schelotto.

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Palmeiras vence Colo-Colo e avança à semifinal da Libertadores

O Palmeiras está na semifinal da Copa Libertadores da América após 17 anos. Nesta quarta-feira, com um show de Dudu, que anotou um golaço e ainda sofreu pênalti para Borja fechar o marcador, o Verdão repetiu o placar de Santiago e venceu novamente o Colo-Colo por 2 a 0, desta vez no Allianz Parque. Agora, o Maior Campeão do Brasil aguarda quem irá avançar no confronto entre Cruzeiro e Boca Juniors para sua primeira disputa de semifinal do torneio sul-americano desde 2001.

O Palmeiras mostrou que conseguiria a classificação desde o primeiro minuto. Não com um futebol de encher os olhos, mas com uma tranquilidade para acalmar os corações. Tendo a vantagem conquistada em Santiago nas mãos, o Verdão não se expôs e aceitou o ritmo lento a partida no início do confronto.

Quando o Colo-Colo tentava deixar o campo defensivo, o Alviverde até subia a marcação com Dudu, Willian e Borja, mas sem pressionar o atleta que tinha a bola. Os visitantes, por sua vez, mantiveram a aposta no sistema com três zagueiros e viram os dois homens de meio-campo serem facilmente engolidos pelo trio central do Palestra.

Trio este que teve posicionamento inédito nesta quarta. Ao contrário do habitual 4-2-3-1, o Maior Campeão do Brasil jogou no 4-4-2 com um losango no meio-campo. Thiago Santos foi o primeiro homem à frente da zaga, Moisés esteve ao lado de Bruno Henrique e Dudu atuou como enganche. O 7 do Palmeiras esteve melhor que o 10 cacique na armação.

Valdívia, que em Santiago teve boa atuação, mas não conseguiu ser decisivo, jogou os primeiros 45 minutos ao lado de Lucas Barrios, quase como atacante. A intenção de tornar o Mago mais efetivo na verdade deixou a equipe chilena ainda menos criativa. E o Palmeiras aceitou o jogo morno, com exceção de Eduardo Pereira Rodrigues.

Como em um despertar pessoal e da equipe, Dudu dominou rebatida adversária e avançou do círculo central até a intermediária, onde pedalou e disparou uma bomba de canhota no ângulo para abrir o placar aos 36 minutos do primeiro tempo. A classificação palestrina ficou ainda mais evidente, mas o jogo ganhou em emoção.

Minutos depois, o Colo-Colo só não empatou por milagre de Weverton, que defendeu chute de Insaurralde à queima-roupa dentro da área. Na volta do intervalo, Héctor Tapia já havia trocado Barroso e Baeza por Felipe Campo e Morales. A entrada de um lateral-direito e um atacante fez os chilenos retomarem uma linha de quatro homens na defesa e Valdívia voltou ao meio-campo.

Mas foi o ‘falso’ armador palmeirense quem seguiu brilhando. Aos seis minutos, Dudu recebeu na esquerda, pedalou para cima da marcação, conseguiu o drible em direção à linha de fundo e foi puxado por Opazo dentro da área. A arbitragem marcou o pênalti e, na cobrança, Borja bateu firme, no alto, para fazer o segundo do Palmeiras. O tento fez o colombiano igualar Morelo na artilharia da Libertadores: são nove bolas nas redes em dez partidas.

O Verdão voltou a assustar aos 24 minutos, quando Bruno Henrique acertou cobrança por cima da barreira, mas a bola explodiu no travessão. Na reta final de partida, Felipão sacou Dudu, Borja e Willian para as entradas de Hyoran, Deyverson e Jean, respectivamente.

O trio ‘reserva’ ainda deu trabalho para o goleiro Orion, mas o placar permaneceu com a segunda vitória palmeirense para cima do Colo-Colo por 2 a 0. Agora, o Palestra aguarda quem avança entre Cruzeiro e Boca Juniors para saber seu primeiro adversário de semifinal de Libertadores desde 2001.
Por: Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press/arquivo)

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Bahia vence Botafogo nos pênaltis e vai às quartas da Sul-Americana

 (AFP PHOTO / Mauro Pimentel) -O Bahia se classificou para as quartas de final da Copa Sul-Americana ao derrotar o Botafogo, na disputa de pênaltis, por 5 a 4, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no estádio Nilton Santos. O Alvinegro de General Severiano venceu no tempo normal por 2 a 1, mesmo placar da vitória baiana no jogo de ida, o que forçou a decisão por pênaltis. Na próxima fase da competição, o Bahia vai enfrentar o Atlético-PR. Marcinho e Moisés desperdiçaram as cobranças do lado do Botafogo, enquanto Rodrigo Lindoso, Aguirre, Renatinho e Kieza converteram. Do lado do Bahia, Gilberto, Zé Rafael, Allione, Nilton e Flávio marcaram, enquanto Jackson desperdiçou a sua cobrança.

A partida foi marcada pelo equilíbrio. No primeiro tempo, o Botafogo começou melhor e saiu na frente com Rodrigo Pimpão, mas o Bahia empatou com Edigar Junio. O Alvinegro passou à frente com Luiz Fernando. No segundo tempo, o a partida ficou mais equilibrada. O Bahia voltou mais organizado e controlou as ações, enquanto a equipe de General Severiano tentou pressionar na base da emoção, mas não obteve sucesso na tentativa de conseguir uma vantagem que lhe garantisse a vaga.

Apoiado por uma torcida entusiasmada, o Botafogo iniciou o jogo no ataque.diante de um adversário que mostrava uma certa cautela. Aos quatro minutos, Kieza arrancou pela esquerda, entrou na área e cruzou para a entrada de Rodrigo Pimpão, mas Tiago desviou para escanteio. Na cobrança, Igor Rabello cabeceou e quase que Rodrigo Pimpão aproveita a sobra. A resposta do Bahia veio com investida de Gilberto pela esquerda, mas o cruzamento do atacante foi defendido por Saulo.

O Botafogo tentava imprimir velocidade ao jogo, mas o Bahia não dava liberdade aos jogadores cariocas e ainda mantinha Gilberto entre os zagueiros Joel Carli e Igor Rabello. Aos 12 minutos, Rodrigo Pimpão cruzou fechado e o goleiro Douglas se antecipou aos atacantes e afastou, de soco, o perigo da sua área. Três minutos depois, Kieza deu passe preciso para Rodrigo Pimpão que invadiu pela esquerda e bateu por cima. Na jogada seguinte, o goleiro Douglas evitou o primeiro gol ao defender um chute forte de Rodrigo Lindoso, na entrada da pequena área.

Aos 20 minutos, Gilberto desarmou Igor Rabello que recamou de falta, investiu pela direita e chutou forte, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. O Alvinegro carioca desperdiçou uma boa chance aos 24 minutos. Após boa jogada de Luiz Fernando pela esquerda, Rodrigo Pimpão escorou para Rodrigo Lindoso que furou na hora de chutar.
Aos 26 minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Rodrigo Pimpão arrancou para a área, Kieza, impedido, não participou do lance, e Pimpão entrou só para dar um toque preciso e tirar do goleiro Douglas que saiu para tentar fechar o ângulo. Logo depois, o técnico Enderson Moreira precisou queimar uma substituição quando o zagueiro Tiago sentiu um estiramento na coxa esquerda e foi forçado a deixar o campo.

O Bahia partiu para o ataque e deixou tudo igual aos 33 minutos. Após cruzamento da esquerda, Gilberto escorou de cabeça e Edigar Junio completou para as redes, sem chances para o goleiro Saulo. Depois de sofrer o gol, a equipe dirigida por Zé Ricardo demorou algum tempo para voltar a ter o controle das ações, mas não deixou de buscar o ataque. O Botafogo desempatou aos 39 minutos quando Luiz Fernando recebeu ótimo passe de Matheus Fernandes, driblou o goleiro Douglas e tocou mansamente para o fundo das redes.

Os dois times voltaram sem mudanças para o segundo tempo. E o primeiro momento do ataque foi do Bahia que buscou o gol em chute de Nino Paraíba que passou longe do gol defendido por Saulo. O Botafogo respondeu com uma cobrança de lateral de Marcinho. Kieza desviou, de cabeça, e Rodrigo Pimpão, livre na pequena área, não alcançou a bola. O Bahia voltou a ameaçar aos cinco minutos em boa investida de Gilberto que ganhou da zaga, mas perdeu o ângulo, e bateu por cima.

O jogo ficou mais aberto com as duas equipes buscando o gol para evitar a decisão por pênaltis.Aos sete minutos, Luiz Fernando fez ótima jogada pela direita e cruzou na área, mas Rodrigo Pimpão cabeceou por cima do travessão, sem levar perigo para Douglas.

O Bahia quase chegou ao empate aos 12 minutos quando Vinicius lançou Edigar Junio, mas Marcinho conseguiu evitar o chute e desviar para escanteio. Logo depois , o goleiro Saulo fez defesa difícil em chute de Vinicius.
Logo depois do susto, o técnico Zé Ricardo trocou o volante Matheus Fernandes pelo meia Renatinho, para tentar melhorar o poder ofensivo da sua equipe.O Bahia ficava mais tempo com a bola e levava perigo, com frequência, ao gol defendido por Saulo. Aos 24 minutos, o goleiro alvinegro conseguiu uma defesa difícil em cobrança de falta executada por Vinicius. Logo depois, a torcida alvinegra tomou outro susto com um chute de Zé Rafael que desviou em Marcinho e encobriu o travessão.

A equipe visitante ficava mais tempo com a bola e controlava o ritmo, enquanto o Botafogo optava por lançamentos para os atacantes que eram facilmente bloqueados pela zaga baiana. O Botafogo só apareceu na área baiana aos 35 minutos quando Aguirre tabelou com Kieza e lançou Pimpão, mas o goleiro Douglas saiu bem e ficou com a bola.
Aos 39 minutos, o goleiro do Bahia apareceu para defender em chutes sucessivos de Rodrigo Pimpão e Rodrigo Lindoso. Nos minutos finais, o Botafogo pressionou em busca do terceiro gol que garantiria a classificação, mas o Bahia soube se defender e levar a decisão da vaga para a disputa de pênaltis.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Mauro Pimentel/AFP)

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Atlético Paranaense bate o Caracas mais uma vez e segue na Sul-americana

O Atlético Paranaense carimbou sua classificação para a próxima fase da Copa Sul-americana ao bater o Caracas por 2 a 0, na Arena da Baixada. No jogo de ida, na Venezuela, vitória do Furacão por 2 a 0, que já dava ao time brasileiro uma boa vantagem para decidir a vaga em casa. O Rubro-Negro aumentou sua vantagem aos 30 minutos do primeiro tempo, com Marcelo Cirino chutando da entrada da área para estufar a rede. Depois do intervalo, aos quatro minutos, Garcés deixou tudo igual. A reação durou pouco já que, aos 12 minutos, Renan Lodi fez o segundo. O Atlético Paranaense agora aguarda seu adversário nas quartas de final da competição que sairá do confronto entre Botafogo e Bahia.

O jogo – Com a vantagem e superior tecnicamente, o Furacão começou a partida pressionando. Aos seis minutos, Guilherme recebeu ótimo lançamento e mandou uma bomba para defesa de Flores. Na sequência, foi a vez de Marcelo Cirino entrar na área para arrematar cruzado e obrigar Flores a trabalhar. Pablo entrou pela direita, aos oito minutos, e arrematou pela linha de fundo.

Todo mundo queria tentar marcar pelo time atleticano e, aos 14 minutos, Wellington arriscou de longe, por cima da meta venezuelana. O Caracas encaixou o primeiro ataque aos 16 minutos, com Arrieta invadindo a área e sendo travado por Renan Lodi na hora do chute. De muito longe, aos 17 minutos, Fereira bateu para fora. O time visitante cresceu e, aos 22 minutos, Arrieta recebeu cruzamento e na dividida com Santos ganhou escanteio.

O Rubro-Negro, entretanto, era superior e, aos 30 minutos, Marcelo Cirino recebeu na entrada da área e bateu, com direito a desvio no caminho, para o fundo da rede. A equipe brasileira tocava a bola no campo de ataque, buscando por espaços para ampliar a contagem. Aos 40 minutos, Nikão cruzou rasteiro, Pablo ajeitou de calcanhar, mas Guilherme passou pela bola. Para o segundo tempo, as equipes voltaram sem mudanças. Logo aos quatro minutos, em um cochilo da defesa do Atlético, Garcés recebeu na área e tocou na saída de Santos para deixar tudo igual. Caracas no ataque na Arena.

Aos cinco minutos, Arrieta chutou de fora da área para defesa de Santos. Resposta atleticana, aos oito minutos, com Guilherme pegando rebote e chutando à esquerda da meta. A tranquilidade veio aos 12 minutos, com Renan Lodi, que recebeu uma bela assistência de Pablo e bateu no cantinho para balançar a rede. Nikão abriu espaço, aos 14 minutos, e soltou a bomba para longe do gol. O gol acabou com o ânimo do Caracas, que tentava reagir. Aos 24 minutos, após cobrança de escanteio, a sobra ficou nos pés de Paulo André, que arrematou sem direção.

No contra-ataque, aso 30 minutos, Bergson avançou até a entrada da área e chutou completamente torto, para fora. Aos 35 minutos, Chacón pegou a bola na marca do pênalti e mandou direto pela linha de fundo. Sem grandes sustos, o Furacão mostrou sua superioridade em casa e segue na Sul-americana.

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Grêmio goleia Tucumán e pega o River Plate na semifinal da Libertadores

O Grêmio goleou nesta terça-feira o Atlético Tucumán por 4 a 0 na Arena pela partida de volta das quartas de final da Libertadores. Após um início confuso, o Tricolor Gaúcho se impôs com naturalidade e ainda contou com a expulsão do goleiro Luchetti. Luan finalmente demonstrou futebol de qualidade que o levou a ser escolhido como o melhor da América em 2017. Os gols foram marcados por Luan, Cícero, Sánchez (contra) e Jael.

Na semifinal o Grêmio enfrenta o River Plate que derrotou o Independiente por 3 a 1 no Monumental de Nuñez. As datas dos confrontos ocorrem nos dias 24 e 31 de outubro. O primeiro jogo será na Argentina e a partida de volta acontecerá em Porto Alegre.

Pelo Brasileirão o Tricolor Gaúcho recebe no sábado o Bahia, às 21h(de Brasília), na Arena. Atualmente a equipe gremista ocupa o quarto lugar na competição, com 50 pontos, e quer diminuir a diferença para o líder Palmeiras.

No embalo da torcida, o Grêmio vai para cima com objetivo de ampliar a ótima vantagem adquirida na primeira partida. Entretanto os argentinos começam assustando a meta de Grohe, aos 03, Acosta pegou o rebote e soltou a bomba, que tirou tinta da trave do arqueiro gremista.

Apesar da desvantagem o Tucumán foi para frente e tem dado trabalho a defesa do Tricolor Gaúcho. Aos 11, Acosta recebeu na esquerda e soltou a bomba, mas Grohe defendeu. Os visitantes se mostram mais incisivos quando vão ao ataque. Já os donos da casa parecem sentir muito a falta do volante Maicon e estão ficando com menos posse de bola.

Por pouco a equipe gremista não abriu o placar. Aos 16, após furada de Cabral, Luan avançou com a bola e acionou Everton, que chutou para fora. Três minutos depois, Luan faz a jogada e tocou para Alisson, que chutou, mas a bola bateu em Lamas e saiu pela linha de fundo. Aos 27, Everton arrancou em velocidade e chutou na saída de Luchetti. A bola bateu na rede, mas pelo lado de fora.

Houve um crescimento no rendimento do Grêmio depois dos 20 minutos tanto que já criou três chances reais de gols. Mas o Tucumán mais uma vez assustou em jogada de velocidade. Aos 32, Barbona tocou para Acosta, que soltou a bomba, mas a bola saiu rente à trave de Grohe.

Mostrando mais qualidade os comandados de Renato Portaluppi abrem o placar. Aos 35, Léo Moura cruzou da direita para Thaciano, que errou o cabeceio, mas levou sorte. A bola sobrou para Luan, que, quase em cima da linha, entrou com ela para o fundo das redes. Aos 37, Luan acionou tocou para Alisson, que tentou driblar Luchetti, mas o goleiro derrubou o atacante dentro da área. O árbitro apitou sem titubear penalidade em favor dos gremistas. Depois a arbitragem conferiu o VAR e expulsou o goleiro Luchetti. Aos 43, Cícero bateu rasteiro no canto direito de Sánchez, que saltou para o lado esquerdo.

Após um começo vacilante, o Grêmio equilibrou a partida e com relativa tranquilidade ampliou a vantagem que havia conquistou no jogo de ida. Os destaques ficaram por conta das atuações de Grohe, Geromel, Kannemann, Cícero, Luan e Everton.

Tendo mais um jogador em campo, o Tricolor Gaúcho tratou de administrar o resultado no segundo tempo e especular jogadas de velocidade. Sem dificuldade os anfitriões chegam ao terceiro gol. Aos 07, Luan tocou para Alisson, que chutou, a bola bateu em Lamas e acertou Alejandro Sánchez. O goleiro mandou para trás. Mercier ainda se atirou para tentar evitar, mas não conseguiu. Em rápido contra-ataque, aos 13, Thaciano tocou para Luan, que acionou Alisson. Sem goleiro, o atacante chutou em cima de San Román.

O Grêmio não relaxou e seguiu avançando a marcação buscando o quarto tento. Depois de uma sequência de atuações apagadas, o meia Luan vem realizando uma grande jornada na noite de hoje. Aos 38, Cortez cruzou para Thaciano, que chutou para fora.

Classificado para a semifinal, o time gremista fez o tempo passar e trocou passes. Ainda sobrou tempo para o Grêmio marcar mais um gol. Aos 44, Jael recebeu de Douglas, invadiu a área e é derrubado por Cabral. Aos 46, Jael bateu rasteiro no canto de Sánchez, que saltou para o lado esquerdo.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

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