Brasil marca nos acréscimos e derrota Argentina [1×0] no Superclássico

A raça brasileira prevaleceu em relação à argentina nesta terça-feira. No Estádio King Abdullah, na Arábia Saudita, a Seleção arrancou uma vitória contra os albicelestes por 1 a 0, no apagar das luzes, em partida válida pela decisão do torneio amistoso Superclássico.

No período regulamentar, o primeiro tempo viu uma alternância entre momentos de maior chances ao gol e outros de jogo truncado, enquanto a etapa final contou com mais movimentação ofensiva das duas equipes e maior nervosismo com o empate no placar, o que resultou em trabalho para o juiz Felix Brych.

Quando tudo apontava para um 0 a 0 no marcador, brilhou a estrela de Neymar e Miranda. Em cobrança de escanteio do camisa 10, o zagueiro brasileiro subiu sozinho para fazer o tento que garantiu o triunfo dos comandados de Tite.

O primeiro tempo de partida alternou entre momentos de maiores chances ao gol e outros de toque de bola sem pretensão ofensiva. Com os lances iniciais de muito estudo e análise entre as duas equipes, a Argentina assustou com chute rasteiro de Lo Celso aos sete minutos.

Entretanto, até a marca dos 20 da etapa inicial, esta havia sido a única ação relevante no confronto. A partir daí, os comandados de Tite passaram a pressionar mais a zaga albiceleste, movimentando-se mais no último terço do gramado de King Abdullah.

A grande chance brasileira veio aos 27. Depois de cobrança de falta para a área de Neymar, Casemiro aproveitou a sobra na lateral oposta do campo e voltou a lançar. A bola encontrou Miranda, livre, que teve tempo de ajeitar o corpo e bater firme na finalização. Entretanto, o zagueiro Otamendi fez o corte de cabeça e evitou aquele que seria o tento inaugural do embate.

No lance seguinte, a Argentina devolveu o susto. Também em cobrança de falta na entrada da área, Dybala bateu com categoria, assustando Alisson na finalização que passou à esquerda do gol brasileiro.

No último lance do período inicial de jogo, o árbitro Felix Brych assinalou falta perigosa para a Seleção Brasileira, alegando toque com a mão de Pezzella, que estava com o braço colado ao corpo. Entretanto, o juiz demonstrou convicção, já que sequer recorreu ao VAR. Na batida, porém, Neymar decepcionou e parou na barreira, dando fim ao primeiro tempo de duelo.

A etapa final viu novas boas oportunidades logo em seu começo. Antes dos cinco, Lo Celso, em cabeceio, e Icardi, após chute na grande área, levaram perigo ao gol. Com as oportunidades, a Argentina passou a gostar do jogo e atacar com mais contundência.

Após o sistema intermediário do Brasil abrir espaço no meio de campo, Paredes arriscou chute de fora da área e assustou os defensores canarinhos. No lance seguinte, os comandados de Scaloni tocaram a bola com categoria na entrada da área e a bola sobrou para Lo Celso na ponta, que tentou o passe para o meio e viu Marquinhos cortar.

Com a pressão argentina, foi a vez da Seleção responder. Neymar arrancou em velocidade pela esquerda e serviu Richarlison em cruzamento para a área. O camisa 7 não aproveitou a chance e finalizou mal, mas contou com a “sorte”, já que Saravia já havia cometido falta no número 10 anteriormente.

Na cobrança, Neymar enxergou Arthur sozinho dentro da grande área e levantou para o meia do Barcelona, que sequer esperou a bola cair ao chão para tentar chute acrobático. Firme no lance, o arqueiro Romero espalmou e afastou o perigo.

Já perto do final de jogo, o Brasil mais uma vez levou perigo em cobrança de falta. Dessa vez, Casemiro encheu o pé e a bola desviou na barreira argentina, matando Romero da jogada. O goleiro argentino só olhou a bola passar à esquerda de sua meta e ir para a linha de fundo.

Com o 0 a 0 próximo, a vitória brasileira só saiu aos 47 minutos do segundo tempo. Em cobrança de escanteio, Neymar fez o levantamento para a área, Miranda subiu sozinho e livre de marcação para escorar para o fundo das redes e garantir o Superclássico para os comandados de Tite.

Por:Redação Só Notícias (foto: Lucas Figueiredo/CBF)

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Ceará perde pênalti e Botafogo arranca empate fora de casa

Mesmo dominado durante a maior parte do jogo, o Botafogo conseguiu segurar o Ceará em partida disputada na noite desta segunda-feira, na Arena Castelão, no encerramento da 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. O empate sem gols castigou a equipe da casa, que foi melhor durante a maior parte do confronto, mas que não soube transformar em gols a superioridade demonstrada durante os 90 minutos.

E o Ceará ainda desperdiçou um pênalti no primeiro tempo, quando Arthur chutou para fora. Com o resultado, segue na zona de rebaixamento. A equipe nordestina ocupa a 17ª colocação com 31 pontos. O Botafogo chegou aos 35 pontos e agora é o 12º colocado.

O Alvinegro de General Severiano fez um péssimo primeiro tempo, quando só conseguiu chutar uma bola para o gol de Éverson. Melhorou um pouco na segunda etapa com as mudanças feitas por Zé Ricardo, mas nunca conseguiu se impor diante do time da casa. O Ceará mostrou velocidade, agressividade, mas pecou nas finalizações, justificando o zero a zero.

Na próxima rodada, o Ceará vai enfrentar o Palmeiras, no Pacaembu. O Botafogo vai receber o Bahia, no Nilton Santos.

Empurrado pela torcida, o Ceará partiu para o ataque assim que o árbitro deu início ao jogo. O time dirigido por Lisca ficava mais tempo com a bola, mas não conseguia encontrar espaços para penetrar na defesa da equipe carioca.

Aos sete minutos, Matheus Fernandes vacilou e a bola ficou com Felipe Azevedo, que se livrou de Joel Carli e cruzou. Saulo desviou e a bola sobrou para Juninho Quixadá, que bateu de primeira, mas jogou longe do gol do Botafogo. O time dirigido por Lisca seguiu pressionando e, aos 11 minutos, Felipe Azevedo recebeu na entrada da área e tentou colocar no canto, mas Saulo defendeu com segurança.

O Botafogo chegou pela primeira vez com perigo aos 13 minutos em investida de Kieza, que recebeu de Rodrigo Pimpão e chutou cruzado, mas a bola saiu sem levar perigo. Três minutos depois, Joel Carli fez lançamento longo para Kieza, que escorou de cabeça para a conclusão de Gustavo Bochecha, mas a bola passou longe do gol defendido por Éverson.

Aos 17 minutos, após boa troca de passes, Juninho Quixadá entrou pelo meio, mas demorou a chutar e acabou desarmado por Igor Rabello. O time da casa seguia dominando e aos 24 foi a vez de Felipe Jonatan mandar a bomba e a bola assustou Saulo.

Aos 28 minutos, Igor Rabello falhou no domínio e Rodrigo Lindoso derrubou Juninho Quixadá dentro da área. Pênalti que Arthur desperdiçou, batendo para fora. Foi a primeira penalidade marcada a favor do Ceará no Campeonato Brasileiro.

O Botafogo seguia com dificuldades para segurar o ímpeto do adversário. Aos 33 minutos, Arthur recebeu lançamento na entrada da área e bateu rasteiro, mas Saulo defendeu com facilidade. Logo depois, após investida de Calyson, Carli pisou na bola dentro da pequena área e Igor Rabello salvou, impedindo a conclusão do atacante cearense.

Aos 42 minutos, Felipe Azevedo se aproveitou de nova falha do meio campo adversário para arrancar com a bola e chutar para boa defesa de Saulo. No último lance importante do primeiro tempo, Calyson cruzou e a bola bateu no braço de Igor Rabello. Os jogadores cearenses pediram a marcação de pênalti, mas o árbitro nada marcou.

O Botafogo voltou mais aceso para o segundo tempo e, no primeiro minuto, Rodrigo Pimpão cruzou da esquerda e a bola ia enganando Éverson, que fez grande defesa, desviando para escanteio. O time dirigido por Zé Ricardo, que quase não atacou no primeiro tempo, assumiu uma postura diferente e passou a ficar mais tempo com a bola. Aos sete minutos, Gustavo Bochecha recebeu na entrada da área e arriscou, mas a bola saiu sem levar perigo.

A partida ficou aberta, com as duas equipes procurando o gol. Aos 12 minutos, Felipe Azevedo investiu pela esquerda e cruzou. A bola desviou em Luis Ricardo e assustou o goleiro Saulo, mas a bola saiu para escanteio. O técnico Zé Ricardo decidiu tornar a equipe carioca ainda mais ofensiva e trocou o volante Gustavo Bochecha pelo atacante Erik.

Aos 20 minutos, Luis Ricardo perdeu a bola para Felipe Jonatan, que investiu pela esquerda e cruzou para Juninho Quixadá cabecear e colocar nas redes, mas a arbitragem anulou o gol, marcando impedimento do atacante da equipe nordestina.

Aos 30 minutos, Ricardinho fez ótimo lançamento para a entrada de Samuel Xavier, que escorou para o meio, mas a zaga salvou para escanteio. Na cobrança, Saulo fez grande defesa em cabeçada de Ricardo Bueno. A bola sobrou para Ricardinho, que chutou e o goleiro botafoguense defendeu outra vez, impedindo o primeiro gol do Ceará.

A equipe dirigida por Lisca voltou a pressionar em busca do gol, enquanto o Botafogo voltava a mostrar dificuldades para se aproximar do gol defendido por Éverson. Aos 37, após falha de Rodrigo Lindoso, a bola sobrou para Samuel Xavier, que bateu cruzado e mandou para fora. Logo depois, foi a vez de Pedro Ken: na primeira participação, chutou rasteiro, mas a bola saiu. O Ceará seguiu buscando o gol da vitória e, aos 46 minutos, Pedro Ken deu novo susto no goleiro Saulo ao chutar rasteiro e a bola passar bem perto da trave direita.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria/Satiro Sodré/arquivo)

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Furacão afunda o Sport na Arena e sobe na classificação

O Atlético Paranaense chegou ao 11º jogo consecutivo de invencibilidade na Arena da Baixada ao bater o Sport Recife por 4 a 0, e seguir com sua reação no Campeonato Brasileiro. Com 39 pontos, o Furacão é oitavo colocado. Já o Leão segue na zona de rebaixamento, na 19ª colocação, com 27 pontos.

O time da casa abriu o placar aos dois minutos da segunda etapa, com Thiago Heleno aproveitando cruzamento para testar e estufar a rede. Bergson ampliou em cobrança de pênalti, aos 10 minutos. Aos 38 minutos, com o meia Gabriel no gol adversário, Bergson ampliou. Rony marcou o quarto, aos 40 minutos.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense enfrenta o São Paulo, sábado, no Estádio do Morumbi. Já o Sport Recife encara no mesmo dia o Vasco da Gama, na Ilha do Retiro.

O jogo – O Furacão começou a partida tentou pressionar. Aos três minutos, Jonathan chegou pela direita e Mateus cortou no momento exato para salvar. Aos quatro minutos, Renan Lodi chutou de fora da área e desta vez Ronaldo Alves fez o desvio para tirar o perigo. Até Lucho González queria deixar sua marca e, aos seis minutos, cobrou escanteio fechado para Magrão evitar o gol olímpico.

O Sport deu sua primeira subida aos 11 minutos, com Evandro recebendo com liberdade e cruzando. O árbitro, entretanto, parou o lance para marcar o impedimento. Na resposta, Nikão fez o levantamento para Bergson, que testou direto pela linha de fundo. Magrão operou um milagre, aos 15 minutos, parando chute de Cirino com o pé e na sequência, de Lucho, com a mão. Aos 17 minutos, Marlone aproveitou sobra de bola e chutou forte, pela linha de fundo, com perigo.

Depois do começo intenso do Atlético, o Leão conseguiu equilibrar as ações na Arena. Sem conseguir penetrar na defesa atleticana, Evandro arrematou de longe e isolou a bola, aos 29 minutos. Aos 34 minutos, Renan Lodi mandou um petardo, Adryelson cortou e quase matou Magrão na jogada.

Para a segunda etapa, o Sport voltou com Hernane no lugar de Mateus Gonçalves. Mas, logo aos dois minutos, Veiga levantou na medida para Thiago Heleno, que cabeceou com força para o fundo da rede para abrir a contagem. Bergson quase ampliou, aos cinco minutos, mas a testada foi pela linha de fundo. Aos 10 minutos, Raul Prata tocou na bola com o braço e o árbitro anotou o pênalti. Na cobrança, Bergson converteu no meio do gol.

Magrão trabalhou bem, aos 15 minutos, parando chute de Raphael Veiga, que fez bela jogada individual. Já no desespero, Michel Bastos chegou na lateral da área e nem cruzou, nem chutou, desperdiçando o ataque, aos 19 minutos. Pegando rebote, de voleio, Bergson quase fez um belo gol, mas errou o alvo e a chance de ampliar a vantagem.

Com muitas dores no braço, era atendido em campo, chorando, aos 32 minutos, mas o time pernambucano não tinha mais substituições. Com isso, o meia Gabriel foi para a meta. Raphael Veiga tentou testar a novidade, aos 37 minutos, mas o chute forte foi para fora. Aos 38 minutos, não teve jeito, e Bergson ampliou. Ficou fácil sem goleiro e Rony marcou o quarto, aos 40 minutos.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Miguel Locatelli/CAP)

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Atlético-MG e América não saem do zero com brilho de Victor

Quem disse que quando um jogo acaba em 0 a 0, é sinal de partida ruim? Atlético-MG e América-MGprotagonizaram uma partida movimentada neste domingo, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, no estádio Independência. Mesmo com o marcador zerado, a partida teve bons momentos, especialmente por parte do time americano, que teve as principais oportunidades do duelo, e pode lamentar o placar final.

O Galo, entretanto, lamenta por não conseguir somar os três pontos em seus domínios. Porém, devido às circunstâncias, deve agradecer aos céus, ou melhor a São Victor. O goleiro, pegou tudo, e salvou a equipe de não perder para o rival. No todo, o time ficou devendo muito, tanto no sistema ofensivo, quanto defensivo, em que foi bagunçado, espaçado e confuso.

Com o resultado, o Atlético segue em sexto, com 46 pontos, quatro a mais em relação ao Santos, sétimo colocado, e que já se aproxima do time mineiro. Os comandados de Adilson Batista, somam mais um pontinho precioso na luta pelo rebaixamento do Brasileirão, e estão em 15º, com 33.

Na próxima rodada, os comandados de Thiago Larghi vão ao Rio de Janeiro para enfrentar o Fluminense, no domingo, dia 21 de outubro às 16h00 (horário de Brasília). Um dia antes, o Coelho recebe o Grêmio às 16h00 (horário de Brasília).

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini)

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Vasco vence reservas do Cruzeiro em São Januário e respira no Brasileiro

O Vasco da Gama recebeu o Cruzeiro na tarde deste domingo pela 29ª rodada do Brasileirão e fez o dever de casa em São Januário. De olho na final da Copa do Brasil, a equipe Mineira atuou com uma formação reserva, e com gols de Yago Pikachu e Máxi López, a equipe carioca venceu por 2 a 0.

Com a vitória, o Vasco respirou na tabela e, com 34 pontos, abriu três da Chapecoense, a primeira equipe dentro da zona do rebaixamento. Já o Cruzeiro estacionou nos 37 pontos, e vê cada vez mais distante a possibilidade de conseguir uma vaga na Libertadores 2019 com a classificação no Brasileiro.

Na próxima rodada, o Vasco visita o Sport no sábado em confronto direto contra o rebaixamento. O Cruzeiro, por sua vez, jogará em casa contra a Chapecoense, no domingo. Antes, porém, os comandados de Mano Menezes decidem o título da Copa do Brasil contra o Corinthians na quarta-feira, em São Paulo.

Vasco e Cruzeiro fizeram um primeiro tempo morno em São Januário e com muitos erros. Se o Vasco, jogando em casa e em busca de tranquilidade contra o rebaixamento, buscava a iniciativa do confronto e teve maior posse de bola, o Cruzeiro esperava o erro do adversário para tentar o contra-ataque.

O Vasco começou dando um susto na zaga Celeste. Pouco depois de a bola rolar, Luiz Gustavo recebeu na direita e, da intermediária, levantou na área. De frente para o gol, Maxi López subiu com a zaga e por pouco não conseguiu tocar na bola.

O Cruzeiro teve sua melhor oportunidade aos nove. David fez boa jogada pela esquerda e soltou uma bomba da entrada da área. Werley desviou levemente e quase traiu o goleiro Fernando Miguel, mas a bola bateu no braço do goleiro e saiu em escanteio.

As duas equipes criaram poucos lances de perigo e o Vasco foi bastante vaiado pela torcida, que não poupou o técnico Alberto Valentim dos costumeiros adjetivos.

As duas equipes retornaram para o segundo tempo sem alterações, mas desta vez o Vasco foi mais eficiente. Aos três minutos, o criticado Fabrício conseguiu ir à linha de fundo pela esquerda e cruzou rasteiro para trás. Maxi López fez o corta luz no primeiro pau e Yago Pikachu tocou para o fundo da rede para fazer 1 a 0.

Com a desvantagem no placar, Mano Menezes fez duas alterações de uma vez. Buscando mais agressividade no ataque, o treinador colocou Sassá na vaga de Bruno Silva. Fred, com visível falta de ritmo, foi sacado para a entrada de Raniel.

A equipe mineira ganhou sangue novo e passou a pressionar em busca do empate. O Vasco, por sua vez, recuou perigosamente e deu espaço para o adversário, que chegou perto do gol. Aos 12, Mancuello e David tabelaram e o argentino cruzou para trás. De frente para o gol, Sóbis tentou a conclusão mas foi travado por Werley na hora do chute.

Aos 19, escanteio que Sóbis levantou na área. Murilo acertou o cabeceio, mas errou o alvo e a bola foi para fora.

Quando o Cruzeiro estava melhor na partida, brilhou a estrela do argentino Máxi López. Giovanni Augusto, que havia entrado no lugar de Fabrício, dominou pela direita e levantou na área. A defesa cortou e Lucas Silva tentou dominar na área. López veio por trás, roubou a bola, girou e bateu colocado no outro canto, sem chance para Rafael.

Dois minutos depois, o volante Mancuello deu uma entrada por trás em Andrey quando este escapava em contra-ataque, e foi expulso. Com dez em campo, Mano sacou David para recompor a defesa com Rafael Santos.

Com a superioridade numérica e no placar, o Vasco passou a valorizar a posse de bola, e foi a vez do goleiro Cruzeirense aparecer no jogo. Aos 40, Luiz Gustavo levantou da direita e Giovanni Augusto, no segundo pau, mandou de cabeça, mas Rafael fez grande defesa.

Três minutos depois, Andrey escapa após recuperar a bola, tabela com Henrique, recebe na frente e manda para o gol, mas Rafael novamente salvou a Raposa.

Fonte:Gazeta Esportiva (fogo: Rafael Ribeiro/assessoria)

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São Paulo sofre virada do Inter no Sul e se distancia da liderança –

O São Paulo se distanciou dos líderes do Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. Jogando no Beira-Rio, em duelo entre dois times postulantes ao título, o Tricolor saiu na frente com um gol relâmpago de Liziero, substituto do lesionado Everton, mas recuou demasiadamente e sofreu a virada do Internacional, que venceu por 3 a 1.

Com o resultado, o São Paulo chegou ao seu quinto jogo consecutivo sem vitória, permanecendo no quarto lugar com 52 pontos, agora sete a menos que o líder Palmeiras, que venceu o Grêmio no Pacaembu. O Inter, por sua vez, conseguiu recuperar a segunda colocação, com 56 pontos.

Pela 30ª rodada do Brasileirão, o time dirigido por Diego Aguirre tentará se reabilitar diante do Atlético-PR no próximo sábado, às 19 horas (de Brasília), no Morumbi. Já os comandados de Odair Hellmann buscarão se manter firmes na briga pelo título em confronto com o Santos, no dia 22, às 20 horas, novamente em casa.

O primeiro tempo foi quase todo do Inter, mas foi o São Paulo quem balançou as redes. Logo aos dois minutos, após erro de Edenílson na saída de bola, Reinaldo recebeu na esquerda e cruzou na medida para Liziero, que entrou na área e bateu de primeira, sem chances para Marcelo Lomba.

Pouco depois, a arbitragem tomou uma decisão polêmica. Após boa troca de passes do Inter, Hudson interceptou com um carrinho dentro da área. A bola sobrou para Nico López, que bateu firme e marcou o gol. A auxiliar Neuza Inês Back, contudo, não interpretou o desvio do são-paulino como uma nova jogada e assinalou impedimento, anulando o tento.

O São Paulo recuou exageradamente e passou ser muito pressionado pelo Inter. Aos 18, D’Alessandro cruzou da direita, Jean saiu mal do gol, e a bola sobrou para Patrick. Sem goleiro, o volante se atrapalhou e finalizou mal, dando tempo para Anderson Martins afastar. Aos 41, o meia argentino carimbou a trave esquerda de Jean em cobrança de falta.

Acuado pelo time da casa, o Tricolor não resistiu e cedeu o empate no fim do primeiro tempo. Aos 41 minutos, Nico López avançou pela direita, passou por Liziero na linha de fundo e cruzou para Leandro Damião, que subiu livre na área para testar firme e deixar tudo igual no Beira-Rio.

Empurrado por mais de 45 mil pessoas, o Inter não diminuiu o seu ímpeto na volta do intervalo. E chegou ao gol da virada logo aos seis minutos, quando Victor Cuesta desviou lançamento de D’Alessandro para Damião completar com o pé para as redes.

Aí o São Paulo acordou e saiu para o jogo. Aos 14 minutos, Joao Rojas recebeu na direita e passou para Hudson. Próximo da marca do pênalti, o volante bateu de primeira e viu a bola tirar tinta da trave. Em busca do empate, Diego Aguirre colocou Gonzalo Carneiro e Tréllez nas vagas de Nenê e Liziero.

As alterações melhoraram o Tricolor. Aos 26 minutos, após chute da intermediária, a bola sobrou para Rojas, que levantou na pequena área. Diego Souza subiu com a marcação e conseguiu testar, mas ela saiu passando rente à trave.

Aos 33 minutos, o São Paulo teve um gol anulado. Após Reinaldo cobrar falta em direção à área, Bruno Alves dividiu por cima com Lomba. A bola sobrou para Carneiro, que empurrou para a rede. A auxiliar, porém, assinalou o milimétrico impedimento do zagueiro. Nos acréscimos, Nico López converteu pênalti sofrido por Damião e deu números finais à partida.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte)

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Com dois de Deyverson, Palmeiras bate Grêmio e mantém liderança

O Palmeiras defendeu a liderança do Campeonato Brasileiro com sucesso na tarde deste domingo. A nove rodadas do fim do torneio nacional, o time alviverde contou com gols do atacante Deyverson para ganhar do Grêmio por 2 a 0, no Estádio do Pacaembu.

Deyverson abriu o placar após cruzamento de Dudu no primeiro tempo e ampliou na etapa complementar ao levar a melhor sobre Bressan. Invicto há 14 jogos seguidos no Brasileiro, o Palmeiras chega aos 59 pontos ganhos e permanece no topo da tabela. O Grêmio, com os mesmos 51 pontos, continua no quinto posto.

Pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Grêmio volta a campo para enfrentar o América-MG às 16 horas (de Brasília) do próximo sábado, no Estádio Independência. Já o líder Palmeiras encara o Ceará às 16 horas de domingo, novamente no Pacaembu.

O Jogo – Empurrado por sua torcida, o Palmeiras conseguiu inaugurar o marcador logo aos sete minutos da etapa inicial. Dudu recebeu pela direita e cruzou. Marcado por Marcelo Oliveira na primeira trave, Deyverson desviou e matou o goleiro Paulo Victor.

Após tomar um susto em falta perigosa de Diogo Barbosa, defendida por Paulo Victor, o Grêmio teve sua única chance durante o primeiro tempo. Cícero levantou na área e Pepê completou de cabeça. Fernando Prass apenas acompanhou a saída da bola pela linha de fundo.

O Grêmio melhorou e passou a trocar passes no ataque, mas quase tomou o segundo ainda no primeiro tempo. Após tabelar com Deyverson, Dudu rolou para Bruno Henrique. Com Paulo Victor batido, o volante completou e Cícero salvou na linha do gol.

No segundo tempo, com Marinho no lugar de Pepê, o Grêmio procurou aumentar seu volume de jogo em busca do empate. O Palmeiras soube como proteger o gol de Fernando Prass e continuou atacando, porém sem conseguir construir grandes chances no começo.

Com dificuldades para penetrar na defesa palmeirense, o Grêmio assustou em cobrança de falta pela esquerda efetuada por Luan, que viu a bola passar perto do travessão de Prass. Pouco depois, Dudu recebeu de Willian em contra-ataque e disparou para boa defesa de Paulo Victor.

O Palmeiras ampliou sua vantagem aos 33 minutos do segundo tempo. Em um lance de persistência, o atacante Deyverson levou a melhor sobre o gremista Bressan após bola pelo alto, se atrapalhou um pouco e, de pé direito, finalizou diante de Paulo Victor. Nos minutos finais, a torcida alviverde gritou olé para festejar o líder do Campeonato Brasileiro.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

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Em jogo morno, Gabriel Jesus desencanta e Brasil vence a Arábia

Em preparação para a Copa América de 2019, a Seleção Brasileira venceu mais um amistoso na tarde desta sexta-feira. Jogando em Riade, capital da Arábia Saudita, o time canarinho passou longe de realizar uma atuação convincente, como queria o técnico Tite, e venceu a equipe anfitriã por 2 a 0, com gols de Gabriel Jesus – que desencantou após passar a Copa do Mundo em branco – e Alex Sandro.

Tite aproveitou a fragilidade do adversário para fazer alguns testes na Seleção. Começou com a linha defensiva reserva, com Fabinho e Alex Sandro nas laterais e Marquinhos e Pablo no miolo de zaga. Também colocou Richarlison e Arthur em campo durante o segundo tempo, além de Lucas Moura, que voltou a defender o Brasil depois de dois anos.

Após derrotar Estados Unidos (2 x 0), El Salvador (5 x 0) e Arábia Saudita (2 x 0), o Brasil enfrentará a Argentina na próxima terça-feira, às 15 horas (de Brasília), em Jidá, no seu teste mais difícil após o Mundial da Rússia. Já a Arábia Saudita duelará com o Iraque às 14h45 do mesmo dia.

O Brasil foi melhor no primeiro tempo, mas sofreu para furar o bloqueio saudita. Após um início morno, a Seleção chegou com perigo pela primeira vez aos dez minutos, quando Neymar concluiu cruzamento em cima do goleiro.

O camisa 10, aliás, era o que mais buscava o jogo pelo lado brasileiro. Aos 19, ele fez fila pelo meio e bateu na entrada da área, mas mandou para fora. Pouco depois, após cobrança de falta pela esquerda, Gabriel Jesus subiu livre e exigiu grande defesa de Al-Owais.

Firmes na marcação, os donos da casa chegaram algumas vezes com perigo em contra-ataques. Em um deles, Casemiro evitou o gol saudita ao travar chute dentro da área. Aos 42, Gabriel Jesus recebeu grande passe de Neymar na direita e tocou na saída do goleiro, finalmente abrindo o placar em Riade.

O Brasil voltou do intervalo com Lucas Moura no lugar do apagado Fred. Logo aos seis minutos, o atacante saiu na cara do gol após passe de Neymar, mas chutou em cima do goleiro e desperdiçou a chance de marcar em seu retorno à Seleção.

Pouco depois, Neymar arriscou de fora da área e resvalou a trave, quase ampliando a vantagem brasileira. No entanto, com erros na saída de bola, o time visitante proporcionou boas chances aos sauditas, que as desperdiçaram em função de sua ineficiência nas finalizações.

Em busca do segundo gol, Tite colocou Richarlison e Arthur nas vagas de Gabriel Jesus e Philippe Coutinho. No fim, o goleiro Al-Owais tocou a bola com a mão fora da área e foi expulso. Aos 51 minutos, após cobrança de escanteio, Alex Sandro subiu livre e, de cabeça, deu números finais à partida.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Pedro Martins/MoWA Press)

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Corinthians joga mal em BH e sai atrás na final da Copa do Brasil

O Corinthians teve uma exibição muito ruim na noite desta quarta-feira, no Mineirão, na partida de ida da final da Copa do Brasil. Com dificuldades para criar e salvo por Cássio em algumas oportunidades, deixando o Cruzeiro ter chances claras de ampliar o marcador, o Alvinegro saiu no lucro com a derrota por 1 a 0. O único gol da partida foi marcado por Thiago Neves, nos acréscimos da etapa inicial

Com o resultado, o Corinthians, que contou com uma linda festa da torcida para se aguentar em campo. agora precisa vencer por dois gols de diferença em casa para reverter a vantagem adversária e conseguir chegar ao seu quarto título da competição. Do outro lado, os mineiros terão de empatar para segurar o resultado e conquistar o sexto troféu do torneio na sua história, sendo o segundo consecutivo. Vitória simples dos paulistas leva a decisão aos pênaltis.

O jogo da volta está marcado para o dia 17, quarta-feira da semana que vem, na Arena, em Itaquera. Antes disso, no entanto, os comandados de Jair Ventura terão pela rente um clássico contra o Santos, no sábado, no Pacaembu. Em situação incômoda no Brasileiro, o Timão não pode se dar ao luxo de abandonar o Nacional ainda que esteja às vésperas de uma decisão. A Raposa, por sua vez,

O Corinthians entrou em campo claramente para esfriar o ritmo de jogo do habilidoso time do Cruzeiro e, ajudado pela ótima presença da sua torcida, foi capaz de passar ileso pelos primeiros 15 minutos de bola rolando. Romero, brigando sempre pela bola na ponta direita e conseguindo levar vantagem sobre Egídio, foi quem mais contribuiu para que a pressão inicial arrefecesse e os donos da casa jogassem um pouco mais atrás.

Quem não havia aparecido até aquele momento, no entanto, era o meia Thiago Neves, que resolveu dar as caras. No primeiro lance de perigo, chutou forte da entrada da área e obrigou Cássio a fazer boa defesa. Depois, em vacilo da zaga corintiana, teve espaço para ajeitar à perna direita e arriscar também da entrada da área. O goleiro corintiano escorregou e levaria o gol caso a bola não tivesse batido na trave e saído.

Sem poder contar com a precisão de Jadson, muito mal na partida, o Alvinegro passou a sofrer mais e mais com a habilidade do adversário. Às vezes os paulistas passavam do meio-campo, mas era a senha para que os anfitriões pressionassem até que a bola fosse recuada a Cássio. Em um desses lances, o goleiro foi mal e obrigou Léo Santos a parar Rafinha com falta. Na cobrança, porém, operou um milagre e corrigiu tudo.

O duelo parecia caminha para um empate sem gols no intervalo quando Henrique, livre de marcação, não conseguiu dominar uma bola simples na lateral esquerda. O erro do zagueiro fez com que o ataque cruzeirense rodasse a redonda até Egídio, que passou por Romero e cruzou na segunda trave. Thiago Neves, livre, não conseguiu cabecear forte, mas acertou o próprio Henrique e viu a bola enganar Cássio, indo para o fundo da rede.

O Corinthians voltou para o segundo tempo sem qualquer alteração na sua formação, apostando mais na marcação adiantada para diminuir o tempo de posse de bola do adversário. Gabriel, por exemplo, subiu uma linha de marcação e posicionou-se lado a lado com Mateus Vital, puxando os companheiros para dificultar a saída de bola. Com isso, o Timão ao menos teve mais tempo perto do gol de Fábio.

Como todo bom time de Mano Menezes, porém, o time da casa também soube muito bem esperar os alvinegros, buscar uma roubada de bola e partir no contra-ataque. Com Thiago Neves e Barcos poupados na hora de acompanhar os corintianos, os mandantes quase ampliaram em rápida escapada pela direita. Robinho recebeu de Thiago e cruzou na segunda trave. Barcos ganhou de Léo Santos e tentou no contrapé de Cássio, mas mandou para fora.

Jair mexeu para dar mais habilidade ao seu meio-campo, com Pedrinho e Araos nas vagas de Clayson e Mateus Vital. O chileno conseguiu dar bom toque de bola com o companheiro, pela direita, mas nada que incomodasse muito a equipe do Cruzeiro. Foi o time da casa, aliás, que quase ampliou em uma falta cobrada por Robinho pelo lado que Dedé, absoluto pelo alto, cabeceou no canto e mandou rente à trave.

Jair ainda tentou uma última injeção de ânimo na equipe com a entrada de Emerson Sheik no lugar do apagado Jadson, pouco produtivo durante a noite. Do outro lado, Mano renovou o seu ataque com Raniel, David e Rafael Sóbis. O ímpeto final dos alvinegros pouco incomodou o Cruzeiro e ainda foi atrapalhado pelo segundo amarelo de Araos, expulso nos acréscimos para fechar a má apresentação corintiana.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

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Vasco empata clássico com o Botafogo e deixa a zona de rebaixamento

No clássico carioca que encerrou a 28ª rodada doCampeonato Brasileiro, Botafogo e Vascoempataram por 1 a 1, em jogo disputado na noite desta terça-feira, no estádio Nilton Santos. O resultado frustrou as duas torcidas, mas serviu para tirar o Vasco da zona de rebaixamento. O time de São Januário chegou a 31 pontos ganhos e subiu para a 15ª colocação, enquanto o Botafogo agora 34 pontos ganhos e ocupa a 12ª posição com 34 pontos ganhos. Os gols foram marcados no primeiro tempo. Luiz Fernando anotou para o Botafogo e Maxi López empatou para o Vasco.

A partida foi mais interessante no primeiro tempo quando o Botafogo partiu para o ataque, enquanto o Vasco tentava aproveitar os espaços para chegar no gol defendido por Saulo. Na segunda etapa, os dois times caíram de rendimento e a o jogo ficou monótono e seu final foi saudado com vaias por parte das duas torcidas presentes ao Engenhão.

Na próxima rodada, o Botafogo vai enfrentar o Ceará, no Castelão; o Vasco vai receber o Cruzeiro, em São Januário.

O Botafogo começou a partida com maior disposição ofensiva e antes do primeiro minuto, Gustavo Bochecha já tinha chutado para o gol, mas a bola encobriu o travessão defendido por Fernando Miguel. O Vasco encontrava dificuldades para sair da defesa porque a marcação botafoguense impedia uma saída tranquila de bola do adversário. Aos seis minutos, após cruzamento de Moisés, o zagueiro Carli toca de cabeça, mas a bola saiu sem levar perigo.

Só aos nove minutos é que o Vasco chegou na área da equipe da casa. Um chute de Fabrício desviou na zaga e saiu para escanteio. Aos 16 minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Rodrigo Lindoso levantou para Kieza que, de peito, ajeitou para a conclusão certeira de Luiz Fernando que não deu qualquer chance de defesa para Fernando Miguel.

Em desvantagem, o Vasco partiu para o ataque e quase consegue a igualdade aos 19 minutos. Após cruzamento de Fabricio, Henrique cabeceou e Saulo fez grande defesa, espalmando para escanteio. A equipe dirigida por Zé Ricardo seguia controlando as ações e quase ampliou aos 29 minutos em bomba de Luiz Fernando que assustou Fernando Miguel. O Botafogo se aproveitava das falhas de marcação do lado direito, onde Pikachu encontrava dificuldade para conter as investidas de Moisés e Luiz Fernando pelo seu setor.

Aos 30 minutos, um cruzamento de Luiz Fernando desviou em Luiz Gustavo e quase enganou o goleiro Fernando Miguel. O Vasco mostrou que estava vivo aos 34 minutos quando Andrei recebeu bom passe de Maxi López e bateu forte para ótima defesa de Saulo que desviou para escanteio. Um minuto depois, a equipe de São Januário chegou ao empate. O volante Willian Maranhão arriscou o chute, Máxi Lopez dominou e chutou para colocar nas redes de Saulo.

O Botafogo não se abalou e aos 38 minutos, Marcinho levantou na área e Igor Rabello cabeceou forte, mas Fernando Miguel fez grande defesa.Aos 42 minutos, o volante Gustavo Bochecha sentiu dores no joelho direito e João Pedro chegou a ser chamado por Zé Ricardo, mas Bochecha se recuperou e continuou em campo. No último lance importante da primeira etapa, Andrey invadiu a área do Botafogo e caiu pedindo a marcação de pênalti, mas o árbitro mandou o jogo seguir.

Segundo tempo

O Botafogo começou o segundo tempo com a mesma disposição mostrada no início do jogo, forçando o Vasco a recuar para segurar a pressão. Aos seis minutos, Luiz Fernando fez ótimo lançamento para a penetração de Moisés, mas o lateral-esquerdo se atrapalhou e acabou desperdiçando a jogada. Aos sete minutos, após cruzamento na área, Kieza é puxado por Ramon, mas consegue cabecear. Os jogadores do Botafogo pedem a marcação de pênalti, mas o árbitro mandou o jogo seguir.

Preocupado com o baixo rendimento da sua equipe, o técnico Alberto Valentim trocou Fabricio por Giovanni Augusto. Logo depois, Zé Ricardo também mexeu no Botafogo. Saiu o volante Gustavo Bochecha e entrou o meia João Pedro.

Os dois times não repetiam o desempenho do primeiro tempo e tornavam a partida muito truncada com erros de passes e excesso de faltas. Só aos 22 minutos é que a torcida cruz-maltina se agitou quando Andrey mandou a bomba e Saulo fez grande defesa, espalmando para escanteio.

O ritmo lento do jogo irritava a torcida que arriscava algumas vaias. Aos 36 minutos,  Rodrigo Pimpão cruzou e Luiz Fernando desviou para fora, sem levar perigo para Fernando Miguel. Três minutos depois, o goleiro do Vasco voltou a aparecer bem para desviar um chute forte de Marcinho.

Aos 43 minutos, Giovanni Augusto arrancou pelo meio, tentou driblar Joel Carli e perdeu, causando irritação em Maxi López que entrava livre e esperava receber o passe. Um minuto depois, o Botafogo desperdiçou mais uma oportunidade para desempatar. Após cruzamento na área, Pimpão toca de cabeça e Igor Rabello chutou forte, mas a bola bateu na zaga e saiu para escanteio. Após a cobrança, os jogadores do time da casa pediram a marcação de pênalti, quando a bola tocou no cotovelo de Yago Pikachu.
Gazeta Esportiva (foto: Vitor Silva/SSPress)
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