Grêmio bate River e está próximo de nova final da Libertadores

O Grêmio derrotou nesta terça-feira o River Plate por 1 a 0 no Estádio Monumental de Nuñez pela primeira partida da semifinal da Libertadores. Superando os desfalques de Everton e Luan, o Tricolor Gaúcho adotou uma estratégia que não permitiu os argentinos de impor o seu toque de bola. A grande surpresa na escalação foi o volante Michel que não atuava cinco meses e marcou o tento gremista.

Em vantagem, os gaúchos jogam pelo empate para chegar a final da competição. Caso os argentinos vençam pelo mesmo placar a decisão será nas penalidades. O River classifica se fizer 2 a 1 no tempo normal por causa do saldo qualificado.

A partida de volta pela semifinal da Libertadores entre Grêmio e River Plate será no dia 30, terça, às 21h45(de Brasília), na Arena. Pelo Brasileirão o Tricolor Gaúcho recebe no sábado o Sport, às 16h30(de Brasília), em Porto Alegre.

Adotando uma escalação mais defensiva com a presença do volante Michel, o técnico Renato Portaluppi segurou o ímpeto dos argentinos. Os gaúchos tem uma postura de forte marcação o que dificultou as jogadas de velocidade do River.

Depois dos 10 minutos, os donos da casa se soltam para o ataque. Por sua vez, o Tricolor Gaúcho tentou explorar lances de bola aérea e jogadas de contra-ataque. Aos 17, Pity rolou para Palacios, que cruzou fechado. Marcelo Grohe tentou segurar, mas soltou e a bola quase entrou.

Apesar de ter mais posse de bola, o River não conseguiu furar o bloqueio defensivo gremista. Entretanto quem levou perigo foi o Grêmio, aos 24, Alisson tocou para Cícero que soltou a bomba. Armani espalmou e mandou para escanteio.

Com dificuldade de entrar na área, os argentinos levaram perigo em chute de fora da área. Aos 30, após troca de passes, Palacios recebeu na intermediária e soltou a bomba. Grohe espalmou para escanteio. Nove minutos depois, o River chegou perigosamente e obrigou o arqueiro gremista a trabalhar. Aos 39, Pity recebeu de Scocco e soltou a bomba. Marcelo Grohe faz milagre.

Na etapa inicial o Grêmio soube segurar o River Plate e não correu grandes riscos no sistema defensivo. As duas equipes arriscaram chutes de longe e os goleiros mostraram muita elasticidade para manter o zero no placar.

Mais agressivo, os anfitriões vão para cima em busca do primeiro gol nesse começo do segundo tempo. Aos 04, Quintero cobrou escanteio na cabeça de Maidana que, sozinho, mandou por cima do gol de Grohe. Já os visitantes marcam bem, porém não conseguem segurar a bola do meio pra frente.

Durante o jogo, o Tricolor Gaúcho soube explorar a deficiência na bola aérea dos argentinos e abriu o placar. Aos 16, Alisson cobrou escanteio no primeiro poste. Michel ganhou da zaga e estufou as redes de Armani.

Os comandados de Marcelo Gallardo nitidamente se abateram depois de ter levado o gol. Muito seguro na defesa, a equipe gremista tem procurado cavar faltas e fazer o tempo passar. Por outro lado, o River facilitou o trabalho da defesa do Grêmio porque começou a cruzar várias bolas altas.

Por pouco, os gaúchos não ampliaram o marcador. Aos 33, Jael bateu falta na barreira. Leonardo pegou o rebote e tirou tinta da trave de Armani. Impotentes na partida, o River não encontrou soluções em campo para chegar a igualdade.

Diferente do primeiro tempo, os donos da casa tomaram a iniciativa na etapa final, porém o Tricolor Gaúcho com muita maestria, inteligência e experiência amarrou taticamente o River. Na insistência os gaúchos tiram proveito da deficiência na bola alta da defesa argentina. Os pilares desse triunfo foram Geromel, Kannemann e Michel. A última tentativa de empate acabou parando nas mãos de Grohe. Aos 48, Quintero cobrou falta no canto esquerdo do goleiro gremista, que voou e faz grande defesa.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Juan Mabromata/AFP)

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Equipe vai representar o Pará no Mundial de Karatê Dô-Tradicional

Caratecas embarcam rumo ao Canadá atrás de medalhas e melhor desempenho
(Foto:  Sidney Oliveira (Academia Paulo Afonso)
Cinco atletas do grupo Paulo Afonso de Karatê embarcaram nesta segunda-feira (22) para o Canadá onde vão disputar o Campeonato Mundial de Karatê Dô-Tradicional. Eles viajaram sob o comando do técnico da Seleção Brasileira e presidente da Federação Paraense de Karatê Dô-Tradicional, Paulo Afonso. A competição vai ser realizado nos dias 26 e 27 deste mês.

Dentre os competidores paraenses, alguns já têm experiência em competições internacionais, como é o caso de Paulo Afonso Neto, Paulo Igor de Paiva, Sávio Oliveira e Raul Sérgio, que defenderam o Brasil em campeonatos Pan-americanos, Sul-americanos e na Copa Continental.

Além desses, a equipe conta com Kamila Gomes Ciesca, de apenas 9 anos, faixa laranja na modalidade. É a primeira vez que ela participa de um certame fora do Brasil. A carateca mirim conquistou três medalhas de ouro no V Campeonato Nacional de Karatê Dô – Tradicional 2018, ocorrido em Ananindeua, no mês de julho. O bom desempenho lhe garantiu vaga para este mundial.

O mestre Paulo Afonso está confiante não só com o desempenho da equipe paraense, como também dos competidores de outros estados “Acompanhei de perto os treinamentos. Todos se esforçaram ao máximo. Isso é importante, pois além de me estimularem a criar mais estratégias de lutas, eles adquiriram mais confiança. Aliás, não só os atletas do nosso estado, mas todos que integram a seleção brasileira e que passaram por cursos e treinos integrados ministrados pelos seus professores. Toda a delegação está no mesmo nível”, comenta.

A delegação brasileira é composta por 34 atletas, sendo 23 nas categorias de 14 anos ao adulto absoluto, e 11 na categoria de 7 a 13 anos. Completam a equipe brasileira nesse desafio, árbitros, presidentes de federações estaduais e o presidente da Confederação de karatê Dô – Tradicional Brasileira (CKTB), o mestre potiguar Nilton Aurimar.

Todos têm em vista um único objetivo: trazer na bagagem as tão sonhadas medalhas e ainda mais experiência para outras competições. “Pensamos em trazer medalhas sim, mas, acima de tudo, aprender mais com os atletas de outros países para melhorar o nível nas próximas competições. Medalha é só um detalhe, o mais importante é a integração e o bom exemplo no campeonato”, destaca Nilton.

Por: Redação Integrada ORM 22 de Outubro de 2018 às 22:41 Atualizado em 22 de Outubro de 2018 às 22:41

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Na entrega das faixas, Cruzeiro bate a Chape no Independência

Fonte: Gazeta Esportiva (foto:Juliana Flister/Light Press)- A casa era diferente: devido a um show de Roger Waters, no Mineirão, o Cruzeiro se viu obrigado a jogar contra a Chapecoense, no Independência, na noite deste domingo. Mas, independentemente do local, a Raposa fez festa: ainda comemorando a taça da Copa do Brasil, conquistada na última semana, o time celeste bateu o adversário por 3 a 0, sem dificuldades, com os gols ainda no primeiro tempo.

O time celeste iniciou o confronto com mais intensidade e não teve dificuldades para fazer o primeiro gol. Após abrir a vantagem, com a Chape buscando empatar ou fazer algo melhor, a Raposa conseguiu fazer mais tentos e ter tranquilidade para, no segundo tempo, apenas administrar.

O resultado deixa o Cruzeiro na 10ª colocação, com 40 pontos anotados. A Chape amarga a zona de rebaixamento, com 31 tentos, na 18ª posição.

A Chapecoense volta aos gramados no sábado, às 19h (de Brasília), na Arena Condá, contra o América. O Cruzeiro recebe o Paraná, no Mineirão, no mesmo dia, mas às 21h.

Primeiro tempo

O técnico Mano Menezes entendeu que a melhor opção era ir para o duelo contra a Chapecoense com seu time inteiro titular. Exatamente os mesmos atletas que venceram o Corinthians, em São Paulo, conquistando o título da Copa do Brasil. Foi difícil fazer qualquer projeção de equipe, considerando que a equipe chegou em Belo Horizonte após a conquista da taça, no entanto, somente comemorou.

Os primeiros minutos mostraram o Cruzeiro bastante ativo no ataque. A equipe de Mano trocava passes, buscava as melhores oportunidades e abria espaços da fechada Chape. O time visitante claramente tinha a proposta de se defender e buscar algo de contra-ataque durante a partida.

A retranca, no entanto, não teve força suficiente para segurar o ânimo dos cruzeirenses. Em troca de passes no meio campo, Thiago Neves recebeu na entrada da área e soltou o pé. A bola ganhou o ângulo do goleiro Jandrei que ainda tocou na redonda.

Após o tento, o time da Chapecoense se viu obrigada a buscar o jogo. A equipe passou a ficar mais presente no ataque, mas a qualidade técnica era praticamente inexistente. Enquanto a Chape tentava, com pouca criatividade, a Raposa se preparava para contra-atacar.

Aos 29 a Raposa ampliou. Em lançamento de Thiago Neves para Barcos, o Pirata dominou, ganhou a frente e chutou. O goleiro fez a defesa, mas a bola sobrou para Arrascaeta que, de cabeça, mandou para o fundo das redes.

Com 2 a 0 no marcador, o Cruzeiro tinha a tranquilidade de administrar o jogo. Trocava passes, era mais tranquilo em campo. Com isso, a Chape passou a se arriscar mais, querer algo no jogo e quase conseguiu. Em cruzamento na área, Leandro Pereira subiu e Fábio se esticou todo e evitou o tento.

No finalzinho, já nos acréscimos, em cobrança de escanteio, Dedé foi no quinto andar, conseguiu ser melhor que todos os defensores e marcou o tento.

Segundo tempo

Na volta para o segundo tempo, o Cruzeiro tirou o pé. A Raposa já tinha 3 a 0 no placar e não se preocupava em ter mais a intensidade inicial.

O técnico Mano Menezes então fez alterações na equipe, querendo novidades em campo, mas não conseguiu criar fatos novos. Talvez, o mais do mesmo: com Rafinha na esquerda, Raniel na frente, sem alterar o desenho tático, sem mudar o estilo de jogo.

A Chape, por sua vez, criou mais, conseguia chegar com mais qualidade, e passou a ser – por incrível que pareça – ser eficiente, chegar, dar trabalho ao goleiro Fábio. No entanto, muito pouco diante das necessidades e, com três gols de desvantagem, o jogo era mais para não ser completamente humilhado.

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Virada e empate nos acréscimos não deixam Corinthians descolar do Z4

O Corinthians teve tudo para sair de Salvador mais distante da zona do rebaixamento, com uma virada revigorante em cima do Vitória. No entanto, depois de Roger marcar aos 46 minutos do segundo tempo, a boal aérea voltou a ser vilã da equipe alvinegra, que sofreu o empate logo na sequência. O lance gerou muita reclamação dos paulistas, mas, não teve jeito, o 2 a 2 está confirmado e a equipe de Jair Ventura segue seu jejum de resultados positivos, cada vez mais preocupada com o risco de descenso.

Com 36 pontos, o Corinthians é o 12º na tabela de classificação. Já são cinco rodadas sem ficar com os três pontos, sem contar os dois reveses nas finais da Copa do Brasil. O Leão também não tem muito o que comemorar. O rubro-negro é o 16º, com 33 pontos, dois à frente dos primeiros membros do Z4.

Apesar do caráter de decisão que o jogo ganhou antes mesmo da bola rolar, o Corinthians iniciou o confronto sonolento, frouxo na marcação e com pouca mobilidade no ataque. Bem diferente de seu adversário.

Apesar da limitação técnica, o Vitória dava bicão atrás e corria e frente. Toda disputa era uma luta. E a recompensa por ter entrado na partida mais ligado não demorou. Depois de três finalizações ao gol de Cássio em três minutos, Rhayner abriu o placar em chute rasteiro de fora da área.

Só a partir daí que o time de Jair Ventura acordou. Pouco a pouco, a chuva ia aumentando e o Corinthians ia crescendo. O ritmo dos baianos caiu, os espaços apareceram e os visitantes conseguiram, enfim, tomar o controle da disputa.

O gol de empate saiu dos pés daquele que dá ao Corinthians um momento raro de lucidez. Jadson, em seu 200º jogo com a camisa alvinegra, marcou seu 49º gol pelo clube. E em grande estilo, com uma trivela, de primeira, no ângulo.

Ralf, em um voleio bonito também, chegou a virar o jogo para os paulistas, mas o lance acabou bem anulado pela arbitragem devido a um impedimento de Henrique na origem do lance. De qualquer forma, os comandados de Jair Ventura foram para o intervalo mostrando mais do que no início.

Panorama esse que se consolidou na etapa final. O Timão adiantou a marcação e complicou os donos da casa, que passaram a assustar apenas nos contra-ataques. Sheik, inútil em campo jogando mais centralizado, deu lugar a Roger, centroavante de origem, e Pedrinho, mancando, saiu para a entrada de Clayson.

O jogo ganhou em emoção, apesar de pouco vistoso e tecnicamente fraco. A imprevisibilidade deu a tona até os momentos finais. Roger foi quem mais chegou perto de ser herói, primeiro ao cabecear uma bola para o gol vazio, depois de falha do goleiro Ronaldo. Lucas Ribeiro salvou em cima da linha. Depois, para efetivamente virar o placar completando assistência de Araos.

No minuto seguinte, porém, já aos 47, o árbitro Rafael Traci viu falta do camisa 9 na lateral de campo. A cobrança foi na área e a bola sobrou para Neilton, livre, empatar. Um verdadeiro balde de água fria nos corintianos.

Assim, de forma melancólica para ambos os clubes, o empate se confirmou com o apito final. Agora, os dois times focam na próxima rodada. O Corinthians receberá o Bahia, na Arena, às 19h de sábado, enquanto o Vitória enfrentará o São Paulo, na véspera, ás 19h30, de novo no Barradão.

Fonte:Gazeta Esportiva (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo)

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Flamengo goleia o Paraná e segue na cola da liderança do Brasileirão

Mesmo atuando no campo do adversário, o Flamengo não encontrou a menor dificuldade para golearr o Paraná por 4 a 0 , em partida disputada na noite deste domingo, no estádio Durival de Brito. O resultado fez o Rubro-negro da Gávea assumir a segunda colocação com 58 pontos ganhos, quatro a menos do que o líder Palmeiras, e seguir sonhando com a conquista de mais um título brasileiro. O Paraná segue na lanterna isolada da competição com apenas 17 pontos ganhos e cada vez mais perto de ter confirmado o rebaixamento para a segunda divisão.

Foi uma vitória tranquila da equipe dirigida por Dorival Júnior, ainda invicto no comando da equipe da Gávea. Com uma marcação forte desde o início, o Flamengo não tomou conhecimento do adversário e soube construir a vantagem sem nunca ser ameaçado. Os gols do Flamengo foram marcados por Lucas Paquetá, Vitinho, Uribe e Henrique Dourado. De treinador novo, após a saída de Claudionor Oliveira, o Paraná repetiu os erros dos outros jogos e não conseguiu criar qualquer dificuldade para a vitória dos visitantes.

Na próxima rodada, o Flamengo vai receber o líder Palmeiras, no Maracanã; o Paraná vai visitar o Cruzeiro, no Mineirão.

O jogo – Como era de se esperar, em função da situação das equipes, o Flamengo partiu para o ataque desde o início da partida. Aos 11 minutos, Renê fez ótimo cruzamento e Uribe cabeceou no canto, mas Richard fez grande defesa e evitou o primeiro gol da equipe rubro-negra. A pressão da equipe carioca era muito grande e o Paraná não conseguia chegar ao ataque.

O Flamengo marcou o primeiro gol aos 17 minutos. Deivid errou um passe na intermediário. Uribe recuperou a bola e enfiou para Lucas Paquetá que investiu e tocou na saída do goleiro Richard.
Mesmo sofrendo o gol, o Paraná manteve a sua postura defensiva, enquanto o Flamengo dificultava as ações da equipe da casa, mantendo a marcação adiantada e sem dar espaços.

Aos 21 minutos, após tabela com Uribe, Vitinho arriscou, de fora da área, mas a bola saiu. Só aos 23 minutos é que o Paraná chegou na área rubro-negra e Alex Santana concluiu, mas a bola passou longe do gol defendido por César.

Depois dos 30 minutos, o Flamengo reduziu a pressão, mas o time paranaense seguiu com grandes dificuldades para chegar na área carioca. E mesmo sem forçar, a equipe dirigida por Dorival Júnior conseguia criar lances de perigo como aconteceu aos 32 minutos em chute de Vitinho que recebeu dentro da área sem marcação, mas mandou para fora.

A equipe de Dado Cavalcanti seguia encontrando dificuldades para penetrar no campo adversário com a bola dominada e o atacante Rafael Grampola, muito isolado, quase não participou do jogo, no primeiro tempo.

O Paraná voltou para o segundo tempo com uma alteração tática com a entrada do atacante Raphael Alemão na vaga do zagueiro Renê Santos. Antes que a mudança fizesse efeito, o Flamengo ampliou aos seis minutos. Willian Arão mandou para a área, a zaga rebateu mal e Vitinho chutou para colocar a bola nas redes paranaenses.

A equipe da casa desanimou e o Flamengo marcou o terceiro gol aos 11 minutos. Uribe recebeu ótimo lançamento de Vitinho e colocou na saída do goleiro Richard.

Com a partida liquidada, Dorival Júnior promoveu o retorno do meia Diego que perdeu a posição para Willian Arão depois de sofrer lesão. Muito aplaudido, ele entrou na vaga de Éverton Ribeiro, pendurado com dois cartões amarelos.

Aos 26 minutos, o Paraná perdeu qualquer chance de ainda tentar uma reação quando Raphael Santos entrou de forma violenta sobre Willian Arão e recebeu cartão vermelho.

Com a situação resolvida e diante de um adversário que não mostrava a menor capacidade de reação, o técnico rubro-negro decidiu poupar Willian Arão e Vitinho. Geuvânio e Henrique Dourado entraram na equipe.

Só aos 37 minutos é que o goleiro César teve chance de aparecer. Rafael Grampola mandou a bomba e César fez grande defesa, espalmando para escanteio.

Para não sofrer mais gols, o Paraná passou a segurar a bola e sua torcida, de forma irônica, saudou a troca de passes com gritos de olé.

Nos minutos finais, o Flamengo reduziu o ritmo, mas ainda encontrou tempo para anotar o quarto gol aos 45 minutos. Após troca de passes com Uribe, Diego chutou, o goleiro Richard deu rebote e Henrique Dourado empurrou para as redes, definindo o placar.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Fernando Ferreira/assesoria)

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Fluminense vence e estraga estreia de Levir Culpi no Atlético-MG

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)- Com um gol marcado por Luciano no segundo tempo, o Fluminense derrotou o Atlético-MG por 1 a 0 em partida disputada na tarde deste domingo, no estádio Nilton Santos. O resultado fez o Tricolor das Laranjeiras se afastar mais um pouco da zona de rebaixamento. A equipe dirigida por Marcelo Oliveira agora soma 40 pontos ganhos e ocupa a nona colocação na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

O Galo segue na sexta posição com 46 pontos ganhos. O jogo marcou a estreia de Levir Culpi na direção do time mineiro que perdeu um pênalti, com Fábio Santos, quando o placar era zero a zero.

O resultado refletiu a atuação das duas equipes. Mais organizado e contando com a volta do meia Sornoza, o Fluminense foi superior ao Atlético e poderia até ter conquistado uma vitória mais expressiva. O Galo repetiu os erros de outros jogos com um ataque ineficiente que não soube aproveitar as poucas chances que apareceram durante os 90 minutos.

Na próxima rodada, o Fluminense vai visitar o Santos, na Vila Belmiro; o Atlético-MG vai encarar o Fortaleza, no Castelão.
O jogo

Com o lateral-direito Igor Julião na vaga de Léo, vetado durante o aquecimento, o Fluminense tentou impor seu ritmo desde os primeiros minutos, empurrando o Atlético para trás. Aos cinco minutos, Everaldo investiu pela esquerda e cruzou fechado, mas a bola saiu. Logo depois, o Tricolor chegou outra vez na área mineira com um chute de Ayrton Lucas que Victor defendeu com segurança.

O Fluminense seguiu na pressão e Maidana evitou que a cabeçada de Digão fosse para o gol, desviando para escanteio. O Galo encontrava grande dificuldade para se organizar e o atacante Ricardo Oliveira quase não participava do jogo, isolado entre os zagueiros tricolores.

Aos 14 minutos, Sornoza investiu pela intermediária e chutou rasteiro. Victor defendeu em dois tempos. Dois minutos depois, o Galo chegou pela primeira vez com um chute de Elias que não levou perigo para o gol defendido por Júlio César.

O Fluminense continuava bem melhor. Aos 21 minutos, Ayrton Lucas fez ótima jogada pela esquerda e tentou lançar Sornoza na área, mas Fábio Santos bloqueou o meia equatoriano e evitou a conclusão.

Aos 24 minutos, Ricardo Oliveira foi lançado, dominou com o braço, mas o árbitro nada marcou. Gum conseguiu evitar o chute, mas o rebote ficou com Cazares que bateu rasteiro para boa defesa de Júlio César.

O time dirigido por Marcelo Oliveira continuava com o controle da partida e criando boas situações de gol, como aconteceu aos 31 minutos quando Igor Julião investiu pela direita e cruzou rasteiro, mas Emerson chegou antes de Luciano e desviou para escanteio.

Aos 34 minutos, o Fluminense chegou a marcar, quando Everaldo recebeu na frente e mandou para as redes, mas a arbitragem marcou impedimento do atacante tricolor. Dois minutos depois, Richard recebeu de Everaldo e chutou forte, assustando o goleiro Victor, mas a bola encobriu o travessão.

Nos minutos finais do primeiro tempo, as duas equipes se soltaram e proporcionaram bons momentos. Aos 41, o Fluminense quase chegou ao primeiro gol. Luciano mandou bomba que Victor defendeu em grande estilo. Logo depois, Ricardo Oliveira completou cruzamento da esquerda, mas a bola saiu. Logo depois foi a vez de Cazares arriscar e mandar para fora.

Os dois times voltaram sem modificações para o segundo tempo. E logo aos dois minutos, o árbitro marcou pênalti a favor do Atlético quando o goleiro Júlio César derrubou Chará. Na cobrança, Fábio Santos acertou a trave esquerda e desperdiçou a chance de colocar o Galo na frente. Logo depois, Cazares foi lançado pela direita, invadiu a área, mas se atrapalhou ao tentar fazer o passe para Ricardo Oliveira e acabou desarmado.

Os dois times procuravam a marcação do gol, o que tornava a partida muito movimentada. Aos oito minutos, Everaldo bateu rasteiro e a bola passou perto da trave direita defendida por Victor.

Aos dez minutos, Emerson bateu cruzado. A bola passou por todo mundo e sobrou para Ricardo Oliveira que bateu para fora, desperdiçando uma ótima chance de inaugurar o marcador.

O Fluminense voltou a aparecer com perigo aos 13 minutos e depois de cruzamento de Igor Julião, a bola sobrou para Jadson que bateu para defesa segura de Victor.

A resposta do Galo foi imediata. Luan arrancou pelo meio e rolou para a conclusão de Emerson que obrigou Júlio César a espalmar para escanteio.

Aos 17 minutos, o Fluminense abriu o marcador. Luan errou o passe no meio campo e o time carioca saiu em velocidade. Everaldo recebeu em condições de concluir, mas preferiu Luciano que entrava livre e bateu forte para colocar nas redes de Victor.

O Fluminense quase ampliou aos 22 minutos quando Matheus Alessandro apanhou o rebote da zaga mineira e mandou a bomba que passou bem perto da trave esquerda de Victor.

Depois de sofrer o gol, a equipe comandada por Levir Culpi caiu muito de rendimento e permitiu que o Fluminense assumisse o controle da partida. Aos 31 minutos, Ayrton Lucas foi derrubado na entrada da área. Sornoza bateu e Victor fez boa defesa.

Numa tentativa de mudar a forma de jogar da equipe, Levir Culpi colocou Terans e Bruninho nas vagas de Cazares e Luan, muito apagados na etapa final.

Aos 37 minutos, Matheus Alessandro atingiu Maidana com o cotovelo e recebeu cartão vermelho, deixando o Fluminense com dez jogadores. O Atlético tentou se aproveitar da superioridade numérica para buscar o empate. Aos 42 minutos, Terans bateu cruzado e Júlio César desviou para escanteio.

No final, o Fluminense apenas tocou a bola para administrar a vantagem, sem ser incomodado pelo adversário.

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Palmeiras bate Ceará e amplia vantagem na liderança do Brasileiro

Bruno Henrique (D) chegou a sete gols no Brasileiro: vice-artilheiro do time (Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO )-

Por:Estadão/Renan Cacioli – O Palmeiras derrotou o Ceará por 2 a 1 neste domingo, no Pacaembu, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Aniversariante do dia, o volante Bruno Henrique comemorou os 29 anos de vida marcando os dois gols da vitória. Arthur descontou a favor dos cearenses. Com o resultado, o líder abriu vantagem para o Internacional na pontuação: 62 a 56.

O time gaúcho entra em campo nesta segunda, quando recebe o Santos, no Beira-Rio. Ainda neste domingo, às 19h, o Flamengo, que tem 55, visita o Paraná e também pode encurtar a distância para os alviverdes.

Na próxima rodada, quando não haverá jogos no domingo (28) por conta do segundo turno das eleições no País, o Palmeiras entrará em campo no sábado. Às 19h, visita o Flamengo, no Maracanã. Já o Ceará segue sua batalha contra o rebaixamento na segunda (29): recebe o Atlético-MG, no Castelão, às 20h.

Antes de voltar a campo pelo Brasileirão, no entanto, os palmeirenses têm compromisso pela Libertadores. Na quarta-feira, enfrentam o Boca Juniors, às 21h45, na Bombonera, na Argentina, pelo duelo de ida da semifinal. A segunda partida está marcada para a semana seguinte, no Allianz Parque. Quem passar desse confronto encara o vencedor de River Plate x Grêmio na grande decisão.
Primeiro tempo: pênalti, polêmica e expulsões

O Palmeiras abriu o placar em lance que gerou muita reclamação dos visitantes. Não que o volante Edinho não tenha colocado a mão na bola em disputa pelo alto com Willian dentro da área. O próprio jogador admitiria a infração no intervalo. O problema foi que nem o árbitro André Castro nem seus auxiliares (incluindo o juiz que estava atrás do gol defendido por Éverson) viram a irregularidade. Quem aparentemente “apitou” foi o quarto árbitro, Marcio Soares Maciel.

Após muita confusão, Bruno Henrique não desperdiçou o pênalti assinalado e cobrou no centro do gol para abrir o placar: 1 a 0. O mesmo jogador acertaria um lindo chute de fora da área, aos 34, para ampliar a vantagem e deixar o jogo aparentemente tranquilo. Bem, até Deyverson acertar uma solada completamente desnecessária na barriga de Richardson e ser expulso aos 45. Acabou até pedindo desculpas à torcida.

Completando o primeiro tempo elétrico no Pacaembu, Lisca Doido, técnico do Ceará, também recebeu o vermelho após desentendimento com o banco de reservas palmeirense e deixou o campo provocando a torcida da casa e fazendo gesto com a mão como se o seu time estivesse sendo roubado.

Segundo tempo: Ceará desconta e ameaça

Com um jogador a mais, o time cearense foi para cima e descontou rapidamente, com Arthur, completando cruzamento de Leandro Carvalho pela direita aos 9 minutos. Aos 14, depois do escanteio, Arthur desviou de cabeça e a bola passou em frente à meta de Weverton. Nem Juninho Quixadá nem Edinho conseguiram desviar a bola para o gol.

Felipão tentou equilibrar o jogo apostando nos titulares que estavam no banco: colocou Dudu e Moisés nos lugares de Hyoran e Bruno Henrique, respectivamente. Deu certo, mas faltou capricho de seus comandados nos contra-ataques. Só Willian teve três ótimas chances de marcar o terceiro gol do Palmeiras, porém, parou nas mãos de Éverson. No fim, valeu a experiência e o embalo do líder para garantir a quinta vitória consecutiva no campeonato.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 x 1 CEARÁ

PALMEIRAS: Weverton; Jean (Mayke), Antônio Carlos, Edu Dracena e Victor Luis; Felipe Melo, Bruno Henrique (Moisés) e Lucas Lima; Willian, Deyverson e Hyoran (Dudu). Técnico: Felipão.

CEARÁ: Éverson; Samuel Xavier, Tiago Alves, Luiz Otávio e Felipe Jonatan (Ricardinho); Edinho (Felipe Azevedo), Richardson, Juninho Quixadá (Ricardo Bueno) e Calyson; Arthur e Leandro Carvalho. Técnico: Lisca.

JUIZ: André Castro (GO).

GOLS: Bruno Henrique, aos 17 e 34 do 1º tempo; Arthur, aos 9 do 2º.

CARTÕES AMARELOS: Bruno Henrique, Diogo Barbosa, Hyoran, Lucas Lima e Mayke (Palmeiras); Richardson e Samuel Xavier (Ceará).

CARTÕES VERMELHOS: Deyverson (Palmeiras); Lisca (Ceará).

PÚBLICO: 33.355 pagantes. (R$ 1.178.690,00).

LOCAL: Pacaembu.

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Empate melancólico mantém jejum do São Paulo e gera protestos

Fonte:Gazeta Esportiva (Sergio Barzaghi/Gazeta Press) – “Não é mole, não. Eu estou cansado de time amarelão”. Esse foi o tom dado pela torcida tricolor após o empate por 0 a 0 diante do Atlético-PR, diante de 13.053 pessoas no gelado estádio do Morumbi. O resultado levou o jejum de vitórias do São Paulo para seis rodadas no Campeonato Brasileiro e manteve o Furacão com péssimo retrospecto  longe de seus domínios (9 derrotas e 6 empates).

A igualdade, além de elevar a pressão sobre os paulistas, deixou o ex-líder na quarta colocação, com 53 pontos, seis atrás do Palmeiras, que ainda entrará em campo nessa 30ª rodada. Os paranaenses, por sua vez, ficam com 40 pontos, na oitava posição.

Como já se suspeitava na véspera, Além de Anderson Martins e Bruno Peres, suspensos, Diego Aguirre barrou Nenê e Jucilei do time titular. Luan e Gonzalo Carneiro foram os escolhidos pelo treinador na busca pela eficiência de outrora. O Atlético-PR, por sua vez, surpreendeu apenas ao deixar Lucho González no banco de reservas.

Na prática, nenhuma das duas equipes conseguiu executar bem sua estratégia de jogo durante o primeiro tempo. A temperatura baixa no Morumbi pode ter contagiado os jogadores em campo, responsáveis por nenhuma bola ter ido a gol até o intervalo.

O único lance de perigo nos 45 minutos iniciais partiu do grandalhão atacante uruguaio do São Paulo. Uma saída de bola errada dos zagueiros paranaenses deixou a bola nos pés de Carneiro. Com sua passadas largas, o jovem aplicou um lindo drible da vaca em Paulo André e cruzou. Diego Souza saltou o quanto pôde, suficiente apenas para pegar de casca de cabeça e mandar a bola no travessão.

Foi só. O São Paulo ficou menos de 40% do tempo com a bola sob seu domínio, não chegou a 100 passes trocados e viu o adversário cozinhar a partida no restante. Uma pixotada do goleiro Jean que rumou à lateral ao ter a bola recuada resumiu bem o tamanho da frustração dos são-paulinos nas arquibancadas com o que estava sendo apresentando.

As escalações se perpetuaram para a etapa final. A postura, entretanto, mudou. Os donos da casa passaram a se impor, principalmente no campo de ataque, diante de uma equipe paranaense cada vez mais permissiva e passiva.

As jogadas mais agudas, que levavam algum tipo de perigo ao gol de Santos, continuavam dependendo da inspiração de Gonzalo Carneiro, o melhor no gramado. Disposto, voluntarioso e com bons recursos técnicos, o conterrâneo de Aguirre aplicou chapéu, roubou bola no meio de campo, armou pelo menos três contra-ataques. Só não conseguiu colocar a bola na rede e nem contou com a colaboração de seus companheiros.

Nenê, então, foi chamado aos 22 minutos para tentar, literalmente, resolver o problema. Sobrou para Diego Souza. O esquema mudou, e o jogo também. Antes burocrática e lenta, a partida ficou aberta e elétrica.

Em pouco tempos, os dois times desperdiçaram chances claras de gols. Rojas não aproveitou saída errada de Santos com os pés, Pablo cabeceou bola no travessão de Jean, Nikão só não foi às redes por causa de um desvio da zaga tricolor e, por Nenê, arriscou e viu sua bola despretensiosa também tocar a trave.

Apesar dos pesares, o apito final decretou o 0 a 0, aumentou ainda mais o tormento do São Paulo e manteve o Furacão como um visitante que pouco incomoda. As atenções, então, ficaram com parte da torcida tricolor, que não escondeu sua insatisfação e protestou. “Não é mole, não. Eu estou cansado de time amarelão”, gritaram os organizados.

Nesse clima melancólico, os são-paulinos passarão a semana toda trabalhando para o próximo desafio, contra o Vitória, no Barradão, às 19h30 de sexta-feira. No dia seguinte, o Furacão receberá o Botafogo, às 21h, na Arena da Baixada.

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Sport vence o Vasco e aumenta esperanças de ficar na Série A

Fonte:Gazeta Esportiva (Foto: Williams Aguiar/Sport) -O Sport voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. Em partida disputada na noite deste sábado, na Ilha do Retiro, o Rubro-Negro pernambucano derrotou o Vasco por 2 a 1 e manteve suas frágeis esperanças de se manter na série A. O resultado fez o Leão chegar aos 30 pontos ganhos, mas o time permanece na penúltima colocação. O Vasco segue com 34 pontos na 14ª posição. Os gols foram marcados por Mateus Gonçalves e Cláudio Winck para a equipe da casa, enquanto Fabricio descontou para o time de São Januário.

Foi a primeira vitória alcançada por Milton Mendes no comando do Sport, que mostrou uma equipe lutadora e que soube aproveitar os erros do Vasco para conseguir o resultado. O time pernambucano poderia ter obtido uma vitória mais folgada, mas o meia Gabriel desperdiçou um pênalti nos minutos finais. O Vasco mostrou muita irregularidade durante os 90 minutos e quase não ameaçou o gol defendido por Mailson.

Na próxima rodada, o Vasco vai receber o Internacional, em São Januário, enquanto o Sport vai encarar o Grêmio, em Porto Alegre

Ao contrário do que se esperava, o Sport não se lançou ao ataque no início do jogo. O time pernambucano tentava tocar a bola com tranquilidade para procurar espaços na defesa carioca. E o Vasco foi o primeiro a chegar com perigo com um chute forte de Yago Pikachu que assustou o goleiro Mailson.Aos 13 minutos, Pikachu se chocou com Sander e ficou no gramado. O jogador cruz-maltino tentou continuar, mas acabou não tendo condições de prosseguir. O atacante Andrés Rios entrou em seu lugar. Pikachu chegou a discutir com o médico que não queria a permanência do jogador em campo por causa da pancada na cabeça.

Aos 16 minutos, o Sport deu grande susto na equipe carioca. Após cruzamento de Sander, Michel Bastos se antecipou aos zagueiros e cabeceou forte, mas a bola se chocou com a trave. Logo depois, Hernane arriscou e a bola encobriu o gol defendido por Fernando Miguel.

O Vasco respondeu dois minutos depois com um cruzamento de Ramon que bateu na zaga e sobrou para Willian Maranhão, mas o volante concluiu para fora.

Aos 24 minutos, o Sport abriu o marcador. Mateus Gonçalves recebeu de Sander e mandou uma bomba de pé direito. A bola entrou no ângulo, sem chances para Fernando Miguel.

Sem alternativa, o Vasco partiu para buscar o gol do empate e,aos 28 minutos, Andrés Rios chutou forte, mas a bola encobriu o travessão. Logo depois foi a vez de Fabrício que arriscou e assustou Mailson, mas a bola saiu.

O Sport seguia levando perigo e,aos 32 minutos, após Michel Bastos cobrar falta, a zaga falhou e a bola sobrou para Claudio Wnck que, livre na pequena área, desperdiçou a jogada.

Aos 33 minutos, Leandro Castán recuou para Fernando Miguel que se atrapalhou e quase permitiu que Michel Bastos ficasse com a bola, mas conseguiu a recuperação.

O Vasco marcou o gol do empate aos 38 minutos. Após cruzamento na área, a defesa não conseguiu aliviar e a bola sobrou para Fabrício que se livrou do goleiro Mailson e tocou para as redes rubro-negras. Ao receber a bola, o jogador do Vasco estava em posição de impedimento, mas a arbitragem validou o gol.

Aos 40 minutos, Gabriel chutou e a bola bateu em Leandro Castán. Os jogadores do time pernambucano reclamaram um toque do zagueiro na área, mas a arbitragem nada marcou.

No último lance importante da etapa inicial, Rafael Galhardo bateu falta e Mailson espalmou para escanteio.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou equilibrado. Aos oito minutos, Gabriel bateu cruzado para a entrada de Hernane, mas o Brocador chega atrasado. Logo depois, Claudio Winck bateu de fora da área. A bola desviou na zaga e quase enganou Fernando Miguel que conseguiu se recuperar e ficar com a bola.

O Sport marcou o segundo gol aos 22 minutos. Após conclusão de Mateus Gonçalves, Fernando Miguel deu rebote e a bola sobrou para Sander que cruzou e Cláudio Winck apareceu entre os zagueiros para cabecear e colocar a bola nas redes.

Em desvantagem, o técnico Alberto Valentim trocou o volante Bruno Ritter pelo meia Giovanni Augusto. O time carioca passou a pressionar em busca do gol do empate.

Aos 35 minutos, Andrigo colocou a bola nas redes e  a torcida chegou a comemorar durante alguns segundos, mas o assistente alertou o árbitro sobre a posição irregular do atacante e o gol foi anulado.

Nos minutos finais, o técnico Milton Mendes reforçou o sistema defensivo e o Vasco aumentou a pressão em busca do empate. Os jogadores cruz-maltinos chegaram a se irritar com Gabriel que ficou caído após receber falta de Willian Maranhão.

Aos 46 minutos, Gabriel foi derrubado na área por Giovanni Augusto e o árbitro marcou pênalti. O mesmo Gabriel bateu aos 49 minutos e Fernando Gabriel fez a defesa e evitou o terceiro gol leonino.

O Vasco ainda tentou uma pressão desesperada nos últimos minutos, mas o Sport soube segurar a importante vitória.

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Cruzeiro conquista o hexa da Copa do Brasil em Itaquera

Corinthians tem golaço de Pedrinho anulado pelo VAR e vê Raposa vencer por 2 a 1
(Fonte:  Ricardo Moreira/Fotoarena) – O Cruzeiro é agora o maior campeão do país da Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira, na Arena Corinthians, a Raposa venceu o Corinthians por 2 a 1, ampliando o 1 a 0 da ida, e conquistou o hexacampeonato do torneio mata-mata, com direito a golaço do uruguaio De Arrascaeta. É o bicampeonato da equipe celeste, que ano passado já havia batido o Flamengo na decisão. Ninguém tem mais títulos de Copa do Brasil. O Timão, por sua vez, apoiado por mais de 45 mil corintianos, chegou a empatar com Jadson, de pênalti, depois de gol de Robinho, mas viu uma pintura de Pedrinho ser anulada pelo árbitro de vídeo e amargou o vice-campeonato.

Sangue no olho

O técnico Jair Ventura surpreendeu na escalação do Corinthians: Sheik e Jonathas entre os titulares, aposta em uma equipe mais ofensiva para fazer jus à festa da Fiel nos arredores da Arena antes da bola rolar. Não deu certo. Ao menos no que diz respeito ao centroavante, que, isolado no ataque, pouco tocou na bola. Aos 40 anos, o veterano foi o melhor do Timão nos primeiros 45 minutos. Entrega, raça e aplicação tática para tentar arrastar o time para frente pela ala direita.

(Foto:© Pedro Vilela/Getty)
(Foto:© Pedro Vilela/Getty)

Apertando o Cruzeiro desde o começo da partida, o Alvinegro sofreu com os próprios erros e viu Ralf e Gabriel serem amarelados ainda nos primeiros minutos. Afobação de quem precisava correr atrás do resultado, mas acabou o primeiro tempo sem ter acertado o gol. Melhor para a Raposa…

Maior ‘de’ Copas

Oportunista, o Cruzeiro de Mano Menezes jogou com inteligência, no erro do Corinthians. Foi assim que viu Barcos e Thiago Neves, os dois mais avançados, confundirem a defesa corintiana em contra-ataques rápidos. Neves, de primeira, chutou levando perigo ao gol de Cássio. Atrás, a Raposa contou com a ótima atuação de Dedé, mais uma vez preciso nos desames. O prêmio pela paciência celeste veio aos 27 minutos, após erro de Léo Santos na lateral. Rafinha roubou a bola, tocou para Barcos, que passou pela defesa e chutou na trave de Cássio. No rebote, Robinho bateu de fora da área e abriu o placar em Itaquera.

Em Itaquera, o VAR decide

O empate do Corinthians saiu logo no começo da etapa final, com o auxílio do árbitro de vídeo. Thiago Neves dividiu com Ralf na grande área e ao tentar recolher a perna tocou no volante do Alvinegro. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães contou com a ajuda do VAR para assinalar o pênalti minutos mais tarde, após rever o lance. Na cobrança, Jadson fez, encerrando um jejum de 434 minutos sem gol do Corinthians.

O clima em Itaquera mudou a favor do Timão. Com a torcida inflamada, a entrada de Pedrinho culminou com o gol da virada. O xodó da Fiel deu bom corte e chutou no canto esquerdo de Fábio, fazendo um golaço em Itaquera. Eis que o VAR novamente entrou em ação, ajudando o árbitro a invalidar o tento. Uma mão de Jadson no peito de Dedé foi interpretada como falta, impedindo a vitória alvinegra.

Do Japão, o último ato

Ainda com a Arena jogando a favor, Jair Ventura colocou o time para frente, com as entradas de Clayson e Mateus Vital. Exposto, o Corinthians sofreu o gol da derrota em um contra-ataque muito bem orquestrado pelo Cruzeiro. Raniel puxou a bola em velocidade e tocou para o uruguaio De Arrascaeta sair livre, cara a cara com Cássio. Um toque por cima do camisa 1 decretou a vitória por 2 a 1. O meia havia passado as últimas horas no avião: jogou com sua seleção no Japão e fez escala em Dubai antes de voltar ao Brasil para decretar o hexacampeonato cruzeirense.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 1 X 2 CRUZEIRO

Local: Arena Corinthians, São Paulo (SP)

Data-Hora: 17/10/2018 – 21h45

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa/RJ)

Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (Fifa/RJ) e Bruno Boschilia (Fifa/PR)

Público/renda: 45.978 pagantes/R$ 5.108.151,00

Cartões amarelos: Clayson, Jadson, Fagner, Emerson Sheik, Gabriel e Ralf (COR), Robinho, Thiago Neves e Rafinha (CRU)

Cartões vermelhos: –

Gols: Robinho (27’/1ºT) (0-1), Jadson (9’/2ºT) (1-1), Arrascaeta (36’/2ºT) (1-2),

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Ralf e Gabriel (Mateus Vital, aos 35’/2ºT); Emerson Sheik (Clayson, aos 32’/2ºT), Jadson e Romero; Jonathas (Pedrinho, aos 22’/2ºT). Técnico: Jair Ventura.

CRUZEIRO: Fábio; Edilson, Dedé, Léo e Lucas Romero; Henrique e Ariel Cabral; Robinho, Thiago Neves (Lucas Silva, aos 35’/2ºT) e Rafinha (Arrascaeta, aos 21’/2ºT); Barcos (Raniel, aos 29’/2ºT). Técnico: Mano Menezes.

Por: Lance! 18 de Outubro de 2018 às 00:06 Atualizado em 18 de Outubro de 2018 às 00:12

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

Posado do Cruzeiro x Corinthians, partida válida pela final da Copa do Brasil 2018, na capital paulista. 17/10/2018, Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press
Posado do Cruzeiro x Corinthians, partida válida pela final da Copa do Brasil 2018, na capital paulista. 17/10/2018, Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

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