Atlético-PR vence Botafogo e segue sonhando com vaga na Libertadores

Mesmo com uma equipe praticamente de reservas, o Atlético-PR mostrou a força que tem na Arena da Baixada e venceu por 2 a 1 o Botafogo, neste sábado, pelo Campeonato Brasileiro. Com o resultado, os paranaenses chegaram a 43 pontos e ficam mais próximos da zona de classificação para a Libertadores. Já os cariocas, com 35, voltam a ficar próximos da degola.

O Botafogo surpreendeu o Atlético-PR no começo e teve a primeira chance de marcar aos sete minutos. Após cobrança de escanteio, Marcelo Benevenuto cabeceou para grande defesa de Felipe Alves. No minuto seguinte, os visitantes desperdiçaram nova oportunidade. Desta vez, Brenner aproveitou cruzamento pela esquerda, cabeceou sobre o travessão.

O Furacão só começou a reagir aos 13 minutos. Bruno Guimarães recebeu passe na área e chutou para boa defesa de Saulo. Depois, novamente o volante arriscou de longe e obrigou o goleiro alvinegro a mais uma defesa difícil.

Quando parecia que os donos da casa iriam pressionar, o Botafogo chegou ao gol, aos 29 minutos. Gilson foi derrubado por Bruno Guimarães na área e o árbitro marcou pênalti. Brenner cobrou com categoria, sem chance para Felipe Alves.

Após o revés, o Atlético-PR aumentou a busca pelo ataque e chegou com perigo aos 38 minutos. Bérgson tabelou com Tony e chutou com perigo, mas para fora. Nos minutos finais, o jogo ganhou em emoção. O Glorioso assustou em chute de Luiz Fernando. Os donos da casa ainda pressionaram antes do intervalo, no entanto tiveram que sair de campo com a desvantagem no placar.

No segundo tempo, o Furacão voltou com outra postura e pressionou o Botafogo desde os primeiros minutos. Tanto que aos quatro, Rony aproveitou bate e rebate na área e tentou de bicicleta, mas mandou para fora. Só que aos dez, os donos da casa chegaram ao empate. Bérgson foi lançado na área e chutou com categoria para a rede.

Após o empate, o Glorioso melhorou em campo e equilibrou a partida. Mesmo assim, os donos da casa tinham mais posse de bola e buscavam com mais intensidade o ataque. O Atlético-PR levou perigo aos 20 minutos, em falta cobrada por Guilherme que passou sobre o travessão.

Com o tempo, os paranaenses voltaram a dominar o jogo e continuaram com mais volume no ataque. Os rubro-negros quase viraram aos 29 minutos, quando Bruno Guimarães fez boa jogada e tocou para Bérgson. No entanto, antes de finalizar, o atacante viu a zaga tirar o perigo.

O Botafogo ainda assustou aos 37 minutos, em chute de longe de Leo Valencia. Só que no minuto seguinte, em avanço rápido, o Atlético-PR virou a partida. Nikão lançou Pablo na área, que chutou quase sem ângulo, mas no canto de Saulo.

Nos minutos finais, os visitantes ainda esboçaram uma pressão, mas viram o Atlético-PR controlar o resultado até o fim.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Miguel Locatelli/Atlético-PR/arquivo)

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Cruzeiro vence em casa e afunda ainda mais o Paraná

O Cruzeiro fez valer sua superioridade e o fator casa e afundou ainda mais o Paraná Clube na lanterna do Campeonato Brasileiro ao vencer por 3 a 1, no Mineirão. Com o resultado, a equipe mineira chegou aos 43 pontos, na oitava colocação. O Tricolor segue com apenas 17 pontos, cada vez mais próximo de confirmar seu rebaixamento.

A Raposa abriu o placar aos nove minutos do primeiro tempo, com Arrascaeta, que pegou sobra de bola para dar um lindo toque por cima de Richard e estufar a rede. Fred marcou o primeiro dele na competição, aos 14 minutos. Egídio, contra, deu um gol para o time paranista, aos 19 minutos. Depois do intervalo, Sóbis fez o terceiro, de pênalti.

Na próxima rodada, o Cruzeiro tem o clássico diante do América Mineiro, domingo, no Independência, em Belo Horizonte. Já o Paraná Clube terá pela frente o Vitória, no mesmo dia, na Vila Capanema.

Em situação muito delicada, o Tricolor da Vila tentou o primeiro ataque, com Andrey descendo pela direita e cruzado fechado para defesa de Fábio. A raposa respondeu, aos três minutos, com Rafael Sobis, que pegou sobra de bola e arrematou em cima do goleiro Richard. O time da casa mantinha a posse de bola, esperando por espaço. Até que, aos nove minutos, Fred tentou, mas a bola sobrou para Arrascaeta tocar por cima de Richard e abrir o placar.

O Paraná se mostrava muito frágil. E, aos 14 minutos, após roubada de bola, ela sobrou para Fred, o maior artilheiro da era dos pontos corridos. O atacante recebeu a área e tocou por baixo do goleiro para marcar o segundo. A equipe paranista reagiu e, aos 19 minutos, Juninho recebeu em posição duvidosa e cruzou rasteiro. A bola desviou em Egídio após toque de Alex Santana e entrou. Aos 22 minutos, mais uma finalização de Arrascaeta, mas Richard segurou.

O Cruzeiro voltou a pressionar e, aos 27 minutos, Rafael Sóbis matou no peito, girou e carimbou o travessão. O tricolor tentava ficar um pouco mais com a posse de bola, esfriando o time da casa, que já não pressionava tanto. Aos 38 minutos tabela entre Sóbis e Arrascaeta, que parou na defesa.

Para o segundo tempo, nenhuma alteração nas equipes. Logo no primeiro minuto, Sóbis foi derrubado por Igor na área e o árbitro anotou a penalidade. Na cobrança, Rafael Sóbis converteu e fez o terceiro. Com vantagem, o time mineiro já administrava mais, saindo para o jogo com tranquilidade. O Tricolor não conseguia entrar na defesa adversária.

A partida estava sob controle para a Raposa, que seguia com maior posse e atacando na boa. Aos 23 minutos, Lucas Silva arriscou de longe, por cima da meta. Autor de 140 na era dos pontos corridos, Fred saiu ovacionado para a entrada de Raniel. Aos 30 minutos, lançamento de Arrascaeta para Raniel, que pegou embaixo da bola e isolou. Sem força, o Paraná se defendia melancolicamente. Aos 37 minutos, David tirou a marcação e cruzou rasteiro para a defesa paranista afastar. Em uma chegada tímida, Mansur soltou pé, de muito longe, sem direção. Vitória tranquila da Raposa no Mineirão.

Fonte:Gazeta Esportiva ((Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro/arquivo)

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Santos derrota o Fluminense e cola no G6 do Brasileiro

O Santos colou no G6 do Campeonato Brasileiro na tarde deste sábado. Jogando na Vila Belmiro, em duelo direto entre duas equipes que almejam uma vaga na Copa Libertadores, o Peixe não fez um bom primeiro tempo, mas acordou na etapa final e venceu o time alternativo do Fluminense por 3 a 0, com gols de Gabriel, Victor Ferraz e Carlos Sánchez, todos anotados nos últimos minutos da partida.

Com o resultado, a equipe dirigida por Cuca chegou aos 46 pontos, empatando com o sexto colocado Atlético-MG, que está à frente por ter uma vitória a mais. O Fluminense, por sua vez, ficou no nono lugar, com 40 pontos, mas pode perder posições até o final do dia.

Pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, ambos os times disputarão um clássico estadual. O Santos encara o Palmeiras no próximo sábado, às 19 horas (de Brasília), no Allianz Parque, enquanto o Fluminense enfrenta o Vasco, às 17 horas do mesmo dia, no Maracanã.

O primeiro tempo foi disputado em ritmo lento, com ambos os times criando poucas chances de gol. O Santos, porém, começou pressionando nos minutos iniciais explorando as jogadas de linha de fundo. A zaga carioca, bem postada, suportou os ataques alvinegros.

Aos oito minutos, o Fluminense assustou. Após cobrança de escanteio, Fernando Neto pegou o rebote e arriscou de fora da área, exigindo grande defesa de Vanderlei. O lance, contudo, já havia sido paralisado por impedimento.

Apesar de ter o domínio da posse de bola, o Santos errava muitos passes e tinha dificuldades de entrar na defesa tricolor. O Fluminense, por sua vez, conseguiu chegar com algum perigo por meio da bola aérea, mas também pouco ameaçou a meta de Vanderlei na primeira parte do jogo.

Para tornar o Peixe mais criativo, Cuca voltou com Derlis González no lugar do apagado Bruno Henrique. Com o paraguaio, o time da casa precisou de pouco tempo para mostrar outra postura. Aos três minutos, Lucas Veríssimo cabeceou no canto, fazendo o goleiro do Fluminense trabalhar.

Pouco depois, Rodrygo subiu livre e testou com força, mas Rodolfo conseguiu espalmar a bola para o travessão. Aos 11 minutos, Gabigol perdeu chance incrível de abrir o placar. Em grande jogada individual pela esquerda, Rodrygo foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro. A bola desviou e sobrou limpa para o camisa 10, que isolou por cima.

O Santos teimava em fazer o goleiro do Fluminense trabalhar. Aos 17 minutos, após mais um levantamento na área, Rodrygo bateu de primeira, mas Rodolfo evitou o gol da equipe mandante. Aos 28, Victor Ferraz cruzou na medida para Carlos Sánchez, que testou na direção do gol. Frazan, contudo, salvou quase em cima da linha.

De tanto insistir, o Santos finalmente abriu o placar na Vila Bemiro. Aos 36 minutos, Gabriel foi derrubado por Alex na área. Na cobrança do pênalti, o artilheiro do Brasileirão bateu forte, no alto, desta vez sem chances de defesa para Rodolfo. O gol abriu a defesa carioca, que ainda seria vazada mais duas vezes: primeiro por Victor Ferraz, depois por Carlos Sánchez.

Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzagui/Gazeta Press)

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Sport surpreende e vence o Grêmio na Arena em jogo com sete gols

O Grêmio foi derrotado neste sábado para o Sport por 4 a 3 na Arena pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Usando reservas e priorizando a Libertadores, os mandantes foram surpreendidos pelo Leão que se mostrou mais determinado e tirou proveito das falhas na bola aérea gremista. Os gols foram marcados por Jair duas vezes, Gabriel e Matheus Gonçalves, enquanto Matheus Henrique, Juninho Capixaba e Thonny Anderson.

Com o resultado, o Grêmio segue em quinto lugar com 52 pontos. E o Sport pulou para o 17º lugar com 33 pontos. Além disso o time pernambucano acabou com jejum de dez jogos que não pontuava fora de casa.

Agora o Grêmio dará uma pausa na competição nacional e volta as suas atenções para o jogo de terça contra o River Plate, às 21h45(de Brasília), na Arena. O Tricolor Gaúcho joga por um empate para chegar a mais uma final.

Na próxima rodada o Grêmio visita o Atlético-MG no dia 03 de novembro, sábado, às 17h (de Brasília), no Independência. Já o Sport recebe no dia 05, segunda, o Ceará, às 20h(de Brasília), na Ilha do Retiro.

Precisando vencer, o Leão se soltou para frente diante dos reservas do Tricolor Gaúcho. Os pernambucanos arriscaram chutes de fora da área. Já os mandantes ainda tentam se encontrar no jogo. Aos 06, após bola alçada na área por Michel Bastos, Jair completou de cabeça e tocou para o fundo da rede.

Bem postado em campo, os visitantes são pouco ameaçados na sua defesa. A chegada mais perigosa do Grêmio ocorreu, aos 10, uma bola perigosa metida por Juninho Capixaba, porém Maílson se antecipou a Thaciano. Aos 21, Douglas cobrou escanteio da esquerda, Thonny Anderson cabeceou no primeiro pau e quase empatou. A bola passou raspando a trave esquerda de Maílson.

Depois dos 20 minutos, a equipe gremista melhorou um pouco e começou a assustar a meta do arqueiro do Leão. Entretanto o Sport se aproveitou de um erro no meio campo gremista e ampliou o placar. Aos 29, Mateus Gonçalves ganhou bola no campo de ataque, arrancou para frente, faz tabela com Brocador, driblou Kannemann e bateu na saída de Paulo Victor. A bola ainda desviou no goleiro, mas entrou.

Após tanto insistir os donos da casa conseguem descontar. Aos 37, Matheus Henrique pegou rebote na entrada da área, limpou a marcação e bateu no canto esquerdo de Maílson. Os jogadores do Sport reclamam que a bola teria tocado na mão do meio gremista. Depois de fazer o tento, os jogadores do Grêmio se mostram mais animados e buscam o gol de empate. Aos 43, Douglas cruzou duas vezes. Na primeira, Cláudio Winck afastou. No rebote, o meia dominou e levantou de perna direita. Kaio apareceu sozinho no segundo pau e cabeceou mal.

Na etapa inicial os reservas do Grêmio foram surpreendidos pelo Sport que abriu dois gols de vantagem. Os mandantes cresceram no jogo após os 20 minutos e teve forças para descontar. A equipe pernambucana se mostrou determinada e soube tirar proveito das falhas e do desentrosamento da defesa gremista.

O segundo tempo iniciou com o Tricolor Gaúcho em cima e logo em seguida chegou ao gol de empate. Aos 05, Matheus Gonçalves derrubou Madson dentro da área e o árbitro apitou pênalti. Aos 06, Juninho Capixaba bateu com categoria no lado esquerdo, Maílson vai no direito. Não demorou muito para o Leão pular na frente do placar. Aos 07, Sander recebeu de Jair e levantou. Gabriel, de cabeça, não perdoou.

Uma partida cheia de alternativas, o Grêmio não desistiu e mais uma vez igualou o marcador. Aos 13, Thonny Anderson recebeu de Madson e só completou para o gol. A defesa gremista mais uma vez bobeou e permitiu que o Sport chegasse ao quarto tento. Aos 18, Jair de novo recebeu de Michel Bastos, tentou a finalização na primeira e completou de cabeça na segunda.

Que jogo sensacional com sete gols e os dois times buscando a todo momento o ataque. Para segurar o resultado, os comandados de Milton Mendes recuam as suas linhas e especulam jogadas de contra-ataque. Por sua vez, os gremistas se esforçam para tentar empatar a partida.

Mesmo com toda a pressão do Tricolor Gaúcho, os pernambucanos souberam segurar o ímpeto gremista. Além disso, os atletas do Sport fizeram cera e atingiram triunfo que ajuda na tentativa de escapar da zona do rebaixamento.

Houve um último esforço do Grêmio para tentar o empate. Aos 46, Madson tentou chute da direita, bola desviou na defesa e sobrou para Pepê. Dentro da área, atacante bateu com perigo.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/GFBPA)

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Danilo faz dois gols e Corinthians volta a vencer no Brasileiro

O meia Danilo já estaria em qualquer lista de grandes jogadores do Corinthians a ser elaborada daqui para frente, mas escreveu, na noite deste sábado, uma página recente da sua linda passagem pelo clube do Parque São Jorge. Sem marcar há mais de dois anos, ele fez os dois gols da vitória do Alvinegro por 2 a 1 sobre o Bahia, na Arena, sendo o segundo bem próximo do final da partida, após cometer pênalti bobo em Nilton.

O camisa 20, ovacionado pela torcida desde o momento em que entrou até o final da partida, conseguiu então ser o grande destaque da mais do que necessária vitória da equipe, que não vencia há seis jogos no Brasileiro e via a zona de rebaixamento se aproximar. O Timão foi a 39 pontos conquistados, ultrapassou o próprio Bahia e agora está cinco pontos acima do Z4 no torneio nacional.

Na próxima rodada, os comandados de Jair Ventura terão pela frente a equipe do Botafogo, em partida marcada para as 17h (de Brasília) do domingo, no estádio do Engenhão. Do outro lado, o time baiano enfrenta a Chapecoense, em casa, às 19h do mesmo dia, em Salvador.

O primeiro tempo pouco reservou de emoção aos torcedores que arriscaram sair de casa no instável tempo do sábado na cidade de São Paulo. Mesmo com a empolgação da sua torcida, impulsionada com a chuva no terço final da etapa, o Corinthians mostrou muita dificuldade na hora de criar as jogadas. Pedrinho, Díaz e Romero, trio escalado para municiar a movimentação de Emerson Sheik, ficaram encaixotados na marcação.

Do outro lado, os baianos esperaram um pouco para conter a pressão adversária e, após verem que era possível jogar mais, conseguiram ter certo controle do jogo. Enquanto o Timão vivia mais das bolas esticadas e dos posteriores cruzamentos na área dos visitantes, o Tricolor colocou a bola no chão e mostrou qualidade para envolver a marcação corintiana, principalmente com Ramires e Élber.

O melhor lance do time de Salvador, no entanto, veio em uma bola parada. Após o cruzamento em um escanteio vindo da direita, o volante Nilton conseguiu se livrar da marcação adversária e subiu mais alto que a defesa, testando no canto direito de Cássio. O goleiro ficou parado, mas viu a redonda sair ao lado da sua meta, assegurando o empate sem gols até o intervalo da partida.

O meia Danilo foi a alternativa do técnico Jair Ventura para mudar o panorama da partida no segundo tempo, entrando na vaga de Emerson Sheik, e não demorou a responder positivamente à aposta. Em seu primeiro lance, sofreu falta na lateral da área. Na cobrança, Fagner bateu, a bola desviou e o próprio Danilo, na segunda trave, empurrou para a rede, explodindo a galera do time da casa.

Com o controle da partida, Jair passou a rodar o elenco e, sem sofrer, colocou Araos e Mateus Vital nas vagas de Pedrinho e Díaz, renovando o ímpeto para o contra-ataque. Em um lance que pouco parecia ter perigo, porém, Danilo pôs tudo a perder: puxão de camisa em Nilton após escanteio e pênalti. Clayton, ex-Corinthians, bateu forte, Cássio ainda tocou na bola, mas não evitou o empate adversário, aos 40 minutos.

O Corinthians então passou a impor um ritmo mais forte e foi em busca da sonhada vitória. Com ímpeto ofensivo, principalmente por parte dos laterais, o Alvinegro conseguiu a heroica vitória após lançamento para Avelar, no lado esquerdo. O lateral cruzou na segunda trave e Romero tocou para o meio da área. A zaga rebateu e Danilo, com uma puxeta, conseguiu o giro e estabeleceu o 2 a 1 corintiano.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo)

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Dois paraenses fazem sucesso no Campeonato Mundial de Karatê Dô

O Pará tem boas notícias direto do Canadá, onde atletas do grupo Paulo Afonso de Karatê disputam o Campeonato Mundial de Karatê Dô-Tradicional.

Sávio Oliveira, faixa preta, disputou Kumitê individual, na categoria 18 a 20 anos, sagrando-se campeão. O cartel foi equilibrado, mas Sávio se sobressaiu. Após fazer quatro lutas, ele disputou a final com um representante da Polônia. De acordo com o lutador, a disputa foi acirrada. Além de Sávio, outro sucesso é a lutadora Kamyla Ciesca, de apenas 9 anos. Detentora da faixa laranja, ela foi campeã de kata individual e bronze em kata equipe. Na final do kata individual, ela venceu outra brasileira, Júlia de Goiás. Sagrou-se campeã mundial da categoria.

Neste sábado (26), a equipe brasileira de Kumitê disputará a final, a partir das 14h30, com a equipe dos poloneses. Nessa equipe, de um total de cinco atletas, dois são os paraenses Paulo Afonso Neto e Raul Sérgio. A delegação brasileira é composta por 34 atletas, sendo 23 nas categorias de 14 anos ao adulto absoluto, e 11 na categoria de 7 a 13 anos. Completam a equipe brasileira nesse desafio, árbitros, presidentes de federações estaduais e o presidente da Confederação de karatê Dô – Tradicional Brasileira (CKTB), o mestre potiguar Nilton Aurimar.

Fonte:ORM
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Boca vence o Palmeiras na Bombonera e abre vantagem para chegar na Libertadores

O Boca Juniors está próximo da final da Copa Libertadores da América. Nesta quarta-feira, Palmeiras e os argentinos fizeram uma partida morna e ruim tecnicamente, mas com apenas 15 minutos finais para jogar, o centroavante Benedetto deixou o banco de reservas e marcou duas vezes para os xeneizes contra o Verdão, decretando a vitória na Bombonera.

O jogo de volta da semifinal é na próxima quarta-feira, dia 31, às 21h45 (de Brasília). O Palmeiras terá de vencer por três gols de diferença para se classificar (um 2 a 0 a favor leva a decisão para os pênaltis). Empate ou vitória alviverde por um gol classificam o Boca Juniors – para enfrentar Grêmio ou River Plate na finalíssima (o Grêmio venceu o jogo de ida, em Buenos Aires, por 1 a 0).

O primeiro tempo teve o nervosismo que se espera de uma partida semifinal de Copa Libertadores da América. Nada além disso. Palmeiras e Boca Juniors não jogaram o futebol que são capazes e os primeiros 45 minutos foram marcados por uma única chance real de gol, motivada por falha de Weverton.

Com 15 jogados, os argentinos levantaram bola na área, o goleiro palestrino tentou tirar de soco, mas não achou nada pelo alto. Isquierdoz cabeceou no canto e bola passou perto da meta alviverde.

Empurrado pela Bombonera lotada, o Boca tentou pressionar a equipe brasileira, mas se limitou a bolas levantadas na área e chutes de longa distância, sem perigo. A inédita dupla de zaga escalada por Felipão na Libertadores, formada por Luan e Gustavo Gómez, não brincou lá atrás e rebateu todas de primeira.

Antes do intervalo, o Verdão conseguiu equilibrar o jogo e teve 52% de posse de bola, mas também sem criar. Na etapa final, o Maior Campeão do Brasil finalizou duas bolas de longe, logo nos primeiros minutos, o que poderia indicar uma mudança de postura, mas os visitantes mantiveram o ritmo do duelo.

A melhor oportunidade do jogo até então, e lance mais bonito plasticamente aconteceu apenas aos 36 minutos do segundo tempo. Olaza cobrou falta na entrada da área com a canhota, a bola foi no ângulo, mas Weverton voou para fazer uma defesa espetacular.

Para impedir o gol, Weverton se chocou com a trave e ficou dois minutos caído recebendo atendimento médico. Quando o árbitro autorizou novamente, aos 38, Benedetto, que estava em campo há sete minutos, antecipou Moisés e cabeceou livre para as redes.

Mesmo com a desvantagem no placar, Felipão sacou Bruno Henrique e colocou Thiago Santos em campo. Aos 42, porém, Benedetto de novo, deixou o Boca Juniors muito perto da final da Copa Libertadores. O centroavante recebeu na entrada da área, deu drible desconcertante em Luan, de futebol de salão, e bateu muito forte no canto de Weverton.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: AFP/Juan Mabromata)

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Atlético Paranaense vence Bahia nas quartas de finais da Copa Sul-americana

Em mais uma partida com o VAR mais uma vez sendo decisivo, o Atlético Paranaense conquistou uma boa vitória por 1 a 0 diante do Bahia, em plena Arena Fonte Nova, no jogo de ida das quartas de finais da Copa Sul-americana. Com o resultado, o Rubro-Negro pode buscar a vaga na volta com um simples empate.

Depois de receber grande pressão dos donos da casa, que teve dois gols anulados pela arbitragem, o Furacão conseguiu abrir o placar, aos 21 minutos do segundo tempo, com Pablo, batendo quase sem ângulo.

As equipes voltam a se encontrar na próxima quarta-feira, na Arena da Baixada, em Curitiba. Quem vencer o confronto encara o ganhador do duelo entre Fluminense e Nacional-URU.

O jogo – O jogo começou aberta, com as equipes se alternando com a bola nos pés, mas sem conseguir passar pelas defesas bem montadas. Aos cinco minutos, Gregore arriscou o tiro de longe, fácil para o goleiro Santos. Aos poucos, embalado pela torcida, o Tricolor se soltava mais. Aos oito minutos, levantamento para o meio da área atleticana, e Nino Paraíba desviou nas mãos de Santos.

O Bahia marcava forte a saída de bola paranaense, tentando pressionar. Aos 16 minutos, Zé Rafael pegou sobra de bola e bate de primeira para Pablo tirar para escanteio. Aos 22 minutos, uma verdadeira blitz. Santos conseguiu parar o cruzamento de Edigar Junio, na sequência, Clayton desviou de cabeça na zaga mas, no rebote, com um giro no ar, empurrou para o fundo da rede. O Furacão reclamou de um lance perigoso e o arbitro checou o VAR. Após alguma demora, gol anulado.

O Rubro-Negro acordou e, aos 28 minutos, Nikão recebeu na área e chutou no cantinho, para fora. O time da casa sentiu o gol anulado e caiu de produção. A reação veio aos 35 minutos, com Paulinho cruzando fechado e Léo Pereira tocando para fora e salvando. Gregore carregou a bola, aos 39 minutos, abriu espaço e chutou cruzado pela linha de fundo. Aos 44 minutos, linda jogada de Pablo, que serviu Lucho. A batida do argentino foi forte e Douglas fez boa intervenção.

Para a segunda etapa, o Tricolor voltou com tudo e, logo no primeiro minuto, Ramires aproveitou cruzamento e mandou para o fundo do gol. Mais uma vez reclamação e, após consultar o VAR, o árbitro anulou mais um gol. O jogo esquentou e, aos sete minutos, Elton aproveitou cobrança de falta para testar firme e parar em Santos.

O Furacão também tentava e, aos 15 minutos, Jonathan cruzou rasteiro e Jackson quase afastou para dentro do próprio patrimônio. Aos 19 minutos, Zé Rafael desviou na pequena área, Santos operou um milagre e Paulo André tirou de vez da frente da meta. Após a cobrança de escanteio, Lucas Fonseca cabeceou no cantinho e Santos foi buscar, em cima da linha. A resposta foi fata. Aos 21 minutos, Pablo recebeu de Nikão e chutou quase sem ângulo para marcar um belo gol.

O Bahia foi para cima de olho na igualdade no placar. Aos 30 minutos, Marco Antônio arriscou da entrada da área e Santos defendeu tranquilo. Gregore pegou sobra de bola e, com desvio, mandou pela linha de fundo. Só dava Bahia e, aos 39 minutos, Marco Antônio cobrou escanteio para Jackson desviar para fora. Aos 43 minutos, Vinícius soltou um petardo, por cima da meta, com muito perigo. Grande resultado para o Furacão, que venceu a primeira fora de casa dentro do Brasil com seu time principal na temporada.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Miguel Locatelli/arquivo)

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Fluminense cede empate ao Nacional-URU pela Sul-Americana

O Fluminense desperdiçou a chance de ter vantagem pelas quartas-de-final da Sul-Americana ao empatar por 1 a 1 com o Nacional-URU, nesta quarta-feira, no Nilton Santos. Com o resultado, os tricolores terão que vencer em Montevidéu, na próxima semana, ou empatar por mais de dois gols para avançar na competição.

Os cariocas abriram o placar no primeiro tempo com gol de Gum. A curiosidade no lance foi que a arbitragem marcou impedimento do zagueiro, mas acabou validando o gol com ajuda do VAR. O empate do Nacional veio somente aos 42 minutos do segundo tempo, com Zunino.

O Fluminense começou a partida tendo mais posse de bola, mas com pouca objetividade no ataque. O Nacional aproveitava os espaços para avançar com qualidade e quase abriu o placar aos dez minutos. Zunino foi lançado na área tocou na saída de Júlio Cesar. No entanto, o lateral-esquerdo Ayrton Lucas apareceu para salvar os tricolores.

O Nacional assustou mais uma vez aos 14 minutos. Romero arriscou de longe, mas viu a bola passar muito perto da trave direita. No entanto, o Fluminense marcou em sua primeira chance, quatro minutos depois, com a ajuda do VAR. Após falta cobrada na área, Gum cabeceou cruzado para a rede. No primeiro momento, o árbitro marcou impedimento do zagueiro, mas ao ser informado pela árbitro de vídeo acabou por validar o gol.

O revés foi sentido pelos uruguaios, que viram o Fluminense crescer na partida. Tanto que aos 25 minutos, Luciano aproveitou erro na saída de bola do Nacional e tocou para SOrnoza na área. Só que o meia tricolor chutou pro cima do travessão.

Aos poucos, os visitantes melhoraram e conseguiram equilibrar o confronto. No entanto, o Fluminense seguia melhor em campo e voltou a levar perigo aos 33 minutos. Everaldo lançou Luciano na área, mas o atacante chutou cruzado pela linha de fundo.

O Nacional só voltou a assustar nos minutos finais. Aos 41, Oliva aproveitou cruzamento e cabeceou próximo ao gol. O Fluminense tentou esboçar uma pressão, mas teve que sair para o intervalo com a vantagem mínima no placar no Nilton Santos.

O segundo tempo começou movimentado, com o Fluminense tendo mais posse d ebola e rondando a área uruguaia. Ao contrário da etapa inicial, o Nacional não incomodava o goleiro Júlio Cesar.

Somente depois dos 15 minutos, os visitantes equilibraram o confronto e passaram e chegar próximo da área tricolor. Mesmo assim, a partida continuava sem lances de perigos de ambos os lados.

A torcida do Fluminense chegou a comemorar um gol aos 30 minutos, quando Everaldo foi lançado, passou pelo goleiro e mandou para a rede. Só que desta vez, o árbitro de vídeo anulou o lance, pois o atacante estava impedido.

Mesmo assim, o lance animou os donos da casa, que aumentaram a pressão e chegaram com perigo aos 33 minutos. Everaldo chutou do bico da área e obrigou Conde a fazer a defesa em dois tempos.

Nos minutos finais, o Nacional aproveitou escanteio cobrado para empatar o confronto, com Zunino. O Fluminense teve pouco tempo para reagir e teve que se contentar com a igualdade duelo de ida.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria)

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Ceará vence o campeão da Copa do Brasil e escapa da zona de rebaixamento

Encarar o campeão da Copa do Brasil, em pleno Mineirão, não é para qualquer um. Mas é para o Lisca Doido. Na noite desta quarta-feira, o Ceará venceu o Cruzeiro, por 2 a 0, e, de quebra, escapou da zona de rebaixamento.

O placar deixou o Ceará na 14ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 34 pontos. O time cearense saiu na zona de rebaixamento e empurrou o Vitória para o caminho da degola. A Raposa está na 10ª posição, com 40 tentos.

O Vozão chegou a Belo Horizonte com uma postura muito defensiva. A Raposa estava animada com os recentes resultados e tentou buscar o placar. No entanto, com dois bons contra-ataques, o time visitante decidiu o jogo e garantiu o triunfo.

O Ceará volta a campo na segunda-feira, em casa, contra o Atlético, no Castelão, às 20h (de Brasília). O Cruzeiro recebe o Paraná, novamente no Mineirão, no sábado, às 21h.

Primeiro tempo

O Ceará entrou em campo com uma postura defensiva muito acentuada. A equipe tinha duas linhas defensivas, ambas próximas, algo que impedia o Cruzeiro de avançar nas linhas e chegar contra a meta adversária. Como era esperado, a Raposa, dona da casa, em festa, ficava mais com a bola, tinha mais a bola no pé, no entanto, devido a barreira de atletas na sua frente, não conseguia agredir.

Aos 10 minutos, o Ceará partiu para o ataque. A equipe passou a dar volume, trocando passes e o Cruzeiro, curiosamente, ficou em seu campo defensivo, esperando a equipe de Lisca tentar uma agressão. No minuto seguinte a explicação: quando o time celeste conseguiu roubar a bola partiu em velocidade no contra-ataque. O meia Thiago Neves fez um lançamento primoroso para Rafinha que conseguiu finalizar e o goleiro fez ótima defesa, evitando o primeiro gol.

Aos 18 minutos o Ceará chegou com muito perigo. O atacante Arthur conseguiu roubar a bola, limpou o lance tirando dois adversários e chutou. A bola tirou tinta da trave.

Após essas oportunidades, o jogo ficou bastante travado no meio campo. Poucas oportunidades devido a um jogo muito pegado no meio campo.

Aos 27 a Raposa voltou a chegar. Primeiro com Thiago Neves que chutou de fora da área, mas a bola ficou com o goleiro. Aos 30, em ótima jogada construída no meio campo, a bola terminou com Rafinha que mandou a bola na trave. No lance seguinte, novamente com Rafinha, o time azul quase consegue o tento.

O técnico Mano Menezes conseguiu organizar o Cruzeiro e a equipe passou a render novamente em campo. A Raposa conseguia chegar pelos dois lados, no entanto, à direita, de Edilson, era mais explorada.

Segundo tempo

A etapa complementar teve um início muito ruim. Os primeiros 16 minutos foram sonolentos: isso porque o Cruzeiro estava visivelmente cansado. O Ceará, por sua vez, não tinha muita qualidade. Era um jogo fraco.

O técnico Mano Menezes promoveu a primeira mudança: mandou para o jogo o atacante David e tirou Thiago Neves, o mais desgastado em campo. Com isso, Robinho passou a ficar mais centralizado na armação de jogadas.

A mudança não teve tempo para se mostrar. Aos 17, em contra-ataque muito rápido, a bola chegou em Leandro Carvalho que finalizou. Fábio fez um milagre, mas no rebote Arthur mandou para o fundo das redes.

Após o gol, Mano Menezes mandou para campo Raniel e tirou Ariel Cabral, colocando um time bastante ofensivo. Por outro lado, Lisca, com o excelente resultado, mandou o zagueiro Valdo e tirou de campo o atacante Leandro Carvalho.

Com o Cruzeiro atacando bastante, muita intensidade, mas com pouca organização, a Raposa viu o Ceará ampliar. Em contra-ataque, Arthur saiu do campo defensivo e, cara a cara com Fábio, mandou para o fundo das redes.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini/arquivo)

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