Vasco bate o Fluminense e respira no Brasileiro

O Vasco conseguiu um resultado muito importante na sua briga para se afastar da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Em partida disputada na tarde deste sábado, no Maracanã, a equipe de São Januário derrotou o Fluminense por 1 a 0, gol marcado por Maxi López, de pênalti, no segundo tempo. A vitória no clássico carioca fez a equipe de São Januário chegar aos 38 pontos ganhos e subir para a 12ª posição. O Fluminense segue com 40 pontos ganhos na décima colocação.

O jogo foi muito equilibrado e o Vasco foi muito feliz ao aproveitar a oportunidade para decidir o jogo. O time dirigido por Alberto Valentim não foi brilhante, mas soube suportar a pressão de um adversário que começou acomodado, mas que mudou de comportamento ao sofrer o gol e passou a pressionar em busca de um resultado melhor, o que acabou não conseguindo.

Na próxima rodada, o Fluminense vai receber o Sport, no Maracanã; o Vasco vai encarar o Grêmio na Arena, em Porto Alegre.
O jogo

O Fluminense saiu para o ataque desde os primeiros minutos, e o lateral Ayrton Lucas era o mais acionado pelo lado esquerdo. O Vasco se mostrava mais cauteloso, deixando a iniciativa para o adversário. Mesmo assim, o time de São Januário chegou primeiro com um chute de Yago Pikachu que não levou perigo.

O Fluminense respondeu aos sete minutos com boa jogada de Ayrton Lucas que se livrou da marcação e bateu forte, mas a bola desviou em Werley e saiu para escanteio.

O jogo ficou mais aberto e o Vasco passou a se comportar de forma mais agressiva, colocando a defesa tricolor em dificuldades. Após cruzamento, Fabrício cabeceou e Júlio César fez a defesa.

Depois de um início animador, o time dirigido por Marcelo Oliveira passou a encontrar dificuldades para penetrar na defesa cruz-maltina. Já o Vasco tinha mais posse de bola, mas também não conseguia criar boas condições para Maxi López, muito isolado entre os zagueiros tricolores.

O ritmo da partida caiu porque as duas equipes se preocupavam mais em bloquear as jogadas dos adversários do que construir ações eficientes de ataque.

Aos 22 minutos, o primeiro grande momento de vibração. Matheus Alessandro foi derrubado por Luiz Gustavo na entrada da área. Luciano bateu, a bola desviou na barreira e se chocou com o travessão quando Martín Silva já estava batido. A jogada animou o Tricolor das Laranjeiras e, aos 25 minutos, Luciano voltou a concluir com perigo, mas a bola saiu.

Aos 31 minutos, o Fluminense criou nova chance para marcar. Digão fez bom lançamento para Luciano que concluiu para grande defesa de Martin Silva. O Vasco seguia encontrando dificuldades para penetrar na defesa tricolor e gastava mais energia tentando evitar que o adversário chegasse ao gol.

Aos 41 minutos, Léo recebeu bom passe na direita e cruzou para a entrada de Luciano, mas o zagueiro Luiz Gustavo conseguiu evitar que a bola chegasse ao atacante.

No final do primeiro tempo, as duas torcidas se uniram para vaiar a má atuação das suas equipes.

Os dois times voltaram sem modificações para o segundo tempo. Logo aos três minutos, Léo cruzou e Matheus Alessandro cabeceou para fora. A resposta do Vasco veio no minuto seguinte quando Andrey experimentou, da entrada da área, e obrigou Júlio César a uma defesa muito difícil.

O time comandado por Alberto Valentim voltou melhor no segundo tempo e passou a pressionar em busca do primeiro gol. E aos 14 minutos, o Vasco marcou o primeiro gol. Thiago Galhardo cruzou na área e a bola bateu no braço de Paulo Ricardo. O árbitro marcou pênalti que Maxi López converteu com categoria, chutando no canto esquerdo de Júlio César.

Depois de sofrer o gol, o técnico Marcelo Oliveira decidiu alterar o esquema tático do Fluminense. Ele tirou o zagueiro Paulo Ricardo e colocou o atacante Luciano.

Atuando com três atacantes, o Fluminense passou a pressionar em busca do gol de empate. Alberto Valentim decidiu renovar o setor ofensivo e colocou Rildo na vaga de Marrony. Foi a primeira aparição de Rildo depois de se recuperar da lesão sofrida no início da temporada e que o tirou da equipe por vários meses.

Aos 32 minutos, o Tricolor das Laranjeiras esteve muito perto de chegar ao empate. Everaldo fez ótima jogada individual e rolou para a conclusão de Sornoza, mas o chute do equatoriano acabou sendo desviado para escanteio.

O Tricolor das Laranjeiras seguia pressionando em busca do gol de empate e,aos 39 minutos, após confusão na área, a bola sobrou para Digão que bateu com muita força, mas a bola saiu bem perto da trave defendida por Martín Silva.

O Vasco só voltou a incomodar aos 41 minutos quando Rildo foi lançado pela esquerda e fez bom passe para Thiago Galhardo que teve o seu chute bloqueado pela zaga.

Nos minutos finais, o Fluminense aumentou a pressão em busca do gol de empate e após cruzamento de Ayrton Lucas, aos 43 minutos, Everaldo chutou, mas a zaga do Vasco salvou outra vez.

Aos 47 minutos, Ayrton Lucas recebeu de Jadson e mandou a bomba, mas Martín Silva fez grande defesa, evitando o gol do empate.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Paulo Fernandes/assessoria)

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Fortaleza vence e sob comando de Rogério Ceni sobe para a Série A do Brasileirão

O Fortaleza, comandado por Rogério Ceni, está na Série A de 2019. Neste sábado, o Leão do Pici venceu o Atlético-GO no Estádio Antônio Accioly pelo placar de 2 a 1 e garantiu, matematicamente, o acesso para a primeira divisão do futebol brasileiro. Os gols da partida, válida pela 34ª rodada da Segundona, foram marcados pelo atacante Gustavo, conhecido como Gustagol, e Bruno Melo, para os visitantes, além de João Paulo, em favor dos donos da casa.

Com o resultado, a equipe treinada pelo ídolo do São Paulo chegou à marca de 64 pontos e, com quatro rodadas a serem jogadas, abriu 12 de diferença para o Vila Nova, primeiro time fora do G4. Entretanto, o clube goiano não pode ultrapassar o Fortaleza na tabela de classificação devido ao número de vitórias (19 a 13), primeiro critério de desempate da disputa.

Na próxima rodada, o Fortaleza, com acesso garantido mas ainda sonhando com o título da competição nacional, recebe o CSA na Arena Castelão, às 21h30 (horário de Brasília) desta terça-feira. Já o Atlético-GO, no Antônio Accioly, enfrentará o Avaí, às 19h15 do mesmo dia.

O jogo – Até os 14 minutos de partida, o confronto entre as duas equipes era equilibrado. O Fortaleza assustou após finalização de Éderson, que recebeu passe de Gustagol, enquanto o Dragão de Goiânia respondeu com chute perigoso de Rômulo.

Entretanto, antes da marca dos 15 minutos de jogo, o Leão do Pici abriu o placar. Com erro na saída de bola, Rômulo presenteou Marcinho, que encontrou Gustagol na área. O centroavante bateu de primeira e de chapa, inaugurando o marcador e fazendo seu 12º tento na Série B.

Atrás no placar, o Atlético-GO buscava infiltrar na defesa adversária, mas não encontrava brecha. Aos 25, a situação dos donos da casa ficou ainda pior: Éderson bateu escanteio curto, recebeu de volta e levantou para a área. Bruno Melo não vacilou e balançou o fundo das redes de cabeça: 2 a 0.

Com os gols, a partida ficou ainda mais movimentada. O Dragão bem que tentou com Thiago Santos, mas o jogador esbarrou em boa defesa de Marcelo Boeck. Pouco depois, o time de Rogério Ceni quase chegou ao terceiro: Gustagol aproveitou cruzamento e chutou, mas a bola bateu na trave.

Após um primeiro tempo movimentado, a etapa final de partida não engrenou em seu início. O Atlético-GO era mais perigoso, muito pela necessidade do resultado, mas não conseguia chegar com contundência ao gol de Marcelo Boeck.

Isso mudou aos 27 minutos. Os donos da casa tentaram por duas vezes, mas o goleiro do Leão do Pici fez duas grandes defesas para impedir o tento. Aos 40, novamente Boeck brilhou, impedindo, por duas vezes, gol de Renato Kayzer, atuando como um legítimo paredão. Entretanto, o arqueiro não conseguiu evitar o tento de João Paulo, já no minuto final de jogo.

Ao apito final do árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima, do Rio Grande do Sul, o Fortaleza de Rogério Ceni garantiu a vitória e uma vaga na principal divisão do futebol brasileiro em 2019.

Fonte:Gazeta Esportiva ( foto: Rubens Chiri)

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Polícia Civil do Paraná prende suspeito de assassinar o meia Daniel

Corpo de Daniel Corrêa de Freitas foi encontrado no último sábado, na Região Metropolitana de Curitiba
(Foto:  Reprodução/Twitter) -Edison Brittes, suspeito de assassinar Daniel, meia do São Paulo, foi preso na manhã desta quinta-feira em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A prisão aconteceu em sua casa. A mulher e a filha de Edison também foram detidas, por suspeitas de envolvimento no crime.
De acordo com o advogado, Claudio Dalledone, que defende o suspeito, a prisão é temporária e valem por 30 dias. Ele também disse que Edison teria flagrado o jogador tentando estuprar sua esposa dentro de sua casa. A família foi encaminhada para a delegacia de São José dos Pinhais.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Segundo Claudio Dalledone Junior, o advogado de defesa, Edison (foto acima) teria agido “em defesa da família dele”, já que seu cliente teria flagrado o jogador tentando estuprar sua esposa em sua casa, e que “a vítima teria se infiltrado entre a família e os amigos que estavam em uma comemoração em uma balada e seguido, sem ser convidado, para a sequência desta celebração, na casa da família”, disse ele, informou o site Massa News.
O corpo do jogador Daniel foi encontrado morto no último sábado, em uma plantação de pinos, em São José dos Pinhais. A Polícia já confirmou que armas brancas foram usadas no crime.
Daniel pertencia ao São Paulo e estava emprestado para o São Bento (SP). O meio-campista surgiu nas categorias de base do Cruzeiro. Antes de se tornar profissional, reforçou o Botafogo em 2013, no qual teve espaço na equipe principal e se destacou no ano seguinte. Em dezembro de 2014, chegou a conversar com o Palmeiras, mas foi reprovado nos exames médicos e acabou contratado pelo São Paulo.

Por: Lance!Net 1 de Novembro de 2018 às 11:20 Atualizado em 1 de Novembro de 2018 às 13:16

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Palmeiras cai na semifinal da Libertadores contra o Boca Juniors

O Palmeiras chegou à sua primeira semifinal de Copa Libertadores desde 2001, mas parou por aí. Nesta quarta-feira, o Verdão precisava reverter derrota por 2 a 0 na Bombonera, saiu atrás no placar no Allianz Parque, virou, mas viu Benedetto definir o empate por 2 a 2, que classificou o Boca Juniors para enfrentar o River Plate na decisão do torneio sul-americano.

Desde o primeiro minuto, o árbitro Wilmar Roldán mostrou seu estilo de jogo ao deixar de apitar faltas pedidas pelas duas equipes. A impressão era de que o colombiano queria aparecer o menos possível na semifinal, mas já no primeiro tempo, sua participação foi inevitável.

Aos 10 minutos, Deyverson recebeu longo lançamento de Lucas Lima, dominou bem e esperou a passagem de Dudu pela direita. O camisa 7 recebeu na linha de fundo e cruzou rasteiro para Bruno Henrique mandar para as redes.

O gol no início parecia o roteiro perfeito para o Verdão e a festa foi tanta nas arquibancadas que parte dos torcedores nem perceberam a demora para o recomeço do jogo, enquanto Wilmar Roldán recebeia a informação do VAR de que Deyverson estava impedido no início da jogada. Resultado: tento anulado e placar inalterado no Allianz Parque. Mas por pouco tempo.

No ataque seguinte, os argentinos pediram nova intervenção do Vídeo, desta vez para marcar um gol, reclamando que Weverton teria defendido chute de Ábila dentro da meta – o que não ocorreu. Com 17 jogados, porém, o Boca chegou de novo ao ataque e, desta vez, abriu o marcador.

Lucas Lima perdeu bola no meio-campo e ficou reclamando de falta. Jara acionou Villa na direita e Gustavo Gómez foi para a marcação, cobrindo o avanço de Diogo Barbosa. Na zaga, Felipe Melo fez a função do paraguaio. Até aí, tudo perfeito, mas quando a bola foi cruzada na área, Luan cochilou, foi antecipado por Ábila e viu o argentino mandar para o gol.

Com a vantagem no marcador, o Boca ficou confortável em campo e administrou o jogo até o final da etapa inicial. O Alviverde, já sem o entusiasmo dos mais de 40 mil presentes, chegou a quase 60% de posse de bola, e teve duas oportunidades para empatar, mas Mayke pecou na finalização e Rossi impediu um gol contra xeneize.

Wilmar Roldán assinalou apenas três minutos de acréscimo, apesar das diversas paralisações, o que causou a maior manifestação da torcida desde a metade do primeiro tempo. O pensamento de atletas e torcedores já parecia mais no clássico de sábado, contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro, do que em marcar os quatro gols necessários para ir à final.

Mesmo assim, Felipão sacou Bruno Henrique e colocou Moisés em campo. A alteração, mantendo Felipe Melo e tirando o camisa 19 melhorou o rendimento do Verdão, mas viria a cobrar seu preço no futuro.

Aos dois minutos, Dudu cruzou e Lucas Lima bateu firme, mas Rossi defendeu. Aos sete, após falta cruzada pelo camisa 20, a zaga do Boca afastou, Deyverson desviou, Felipe Melo ajeitou para a área e Luan, sozinho na direita, encheu o pé para empatar pelo meio das pernas do goleiro argentino.

Mesmo o primeiro dos quatro gols que o Maior Campeão do Brasil precisava marcar não animou o time. A torcida comemorou de forma contida e os atletas apenas correram em direção ao meio-campo. Mas o clima mudou com 13 jogados, quando Dudu sofreu pênalti de Isquierdoz e Gustavo Gómez converteu.

O Allianz Parque voltou a explodir em festa e apoio. Até mesmo o amplificador de sons, iniciativa inédita que na primeira etapa captou gritos de “Vai, Mayke”, “Pra cima, Dudu”, entre outros, voltou a reproduzir as músicas cantadas pelos torcedores.

Em meio ao otimismo, Willian sentiu um problema muscular, fruto do desgaste, e precisou ser substituído por Borja, mas foi do outro lado que, mais uma vez, uma substituição mudou o jogo. Ábila saiu para a entrada de Benedetto, que marcou os dois gols argentinos na Bombonera e, mais uma vez, calou o Verdão.

Foram oito minutos em campo, aos 24, quando os donos da casa pressionavam pelo terceiro gol, que o centroavante foi decisivo. O Boca puxou contra-ataque e Felipe Melo, mantido por Felipão apesar do cartão amarelo, não pôde fazer a falta para evitar uma expulsão. Após troca de passes no ataque, em que Lucas Lima demorou na recomposição, Benedetto recebeu na entrada da área e acertou um chutaço parecido ao que definiu o placar na Bombonera e, nesta quarta, fechou o caixão no Allianz Parque.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: AFP/arquivo)

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Atlético-PR tropeça mas elimina o Bahia nas cobranças de pênaltis pela Copa Sul-americana

O Bahia venceu o Atlético Paranaense por 1 a 0, no tempo normal do jogo de volta das quartas de final da Copa Sul-americana, na Arena da Baixada, mas nas cobranças de pênaltis o Furacão venceu por 4 a 1 e garantiu a vaga nas semifinais. No jogo de ida, vitória do Furacão por 1 a 0, na Arena Fonte Nova.

O Esquadrão de Aço abriu a contagem já nos acréscimos do primeiro tempo, com Grolli, que apareceu no meio da área para desviar de ponta de chuteira para a rede.

Na próxima fase, o adversário do Atlético Paranaense será o Fluminense, que eliminou o Nacional, do Uruguai.

Principal esperança de gol pelo lado rubro-negro, Pablo arriscou o primeiro chute logo no primeiro minuto, por cima da meta. A resposta veio com Léo, os cinco minutos, pegando sobra de bola e isolando. O jogo era pegado, com algumas entradas mais fortes e muita reclamação das equipes. Aos nove minutos, Pablo cobrou falta com força e Douglas defendeu em dois tempos.

Com uma formação diferente, o Esquadrão de Aço marcava forte e pressionava no ataque. O trauma dos gols anulados voltou a atingir o Tricolor. Aos 17 minutos, Júnior Brumado recebeu com liberdade e mandou para o fundo das redes, mas o árbitro anotou falta anterior de Zé Rafael. Cobrança de escanteio na medida para Pablo, aos 22 minutos, mas a testada foi pela linha de fundo.

O Bahia precisava vencer, mas os jogadores estavam pilhados, nervosos em campo. Aos 34 minutos, Veiga cobrou falta rasteira e a bola passou por todo mundo, com perigo. Lodi levantou para Veiga, aso 37 minutos, mas o meia não pegou em cheio na bola, desperdiçando o lance. Contra-ataque atleticano, aos 41 minutos, e Lucas Fonseca salvou o tiro de Marcelo Cirino, que tinha destino certo. Mas, aos 46 minutos, Léo cobrou lateral na área e a bola sobrou para Grolli desviar para o fundo da rede.

Para a segunda etapa, as equipes retornaram sem alterações. Contra-ataque em velocidade do Bahia, com Élber, que deixou a bola correr um pouco e facilitou a defesa atleticana. Aos seis minutos, Nikão recebeu na área e cruzou para Douglas deixar a meta e interceptar. De voleio, Nikão tentou aproveitar cruzamento de Jonathan, aos nove minutos, mas não pegou bem na bola.

Quem passou a mostrar nervosismo foi o time do Atlético, que aos poucos colocava a bola no chão para respirar. Aos 18 minutos, Rafael Veiga chutou cruzado, de fora da área, para fora. Aos 21 minutos, Cirino ajeitou para Pablo, que chegou batendo por cima da meta. O Furacão cresceu. Com o jogo totalmente aberto, os treinadores trabalhavam, tentando definir a vaga no tempo normal.

Tirando todas no miolo de saga tricolor, Grolli salvou mais uma aos 32 minutos, interceptando cruzamento de Nikão. Na resposta, Edigar Junio invadiu a área, aos 34 minutos, e chutou à direita da meta. Aos 41 minutos, Pablo cobrou falta na entrada da grande área, por cima do gol. A partida foi para a cobrança de penalidades.

Jonathan abriu as cobranças para o Furacão, convertendo. Vinícius parou no goleiro Santos. Raphael Veiga bateu forte e estufou a rede. Zé Rafael isolou a cobrança para o Tricolor. Lucho marcou o terceiro do Rubro-Negro. Edigar Junior bateu bem para manter o Bahia vivo. Pablo, entretanto, fechou as cobranças.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Miguel Locatelli/CAP/arquivo)

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Grêmio perde de virada e River está na final da Libertadores

O Grêmio perdeu para o River Plate por 2 a 1 na Arena pelo jogo de volta da semifinal da Libertadores da América. Depois de um primeiro tempo que os argentinos criaram as melhores chances, o Tricolor Gaúcho abriu o placar com Leonardo Gomes. O cenário da partida indicava, até os 35 minutos do segundo tempo, a passagem gremista à final, mas o tento de Borré fez os visitantes crescerem. Mais uma vez, o VAR entrou em ação e desta vez beneficiou o River numa penalidade cometida por Bressan. Pitty Martinez executou bem a cobrança, sem chance para Grohe.

Classificado para a final, o River Plate espera o vencedor do confronto entre Palmeiras e Boca Juniors, que se enfrentam nesta quarta, às 21h45 (de Brasília), no Allianz Parque, depois da vitória xeneize por 2 a 0 em Buenos Aires. As datas das finais estão marcadas para os dias 7 e 28 de novembro.

Pelo Brasileirão, o Tricolor Gaúcho visita o Atlético-MG no sábado, às 17h (de Brasília), no Independência.

Os argentinos começam pressionando os gaúchos na Arena. Um personagem ilustre se encontra no estádio gremista o técnico da Seleção Brasileira, Tite.

Postado defensivamente, o Tricolor Gaúcho espera o River que tem mais posse de bola e mais iniciativa. Aos nove, Ponzio recebeu na intermediária e arriscou, mas Grohe espalmou. Melhor no jogo, os visitantes chutam de longe e quase surpreenderam o arqueiro gremista. Aos 12, Palácios recebeu em frente à área e arriscou. A bola bateu na rede, mas pelo lado de fora.

Adotando uma postura mais agressiva, os comandados de Gallardo são mais incisivos ofensivamente. Por sua vez, os donos da casa ficam com as linhas mais recuadas e apostam em jogadas de contra-ataque. Com dores na coxa direita, Ponzio é substituído por Enzo Pérez. Quase o River não abriu o placar, aos 27, após troca de passes envolvente, Pratto acionou Palácios, que buscou o ângulo de Grohe, mas a bola saiu.

Na primeira vez que chegou no ataque o Grêmio foi letal. Aos 35, após cruzamento da direita, a bola desviou em Casco e sobrou para Leonardo Gomes, que chutou no canto de Armani e morreu no fundo da rede. Apesar de ter levado o gol, o River não desistiu e seguiu atacando. Aos 42, Borré recebeu de Pratto e chutou, mas a bola saiu. Na sequência, Grohe se chocou contra o gol e desabou.

Dois minutos depois, Quintero recebeu na pequena área e chutou. A bola passou por Marcelo Grohe, mas Paulo Miranda, mais uma vez salvou a defesa gremista. O sistema defensivo está garantindo o triunfo dos anfitriões.

Nessa etapa inicial o River iniciou tomando a iniciativa e buscando o gol. Os argentinos desperdiçaram boas chances de pular na frente do placar. Enquanto o Grêmio foi objetivo na oportunidade que teve e fez o tento.

Suspenso, Gallardo descumpriu a determinação da Conmebol e foi no vestiário do River. As imagens TV flagraram a presença do treinador e acabou sendo notada pelo delegado da partida.

O panorama segue o mesmo, os argentinos ficam mais tempo com a bola, porém não consegue penetrar no ferrolho gremista. Pelo lado do Tricolor Gaúcho apostou nas jogadas de velocidade.

Em jogada de contra-ataque, aos 16, Everton recebeu fora da área e chutou cruzado. Armani se atirou e evitou o segundo gol. Que chance para matar o jogo desperdiçou a equipe gremista. Aos 21, Everton recebeu lançamento de Jael e, sozinho, arrancou em velocidade. Cara a cara com Armani, chuta, mas o goleiro evitou mais um tento.

A insistência do River acabou sendo premiada, aos 36, Pity cobrou falta na cabeça de Borré, que aproveitou a desatenção de Jael e superou Grohe. Na reta final de partida, os argentinos levantam bola aérea na defesa do Grêmio.

Que mudança de cenário na Arena, após chamar o VAR, Andrés Cunha vê o toque de mão de Bressan no chute de Scocco e marcou penalidade. O árbitro expulsou o defensor e apitou a penalidade em favor do River. A partida ficou mais de dez minutos parado. Aos 49, Pity Martínez chutou no canto esquerdo de Grohe, que saltou para a direita.

Numa virada sensacional, o River segurou o resultado, fez cera e conseguiu manter o resultado. Já o Tricolor Gaúcho vacilou depois 35 minutos, permitiu um revés improvável e os jogadores gremistas perderam a cabeça. Em uma última tentativa, o Grêmio fez força, mas não teve êxito no objetivo.
Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel)
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Ex-São Paulo, Botafogo e Cruzeiro, meia Daniel é encontrado morto no Paraná

Causa da morte é “ferimento por arma branca”, segundo o IML de Curitiba; jogador tinha contrato com o Tricolor paulista e estava emprestado ao São Bento (Foto:Rubens Chiri / saopaulofc.net)

O meia Daniel Corrêa Freitas, que tinha contrato com o São Paulo até dezembro e estava emprestado ao São Bento, foi encontrado morto num matagal em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, na tarde deste sábado.

Segundo o Instituto Médico Legal de Curitiba, o corpo de Daniel deu entrada na tarde deste sábado e a causa da morte foi “ferimento por arma branca”. Ainda não há informações sobre investigação do crime e nem sobre o velório do jogador.

Daniel Corrêa Freitas nasceu em Juiz de Fora (MG) e tinha 24 anos. Revelado pelo Cruzeiro, o meia passou ainda por Botafogo, Ponte Preta, Coritiba e estava emprestado pelo São Paulo ao São Bento, time que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro.

O São Bento se pronunciou em nota oficial:

O Esporte Clube São Bento lamenta a morte do meia Daniel, confirmada pela assessoria de imprensa do atleta na noite deste domingo (28). O jogador foi contratado por empréstimo do São Paulo para reforçar o elenco do São Bento na Série B. A causa da morte ainda não foi informada. A diretoria do clube lamenta o fato ocorrido e se solidariza com a família e amigos do jogador nesse momento de profunda tristeza.

O São Paulo, clube com o qual Daniel tinha contrato até dezembro, se pronunciou no Twitter:

A assessoria de imprensa de Daniel foi a primeira a se manifestar no Twitter:

O Coritiba, um dos ex-clubes de Daniel, se manifestou na sequência:

O Botafogo, ex-clube de Daniel, emitiu nota de pesar:

A Ponte Preta, outro ex-clube de Daniel, também se manifestou:

Fonte:GLOBO ESPORTE

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Hamilton chega em 4º e garante o penta em corrida vencida por Verstappen

Lewis Hamilton é pentacampeão da Fórmula 1. Pode não ter sido do jeito como ele queria, já que em corrida marcada por drama envolvendo os pneus, o britânico chegou na quarta posição, ficando fora do pódio. Mas a colocação foi suficiente para garantir o título de forma antecipada no Grande Prêmio do México, neste domingo, já que Vettel terminou em segundo lugar. O grande vencedor foi Max Verstappen, que assumiu a ponta na largada e teve um fim de semana praticamente perfeito, vencendo a prova mexicana pelo segundo ano consecutivo.

O pole Daniel Ricciardo teve um triste fim, precisando abandonar a prova com problemas no motor, a dez voltas do fim. Kimi Raikkonen e Valtteri Bottas fizeram prova discreta e chegaram em terceiro e quinto, respectivamente.

Logo na largada, Hamilton mostrou o porquê é um dos grandes nomes da Fórmula 1. Largando em terceiro, o britânico foi para cima e assumiu a segunda colocação. No entanto, a Mercedes sofreu muito com os pneus durante a prova e permitiu a aproximação dos adversários. O carro não andou como deveria e ele, com pilotagem muito cautelosa, acabou ficando fora do pódio. Na combinação de resultados, o segundo lugar de Vettel não foi suficiente.

Com o resultado, Hamilton entra para um grupo para lá de seleto: ele iguala Juan Miguel Fangio com cinco títulos e fica a dois troféus de igualar o heptacampeão, Michael Schumacher.

No apagar das luzes, Hamilton foi ousado e largou muito bem, colocando o carro entre as duas RBR. Verstappen, porém, fechou a porta e não cedeu a posição, assumindo a liderança da corrida. Por outro lado, Ricciardo largou mal  e caiu para o terceiro lugar, enquanto Vettel se manteve em quarto.

Logo na quinta volta, notícia triste para Fernando Alonso. Depois de toque com Ocon na largada, uma peça entrou no radiador do espanhol, tapando a entrada de ar e superaquecendo o motor Renault, fazendo com o espanhol abandonasse a prova.

Como era de se esperar, os pneus foram os protagonistas nas primeiras voltas. Hamilton foi o que mais sofreu e precisou parar logo na 12ª volta, colocando supermacios. Na sequência, foi parando nos boxes um atrás do outro. Depois que todos já haviam feito as trocas, tudo permaneceu igual, sem ultrapassagens.

Verstappen corrida tranquilo na ponta, abrindo mais de nove segundo para Hamilton. Ao mesmo tempo, o britânico da Mercedes começou a ver Ricciardo e Vettel se aproximarem. O australiano, porém, não chegou a ameaçar Hamilton e começou a sofrer pressão do alemão da Ferrari, que queria desesperadamente a terceira posição.

Na volta 35, Vettel aproveitou o tráfego na pista e enfim conseguiu a ultrapassagem sobre Ricciardo. E depois disso, o alemão foi para cima dele, Hamilton. Foi diminuindo drasticamente a diferença entre eles e conseguiu passar o rival, que sequer esboçou reação.

E o drama de Hamilton com os pneus continuava. Depois de perder a segunda posição, viu Ricciardo encostar. Na disputa entre eles, o britânico fritou os pneus e passou reto na curva, deixando Ricciardo passar a frente. Com os compostos já desgastados, ele precisou parar, assim como Vettel e Bottas, caindo para a quinta posição, enquanto o alemão da Ferrari ficou em terceiro, atrás do australiano da RBR.

A dez voltas do fim, triste fim para Ricciardo. Depois de largar na pole, ele ia garantindo lugar no pódio, mas precisou abandonar pela sétima vez no ano por problemas no motor. Com isso, Vettel ganhou a segunda posição, mas a diferença para Verstappen já era muito grande.
fonte:Gazeta Esportiva (foto: Kiyoshi OTA/AFP/arquivo)
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Flamengo e Palmeiras empatam e mantém briga pelo título do Campeonato Brasileiro

Fonte:ESPN- Thiago Santos e Lucas Paquetá disputam a bola durante jogo no Maracanã (Foto: Getty Images )

No duelo entre o primeiro e o segundo colocado do Campeonato Brasileiro, melhor para o líder Palmeiras, que empatou com o Flamengo (vice-líder) em 1 a 1. O resultado fez a equipe comandada por Luiz Felipe Scolari chegar aos 63 pontos ganhos e manter quatro de distância em relação ao time rubro-negro (59).

A partida válida pela 31ª rodada da competição foi disputada no estádio do Maracanã, neste sábado (27/10).

Antes da partida houve uma confusão na entrada da torcida do Palmeiras no Maracanã, com a polícia militar utilizando gás de pimenta para conter o tumulto.

Não relacionado para o duelo, o goleiro Diego Alves esteve no estádio e cumprimentou os companheiros depois do aquecimento. Na última semana, o arqueiro teria se recusado a viajar para o jogo contra o Paraná, no último domingo, já que sabia que não seria titular, sendo barrado pelo técnico Dorival Júnior, que optou por manter César entre os titulares.
O jogo

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio das equipes, mas com poucas chances de gol. Aos 34 minutos, alguns refletores do estádio se apagaram, e o juiz Rafael Traci paralisou a partida por sete minutos, até que a iluminação voltou. O jogo foi reiniciado e terminou aos 55.

No segundo tempo, o Palmeiras abriu o placar em grande estilo, aos sete minutos. Dudu foi lançado por Antônio Carlos na esquerda, nas costas de Pará, e dominou a bola no peito. O atacante cortou para o meio da área e chutou rasteiro com força. O goleiro César chegou a encostar na bola, mas não evitou o gol.

A resposta do Flamengo veio dois minutos depois. Éverton Ribeiro fez lançamento para Lucas Paquetá na esquerda, que dominou a bola dentro da área e finalizou com força. O goleiro Wéverton, porém, fez ótima defesa.

O arqueiro palmeirense salvou a meta novamente logo em seguida. Vitinho chegou pela esquerda e cruzou rasteiro para Éverton Ribeiro, que chutou rasteiro, mas Weverton salvou.

O empate rubro-negro veio aos 35. Marlos Moreno recebeu em velovidade pela esquerda, entrou na área e passou por Gustavo Gómez. Ele cortou para o meio e chutou cruzado, a bola bateu na trave antes de entrar. O atacante colombiano não marcava um gol em jogos oficiais há dois anos.

O último vez que ele balançou as redes foi no dia 11 de junho de 2016, na derrota por 3 a 2 da Colômbia para a Costa Rica, na Copa América Centenário. É a 33ª partida do atacante pelo Flamengo.

Logo em seguida, Marlos fez outra jogada pelo lado esquerdo da área palmeirense e cruzou rasteiro para Paquetá. Sem marcação, ele chutou por cima da meta.

O Palmeiras enfrentará na quarta-feira (31/10) o Boca Juniors no Allianz Parque, às 21h45 (de Brasília), no duelo de volta da semifinal da Copa Libertadores da América. No jogo de ida, os argentinos venceram por 2 a 0 em La Bombonera. Pelo Brasileiro, a equipe alviverde enfrentará o Santos, sábado (03/11), às 19h.

No dia seguinte, o Flamengo voltará a campo pelo Nacional contra o São Paulo, no Morumbi, às 18h.

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Paraense recebe a medalha de ouro conquistada no Mundial de Karatê Dô no Canadá

Sávio Oliveira ficou com o título na categoria 18-20 anos
(foto:  Reprodução0- Após a conquista da medalha de ouro no Campeonato Mundial de Karatê Dô-Tradicional no Canadá no dia de ontem (26), o sábado foi de premiação para o carateca paraense Sávio Oliveira.

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O atleta que integra a delegação brasileira na competição foi o grande vencedor na categoria 18-20 ano, após vencer um representante da Polônia na final. No cartel, Sávio disputou cinco lutas até chegar ao título e ainda foi eleito o melhor atleta da competição. O pai do atleta, Sidney Oliveira, agradeceu pelo apoio e parabenizou o filhão em sua rede social.

“Hoje foi dia de receber a medalha. Não bastasse o título, ainda foi eleito o melhor atleta da competição. A conquista é dedicada aos atletas da Academia Paulo Afonso, pois ninguém aprende sozinho. Nossa gratidão é imensa ao nosso mestre, irmão e amigo Paulo Afonso. Parabéns filho amado. Que isso seja para engrandecer o nosso Cristo, o próprio Deus. Te amamos!”, disse.

Além de Sávio, outro destaque da equipe brasileira é a carateca de Santarém Kamyla Ciesca, de 9 anos, que lutou na faixa laranja e  ficou com a medalha de ouro na modalidade kata individual e bronze na kata por equipe.

Por: Portal ORM 27 de Outubro de 2018 às 22:11 Atualizado em 27 de Outubro de 2018 às 22:47

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