Palmeiras empata com Atlético-MG e mantém vantagem na liderança

O Palmeiras completou sua 18ª partida consecutiva sem derrota no Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. No Estádio Independência, o time de Felipão teve trabalho para empatar por 1 a 1 com o Atlético-MG, resultado suficiente para manter a vantagem na liderança.

Com 67 pontos ganhos, o Palmeiras permanece no primeiro lugar do Campeonato Brasileiro. O Internacional, que empatou por 1 a 1 com o Ceará, fica no segundo posto com 62 pontos. Flamengo (60) e Grêmio (58) completam o G4 do torneio nacional.

Pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG volta a campo para enfrentar o rebaixado Paraná às 21 horas (de Brasília) desta quarta-feira, no Estádio Durival de Britto. Às 21h45 do mesmo dia, o Palmeiras encara o Fluminense, no Allianz Parque.

O Jogo – Após um começo de jogo equilibrado, o Palmeiras criou a melhor chance do primeiro tempo pela direita. Com um belo drible em Maidana, Deyverson levou até o fundo e cruzou rasteiro. Livre, Guerra chutou em cima de Victor e desperdiçou uma grande oportunidade.

O Atlético-MG teve mais dificuldade para ameaçar a meta palmeirense durante a etapa inicial. Na única chegada consistente ao ataque, Chará recebeu pela direita e ajeitou para Fabio Santos. Da entrada da área, o lateral esquerdo chutou para defesa de Weverton.

Pouco antes do final do primeiro tempo, Victor precisou intervir novamente. Em cobrança de escanteio pela direita, Guerra levantou na área e Ricardo Oliveira desviou de cabeça. Deyverson pegou a sobra e, de primeira, bateu firme para nova defesa do goleiro atleticano.

Logo no começo do segundo tempo, Deyverson caiu após dividida com Victor e pediu pênalti. O árbitro Wilton pereira Sampaio mandou seguir. Com Moisés sem condições físicas, Felipão decidiu colocar o volante Thiago Santos e, desde então, o Atlético-MG cresceu.

O time mandante inaugurou o marcador aos 18 minutos do segundo tempo. Em jogada pela esquerda, Fabio Santos recebeu passe de calcanhar de Cazares e passou rasteiro para Elias. O ex-corintiano ajeitou e bateu forte diante de Antônio Carlos para vencer o goleiro Weverton.

O Palmeiras conseguiu empatar aos 31 minutos do segundo tempo. Após cruzamento de Gustavo Scarpa, o árbitro Wilton pereira Sampaio viu pênalti de Adilson sobre Edu Dracena. Na cobrança, Bruno Henrique converteu e determinou o resultado final do jogo.
Fonte>Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini)
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Hamilton segura Verstappen e conquista pela 2ª vez o GP do Brasil

Lewis Hamilton sofreu, mas conquistou a segunda vitória no Brasil da carreira. Neste domingo, o pentacampeão mundial perdeu a liderança para o jovem Max Verstappen depois de largar na pole, porém, graças a um incidente envolvendo o piloto da Red Bull e Esteban Ocon, conseguiu recuperar a primeira colocação e segurar o ímpeto do holandês para cruzar a linha de chegada em primeiro e subir no lugar mais alto do pódio no Autódromo de Interlagos, como fez em 2016.

Max Verstappen, por sua vez, fez uma excelente corrida e chegou a liderar até a volta 44, quando foi enormemente prejudicado pelo retardatário Esteban Ocon, que, sem nenhum motivo, bateu na parte traseira do carro do rival e o viu sair da pista. Assim, Lewis Hamilton não só acabou com a grande vantagem que o adversário da Red Bull havia construído, como também assumiu a ponta e, mesmo ameaçado nos momentos finais, não a largou mais.

Quem ficou com a terceira colocação foi Kimi Raikkonen. O finlandês, que disputou seu último GP do Brasil de Fórmula 1 como piloto da Ferrari – ele acertou seu retorno à Sauber para o ano que vem -, largou em quarto e fez uma corrida bastante sólida, garantindo ao menos um lugar ao pódio para a escudeira italiana, que acabou perdendo o campeonato de construtores para a Mercedes.

Sebastian Vettel, que largou na segunda colocação, terminou em sexto, enquanto o espanhol Fernando Alonso, que se despediu do GP do Brasil de Fórmula 1 neste domingo, cruzou a linha de chegada em penúltimo, à frente apenas de Lance Stroll, da Williams.

A corrida – Sebastian Vettel, ao contrário do ano passado, não largou bem e logo na primeira curva acabou perdendo a segunda colocação para Valtteri Bottas, da Mercedes. Enquanto isso, Max Verstappen, da Red Bull, não tomou conhecimento de Kimi Raikkonen e rapidamente assumiu a quarta colocação.

Pouco depois, Vettel novamente se deu mal, no mesmo lugar em que foi ultrapassado por Bottas. Desta vez, Verstappen foi o carrasco do alemão, não tendo qualquer dificuldade para deixar mais uma Ferrari para trás.

Tentando surpreender na estratégia, Fernando Alonso foi o primeiro piloto a fazer o pit stop, colocando pneus macios na volta 17. Em seguida, na volta 19, Bottas seguiu o exemplo do espanhol da McLaren e também voltou à pista com compostos mais resistentes, o que também foi aderido pelo seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton.

Max Verstappen, por sua vez, não se abalou com a estratégia adotada pelos rivais da Mercedes e seguiu na pista com pneus supermacios. Desta forma, ele foi aumentando a vantagem para Hamilton e permanecendo na liderança por bastante tempo. Quando parou, optou por compostos macios, ao invés de médios, e não demorou muito para ultrapassar o pentacampeão mundial, que, surpreendentemente, não vinha conseguindo fazer frente ao holandês.

Na volta 44, porém, as coisas mudaram. O retardatário Esteban Ocon, sem qualquer razão, bateu na parte traseira da Red Bull de Max Verstappen, que foi enormemente prejudicado, saindo da pista. Desta maneira, não só a grande distância para Lewis Hamilton foi perdida, mas também a liderança.

Aos poucos, porém, Verstappen foi se recuperando e, esbanjando perseverança, fez um trabalho de formiguinha no restante da corrida, reduzindo a diferença para Hamilton a cada volta. Nos instantes finais, a distância entre os dois pilotos baixou para pouco mais de um segundo, mas o pentacampeão mundial mostrou por que é a grande estrela do esporte e se segurou firme quando mais foi exigido para garantir sua segunda vitória da carreira no Brasil.
Fonte:Gazeta Esportiva (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
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Ex-affair de Hamilton posa nua e revela troca de ‘nudes’ com o piloto

Socialite brasileira posou para fotos em São Paulo e revelou que trocava imagens e vídeos íntimos com piloto da F1
(Foto:  Divulgação) -Lancenet – A socialite Ju Isen, conhecida como a “musa das manifestações” posou nua, na última quinta-feira, em São Paulo, para a campanha “Novembro Azul”. Ela que já revelou ter tipo um “affair” com o piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton, fez nova revelação: “Ainda trocamos ‘nudes’ por rede social, rola até vídeozinhos íntimos”.

Sobre a campanha Ju destaca: “As fotos estão lindas, a campanha ficou sensacional e acredito que os homens devem se cuidar, foi-se o tempo que homem não gostava de frequentar ambulatório médico”.

Sobre o piloto, que disputa o GP do Brasil, no próximo domingo, em Interlagos, a socialite revelou que ainda se falam por internet:  “Ele já ganhou né? Não entendo muito de F1, mas torço por ele, é um cavalheiro como poucos no mundo, e ele só é rápido nas pistas, no restante faz tudo com muito carinho e calma. Ainda não nos encontramos, mas estamos matando as saudades pela internet”.

Ju Isen se prepara para gravar a terceira temporada de seu programa para a web, o “Sem Papas”, que reestreia em Janeiro.

Por: Lancenet 9 de Novembro de 2018 às 23:08

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Suspeito convidou Daniel para fazer sexo com sua esposa, diz testemunha

“Ele disse que estava muito louco, que convidou Daniel para dormir com a mulher dele”, comentou testemunha
(Foto:  Reprodução internet) = A morte de Daniel ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira. Uma testemunha afirmou que Edison Brittes, suspeito do assassinato, teria convidado o jogador para ter relações sexuais com sua esposa, Cristiana Brittes. O ato foi divulgado por um conhecido de Edison ao site Massa news e teria acontecido horas antes da tortura contra o meia.

– Ele disse que estava muito louco, que convidou Daniel para dormir com a mulher dele. Ele sabia, a mulher também, foi um acordo. E depois que ele viu que realmente os dois estavam juntos na cama ele se revoltou e resolveu matar Daniel – disse a testemunha.

Edison ainda confidenciou a esse amigo que usou cocaína e drogas sintéticas antes de cometer o crime.

– A família tem direito de saber que Daniel não tentou estuprar ninguém, ele realmente foi inocente na história – concluiu.

Daniel foi encontrado morto no último dia 27 em uma plantação de pinos, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

O jogador pertencia ao São Paulo e estava emprestado para o São Bento (SP). Daniel surgiu nas categorias de base do Cruzeiro. Antes de se tornar profissional, reforçou o Botafogo em 2013, no qual teve espaço na equipe principal e se destacou no ano seguinte. Em dezembro de 2014, chegou a conversar com o Palmeiras, mas foi reprovado nos exames médicos e acabou contratado pelo São Paulo.

Por: Lance! 8 de Novembro de 2018 às 20:02 Atualizado em 8 de Novembro de 2018 às 20:02
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Atlético Paraense vence Fluminense pela Sul-americana

O Atlético Paranaense fez valer sua força na Arena da Baixada e, em uma noite de grande futebol pelas semifinais da Copa Sul-americana, bateu o Fluminense por 2 a 0, conquistando uma boa vantagem no jogo de ida. Com o resultado, até mesmo uma derrota por um gol de diferença na volta garante uma vaga na final da competição ao Rubro-Negro.

Em um começo de jogo muito intenso, o Furacão abriu o placar aos 18 minutos, com Renan Lodi, que tentou duas vezes antes de estufar a rede. Depois do intervalo, aos 32 minutos, cruzamento na medida para Rony testar firme e definir a contagem.

As equipes voltam a se encontrar no dia 28 de novembro, uma quarta-feira, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro

Com um marcação adiantada, a equipe carioca tentava surpreender o Furacão, encurralado nos primeiros movimentos. Mas a primeira boa jogada de ataque foi do time da casa, aos três minutos, com Nikão cruzando para Pablo testar firme, nas mãos de Júlio César. Aos sete minutos, Cirino foi lançado, tirou o goleiro Júlio César da jogada, mas adiantou demais e permitiu a recuperação de Gum.

A resposta do Fluminense veio aos 11 minutos, em duas cabeçadas, primeiro de Gum e, no rebote do goleiro, de Luciano, que arou em grande defesa de Santos. O jogo era aberto e, aso 13 minutos, Pablo entrou na área e chutou cruzado para Júlio Cesar salvar com a perna. Mas, aos 18 minutos, na pressão rubro-negra, Renan Lodi tentou duas vezes após pegar rebote até chutar no cantinho e abrir o placar.

Troca de passes no ataque atleticano e Cirino, aos 23 minutos, entre passar e chutar, escolheu arrematar para defesa de Júlio César. A equipe visitante tentava colocar a bola no chão para diminuir o ritmo do adversário, que era empurrado pelo torcedor sem parar. Lodi deixou a defesa para trás, aos 32 minutos, e cruzou na medida para Cirino, que cabeceou no meio do gol, facilitando para Júlio Cesar.

Mesmo com muito jogo pela frente, além do confronto da volta, os jogadores do Tricolor mostravam muita ansiedade e nervosismo em campo. Raphael Veiga cobrou falta fechada, aos 39 minutos, e Júlio Cesar afastou o perigo de soco. O troco veio com Everaldo, que aproveitou vacilo de Jonathan, entrou na área e bateu para boa intervenção de Santos. No contra-ataque, a bola ficou com Lucho que chutou a bola, que bateu no goleiro e no travessão antes de sair.

Para a etapa final, as equipes retornaram sem alterações. O Fluminense novamente apertou a marcação e foi para cima, deixando espaço para os contra-ataques do Atlético, que se fechou mais na defesa. O número de finalizações caiu bastante depois do intervalo. Aos 12 minutos, Sornoza abriu espaço e mandou o petardo para defesa de Santos, que cedeu escanteio. Nikão recebeu no meio da área, aos 15 minutos, tentou um voleio e não pegou em cheio na bola.

Apesar de menos aberta, a partida seguia muito boa na Baixada. Aos 19 minutos, Bruno Guimarães arriscou o chute de longe e a bola passou por cima da meta. Boa jogada de Ibañez, aos 21 minutos, recebendo na entrada da área e chutando pela linha de fundo, raspando no ângulo do gol de Santos. Aos 27 minutos, Sornoza recebeu de frente para a meta e isolou a bola.

O jogo voltou a ganhar em emoção e, aos 28 minutos, Pablo entrou na área e soltou o pé no travessão. A bola ainda bateu próximo à linha e saiu. Rony recebeu no meio da defesa e chutou para boa defesa de Júlio César. Mas, aos 32 minutos, o cruzamento na cabeça de Rony foi fatal e o segundo gol atleticano saiu. Com uma boa vantagem nas mãos, o Furacão administrava, enquanto o Tricolor errava muitos passes e facilitava o trabalho.

Fonte:Gazeta Esportiva

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Quarto suspeito de ter assassinado o jogador Daniel é preso no Paraná

Eduardo Henrique da Silva foi detido nesta quarta-feira, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná
(Foto:  Divulgação) – Lancenet – O caso do assassinato do jogador Daniel está se destrinchando aos poucos. Nesta quarta-feira, a Polícia Civil do Paraná prendeu Eduardo Henrique da Silva, quarto suspeito de ter matado o atleta foi preso temporariamente, em Foz do Iguaçu, região oeste do Paraná. O mandado foi expedido pela 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais. As informações são do G1/PR.

Os motivos da prisão de Eduardo Henrique não foram revelados, contudo, conforme depoimento de Edison Brittes, obtido pela RPC, ele teria participado das agressões a Daniel, mas não há confirmação.

Ele é primo de Cristiane Brittes, esposa de Edison Brittes, que acabou confessando a morte, e esteve na festa que a família fez no aniversário de 18 anos. Ele também estaria na casa de Edison e presenciado o crime após o aniversário de 18 anos da filha Allana, que, assim como a mãe e o pai, estão presos preventivamente.

Edison Brittes confirmou ter matado Daniel e voltou a alegar que agiu de forma passional. Segundo sua versão, sua esposa teria gritado por socorro e, quando chegou ao quarto, viu Daniel tentando estuprá-la. Porém, os gritos são negados por outras testemunhas do caso.

O autor confesso do crime chegou a afirmar que retirou Daniel com vida de dentro da casa, mas preferiu permanecer em silêncio quando questionado sobre as circunstâncias da morte do jogador.

O corpo do jogador foi encontrado em uma área rural de São José dos Pinhais com várias marcas de faca no pescoço e com o órgão genital cortado.

Por: Lancenet! 7 de Novembro de 2018 às 22:02
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Fortaleza empata e adia sonho do técnico Rogério Ceni ser campeão do Brasileiro da Série B

O título do Fortaleza na Série B do Campeonato Brasileiro foi adiado. E o “culpado” pela festa bonita montada pela torcida do Leão do Pici ter sido estragada foi o CSA. Aos 36 minutos do segundo tempo, o atacante da equipe alagoana, Hugo Cabral, marcou gol de peito e deu números finais à partida entre as equipes, selando o empate em 1 a 1 na Arena Castelão e impedindo que o time de Rogério Ceni fosse campeão da segunda divisão nesta terça-feira. O embate foi válido pela 35ª rodada da competição nacional.

O tento anterior do duelo havia sido marcado por Dodô, aos 35 minutos da etapa inicial, após lindo lançamento do defensor Diego Jussani. Com o resultado, o Leão do Pici chegou aos 65 pontos conquistados na tabela de classificação e, com três rodadas a serem disputadas pela disputa, ainda pode ser alcançado pelo segundo colocado, que é justamente o CSA, já que a equipe alagoana tem 58 pontos.

Com o gosto amargo do empate, o técnico Rogério Ceni não pôde ainda garantir o primeiro título oficial de sua carreira na função, que começou em 2017, pelo São Paulo. O ídolo do Tricolor já havia conquistado a Florida Cup, no ano passado, mas o torneio de pré-temporada tem caráter amistoso.

Na próxima rodada, o Fortaleza vai até a Ressacada para encarar o Avaí, às 17h30 (horário de Brasília) do sábado. Por outro lado, o CSA, ainda na luta pelo acesso e pelo título, receberá o Atlético-GO no Estádio Rei Pelé, no mesmo dia, mas às 17h00.

Com cerca de 47 mil pessoas presentes na Arena Castelão, o principal duelo desta edição da Série B do Campeonato Brasileiro começou mais na base da dedicação do que da técnica. Sem a criação de grandes e claras oportunidades de gol, Fortaleza e CSA se prendiam às suas estratégias de jogo: a equipe de Rogério Ceni ficava com a bola no pé, enquanto os alagoanos deixavam os rivais terem a posse e se propunham ao contra-ataque.

Aos 35 minutos de partida, no entanto, o panorama do embate mudou. Diego Jussani fez lançamento primordial do terço defensivo e encontrou Dodô, que matou a bola no peito com categoria, completou o domínio e bateu cruzado, no alto, sem chances para o goleiro Lucas Frigeri: 1 a 0.

Após o tento, novamente os ânimos do duelo voltaram a se acalmar. Nervoso, o CSA bem que tentava, mas só finalizou em chute de longe de Rubens. O Fortaleza, por outro lado, tentava não deixar a ansiedade pelo título tomar conta.

Na volta do intervalo, o time da casa voltou com mais energia do que o adversário. Aos quatro minutos de etapa, Dodô recebeu pela lateral e viu a aproximação de Marcinho, tocando rasteiro em direção ao atacante. O jogador bateu na bola com categoria, de chapa e tirando do alcance de Lucas Frigeri, mas a bola foi para fora, assustando os visitantes.

Sete minutos depois, enfim o CSA criou a primeira chance real de tento no embate. Após confusão na área, Rubens tentou encobrir Marcelo Boeck, mas acertou o travessão. No rebote, o ataque do CSA não conseguiu aproveitar e a defesa do Fortaleza afastou o perigo.

A oportunidade permitiu que o CSA passasse a gostar do jogo. Pouco depois, Neto Berola, que entrou no lugar de Matheus Lopes, cruzou bola para o atacante Hugo Cabral. O camisa 11, no entanto, não conseguiu finalizar como gostaria e desperdiçou a chance do empate.

Nervoso, o Fortaleza tinha problemas em administrar o resultado. Passando a sofrer a pressão e sufoco rival, o time de Rogério Ceni viu os adversários chegaram com perigo mais uma vez: após bate e rebate na área, Hugo Cabral caiu ao chão no chute, e Marcelo Boeck impediu que a bola, passando lentamente através da linha, pudesse entrar para o próprio gol.

Aos 36 da etapa final, o Leão do Pici cedeu. Após cobrança de escanteio de Pio para a área, Jhon Cley desviou de cabeça para o meio e encontrou Hugo Cabral. O atacante, praticamente a um metro do gol, completou de peito para as metas vazias de Marcelo Boeck e decretou o empate: 1 a 1 e números finais à partida.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Inter arranca virada contra o Furacão e assume vice-liderança

A 32ª rodada do Campeonato Brasileiro esteve perto de ser perfeita para o Palmeiras. Mas escapou. Ao encerramento das ações de domingo pela competição nacional, o Internacional, rival direto do Verdão na briga pelo título, contou com um pênalti nos minutos finais para vencer o Atlético–PRem pleno Beira-Rio, pelo placar de 2 a 1, ficando cinco pontos atrás dos comandados de Felipão ao final da rodada. Os gols do jogo foram marcados por Camacho, ex-Corinthians, para os visitantes, além de Rodrigo Moledo e D’Alessandro (pênalti), em favor dos donos da casa.

Com o resultado, o Colorado alcançou a segunda colocação na tabela de classificação da Série A, ficando com 61 pontos e encerrando a rodada à frente do Flamengo, que tem 60. O time paranaense, por outro lado, estacionou nos 43 pontos na disputa.

O técnico Tiago Nunes, do Furacão, que foi expulso na reta final do embate deste domingo, escalou somente reservas para o confronto no Beira-Rio, devido às semifinais da Copa Sul-Americana. O Furacão quase conseguiu segurar o empate fora de casa, perdendo, também, a oportunidade de adentrar o G6 da tabela.

Agora, pela 33ª rodada do Brasileirão, o Internacional vai até a Arena Castelão para encarar o difícil Ceará, às 17h00 (horário de Brasília) do próximo domingo. Por outro lado, o Atlético-PR, que joga contra o Fluminense no meio de semana pela Sul-Americana, receberá o Cruzeiro em seus domínios, às 19h00 do sábado.

O jogo – A promessa de uma partida movimentada não confirmou-se no primeiro tempo disputado no Beira-Rio. Em jogo muito truncado, Internacional e Atlético-PR pouco criaram e tiveram, cada, apenas uma oportunidade de alterar o marcador do embate.

Aos 24 minutos de duelo, o ídolo colorado, D’Alessandro, recebeu passe por cima de Juan Alano e bateu do jeito que a bola veio. A finalização, no entanto, passou à direita da meta defendida pelo goleiro Felipe Alves.

Dez minutos depois, foi a vez do Furacão assustar. Em cobrança de falta de longe, Bergson pegou em cheio na bola, que, devido ao efeito, fez uma curva. Marcelo Lomba até pulou, mas o potente chute acabou indo para fora, mantendo o zero no placar.

No segundo tempo, o Internacional saiu dos vestiários disposto a inaugurar o marcador. Nico López recebeu bola de Leandro Damião e bateu colocado, sem força, obrigando Felipe Alves a se esticar para fazer a defesa. Pouco depois, o camisa 9, de costas para a zaga, serviu Juan Alano, que chutou em cima da defesa do Furacão.

O Atlético-PR, por sua vez, respondeu com perigo: aos sete minutos, Márcio Azevedo cobrou falta para a área e a bola desviou no zagueiro Victor Cuesta, acertando a trave de Marcelo Lomba.

Melhor em campo na etapa final, Leandro Damião novamente assustou Felipe Alves. Após puxada de contra-ataque de Nico López, o centroavante do Inter fez o domínio e bateu colocado, exigindo nova boa defesa do arqueiro do Atlético-PR. Depois do lance, entretanto, Odair Hellmann optou por sacar o jogador e colocar Wellington Silva em campo, fato que gerou descontentamento em Damião e vaias no Beira-Rio.

Foi neste cenário que os visitantes abriram o placar. Aos 18, Camacho aproveitou erro de Patrick na intermediária e arrancou com a bola. O camisa 15 do Furacão bateu de fora da área e contou com desvio de Rodrigo Moledo no meio do caminho, enganando Marcelo Lomba e inaugurando o marcador na casa do Colorado.

Após alterações ofensivas de Odair Hellmann e a urgência da igualdade, o Internacional, impulsionado por sua torcida, conseguiu o empate aos 36 minutos do período final. Wellington Silva recebeu pela lateral e cruzou para a área, encontrando Rodrigo Moledo. O zagueiro, com pinta de atacante, fez o movimento correto de finalização e tocou para o fundo das redes: 1 a 1.

Quando tudo parecia apontar para o empate no placar, Márcio Azevedo empurrou Rossi dentro da área e o juiz Rodrigo D’Alonso assinalou a penalidade máxima. Na cobrança, feita aos 48 minutos do segundo tempo, o argentino D’Alessandro enfiou uma bomba e decretou a vitória colorada na partida.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Bahia esquece eliminação na Sul-Americana e vence Chapecoense

A eliminação no meio de semana da Copa Sul-Americana já é passado para o Bahia. Na noite deste domingo, o Tricolor recebeu a Chapecoense, pela 32ª rodada do Brasileiro Série A, na Arena Fonte Nova, e venceu por 1 a 0. Com isso, o Esquadrão de Aço se afasta ainda mais do rebaixamento e alcança a 11ª colocação, com 40 pontos, enquanto o Furacão do Oeste cai para a 18ª posição, com 34 pontos e segue no Z4.

O primeiro tempo foi praticamente dominado pelo Bahia. Com pelo menos três chances claras de gol, duas com Edigar Junio e uma com Zé Rafael, a equipe comandada por Enderson Moreira levou muito perigo à meta adversária, porém não conseguiu balançar as redes. A Chape cresceu nos últimos cinco minutos e quase alterou o marcador, com duas boas finalizações de Leandro Pereira.

Já no segundo tempo, o panorama da partida foi diferente. Os comandados de Claudinei Oliveira pressionaram e foram melhores no início da etapa final. Até que, aos 21 minutos, o meia Élber marcou o gol do Bahia e quebrou o ímpeto ofensivo da Chape. No restante, as duas equipes não criaram mais nenhuma chance e os baianos conseguiram vencer os catarinenses pela primeira vez na história.

Na próxima rodada, o Bahia joga o clássico contra o Vitória, no Barradão, no dia 11 de novembro, domingo, às 17h (de Brasília). Já a Chapecoense encara o Santos, no Pacaembu, no dia 12, segunda-feira, às 20h (de Brasília).
O jogo

Logo no primeiro minuto de jogo, o Bahia teve uma ótima chance, com Edigar Junio. O goleiro Jandrei errou a saída de bola e entregou nos pés do atacante, que chuta firme, mas vê o arqueiro do Verdão do Oeste se recuperar e fazer ótima defesa.

Menos de cinco minutos depois, Edigar Junio teve mais boa oportunidade para inaugurar o marcador. O volante Gregore chutou forte de fora da área, Jandrei fez uma ótima defesa e, no rebote, o atacante mandou para fora.

A equipe baiana voltou a assustar aos 28 minutos da etapa inicial, com Zé Rafael. Depois de cobrança de escanteio, o meia apareceu livre e escorou com o pé, porém a bola bateu em Edigar Junio e saiu da direção do gol.

A Chape teve sua primeira oportunidade aos 34 minutos do primeiro tempo, com Bruno Pacheco. Após jogada ensaiada, o lateral-esquerdo chutou rasteiro e forte, contudo Douglas fez defesa segura.

Os visitantes voltaram a atacar aos 41 minutos da primeira etapa, com Leandro Pereira. O volante Canteiros fez um ótimo lançamento para o atacante, que, nas costas dos zagueiros, chutou na saída de Douglas, mas errou o alvo.

No minuto seguinte, Leandro Pereira quase balançou as redes novamente. O atacante arriscou de longe e acertou a trave adversária.

Já na segunda etapa, o Verdão do Oeste começou atacando e teve um bom momento, com Amaral. Depois de cobrança de escanteio, o volante subiu sozinho e cabeceou firme, porém a bola foi por cima do gol.

A comandada por Enderson Moreira abriu o placar aos 21 minutos do segundo tempo, com Élber. Após linda jogada individual de Zé Rafael, o jogador deu ótimo passe para o meia, que chutou na saída de Jandrei e inaugurou o marcador na Fonte Nova.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Palmeiras passa sufoco, mas vence Santos e abre sete pontos na liderança

O Palmeiras é mais líder do que nunca. Neste sábado, o Verdão passou sufoco, mas venceu o Santos por 3 a 2 em clássico no Allianz Parque, e abriu sete pontos de vantagem sobre o segundo colocado Flamengo (que ainda joga nesta rodada).

O Palmeiras atropelou o Santos no primeiro tempo. Para quem esperava um Verdão cabisbaixo e desanimado pela eliminação na semifinal da Copa Libertadores, se surpreendeu e presenciou o poder de Luiz Felipe Scolari em transformar a frustração em ânimo.

Comandado por Dudu e com Thiago Santos fazendo uma partida inspirada, os donos da casa dominaram o clássico desde o início. E pelo lado direito, setor formado por duas incógnitas – Gustavo Scarpa, voltando a ser titular, e Jean, retornando após lesão e criticado pela torcida – o Maior Campeão do Brasil abriu o placar.

Aos 13 minutos, Weverton mostrou qualidade na saída de bola e abriu com Jean. O lateral avançou desde o campo de defesa e esperou o momento certo para fazer a enfiada para Borja, quando Gustavo Henrique desmontou a linha santista para sair na marcação. O colombiano girou e chutou forte, Vanderlei espalmou e Dudu empurrou para as redes.

Maior artilheiro do Allianz Parque (26), o Baixola se tornou com o tento sobre o rival, o maior goleador do Palmeiras neste século, igualando Vagner Love (54). Para animar ainda mais os palestrinos, todas as vezes que Dudu marcou na casa alviverde, o Verdão nunca perdeu. E a profecia se manteve.

Desorganizado em campo, o Santos teve apenas Derlis González e Gabigol buscando o jogo, mas com ambos apagados em campo. A falta de inspiração alvinegra se refletiu nos números: ao final do primeiro tempo, os visitantes terminaram com 58% de posse de bola, mas apenas uma finalização, já aos 43 minutos, quando já perdiam por 2 a 0.

Quatro minutos antes, com 39 jogados, a bagunça praiana apareceu também no sistema defensivo. Dudu cobrou escanteio para a área e Dodô, de 1,77m, não conseguiu impedir o cabeceio de Edu Dracena, 10cm mais alto que o lateral. Resultado: o camisa 3 mandou para as redes e anotou seu primeiro gol em 107 jogos pelo clube.
Cuca arruma o Santos, Peixe empate, mas Verdão vence com falha de Vanderlei

O Santos não se encontrava em capo, mas Cuca precisou de apenas 15 minutos para arrumar sua equipe. O treinador voltou do intervalo com Bryan Ruíz e Copete nas vagas de Alison e Rodrygo, o suficiente para voltar a criar. E com apenas dois jogados, o Peixe já criou mais do que nos 45 iniciais e quase descontou com Derlis González.

O jogo ficou aberto e o Palmeiras teve oportunidades de matar o clássico com Dudu, que levou azar na conclusão, e Gustavo Scarpa, que quase anotou um golaço no ângulo. Após as chances perdidas, porém, o Palestra foi punido.

Aos nove, Dodô levantou na área e, após desvio, Edu Dracena tentou um chutão, mas espanou. A bola sobrou para Copete, que estava em posição de impedimento, mas o desvio errado do palmeirense anulou a condição irregular do colombiano, que mandou no ângulo de Weverton.

Todo o nervosismo esperado pelos mandantes apareceu com o primeiro gol santista. O Peixe passou a dominar a partida e chegou ao empate aos 19 minutos. Copete cruzou, Edu Dracena foi mal de novo, em disputa com Derlis González e a bola sobrou para Dodô, que chutou por baixo de Weverton na saída do goleiro.

O jogo era outro em relação ao primeiro tempo e o nervosismo era palpável nos mais de 38 mil presentes no Allianz Parque, incluindo os 11 vestindo verde no gramado. Sofrendo muito com os avanços de Copete e Dodô, Felipão deslocou Thiago Santos para a lateral direita, abriu Jean pelo mesmo lado do ataque, e sacou Lucas Lima para a entrada de Felipe Melo, deixando Gustavo Scarpa centralizado.

A alteração não foi positiva para o líder do Campeonato Brasileiro, que perdeu o controle do jogo, mas foi então que a sorte sorriu para o Alviverde. Aos 25 minutos, Victor Luis cobrou falta com força, a bola tocou nas costas de Derlis González e foi no canto. Mesmo com o desvio, Vanderlei chegou bem na bola, mas falhou e permitiu o gol da vitória palmeirense.

Com o Palmeiras de novo na frente, Felipão teve a percepção de fazer uma nova mudança para acertar a equipe e tirou Jean para a entrada de Guerra. No Santos, Cuca também mexeu e colocou Bruno Henrique na vaga de Derlis González.

A situação do Santos piorou na reta final com a expulsão de Diego Pituca, que levou o segundo cartão amarelo. Mesmo assim, o Peixe se lançou ao ataque para o tudo ou nada e chegou a pressionar com bolas levantas na área pelo novo empate, mas terminou o clássico derrotado.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão)

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