Tite diz que não vai se encontrar com Bolsonaro

(Foto:CBF- Tite diz que não vai se encontrar com Bolsonaro no próximo ano
“Continuo com a mesma opinião. Minha atividade não se mistura e eu não me sinto confortável”
Tite descarta encontro com presidente Bolsonaro (CBF)

O técnico Tite disse nesta terça-feira que, mesmo que surja o convite, não irá se encontrar com o presidente eleito Jair Bolsonaro no próximo ano antes ou depois da Copa América. De acordo com o treinador da seleção brasileira, a sua atividade “não se mistura” com a política e ele não se sentiria “confortável” com um encontro com o político.

O encontro de técnicos e jogadores da seleção com presidentes da República foram comuns no passado antes de Copas do Mundo – e, principalmente, após a conquista dos títulos. Este ano, contudo, a tradição foi quebrada e o técnico não levou a seleção para Brasília antes da viagem à Rússia. Tite havia antecipado isso em fevereiro, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, quando afirmou que não iria à capital federal “nem antes nem depois da Copa. Nem ganhando, nem perdendo”.

Agora, o treinador já avisou que pretende se manter afastado do Palácio do Planalto também em função da Copa América, mesmo ela sendo realizada no Brasil. “Não vou me encontrar com o presidente. Eu continuo com a mesma opinião. A minha atividade não se mistura e eu não me sinto confortável em fazer essa mistura”, insistiu.

A declaração foi dada enquanto Tite respondia a um questionamento de jornalistas sobre qual era a sua opinião sobre a participação de Bolsonaro na festa do título do Palmeiras, no domingo passado. O treinador não quis dar uma resposta direta, mas deu a entender que discordava da presença do presidente eleito no momento da entrega da taça ao campeão do Campeonato Brasileiro.

“Eu tenho opinião, mas não quero opinar, não devo opinar. Sei da minha posição, não quero”, desconversou Tite. Após um repórter insistir com a pergunta e indagar se aquele momento não deveria ser de festa exclusiva de jogadores e dirigentes, o treinador da seleção respondeu que “tu estás fazendo uma pergunta em que está implícita a resposta”.

Tite foi além. Segundo ele, não se deve misturar futebol e política porque o esporte “é um meio que viabiliza princípios e uma série de outra escala de valores éticos, morais, competitivos”. “Então, da minha parte, não (misturo). Do outro, eu respeito”.

Aluno – As declarações do técnico foram dadas em Teresópolis (RJ). O “professor” Tite é um dos 65 alunos do curso Licença Pro, mais alta graduação oferecida a treinadores no Brasil e organizado pela CBF Academy, braço educacional da CBF. Pelos próximos 11 dias, ele dividirá uma sala de aula na Granja Comary com outros 64 profissionais que atuam no futebol brasileiro, entre técnicos e auxiliares. Uma das intenções do curso é fazer um estudo sobre como jogam as 20 equipes da primeira divisão nacional.

Além de Tite, outros dois ex-treinadores da seleção brasileira integram o grupo de alunos. Dunga, que treinou o Brasil em duas oportunidades (2006-2010 e 2014-2016) e Mano Menezes (2010-2012) sentaram na primeira fila neste primeiro dia de atividades.

Apenas profissionais convidados pela CBF – e que desembolsem R$ 19 mil – podem se graduar na Licença Pro, que tem como pré-requisito diploma de Ensino Médio e conclusão do curso Licença A. Esse, por sua vez, se tornará obrigatório para treinadores da Série A do Brasileirão a partir do próximo ano.

Por ORM

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Bruno Henrique marca no fim e Palmeiras coroa título vencendo o Vitória

Com o decacampeonato brasileiro já garantido, o Palmeiras teve um domingo de festa no Allianz Parque, contra o Vitória, pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, dentro das quatro linhas, no jogo da taça, o campeão encontrou dificuldades para se sobressair diante do já rebaixado Rubro-Negro baiano. Depois de abrir 2 a 0 com Dracena e Scarpa, o Verdão sofreu o empate, com Yago e Luan. Mas Bruno Henrique, capitão do time, na reta final, marcou o gol da vitória por 3 a 2, que coroou a campanha alviverde.

Além da taça erguida, a festa ainda terminou com recorde de público no Allianz Parque. Neste domingo, 41.256 pessoas presenciaram o triunfo Alviverde, superando as 40.986 que assistiram à vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre a Chapecoense, no Brasileiro de 2016, na último jogo do time catarinense antes do desastre aéreo.

Os primeiros 45 minutos se encaminhavam para uma partida de bastante movimentação, ótimas chances de ambos os lados, mas de falta de precisão tanto dos campeões brasileiros quanto dos já rebaixados. Mesmo com mais posse de bola e a iniciativa da partida, o Palmeiras pecava na finalização até que Edu Dracena, aos 44 minutos, abriu o placar de cabeça, após cruzamento de Dudu. O Vitória, por sua vez, pouco criou e viveu de arremates de longa distância. Um, de Yago, quase surpreendeu Weverton.

Depois de um primeiro tempo movimentado, mas de apenas um gol, o segundo ficou marcado pelo número de vezes que as redes balançaram. Logo aos 12 minutos, Gustavo Scarpa ampliou para o Palmeiras. Depois, porém, o Vitória buscou o empate. Primeiro, de pênalti, Yago diminui. Depois, em boa jogada, Luan girou sobre a zaga palmeirense e empatou a partida no Allianz Parque. Na reta final, Bruno Henrique marcou o tento da vitória em chute de fora da área.
Início melhor do Palmeiras, mas de chances dos dois lados

Decacampeão brasileiro e jogando com o Allianz Parque cheio, o Palmeiras tomou a iniciativa da partida deste o apito inicial. Com maior posse de bola, o Verdão controlou as ações ofensivas, apostou nas inversões de jogo e no poderio ofensivo de Dudu e Scarpa, que alternavam os flancos do campo. Assim, logo aos sete minutos, o time de Felipão quase abriu o placar. Em ótima trama pelo lado esquerdo, Dudu cruzou rasteiro para Gustavo Scarpa, mas o camisa 14 isolou.

Acuado no seu campo de defesa, o Vitória dava muito espaço para o Palmeiras, principalmente para as infiltrações de Bruno Henrique. Aos 13 minutos, Scarpa encontrou o capitão e camisa 19, que se atrapalhou com a bola e desperdiçou boa chance. A resposta dos baianos, porém, foi rápida e com Yago, que carregou da intermediária e arriscou rasteiro. A bola passou perto da meta de Weverton, mas saiu pela linha de fundo.

Sem conseguir abrir o placar, o Palmeiras começou a abusar das bolas alçadas na área. Quando a teve no chão, aos 21 minutos, por pouco não abriu o placar com Borja. Após passe de Felipe Melo, Mayke fez grande jogada individual, deixando o atacante colombiano em plenas condições de fazer 1 a 0. O camisa nove, porém, pegou muito embaixo e a bola foi por cima do gol, na melhor chance até então.
Palmeiras domina o jogo e abre o placar com Dracena

Aos poucos, o Palmeiras foi transformando o controle do jogo em domínio, flertando com o primeiro gol. Aos 26 minutos, Dudu arriscou da entrada da área, mas o chute saiu pela linha de fundo. Depois, Felipe Melo completou a cobrança de escanteio para Edu Dracena, que testou nas mãos do arqueiro do Vitória. Dando fim ao bombardeio de chances, Scarpa foi quem tirou demais do goleiro e também do gol.

Se Edu Dracena não foi feliz em sua primeira oportunidade, na segunda saiu para comemorar. Aos 42 minutos, quando o jogo se encaminhava para um primeiro tempo sem gols, Bruno Henrique arriscou de fora da área, mas a bola desviou e ficou com Dudu. Ao levantar para área, o camisa sete encontrou o zagueiro, que testou firme para fazer 1 a 0 e explodir o Allianz Parque.
Segundo tempo de início lá e cá, mas de gol do Palmeiras

Depois de ir para o intervalo em vantagem no placar e na partida, o Palmeiras voltou para a segunda etapa enfrentando um Vitória mais agressivo e em busca do empate. A primeira chance, inclusive, foi do time Rubro-Negro, aos quatro minutos, com Yago, que em chute colocado quase deixou tudo igual. A resposta alviverde foi rápida, com Dudu, que em lance parecido com o do rival também chutou para fora.

Promovido no intervalo no lugar de Borja, Deyverson deu um ótimo cartão de visitas em seu primeiro lance. Pelo lado direito, o atacante aplicou uma lina caneta, caiu dentro da área, pediu pênalti, mas o árbitro mandou seguir. Na sequência, Gustavo Scarpa ampliou para o Palmeiras aos 11. No rebote da cobrança de escanteio, o camisa 14 arriscou de fora da área, João Gabriel contribuiu e a bola entrou no meio do gol.
Palmeiras mantém intensidade, mas sofre o empate

A vantagem por 2 a 0 não diminuiu o ritmo do Palmeiras na partida. Bem postado defensivamente, o time comandado por Felipão não correu enormes riscos e ainda viu seu ataque por pouco não marcar o terceiro aos 15 minutos. Lucas Lima, pelo lado esquerdo, rolou rasteiro para Scarpa, mas o autor do segundo gol não teve a precisão do chute anterior e errou o alvo. Mesmo assim, foi aplaudido pela torcida.

Sem grande destaque ofensivo até então, o Vitória se lançou de vez para o campo de ataque e em poucos minutos conseguiu não apenas diminuir a desvantagem, como empatar a partida. Primeiro, aos 25 minutos, Yago tomou a frente a frente de Antônio Carlos, que dividiu com o atacante. No lance, Heber Roberto Lopes assinalou pênalti. Na cobrança, o mesmo Yago deslocou Weverton. Depois, Luan recebeu na entrada da área e chutou firme para deixar tudo igual.
Capitão, Bruno Henrique marca o gol da vitória

Na reta final, depois de acumular chances perdidas, o Palmeiras ainda conseguiu o tento da vitória. Aos 44 minutos, Bruno Henrique, de fora da área, marcou o gol do triunfo, que coroou o título de campeão brasileiro de 2018. Dessa forma, o Palmeiras fez valer o domingo de comemoração desde antes do apito final, que ainda teve queima de fogos e gritos de “campeão” durante os 90 minutos.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Fabiano Menotti)

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Fluminense quebra jejum, se salva e rebaixa o América-MG

O Fluminense quebrou o jejum de oito jogos sem vencer e nem marcar gols na tarde deste domingo, quando derrotou o América-MG por 1 a 0 no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Richard fez o gol isolado da partida, que levou o Tricolor aos 45 pontos. Além de escapar do rebaixamento, o time carioca conseguiu a classificação para a Copa Sul-Americana. Pior para o Coelho, que estacionou nos 40 pontos e está na Série B  de 2019.

A partida começou muito nervosa, com os dois times abusando dos erros de passes e toques laterais, com pouca objetividade. Sem o equatoriano Junior Sornoza na criação de jogadas, barrado, e com um esquema de três volantes, o Tricolor parecia satisfeito com o empate. Tanto que só deu seu primeiro chute a gol aos 12 minutos, quando Luciano arriscou de fora da área e fez a bola passar à esquerda do goleiro João Ricardo.

O América, por sua vez, esperava uma bola para decidir. Tentando usar a velocidade de Matheusinho e Marquinhos, o Coelho começou a ficar mais presente no campo de ataque, dando o primeiro susto nos cariocas aos 19 minutos. Matheusinho se livrou de três e cruzou, a bola sobrou para Marquinhos, que chutou para a defesa do goleiro Júlio César. Quatro minutos depois Aderlan cruzou e Matheusinho pegou de primeira sobre o gol.

Aos 26 minutos o Fluminense escapou de boa. Aderlan foi lançado pela direita, fez o corte em Marlon e o lateral, na corrida, acabou cometendo o pênalti, muito bem marcado pelo árbitro Rafael Traci. Na cobrança de Luan, Júlio César fez grande defesa e Rafael Moura, no rebote, escorou sobre o gol.

O lance acordou o Fluminense, que apertou a marcação e tentou sair mais ao ataque, assustando aos 33 minutos. Jadson cruzou, Marco Júnior chutou de primeira e João Ricardo deu um tapinha na bola cedendo escanteio. Três minutos depois Marlon cobrou falta e Gum cabeceou para nova defesa do arqueiro americano.

Já o América seguia perigoso nos contra-ataques e aos 38 minutos quase abriu o placar. Luan recebu livre na área, chutou, Júlio César salvou, mas a bola bateu no atacante e ia entrando, porém, Gum salvou em cima da linha. Na cobrança de escanteio de Carlinhos, Rafael Moura escorou para fora.

O Fluminense, porém, conseguiu abrir o placar aos 41 minutos e quebrou um jejum de mais de 13 horas sem balançar as redes rivais. Marlon cobrou escanteio e Richard, livre de marcação, escorou para o fundo da rede. Foram 802 minutos sem gols, porém, o time foi mais tranquilo para o intervalo.

Na volta para a segunda etapa o Fluminense deu um cartão de visitas logo aos dois minutos, quando Marlon foi lançado e chutou cruzado sobre o gopl, assustando o goleiro rival. Porém, o América é quem ocupava mais o campo do rival e por muito pouco não empatou aos seis minutos. Após cobrança de escanteio, Paulão chutou cruzado e Júlio César voltou a salvar seu time com um tapinha, cedendo escanteio. Três minutos depois foi a vez de Matheusinho pegar de primeira e mandar a bola sobre o gol.

Aos 16 minutos o Fluminense deu sinal de vida no jogo. Após cobrança de escanteio, Luciano cabeceou no travessão, deixando visível a dificuldade do Coelho em neutralizar jogadas aéreas. O Coelho deu a resposta seis minutos depois, em chute de Matheusinho, que o goleiro defendeu.

O América então se lançou ainda mais ao ataque e quase marcou aos 32, quando após cobrança de escanteio Rafael Moura pegou de virada e mandou a bola para fora. O He-Man voltou a ser parado, só que dessa vez pelo goleiro, aos 35 minutos, em uma cabeçada de dentro da grande área. Já aos 37 foi a vez de Luan chutar na rede pelo lado de fora. Nos minutos finais o Tricolor conseguiu tocar a bola e administrar a vantagem até o fim. Festa da torcida carioca e tristeza do Coelho, rebaixado para a Segundona.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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São Paulo joga mal, perde para a Chape e fica com Pré-Libertadores

O São Paulo não conseguiu terminar a temporada com a classificação direta à fase de grupos da Copa Libertadores. Visitando a Chapecoense neste domingo, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, o Tricolor mais uma vez teve uma atuação apagada e acabou sendo derrotado por 1 a 0 graças ao gol irregular de Leandro Pereira.

Precisando de uma vitória e ainda contar com um tropeço do Grêmio contra o Corinthians, em Porto Alegre, o São Paulo sequer fez sua parte. O Tricolor gaúcho, por sua vez, fez o dever de casa e venceu o Timão no Rio Grande do Sul, evitando assim a fase preliminar da Libertadores.

Se o São Paulo não conseguiu terminar a temporada de forma positiva, a Chapecoense ao menos se livrou daquele que seria seu primeiro rebaixamento depois que passou a disputar a Série A do Campeonato Brasileiro. Com a vitória  na Arena Condá, o time sequer precisou contar com os resultados do América-MG contra o Fluminense e Sport contra o Santos, em Recife.

O jogo – A Chapecoense começou o jogo a todo vapor e logo aos quatro minutos reclamou de um pênalti não marcado pelo árbitro Wilton Pereira Sampaio. Wellington Paulista ficou bom a bola após cruzamento de Eduardo, foi tocado por Arboleda e caiu dentro da área. O juiz, no entanto, não se deixou levar pelas contestações dos donos da casa. Pouco depois, aos oito, Leandro Pereira recebeu na entrada da área e bateu firme, mandando à direita do goleiro Jean.

O São Paulo só foi assustar a Chapecoense aos 19 minutos, depois de boa trama do ataque. Helinho encontrou Everton na esquerda, que tocou de primeira para Nenê. O camisa 10 dominou e bateu cruzado, mas não pegou muito forte na bola, facilitando o trabalho do goleiro Jandrei. Já aos 24 minutos, Nenê teve outra grande oportunidade. Diego Souza ajeito a bola de cabeça na medida para ele chegar batendo, porém, novamente não finalizou certeiro, mandando a bola para a linha lateral.

Diante da ineficiência do São Paulo, a Chapecoense tratou de retomar o controle do jogo na reta final do primeiro tempo e por muito pouco não foi para o intervalo com a vantagem no placar. Aos 39 minutos, Canteros fez fila pela direita, com direito a drible da vaca dentro da área, mas ao cruzar rasteiro teve o passe interceptado pelo goleiro Jean. Na sequência, depois da cobrança do escanteio, Lendro Pereira escorou para Wellington Paulista, que, também de cabeça, carimbou a trave.

No segundo tempo, o São Paulo até começou melhor e tentou abrir o placar nos primeiros minutos, contudo, a predominância dos visitantes não durou muito tempo. Aos poucos, a Chapecoense equilibrou o jogo e, mais eficiente que os adversários, acabou indo às redes. Aos 22, Canteros, que recebeu a bola em posição irregular, fez ótimo cruzamento pela direita, encontrando Leandro Pereira no meio da área. O atacante cabeceou firme, sem chances para o goleiro Jean, e correu para o abraço.

Depois do gol, a Chapecoense adotou uma postura mais cautelosa, mas não teve dificuldades para controlar o nem um pouco agressivo São Paulo. Bastou aos donos da casa apenas administrarem a vantagem nos minutos finais para se garantirem por mais uma temporada na elite do futebol nacional.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press)

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Em despedida, Internacional leva gol no fim e empata com o Paraná

O Internacional perdeu a chance de fazer a sua melhor campanha da história dos pontos corridos. Neste domingo, o Colorado ficou no empate em 1 a 1 contra o Paraná, no Durival Britto, em Curitiba. O resultado faz com que os comandados de Odair Hellmann fiquem em terceiro lugar, com 69 pontos. Dessa forma, acabou desperdiçando a oportunidade de ter a sua melhor performance no torneio nacional.

Ao longo dos 90 minutos, a partida foi um misto de poucas e muitas emoções. No primeiro tempo, as equipes produziram quase nada, e o placar zerado se mostrou justo. Na etapa final, o Inter abriu o placar com Jonatan Álvez, teve boas chances, mas não matou o jogo. Esforçado, o Tricolor foi premiado com um gol aos 46 minutos, Jhonny Lucas foi quem anotou.

Após o apito final, a equipe gaúcha foi até a torcida para agradecer o apoio. Os fãs, por sua vez, reconheceram a excelente campanha do Internacional, que depois de voltar para a primeira divisão fez um belo Campeonato Brasileiro. O resultado também faz com que o Colorado feche em terceiro lugar e vá direto para a fase de grupos da próxima edição da Libertadores.

A primeira boa chance foi do Internacional. Em descida pela direita, a bola foi cruzada na área, buscando Wellington Silva. Mas Jesiel apareceu para fazer o corte. Foi a única boa jogada da partida até a metade do primeiro tempo.

Aos 25, o Inter teve a sua melhor chegada até o momento. Rossi chegou bem em jogada pela linha de fundo e bateu cruzado. Dois minutos depois, Camilo arriscou de fora da área, que passou à esquerda do gol de Richard. Esta foi a primeira finalização do Colorado.

Sem nada a perder, o Tricolor assustou aos 32 minutos. Andrey foi lançado, conseguiu dominar e tirar a marcação, mas chutou com força e sem direção. A bola subiu muito, sem assustar Marcelo Lomba.

Os comandados de Odair Hellmann voltaram a assustar em jogada de Rossi. Após invadir a área, o atacante serviu Jonatan Alvez, e de fora da área o atacante bateu para fora do gol com a perna esquerda. Foi a última jogada do morno primeiro tempo que acabou zerado.

Nico López, entra, resolve e Inter vence

Aparentemente, na etapa complementar as equipes resolveram jogar, pois logo a um minuto, o lanterna chegou com perigo. Em cruzamento na área, Andrey subiu sozinho para cabecear, Lomba defendeu.

Dois minutos mais tarde, os gaúchos responderam com Jonatan Álvez, que driblou Richard, ficou sem ângulo e tentou o cruzamento para dentro da área. A defesa do Tricolor fez o corte com um chutão. Em seguida, Kessley fez linda jogada, mas acabou finalizando de forma pífia.

Nico López entrou aos 17 minutos de partida, três minutos depois, saiu o gol do Internacional. O artilheiro uruguaio escapou pela esquerda, tirou a marcação e cruzou no pé de Jonatan Álvez só escorar para o fundo das redes.

Tentando fechar o Brasileirão com dignidade, o Paraná voltou a chegar. Juninho deu passe de calcanhar para Felipe Augusto, que arriscou, mas parou em Marcelo Lomba. O Colorado respondeu com Álvez, que bateu cruzado, porém, a bola subiu demais.

Felipe Augusto mais uma vez tentou em finalização forte. A redonda desviou, traiu Lomba, mas para a sorte do goleiro foi pela linha de fundo. Até que no último lance do confronto, Jhonny Lucas conseguiu marcar, após grande jogada individual e deixar tudo igual em 1 a 1.
fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)
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Corinthians perde, mas fica com vaga na Copa Sul-Americana

O Corinthians voltou a ser derrotado como visitante nessa edição do Campeonato Brasileiro. Dessa vez, o revés foi por 1 a 0, para o Grêmio, em Porto Alegre. Uma despedida melancólica de 2018 para o campeão do Brasileirão de 2017 e atual campeão Paulista. Se serve de consolo, o Timão acabou ficando com a última vaga para a Copa Sul-Americana, graças aos seus 44 pontos, que lhe renderam uma 13ª colocação depois de 38 rodadas. Já Tricolor Gaúcho chegou aos 66 pontos e confirmou seu quarto lugar na tabela de classificação, suficiente para lhe colocar diretamente na fase de grupos da próxima Copa Libertadores da América.

A despedida da temporada corintiana pode ter encerrado a passagem de Jair Ventura pelo clube alvinegro. Foram nove derrotas, seis empates e apenas quatro triunfos. Fábio Carille já acertou seu retorno e deve ser anunciado nos próximos dias.

A tônica do Corinthians sonolento nos minutos iniciais se repetiu na tarde desse domingo. O primeiro tempo no Sul foi totalmente controlado pelos gremistas, que ditaram o ritmo com um futebol envolvente e vistoso. A marcação frouxa e distante dos corintianos facilitou.

Assim, o gol parecia questão de tempo, e não demorou. Tabelando pelo miolo da zaga alvinegra, o tricolor chegou até Cássio. Jael foi o último a tocar na redonda antes de correr para o abraço.

Everton, então, começou a se destacar. À vontade, inspirado e ciente da fragilidade do adversário, o Cebolinha causou um verdadeiro furdunço na defesa rival. Em dois lindos lances, o atacante mandou a bola na trave do Corinthians e depois viu Henrique evitar o que seria um golaço, com direito a dribles em sequência em Fagner, Gabriel e Léo Santos.

Na segunda etapa, o Timão melhorou, o Grêmio descansou e o jogo perdeu velocidade e interesse. Everton seguiu atormentando seus marcadores, mas as chances reais de gol não aconteceram mais.

Apesar de, enfim, ter se encorajado a atacar, o Corinthians novamente sofreu com a falta de criatividade e a ausência de um centroavante nato. Ficou apenas na intenção.

Nos minutos finais, deu tempo para Danilo entrar e fazer seu último jogo com a camisa corintiana após nove temporadas seguidas. Foi a última homenagem ao ídolo de uma Era de glória da equipe paulista, que em 2019 tentará reencontrar o caminho das vitórias.

Nem mesmo a confirmação da vaga à Copa Sul-Americana serviu para qualquer tipo de comemoração pelos corintianos. Os gremistas, por outro lado, ao menos se deram por satisfeitos com a vaga no G4, que confirma o time direto na fase de grupos da Libertadores 2019.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo)

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Atlético-MG vence o Botafogo e garante vaga na Libertadores

Foi com a cara do Atlético. Poderia ser mais fácil, a equipe teve chances de marcar, mas não conseguiu e deixou a situação muito tensa. Mas no fim, com um placar magro, apenas 1 a 0, o Galo venceu o Botafogo, e garantiu sua vaga na Copa Libertadores em 2019.

A equipe que mais ficou na sexta colocação neste torneio, garantiu justamente a última vaga na Libertadores na próxima temporada. O Galo chegou aos 59 pontos. O duelo no Rio de Janeiro também era movimentado e o Atlético-PR conseguiu um bom resultado, chegando a 57 tentos. A equipe paranaense pode chegar ao torneio pela Copa Sul-Americana.

A vitória atleticana foi construída no primeiro tempo, com gol de Cazares aproveitando cruzamento de Emerson. O Galo ainda teve chances, mas não conseguiu. Na etapa complementar, o Botafogo ficou próximo de empatar, mas não conseguiu.

A equipe mineira entra de férias agora e volta as atividades no dia 3 de janeiro, na Cidade do Galo.

Primeiro tempo

Aos 3 minutos o Galo chegou com bastante perigo. Após cobrança de escanteio, o Botafogo se salvou duas vezes em cima da linha.

O confronto, no entanto, ficou bastante travado no meio campo. Isso porque o Botafogo não chegava com qualidade e o Galo tinha problemas para na saída de jogo, não conseguindo fazer a situação de jogo de forma organizada.

Aos 17 o Galo inaugurou o marcador. Em ótima jogada pela direita, do lateral-direito Emerson, o cruzamento na linha de fundo encontrou Cazares, na área, para mandar para o fundo das redes.

Após o gol, o Botafogo tentou buscar mais o jogo, mas não tinha qualidade suficiente para entrar trocando passes, e abusava dos cruzamentos na área. O Galo tinha mais tranquilidade, afinal de contas, o resultado já era favorável.

Aos 24 minutos no Independência, a torcida fez festa por um acontecimento no Rio de Janeiro. O Flamengo marcou com Rodopho, tento que atrapalha o Atlético-PR.

Aos 31 o Galo voltou a chegar com perigo. Em jogada na esquerda, Chará cruzou para Ricardo Oliveira e a bola saiu pela linha de fundo.

O Atlético-MG passou a jogar nos contra-ataques. O Botafogo, sem nada a perder, buscou o ataque querendo o empate. O Galo passou a apostar nos contra-ataques. A melhor chance nesta situação ocorreu aos 48: em cruzamento de Luan, Chará aproveitou a chance na área, mas mandou pra fora.

Segundo tempo

A etapa complementar voltou mais lenta. O Galo tinha dificuldades para criar, e chegava menos. Isso era explicado, em alguns momentos, pela ausência de homens no ataque.

A partida passou a ficar perigosa para o Galo. A equipe demostrava uma ansiedade – até certo ponto desnecessária – e o Atlético-PR virou o jogo no Rio de Janeiro. Ou seja: a vitória era de grande necessidade.

O técnico Levir Culpi tirou Elias e colocou José Welison na equipe. O objetivo era deixar a equipe mais confiável defensivamente, algo que não aconteceu. O Galo corria riscos e não conseguia agredir mais.

O Atlético passou a ser duramente ameaçado após os 30 minutos e o Botafogo teve claras chances de empatar. A principal nos últimos minutos e a bola saiu após tirar tinta da trave.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: divulgação)

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Reservas do Furacão viram sobre o Fla e calam o Maracanã

O que era uma festa de despedida para o meia Lucas Paquetá terminou com vitória do Atlético-PR sobre o Flamengo por 2 a 1, neste sábado, no Maracanã. Os paranaenses precisavam dos três pontos, mas terminaram o Campeonato Brasileiro na sétima posição, atrás do xará mineiro, fora da zona de classificação para a Libertadores. Os cariocas finalizam a temporada com o vice-campeonato.

O Flamengo foi superior no primeiro tempo e foi para o intervalo a frente no placar após gol de Rhodolfo. Só que na etapa final, o Atlético-PR, mesmo com os reservas, mostrou força para virar com gols de Rossetto e Rony, para estragar a despedida de Paquetá.

Enquanto os flamenguistas encerram a temporada, o Atlético-PR terão ainda a disputa da final da Copa Sul-Americana, contra o Junior-COL.

A partida começou equilibrada, com as duas equipes voltadas para o ataque. O Atlético-PR teve a primeira boa chance, aos cinco minutos. Márcio Azevedo arriscou de fora da área e obrigou Cesar a espalmar para longe. A bola sobrou para Lucas Paquetá, que iniciou contra-ataque, mas o meia finalizou fraco após receber passe de Diego.

Os visitantes tiveram um momento de domínio, mas viram o Flamengo logo aumentar o ritmo e abrir o placar aos 22 minutos. Após cobrança de escanteio de Diego, Rhodolfo cabeceou no canto, sem chance para Felipe Alves.

O revés foi sentido pelo Atlético-PR, que claramente não manteve o ritmo dos primeiros minutos. Com isso, o Flamengo cresceu e passou a chegar com facilidade ao ataque. Aos 34 minutos, Diego arriscou de fora da área e assustou Felipe Alves. No minuto seguinte, foi a vez de Lucas Paquetá escorar para Uribe cabecear sobre o travessão.

O domínio dos donos da casa aumentou nos minutos finais. Tanto que aos 42, o Flamengo teve grande chance de ampliar o placar. Lucas Paquetá cruzou rasteiro e a bola sobrou para Éverton Ribeiro. O meia dominou e chutou colocado, mas Felipe Alves se esticou para salvar os paranaenses. Com isso, os visitantes conseguiram sair para o intervalo apenas com um gol de desvantagem no Maracanã.

No segundo tempo, o Atlético-PR voltou melhor e desperdiçou duas boas chances de empatar, ambas com Rony. Na primeira, o atacante chutou muito mal. Já na segunda, após falha de Cesar na saída de bola, o jogador chutou sobre o travessão.

Enquanto o Flamengo caiu de rendimento, os visitantes eram mais objetivos. O Atlético-PR teve nova chance de marcar aos 18 minutos, quando Rony recebeu na entrada da área e chutou próximo ao gol. No entanto, no minuto seguinte, os paranaenses chegaram ao empate. Após bola troca de passes, Rossetto ficou com a bola na área e chutou sem chance para Cesar.

Somente depois do gol, o Flamengo acordou e equilibrou a partida. Os donos da casa quase marcaram o segundo aos 24 minutos. Uribe recebeu passe na área, girou sobre a marcação, mas chutou para fora. O castigo veio no minuto seguinte. Em avanço rápido, Rony pegou a bola no bico da área, puxou para o meio e chutou forte no ângulo, sem chance para Cesar.

O Flamengo sentiu o revés e deixou de ser perigoso durante alguns minutos. Somente aos 25 minutos, os cariocas quase empataram com Willian Arão. O volante arriscou de longe e quase acertou o ângulo paranaense. Depois, foi a vez de Vitinho chutar colocado e ver Felipe Alves fazer grande defesa.

Na parte final, o confronto ficou nervoso após o volante Willian Arão ser expulso por entrada em Rony. Só que em seguida, o atacante paranaense agrediu Berrío e também recebeu o cartão vermelho. Assim, os dois times terminaram o jogo com um jogador a menos.

Nos minutos finais, o que era festa passou a ser protesto por parte da torcida, que não perdoou jogadores e diretoria. Dentro de campo, o Flamengo tentou pressionar, mas viu o Atlético-PR controlar a posse de bola até o fim.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto:Mowa Press/Pedro Martins)

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Caso Daniel: Sete acusados de envolvimento na morte do jogador se tornam réus no processo

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Jogador Daniel foi encontrado morto no dia 27 de outubro — Foto: Reprodução

Entre os crimes estão homicídio triplamente qualificado, fraude processual e ocultação de cadáver; denúncia foi aceita pela 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais.

Família Brittes está presa temporariamente — Foto: Reprodução/TV Globo

A Justiça do Paraná aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) contra sete investigados na morte do jogador Daniel Freitas na noite desta quarta-feira (28).

Com isso, os acusados passam a ser réus no processo. Entre os crimes estão homicídio triplamente qualificado, fraude processual e ocultação de cadáver.

Um mês depois do crime, o que se sabe e o que dizem os acusados

Entre os réus estão Edison Brittes, que confessou o crime, a esposa dele, Cristiana Brittes, e a filha Allana Brittes. A família está presa temporariamente. Veja abaixo a lista de todos os réus e os respectivos crimes.

O jogador foi assassinado no dia 27 de outubro em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, e encontrado com o órgão sexual mutilado, perto de uma estrada rural na Colônia Mergulhão.

Nesta quarta, o advogado Cláudio Dalledone Júnior, que defende a família Brittes questionou os argumentos da denúncia apresentada pelo MP. Ele afirmou que jogador ‘gerou a tragédia’.

Veja quem são os réus e os crimes imputados a eles

  Edison Brittes Júnior – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menor, fraude processual e coação no curso do processo;
    Cristiana Brittes – homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor;
    Allana Brittes – coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de menor;
    Eduardo da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;
    Ygor King – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;
    David Willian da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e denunciação caluniosa;
    Evellyn Brisola Perusso – denunciação caluniosa e falso testemunho.

A defesa de Edson Brittes Júnior, Cristiana Rodrigues Brittes e Alana Brittes informou que o recebimento da denúncia é um ato processual de absoluta naturalidade.

O advogado Robson Domacoski, responsável pela defesa de Ygor King e David Willian da Silva, afirmou que vai aguardar ter acesso aos documentos para se manifestar a respeito.

Rafael Torres, advogado de Evellyn Brisola Perusso disse que a defesa vai tomar todas as medidas cabíveis para provar que ela é inocente no caso. A defesa afirmou que vai apontar, em juizo, as falhas da denúncia.

A defesa de Eduardo da Silva afirmou que não vai se manifestar sobre a aceitação da denúncia.

Dos sete réus, apenas Evelyn Perusso não está presa. Ela ficou com o jogador Daniel durante a festa na casa noturna. O promotor do MP-PR Milton Salles disse que não pretende pedir a prisão dela.

Ao confessar o crime, o empresário Edison Brittes Júnior alegou que o jogador tentou estuprar Cristiana Brittes Contudo, o delegado Amadeu Trevisan afirmou que não houve tentativa de estupro. O MP também diz que não houve tentativa de estupro.

Ao aceitar a denúncia, a juíza Luciani Regina Martis de Paula ressaltou que os indícios de participação de Cristiana na prática do homicídio repousam nos depoimentos das testemunhas sigilosas, “as quais relatam que no momento em que a vítima estava sendo espancada pelos indiciados Edison, Eduardo, David e Ygor, não se viu a indiciada Cristiana tomando alguma atitude com a fim de evitar a morte da vítima, ao passo que ainda a indiciada dizia: “não deixa matar ele aqui dentro de casa” e “não deixa seu pai fazer isso dentro da minha casa, você sabe como ele é”.

A juíza também determinou o sigilo das fotografias que fazem parte do laudo de necropsia e de exame pericial do local da morte, dos dados das testemunhas sigilosas, e principalmente o endereço das mesmas.

Por G1 PR e RPC Curitiba
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Atlético-PR vence Fluminense no Maracanã e vai à final da Sul-Americana

O Atlético-PR está de volta a uma final continental após 12 anos. Depois de se sagrar vice-campeão da Libertadores em 2005, contra o São Paulo, o Furacão garantiu a vaga na decisão da Copa Sul-Americana nesta quarta-feira ao vencer novamente o Fluminense, desta vez em pleno Maracanã, por 2 a 0. Os gols da equipe comandada pelo técnico Tiago Nunes foram marcados por Nikão, logo aos quatro minutos do primeiro tempo, e Bruno Guimarães, aos nove da etapa complementar.

O Atlético-PR já havia vencido a partida de ida, na Arena da Baixada, pelo mesmo placar do confronto desta quarta-feira. Na ocasião, o Furacão conseguiu o triunfo graças aos gols de Renan Lody e Roni.

Agora, o Atlético-PR aguarda o duelo colombiano entre Junior Barranquilla e Santa Fe para descobrir quem será seu adversário na grande final da Sul-Americana. No jogo de ida, melhor para o Barranquilla, que, mesmo jogando fora de casa, dominou os adversários e venceu por 2 a 0.

Logo aos quatro minutos de jogo o Atlético abriu o placar frustrando a torcida do Fluminense. Marcelo Cirino cruzou, a zaga do Tricolor falhou sem conseguir cortar e Nikão escorou para o fundo da rede. Os torcedores anfitriões, que ainda entravam no estádio, ficaram calados e o que se ouvia era o coro da torcida visitante.

O Fluminense demorou muito tempo para se reerguer e só conseguiu assustar aos 17 minutos, quando Luciano recebeu na área e chutou sobre o gol. O próprio atacante, três minutos depois, isolou a bola estando dentro da grande área. Foi a senha para as primeiras vaias serem ouvidas no Maracanã com os pedidos de “Everaldo”.

Entendendo o momento do jogo, o Atlético passou a congestionar o meio-de-campo e forçar os erros do Fluminense, mas não aproveitava a situação para criar contra-ataques. Enquanto isso os tricolores, nervosos em campo, tentavam “cavar” faltas e pênaltis, mas não iludiam o árbitro chileno Julio Bascuñan. O técnico Marcelo Oliveira então resolveu abrir mão do esquema com três zagueiros aos 27 minutos e tirou Paulo Ricardo. Porém, não colocou Everaldo em campo e sim o lateral-direito Léo, o que provocou mais vaias. Jadson, que havia começado a partida na ala, voltou a ser volante.

Aos 30 minutos o Atlético-PR desperdiçou uma boa chance de ampliar. Renan Lordi fez grande jogada pela esquerda e cruzou para Marcelo Cirino, de primeira, chutar sobre o gol. Nos minutos finais o que se viu foi uma troca de passes do Furacão diante de um apático Tricolor, que foi para o intervalo sob vaias.

Na volta para o segundo tempo o Atlético voltou recuado e o Fluminense encontrando as mesmas dificuldades de penetração. Porém, mesmo assim, assustou aos seis minutos, quando Luciano foi lançado entre os zagueiros e deslocou o goleiro, mas Thiago Heleno evitou o gol.

O que poderia piorar a situação do Fluminense, o segundo gol do Furacão, aconteceu aos nove minutos em um contra-ataque mortal. Nikão avançou com a bola dominada e acionou Marcelo Cirino que, na área, cruzou para Bruno Guimarães, como elemento-surpresa, escorar para o fundo da rede.

A partir daí o que se viu foram focos de tumulto na arquibancada e vaias. Em campo Fluminense buscava o gol de forma desorganizada, como em chutes de fora da área de Richard, controlados por Santos sme grande dificuldade. Além disso, o time carioca ainda sofria alguns sustos, como em chute de Nikão aos 28 minutos, que fez a bola bater na rede, mas pelo lado de fora.

Nos minutos finais o presidente do Fluminense, Pedro Abad, teve que deixar um dos camarotes por estar sendo hostilizado por torcedores. Melhor para ele, que não viu o Furacão tocar a bola sem ser incomodado e administrar a vantagem até o apito final.

Agora o Fluminense tenta a sua permanência na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro no domingo, quando recebe o América-MG às 17h(de Brasília), também no Maracanã, pela última rodada. Um empate basta ao Tricolor. Um dia antes, neste mesmo palco, só que às 19h(de Brasília), o Atlético-PR visita o Flamengo ainda sonhando com uma vaga na Copa Libertadores. Para isso o Furacão, que soma 54 pontos, precisa ganhar e torcer por um tropeço do Atlético-MG, que tem dois pontos a mais que recebe o Botafogo na Arena Independência, em Belo Horizonte (MG). O Galo fecha o G-6, a zona de classificação para o torneio continental.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Miguel Locatelli/Atlético-PR)

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