‘Uma maldição’, resume jornal francês sobre nova lesão de Neymar

(Foto:© Charles Platiau/Reuters)- Craque brasileiro está na capa do L’Équipe desta terça-feira
‘Uma maldição’, resume jornal francês sobre nova lesão de Neymar
Lesionado durante a partida do PSG contra o Strasbourg, no último dia 23, Neymar estampa a capa do jornal francês L’Équipe desta terça-feira (29), que traz como título “Uma madição”.

A mau agouro refere-se ao fato de o jogador ter tido uma lesão bem similar a que o tirou das oitavas de final da Champions League da temporada passada, contra o Real Madrid, e que quase o deixou fora da Copa do Mundo. Desta vez, a fratura no quinto metatarso tira o craque das partidas contra o Manchester United, também pelas oitavas, e pode comprometer toda a temporada no caso de cirurgia.
O médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar, visita o camisa 10 nesta terça a fim de entender o caso e dar sua opinião para que, a partir de então, o PSG decida sobre os procedimentos a serem adotados.
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Fonte:Notícias ao Minuto Brasil

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Jogador sofre ataque cardíaco e morre em campo de Belém

(Foto: Reprodução) – O mundo do futebol é marcado mais uma vez por uma fatalidade em campo. Neste domingo (27), em meio a um jogo, morreu o jogador amador Marcelo Carioca, mais conhecido como ‘Pato Roco’. Segundo informações de testemunhas, ele teve uma parada cardíaca durante a partida que acontecia no Clube dos Sindicatos, próximo ao campo do bairro do Coqueiro, em Belém.

Os amigos do jogador lamentam a morte repentina. Ainda não há informações sobre o local do velório e sepultamento.

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Palmeiras bate o Botafogo e vence a primeira no ano no Paulistão

Palmeiras venceu sua primeira partida em 2019. No primeiro duelo disputado no Allianz Parque neste ano, o Verdão não foi brilhante, mas bateu o Botafogo-SP por 1 a 0 com gol anotado por Deyverson, pela segunda rodada do Campeonato Paulista.

Ainda em início de temporada, os comandados de Luiz Felipe Scolari sofreram com o cansaço, e conseguiram atuar em bom nível por apenas dois 35 minutos. O estreante Zé Rafael foi um dos destaques, ao lado de Dudu e Gustavo Scarpa, mais uma vez o melhor em campo. A nota negativa ficou para Carlos Eduardo, que irritou torcida e treinador em seu primeiro jogo.

Com pouco minutos de jogo, as arquibancadas do Allianz Parque já vibravam pela primeira vez na temporada. O anúncio da derrota do rival Corinthians em duelo contra o Guarani fez a festa dos presentes, que só aumentaria ainda no primeiro tempo.

O trio formado por Zé Rafael, Gustavo Scarpa e Dudu demorou um pouco para se entender em campo: a movimentação e troca de posições entre eles era tanta que, por vezes, dois atletas se concentravam no mesmo setor de campo. Felipão então fixou o camisa 7 pelo lado direito e deixou seus outros dois meio-campistas soltos. O Verdão cresceu.

O abafa alviverde teve chances de Edu Dracena e Deyverson, enquanto o Botafogo assustou apenas uma vez, com Leonan, que teve o gol impedido por Dracena. Com 17 jogados, Dudu balançou as redes pela primeira vez, mas a arbitragem marcou corretamente a falta do craque, que empurrou o zagueiro adversário.

O ímpeto palestrino não diminuiu e aos 20 minutos, Deyverson marcou seu primeiro gol no ano. Scarpa rolou de calcanhar a falta ensaiada para Bruno Henrique encher o pé. No rebote do goleiro, o centroavante mandou para as redes. Destaque para a comemoração, em que o camisa 16 correu na direção do banco de reservas, chamou Borja e celebrou ajoelhado com o colombiano, concorrente por uma vaga no ataque.

Pelo segundo jogo consecutivo, Scarpa foi o melhor alviverde em campo. O meia mostrou o ritmo de jogo que faltou a Dudu em determinados momentos e a calma que Zé Rafael não teve na construção e finalização de algumas jogadas. Nos minutos finais da etapa inicial, porém, nem Scarpa apareceu e o Palmeiras mostrou claro cansaço.
No intervalo, Ricardo Goulart foi apresentado à torcida do Maior Campeão do Brasil, mas ainda sem contar com o camisa 11, que se recupera de uma artroscopia no joelho direito, Felipão fez outra alteração. Para o segundo tempo, Scolari sacou Dudu, que atuou em três tempos completos (dois na estreia no ano) e colocou em campo o reforço Carlos Eduardo.

O reforço de R$ 23 milhões se mostrou liso e chegou a levantar a torcida com os primeiros dribles, mas quem se levantou em sequência foi Felipão, que assim como os torcedores, foi à loucura com a quantidade de passes errados do, coincidência ou não, camisa 23.

Vendo o Botafogo ganhar o meio-campo, mesmo sem assustar, Felipão mexeu de novo e colocou Lucas Lima na vaga de Zé Rafael, que deixou o campo aplaudido pelos torcedores. Na metade do segundo tempo, o trio que fez sucesso nos primeiros 45 minutos terminou de ser desfeito com a entrada de Felipe Melo no lugar de Gustavo Scarpa.

Com o Pitbull, o Verdão retomou a supremacia no meio-campo, mas quase sofreu o empate aos 27 minutos, quando William Oliveira desviou de cabeça a cobrança de falta de Pará. Fernando Prass, bem colocado, salvou o Alviverde.

Mesmo sendo o primeiro jogo em casa no ano, a torcida já deu mostras de irritação com o time. Deyverson perdeu chance clara e causou a ira dos palmeirenses – incluindo Felipão. O comandante, muito irritado, mandou Carlos Eduardo trocar para o lado esquerdo, onde, mesmo sem aparecer muito, sofreu pênalti, desperdiçado por Bruno Henrique.

Longe de ser brilhante, o Palmeiras venceu a primeira no ano, no primeiro jogo como mandante. Valeu pela vitória para dar confiança e pelo que a equipe produziu nos primeiros 35 minutos de jogo, quando esteve melhor fisicamente e com Dudu, Scarpa e Zé Rafael se destacando.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo)

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Corinthians perde para o Guarani pelo paulistão

Ainda não foi dessa vez que Fábio Carille conquistou sua primeira vitória à frente do Corinthians desde o seu retorno do futebol árabe. Depois dos empates com Santos (amistoso) e São Caetano (1ª rodada do Estadual), na noite dessa quarta-feira, o Timão foi surpreendido pelo Guarani de Osmar Loss, justamente o escolhido para suceder Carille à época de sua saída e que não evitou uma derrota dos campineiros na estreia de 2019, frente ao Bragantino.

Gustagol, único destaque positivo do Corinthians nessa segunda rodada do Campeonato Paulista, marcou mais um gol de cabeça. Mas, Diego Cardoso e Rondinelly, em cinco minutos, decretaram a virada do Bugre no Brinco de Ouro da Princesa.

O Corinthians começou a jogo como todo visitante sonha. Com menos de dez minutos, Gustagol aproveitou cobrança de escanteio de Sornoza e mandou para as redes, de cabeça. No lance anterior, o centroavante já havia levado muito perigo pelo alto, mas Ferreira retardou a comemoração do corintiano ao tirar a bola em cima da linha.

A partir daí, o time do Guarani teve de conviver, mesmo que logo cedo, com a pressão das arquibancadas. A cada passe errado ou jogada equivocada, a impaciência entre os bugrinos era evidente.

O placar e o controle aparente acomodaram o time de Fábio Carille. A partida caiu de ritmo e ficou lenta, com um exagero nos passes errados de ambas as partes.

Os minutos finais da primeira etapa, porém, reservaram emoções que poucos no estádio esperavam. Muito menos os corintianos.

Primeira, o velho problema da bola aérea defensiva voltou a atormentar a defesa alvinegra. Dessa vez, Diego Cardoso foi quem aproveitou a desatenção do Corinthians para mandar para as redes de Cássio. Apenas cinco minutos depois, os campineiros tiveram liberdade na entrada da área rival e Rondinelly não titubeou, mandou um chute forte no ângulo, sem chance para o goleiro do Timão.

Assim, atônico, o Corinthians levou a virada e foi para o vestiário em desvantagem.

Durante a segunda etapa, Carille voltou a apostar em Pedrinho no lugar de André Luis, Gustavo Silva na vaga de Richard e Vital na posição de Sornoza. Jadson passou a ser mais participativo, mas Sornoza e Avelar pareciam jogar contra.

O jogo ganhou ares de drama, com o Timão buscando o empate a qualquer custo e o Guarani apostando nos contra-ataques. Nesse cenário, Pedrinho chegou a acertar a trave e Cássio também precisou trabalhar com defesas importantes.

Apesar de tudo, não houve mais alteração no placar, e a torcida local pôde fazer a festa.

Próximos desafios
Agora, Fábio Carille deve alterar significativamente a escalação corintiana para o próximo confronto, diante da Ponte Preta, às 19h do sábado, na Arena. No mesmo dia, às 16h30, o Guarani recebe o Oeste, de novo no Brinco de Ouro da Princesa.
Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press)

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Avião que transportava jogador argentino Emiliano Sala está desaparecido

Emiliano Sala, em imagem de 25 de novembro — Foto: Jean-Francois Monier / AFP

Aeronave desapareceu enquanto sobrevoava o Canal da Mancha. Ela tinha decolado do aeroporto de Nantes (França) e seguia para Cardiff, no País de Gales.

O avião privado que transportava o jogador argentino Emiliano Sala desapareceu enquanto sobrevoava o Canal da Mancha na noite de segunda-feira (21). A informação foi confirmada pelas autoridades francesas da aviação à CNN.

A aeronave, um monomotor modelo Piper Malibu, tinha decolado do aeroporto de Nantes (França) e seguia para Cardiff, no País de Gales. Duas pessoas estavam a bordo.

O avião desapareceu dos radares por volta das 20h30 (horário local) a cerca de 20 km ao norte da ilha inglesa de Guernsey.

O nome de Sala estava na lista de passageiros, afirmou à CNN Frederic Solano, da Direção Geral da Aviação Civil Francesa.

As buscas pela aeronave foram interrompidas temporariamente na madrugada devido ao mau tempo, mas foram retomadas nesta manhã de terça. Dois helicópteros e embarcações britânicas ainda enfrentam más condições meteorológicas em busca de vestígios da aeronave, segundo o “Le Parisien”.

No sábado (19), foi oficializada a transferência do atacante de 28 anos do Nantes para o Cardiff City FC, que atua na primeira divisão inglesa.

Mais cedo, o presidente do Cardiff City, Mehmet Dalman, declarou que o clube estava muito preocupado com as últimas notícias de que uma aeronave havia desaparecido no Canal da Mancha.

“Estamos aguardando a confirmação antes que possamos dizer mais alguma coisa. Estamos muito preocupados com a segurança de Emiliano Sala”, afirmou.
Por G1
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Morre Jackelyne da Silva, ginasta da seleção brasileira, aos 17 anos

A causa da morte ainda não foi divulgada pela família e clube da atleta
A ginasta Jackelyne Silva, de 17 anos de idade (Ricardo Bufolin/CBG/Divulgação)

A ginasta Jackelyne da Silva, de 17 anos, morreu na última quarta-feira, 16, segundo informações divulgadas pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), em suas redes sociais. A atleta estava internada, mas o motivo da morte ainda não foi divulgado. Ela fazia parte do time de ginástica artística do Pinheiros e defendeu a seleção brasileira nas categorias juvenis.

“Recebemos com tristeza a notícia do falecimento da atleta de ginástica artística do clube do Pinheiros, Jackelyne da Silva. Nos solidarizamos com os familiares, amigos e técnicos. Ficam, agora, as boas recordações da ginasta fazendo o que mais amava”, comunicou a CBG, em uma publicação com um vídeo da atleta em uma competição.
A federação paulista de ginástica (FPG) também lamentou a morta de Jackelyne, em suas redes sociais. “A FPG quer expressar aos familiares, amigos e toda a comunidade da ginástica os seus sentimentos pela morte da ginasta Jackelyne da Silva, aos 17 anos. Ela era ginasta do Pinheiros e participava de competições da FPG. O céu ganhou mais uma estrela brilhante”.

O Esporte Clube Pinheiros, por meio de suas redes sociais, se solidarizou com a família da ginasta. “Jack, como era conhecida, fazia parte da equipe pinheirense desde 2010. Seu jeito brincalhão e sua alegria contagiavam todos que convivam com a atleta, dentro e fora dos treinamentos. Em quase 9 anos de convivência, ela fez parte de bons momentos da nossa equipe de Ginástica e o Clube acompanhou seu crescimento, como atleta e como pessoa. Solidário à dor de familiares e amigos, o Pinheiros está acompanhando e prestando todo o suporte possível nesse momento de despedida”, declarou o clube.




Paraense Polyana Viana luta bem, mas perde para americana

(Foto:Reprodução) Lutadora paraense do UFC reage a assalto e deixa ladrão com rosto desfigurado

No último sábado (05), a paraense Polyana Viana foi vítima de uma tentativa de assalto a porta do condomínio onde mora em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Porém, a lutadora de MMA reagiu e saiu ilesa do ato. Já o assaltante…

Polyana foi abordada por um homem enquanto ela esperar o motorista de um aplicativo de transporte. “Quando ele viu que eu tinha percebido a presença dele, ele estava bem perto de mim. Ele me perguntou as horas. Eu disse, mas vi que ele não foi embora. Então pus o celular na minha cintura. Aí me disse: ‘Me passa o celular. Não tente reagir, estou armado’. Ele pôs a mão sobre o parecia ser uma arma, mas percebi que estava maleável. Ele estava bem perto de mim. Foi quando pensei: se é uma arma, ele não terá tempo de sacá-la. E dei dois socos e um chute. Ele caiu e o detive com um mata-leão”, explicou a lutadora ao site “MMAjunkie”, Polyana, de 27 anos, estava esperando um Uber na porta do condomínio em que mora quando foi abordada pelo bandido.

Paraense Polyana Viana estreia no Ultimate com vitória
Sem fragilidade, Polyana Viana vai com força total para segunda luta no UFC

O ladrão foi mantido dominado com uma chave de braço por Polyana até a chegada a polícia. A “arma” usada na tentativa de assalto era feita de papelão.

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/01/07/pesquisa-liderada-por-brasileiros-aponta-que-hormonio-pode-reverter-perda-de-memoria-causada-pelo-alzheimer.ghtml
https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/01/07/pesquisa-liderada-por-brasileiros-aponta-que-hormonio-pode-reverter-perda-de-memoria-causada-pelo-alzheimer.ghtml

Arma de papel usada na ação pelo ladrão. (Foto:Reprodução/MMAjunkie)
Arma de papel usada na ação pelo ladrão. (Foto:Reprodução/MMAjunkie)

Bandido após a ação da lutadora (Foto:Arquivo Pessoal)
Bandido após a ação da lutadora (Foto:Arquivo Pessoal)

Ladrão na delegacia (Foto:Arquivo Pessoal)
Ladrão na delegacia (Foto:Arquivo Pessoal)

Polyana após dominar o bandido (Foto:Arquivo Pessoal)
Polyana após dominar o bandido (Foto:Arquivo Pessoal)

No perfil oficial de Dana White, o chefão do UFC, destacou a ação da paraense: “À esquerda está @Polyana_VianaDF, um dos nossos @UFC lutadores e à direita é o cara que tentou roubá-la”.

TRAJETÓRIA

Polyana tem 26 anos e é de São Geraldo do Araguaia, sudeste paraense. Ela soma dois combates pelo UFC. Um deles foi no evento em Belém, no qual a lutadora venceu Maia Kahaunaele-Stevenson. Em agosto de 2018, ela perdeu para JJ Aldrich por decisão unânime no UFC 227.

A ação com o bandido foi destaque em sites internacionais.

(Com informações do portal Extra)

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Medina é bicampeão mundial de surfe após se classificar à final em Pipeline

Gabriel Medina pega tubo durante etapa de Pipeline ( Imagem: brian bielmann / AFP)

Gabriel Medina é o grande campeão de 2018 do Circuito Mundial de Surfe (WCT). Nesta segunda-feira (17), o brasileiro venceu a semifinal contra o sul-africano Jordy Smith na etapa de Pipeline (Havaí) e garantiu o título.

Depois de se tornar o primeiro brasileiro a ser campeão em 2014, o surfista de Maresias agora volta a fazer história como o único atleta nascido no Brasil a ser bicampeão.

Medina disputava o título com o australiano Julian Wilson, que também passou para a decisão, mas a classificação à final da etapa já garantiu a conquista para o brasileiro, independentemente do resultado do rival.

A bateria começou com tudo. Jordy abriu com 7,33, Medina respondeu com 7,17, mas o sul-africano voltou a pegar belo tudo e recebeu 8,50. Medina surfou outra onda na sequência, mas o 6,33 não foi suficiente para virar o duelo.

O brasileiro voltou para a disputa com nota 9,10 e assumiu a liderança. Jordy ainda ficou perto de retomar a ponta, mas seu 7,27 não foi suficiente. No fim, o surfista de Maresias venceu por 16,27 pontos contra 15,83 do sul-africano.

Na final de Pipeline, Medina enfrentará justamente o australiano Julian Wilson, que venceu Kelly Slater na outra semifinal por 14.20 a 11.17.

Após a conquista, Medina comemorou o feito na saída do mar. “”Foi um ano intenso, estou muito feliz, eu não acho palavras, estou muito feliz, estou muito feliz de ver meus amigos e família felizes por mim. No fim do dia, é o que me faz vir aqui e dar o meu melhor. É tudo sobre o plano de Deus, eu tenho fé, eu tento meu melhor até o final. Estou muito feliz e é para você, Brasil”, disse.

O melhor momento de Gabriel Medina na etapa do Havaí foi nas quartas de final. Em situação complicada e com uma boa desvantagem para Conner Coffin, o brasileiro acertou duas ondas seguidas com notas 9,43 e 10, e se garantiu entre os quatro primeiros.

O surfista de Maresias foi regular durante grande parte da temporada. Depois de estrear com queda precoce em Gold Coast (Austrália) na primeira etapa do ano, ele passou a ser consistente nas etapas seguintes e disparou na segunda metade do ano com duas vitórias seguidas no Taiti e no Surf Ranch (EUA) e outras duas semifinais (França e Portugal) nas últimas quatro etapas antes de Pipeline. Medina assumiu a liderança do ranking após a disputa em território francês e foi premiado com seu segundo título.
Jesse Mendes é campeão da Tríplice Coroa

Outro brasileiro que se beneficiou da vitória de Medina contra Jordy foi Jesse Mendes. Já eliminado da etapa de Pipe, ele conquistou a Tríplice Coroa Havaiana, dada ao surfista com melhor desempenho nas etapas de Pipeline, válida pelo WCT, e de Sunset Beach e Haleiwa, ambas válidas pelo WQS, a divisão de acesso do surfe. O sul-africano era o principal concorrente de Jesse.
Do UOL, em São Paulo
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Atlético Paranaense vence o Junior Barranquilla nos pênaltis e conquista a Copa Sul-americana

Com direito a sofrimento, pênalti perdido na prorrogação e definição nas penalidades depois de empate em 1 a 1 no tempo normal contra o Junior Barranquilla, mesmo placar do jogo de ida, o Atlético Paranaense conquistou pela primeira vez o título da Copa Sul-americana ao fazer 4 a 3. O público na Arena da Baixada foi recorde, com 40.263 pessoas empurrando o Rubro-Negro, mas também vivendo muita tensão.

Impondo seu ritmo desde o começo da partida, o Furacão encontrou seu gol aos 26 minutos do primeiro tempo, com Pablo, que recebeu de Raphael Veiga e tocou na saída do goleiro para abrir a contagem. Depois do intervalo, Téo Gutiérrez, de cabeça, aos 12 minutos, deixou tudo igual.

O Rubro-Negro se junta a Internacional, São Paulo e Chapecoense como brasileiros campeões da competição e, além da vaga da fase de grupos da Libertadores da América, ainda disputarão a Recopa contra o River Plate.

Com apoio do torcedor e jogando onde mais gosta, no gramado da Arena, o Furacão começou a partida tentando impor seu rimo de jogo. O primeiro arremate, entretanto, apenas aos cinco minutos, com Nikão cobrando falta na cabeça de Pablo. O desvio quase matou o goleiro. Um minuto depois, foi a vez de Renan Lodi arriscar o tiro, direto pela linha de fundo. O time colombiano marcava mais do que em sua apresentação em casa na última semana.

Sem conseguir penetrar na defesa do Junior, o chute de longe virou a principal arma rubro-negra. Aos nove minutos, foi a vez de Cirino abrir espaço e chutar, totalmente sem direção. As equipes trocaram muitos elogios amistosos durante a semana, mas o clima não contagiou Pablo e Fuentes, que se estranhavam em campo. Estrela do adversário, Téo Gutiérrez apareceu pela primeira vez aos 12 minutos, deixando Barrera em ótima posição para arrematar, por cima da meta.

A resposta do Atlético, ainda sem ‘h’ no nome, veio aos 15 minutos, com Renan Lodi cruzando na medida pra Marcelo Cirino, que testou para o meio da área, mas sem ninguém para aproveitar. Troca de passes no ataque colombiano, aos 20 minutos, até o chute de Téo Gutiérrez, nas mãos de Santos, que defendeu sem maior problema. Renan Lodi animou o torcedor aos 23 minutos, com um petardo que obrigou Vieira a fazer grande defesa.

O gol estava amadurecendo. Até que, aos 25 minutos, Pablo, o artilheiro atleticano na temporada, recebeu lançamento de Raphael Veiga – que aproveitou falha na saída de bola do Junior – e tocou na saída do goleiro para abrir o placar e ferver de vez o caldeirão. O time de Barranquilla não mostrava a mesma qualidade do primeiro jogo, ainda que tentasse sair para o ataque. Aos 39 minutos, Sánchez cobrou falta fechada e Santos tirou de soco para salvar. Boa recuperação de Nikão, aos 46 minutos, rolando para Lucho chutar, para fora.

Para a etapa final, o Atlético retornou com Rony no lugar de Marcelo Cirino. Logo no primeiro ataque, Pablo invadiu a área e chutou cruzado, com desvio, pela linha de fundo. Aos seis minutos, Nikão cruzou para Rony, que não alcançou a bola. O troco veio dos pés de Luis Díaz, que mandou uma bomba para grande defesa de Santos. O Junior cresceu de produção e chegou ao empate, aos 12 minutos, com Téo Gutiérrez aproveitando cobrança de escanteio para testar e estufar a rede.

Mais perigo ao gol atleticano, aos 15 minutos, com Díaz, que desviou o cruzamento no meio do caminho e viu a bola passar raspando o poste. O Furacão não retornou com a mesma atenção e dava campo para os colombianos jogarem. Léo Pereira falhou, aos 20 minutos, Díaz aproveitou para dominar e chutar cruzado para boa defesa de Santos. Só dava Junior e, aos 21 minutos, Téo Gutiérrez avançou com a bola e chutou pela linha de fundo, com perigo.

Acuado, o Furacão respondeu, aos 23 minutos, em chute de Pablo, que desviou e saiu em escanteio. O contra-ataque do Barranquilla quase foi mortal, com Díaz, recebendo de Téo e batendo na rede, pelo lado de fora. Nas arquibancadas, apreensão total dos torcedores. Aos 31 minutos, Jonathan cruzou para Rony, que chegou a desviar, mas sem direção. A festa virou tensão na Arena com a mudança do panorama da partida. González recebeu, aos 38 minutos, com liberdade, chutou um pouco sem ângulo, para fora. Aos 46 minutos, Veiga cobrou falta e Nikão testou nas mãos do goleiro.

Sem definição no tempo regulamentar, o jogo foi para a disputa de prorrogação. Com o forte calor em Curitiba, além do desgaste pelo final de temporada, os dois times já mostravam estar com problemas físicos. Aos cinco minutos, Nikão tentou o desviou de cabeça, a bola ia sobrar para Rony, mas a defesa colombiana se recuperou. Díaz ensaiou uma bicicleta, aos seis minutos, para defesa de Santos. Esgotados, Pablo e Nikão deixaram o jogo, com o Furacão queimando a até a substituição extra. Aos 12 minutos, Rony cruzou para trás e ninguém apareceu para completar.

No segundo tempo, o desgaste era visível. Aos quatro minutos, González recebeu em velocidade, tentou passar por Santos e foi derrubado pelo goleiro. Pênalti anotado pela arbitragem. Na cobrança, Barrera isolou e desperdiçou uma grande chance, assim como já havia acontecido com o time na Colômbia. Aos oito minutos, Bergson chutou da entrada da área e Viera defendeu coma ponta dos dedos.

A igualdade persistiu e a definição ficou para as penalidades. Narvaéz começou as cobranças e abriu a contagem para o Junior. Jonathan também fez o dele para empatar. Fuentes carimbou a trave. Raphael Veiga, um dos destaques do Furacão, converteu. Pérez marcou o segundo dos colombianos. Bergson foi para a cobrança e não desperdiçou. Téo Gutierrez isolou. Renan Lodi, uma das revelações, mandou para fora. O goleiro Vieira cobrou e fez. Mas, Thiago Heleno marcou o gol do título histórico.
Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Nelson Almeida/AFP)

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River Plate é o campeão da Libertadores

Após 1 x 1 no tempo normal, River virou com 3 x 1 na prorrogação(Foto:Divulgação Conmebol)

Longe de casa, Boca e River se enfrentam na final da Libertadores

Os dois decidiram que a festa do campeão será em Buenos Aires com a torcida
A mais longa das finais da Libertadores está nas mãos do River Plate. Em um jogo dramático, o time venceu o Boca Juniors por 3 a 1, de virada, neste domingo, em Madri, na Espanha. Os gols da vitória foram marcados no segundo tempo da prorrogação após empate por 1 a 1 no tempo normal. O Boca se mostrou um time aguerrido e jogou com dez jogadores após a expulsão de Barrios no segundo tempo e acertou uma bola na trave no final da prorrogação. De virada, o River Plate conseguiu uma vitória épica sobre o maior rival.

O River Plate conquistou seu quarto título da Libertadores e está classificado para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, que começa quarta-feira nos Emirados Árabes. A estreia do representante sul-americano será no dia 18.

A final deveria ter sido realizada no dia 24 de novembro, em Buenos Aires, mas foi adiada por causado pelo ataque ao ônibus do Boca Juniors por parte de torcedores do River Plate. Madri foi escolhida pela Conmebol para receber o jogo decisivo. A Libertadores encerra a edição mais insólita de sua história.

Exatamente como havia previsto o técnico do Boca, Guillermo Schelotto, a partida foi truncada e amarrada. Muito mais pegada que o jogo de ida (2 a 2 na Bombonera). Não havia espaço. O campo “encolheu” tamanha a dedicação dos jogadores à marcação. Toda bola era dividida com carrinho, cara feia e faísca. O espetáculo ficou em segundo plano. Curiosamente, o primeiro cartão amarelo só saiu aos 27 do primeiro tempo para Ponzio.

Os inúmeros erros de passe escancaravam o nervosismo dos rivais, principalmente do River Plate. No final do primeiro tempo, o time de Marcelo Gallardo (fora do banco de reservas por suspensão) não acertou nenhum chute a gol. O Boca começou melhor escorado em um esquema com três atacantes: Benedetto, Pavón e Villa. O time xeneize soube jogar pelas pontas. Aos 9 minutos, Olaza cruzou, Maidana tentou o corte, mas quase fez gol contra. Na sequência, Perez aproveitou o escanteio, mas chutou em cima do goleiro Armani. Vinte minutos depois, a melhor chance do jogo até então veio com Perez (de novo). Ele chutou cruzado, mas o volante Nández não alcançou para fazer o primeiro gol.

As torcidas tomaram posse do Estádio Santiago Bernabéu, com gritos, cantos e bandeiras. Os agentes de segurança só não permitiram as faixas. Atrás de cada gol, um pequeno setor das arquibancadas foi fechado para separar as duas torcidas. Em todos os detalhes, a arena espanhola virou um estádio sul-americano. Os argentinos que percorreram os 10 mil quilômetros de Buenos Aires a Madri levaram para o estádio a mania quase religiosa de cantar o jogo todo. Sem parar. Mostraram aos europeus um jeito próprio de torcer. Paixão tipo exportação.

O jogo deste domingo começou muito antes do apito do árbitro Andrés Cunha. No dia 24 de novembro, o ônibus do Boca Juniors foi alvo de pedradas antes de acessar o estádio Monumental. Jogadores feridos, partida adiada. Depois de dias de entrave para decidir um novo local, a Conmebol anunciou que a partida seria fora da América do Sul, causando insatisfação e reclamação dos dois times. O Boca quer ser declarado campeão; o River queria jogar em seu estádio. Nesse contexto, cada dividida trazia a rivalidade histórica atualizada pelas polêmicas recentes.

O jogo destravou no final do primeiro tempo quando os times aceleraram as jogadas pelos lados do campo. O jogo ficou lá e cá. Foi assim que o Boca abriu o placar aos 43. Depois que o River errou um cruzamento, o uruguaio Nández deu passe excelente em profundidade para Benedetto, que deu um corte espetacular no zagueiro Maidana e tocou na saída de Armani. Golaço. Foi o quinto gol do atacante, carrasco do Cruzeiro e Palmeiras nas fases anteriores da Libertdadores e que já havia marcado na primeira partida da final.

O River Plate adiantou suas linhas para jogar no campo do Boca Juniors e tirou Ponzio, que exagerou nos erros de passe. Entrou Quintero. Mais presente no ataque, os jogadores do River reclamaram muito de uma trombada de Pratto no goleiro Andrada. Queriam pênalti, mas o árbitro nada marcou. Aos 22 minutos, os meias do River, que vinham com uma atuação discreta, mostraram sua qualidade técnica. Fernández tabelou com Palacios e rolou para Lucas Pratto empurrar para as redes. Empate do River: 1 a 1. Pratto, conhecido do torcedor brasileiro pela passagem no Atlético-MG e São Paulo, também completou seu quinto gol no torneio.

O River conquistou transformar seu sistema tático, passou a jogar nas costas dos volantes do Boca e se aproximou da vitória. O time de Gallardo também esteve mais inteiro fisicamente no final do jogo. A superioridade aumentou com a expulsão de Barrios, ainda no primeiro tempo da prorrogação. E virou vantagem númerica no início da etapa final. Quintero, que entrou no lugar de Ponzio e modificou o jogo taticamente, acertou um belo chute no ângulo. Virada do River.

Mesmo com um jogador a menos e Fernando Gago, contundido, sem condições de jogo, o Boca foi à frente e acertou um bola na trave no último minuto da prorrogação. Após a cobrança de escanteio, em que o goleiro Andrada foi ao ataque, o River definiu o placar com Martínez finalizando com o gol vazio.

FICHA TÉCNICA

River Plate 3 x 1 Boca Juniors

Gols: Benedetto, aos 43 do 1º tempo; Pratto, aos 22 do 2º tempo; Quintero, aos 3 e Martínez, aos 16 minutos do 2º tempo da prorrogação.

River Plate: Armani; Montiel (Mayada), Maidana, Pinola e Casco; Pérez, Ponzio (Quintero), Palacios (Álvarez) e Fernández (Zuculini); Martínez e Pratto. Técnico: Marcelo Gallardo.

Boca Juniors: Andrada; Buffarini (Tevez), Magallán, Izquierdoz e Olaza; Nández, Barrios e Pérez (Gago); Pavón, Benedetto (Ábila) e Villa (Jara). Técnico: Guillermo Schelotto.

Juiz: Andrés Cunha (Uruguai).

Amarelos: Ponzio, Pérez, Fernández, Maidana, Barrios e Casco.

Vermelho: Barrios.

Público: 62282 pagantes.

Renda: não divulgada.

Local: Santiago Bernabéu (Espanha).

 

Fonte:Estadão

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