Paysandu goleia o Remo no primeiro clássico de 2019

Com gol contra e duas expulsões, Paysandu goleia o Remo no primeiro clássico de 2019
Paulo Rangel, Nicolas e Rafael Jansen (contra) marcaram para o Paysandu dentro do Mangueirão
Paulo Rangel marcou dois gols para o Paysandu (Akira Onuma / O Liberal)

O Paysandu venceu o primeiro Re-Pa de 2019 e exorcizou o fantasma das quatro derrotas sofridas em clássicos do ano passado. Com o conjunto funcionando e sabendo aproveitar as falhas do Remo, que ainda teve dois expulsos, o Papão conseguiu construir a vitória de 3 a 0, na tarde deste domingo (17), no Mangueirão, em Belém, em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Paraense. Os gols foram de Rafael Jansen (contra), Nicolas e Paulo Rangel, que já é um dos artilheiros do Paysandu na competição com dois gols.

A vitória não só interrompe a sequência de quatro jogos sem vencer o Remo como também colocou os bicolores na liderança do Grupo A2 do Campeonato Paraense. O Papão soma 10 pontos.

Veja como o lance a lance da partida!

Já o Remo precisa absorver mais uma derrota na semana. Foi a segunda derrota em um jogo importante. Na quarta-feira, o Leão foi eliminado pelo Serra, na Copa do Brasil. Mesmo com a derrota para o Paysandu, o Remo segue na liderança do Grupo A1 do campeonato paraense, com 9 pontos.

O próximo compromisso do Paysandu será na quarta-feira contra o Águia de Marabá, às 20 horas, na Curuzu. O Remo vai jogar na quinta-feira contra o Paragomina, às 20 horas, na Arena Verde, em Paragominas. Os jogos são válidos pela quinta rodada do Parazão.

Substituição no início da partida

Remo e Paysandu entraram em campo carregando nas costas toda a responsabilidade que um clássico atrai. O Remo queria a vitória para apagar a eliminação durante a semana na Copa do Brasil e melhorar o ânimo no Campeonato Paraense. Já o Paysandu queria escrever uma nova história na competição e apagar as quatro derrotas sofridas em 2018.

Desde o início, o Paysandu foi melhor em campo. A zaga estava segura, o meio-campo conseguia tocar a bola e o ataque aproveitava os espaços deixados no time azulino.

Para o Remo, nada parecia funcionar. Logo no início da partida, o Leão perdeu seu capitão. Mimica sofreu sozinho uma torção no tornozelo direito e há suspeita de fratura, que só o exame vai confirmar. Ele precisou ser substituído pelo garoto Kevem.

Confusão entre jogadores

Alguns jogadores de Remo e Paysandu estavam nervosos. Os bicolores provocavam e os azulinos respondiam. Em determinado momento, o clima esquentou. David Batista atingiu Bruno Collaço ao tentar pegar uma bola. Jogadores do Paysandu ficaram chateados e começou uma discussão em campo. A discussão resultou no cartão amarelo para o jogador do Remo, que parecia estar bem desestabilizado em campo.

Gol contra do Remo

Aos 12 minutos, o Paysandu abriu o placar no Mangueirão. Mas o gol não saiu dos pés dos bicolores, sim dos azulinos. A jogada começou quando Leandro Lima colocou a bola na área. Caíque Oliveira mergulhou e mandou para o gol, mas Vinícius salvou. Na volta, a bola ficou na área e Djalma chutou em Rafael Jansen. Aconteceu que a bola foi parar na rede e fez a torcida bicolor comemorar.

Expulsão

Aos 21 minutos do primeiro tempo, o Remo ficou com menos um. David Batista pisou no Leandro Lim. O jogador estava pendurado. Mas nem precisou de outro amarelo. O árbitro Dewson Freitas deu logo o vermelho pela falta dura. A partir daí tudo se descontrolou pelo lado do Leão e o Papão soube aproveitar por ter um a mais em campo.

Mais um gol do Paysandu

Com um a mais em campo, o Paysandu controlou o jogo. Aos 35 minutos, veio o segundo gol. Quem marcou foi Paulo Rangel. Paysandu chegou tabelando. Vinícius Leite recebeu de Bruno Oliveira e lançou para Paulo Rangel. Ele chegou batendo de primeira e cruzado para guardar na rede. Foi o primeiro gol do atacante paraense em um Re-Pa.

Para fechar a conta

A segunda etapa começou com o Remo querendo diminuir o prejuízo, mas ainda faltava objetividade na construção das jogadas. Resultado, o Papão conseguiu aproveitar novamente as falhas do adversário e marcou o terceiro. A jogada foi construída dos pés de um ex-azulino. O atacante Elielton tinha acabado de entrar no jogo. Ele deu a assistência para Paulo Rangel marcar mais um na partida. Elielton saiu pela direita, tirou de Echeverría e cruzou. Paulo Rangel manda no contrapé de Vinícius. A bola vai na trave e ainda fica sobre a linha, mas depois entrou no gol.

Comemoração do técnico

Geralmente discreto, dessa vez o técnico do Paysandu não segurou a emocação. O terceiro gol do Paysandu fez o técnico Brigatti comemorar com a torcida. Ele bateu no peito

Faz milagre

O Paysandu ainda poderia ter feito o quarto, mas o goleiro Vinícius fez mais um milagre no jogo. Marcos Antônio bateu curto, Calbergue dominou e devolveu. Caíque Oliveira cabeceou em direção ao gol, mas Vinícius defendeu com o pé direito, salvando o Remo de sofrer uma derrota com muitos gols.

Expulsão e mais uma confusão

No fim da partida, ainda teve expulsão e confusão. O volante Vacaria foi expulso. Ele não aceitou muito bem e começou uma confusão com jogadores do Paysandu. Mas ninguém entrou na briga e os companheiros pediram para o volante se retirar do gramado.

Comemoração e tristeza

O primeiro Re-Pa de 2019 terminou com a comemoração dos jogadores do Paysandu com a torcida. Eles foram para perto dos torcedores e agradeceram pelo apoio do início ao fim do jogo. Já os jogadores do Remo foram para os vestiários lamentando a derrota.

FICHA TÉCNICA

Remo x Paysandu
4ª rodada do Campeonato Paraense

Local: Estádio do Mangueirão – Belém (PA)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas (Fifa)
Assistentes: Márcio Gleidson Dias e Rafael Ferreira Vieira

Remo: Vinícius; Djalma, Mimica (Keven), Rafael Jansen e Ronaell (Echeverría); Vacaria, Diogo Sodré (Mário Sérgio) e Welton; Henrique, David Batista e Gustavo
Técnico: João Nasser

Paysandu: Mota; Bruno Oliveira, Micael, Victor Oliveira e Bruno Collaço; Caique Oliveira, Marcos Antônio e Leandro Lima (Alan Calbergue); Vinícius Leite (Elielton), Paulo Rangel (Paulo Henrique) e Nicolas
Técnico: João Brigatti

Gols: Rafael Jansen (contra) (12’/1ºT), Paulo Rangel (35’/1ºT), Nicolas (29’/2ºT)

Cartão Amarelo: David Batista, Vacaria, Rafael Jansen, Gustavo (Remo); Bruno Collaço, Caíque Oliveira, Bruno Oliveira (Paysandu)
Cartão Vermelho: David Batista, Vacaria

Público: 19.314 (16.684 pag. e 2.630 cred.)

Renda: R$ 527.210,00

 

https://youtu.be/GQW8yga5MXQ

 

Por:Andreia Espírito Santo/ORM
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Vasco bate Fluminense e conquista a Taça Guanabara

Em um decisão tumultuada pela briga de dirigentes, o Vasco conquistou a Taça Guanabara ao derrotar o Fluminense por 1 a 0, com gol marcado por Danilo Barcelos, de falta, no segundo tempo. O jogo começou de portões fechados, mas a confusão que aconteceu no entorno do Maracanã entre torcedores e policiais fez a Justiça rever a posição inicial e permitir a presença de torcedores no estádio, o que aconteceu a partir dos 30 minutos do primeiro tempo.

Agora o Vasco que chegou a 100% de aproveitamento na competição teve garantida a vaga na semifinal do Campeonato Carioca com a vantagem do empate.

O jogo foi muito equilibrado e acabou decidido em uma cobrança de falta. O Fluminense teve mais posse de bola e chegou a criar três chances claras, mas não foi feliz nas conclusões. Com o apoio da sua torcida, em número bem superior, o Vasco conseguiu ser mais objetivo e foi premiado com o gol que devolveu a Taça Guanabara para o clube de São Januário.

Diante de um Maracanã vazio, Vasco e Fluminense começaram a partida com muita disposição ofensiva. E o Vasco chegou, pela primeira vez, com perigo, aos quatro minutos. em cruzamento de Danilo Barcelos, mas a zaga tricolor desviou para escanteio que não resultou em qualquer ação objetiva.

Aos seis minutos, o Fluminense recuperou a bola na intermediária e Yony González chutou rasteiro e a bola passou muito perto da trave direita de Fernando Miguel. Aos dez, após cobrança de escanteio, o goleiro Rodolfo hesitou e o atacante Yony González apareceu na sua área para cabecear e afastar o perigo.

O time dirigido por Alberto Valentim se mostrava mais objetivo e, aos 14 minutos, após lançamento na área, Marrony escorou de cabeça para Pikachu, mas o goleiro Rodolfo se antecipou e ficou com a bola.

O Fluminense apareceu, pela primeira vez com perigo, aos 17 minutos. Após bola levantada na área, a zaga aliviou o perigo e a bola sobrou para Everaldo que, de fora da área, mandou rasteiro, mas o goleiro Fernando Miguel defendeu com segurança.

Depois do tempo técnico, o jogo seguiu em ritmo lento, com o Vasco assumindo uma postura mais ofensiva, enquanto o Fluminense tocava a bola com tranquilidade, enquanto tentava descobrir espaços na defesa cruz-maltina.

Aos 27 minutos, o Vasco arrancou com Bruno César que penetrou pela intermediária e chutou forte, mas a bola foi desviada pela zaga tricolor. Aos 30, torcedores dos dois clubes, principalmente do Vasco, começaram a entrar no estádio depois que a justiça voltou atrás na decisão inicial e autorizou a abertura dos portões, depois de ter presenciado a confusão entre torcedores e policiais na entrada do Maracanã.

Com 38 minutos de bola rolando, após boa troca de passes, Daniel lançou Marlon que cruzou, mas a zaga salvou. Logo depois, Yony González entrou em velocidade e bateu, mas Fernando Miguel fechou o ângulo e defendeu com o rosto, evitando o primeiro gol do Fluminense.

Nos minutos finais, o Vasco apenas se defendia, tentando bloquear o toque de bola da equipe tricolor que não conseguia criar chances reais para marcar.

O Vasco voltou para o segundo tempo com o atacante Rossi na vaga de Bruno César, enquanto o Fluminense retornou com Dodi na vaga de Daniel. E o time de São Januário voltou mais agressivo, principalmente porque sua torcida lotava o setor destinado a ela no Maracanã.

Logo no primeiro minuto, Lucas Mineiro aproveitou uma sobra e bateu com perigo. Aos três minutos, foi a vez de Yony González desperdiçar uma grande chance para o Fluminense, chutando por cima do travessão depois de receber dentro da área. Aos dez, Bruno Silva não teve condições de prosseguir e foi substituido por Caio Henrique.

O Vasco não dava mais liberdade para o adversário tocar a bola com tranquilidade e pressionava a saída de bola da defesa tricolor. Só aos 17 minutos é que o time dirigido por Fernando Diniz voltou a dar sinal de vida, em arrancada de Caio Henrique pela direita, mas o cruzamento saiu com defeito. Logo depois, Luciano desperdiçou uma chance incrível para marcar ao cabecear para fora, quando estava livre na pequena área, após lançamento preciso de Everaldo.

Aos 20 minutos, Leandro Castán se atrapalhou na pequena área e quase permitiu que Everaldo se aproveitasse da falha, mas o zagueiro conseguiu se recuperar.

Com o passar do tempo, a partida ficou intensamente disputada com os jogadores mostrando muito empenho nas jogadas divididas. O Fluminense seguia com mais posse de bola, mas o Vasco tentava encurtar os espaços do adversário. Aos 28 minutos, após cruzamento de Marlon, Fernando Miguel se atrapalhou ao tentar defender e Leandro Castán afastou o perigo.

Pressionado por Marrony, foi a vez do goleiro Rodolfo hesitar na devolução de bola e quase se complicou, mas acabou mandando a bola para escanteio.

Insatisfeito com a produção do ataque, Alberto Valentim tentou dar mais força ofensiva ao time e colocou o atacante Ribamar na vaga do volante Raul.

Aos 35 minutos, o Vasco marcou o primeiro gol. O lateral Danilo Barcelos cobrou a falta que passou por todo mundo e acabou entrando no canto direito de Rodolfo.

Sem outra alternativa, o Fluminense partiu para tentar o empate, enquanto o técnico Alberto Valentim fez uma substituição mais cautelosa, trocando o atacante Marrony pelo volante Andrey.

O Vasco recuou para defender a vantagem e deixou apenas Ribamar na frente. Nos acréscimos, os jogadores se desentenderam após falta sobre Marquinhos Calazans e o árbitro recorreu ao VAR para avaliar a confusão e mostrou cartão vermelho para o atacante Luciano, gerando mais reclamações por parte dos jogadores tricolores.

Na cobrança, a bola acabou nas mãos de Fernando Miguel, acabando com as esperanças dos tricolores e dando início à festa dos cruz-maltinos..

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FONTE:Gazeta Esportiva (foto: Foto: Rafael Ribeiro/CRVG)

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Fluminense marca nos acréscimos, elimina o Flamengo e vai à decisão

(Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Merço/arquivo)) – Com um gol marcado por Luciano, nos acréscimos, o Fluminense derrotou o Flamengo por 1 a 0, no clássico disputado na noite desta quinta-feira, no Maracanã, diante de mais de 50 mil pessoas. Com a vitória, o Tricolor das Laranjeiras  quebrou a invencibilidade do adversário e garantiu a vaga na decisão da Taça Guanabara, diante do Vasco, no próximo domingo, também no Maracanã.

O jogo foi caracterizado por muito equilíbrio e jogadas ríspidas que renderam 12 cartões amarelos aos jogadores das duas equipes. O Fluminense teve mais posse de bola, mas o time dirigido por Abel Braga criou as melhores oportunidades para marcar durante os 90 minutos. Quando tudo indicava que o Rubro-negro ficaria com a vaga, o Fluminense marcou e calou a torcida adversária que já fazia festa no estádio.

Antes da partida, muitas homenagens foram feitas aos jovens jogadores do Flamengo que faleceram num incêndio, nos alojamentos das categorias de base mo Ninho do Urubu.  O Fluminense entrou em campo com camisas especiais e a torcida rubro-negra lembrou dos atletas em diversos momentos do jogo.

Quando a bola rolou depois de várias homenagens às vítimas da tragédia no Ninho do Urubu, o Flamengo partiu para o ataque, tentando manter a posse de bola nas proximidades da área tricolor. Aos seis minutos, após falta marcada na intermediária, Diego mandou a bomba, mas a bola encobriu o travessão defendido por Rodolfo.

O Fluminense tocava a bola com tranquilidade e só construiu a primeira jogada de ataque aos nove minutos. E após lançamento de Daniel, Everaldo recebeu livre, mas chutou fraco, facilitando a defesa de Diego Alves. Aos dez minutos, a torcida do Flamengo homenageou os dez garotos mortos no incêndio.

O Tricolor tinha mais posse de bola, mas encontrava dificuldades para penetrar na defesa rubro-negra.

Aos 14 minutos, Gabriel descobriu Bruno Henrique na área, mas Airton chegou junto e bloqueou a conclusão do atacante rubro-negro. O Fluminense respondeu com uma cabeçada de Matheus Ferraz que encobriu o travessão de Diego Alves. Logo depois foi a vez de Daniel arriscar, mas a bola passou longe da trave.

Como costuma acontecer nos times dirigidos por Fernando Diniz, o Fluminense ficava muito tempo com a bola nos pés, enquanto o Flamengo tentava quebrar o ritmo do adversário para tentar recuperar a bola e sair em velocidade.

No ataque do Flamengo, Gabriel tentava se deslocar pelos lados do campo para abrir espaços, mas a defesa do Fluminense mantinha os caminhos fechados para o ataque do time da Gávea.

Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio, o zagueiro Rhodolfo subiu mais do que a defesa tricolor e cabeceou forte, mas o goleiro Rodolfo fez grande defesa, evitando o primeiro gol do Flamengo.

O Fluminense só voltou a aparecer na área do adversário aos 32 minutos, quando Marlon cruzou e Luciano, de costas, cabeceou para fácil defesa de Diego Alves.

Aos 40 minutos, Everaldo trombou com a marcação dentro da área e caiu pedindo pênalti, mas o árbitro nada marcou. Os tricolores pediram a interferência do VAR, mas o juiz mandou o jogo seguir.

Segundo tempo equilibrado e muita emoção no final
O Fluminense voltou para o segundo tempo com o meia Dodi no lugar de Daniel. Aos quatro minutos, após cobrança de escanteio, Gabriel cabeceou e Rodolfo fez a defesa em dois tempos.

O Fluminense assustou aos 11 minutos quando Rodrigo Caio errou o passe e a bola ficou com Tonny González, mas o atacante foi bloqueado por Cuéllar na hora do chute. Três minutos, Everaldo fez bom passe para González. O colombiano invadiu a área e bateu cruzado para boa defesa de Diego Alves.

Mais agressivo, o time dirigido por Fernando Diniz pressionava em busca do gol, principalmente com Everaldo que caía pelas extremas e levava vantagem sobre os marcadores.

O Flamengo só respondeu aos 17 minutos quando Gabriel desarmou Marlon e tocou para Bruno Henrique que concluiu mal e mandou para fora.Depois da parada técnica, a o time dirigido por Abel Braga voltou a ameaçar quando Bruno Henrique cabeceou e Rodolfo defendeu com dificuldade.

O Fluminense também chegou com perigo com Luciano que recebeu de Yonny González e bateu na rede, pelo lado de fora.

A torcida rubro-negra vibrou muito quando o técnico Abel Braga chamou o uruguaio Arrascaeta. Ele entrou na vaga de Éverton Ribeiro que teve atuação apagada. Já Fernando Diniz colocou o meia Marquinhos Calazans no lugar do lateral Ezequiel, tornando o Fluminense mais ofensivo. Logo depois, ele trocou Marlon pelo meia Caio Henrique, deixando a equipe com laterais improvisados e uma formação muito ofensiva.

Aos 36 minutos, Arrascaeta fez ótimo passe para Gabriel que concluiu para defesa difícil de Rodolfo.

Nos minutos finais, o jogo ficou aberto com as duas equipes procurando a marcação do gol da vitória. Aos 42 minutos, Vitinho recebeu de Arrascaeta e concluiu para a defesa de Rodolfo. Os atacantes do Flamengo reclamaram muito do Vitinho porque entravam livres na área tricolor.

Aos 47 minutos, o Fluminense marcou o gol da vitória. Airton desarmou Arrascaeta, lançou Yonny González que cruzou para a conclusão perfeita de Luciano, definindo o resultado da partida.

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Corinthians empata com Racing no finalzinho do jogo em duelo pela Sul-Americana

A fase de Gustagol é realmente incrível. Na noite dessa quinta-feira, o centroavante balançou as redes aos 43 minutos do segundo tempo, chegou ao seu sexto tento em nove partidas no ano e impediu a derrota do Corinthians diante do Racing em plena Arena de Itaquera. O empate por 1 a 1 manteve o Timão vivo na luta por uma vaga na segunda fase da Copa Sul-Americana. O reencontro está marcado para o dia 27, em Avellaneda, Buenos Aires. O empate sem gols servirá aos argentinos em função do gol marcado fora de casa.

A roda feita pelo time do Corinthians segundos antes da boal rolar deu clara mostra do que os jogadores estavam dispostos. Soou o apito inicial e foi possível perceber uma disposição muito semelhante ao que se viu no Derby do Allianz Parque. Uma formação no 4-3-3, com marcação alta e muita disciplina, principalmente sem a bola.

A estratégia dificultou a saída de bola dos argentinos, mas, em pouco tempo ficou claro que era Cássio que estava com maiores problemas para usar os pés em sua defesa. Por muito pouco o goleiro corintiano não entregou um gol ao adversário por duas vezes no primeiro tempo.

O equilíbrio era a tônica do jogo quando dois lances determinaram o placar. Primeiro, os mandantes tiveram a oportunidade de abrir o placar com Vagner Love, cara a cara com Arias. O atacante do amor, no entanto, parou no goleio de Avellaneda.

Pouco depois, um erro de Sornoza somado ao azar de Henrique e à lentidão de Manoel culminaram no gol do ex-vascaíno Ríos, em chute cruzado, sem chance para Cássio.

Fábio Carille alterou o sistema duas vezes, tentou o 4-2-3-1, mas, a exceção de algumas jogadas aéreas com Gustagol, o time do Corinthians não conseguia encaixar seu jogo. Nem por isso o técnico mudou a escalação no intervalo.

O panorama não se alterou muito, apesar da bola ter passado a ficar mais tempo nos pés dos corintianos. Atrás, Cássio causava calafrios nos torcedores a cada bola recuada. Carille então apostou em Clayson, promoveu a estreia no ano de Sérgio Díaz e colocou ainda mais velocidade com Pedrinho. Ramiro, Love e Jadson foram os escolhidos a sair. A decepção ficou por Mauro Boselli, que não pôde enfrentar seus conterrâneos, apesar de toda vontade demonstrada na beira do campo, durante o aquecimento.

Confira este e outros vídeos em videos.gazetaesportiva.com No fim, o Timão pressionou na base da vontade e do talento individual. Chance real de gol, de fato, não houve. O Racing pouco fez nos 45 minutos finais, mas claramente estava satisfeito com o desenrolar da partida.

A torcida já não cantava tão alto quando, de repente, talvez na única forma capaz do Corinthians chegar ao gol, o empate veio. Sornoza cobrou falta na área e Gustagol saltou mais alto que a marcação para cabecear firme. Bola no chão e no ângulo do Racing.

No fim, o empate deu ao Corinthians alívio e um pouco mais de tranquilidade para seguir vivo no confronto pela Sul-Americana e não colocar ainda mais pressão em cima da equipe antes do clássico com o São Paulo, pelo Campeonato Paulista, agendado para domingo, às 19h (de Brasília), de novo na Arena de Itaquera. O Racing voltará ao campeonato nacional, onde é líder e está vivo na briga pelo título.
Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

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A derrota impactante do Remo e o jejum que está no caminho do Paysandu

Torcedores se reuniram para assistir à partida na sede social do Remo (Akira Onuma / O Liberal)
Jejum: há 10 jogos o Papão não vence no Mangueirão

Paysandu 1 x 0 Náutico, gol de Bérgson, em 18 de julho de 2017, última vitória do Papão no Mangueirão. O jejum está em dez jogos: 1 x 2 Ceará, 0 x 0 Paraná, 0 x 1 América Mineiro, 1 x 2 Goiás, 1 x 2 Remo, 0 x 1 Remo, 1 x 2 Remo, 0 x 1 Remo, 1 x 1 Atlético Itapemirim, 0 x 1 Fortaleza. Foram oito derrotas e dois empates, com o Papão tomando 13 e fazendo apenas 5 gols.

Para o clube alviceleste, uma vitória já seria redentora mesmo sem tabu. Por essa escrita e pelo fato de o Remo ter sido vencedor nos últimos quatro Re-Pas, a vitória seria ainda mais importante para os bicolores, que tratam o clássico como se já valesse título, embora apenas um jogador do elenco tenha vivido essa escrita, o zagueiro Perema. Quase todo o time vai ter domingo o seu primeiro Re-Pa.

Uma derrota impactante para o Leão

O Bragantino, em êxtase por ter despachado o ASA, espera pela Aparecidense/GO. O Paysansu só estreia em maio. O Remo e o São Raimundo já se despediram da Copa do Brasil.

Água na fervura remista! A derrota para o Serra impacta no moral da equipe às vésperas do Re-Pa. O clube perde dinheiro e ganha um peso extra para carregar no clássico, agora em clima adverso.

BAIXINHAS

* Paysandu fomentando espírito de aguerrimento para domingo, como tanto pede o Re-Pa. O time tem consciência de que o rendimento está abaixo do que foi planejado e que precisa compensar na superaçao, com imposição fisica.

* Djalma no Leão e Elielton no Papão vão viver as emoções do Re-Pa como adversários de quem já defenderam. Djalma foi bicolor de 2011 a 2016. Elielton foi azulino somente na temporada 2018.

* Como goleiro, Brigatti vivenciou o Re-Pa no banco do Remo em 1994. Era reserva de Clemer, que não lhe deu a menor chance de jogar. O terceiro goleiro azulino era Ivair. Vinte anos depois, Brigatti reviveu o Re-Pa pelo.lado bicolor, como auxiliar de Mazola Júnior. Domingo, finalmente ele será titular da função no Re-Pa.

* Dupla expectativa, hoje, nas providências para o Re-Pa, para definição da arbitragem e do limite de público (22 mil ou 35 mil lugares). O gramado estará bom no domingo, mas ficaria bem melhor sem os treinos do Paysandu ontem e do Remo amanhã.

* Quatro jogos do São Francisco, quatro do São Raimundo e quatro do Tapajós neste Parazão. Até agora só uma vitoria santarena (Tapajós 1 x.0 Tuna). Dupla Rai-Fran na “lanterna” dos dois grupos. Hoje tem Tapajós x Castanhal.

* Quem foi mais jogador, Dema ou Jobson? Votação de igual pra igual na enquete da coluna no oliberal.com, no clima do Re-Pa.

Fonte: Carlos Ferreira.

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Golfistas brasileiros iniciam temporada de olho nos Jogos de Tóquio 2020

Golfistas brasileiros com vistas aos Jogos Olímpicos de Tóquio (CBGolfe)

Adilson da Silva, Alexandre Rocha, Rafael Becker, Rodrigo Lee e Felipe Navarro representam o país em circuitos internacionais
Os principais golfistas do Brasil iniciam a temporada de 2019 de olho nos Jogos de Tóquio 2020, que tem como base de classificação o ranking olímpico, baseado no ranking mundial

Adilson da Silva, Alexandre Rocha, Rafael Becker, Rodrigo Lee e Felipe Navarro são os representantes do país em circuitos internacionais, com potencial para buscar uma vaga no Japão.

A corrida olímpica começou em 1º de julho de 2018 e prossegue até 22 de junho de 2020, com base nos pontos do Ranking Mundial (OWGR). Classificam-se apenas 60 jogadores, com limite de dois por país (quatro, se estiverem entre os Top 15 do mundo).

Após ficar de maio a agosto do ano passado sem competir, por conta do nascimento de suas filhas gêmeas, Adilson da Silva retornou às competições no fim do ano e alcançou um feito histórico. Tornou-se o primeiro brasileiro a conquistar um título na Ásia, com o Taiwan Masters.

“Este ano vou continuar a jogar no Tour Asiático, no Sunshine Tour e espero jogar alguns torneios no European Tour. Meu putter está bem melhor, então estou começando a me sentir com mais confiança no campo. No geral eu ainda gosto muito de jogar torneios, de treinar e sinto que posso vencer”, afirma Adilson.

No último fim de semana, Adilson voltou a ter grande atuação e terminou em oitavo lugar o RAM Cape Town Open, etapa do Sunshine Tour, o circuito profissional da África do Sul. O torneio, disputado no Royal Cape Golf Club, em Cape Town, rendeu ao brasileiro mais alguns pontos para os rankings Olímpico e Mundial de Golfe.

Rafa Becker tem forte nesta expectativa neste ano. “Minha expectativa para a temporada é muito boa, estou treinando forte. Já estava trabalhando com a equipe da Academia Tiro Certo, que agora está com a CBGolfe, e acho que vai ser muito bom treinar a distância e também no Brasil, com outros jogadores de alto rendimento”, destacou.

Outros três brasileiros terão cartão para o PGA Tour Latino América, Alexandre Rocha e Rodrigo Lee, por terem ficado entre os 60 melhores da última temporada; e Felipe Navarro, que conquistou um cartão para a primeira metade da temporada ao ficar em sexto lugar no QSchool realizado no Campo Olímpico do Rio, na última semana.

Fonte:O Liberal.

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libertadores- Galo x Danubio: Atlético abre 3 a 0, sofre ‘apagão’, mas se classifica no Horto

Ricardo Oliveira, duas vezes, e Luan abriram o placar para o alvinegro no Independência, que viu time uruguaio marcar duas vezes e pressionar (Foto: Ramon Bitencourt/ O Tempo)

O que parecia fácil, não se refletiu na prática. Depois de abrir 3 a 0 em 30 minutos de jogo, o Atlético deixou o Danubio fazer dois e, com a vitória por 3 a 2, se garantiu na terceira fase prévia da Copa Libertadores. O primeiro jogo, em Montevidéu, terminou 2 a 2. No agregado: 5 a 4 para o Galo.

Os gols

O primeiro gol alvinegro saiu com Luan, pegando o rebote do goleiro Cristóforo, aos 14 min. O segundo, coube a Ricardo Oliveira, que arrancou, sofreu o pênalti e converteu, aos 25 min. Mais dois minutos e, de novo, o Pastor, em noite inspirada, fez o segundo dele, o terceiro do Galo. Em cobrança de pênalti, o Danubio descontou aos 46 min da primeira etapa. Aos 12 min da segunda etapa, Siles fez o segundo do time uruguaio.

Atuação do árbitro

O árbitro argentino Patricio Loustau cometeu alguns erros técnicos na partida e distribuiu cartões, a maior parte deles para atleticanos. Ele assinalou dois pênaltis no jogo. O de Cristóforo em Ricardo Oliveira mostrou-se acertado. O de Patric em Onetto, o atleticano levantou demais a perna dentro da área e o árbitro poderia assinalar falta em dois lances.

Destaques

Ricardo Oliveira, sem dúvida, vive um começo de ano mágico. Ele fez dois gols nestaterça-feira e, com os outros dois na primeira partida, já soma quatro e é o artilheiro da competição. Já são nove gols em cinco partidas na temporada.

Comportamento da torcida

A torcida do Galo estava com saudade do clima de Libertadores e encheu o Horto em sua capacidade máxima. Estiveram presentes 22.205 torcedores.

Polêmicas

No segundo gol uruguaio, a torcida do Atlético se dividiu entre os méritos para Siles, que achou um belo chute de longe, e uma possível falha do goleiro Victor.

Próximos adversários

Sábado, o Atlético tem compromisso pelo Campeonato Mineiro, contra o Tupi, às 19h, no Independência. O Galo deve jogar com os reservas já que, no próximo meio de semana, o alvinegro faz o primeiro jogo da terceira fase da Copa Libertadores. O adversário sai do confronto entre Barcelona-EQU e Denfensor Sporting-URU, que jogam ainda nesta terça-feira.

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Por:Thiago Nogueira | @SupernoticiafmGALO

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Lateral do Paysandu rebate “quatro peias” para o Remo: “95% do elenco é novo”

Bruno Oliveira será o titular do Paysandu no Re-Pa (Jorge Luiz / Paysandu)

Primeiro Re-Pa desta temporada de 2019 está marcado para as 16h deste domingo (17), no Mangueirão, em Belém

Único lateral direito de origem do elenco e titular absoluto do Paysandu, Bruno Oliveira já respira o clima do primeiro Re-Pa da carreira e fez questão de rebater o passado recente do clube no clássico. Remo e Paysandu se enfrentarão às 16h deste domingo (17), no Mangueirão, em Belém, com transmissão lance a lance pelo portal OLiberal.com.

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Felipe Marques foi destaque do Remo. Victor Lindenberg deixou o Paysandu sem deixar saudade (Igor Mota / O Liberal)

Em 2018, os dois clubes se enfrentaram quatro vezes e o Leão venceu todas, mas Bruno Oliveira disparou: “Temos a consciência de que é um jogo importante e que no passado tiveram as derrotas, mas estamos tranquilos quanto a isso porque 95% do elenco não esteve presente nesses jogos anteriores. Vamos entrar bem focados e sabendo da importância desse jogo”.

Apesar de não ter participado, Bruno contou que todos no Paysandu sabem o que uma derrota no dérbi pode provocar dentro de um clube. “O clássico é falado desde a apresentação. Estamos cientes de que é o jogo principal. A derrota traz grandes prejuízos. Em todos os clássicos do Brasil é assim: quando um perde, acontece uma crise na semana. É por isso que vamos buscar a vitória.”

Preparação

Os treinamentos já estão voltados para o Re-Pa. Aliás, Bruno Oliveira revelou que o técnico João Brigatti já está, inclusive, “desenhando” a equipe que entrará como titular no duelo.

“A semana é de estudos. O Brigatti já está desenhando a equipe. Vamos ter a análise do nosso jogo contra o Castanhal e também assistir à análise do jogo do Remo para montarmos a melhor estratégia e não sermos surpreendidos em campo”, disse.

Outro ponto destacado é o fato de o Remo ter um jogo eliminatório no meio da semana. O Leão enfrentará o Serra (ES), às 19h30 (horário de Belém) desta quarta-feira (13), no Espírito Santo, com a missão de vencer para avançar à segunda fase da Copa do Brasil. O compromisso remista é visto como algo que pode ser considerado uma vantagem para os bicolores.

“Em relação ao desgaste físico e psicológico, sim (é uma vantagem para o Paysandu). Mas clássico é clássico e não tem fator de jogo no meio da semana que possa interferir tanto assim. Eles (Remo) virão com sangue no olho e nós também estaremos com sangue no olho desde o início”, garantiu Bruno.

Responsabilidade

Diante de um clássico que traz uma cobrança extra por vitória, o lateral do Papão fez questão de ressaltar que o trabalho mental dentro do clube é justamente o de combate à preocupação exagerada.

“A responsabilidade existe em todos os jogos, mas por se tratar de um Re-Pa estaremos bem mais ligados e focados. Não vemos pressão e nem devemos ver para não chegar ao dia do jogo com um peso a mais nas costas. Para nós, é um jogo-chave em que a vitória fará a torcida vir mais ainda ao estádio, algo que vai ser muito importante para a nossa continuidade no campeonato”, concluiu.

Fonte:Redação Integrada

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Morre Gordon Banks, autor da maior defesa do futebol e campeão mundial em 1966

Gordon Banks e Pelé num reencontro histórico (Arquivo/Memória Futebol)

O goleiro foi conhecido por ter feito a maior defesa da história do futebol, em lance protagonizado ao impedir um gol de cabeça de Pelé, na Copa de 1970

Gordon Banks, campeão do mundo pela Inglaterra em 1966, morreu nesta terça-feira. O ex-goleiro é conhecido por ter feito aquela que é considerada a maior defesa da história do futebol, em lance protagonizado ao impedir um gol de cabeça de Pelé, na Copa de 1970. Sem especificar as causas da morte, o Stoke City, clube que defendeu entre 1967 a 1972, confirmou a informação: “Nós estamos devastados em perdê-lo, mas temos tantas boas memórias e não poderíamos ter mais orgulho dele.”

Banks estava com 81 anos. O goleiro foi titular em todos os jogos da única conquista de Copa do Mundo da Inglaterra, em 1966, o que incluiu a final contra a então Alemanha Ocidental, vencida por 4 a 2, na prorrogação. Já em 1970, a equipe não foi além das quartas de final, quando caiu para os alemães ocidentais – o jogo da defesa histórica no cabeceio de Pelé foi válido pela fase de grupos e terminou com vitória brasileira por 1 a 0, graças a um gol de Jairzinho.

No total, Banks disputou 73 jogos por sua seleção nacional, o que incluiu, também, a participação na Eurocopa de 1968. Um dos maiores nomes da história da sua posição ao lado de lendas como Yashin e Zoff, Banks foi eleito o melhor goleiro do ano em seis oportunidades pela Fifa.

Ele defendeu o Chetersfied, o Leicester e o Stoke na sua carreira na Inglaterra, tendo sido campeão da Copa da Liga Inglesa em duas oportunidades, em 1964 e 1972. Sua carreira, porém, foi atrapalhada por um acidente de carro em 1972, que lhe tirou a visão de um dos olhos. Fora do futebol inglês, teve passagens por Cleveland Stokers e Fort Lauderdale Strikers, ambos nos Estados Unidos, o Hellenic, na África do Sul, e o St Patrick’s Athletic, na Irlanda.

Em 2015, foi revelado que Banks realizava tratamento contra câncer renal. Apesar disso, a causa da sua morte não foi detalhada pelo Stoke. “É com grande tristeza que anunciamos que Gordon faleceu tranquilamente durante a noite”, afirmou o Stoke.

Fonte:O Liberal.

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Remo conquista o título do primeiro turno do Campeonato Paraense Masculino de Vôlei

Time do Remo que conquistou o primeiro turno do Campeonato Paraense Masculino de Vôlei (Mailson Teixeira)

O jogo foi realizado no último domingo contra a Tuna Luso. O time do Remo venceu por 3 sets a 0

O Clube do Remo venceu a Tuna Luso e conquistou o título do primeiro turno do Campeonato Paraense Masculino de Vôlei – categoria Adulto. O jogo foi realizado na tarde do último domingo (10), no Ginásio Serra Freire.

O time do Remo é formado por jogadores da equipe sub-23 e conseguiu vencer a Tuna Luso por 3 set a 1. O placar foi 14X25/ 25X15/ 25X17/ 25X20. Um jogador do Remo ainda conseguiu o trófeu de melhor atleta da partida, Wellington Monteiro.

Para o treinador de vôlei do Remo. Zeca Sodré, o título mostra a maturidade da equipe azulina. “A equipe sub-23 do Remo está competindo no Campeonato de Vôlei Adulto. Pela faixa etária eles começaram a competição não muito bem. Mas na final se mostraram uma equpe aguerrida, unida. Fizeram muitos bloqueios, o que nos ajudou muito”, comentou.

Zeca Sodré ainda destacou a maturidade e concentração dos jogadores. Para conquistar o título, o Remo precisava vencer a Tuna por 3 sets a 0 ou e sets a 1. “A concentração da equipe em saber que só ia ser campeão do primeiro turno se vencesse por 3 a 1 ou 3 a 0 também foi muito importante. Eles conseguiram o resultado”, contou.

Fonte:Redação Integrada

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