Cruzeiro vence o Emelec no Equador e mantém 100% na Libertadores

Por:Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) _ O Cruzeiro deu um passo importantíssimo para conseguir a classificação ao mata-mata da Copa Libertadores na noite desta quarta-feira. Jogando no Estádio George Capwell, em Guayaquil, a equipe de Mano Menezes segurou o ímpeto do Emelec e triunfou por 1 a 0, com gol de Rodriguinho ainda na primeira etapa, em partida válida pela terceira rodada da Fase de Grupos.

Com o resultado, o Cruzeiro mantém o 100% na competição, segue na liderança do Grupo B e chega aos nove pontos, mantendo a situação tranquila na chave. O Emelec, por sua vez, estaciona nos dois pontos e fica em situação delicada para conseguir a classificação.

O Cruzeiro volta aos gramados pela competição na próxima quarta-feira, às 19h15 (de Brasília), quando recebe o Huracán no Mineirão. Um dia depois, ás 23 horas (de Brasília), o Emelec encara o Deportivo Lara, novamente no Estádio George Capwell

O jogo – Cauteloso pelo fato de estar jogando fora de casa, o Cruzeiro foi bastante equilibrado nos primeiros minutos de jogo. Se por um lado o time de Mano Menezes não corria muitos riscos na defesa, também não atacava com agressividade. A primeira grande chance da Raposa aconteceu somente aos 20 minutos, quando Rodriguinho, adiantado, recebeu de Fred e mandou para as redes, mas o árbitro marcou corretamente o impedimento.

Apesar de ter o gol anulado, o Cruzeiro seguiu fazendo uma partida segura e, aos poucos, voltou a atacar os donos da casa. Aos 31 minutos, em cobrança de falta de Robinho, Henrique desviou no primeiro pau, e Rodriguinho ficou com a sobra, dominando e batendo por cima, na saída do goleiro, para abrir o placar. Desta vez, o árbitro não viu qualquer irregularidade na jogada.

Em desvantagem o Emelec se viu na obrigação de responder rapidamente, e foi exatamente isso o que aconteceu. Aos 34 minutos, os donos da casa mandaram a bola para a área, e Ângulo ganhou no alto, cabeceando certeiro e vencendo o goleiro Fábio. O atacante, porém, estava impedido e acabou tendo deu tento anulado.

Segundo tempo

Na etapa complementar o Emelec se mostrou mais agressivo. Diante da obrigação de correrem atrás do prejuízo, os donos da casa até balançaram as redes logo aos oito minutos, mas a arbitragem assinalou impedimento de Ângulo, que recebeu passe açucarado para precisar apenas tocar na saída do goleiro Fábio.

O Cruzeiro, entretanto, deu a resposta e tirou o adversário da zona de conforto. Após escanteio, Dedé cabeceou rente à trave. Mais tarde, Robinho e Fred envolveram a zaga equatoriana com bela tabela, mas o meio-campista exagerou no preciosismo e parou no arqueiro Dreer, que mandou para escanteio.

Na reta final, o Cruzeiro se retraiu no campo de defesa e viu o Emelec ir com tudo para o ataque em busca ao menos do empate. O time de Mano Menezes soube se portar com a pressão rival, não deu brechas e assegurou a importantíssima vitória em solo equatoriano.

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Cássio é expulso, Corinthians perde para Ceará mas se classifica na Copa do Brasil

Por:  Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – O Corinthians não se furtou a usar a vantagem conquistada em Fortaleza para garantir sua classificação à quarta fase da Copa do Brasil com certo susto e sem muito esforço também. Na noite dessa quarta-feira, 34.911 torcedores acompanharam uma vitória do Ceará por 1 a 0 no apenas morno confronto na Arena Corinthians, reflexo da ausência de capacidade do Ceará em levar perigo aos paulistas. O cenário só se complicou para os mandantes depois de um deslize de Ralf, que culminou com a expulsão de Cássio, e ameaçou a situação corintiana.

Fábio Carille resolveu mandar a campo força máxima, a exceção de Marllon, que substituiu Manoel por causa de um problema no ombro do zagueiro titular. O resultado foi um time seguro em campo, mas longe de ter aquela gana pela vitória, como se viu no último domingo, por exemplo, contra o Santos.

O início do jogo até prometeu. Enquanto muitos torcedores ainda passavam pelas catracas, Clayson mandou a bola na trave de Richard depois de boa trama com Danilo Avelar pela esquerda.

O Corinthians ainda assustou com algumas bolas cruzadas à área, mas, com o passar do tempo, a superioridade corintiana inevitavelmente contribuiu para uma queda de rendimento. O lance mais perigoso do Vozão antes do intervalo foi um quase gol contra de Gustagol após cobrança de escanteio.

Se o jogo já estava lento, na etapa final virou um verdadeiro marasmo. E assim a partida caminhava até a falta de concentração atingir o sempre ligado Ralf. O volante errou o recuo de bola para Henrique e Cássio foi forçado a defender chute de Ricardo Bueno com as mãos, fora da área, para evitar o gol dos visitantes aos 18 minutos.

O resultado da lambança foi a expulsão do goleiro, pedidos de perdão do volante e a saída de Clayson para que Walter assumisse a meta do Timão.

Ao menos o confronto ganhou um pouco de emoção. Lisca mandou Roger a campo, Carille tentou ajustar sua equipe com Ramiro na vaga de Sornoza. A Fiel ainda pediu Pedrinho, mas quem entrou foi Boselli.

E o que se viu a partir daí? Fernando Sobral acertou a trave de Walter em chute de longe, Roger abriu o placar de cabeça, em falha de Henrique e Marllon, e Walter ainda precisou fazer duas boas defesas para evitar o pior.

O apito final veio após seis angustiantes minutos de acréscimos e foi acompanhado de um suspiro de alívio entre os corintianos na Arena de Itaquera.

Agora, com a invencibilidade quebrada depois de 14 jogos, o Timão retoma suas atenções para a semifinal do Campeonato Paulista. Segunda-feira, às 20h (de Brasília), no Pacaembu, o desafio é contra o Santos. Um empate basta. Na Copa do Brasil, o Corinthians aguardará um sorteio para conhecer seu adversário na quarta fase.

Já o Ceará, de apenas duas derrotas no ano e seis jogos seguidos sem perder, volta para o Nordeste eliminado, mas de cabeça erguida. Sábado, tem duelo contra o Náutico no Castelão pela Copa do Nordeste.

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Internacional empata com River Plate pela Libertadores

Por: Lance (foto: Ricardo Duarte/arquivo) – Campeões da Copa Libertadores em campo, mais de 47 mil presentes, troca de domínio no jogo… com ingredientes típicos de um confronto do peso de Internacional e River Plate no estádio do Beira-Rio, as duas equipes mostraram o porque estão no hall de favoritas e protagonizaram um belo confronto que terminou em 2 a 2.

A situação do Colorado segue bastante tranquila no Grupo A sendo o ponteiro, agora com sete pontos, enquanto o clube argentino é o terceiro com três unidades obtidas.

Fechando muito bem os espaços e principalmente evitando com que a saída do time brasileiro fosse ágil, aos poucos o River ia aparecendo de maneira mais aguda. Se aos 11 minutos Nacho Fernández bateu de fora da área e contou com o desvio da zaga para ver a bola passar perto do travessão de Marcelo Lomba, em bola levantada na área do Inter, Rodrigo Dourado tentou fazer o corte e o arqueiro da equipe gaúcha estava esperto para defender.

O momento não era favorável, mas bastou o talento dos “gringos” do Colorado (D’Alessandro e Nico López) aparecer para que o placar no Gigante da Beira-Rio fizesse explodir o torcedor da casa. Depois de belo lance individual de D’Ale que resultou em cruzamento cortado pela zaga argentina, Iago foi preciso no rebote e Nico mais ainda para se infiltrar na área e tocar de joelho para as redes de Germán Lux.

Tanto o River como o Colorado seguiam com suas formas de atuar bem definidas com o trabalho de bola e troca de passes riverista contrastando com as saídas em poucos toques de maneira mais vertical e objetiva dos anfitriões. Com isso, aos 31 minutos, Edenílson se aproveitou da bola roubada ainda na intermediária para disparar em direção ao gol de Lux, bater de esquerda no contrapé e aumentar a vantagem vermelha em Porto Alegre.

Por ironia do futebol, a equipe que buscava jogar de maneira refinada com o decorrer do jogo precisou de um lance de bola parada para minimizar seu prejuízo em solo brasileiro. A arbitragem marcou pênalti de Edenílson em cobrança de falta executada por Cristian Ferreira onde o volante interceptou com a mão onde, na cobrança, Lucas Pratto bateu no canto oposto de Lomba, 2 a 1.

Um tanto quanto sumido no confronto, Patrick mostrou sua tradicional jogada de saída para o ataque logo no princípio do tempo complementar. O camisa 99 até cobriu bem a bola na tentativa de Gonzalo Montiel retomar a posse, mas, na hora de fazer o passe, ela passou por toda a área sem a devida finalização para colocar Lux em apuros.

Novamente a bola parada foi cabal para que os visitantes superassem o sistema defensivo do Colorado. Em batida magistral do jovem uruguaio Nicolás De La Cruz, que entrou no intervalo na vaga do amarelado Martínez Quarta, a bola viajou caprichosamente no ângulo esquerdo de Marcelo Lomba e deixou o resultado igualado no Sul do país.

A velocidade das equipes, mesmo com vários atletas indo ao solo nitidamente extenuados com a troca de “estocadas”, fez com que o confronto antes mais favorável ao Inter no Beira-Rio tomasse proporções de nítida tensão dentro e fora das quatro linhas.

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Atlético-MG sofre mas vira sobre o Zamora e segue vivo na Libertadores

Por:Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – O Atlético-MG sofreu, mas conseguiu sair de campo na noite desta quarta-feira com a primeira vitória na Libertadores. Recebendo o Zamora, da Venezuela, no Mineirão, pela terceira rodada do Grupo E, a equipe comandada pelo técnico Levir Culpi fez um primeiro tempo de se esquecer, saiu perdendo por 2 a 0, mas se recompôs na etapa complementar para virar a partida e garantir o importantíssimo triunfo por 3 a 2. Os gols do Galo foram marcados por Maicon, Vinicius e Fabio Santos. Gallardo e Paiva balançaram as redes para os visitantes.

Os atleticanos entraram em campo nesta quarta-feira extremamente pressionados por um resultado positivo. Até então sem vencer na Libertadores, o time de Levir Culpi contou com o Mineirão lotado para reagir no torneio sul-americano e manter viva a esperança de avançar às oitavas de final.

O Atlético-MG segue na lanterna do Grupo E, mas agora possui três pontos, o mesmo número de tentos somados pelo Zamora. O Cerro Porteño figura na primeira colocação da chave, com 9 pontos, seguido pelo Nacional, do Uruguai, com seis. O próximo compromisso do Galo na Libertadores acontece na quarta-feira que vem, fora de casa, contra o Cerro Porteño.

O jogo – Precisando desesperadamente dos três pontos, o Atlético-MG foi quem chegou com perigo pela primeira vez na partida. Aos 15 minutos, Luan aproveitou o vacilo da defesa do Zamora e apareceu no meio do caminho para interceptar de cabeça o passe de Ignacio González para o goleiro, carimbando a trave. Já no minuto seguinte, o rival venezuelano foi mais feliz e acabou abrindo o placar com Gallardo, que recebeu cruzamento na medida de Maza e cabeceou no cantinho, sem chances para Victor.

Buscando ser o mais eficiente possível e aproveitar o desespero dos donos da casa, o Zamora por pouco não ampliou aos 24 minutos, quando Gallardo saiu em velocidade mano a mano com Fábio Santos, invadiu a área, mas pegou mal na bola, desperdiçando uma excelente oportunidade para os visitantes.

O Atlético-MG, por sua vez, foi persistente e continuou em cima do rival em busca do empate, que poderia ter vindo aos 35 minutos. Ricardo Oliveira tabelou com Elias, ficou com a bola na entrada da pequena área e soltou uma bomba, mas mandou por cima do gol defendido por Graterol, levando a torcida atleticana à loucura.

Como se não bastasse a vantagem do Zamora, os visitantes ainda tiveram tempo para fazer o segundo antes de irem para o intervalo. Aos 43, a defesa do Galo tentou anular a jogada rival fazendo uma linha de impedimento, mas Óscar Hernández saiu de trás para receber o passe, arrancar completamente livre e rolar para Paiva, que apenas completou para o fundo do gol.

Segundo tempo

Na etapa complementar o Zamora só não fez o terceiro logo no início do período porque Paiva não estava com o pé calibrado. Aos três minutos, o atacante do time venezuelano aproveita a falha de Réver, que não conseguiu chegar na bola a tempo, para sair cara a cara com Victor, driblar o goleiro do Atlético-MG e ficar com a meta livre, precisando apenas empurrar para o fundo do gol. O problema é que ele acabou chutando para fora.

Se Paiva não conseguiu estufar as redes, Maicon, sem ter nada a ver com isso, tratou de cumprir com a sua obrigação. Aos cinco minutos o atacante recebeu ótimo cruzamento de Luan pela direita e subiu mais alto que a zaga adversária para cabecear firme, sem chances para Graterol, e recolocar o Galo na partida.

Embalados, os jogadores atleticanos foram ainda mais agressivos e não demoraram muito para conquistarem o tão sonhado empate. Aos 26 minutos, Luan tocou para Ricardo Oliveira dentro da área, que limpou a jogada e soltou a bomba. A bola ainda desviou em Vinícius, que havia acabado de substituir Elias, antes de morrer no fundo das redes.

Faltando dez minutos para o fim do tempo regulamentar, veio o presente que todos os torcedores esperavam. Com um a mais em campo após a expulsão de Hernández, o Galo chegou à virada com Ricardo Oliveira, que foi acionado pela esquerda e, ao tentar limpar a jogada, viu o zagueiro adversário bater com o braço na bola ao dar o carrinho e o juiz marcar pênalti. Na cobrança, Fabio Santos deslocou o goleiro e garantiu a aguerrida vitória do Galo no Mineirão, a primeira na fase de grupos da Libertadores.

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Palmeiras é derrotado pelo San Lorenzo, perde 100% e liderança na Libertadores

Por:Gazeta Esportiva (foto: Alejandro Pagni/AFP) – O Palmeiras viveu uma noite terrível na Copa Libertadores da América. O Verdão sofreu seu primeiro gol na competição, não tem mais 100% de aproveitamento e perdeu a liderança do Grupo F, tudo por conta da derrota por 1 a 0 contra o San Lorenzo, no estádio Nuevo Gasómetro, na Argentina, em uma partida horrorosa do Maior Campeão do Brasil.

A vitória leva o San Lorenzo aos sete pontos no Grupo F, enquanto o Palmeiras, que estava com 100% de aproveitamento, fica com seis. Melgar e Junior Barranquilla se enfrentam nesta rodada, mas não podem ultrapassar os dois líderes.

O Alviverde entrou em campo para o jogo que poderia deixar sua classificação ás oitavas de final da Copa Libertadores encaminhada. No entanto, o futebol apresentado pelos palestrinos na Argentina era de quem estava mais com a cabeça no jogo de volta da semifinal do Campeonato Paulista, que acontece neste domingo contra o São Paulo.

O lado direito alviverde, com Marcos Rocha e Felipe Pires foi nulo durante todo o primeiro tempo. Apesar de ambos participarem bastante do jogo, o lateral cometeu muitas faltas e errou a maior parte de suas tentativas, enquanto o atacante pouco produziu.

A dupla não foi a única. Thiago Santos errou a maior parte de seus botes, Bruno Henrique esteve irreconhecível e Deyverson sequer acertou suas jogadas típicas de pivô. Apenas Diogo Barbosa, Dudu e Moisés estiveram um pouco acima dos companheiros.

E foi do camisa 10 do Palestra a melhor oportunidade do jogo. Aos 25 minutos, Moisés dominou no peito o levantamento de Deyverson na área e, de costas, emendou uma bicicleta, mas a bola explodiu no travessão.

Antes, o San Lorenzo também já havia acertado a trave. Salazar empurrou Diogo Barbosa, que caiu sobre Thiago Santos. Na sequência, o argentino tocou na entrada da área para Castellani, que chutou rasteiro no canto e acertou o poste.

Para o segundo tempo, Felipão tirou os amarelados Thiago Santos e Bruno Henrique e colocou Felipe Melo e Lucas Lima em campo. O panorama não foi alterado, o sistema defensivo ficou ainda mais frágil e os mandantes abriram o placar com apenas cinco minutos.

Herrera dominou pela direita e foi conduzindo a bola sozinho para o meio-campo. Sem nenhum marcador sequer ameaçar pressioná-lo, o lateral direito penteou a bola de fora da área e arriscou chute de longe, que foi rasteiro, no canto de Weverton para inaugurar o marcador.

Atrás no placar, o Verdão passou a ter a posse de bola que não conseguiu acumular no primeiro tempo. No entanto, o time não criou absolutamente nada e Lucas Lima, responsável pela armação das jogadas, fez mais uma partida ruim e sem brio. Assim, o Palmeiras não está invicto, nem tem 100% de aproveitamento na Copa Libertadores.

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Com ingressos quase esgotados, Bragantino vai pagar bicho em caso de classificação contra o Remo

O Bragantino fez um jogo equilibrado contra o Paysandu, na fase classificatória (Foto:Jorge Luiz/Ascom Paysandu)

Presidente do Braga também disse que o seu time é equivalente ao do Remo

Bragantino e Remo se enfrentam nesta quarta-feira, a partir das 15h30, no primeiro jogo das semifinais do Campeonato Paraense 2019. O jogo será em Bragança.

O presidente do Bragantino, Cláudio da Van, está satisfeito com o apoio da torcida e adiantou que mais de 85% dos ingressos já estão vendidos. “De um total de cinco mil ingressos, vendemos, de forma antecipada, cerca de 4,3 mil ingressos. Nós só estamos com a carga que pertence ao Remo e com a gratuidade”, frisou Cláudio.

A presença constante da torcida garante recursos que levam a diretoria do Bragantino a prometer pagamentos extras como forma de manter a motivação do elenco.

No jogo da Copa do Brasil, em que o Bragantino eliminou o Asa, a diretoria estimou um bicho de R$100 mil para ser rateado entre plantel, comissão técnica e funcionários. O valor final foi de R$120 mil, pós-classificação diante do Asa, então favorito a vaga.

Se obter a classificação diante do Remo, o valor do bicho deve alcançar aproximdamente R$50 mil, de acordo com o que apurou a reportagem. “A nossa folha salarial é de R$128 mil, é realista e baseada na nossas fontes de renda. Este ano, as principais fontes foram a Copa do Brasil, torcida e o patrocínio do Campeonato Paraense. O valor do incentivo.. Eu não posso revelar”.

Para o presidente do Bragantino, Remo e Bragantino têm equipes equivalentes. “São times nivelados. Você observa, por exemplo, que fizemos dois bons jogos contra o Paysandu. Mas, não vencemos”, lamentou.

Fonte:Redação Integrada

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Da calmaria à turbulência: semifinal promete emoções para Remo e Paysandu

Leão pegará o Bragantino e Papão vai encarar o Independente (Foto:Akira Onuma / OLiberal)

Das águas calmas para ondas bravas

Na fase classificatória, azulinos e bicolores navegaram em águas calmas. Fizeram a travessia sem susto para a semifinal. Independente e Bragantino tiveram riscos e mais emoção. Agora, ondas bravas para as quatro equipes. Entram em outro campeonato.

Em jogos eliminatórios, a sorte pode ser decidida num lance fortuito, numa falha, numa bola parada… Agora o Parazão exige mais atenção, mais suor, mais esmero, mais competência emocional… O Papão chega à semifinal reafirmando sua força, o Galo Elétrico precisando se reafirmar, o Leão em franca ascensão e o Tubarão pulsando. De quarta à segunda-feira, o campeonato vai ferver.

Créditos e débitos na próxima fase

Crédito para os bicolores Mota e Micael, alvos de desconfiança nas primeiras rodadas, agora festejados. Também para Marcos Antônio e Nícolas, sempre em destaque. Crédito para os azulinos Keven e Douglas Packer. O jovem zagueiro emplacou como substituto de Mimica e o meia é o talento mais refinado do campeonato. Michel (Paragominas), Gabriel Gonçalves e Fidelis (Bragantino), Alexandre (São Francisco), Yago (Castanhal) e William Fazendinha (Independente) foram os caras dos times interioranos.

O maior débito é de Vacaria, muito abaixo do volante que a torcida azulina festejou ano passado. Outros casos de débito: Ronael, Robson, David Batista, Diogo Sodré, Henrique, todos do Leão.

BAIXINHAS

* Remista declarado, adversário do Leão em plena semifinal de campeonato, num universo pródigo à fofoca, Agnaldo de Jesus vira principal personagem do Parazão nesta fase. O técnico do Bragantino revive um desconforto que já teve quando jogou pelo Paysandu.

* No primeiro Re-Pa de 1998, Agnaldo estava lesionado e destacou o Papão. Para o segundo, novamente estava sem condições de jogo, mas fez questão de tomar uma infiltração para anular as dores e jogou no sacrifício. Tudo para que o seu caráter não fosse colocado em dúvida. Claro que mais uma vez Agnaldo sobrepõe a dignidadr profissional ao seu indisfarçável remismo.

* Este é o campeonato das quebras de tabu. O Remo voltou a vencer em Santarém depois de nove anos (11 jogos). Também voltou a vencer em Tucuruí depois de sete jogos. O Paysandu, ao aplicar 3 x 0 no Remo, quebrou sequência de dez jogos sem vencer no Mangueirão. E no último domingo, na vitória do Remo sobre o Paragominas (2 x 0), caiu o jejum de Márcio Fernandes, que estava sem vencer havia nove meses, 10 jogos.

* Pouco aproveitado por Brigatti, o atacante Elielton já ganhou citação de Léo Condé como peça importante, pela velocidade. Uma renovação de perspectivas para o atleta, que tem dificuldade para assimilar função tática e deixa a desejar no trabalho sem bola, mas pode decisivo em contra-ataques.

* Bruno Collaço e Leandro Lima em reforço muscular na Curuzu. A dupla só estará “tinindo” para as finais. Enquanto isso, Diego Matos e Thiago Primão seguem no time bicolor. No Remo, Robson volta a ser opção quando Márcio Fernandes ganha Yuri, Ramires e Pingo, tendo ainda Vacaria, Dedeco, Diogo Sodré, Djalma.

Por:Carlos Ferreira

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Fred marca 3, Cruzeiro vence América e se aproxima da final do Mineiro

(Foto:© Reprodução / Twitter / Cruzeiro)-Os dois times voltam a se enfrentar no próximo sábado, às 19 horas, no Mineirão

A “lei do ex” é infalível. Revelado na base do América-MG, o artilheiro Fred marcou três gols na vitória do Cruzeiro, por 3 a 2, no Independência, neste domingo, pelo jogo de ida das semifinais do Campeonato Mineiro.

Os dois times voltam a se enfrentar no próximo sábado, às 19 horas, no Mineirão. Por ter feito melhor campanha na fase classificatória, o Cruzeiro pode perder até por um gol de diferença. O América precisa vencer por pelo menos dois de vantagem para avançar à final. Na outra semifinal, Atlético-MG e Boa ficaram no 0 a 0, no sábado.

Antes do jogo de volta da semifinal, o Cruzeiro entra em campo na quarta-feira, diante do Emelec, no Equador, pela terceira rodada do Grupo B da Copa Libertadores.

O JOGO – Mesmo jogando fora de casa, o Cruzeiro assustou o América logo aos quatro minutos. Marquinhos Gabriel recebeu passe preciso de Robinho e, na hora de marcar, foi travado por Diego Jussani. A resposta do adversário veio em finalização de Christian por cima do travessão.

Aos 18 minutos, o Cruzeiro abriu o placar. Egídio recebeu de Rafinha na linha de fundo e cruzou na cabeça de Fred, que completou para o gol aberto. O time adversário sentiu e não conseguia levar perigo ao goleiro Fábio, irritando a torcida presente no Independência.

O Cruzeiro controlou a bola até o fim do primeiro tempo, enquanto os jogadores do América foram para o vestiário debaixo de vaias e gritos de “raça”.

A situação do América ficou mais complicada aos seis minutos. Zé Ricardo prendeu muito a bola e foi desarmado por Robinho, que invadiu a área e cruzou rasteiro para Fred completar de carrinho. O árbitro consultou o VAR antes de validar o segundo gol do Cruzeiro.

O América diminuiu seis minutos depois. João Paulo cobrou escanteio e o zagueiro Diego Jussani foi no segundo andar para cabecear no ângulo de Fábio. Aos 16, João Paulo quase deixou tudo igual em cobrança de falta. A bola passou raspando a trave.

No entanto, Fred estava em uma tarde inspirada e fez seu terceiro. Marquinhos Gabriel recebeu longo lançamento nas costas da defesa e cruzou rasteiro para o camisa 9 só tirar de Fernando Leal. O América voltou a diminuir em um lance de bola aérea. João Paulo cobrou falta e Jonatas Belusso desviou de cabeça aos 38.

Nos minutos finais, o América ainda esboçou uma pressão em busca do empate e teve a última oportunidade aos 45. Jonatas Belusso recebeu de Egídio e finalizou por cima do travessão.

Fonte:Notícias ao Minuto Brasil

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Arrascaeta marca no fim, Fla vence Vasco nos pênaltis e leva a Taça Rio

(Foto:© Alexandre Vidal / Flamengo)-Neste domingo, os reservas do Flamengo venceram o Vasco nos pênaltis depois de buscarem o empate em 1 a 1 com um gol no último lance da partida e conquistaram a Taça Rio, o segundo turno do Estadual
Arrascaeta marca no fim, Fla vence Vasco nos pênaltis e leva a Taça Rio

O Campeonato Carioca pode carecer, em alguns momentos, de qualidade técnica e organização. A emoção, no entanto, quase sempre está presente. Neste domingo, os reservas do Flamengo venceram o Vasco nos pênaltis depois de buscarem o empate em 1 a 1 com um gol no último lance da partida e conquistaram a Taça Rio, o segundo turno do Estadual.

Como no clássico da Taça Rio, o jogo terminou empatado e com gol nos acréscimos, desta vez flamenguista. Depois de abrir o placar com o jovem Tiago Reis, o Vasco perdeu chances preciosas no contra-ataque, abriu mão de jogar em boa parte do segundo tempo e chamou o Flamengo para seu campo. No final dos acréscimos, quase no último lance do jogo, Arrascaeta marcou de cabeça e forçou as penalidades.

Nos pênaltis, só Rodinei errou para o Flamengo, enquanto que Rossi, Tiago Reis e Werley desperdiçaram do lado vascaíno, dando o título ao time rubro-negro.

O desfecho da Taça Rio, muito positivo para o Fluminense, que seria eliminado do torneio caso o Vasco vencesse, opõe nas semifinais do Campeonato Carioca o Flamengo e Fluminense e o Vasco terá como adversário o Bangu. Os dois jogos serão no próximo final de semana. Antes disso, na quarta-feira, o time rubro-negro enfrenta o Peñarol, do Uruguai, no Maracanã, em duelo da terceira rodada da primeira fase da Copa Libertadores.

O JOGO – O duelo opôs dois times com propostas distintas. Mesmo sem um titular em campo, o Flamengo buscou mais o jogo no primeiro tempo e apostou, sobretudo, em Vitinho e Arrascaeta, além do jovem Lucas Silva. O Vasco teve até mais posse de bola, mas não incomodou o rival. Vitinho foi o destaque da primeira etapa. O atacante rubro-negro finalizou quatro vezes e, na mais perigosa deles, acertou chute forte muito perto do gols de Fernando Miguel. De cabeça, Thuler também assustou.

Na etapa final, os ataques, enfim, funcionaram. O Vasco, extremamente aguerrido e disciplinado em campo, contou com a estrela de sua joia mais valiosa para marcar: Tiago Reis. Aos nove minutos, depois de escanteio da esquerda, o atacante subiu mais alto na primeira trave e cabeceou no canto oposto em que estava. A bola ainda bateu na trave antes de entrar no gol de César.

Depois de abrir o placar, o Vasco praticamente abriu mão de jogar. Limitou-se a se defender e a postura, mesmo que muito aguerrida por parte dos jogadores, custou caro. Na pressão final, o Flamengo, depois de uma blitz meio desordenada, empatou a partida com Arrascaeta. O uruguaio, contratação mais cara da história do clube, testou firme cruzamento de Bill da direita e deixou tudo igual aos 48 minutos.

Nos pênaltis, Rodinei parou em Fernando Miguel e está foi a única notícia boa para os vascaínos já que Rossi mandou para fora, Tiago Reis teve seu pênalti defendido por César e Werley mandou para a lua a chance de o Vasco ser campeão.

FICHA TÉCNICA:

VASCO 1 (1) x (3) 1 FLAMENGO

VASCO – Fernando Miguel; Raúl Cáceres, Werley, Leandro Castan (Ricardo) e Danilo Barcelos; Bruno Silva (Raul), Lucas Mineiro e Bruno César (Thiago Galhardo); Rossi, Tiago Reis e Marrony. Técnico: Alberto Valentim.

FLAMENGO – César; Rodinei, Thuler (Bill), Rhodolfo e Trauco; Hugo Moura, Ronaldo (Vinícius) e Arrascaeta; Vitinho, Lucas Silva (Vitor Gabriel) e Uribe. Técnico: Leomir (auxiliar).
GOLS – Tiago Reis, aos nove, e Arrascaeta, aos 48 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Werley, Bruno César, Bruno Mineiro (Vasco); Trauco, Thuler e Vinícius(Flamengo).

ÁRBITRO – Rodrigo Nunes de Sá.

RENDA – R$ 1.361,328,00.

PÚBLICO – 34.776 pagantes (38.787 no total).

LOCAL – Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

Fonte:Notícias ao Minuto Brasil

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Corinthians aproveita melhor as falhas e sai na frente do Santos na Arena

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Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press) –  Corinthians foi melhor em um jogo de falhas individuais na tarde deste domingo, na Arena, contra o Santos, pela partida de ida da semifinal do Campeonato Paulista. Contando com um gol de Manoel e outro de Clayson, o time do Parque São Jorge só não teve uma vantagem maior porque Cássio saiu muito mal do gol no lance em que Derlis anotou o gol solitário dos visitantes. A disputa segue bastante aberta.

A decisão será apenas na segunda-feira, dia 8 de abril, no estádio do Pacaembu. Como a Vila Belmiro está em reforma, o Peixe escolheu o estádio municipal paulistano para exercer o seu mando e vai precisar de uma vitória por um gol de diferença para levar aos pênaltis. Dois gols de diferença ou mais dão a vaga ao time da Baixada, enquanto o Timão joga por todos os outros resultados.

Ambos os times têm compromissos no meio da semana, porém. Os comandados de Fábio Carille seguem em uma sequência caseira e encaram a volta da terceira fase da Copa do Brasil, frente ao Ceará, na quarta-feira, na Arena. Um dia depois, Sampaoli e seu elenco visitam o Atlético-GO, pela ida da terceira fase da mesma competição.

O jogo poderia ter começado praticamente 1 a 0 para o Corinthians, mas o ritmo foi tão alucinante que o 1 a 1 já estava no placar aos sete minutos da etapa inicial. O primeiro gol saiu em cruzamento de Sornoza, batendo falta pelo lado esquerdo do ataque, que achou Manoel livre entre os zagueiros. O desvio foi leve, mas o suficiente para superar Vanderlei, que mal se mexeu. Sem encostar na bola, porém, o Timão viu o Peixe ganhar escanteio, Jean Mota bater e Cássio falhar feio, espalmando para Derlis cabecear ao gol vazio.

O empate tirou o que poderia ser um ritmo avassalador do Timão, aproveitando a empolgação da torcida. Até os 30 minutos, apenas um chute forte de Jean Mota e uma cabeçada torta de Henrique foram lances de perigo. Em um lance sem grande esforços dos corintianos, porém, Luiz Felipe afastou mal a bola em duas oportunidades e deixou Clayson no mano a mano com Victor Ferraz. Mérito do corintiano de cortar para dentro e acertar um chute rasteiro, sem chances para Vanderlei.

O gol animou os donos da casa, que tentaram aproveitar para ampliar a vantagem antes do intervalo. Em outro bom lance de Clayson, o atacante limpou dois adversários e cruzou na área, a zaga afastou e Fagner chutou para o que seria o terceiro gol. Vanderlei, porém, já havia aberto mão de fazer a defesa para socorrer Felipe Aguilar, desacordado após choque com Danilo Avelar. O processo teve até entrada de ambulância no gramado para retirada do atleta, esfriando o ânimo até o fim da primeira etapa.

O segundo tempo da partida prometia um outro duelo com alta intensidade, mas, em vez da bola jogada por baixo, a etapa final mostrou um jogo muito mais físico. Sampaoli, que optou pela entrada de Rodrygo na vaga de Cueva, viu seu time sofrer para impor o seu ritmo de marcação. Sem trocar passes, o Timão apostou na ligação direta para Gustagol e Vagner Love, normalmente no mano a mano com os zagueiros.

A estratégia deu certo durante cerca de meia hora, com os atacantes levando vantagem sempre que a bola chegava no ataque, mas pecando na hora da finalização. Love chutou uma vez por cima do gol. Depois, Clayson tentou de bicicleta, Vanderlei espalmou e conseguiu afastar no limite antes de Love concluir. O domínio permaneceu até as substituições de Carille, que mandou a campo Pedrinho, Richard e Vital.

Com jogadores mais leves, o Peixe viu seu espaço aumentar e o Corinthians recuar. Soteldo entrou para dar mais velocidade e o Peixe pressionou nos minutos finais, com escanteios e seguidas bolas alçadas na área. Rodrygo, em bom lance, quase achou Derlis no meio da área, mas Cássio assegurou o triunfo corintiano.

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