Carateca paraense, ex-treinador de antigo campeão mundial do UFC, ministra seminário no Peru

Mestres Wayo Salas Pooley (à esq.) e Paulo Afonso (à dir.). (Foto:Divulgação)
Paulo Nunes, presidente da Federação Paraense de Caratê, treinou Lyoto Machida

O carateca paraense Paulo Afonso, presidente da Federação Paraense de Caratê ministra, entre os dias 24 e 25 de maio, um seminário sobre o esporte em Lima, capital do Peru. A atividade serve também como um intercâmbio de ideias e técnicas com o peruano Wayo Salas Pooley, um dos mais antigos alunos do mestre Hidetaka Nishiyama, pioneiro da modalidade.

ROTINA

Paulo Afonso é técnico da seleção brasileira e está constantemente viajando pelo mundo, interagindo com outras culturas e diferentes formas de praticar caratê. Para isso, ele participa ativamente de seminários dentro e fora do Brasil.

SEMINÁRIO

Além da oportunidade de expandir seus conhecimento de caratê, Paulo Nunes, 6° dan e dô tradicional, passará noções das Artes Marciais Mistas (MMA). Paulo é um dos percursores do caratê no MMA e foi treinador do ex-campeão mundial do UFC, o paraense Lyoto Machida.

“Nunca é demais adquirir conhecimento e também contribuir repassando o que sabemos. Não podia perder essa oportunidade, ainda mais sabendo que um dos alunos mais antigos do sensei Nishiyama estaria repassando o que aprendeu. Ele bebeu direto da ‘fonte’, conviveu e treinou por décadas com a lenda do karatê – Dô. É uma pedra preciosa”, comenta Paulo.

Fonte:Redação Integrada

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Grêmio para na marcação do Juventude e empata no Alfredo Jaconi pela Copa do Brasil

Por:Gazeta Esportiva (foto: Arthur Dallegrave/ECJuventude)- O Grêmio empatou nesta quarta-feira com o Juventude por 0 a 0 no Estádio Alfredo Jaconi pela primeira partida das oitavas de final da Copa do Brasil. Mesmo que tenha tido mais posse de bola, o Tricolor Gaúcho não conseguiu transformar em gols. Por outro lado, o Alviverde soube se defender bem, mas teve dificuldade no setor ofensivo e pouco assustou a meta de Paulo Victor.

Um novo resultado de igualdade leva a decisão da vaga para as penalidades. Quem vencer no tempo normal avança as quartas de final da competição.

A partida de volta está marcada para o dia 29, quarta, às 21h30(de Brasília), na Arena. Pelo Brasileiro, o Grêmio recebe no sábado o Atlético-MG, às 19h(de Brasília), na Arena, pela sexta rodada da competição. No mesmo dia o Juventude visita o São José-POA, às 18h(de Brasília), no Passo D´Areia, pela quinta rodada do Grupo B da Série C.

Os visitantes tem mais posse de bola no início de partida, enquanto os donos da casa adotam uma postura mais recuada e apostam nas jogadas de contra-ataque. Aos 09, Aprile avançou pelo lado esquerdo sem marcação, vai ao fundo e cruzou na medida para Denner. O meia finalizou, mas Paulo Victor faz defesa tranquilidade.

Com o passar do tempo, os mandantes começam a se soltar para o ataque. Os comandados de Renato Portaluppi tocam a bola de um para o outro, porém encontram dificuldades de entrar na defesa do Alviverde. Aos 26, John Lennon, lesionado, foi substituído por Dalberto.

Passado 30 minutos de jogo e até agora nenhuma chance de gol para as duas equipes. O confronto foi de muita marcação no meio-campo e as defesas prevalecem sobre os ataques. Finalmente o Tricolor Gaúcho criou duas boas chances de abriu o placar. Aos 36, após chegada de Matheus Henrique pela esquerda, o volante encontrou Léo Moura livre do outro lado. O lateral rolou para Everton que finalizou no cantinho, mas Carné se esticou todo mandando para escanteio. Dois minutos depois, Léo Moura cortou a marcação pela direita e levantou na área. André escorou e a bola se ofereceu para Capixaba, livre, quase na pequena área, cabeceou por cima do gol.

A etapa inicial foi marcada pelo equilíbrio com o Juventude conseguindo conter o Tricolor Gaúcho. Já o Grêmio levou mais perigo a meta de Marcelo Carné apenas em duas oportunidades.

Disposto a vencer a partida, o Grêmio foi com tudo para cima do Alviverde no início do segundo tempo. Com 01 minuto, Juninho Capixaba arrancou pela esquerda, passou pela marcação e cruzou. André não alcançou na segunda trave e desperdiçou a chance. Aos 04, Maicon entrou na área, penteou e cruzou. Alisson correu atrás da sobra e finalizou rasteiro, mas Carné segurou firme.

Bem fechado na defesa, o Alviverde tentou nas jogadas de velocidade surpreender a equipe gremista. Na tentativa de furar o bloqueio defensivo do Juventude, os jogadores do Grêmio arriscam chutes de longa distância. O atacante Everton tem dado bastante trabalho aos defensores do Juve.

Após uma intensidade inicial, o Tricolor Gaúcho diminuiu o ritmo e já tem dificuldade de pressionar o Alviverde. Aos 22, Alisson tabelou com Léo Moura, vai no fundo pela direita e cruzou. André pulou para o lance, na área, e reclamou de ter sido puxado na área. O árbitro Ricardo Marques Ribeiro recebeu aviso do comunicador sobre a revisão do lance e mandou o lance seguir.

Na reta final o técnico Renato Portaluppi resolveu ousar e colocou o atacante Pepê no lugar de Alisson. Por sua vez, o time da Papada tentou atacar, porém todas as tentativas fracassaram. Apesar de tentativas, o Grêmio não conseguiu tirar o zero do placar.

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São Paulo decepciona de novo e perde do Bahia em casa pela Copa do Brasil

Por:Gazeta Esportiva (foto: reprodução/arquivo) – O São Paulo recebeu o Bahia na noite desta quarta-feira no estádio do Morumbi pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Após empatar sem gols com o rival baiano no último domingo, pelo Brasileirão, desta vez o time comandado pelo técnico Cuca saiu de campo com um resultado ainda pior: a derrota por 1 a 0, graças ao gol de Elber aos 27 minutos do segundo tempo.

Com o revés, o Tricolor terá de reverter a situação na próxima quarta-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador, para avançar às quartas de final da Copa do Brasil. Os comandados de Cuca precisam vencer por 2 a 0 para passar de fase.

Agora, o São Paulo volta o foco novamente para o Campeonato Brasileiro. No próximo domingo, o Tricolor terá mais uma parada duríssima pela frente: o Corinthians, em Itaquera, onde jamais venceu. Brigando pelas primeiras posições da competição, Pato, Hernanes, Antony e companhia buscarão quebrar o longo tabu para chegarem em Salvador confiantes de que podem seguir vivos na única competição que lhe restam além do torneio por pontos corridos.

O São Paulo iniciou a partida de forma agressiva. Ciente do poderio defensivo do Bahia e da necessidade de largar em vantagem na briga por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, o time comandado por Cuca foi para cima e por pouco não abriu o placar logo aos dois minutos de jogo, quando Luan aproveitou o rebote após cruzamento rasteiro de Pato e bateu de primeira, da entrada da área, forçando boa defesa de Douglas Friedrich.

Adotando a mesma estratégia do último domingo, quando empatou em 0 a 0 com o Tricolor no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, o Bahia se mostrou bastante compacto em campo e esperou a hora certa para atacar, mais precisamente aos 13 minutos. Depois de cruzamento na área em cobrança de falta, Douglas Augusto ficou com o rebote e bateu firme, mandando a bola próxima à trave esquerda de Tiago Volpi.

Daí em diante o São Paulo mostrou a mesma dificuldade do último duelo com o Bahia e ficou rodando a bola de um lado para o outro, sem conseguir furar o bloqueio defensivo rival. Somente aos 32 minutos os donos da casa voltaram a assustar o Bahia, desta vez com Tchê Tchê, em chute de longa distância defendido por Douglas Friedrich. Antes do apito final, Toró ainda teve a melhor chance do primeiro tempo, cabeceando cruzamento de Léo, mas o goleiro do Bahia estava realmente inspirado e interceptou o arremate à queima-roupa.

No segundo tempo o São Paulo seguiu sem conseguir entrar na defesa rival. Desta forma, coube aos donos da casa tentarem chegar ao tão sonhado gol através das bolas paradas. Aos nove minutos, por exemplo, Igor Gomes bateu escanteio fechado e só não balançou as redes porque Douglas Friedrich estava bem posicionado para espalmar e afastar o perigo.

Outra forma de o Tricolor assustar os adversários era através dos chutes de longa distância. Aos 13 minutos, Alexandre Pato por pouco não abriu o placar desta maneira. O camisa 7 recebeu passe de Igor Vinícius, ajeitou e soltou a bomba de fora da área, tirando tinta da trave esquerda.

Mas, o que os torcedores menos imaginavam aconteceu aos 27 minutos. Rogério recebeu no ataque, se livrou da marcação de Léo e deu passe açucarado para Élber, dentro da área, precisar apenas completar para o fundo das redes e colocar o Bahia em vantagem na partida.

A partir daí, Cuca deixou a equipe ainda mais ofensiva por conta da necessidade de buscar o resultado. Com a entrada de Nenê, o Tricolor teve uma leve melhora e foi graças a um passe do camisa 10 que Alexandre Pato carimbou a trave, aos 39 minutos, tocando na saída do goleiro. Mas, a sorte não estava mesmo do lado do São Paulo, que teve de se conformar com a amarga derrota em casa pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

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Palmeiras sai na frente do Sampaio pela Copa do Brasil

Por: Gazeta Esportiva (foto: Cesar Greco/SEP)- O Palmeiras deu seu primeiro passo para chegar às quartas de final da Copa do Brasil. Em uma partida irregular do Verdão, um frango do goleiro Andrey aos 46 minutos do segundo tempo garantiu a vitória alviverde sobre o Sampaio Corrêa, por 1 a 0 no Estádio Castelão. Moisés anotou o tento palestrino.

O resultado dá ao Palmeiras o direito de jogar por um empate, na próxima quinta-feira, no Allianz Parque, para avançar às quartas de final. O Sampaio Corrêa precisa de uma vitória por um gol de diferença para levar a decisão aos pênaltis. Um triunfo por dois ou mais gols dá a vaga ao clube do Maranhão.

O Palmeiras terminou o primeiro tempo com 66% de posse de bola, mas esta foi a única estatística positiva do Verdão em toda a etapa inicial. Vendo o Sampaio Corrêa recuado em campo, Felipão apostou na saída de três, com Felipe Melo, único titular em campo, entre os zagueiros para iniciar as jogadas.

O volante palestrino se destacou com boa saída de bola, mas não foi o suficiente para levar o Verdão ao ataque. A equipe visitante apostou mais da metade de suas jogadas pelo lado esquerdo, com Carlos Eduardo. O atacante, porém, desperdiçou a única oportunidade criada pela equipe, em enfiada de Lucas Lima.

Sem ser sufocado, o time da casa se soltou gradativamente. Em cobrança de escanteio aos 31 minutos, Salatiel só não marcou porque errou o cabeceio em lance que teve Fernando Prass saindo mal e socando o ar.

Com 36 jogados, Hyoran arriscou cobrança de falta, mas Andrey foi buscar e a bola ainda bateu na trave antes da zaga mandante afastar. No intervalo, Felipão sacou Arthur Cabral e colocou Deyverson em campo, mantendo Borja entre os reservas.

Diante de um Palmeiras sem criar e errando muitos passes no meio-campo, o Sampaio Corrêa se arriscou no ataque. Na etapa final, Cleitinho só não marcou um belo gol porque parou Fernando Prass. O goleiro, porém, pouco depois, saiu mal da meta novamente e quase permitiu o primeiro gol da Bolívia Querida.

Com 20 jogados, Felipão decidiu lançar mão de seu principal jogador. Dudu entrou na vaga de Hyoran, mas não conseguiu melhorar o sonolento Alviverde, que seguiu pecando na velocidade e nos erros de lançamento.

O empate parecia decretado no Estádio Castelão, mas aos 46 minutos do segundo tempo, o goleiro Andrey colaborou para que o Palestra chegasse à vitória. De muito longe, Moisés arriscou cobrança de falta, o chute não saiu tão forte e a bola veio fácil para a defesa do goleiro maranhense, que falhou feio e aceitou o lance.

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Botafogo bate Sol de América no Paraguai pela Copa Sul-Americana

Por: v Gazeta Esportiva (foto: Vitor Silva/Botafogo) – O Botafogo derrotou o Sol de América por 1 a 0 em partida disputada na noite desta quarta-feira, em Vila Elisa, no Paraguai, na abertura da segunda fase da Copa Sul-Americana. O gol foi marcado por Erik, no segundo tempo, e agora o Alvinegro de General Severiano pode até empatar no jogo da volta que será disputado no próximo dia 29, no estádio Nilton Santos. A vitória da equipe paraguaia pelo mesmo placar levará a decisão para a disputa de pênaltis.

O Botafogo não precisou realizar uma grande atuação para conseguir o resultado positivo. A equipe do Sol de América mostrou pouca qualidade técnica e ainda perdeu um jogador expulso na metade do primeiro tempo. O time carioca também teve um jogador expulso nos acréscimos. O volante Jean recebeu cartão vermelho, logo após entrar em campo e atingir um adversário em sua primeira participação na partida.

A partida começou em ritmo lento e o primeiro momento de perigo só aconteceu aos seis minutos quando Villagra arriscou, de longe, e encobriu o travessão defendido por Gatito Fernández. O Botafogo só apareceu na área da equipe paraguaia aos 12 minutos quando Leo Valencia investiu pela direita e cruzou para a conclusão de Alex Santana, mas a conclusão foi bloqueada pela zaga do Sol de América.

O time da casa respondeu com uma cobrança de falta executada por Jordan, mas Cícero evitou que Portillo tivesse condições de finalizar. Aos 19 minutos, o zagueiro Gabriel levantou demais o pé dentro da área, atingiu o atacante Villagra e o árbitro marcou pênalti. Clar bateu forte e a bola se chocou com o travessão, frustrando a torcida da equipe do Paraguai.

Mesmo com o pênalti desperdiçado, o Sol de América continuou pressionando e Gatito Fernândez salvou o Botafogo aos 25 minutos ao desviar para escanteio um chute forte de Rui Diaz. O Botafogo seguia pressionado e não consegua organizar jogadas ofensivas. Erik e Diego Souza só conseguiam participar do jogo quando recuavam para participar da armação.

Aos 32 minutos, Pardo fez falta violenta sobre Fernando, recebeu o segundo cartão amarelo e foi excluído da partida, deixando a equipe da casa com dez jogadores. Logo depois, o Botafogo criou a primeira grande chance de gol quando Leo Valencia cruzou da direita e Gabriel cabeceou com muito perigo.

Mesmo com um jogador a mais, o Alvinegro de General Severiano encontrava muita dificuldade de construir jogada de perigo para o gol defendido por Escobar. Só nos acréscimos é que o Botafogo teve uma real chance para marcar, mas o chute de Diego Souza, que recebeu livre na área, acabou sendo desviado pelo goleiro Escobar.

O Sol de América voltou agressivo para o segundo tempo e, logo aos seis minutos, criou dificuldades para a defesa do Botafogo quando Rui Diaz, de bicicleta, encobriu o travessão defendido por Gatito Fernández. O Botafogo respondeu dois minutos depois, quando Erik achou Alex Santana livre na área, mas o meia demorou a chutar e acabou bloqueado pela zaga da equipe paraguaia.

Aos dez minutos, o time dirigido por Eduardo Barroca desperdiçou uma grande oportunidade para abrir o marcador. Erik recebeu livre na área, tentou driblar o goleiro Escobar e perdeu o ângulo., Mesmo assim , o atacante cruzou para Diego Souza que cabeceou para o gol, mas Clar salvou em cima da linha. A bola ainda sobrou para Alex Santana que tentou de voleio e mandou para fora.

Mesmo inferiorizado numericamente, o Sol de America tentava controlar as ações e, aos 12 minutos, Richard Franco que entrou durante o segundo tempo, mandou a bomba, mas a bola passou longe do gol defendido por Gatito Fernández.

O jogo voltou a ficar equilibrado e só aos 21 minutos, o Botafogo voltou a aparecer na área em cruzamento de Eric para Diego Alves, mas o goleiro Escobar saiu com precisão e mandou o perigo para longe. O técnico Eduardo Barroca decidiu modificar o esquema do Botafogo colocando o volante Gustavo Bochecha na vaga do meia Cícero, enquanto o atacante Luiz Fernando entrou no lugar do meia João Paulo.

Aos 27 minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Gilson cruzou da esquerda, o goleiro Escobar saiu mal e a bola sobrou para Erik que não teve muito trabalho para colocar a bola nas redes. Sem outra alternativa, o time da casa tentou adiantar suas linhas para buscar o empate. Aos 32 minutos, o lateral Clar recebeu de Portillo, invadiu a área e bateu por cima, assustando o goleiro alvinegro. Logo depois foi a vez de Edgar Ferreira aparecer na área para tentar o empate, mas o Gabriel bloqueou o chute e impediu o gol.

O Botafogo só voltou a ameaçar aos 36 minutos quando Erik cruzou para Diego Souza na área, mas a zaga paraguaia impediu a conclusão do atacante alvinegro. Para defender a vantagem, Barroca colocou o volante Jean no lugar do meia Leo Valencia. E, na sua primeira intervenção, o jogador do Botafogo recebeu cartão vermelho. O árbitro considerou que Jean atingiu um adversário com o braço e o expulsou de campo.

Em igualdade de condições, o Sol de América partiu para buscar a igualdade nos minutos finais. Aos 43 minutos, os jogadores paraguaios pediram a marcação de um pênalti depois que uma bola cruzada na área botafoguense bateu na mão do zagueiro Gabriel, mas a arbitragem nada marcou. O Botafogo escapou de sofrer o gol do empate aos 48 minutos quando Villagra chutou e a bola passou bem perto da trave defendida por Gatito Fernândez que não tinha qualquer chance de defesa. Nos minutos finais, o Alvinegro tocou a bola e garantiu o resultado.

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Piloto Niki Lauda tricampeão da Fórmula 1 morre aos 70 anos

Um dos principais nomes do automobilismo mundial, Niki Lauda morreu aos 70 anos na noite desta segunda-feira, em Viena, na Áustria. O tricampeão da Fórmula 1, nos anos de 1975, 1977 e 1984, e atual presidente não executivo da Mercedes, não resistiu à piora no estado de saúde.

O piloto austríaco realizou um transplante de pulmão em agosto do ano passado e recebeu alta após dois meses internado. No início deste ano, por conta de uma forte gripe, voltou ao hospital, onde permaneceu por dez dias. As primeiras informações apontam que ele teve falência renal.

A carreira de Lauda foi marcada por um grave acidente e recuperações. Em 1976, por exemplo, o então piloto da Ferrari se acidentou em Nurburgring, na Alemanha, e acabou com parte do corpo queimado. A recuperação, porém, foi surpreendente, e seis semanas depois, em Monza, ele retornou para terminar o GP da Itália na quarta posição.
Por:Gazeta Esportiva (foto: AFP)
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Corinthians supera reservas do Atletico-PR e volta a vencer no Brasileirão

Por:Gazeta Esportiva (foto: Matheus Meneses/Gazeta Press) – A Arena da Baixada definitivamente não amedronta o Corinthians. Na tarde desse domingo, a equipe alvinegra conquistou sua nona vitória dentro do estádio do Athletico-PR e igualou o número de triunfos dos mandantes no confronto, que também registra seis empates.

Dessa vez a partida foi válida pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro e envolveu um time inteiro de reservas do Furacão, mais preocupado com as finais da Recopa Sul-Americana. Quarta, o duelo de ida contra o River Plate acontece em Curitiba.

A escalação alternativa de Thiago Nunes colocou ainda mais pressão em cima do Corinthians, que vinha de apenas uma vitória no Brasileirão. Aliás, era também o único triunfo alvinegro nos cinco desafios anteriores.

O Timão precisava da vitória, e ela veio. Por 2 a 0, graças a gols de Vagner Love e Pedrinho. Resultado esse que levou o Corinthians a oito pontos, agora na 8ª colocação, e derrubou o Furacão para o 10º lugar, com um ponto a menos.

Apesar dos momentos distintos e das circunstâncias peculiares, o Timão conseguiu abriu o placar logo aos 13 minutos. Vital descolou um escanteio pela esquerda e Jadson, na segunda tentativa, encontrou Vagner Love totalmente livre no segundo pau. Marcio Azevedo e o goleiro Caio vacilaram, e o camisa 9 pôde comemorar seu primeiro gol na competição.

Jadson e Love foram apostas de Carille para os lugares de Sornoza e Boselli. As surpresas continuaram com Urso de volta ao time titular e Ramiro escalado na ponta direita.

Apenas da vantagem conquistada logo cedo, a ideia de jogo do professor corintiano não vingou. Com uma média de idade de 24 anos, a equipe do Athletico chegou ao intervalo com 60% de posse de bola.

Uma cabeçada inacreditavelmente desperdiçada por Lucas Halter e um gol corretamente anulado pelo bandeira, e confirmado pelo VAR, foram só dois lances de tantos sustos que os visitantes levaram.

Na etapa final, a pressão continuou, e a eficiência da defesa tricampeã paulista caiu. Cássio passou a ser exigido. Sorte do Corinthians ter um arqueiro de Seleção Brasileira, que segurou a onda atrás e, de novo, contou com o VAR quando Braian Romero mandou para as redes.

O alívio aos corintianos, que passaram quase o tempo todo no campo de defesa mesmo diante dos reservas do Furacão, só veio aos 41 minutos da etapa final. Pedrinho foi muito inteligente ao perceber o quique da bola e, em dois movimentos, tirou a marcação e tocou de cabeça por cobertura de Caio.

Um futebol nada vistoso, mas que rendeu ao time de Carille três pontos importantíssimos. Agora, o foco é na Copa Sul-Americana. Quinta, o desafio é na Venezuela, contra o Deportivo Lara, pela segunda fase. Sábado, na Arena de Itaquera, tem clássico com o São Paulo.

Já o Athletico, que apesar do bom jogo, pecou pela falta de pontaria de seus atacantes, tem o River Plate na quarta, pela final da Recopa Sul-Americana, e depois encara o Flamengo, domingo que vem, no Rio.

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Na estreia de Luxa, Vasco cede empate ao Avaí nos acréscimos

Por:Gazeta Esportiva (foto: divulgação/arquivo) – O Vasco da Gama segue sem vencer no Brasileirão 2019 após cinco rodadas. Na estreia do técnico Vanderlei Luxemburgo, o Cruzmaltino recebeu o Avaí em São Januário e, depois de sofrer quase o jogo inteiro, achou um gol aos 36 do segundo tempo numa cabeçada de Ricardo Graça. O Avaí, entretanto, alcançou o empate aos 49, com Daniel Amorim.

O empate mantém a equipe de São Januário na lanterna da competição, com apenas 2 pontos. O Avaí tem um ponto a mais e também ocupa a parte de baixo da tabela.

As duas equipes, que apenas disputam o Brasileirão, terão a semana livre para trabalhar antes de encarar uma dupla de cearenses. O Vasco volta a campo no domingo, quando visita o Fortaleza, no Castelão. Já o Avaí fecha a sexta rodada contra o Ceará, na segunda, na Ressacada.

O jogo – Animado, e talvez querendo mostrar serviço para o novo treinador na beira do gramado, o Vasco iniciou a partida com muita movimentação. O Avaí, por sua vez, não se impressionou com a colocação do Vasco na tabela, e assumiu uma postura muito defensiva quando a bola rolou.

A intensidade vascaína, entretanto, não se traduziu em boas jogadas de ataque, e o Avaí era eficiente no bloqueio a partir da linha média. Os catarinenses do técnico Geninho ainda tentavam o contra-ataque, e buscavam os chutes de longa distância.

O primeiro chute a gol foi do Avaí. Aos 4, Gegê dominou na intermediária pela esquerda e soltou a bomba, mas Sidão estava atento e espalmou. Aos 10 e aos 21, João Paulo e Pedro Castro também tentaram de longe, mas não acertaram gol.

O Vasco não se acertava em campo e errava muitos passes. O Avaí começou a gostar do jogo e a chegar com mais frequência. Aos 28, foi a vez de Caio Paulista acertar chute forte de canhota, que obrigou Sidão a se esticar para espalmar.

Aos 32, a primeira polêmica da partida. Brenner tentou enfiar a bola na área e o zagueiro do Vasco cortou. O Avaí pediu pênlati, mas nem o árbitro nem o VAR assinalaram a infração.

O Avaí continuou tentando os chutes de longe e aos 36 e aos 39, João Paulo e Pedro Castro, respectivamente, fizeram Sidão trabalhar.

Antes do apito final da primeira etapa, o Avaí quase abriu o placar na cobrança de uma falta próxima a área, pela esquerda. Lourenço cobrou por cobertura e a bola foi no ângulo direito de Sidão. O goleiro voou e fez grande defesa.

O Vasco voltou ainda pior para o segundo tempo, e o Avaí assustou logo aos 4. Gegê cobrou falta da intermediária pela direita e levantou na área. Matheus Barbosa se antecipou e testou para o gol, e Sidão pegou de novo. O lance porém teve impedimento assinalado e não valeu.

Vanderlei Luxemburgo perdeu a paciência com a equipe e fez duas mudanças aos 10 minutos. Valdívia entrou no lugar de Marrony e Fellipe Bastos substituiu Andrey. Aos 16, foi a vez de Jairinho entrar no lugar de Bruno César, que estava muito mal no jogo e saiu de campo sob muitas vaias.

Sidão, maior destaque do Vasco na partida, voltou a brilhar aos 19, Gegê recebeu na intermediária, avançou e, próximo da meia lua, bateu colocado. O goleiro vascaíno voou mais uma vez e espalmou.

O Avaí voltou a assustar aos 29. Matheus Barbosa enfiou para a entrada de Getúlio por trás da zaga, e o atacante bateu cruzado rasteiro, mas errou o alvo e a bola saiu pela linha de fundo do outro lado.

O Vasco finalmente levou perigo à meta de Vladimir aos 32. Jairinho recebe de Rossi na área e bate cruzado, mas a bola vai para fora.

No único lance que o Vasco acertou o gol do Avaí, a bola entrou aos 36, mas não sem polêmica. Rossi tenta o cruzamento na área, mas a bola vai pela linha de fundo. O árbitro viu desvio e marcou o escanteio. Na cobrança, após bate rebate na área, a bola fica com Rossi, que levanta na cabeça de Ricardo Graça e ele manda para o fundo da rede.

O Vasco teve a chance do segundo aos 43. Escanteio da direita que Werley aproveitou para acertar bela cabeçada. Vladimir defende mas dá rebote, e Fellipe Bastos perde gol incrível e toca para fora.

Na última bola do jogo, aos 49 minutos, bola levantada na área de longe e Daniel Amorim venceu dois zagueiros do Vasco no cabeceio, e acertou o canto direito de Sidão.

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Galo vence poderoso Flamengo em BH e segue na cola dos líderes

Por:Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini) – Se olhados elencos de Atlético e Flamengo no papel, o clube carioca sobra muito. No entanto, nas quatro linhas as variáveis entram em ação. E foi justamente isso que aconteceu na noite deste sábado, no Independência, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, quando o Galo venceu o Urubu, por 2 a 1.

O triunfo atleticano teve a cara alvinegra: muito sofrimento em campo e uma superação vista nas melhores histórias preto e brancas. O Galo iniciou o jogo vencendo, com tento marcado por Cazares, mas viu o Flamengo empatar dois minutos depois. Depois, o Atlético perdeu seu melhor zagueiro e teve seu volante expulso – com dura entrada de Elias – e jogou a etapa complementar inteira com um jogador a menos. Na volta do intervalo, Chará marcou um belo tento e a equipe mineira se segurou em campo para garantir os três pontos.

Com o resultado, o Galo fica na segunda colocação, com 12 pontos conquistados em 15 possíveis – uma campanha que não era esperada antes do início do Brasileirão. O Flamengo está com sete pontos, na sétima posição do Campeonato Brasileiro.

Na próxima rodada o Atlético vai até o sul do país enfrentar o Grêmio, no próximo sábado, às 19h (de Brasília). Já o Flamengo recebe o Athletico, no Maracanã, no domingo, às 16h.

Primeiro tempo

O Atlético entrou em campo com o time modificado em relação aos jogos anteriores. A principal novidade em campo era a presença de Cazares – que ganhou nova chance após mais um episódio de indisciplina. Com o equatoriano envergando a camisa 10 atleticana, a expectativa era de ter um Galo com uma posse de bola com maior qualidade e Ricardo Oliveira também poderia receber mais passes com capacidade para empurrar para o fundo das redes.

Em campo o que se viu foi um primeiro tempo bastante disputado. O Galo resolveu entender primeiro o jogo feito pelo Flamengo e aguardava o time Rubro-Negro. Já o clube Carioca tentou impor alguma superioridade, mas não adiantou. Logo após os 10 minutos, o confronto era muito igual, com o Galo, inclusive, mais próximo à área adversária.

Cazares marca golaço

Aos 27 o Galo chegou ao primeiro gol. E foi um belo tento anotado por Cazares. O atacante Ricardo Oliveira disputou a bola com o zagueiro Rodrigo Caio e a redonda sobra para o equatoriano. Ele dribla o primeiro marcador, limpa o lance e deixa Diego Alves vendido antes de rolar para o fundo das redes.

Flamengo leva dois minutos para empatar

O Rubro-Negro desceu com força para buscar o empate. E com dois minutos conseguiu: em troca de passes, a redonda cai nos pés de Bruno Henrique. O atacante ginga e chuta de canhota. A bola morre no fundo das redes.

VAR acionado

No finalzinho do primeiro tempo, o VAR entrou em campo para ajudar o Flamengo. Em chegada dura de Elias, o árbitro chamou o vídeo para ter certeza e anulou o cartão amarelo dado minutos antes. No lugar, o vermelho pela dura chegada. Curiosamente, em lance muito duro, no início do jogo, o juiz não conferiu a pesada falta de Bruno Henrique.

Segundo tempo

Além de perder Elias, expulso, o Atlético também não pôde contar com Rever na etapa complementar. O zagueiro teve um choque de cabeça com o atacante Gabriel Barbosa e precisou ser levado para um hospital da região.

O Galo não demorou para conseguir o gol na volta do intervalo. Logo no primeiro minuto, em uma bola sem ângulo, o colombiano Chará chutou forte e não deu chances ao goleiro Diego Alves.

Sem um atacante na frente, já que Ricardo Oliveira deixou o gramado para a entrada de Adilson e fazer assim uma recomposição defensiva, o Atlético passou a ser atacado e se defender muito.

O Flamengo passou a pressionar muito o Atlético. Os ataques aconteciam de todos os lados, virou uma defesa contra ataque, mas o Galo conseguiu o resultado.

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Palmeiras atropela o Santos no Pacaembu e goleia por 4 a 0

Por: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo) –
O Palmeiras segue como o melhor time do país. Neste sábado, o Verdão, líder do Campeonato Brasileiro, atropelou o segundo colocado Santos no Pacaembu e goleou por 4 a 0. Gustavo Gómez, Deyverson, Raphael Veiga e Hyoran marcaram os gols palestrinos.

Agora, o Alviverde aguarda o jogo do rival São Paulo contra o Bahia, neste domingo, para saber se seguirá como líder isolado do Brasileirão – depende de o Tricolor não vencer. A próxima partida do Palestra será nesta quarta-feira, contra o Sampaio Corrêa, fora de casa, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O Peixe encara o Inter, domingo, na Vila Belmiro, pelo torneio de pontos corridos.

Duas estratégias diferentes entraram em campo neste sábado para opor os melhores times do país na atualidade – ao menos considerando a tabela do Campeonato Brasileiro. O Santos apostava na estratégia de jogo ofensivo de Sampaoli, enquanto Felipão manteve o Palmeiras seguro defensivamente, mas com um diferencial: a blitz no setor ofensivo.

A estratégia alviverde funcionou rápido. Quando Dudu errou cruzamento aos seis minutos, Zé Rafael pressionou, roubou a bola e sofreu falta na lateral. Na cobrança, o Baixola levantou na área e Gustavo Gómez cabeceou para as redes, anotando seu terceiro gol na temporada.

Atrás no marcador, o Santos não mudou seu estilo de jogo. No papel, eram três zagueiros, com Carlos Sánchez fazendo a ala direita. Na prática, porém, Lucas Veríssimo foi improvisado na lateral e o uruguaio reforçou o setor. Não funcionou. Com Derlis isolado e Pituca apagado, Soteldo foi o único alvinegro que buscou o jogo para o Peixe, limitado à bolas paradas para levar perigo.

Já o time do treinador mais vencedor da história do futebol brasileiro, seguiu sua pressão no campo ofensivo, recompensada logo aos 19 minutos. Zé Rafael roubou no meio-campo, esperou a marcação tentar o bote e abriu com Dudu na direita. O camisa 7 cruzou rasteiro e Deyverson desviou de carrinho para o gol.

Superioridade incontestável do Verdão no primeiro tempo e uma das melhores etapas iniciais da equipe de Felipão na temporada. Sem destaques negativos, o Palestra teve Dudu comandando o nível de atuação e peças irregulares como Deyverson, Zé Rafael e Raphael Veiga também se destacando. A torcida aplaudiu de pé ao final do primeiro tempo.

Para os últimos 45 minutos, Jean Mota entrou na vaga de Jean Lucas. Os visitantes melhoraram no Pacaembu e conseguiram levar perigo no início do segundo tempo, pelas laterais de campo e com bolas rasteiras na área.

O Santos era melhor, mas até a sorte estava vestindo verde no Pacaembu lotado. Com apenas sete minutos, Raphael Veiga recebeu com liberdade pelo meio, avançou e arriscou de fora da área. Mesmo sem pegar tão bem, a bola desviou no caminho e matou Vanderlei: 3 a 0 Palmeiras.

Imediatamente, Sampaoli abriu sua equipe: Cueva entrou na vaga de Felipe Jonathan. Já era tarde e a única oportunidade real do Peixe veio aos 26 minutos. Derlis conduziu pela direita e cruzou rasteiro na área, por trás da zaga. A bola chegou em Soteldo, que finalizou de primeira, mas Weverton fez um milagre e impediu o desconto alvinegro. Pouco depois, Carlos Sánchez carimbou a trave em cobrança de falta. Não era o dia do Peixe.

Já na reta final de partida, o Palmeiras transformou o espetáculo em goleada. Em contra-ataque de uma cobrança de escanteio adversária, Dudu puxou o Verdão pela direita, limpou a marcação e tocou para Hyoran bater firme para as redes.

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