Para lotar a Colina! Vasco convoca a torcida para arrancar no Brasileiro

Por:Felippe Rocha

(Foto:Reprodução)-Jogadores e até Vanderlei Luxemburgo têm ressaltado a importância de São Januário lotado para empurrar os jogadores a uma boa campanha. Público fez bonita festa no último jogo

O torcedor do Vasco tem como apelido para seu estádio, a música faz lembrar: “São Januário, meu caldeirão”. Na vitória sobre o Ceará, na última quinta-feira, até os corredores próximos ao vidro que separa a arquibancada do gramado estava lotado. O apoio foi intenso durante a partida que resultou na saída do Cruz-Maltino da zona de rebaixamento. E para sonhar com voos altos no Campeonato Brasileiro, os jogadores contam com novos grandes públicos na Colina Histórica.

Foram 19.587 presentes na partida com o Vozão. E o aproveitamento do Vasco com sua casa cheia, nos últimos anos, anima. O próprio site oficial do clube fez o levantamento: nos últimos três anos, oito jogos, com cinco vitórias, um empates e duas derrotas quando houve quase 20 mil presentes ou pouco mais que isso – a capacidade do estádio é de 21.880 pessoas.

– Temos que agradecer também pelo apoio da torcida, que foi fundamental desde o início do jogo. Quando nós soubemos, de manhã, que já tinha 12 mil ingressos vendidos, sabíamos que estaria bonito. Agradecer pelo apoio deles. Vamos esquecer, um pouco, a “zona da confusão”, como o professor fala, e almejar coisas grandes no campeonato – comentou o atacante Rossi, logo após o último jogo.

Para qualquer objetivo no Brasileirão, ter bom retrospecto em casa é essencial. A competição parou na nona rodada, e o Vasco disputou cinco jogos como mandante até aqui: empatou com o Corinthians, na partida disputada no Mané Garrincha, e, em São Januário, perdeu para o Atlético-MG e empatou com o Avaí. Venceu Internacional e Ceará.

Serão mais 13 partidas como mandante. Fazer de São Januário o velho caldeirão, então, pode ajudar na soma desse total possível de 39 pontos. A ideia de ver a casa cheia, tornar o local favorável aos jogadores do Vasco e, dentro dos parâmetros esportivos, hostil aos rivais é um objetivo já declarado por Vanderlei Luxemburgo e lembrado por jogadores como Andrey. O volante vê importância similar entre os fatores técnicos e táticos e os extra-campo.

– Três volantes, dois, um… o importante é estarmos focados no que o Luxemburgo pede, estarmos dispostos a fazer, em campo, o que ele pede. Isso que tem sido o diferencial: a tática que ele passa e a equipe disposta a fazer o melhor. Queremos resgatar São Januário. Nós, em campo, correndo por eles (torcedores) temos tudo para fazermos um grande ano – entende o meio-campista. Revelado na base cruz-maltina, ele conhece a importância do estádio.

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ENQUETE: existe favorito para este Re-Pa? Os números farão diferença em campo? Participe da enquete!

Fonte:Redação Integrada

Remo e Paysandu voltarão a se enfrentar em um campeonato brasileiro após 13 anos (Foto:Cláudio Pinheiro / OLiberal)

O Re-Pa de número 748 da história do futebol será temperado com o desequilíbrio entre as equipes. De um lado, um Remo empatado em pontos com o líder Juventude e dono da segunda melhor defesa e do segundo melhor ataque. De outro, um Paysandu mergulhado em uma crise, sem vencer há oito partidas e exatos 42 dias e a apenas três pontos da zona de rebaixamento.

Diante disto, o favoritismo pode ser aplicado ao Leão. A pergunta é: qual o impacto disso para o resultado do Re-Pa deste domingo, às 18h, no Mangueirão? Responda abaixo!

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Copa Feminina: rodada define primeiras classificadas para as oitavas

Por:Notícias ao Minuto Brasil

(Foto:Reprodução/© Reuters)-Nesta segunda-feira (17) começa a última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de Futebol Feminino

Começa hoje (17) a última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Os jogos do mesmo grupo ocorrem todos no mesmo horário.

Pelo Grupo B, às 13h, a África do Sul enfrenta a Alemanha no estádio de la Mosson, em Montpellier. No mesmo horário, a China joga contra a Espanha no estádio Océane, em Le Havre.

A Alemanha já garantiu vaga para as oitavas de final. As bicampeãs venceram as chinesas na estreia e também ganharam das espanholas pelo placar mínimo, o suficiente para avançar no campeonato. A Alemanha tem 6 pontos; Espanha, 3; China, 3; e África do Sul, 0.

Pelo Grupoa A, às 16h, a Nigéria encara a França no estádio Roazhon Park, em Rennes. E a Coreia do Sul joga contra a Noruega no Auguste-Delaune, em Reims.

A França também está classificada para a próxima fase. As anfitriãs venceram os dois primeiros jogos. Elas golearam a Coreia do Sul na estreia e ganharam da Noruega na segunda rodada. A França soma 6 pontos; Noruega, 3; Nigéria, 3; e Coreia do Sul, 0.

Grupo A

França 4 x 0 Coreia do Sul

Noruega 3 x 0 Nigéria

Nigéria 2 x 0 Coreia do Sul

França 2 x 1 Noruega

Grupo B

Alemanha 1 x 0 China

Espanha 3 x 1 África do Sul

Alemanha 1 x 0 Espanha

África do Sul 0 x 1 China

Com informações da Agência Brasil

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Lesões se tornam a principal dor de cabeça para Tite na seleção

Por:Notícias ao Minuto Brasil

(Foto:© David W Cerny/Reuters)-A Seleção mal tem conseguido contar com os 23 atletas convocados para os treinamentos

Em uma Copa América de imenso favoritismo para o Brasil na fase de grupos, a maior ameaça para o técnico Tite neste início de torneio são as lesões no elenco. Prestes a fazer o segundo jogo pela competição, terça-feira, contra a Venezuela, em Salvador, o elenco ainda não se livrou de preocupações e mal tem conseguido contar com os 23 atletas convocados para os treinamentos.

A preparação para o torneio começou na Granja Comary, em 22 de maio, e desde então os problemas físicos e lesões afetaram seis jogadores. A situação mais grave foi com Neymar, cortado após romper os ligamentos do tornozelo direito durante amistoso com o Catar.

Tite teve dores de cabeça com mais outros convocados. Thiago Silva e Fagner se apresentaram em fase final de recuperação de lesões, Éder Militão deixou o treino de sábado com problema no quadril e Arthur sofreu com dores no joelho e perdeu a estreia. Por fim, Ederson continua fora com lesão na panturrilha direita.

A sequência de problemas, como lesões e apresentação tardia de convocados, levou Tite a só conseguir uma vez reunir os 23 convocados para uma atividade. Na quarta-feira da semana passada, no Pacaembu, todos os jogadores estiveram no gramado, porém com uma ressalva. Naquela tarde, o volante Arthur trabalhou separado dos demais colegas, pois ainda se recuperava do problema que o tiraria também do jogo de abertura da Copa América, contra a Bolívia.

Embora o treino de domingo, no Barradão, tenha mostrado boas notícias, o temor de novos desfalques permanece na seleção brasileira. Arthur está recuperado e retomou a vaga de titular como substituto de Fernandinho para o jogo com a Venezuela. Militão também foi liberado pelo departamento médico e realizou normalmente a atividade.

Segundo o lateral-direito e capitão Daniel Alves, o risco de lesão é um fantasma presente na seleção brasileira. “Nossa profissão é de risco. A gente não pode prever esse tipo de problema. Não se pode fazer um treino mais leve para evitar se machucar. Se você não der seu melhor, pode ficar fora de alguma forma”, afirmou.

O próprio jogador protagonizou no ano passado um problema que muito atormentou Tite durante a Copa do Mundo da Rússia. Daniel Alves machucou o joelho direito às vésperas da viagem à Rússia e perdeu a chance de disputar o torneio.

No ano passado, Neymar jogou a competição abaixo das condições ideais depois de sofrer fratura no pé direito, Danilo começou a Copa como titular, para depois se machucar e não voltar mais ao time. Jogadores como Renato Augusto e Douglas Costa também sofreram com problemas físicos na Rússia.

Os atletas admitem o risco de a qualquer momento se transformarem de titulares em desfalques. Como a competição já iniciou, a seleção brasileira não pode mais fazer trocas na inscrição em caso de lesão. “Nosso compromisso é se entregar 100%. Se por acaso tiver alguma lesão, é porque não era a nossa hora, não era para acontecer. Eu passei por isso ano passado”, disse Daniel Alves.

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Paysandu empata sem gols com o Luverdense no Mangueirão

Papão segue sem vencer há seis jogos na Série C (Foto:Akira Onuma/O Liberal)

O Paysandu segue no jejum de vitórias na Série C, deixando sua torcida mais enfurecida pelos maus desempenhos em campo. O Papão empatou de 0 a 0 com o Luverdense neste sábado (15), no Mangueirão. Embora o resultado não tenha sido que a torcida esperou, deixou o time bicolor, provisoriamente, no G4. A Luverdense chega ao oitavo jogo sem vitória na competição.

O Papão novamente sai de campo com jogadores que lavaram cartão vermelho. O lateral Tony foi expulso no segundo tempo.

Pressão

O bicolor começou o jogo no cangote do adversário, atacando com pressão. O Paysandu teve nos 15 minutos inicais as melhores jogadas. O Luverdense ficou atrás e só começou aparecer depois do 18 minutos.

Poucas chances

Apesar do domínio bicolor, contudo, nenhuma chance de gol foi mais profunda pelo Papão e nem pelo time de Lucas do Rio Verde.

Segundo tempo

Na segunda fase, o Paysandu voltou com Elielton no ataque, uma mudança que mudou o jogo bicolor, que ficou mais ousado. Aos cinco minutos Nicolas perdeu um gol.

Expulsão

Aos 31minutos, Tony e Helder numa disputa de bola acabaram se ‘enroscando’ e foram expulsos. Cada time com dez em campo o jogo ficou mais aberto.

Gol perdido

A Luverdense perdeu gols e o Papão também, no entanto, a melhor chance foi bicolor aos 40′. Edson soltou a bola nos pés de Nicolas, que ia marcar e acabou deixando o zagueiro Luiz Eduardo desviar para escanteio.

Próxima parada

Na rodada que vem, o Paysandu vai enfrentar o Remo, no dia 23, no Mangueirão. O Luverdense recebe em casa o time do Atlético- AC

FICHA TÉCNICA

PAYSANDU (4-3-3) – Mota; Tony, Micael, Perema e Bruno Collaço; Anderson Uchôa, Leandro Lima e Tiago Luís (Paulo Rangel); Diego Rosa (Elielton), Nicolas e Vinícius Leite (Pimentinha)

Técnico: Marcelo Rocha (interino)

LUVERDENSE (4-4-2) – Edson; Da Silva (Pedro Costa), Hélder Maciel, Lucão e Jefferson Recife; Moisés, Lorran (Fábio Kauê), Abu (Luiz Eduardo) e Juninho Tardelli;  Gabriel Honório e Anderson Ligeiro . Técnico: Júnior Rocha

Local: Mangueirão Belém (PA)

Horário: 17 horas

Renda: R$75.095
Público Pagante: 3.966. Credenciados: 406. Total: 4.372

Árbitro: Jonathan Antero Silva (RO)
Assistentes: Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO) e Adenilson de Souza Barros (RO)
Quarto árbitro: Gustavo Ramos Melo (PA)

Cartão Amarelo: Bruno Collaço, Paysandu

Cartão Vermelho: Tony, Paysandu; Helder, Luverdense

Por:orm/Braz Chucre
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Copa América: Brasil vence Bolívia por 3 a 0 na estreia

Foto: REUTERS / Ueslei Marcelino / Direitos Reservados
Gols brasileiros foram marcados no segundo tempo, por P. Coutinho (duas vezes ) e Everton

Jogando em casa e de uniforme branco, o Brasil estreou vencendo a Bolívia por 3 a 0 nesta sexta-feira, dia 14, no Estádio do Morumbi. Antes de a bola rolar, o gramado foi palco da cerimônia de abertura da Copa América 2019.

Como já era de se esperar, P. Coutinho foi o ‘cara’ da seleção na ausência de Neymar – cortado por lesão. O camisa 11 do Brasil foi o autor de dois na vitória brasileira. Everton que saiu do banco de reservas fechou o placar.

A segunda partida da seleção acontece terça-feira, dia 18, também às 21h30, o adversário da vez será a seleção da Venezuela, no Estádio da Fonte Nova, em Salvador (BA).

Primeiro tempo

Além da pressão pelo fato de estar jogando em casa, de ser o país sede da Copa América, o Brasil ainda precisava provar que não sentiria a ausência de Neymar. Esses fatores contribuíram para que a Seleção Brasileira saísse vaiada no final dos primeiros 45 minutos.

A equipe comandada por Tite dominou a etapa inicial, mas assim como não sofreu perigo de gol, também não ofereceu, ainda que o novato na seleção, David Neres, se esforçasse para abrir o marcador.

Segundo tempo

As vaias na saída para o intervalo pareceram ter acordada a Seleção Brasileira, em especial, P. Coutinho, que aos quatro minutos marcou o primeiro gol da Copa América e o primeiro do Brasil no jogo, em pênalti marcado pelo VAR após toque de mão do jogador boliviano.

Três minutos mais tarde lá estava P. Coutinho de novo, dentro da pequena de cabeça o camisa 11 completou o cruzamento de Firmino. Dupla reeditou os bons tempos de Liverpool.

Com a vitória encaminhada, Tite começou a mexer na seleção e Everton que entrou aos 35 minutos, aos 39 balançou a rede em um chutaço de dentro da área.
Final de jogo, Brasil 3 x 0 na Bolívia na estreia da seleção na Copa América, com gols de Coutinho duas vezes e Everton que fechou o marcador.
Ficha técnica: Brasil 3 x 0 Bolívia, 1ª rodada do Grupo A da Copa América

  Data: Dia 14 de junho, sexta-feira;

    Horário: 21h30min;

    Local: Estádio Morumbi, em São Paulo (SP);

    Arbitragem: Nestor Pitana (ARG) apitou a partida com o auxílio de Herman Maidana (ARG) e Juan Belatti (ARG).

    Cartão amarelo: P. Coutinho (Bra); Saucedo (Bol);

    Gols: P. Coutinho aos 4’ e aos 7’  e Everton aos 39′ do 2º T (BRA);

    Brasil (3)
    Alisson; Daniel Alves, Thiago Silva, Marquinhos e Filipe Luís; Casemiro, Fernandinho e P. Coutinho; Richarlison (Willian), Firmino e David Neres (Everton).
    Técnico: Tite

    Bolívia (0)
    Lampe; Diego Bejarano, Haquin, Jusino e Marvin Bejarano; Justiniano, Saucedo (Wayar), Raúl Castro (Ramiro Vaca) e Saavedra (Vaca); Chumacero e Marcelo Moreno.
    Técnico: Eduardo Villegas

Por Heitor Carvalho /engeplus. Em 14/06/2019 às 23:24
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Palmeiras vence o Avaí e garante liderança durante a Copa América

Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo) – O Palmeiras ficará mais de um mês garantido na liderança do Campeonato Brasileiro. Nesta quinta-feira, pela última rodada da competição antes da pausa para a Copa América, o Verdão bateu o Avaí por 2 a 0 no Allianz Parque.

Em uma partida tranquila contra o lanterna do Brasileirão, Deyverson fez o primeiro tento palestrino, validado pelo VAR, e Bruno Henrique fechou o marcador. A equipe de Felipão foi a 22 pontos (desconsiderando a vitória sobre o Botafogo, ainda sub judice), dois acima do vice-líder Santos. O Avaí segue com apenas quatro pontos.

Agora, o elenco do Palmeiras terá sete dias de folga antes de retomar os trabalhos na Academia de Futebol. A equipe fará alguns jogos-treinos antes de encarar o Internacional no Allianz Parque, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, no dia 10 de julho.

Os primeiros minutos de jogo no Allianz Parque não refletiram a tabela de classificação. No duelo entre o líder e o lanterna, foi o Avaí quem teve as primeiras oportunidades: Caio Paulista e Matheus Barbosa arriscaram de fora da área, mas não acertaram a meta.

Foi apenas um susto, entretanto. A equipe da casa logo tomou conta do jogo e, mesmo contra um adversário fechado no campo defensivo, conseguiu criar com facilidade. Zé Rafael parou em Vladimir e Diogo Barbosa exigiu belíssima defesa do goleiro em cobrança de falta.

A equipe catarinense concentrou seu poder de marcação pelo lado onde jogava Dudu. Se o camisa 7 palestrino caísse pela esquerda, era lá que estava a maior parte dos defensores visitantes. Se fosse pela direita, o mesmo acontecia. A opção deixou o Leão bagunçado em campo, especialmente no meio-campo.

A torcida, por sua vez, refletia o bom desempenho alviverde: mesmo contra um adversário fraco, mostrou paciência até que o Palmeiras chegasse ao gol. Após Dudu e Edu Dracena quase marcarem, o tento finalmente saiu, aos 34 minutos.

Marcos Rocha deu linda enfiada para Deyverson pelo alto. Com a bola pingando, o centroavante tocou por cima de Vladimir, o zagueiro Kundue não conseguiu impedir o lance e a bola entrou mancinha no gol. À princípio, o auxiliar marcou impedimento, mas após longa consulta ao VAR, o gol foi validado.

Bruno Henrique mata o jogo na 1ª assistência de Lucas Lima no ano
Na etapa final, o ímpeto palestrino diminuiu. A equipe de Felipão começou a administrar o resultado e a única oportunidade veio em lance de bola parada, quando Edu Dracena ficou no quase pela segunda vez no jogo.

Aos 20 minutos, Felipão chamou Moisés para o jogo. Seria o último lance de Lucas Lima em campo e o camisa 20 aproveitou bem para dar sua primeira assistência na temporada. O meia recebeu de Dudu na área e tocou para Bruno Henrique, na meia-lua. O volante dominou o lance, esperou Zé Rafael puxar a marcação, e bateu de chapa, com categoria, no canto de Vladimir.

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São Paulo arranca empate do Atlético e atrapalha os planos do Galo

Por:Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Fernando Dantas/arquivo)- A luta do São Paulo continua: a equipe não vence há sete jogos. Na noite desta quinta-feira, contra o Atlético, no Independência, pelo Campeonato Brasileiro, as equipes ficaram no empate por 1 a 1, e, apesar da ausência de triunfos do Tricolor, o resultado não pode ser considerado ruim para os paulistas.

O grupo de Cuca começou perdendo o jogo. Ainda no primeiro tempo, com a contribuição do VAR, o Atlético marcou o primeiro tento no finalzinho da etapa inicial. Na volta do intervalo, o São Paulo conseguiu o empate, mas em poucos momentos o Tricolor conseguiu ser superior. De fato, as entradas no intervalo foram benéficas ao time paulista.

Com a igualdade, o São Paulo chega aos 14 pontos, na nona colocação do Campeonato Brasileiro. Já o Atlético caiu para a quinta posição, com 16 tentos.

Após a Copa América, o São Paulo receberá o Palmeiras, no Morumbi, no domingo, 14 de julho. Já o Galo vai até Chapecó, no mesmo dia.

Primeiro tempo

O Atlético entrou em campo com uma formação sem o atacante Ricardo Oliveira – que vive jejum de nove jogos sem um gol. O garoto Alerrandro, por outro lado, pede passagem e conquistou a posição para tentar contribuir com o Galo.

Do outro lado do campo o Atlético reencontrava um antigo treinador. O técnico Cuca, hoje comanda o São Paulo, fez história com a camisa alvinegra, conquistou a Libertadores e deixou a base pronta para também comemorar o título do Brasileirão. Com todo esse histórico, Cuca conhece o poder do Galo no Independência. Com isso, criou uma maneira de atrapalhar os planos atleticanos.

O São Paulo pressionou o Galo, foi para o ataque, tentou jogo nos primeiros minutos. Não teve uma postura fechada, esperando o Atlético, querendo contra-ataques. A equipe atacou. E a estratégia funcionou nos primeiros minutos. O clube da casa não esperava a postura paulista e se assustou.

O Galo levou alguns minutos para entender a partida. Após os 10 minutos, o clube alvinegro passou a dominar o jogo. Viu o São Paulo perder aquela intensidade inicial e dominou o meio campo. O Tricolor ficou acuado e o Galo partiu para cima.

Aos 16, em cruzamento na área, Igor Rabello conseguiu bom desvio e a bola passou pelo lado direito de Volpi. No minuto seguinte, Patric fez bela jogada individual e conseguiu escanteio para o Galo. A equipe preta e branca passou a trocar passes no meio campo e ter a bola.

O Atlético tinha Cazares muito deslocado para a ponta esquerda, mas que era o principal armador da equipe. Luan também contribuía na armação, mas atrapalhava pelo ponto de vista de profundidade. Chará também não ia pelo lado da linha de fundo e afunilava no meio.

No finalzinho do primeiro tempo o Galo voltou a pressionar. Após uma sequência de escanteios o Atlético abriu o placar: aos 43 Igor Rabello fez o desvio de cabeça e Alerrandro colocou para o fundo das redes. O bandeira marcou impedimento, mas Vuaden chamou o VAR e percebeu um toque de Toró que validou o tento.

Segundo tempo

O São Paulo voltou com alterações para o gramado do Independência. A expectativa de Cuca é ter um meio campo mais povoado e tabelar em alguma situação. O Atlético voltou com a mesma formação.

O Galo tinha mais a bola nos pés, mas não conseguia fazer disso intensidade. Mas era melhor em campo. O desenho tático era exatamente como no primeiro tempo: Cazares na esquerda, Luan centralizado, mas pouca profundidade. Chará apagado pouco apareceu.

O São Paulo apostava nos contra-ataques. Em um deles, aos 13, Pato recebeu a bola na frente, conseguiu o drible e chutou, mas a bola foi para fora. O Atlético tinha muito a bola, mas não criava tanto quanto era necessário.

Com um Galo ineficaz no meio campo e pouco participativo na frente, o São Paulo começou a gostar da partida. A equipe chegou ao empate aos 27. Em boa jogada de Nenê, que tinha acabado de sair do banco de reservas, colocou Pato na cara do gol e o artilheiro chutou forte para superar Victor.

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Vasco vence Ceará e sai da zona de rebaixamento

Por:Lance (foto: assessoria/arquivo) – Com a força da torcida, o Vasco conseguiu a sua segunda vitória seguida e vai para a pausa da Copa América fora da zona do rebaixamento. Em um São Januário lotado, o Cruz-Maltino fez 1 a 0 sobre o Ceará, com gol de Danilo Barcelos, nesta quinta-feira, e chegou a 9 pontos no Brasileiro. O Vozão segue com 10 pontos.

Após a pausa para a competição continental entre seleções, o primeiro compromisso do Vasco é contra o Grêmio, fora de casa, enquanto o Ceará encara o Fluminense, também como visitante.

Pressão inicial do Vasco
Empolgado pela vitória na última rodada (a primeira no Brasileiro) e necessitado da vitória para ir para a pausa da Copa América um pouco mais tranquilo, o Vasco começou a partida pressionando o Ceará. Logo no primeiro minuto de jogo, Marrony recebeu um belo passe de Tiago Reis dentro da área, pelo lado esquerdo, cortou o defensor e bateu forte. Diogo Silva espalmou para escanteio. Três minutos depois, nova chance para o Cruz-Maltino. Rossi cruzou pela direita, a bola desviou em Tiago Reis e sobrou para Marcos Júnior, que bateu bonito, de voleio, mas fraco, e o goleiro adversário defendeu sem muita dificuldade. Os lances empolgaram ainda mais a torcida vascaína, que compareceu em bom número, em São Januário.

A pressão do Vasco seguiu durante todo o primeiro tempo. Os donos da casa tiveram 69% de posse de bola e 9 finalizações, enquanto o Ceará não chutou uma vez sequer contra o gol de Fernando Miguel na primeira etapa. Mas, pouco criativo, o Cruz-Maltino não teve mais nenhuma chance clara de gol. Rossi até tentou bastante pelo lado direito e foi o que mais procurou o jogo, mas esbarrou na defesa do Vozão e, às vezes, nos próprios erros.

Jogo aberto
Se o primeiro tempo foi todo do Vasco, a etapa final foi mais aberta. Com Valdivia no lugar no Tiago Reis, o Vasco teve mais criação pelo meio. E foi por alí que o Cruz-Maltino teve a sua melhor chance. Marcos Júnior avançou sem marcação e arriscou de fora da área, para boa defesa de Diogo Silva. Enquanto isso, o Ceará começou a ameaçar nos contra-ataques, principalmente com Mateus Gonçalves.

Ceará assusta
Aos 18 minutos, o mesmo Mateus Gonçalves avançou com liberdade pela direita, mas errou o passe ao tentar paro meio da área. Dois minutos depois, o Vozão quase abriu o placar. Dessa vez pela esquerda, Romário recebeu dentro da área e rolou para Ricardinho, que chutou em direção ao gol mas acertou o próprio centroavante do Ceará e a bola saiu pela linha de fundo.

Alívio no fim
Quando tudo parecia se encaminhar para um empate ruim para ambas as equipes, o Vasco conseguiu o gol salvador. Aos 34 minutos,Valdivia cobrou um escanteio pela direita, Henríquez cabeceou na trave e a bola sobrou para Danilo Barcelos, que mandou para o gol. O lance chegou a ser revisado pelo VAR, mas, para a alegria da torcida vascaína, o gol foi confirmado. Três minutos depois, o Vasco quase ampliou com Valdivia em cobrança de falta, obrigando Diogo Silva a fazer mais uma boa defesa. Para alívio dos que lotaram São Januário, Barcelos já havia garantido os três pontos.

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Marta estreia mas Brasil sofre a virada para a Austrália na Copa do Mundo Feminina

(Foto:Reprodução) – Pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina, o Brasil entrou em campo contra a Austrália e, de virada, saiu derrotado por 3 a 2. O jogo contou com a volta de Marta, que deixou o seu na primeira etapa, mas o Brasil sentiu o nervosismo no segundo tempo e levou a virada.

Com o resultado, o Brasil ficou estacionado nos três pontos, junto com a própria Austrália e a Itália, que ainda joga na rodada. A Jamaica é a lanterna com nenhum ponto somado.

Amanhã, também pelo Grupo C, Itália e Jamaica entram em campo às 13h. Na próxima rodada, que acontece na terça-feira (18), o Brasil decide a vaga contra as italianas, às 16h. No mesmo horário, a Austrália encara as jamaicanas.

O primeiro tempo teve a Austrália tomando as ações do jogo, mas quem saiu na frente foi o Brasil. Aos 27 minutos,  Marta abriu o placar de pênalti, e Cristiane ampliou de cabeça aos 38. No apagar das luzes, a Austrália ainda conseguiu diminuir com Foord.

Já na segunda etapa, as atletas brasileiras foram tomadas pelo nervosismo e não conseguiram segurar a pressão adversária. Por outro lado, as australianas conseguiram transformar a superioridade ofensiva em gols. Logarzo marcou o gol de empate, aos 12, e a zagueira Mônica fez contra aos 23 minutos para virar o jogo.

O jogo – Apesar da maior posse de bola das adversárias, quem abriu o placar foi o Brasil, de pênalti. A lateral direita Letícia Santos apareceu pelo meio e foi derrubada dentro da área. Na cobrança, Marta deslocou a goleira e marcou o seu primeiro no mundial.

A Austrália voltou a pressionar, mas quem balançou as redes mais uma vez foi a Seleção Brasileira. Tamires fez uma linda jogada pelo lado esquerdo e enfiou em profundidade para Debinha. A camisa 9 cruzou com perfeição para Cristiane, que subiu de cabeça para ampliar o marcador.

Já nos acréscimos, a zaga do Brasil vacilou e a Austrália diminuiu. Yallop fez o cruzamento pela esquerda, Logarzo deu uma casquinha de cabeça e Foord entrou completamente livre empurrando para o fundo do gol.

Na volta do intervalo, a Austrália seguiu em cima e não demorou para igualar o placar. Logarzo, aos 12, recebeu pelo lado direito e fez o cruzamento em direção ao gol. A bola passou por todas as jogadoras e morreu dentro da meta brasileira.

O Brasil tentava a resposta, mas a Austrália chegou à virada aos 23 minutos. Mônica tentou cortar o lançamento, mas desviou de cabeça e a bola entrou no cantinho, enganando a goleira Bárbara. A arbitragem ainda checou o lance, pois a atacante Kerr estava em posição irregular, porém interpretou que a australiana não teve participação direta na jogada.

O Brasil até tentou chegar com perigo atrás do gol de empate, mas o nervosismo atrapalhava a equipe de Vadão. Sem conseguir finalizar com precisão, as brasileiras não foram efetivas nas chegadas ao ataque e a partida terminou mesmo em 3 a 2.
Fonte:Gazeta Esportiva

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