Peru vence Uruguai nos pênaltis e está na semifinal da Copa América

Nas disputas de pênaltis Luis Suárez perdeu a cobrança e a Celeste ficou pelo caminho na Copa América. (Foto:Ricardo Rimoli Futura Press / AE)
Uruguai teve três gols anulados pelo VAR
Favorito, o Uruguai foi eliminado pelo Peru na tarde deste sábado, na Arena Fonte Nova, nas quartas de final da Copa América. Os uruguaios tiveram três gols bem anulados com o auxílio do vídeo no tempo normal, que acabou terminando com o empate em 0 a 0. E, nos pênaltis, o Peru passou à semifinal – venceu por 5 a 4. Luis Suárez perdeu uma penalidade para o Uruguai e Flores fez o gol da vaga do Peru. Com o resultado, as semifinais da competição estão confirmadas. Na quarta-feira, às 21h30, na Arena do Grêmio, a seleção peruana enfrenta o Chile para decidir quem vai para a final. No mesmo horário, no dia anterior, no Mineirão e no mesmo horário, Brasil e Argentina duelam para decidir o outro finalista.

Leia:Brasil vence nos pênaltis com gol de Gabriel Jesus e garante vaga na semi

URUGUAI MARCA… VAR ANULA
Em ampla superioridade, o Uruguai dominou o jogo, pressionando o Peru desde o minuto inicial. O primeiro tempo foi praticamente em esquema ataque contra defesa a favor dos uruguaios. Aos 14, Luis Suárez chegou com perigo, mas a bola passou por cima. Nove minutos mais tarde, Suárez chegou novamente com perigo, bateu cruzado, o goleiro Galesse espalmou e, na sobra, Cavani, sozinho, mandou para fora. Aos 28 minutos, os uruguaios fizeram o primeiro gol, anulado – corretamente – com o auxílio do árbitro de vídeo – Arrascaeta tinha aproveitado cruzamento de Nández.

URUGUAI MARCA… VAR ANULA, DE NOVO
O Uruguai seguiu na ofensiva, enquanto o Peru quase não atacava. A única tentativa de resposta dos peruanos no primeiro tempo foi com Guerrero, aos 36. No contra-ataque, os uruguaios foram bem com Cavani, que mandou forte e Gallese evitou com boa defesa. A última partida das quartas de final da Copa América foi para o intervalo assim, sem gols, e voltou para o segundo tempo da mesma forma da etapa inicial: com o Uruguai bem melhor. Depois de chances de Valverde e Godín, Cavani fez o gol uruguaio aos 13 – anulado, de novo, corretamente, com o auxílio do vídeo, marcando impedimento.

URUGUAI MARCA… VAR ANULA, MAIS UMA VEZ
Após dois gols anulados com o auxílio do vídeo, o Uruguai seguiu a saga na busca da classificação à semifinal da Copa América. Cavani levou perigo aos 16 minutos, mas Gallese defendeu. E a trilogia do VAR anulando os gols da partida – de forma correta, diga-se de passagem – seguiu aos 27 minutos. Novamente com o Uruguai, que não acreditava no azar no tempo normal. Suárez aproveitou cruzamento de Cáceres para marcar, mas mais uma vez em posição de impedimento, o gol foi anulado. A partida terminou 0 a 0 e, novamente nesta fase da competição, a disputa foi para os pênaltis.

NOVAMENTE, PÊNALTIS!
Das quatro partidas desta fase de quartas de final da Copa América, três tiveram o semifinalista definido após a cobrança de pênaltis. Depois de o Brasil passar pelo Paraguai e o Chile eliminar a Colômbia, foi a vez do Peru passar pelo Uruguai por 5 a 4 – único jogo sem penalidades, Argentina venceu a Venezuela no tempo normal por 2 a 0. Nas cobranças desta vez, pelo Uruguai, Cavani, Stuani, Bentancur e Torreira converteram – Luis Suárez parou no goleiro Gallese. Pelo Peru, Guerrero, Ruidíaz, Yotún, Advíncula e Flores converteram. Peru classificado, placar injusto pelo desempenho no tempo normal, mas isso é o futebol.

FICHA TÉCNICA
URUGUAI 0 (4) X (5) 0 PERU

Estádio: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data/hora: 29/6/2019 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilton Sampaio (BRA) – Nota LANCE!: 7,5 (não influenciou no resultado, anulando corretamente os três gols do Uruguai no tempo normal com o auxílio do vídeo)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (BRA) e Rodrigo Correa (BRA)
Árbitro de vídeo: Patricio Loustau (ARG)
Público/renda: 18.083 pagantes/R$ 3.134.820,00
Cartões amarelos: Godín, Valverde (URU) e Zambrano, Cueva (PER)
Cartão vermelho: –

GOL: –
PÊNALTIS: Luis Suárez (0-0), Guerrero (0-1), Cavani (1-1), Ruidíaz (1-2), Stuani (2-2), Yotún (2-3), Bentancur (3-3), Advíncula (3-4), Torreira (4-4) e Flores (4-5)

URUGUAI: Muslera, Giovanni González, Giménez, Godín e Cáceres; Valverde (Stuani 51’/2ºT), Bentancur, Nández (Torreira 11’/2ºT) e Arrascaeta; Cavani e Luis Suárez. Técnico: Óscar Tabárez.

PERU: Gallese, Advíncula, Zambrano, Abram e Trauco; Tapia, Yotún, Carrillo (Christofer Gonzáles 29’/2ºT) e Cueva (Ruidíaz 39’/2ºT); Flores e Guerrero. Técnico: Ricardo Gareca.
Por:Lance
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Brasil vence nos pênaltis com gol de Gabriel Jesus e garante vaga na semi

Por:Lance!- Seleção Brasileira empata no tempo normal, mas vence paraguaios nos pênaltis – ao contrário das últimas duas edições, com o contrário ocorrendo

Acabou a maldição! Depois de ser eliminado pelo Paraguai nos pênaltis nas últimas duas edições da Copa América, o Brasil deixou para trás o passado. Na noite desta quinta-feira, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS), pelas quartas de final da competição, a Seleção Brasileira empatou em 0 a 0 no tempo normal, mas venceu os paraguaios nas penalidades por 4 a 3. Semifinalistas, os comandados de Tite esperam, agora, pelo vencedor de Venezuela e Argentina, que jogam nesta sexta. A semi será terça, no Mineirão.

O gol da classificação nos pênaltis foi marcado por Gabriel Jesus. No tempo normal, a Seleção Brasileira esteve durante quase todo o segundo tempo com um jogador a mais, já que Balbuena, do Paraguai, recebeu cartão vermelho, mas não conseguiu converter a vantagem numérica em gol. Antes de a bola rolar, a Confederação Brasileira de Futebol organizou um minuto de silêncio em homenagem a Thalles, ex-atacante do Vasco e da base do Brasil, que morreu no último fim de semana.

DE IGUAL PARA IGUAL
Diferentemente do esperado, quando se via o Brasil com amplo favoritismo, ainda mais depois da goleada sobre o Peru na última rodada da fase de grupos, a partida diante do Paraguai foi marcada por igualdade entre as seleções. Os paraguaios começaram com a iniciativa, levando perigo com Hernán Pérez, enquanto os brasileiros arriscavam mais com Roberto Firmino. Derlis González ainda obrigaria o goleiro Alisson a fazer grande defesa, aos 28 minutos. O primeiro tempo se arrastava de uma forma inesperada, o que renderia vaias na saída para o intervalo do público no estádio.

EVOLUÇÃO NA ETAPA FINAL
Após a conversa no vestiário durante o intervalo, o Brasil voltou melhor no segundo tempo. A entrada de Alex Sandro no lugar de Filipe Luis melhorou a movimentação brasileira. Em um todo, a evolução foi nítida, com os brasileiros passando a dominar os paraguaios, levando perigo ao goleiro Gatito Fernández em maior escala. Aos nove, o juiz marcou pênalti para o Brasil, após Roberto Firmino ser derrubado pouco antes da linha, mas após o auxílio do vídeo, a marcação foi corrigida e Balbuena, do Paraguai, expulso – corretamente. O jogo ficaria mais aberto.

TENTATIVAS EM VÃO
Com um jogador a mais, o Brasil passou a pressionar, aproveitando que a partida ficou mais aberta com a expulsão de um defensor do Paraguai. Mas as tentativas acabaram sendo em vão. Philippe Coutinho, Thiago Silva, Alex Sandro, Arthur, Gabriel Jesus, Marquinhos, Everton, Willian – este acertando a trave nos minutos finais -, praticamente todos os jogadores comandados pelo técnico Tite tiveram oportunidades, todas desperdiçadas. Gatito, que defende o Botafogo, brilhou muito, o que acabou provocando a disputa da classificação para as penalidades.

HAJA CORAÇÃO, AMIGO!
E os mais de 45 mil torcedores que foram acompanhar o Brasil nas quartas de final da Copa América tiveram que segurar a emoção e o coração na disputa dos pênaltis, que definiriam o primeiro semifinalista da competição. E a festa foi brasileira no fim das cobranças. Willian, Marquinhos, Philippe Coutinho e Gabriel Jesus converteram para o Brasil. Almirón, Valdez e Rodrigo Rojas converteram para o Paraguai. Gustavo Gómez parou em Alisson e Derlis González mandou para fora – mesmo cenário de Roberto Firmino. Empate sem gols no tempo normal, 4 a 3 para a Seleção Brasileira nos pênaltis, fim de maldição e que venha a semifinal, amigos!

FICHA TÉCNICA
BRASIL 0 (4) X (3) 0 PARAGUAI

Estádio: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data/hora: 27/6/2019, 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (CHI) – Nota LANCE!: 5,5 (não influenciou no resultado, mas parou muito o jogo e deu pouco tempo de acréscimo na etapa final)
Assistentes: Christian Schiemann (CHI) e Cláudio Rios (CHI)
Árbitro de vídeo: Julio Bascuñan (CHI)
Público/renda: 45.495 pagantes/R$ 10.352.430,00
Cartões amarelos: Filipe Luís, Roberto Firmino, Arthur (BRA) e Arzamendia, Iván Piris, Alonso (PAR)
Cartão vermelho: Balbuena 12’/2ºT (PAR)

GOL:
PÊNALTIS: Gustavo Gómez (0-0), Willian (1-0), Almirón (1-1), Marquinhos (2-1), Valdez (2-2), Philippe Coutinho (3-2), Rodrigo Rojas (3-3), Roberto Firmino (3-3), Derlis González (3-3) e Gabriel Jesus (4-3)

BRASIL: Alisson, Daniel Alves (Lucas Paquetá 40’/2T), Thiago Silva, Marquinhos e Filipe Luís (Alex Sandro intervalo); Allan (Willian 25’/2ºT), Arthur e Philippe Coutinho; Everton, Gabriel Jesus e Roberto Firmino. Técnico: Tite.

PARAGUAI: Gatito Fernández, Iván Piris, Gustavo Gómez, Balbuena e Arzamendia (Valdez 15’/2ºT); Alonso, Richard Sánchez (Escobar 32’/2ºT), Ortiz e Derlis González; Almirón e Hernán Pérez (Rodrigo Rojas 29’/2ºT). Técnico: Eduardo Berizzo.

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Brasil é derrotado pela França e dá adeus à Copa do Mundo feminina

Por:Lance! – Depois de um empate por 1 a 1 no tempo regular, Seleção Brasileira tomou um gol na prorrogação, em lance de bola parada e foi eliminada nas oitavas do Mundial francês.
Em jogo tenso e equilibrado, o Brasil lutou, mas foi derrotado pela França, por 2 a 1, nas oitavas de final e deu adeus à Copa do Mundo feminina. Gauvin abriu o placar, no segundo tempo e Thaísa igualou. Na prorrogação, Henry fez o gol da vitória francesa, no Stade Oceàne, em Le Havre.

Com o resultado, as donas da casa esperam as vencedoras da partida entre Estados Unidos e Espanha, nesta segunda-feira. O duelo das quartas será realizado em Paris, na próxima sexta-feira, às 16h (de Brasília).

Equilíbrio inicial
Brasil e França fizeram um primeiro tempo parelho em Le Havre. A marcação brasileira funcionou e as donas da casa não conseguiram impor o ritmo da partida. O Brasil recorria aos lançamentos longos e lances individuais. Marta e Debinha finalizaram com perigo. Do lado francês, Henrye Majri, arriscaram e mandaram para fora. Aos 23 da etapa inicial, a Seleção Brasileira passou por um sufoco. Diani cruzou pela direita para Gauvin. A atacante dividiu com Bárbara e mandou a bola para o gol, mas a árbitra Marie-Soleil Beaudoin entendeu que houve falta, após recorrer ao VAR.

Revés e empate
A França voltou do intervalo pressionando. Aos seis da segunda etapa, Diani, melhor em campo do time de Corinne Diacre, passou por Tamires pela direita e cruzou rasteiro para Gauvin abrir o placar na pequena área. O Brasil não se intimidou e foi buscar o empate. Aos 18, Debinha avançou pela esquerda e cruzou. A bola sobrou para Thaisa, de canhota, balançar as redes. Depois do empate, a França avançou a marcação e o Brasil passou a explorar o contra-ataque, mas os gols não saíram e partida foi para a prorrogação.

Cristiane lesionada
No tempo extra, o Brasil sofreu uma baixa significativa. Aos cinco minutos Cristiane se lesionou e deu lugar a Geyse. Debinha teve a chance da virada em arrancada pela esquerda, mas Mbock Bathy tirou em cima da linha.

Brasil dá adeus
Logo no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação, o pior aconteceu. Em lance de bola parada, Henry venceu a marcação e fez o segundo da França. Exausto, o time brasileiro tentou um novo empate na base de raça, mas faltaram pernas. Festa francesa nas arquibancadas na despedida de cabeça erguida das brasileiras da Copa do Mundo 2019.

FICHA TÉCNICA
FRANÇA 2 x 1 BRASIL

Data/Hora: 23/06/2019, às 16h (de Brasília)
Local: Stade Oceàne, em Le Havre (FRA)
Gramado: Bom
Público/Renda: 23.965 presentes/Não divulgada
Árbitra: Marie-Soleil Beaudoin (CAN) Nota L! – 6,5 Acertou nas consultas ao VAR
Auxiliares: Princess Brown (JAM) e Stephanie-Dale Yee Sing (JAM)
VAR: Massimiliano Irrati (ITA)
Assistentes de VAR: Oleksandra Ardasheva (UCR) e Christopher Beath (AUS)
Cartões amarelos: Renard (FRA); Tamires, Formiga, Bia Zaneratto (BRA)
Cartão vermelho: Não houve

Gols: Gauvin (6’/2ºT, 1-0), Thaísa (18’/2ºT, 1-1), Henry (1’/2ºT P, 2-1)

FRANÇA: Bouhaddi; Torrent (Perisset, 3’/2ºT P), Mbock Bathy, Renard e Majri (Karchaoui, 12’/2ºT P); Bussaglia, Henry, Diani e Asseyi (Thiney, 35’/2ºT); Gauvin (Cascarino, 47’/2ºT) e Le Sommer. Técnica: Corinne Diacre

BRASIL: Bárbara; Letícia Santos (Poliana, 43’/2ºT) Kathellen, Mônica e Tamires; Thaísa, Formiga (Andressinha, 29’/2ºT), Ludmila (Bia Zaneratto, 25’/2ºT) Marta e Debinha; Cristiane (Geyse, 5’/1ºT P). Técnico: Vadão

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Brasil goleia o Peru e se classifica em primeiro na Copa América

Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassao/Gazeta Press) – Cercado de incertezas após duas atuações pouco convincentes, a Seleção Brasileira fez provavelmente o seu melhor jogo pós-Copa do Mundo na tarde deste sábado, na Arena Corinthians. Diante do adversário mais forte do grupo e com uma torcida que rivalizou com a da casa nas arquibancadas, o Brasil fez 5 a 0 sobre o Peru, dominou as ações após um rápido gol de Casemiro e completou o placar: Firmino, Everton, Daniel Alves e Willian completaram o placar. Gabriel Jesus ainda perdeu um pênalti.

Com o resultado, a Seleção assegurou a primeira colocação do Grupo A com sete pontos, deixando os adversários estacionados com quatro, ainda sem uma definição se vai ou não passar à próxima fase. Com quatro pontos e -3 de saldo, a equipe andina ainda pode ser superada pelos outros terceiros colocados. A Venezuela, que derrotou a Bolívia, ficou com a segunda posição.

O Brasil agora espera a definição das chaves B e C para saber quem será o seu adversário. O terceiro colocado de uma delas será o seu rival, a princípio frente ao que tenha somado a melhor pontuação. Se passarem ambos no critério de melhores terceiros colocados, o time de Tite pega o que vier do C.

O jogo começou com um clima de rivalidade na Arena pela grande presença de peruanos no estádio, praticamente obrigando os brasileiros a serem mais participativos se não quisessem ver os visitantes dominarem a cantoria. A empolgação da galera parecia atrapalhar a Seleção, afobada, até que uma escapada de Daniel Alves originou um escanteio. Na cobrança, desvio de Thiago Silva e Casemiro concluiu à rede após confusão, abrindo o caminho apara um novo Brasil aparecer.

O time de Tite manteve uma marcação pressão e viu o adversário se complicar em falha de Gallese. O goleiro demorou a chutar bola para frente e deu tempo de Firmino abafar o lance, bloqueando o lançamento. A bola bateu no brasileiro, tocou na trave e voltou para ele, com muito espaço, driblar o arqueiro adversário e fazer 2 a 0, acabando com a parte mental da seleção peruana, perdida a partir dali.

Os comandados de Gareca ainda tentaram avançar as linhas e chegaram com perigo em falta cobrada por Guerrero, mas um outro erro de Gallese facilitou a vida do Brasil. Everton recebeu na esquerda, limpou para o meio e bateu forte. O goleiro, mal posicionado, não conseguiu chegar no canto direito e viu a bola balançar a rede mais uma vez. Até o intervalo, o jogo teve “olé” da torcida do que qualquer outra coisa.

O ritmo de espetáculo da Seleção continuou na etapa final. Depois de algumas chances desperdiçadas por impedimento, a equipe de Tite achou seu caminho quando Daniel Alves tabelou duas vezes, recebendo a segunda de Roberto Firmino já dentro da área para chutar forte, alto, sem chances a Gallese. 4 a 0 e, de quebra, uma vaia enorme da torcida para Paolo Guerrero, com direito a gestos de tchau ao ser anunciada sua saída para a entrada de Gonzales.

Naturalmente, a Seleção diminuiu o ritmo com a vantagem e Tite passou a fazer trocas na sua equipe. Observando as raras, porém, perigosas escapadas da equipe, ele deu descanso a Filipe Luís, Casemiro e Philippe Coutinho, promovendo as entradas de Alex Sandro, Allan e Willian. O volante do Real Madrid, aliás, está suspenso para as quartas de final e, como Fernandinho está com dores no joelho direito, a mudança pode até ser um teste para o duelo eliminatório.

A partir dali ,os lances que mais agitaram a galera foram uma entrada forte de Advincula em Everton, que rendeu o cartão amarelo ao lateral peruano, e um chute mascado, porém perigoso de Gonzales, acompanhado de perto por Alisson ao passar rente à trave. Ainda deu tempo, porém, de Willian acertar um lindo chute de pé direito, no ângulo de Gallese, para fazer o quinto, e de Gabriel Jesus desperdiçar um pênalti sofrido por ele mesmo.

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Jogador do Vasco morre em acidente de trânsito no Rio

Por:Agência Brasil (foto: Assessoria)- O jogador de futebol Thales Lima da Conceição, de 25 anos, morreu na manhã deste sábado (22), vítima de um acidente de trânsito, no Rio de Janeiro.

Thalles era jogador do Vasco, mas estava emprestado para a Ponte Preta, de São Paulo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada às 6h30 para atender uma ocorrência de colisão de duas motos na Estrada Almirante Pena Boto, no bairro Monjolos, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

Quatro vítimas, entre elas Thales e três mulheres, foram socorridas e levadas para o Hospital Estadual Alberto Torres. Uma quinta vítima, um homem de 27 anos, não identificado, morreu no local.

O Vasco da Gama divulgou nota de pesar nas redes sociais. Afirma que o clube está chocado com a notícia do acidente e que lamenta profundamente a morte do atacante Thales. O clube deseja ainda muita força aos familiares e amigos.

Nas redes sociais, a Ponte Preta, onde Tales jogava desde o início deste ano, também lamentou a morte do jogador. O texto diz que o clube recebeu a notícia de maneira consternada e manifesta solidariedade aos familiares e amigos.

O Vasco lembrou a trajetória do atleta, que chegou ainda criança ao clube e vinha trilhando uma carreira ascendente.

“Thalles era natural de São Gonçalo e chegou em São Januário aos 11 anos de idade. Teve uma trajetória marcada por muitos gols nas categorias de base. Principal nome da equipe campeã da Taça Belo Horizonte em 2013, subiu para o time principal no mesmo ano e não demorou muito para se firmar.”

Na temporada seguinte, em virtude do seu bom desempenho, foi convocado para a Seleção Brasileira sub-20. O atacante foi aluno do Colégio Vasco da Gama, diz nota do clube.

Segundo o Vasco, em cinco temporadas na equipe principal, Thalles disputou 157 partidas, marcou 36 gols e conquistou quatro títulos: Campeonato Carioca 2015, Taça Guanabara 2016, Campeonato Carioca 2016 e Taça Rio 2017. Ainda não há informação sobre o sepultamento do jogador.

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Brasil enfrenta França nas oitavas de final do Mundial Feminino

(foto:Reprodução) – O Brasil já sabe quem será o seu adversário nas oitavas de final da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Será a anfitriã França. O jogo ocorre no próximo domingo (23) às 16h (horário de Brasília) no estádio Océane, em Le Havre.

O confronto foi definido nesta quinta (20) após as partidas da 3ª rodada do grupo F da competição, que fecharam a primeira fase do Mudial.

A França chega a este jogo como primeira colocada do grupo A, com 3 vitórias em 3 partidas, enquanto o Brasil chega como o terceiro colocado do grupo C, com 2 vitórias e 1 derrota na fase inicial.

O retrospecto é totalmente favorável às francesas. Em 8 jogos, entre amistosos e partidas de Copa do Mundo, ocorreram 5 empates e 3 vitórias da França.

Por:* Fábio Lisboa é jornalista e comentarista esportivo dos programas da TV Brasil Stadium e No Mundo da Bola
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Copa América: Argentina empata com Paraguai e segue em último

Gazeta Esportiva (foto: AFP)- Argentina’s Lionel Messi gestures after scoring a penalty against Paraguay which was awarded by the VAR after a hand in the area during their Copa America football tournament group match at the Mineirao Stadium in Belo Horizonte, Brazil, on June 19, 2019. (Photo by Douglas Magno / AFP)

Em situação complicada, com várias críticas pelo futebol apresentado e sem vencer na Copa América, a Argentina arrancou um empate por 1 a 1 com o Paraguai, na noite desta quarta-feira, no Mineirão.

Apesar de ter Messi e Aguero em campo, a Argentina não apresentou um bom futebol de um modo geral. A equipe sofreu um tento no primeiro tempo e conseguiu o empate de pênalti, com apoio do VAR. O goleiro Armani ainda precisou pegar uma penalidade para garantir a igualdade.

O resultado deixou a Argentina na última colocação do Grupo B, com apenas um ponto. Já o Paraguai tem dois tentos e ocupa a segunda colocação. Na próxima rodada, os paraguaios enfrentam a Colômbia, na Arena Fonte Nova, às 16h (de Brasília) e os argentinos duelam com o Catar, no Rio Grande do Sul, no mesmo dia e horário.

Primeiro tempo

Pressionado por resultados positivos, a Argentina entrou em campo mandando na partida. O grupo de Scaloni tinha uma postura mais agressiva em campo e não dava chances para o Paraguai pegar na bola.

No desenho tático em campo, Messi – o centro das atenções em Belo Horizonte – jogava sempre muito caído pela direita. Ele não era sobrecarregado, mas participava bem do confronto. Quando a jogada estava do lado oposto, o camisa 10 fechava para o meio.

Pelo lado do Paraguai, o grupo de Berizzo se defendia muito bem. Messi não tinha espaços, e as duas primeiras linhas defensivas eram muito bem colocadas, dificultando as investidas do grupo argentino. Além disso, havia alguma dificuldade de penetração e flutuação entre as linhas. O excesso de Messi na direita contribuía com a ausência de ataques.

Portanto, era claro: a Argentina tinha a posse de bola, mas não utilizava disso para criar oportunidades claras de gol. O goleiro Gatito Fernandez não tinha trabalho. Já o Paraguai queria uma bola apenas.

Ela veio aos 28 minutos. Em um ataque mal executado da Argentina, a equipe paraguaia desceu em velocidade, pela esquerda. A bola chegou em Derlis Gonzáles que chutou e a bola tirou tinta da trave.

A Argentina não conseguia atacar. Não tinha capacidade para agredir, só ficava com a bola, mas sem ser criatividade alguma para dar trabalho. Aos 33, em uma cobrança de falta, Messi bateu fraco e deixou fácil para Gatito.

Aos 36 o Paraguai marcou o primeiro gol. Em rápido contra-ataque pela esquerda, Almirón carregou a redonda da defesa até o ataque e cruzou na marca do pênalti. Na cobrança, Sánchez chuta no cantinho e marca.

Após o tento, a Argentina fez uma mudança tática: o camisa 10 Messi para tentar organizar a equipe, mas foi tarde e tudo ficou para a etapa complementar.

Na volta do intervalo, a Argentina tirou um jogador de meio campo e Aguero foi para o gramado para tentar dar sua parcela de contribuição. A partida ficou igual à etapa inicial: Argentina com muita posse de bola e Paraguai apostando nos contra-ataques.

Aos 6 a Argentina chegou com muita perigo. Em lançamento para Aguero, o atacante dominou no peito e deixou para Lautaro Martínez que chegou batendo. A bola pegou na trave e voltou para Messi que chutou e Gatito mandou para escanteio.

Mas a cobrança de escanteio não foi batida. Isso porque o árbitro Wilton Pereira de Sampaio percebeu uma irregularidade e, com apoio do VAR, marcou o pênalti.

Na cobrança, aos 11, Lionel Messi partiu para a bola, bateu forte no canto direito e Gatito até acertou o canto, mas não conseguiu chegar em tempo necessário.

Mas poucos minutos depois, em uma descida do Paraguai, o zagueiro Otamendi chegou firme e acabou exagerando. O árbitro não teve dúvidas para marcar o pênalti e nem utilizou o VAR. A cobrança, porém, foi defendida por Armani que caiu para o lado esquerdo e comemorou.

A defesa fez o grupo argentino acordar e se animar. Com Messi mais centralizado, a equipe passou a chegar com mais perigo. O técnico Berizz, atento, fez alterações em sua equipe e conseguiu igualar as ações em campo.

Uma questão a ressaltar foi à ineficiência de Dí Maria com a camisa da Argentina. O atleta entrou em campo no segundo tempo, mas não conseguia segurar a bola e contribuir na esquerda, local onde entrou.

 
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Brasil tem três gols anulados e só empata com a Venezuela em Salvador

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Figueiredo/assessoria) – O povo de Salvador é festivo, mas não a qualquer custo. A Seleção Brasileira que já havia sofrido com a pressão paulistana, nessa terça acabou vaiada pelos baianos. Pior, viu manifestações de “olé” ao toque dos adversários. Tudo porque a equipe de Tite não passou de um 0 a 0 com a Venezuela pela segunda rodada do Grupo A da Copa América.

Roberto Firmino foi decisivo de forma negativa. O atacante do Liverpool teve um gol anulado no primeiro tempo e por sua condição irregular a Seleção teve mais dois tentos cancelados pela arbitragem, com auxílio do VAR, na etapa final.

Ainda assim, os anfitriões são líderes com 4 pontos, à frente do Peru apenas por um gol a mais de saldo. A Venezuela tem dois pontos e a Bolívia nenhum.

Como já era de se imaginar, o Brasil partiu para a pressão inicial. A aposta foi pelo lado esquerdo. Em 15 minutos, David Neres recebeu a bola em boa condição dentro da área três vezes. Na melhor delas, errou o alvo.

Richarlison testou o goleiro Fariñez na sequência e o gol parecia questão de tempo, mas Rondón, no contra-ataque, venceu Marquinhos pelo alto e mostrou que a Venezuela não era tão frágil ofensivamente quanto alguns poderiam imaginar.

A posse de bola brasileira chegou a alcançar 77%, Tite trocou Neres e Richarlison de lado, Firmino teve gol anulado (por cometer falta), ou seja, o Brasil tentou de todas as maneiras.

A bola, no entanto, não entrou, as vaias, mesmo que tímidas e não tão efusivas quanto as paulistanas, puderam ser ouvidas com o último apito do árbitro no primeiro tempo.

A etapa final começou com Gabriel Jesus no lugar de Richarlison. O atacante do Manchester City foi escalado aberto pela esquerda, diferente do que está acostumado a fazer na Inglaterra.

Pouco depois, Tite chamou Fernandinho e não foi poupado de protestos das arquibancadas. Casemiro, amarelado, deixou o jogo para não correr riscos.

Com o novo cenário, a Seleção seguiu na missão de furar a retranca dos visitantes. E até conseguiu com Jesus, mas pela segunda vez na partida, a frustração sucedeu a euforia por causa de um impedimento de Firmino avaliado com o auxílio do replay.

A Venezuela, sem largar mão de sua proposta, ousou com a entrada de Soteldo. Mas, a Fonte Nova vibrou mesmo foi quando Tite resolveu colocar Everton Cebolinha em campo.

Os minutos finais foram marcados por uma pressão desordenada do Brasil e atacantes entrando no lado adversário. As vaias já surgiam, a irritação também, quando Coutinho conseguiu estufar as redes e soltar o alívio da garganta dos brasileiros.

O problema é que mais uma vez o VAR entrou em ação e, pela terceira vez, foi responsável por uma frustração generalizada na Fonte Nova. Firmino, de novo, acabou sendo vilão e responsável pela anulação.

Assim, não teve jeito. O Brasil não saiu do empate e, mesmo longe de São Paulo, o placar não foi perdoado pelo público presente.

Na próxima rodada, o Brasil recebe o Peru na Arena Corinthians, sábado, às 16h. No mesmo dia e horário, a Venezuela encara a Bolívia.

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Brasil bate Itália com gol histórico de Marta e avança no Mundial

A seleção brasileira se classificou às oitavas de final do Mundial da França(Foto:© DR)
Brasil bate Itália com gol histórico de Marta e avança no Mundial
Com um gol histórico para Marta, agora a maior artilheira das Copas, com 17, a seleção brasileira se classificou nesta terça-feira às oitavas de final do Mundial da França. Em Valenciennes, a equipe derrotou a Itália por 1 a 0, assegurando o terceiro lugar do Grupo C, com seis pontos.

O Brasil, então, se classificou com um dos quatro melhores terceiros colocados das seis chaves do Mundial, mas ainda não conhece o seu adversário na próxima fase. Porém, será uma das equipes favoritas ao título: Alemanha, no sábado, ou França, no domingo.

Nesta terça-feira, a seleção conseguiu superar ausências importantes, de Formiga, que estava suspensa, e de Andressa Alves, que está machucada e não poderá mais atuar no restante da competição, para obter o seu segundo triunfo no Mundial.

Eleita seis vezes a melhor do mundo, Marta voltou a colocar o seu nome na história do futebol ao chegar aos 17 gols em Copas, superando o alemão Klose, que fez 16, como maior artilheira da história das competições. E esse importante gol de pênalti foi o segundo dela nesta edição do torneio, sendo que ambos foram de pênalti e ela ficou fora da estreia diante da Jamaica por estar lesionada.

O outro jogo do Grupo C do Mundial também teve seu peso histórico, com os quatro gols marcados por Kerr nos 4 a 1 da Austrália sobre a Jamaica. Com esses resultados, os três primeiros colocados ficaram com seis pontos, sendo que a Itália ficou na frente pelo saldo de gols, com 5, contra 3 de Austrália, a vice-líder, e Brasil, que marcou menos vezes – 8 a 6 – do que a equipe da Oceania.

O JOGO – A iniciativa de jogo do Brasil no começo do duelo foi infrutífero para a seleção, que cedeu contra-ataques para a Itália, que aproveitou os espaços na direita por Letícia Santos para quase abrir o placar aos quatro minutos, com Bonansea, que finalizou para a defesa de Bárbara.

O lance expôs a desorganização defensiva da seleção, mas a atuação no ataque não era tão ruim. E em jogadas quase seguidas, teve três chances após cruzamentos. No mais bonito, aos 16, Debinha quase marcou de letra, não fosse a defesa de Giuliani.

O problema era que o Brasil tinha dificuldades na criação, parando na forte marcação italiana e pouco acionando Cristiane. E ainda levava muitos sustos quando era atacada, com aos 23, em chute cruzado de Cernoia. E também aos 39, em contra-ataque que Bonansea parou na boa defesa de Bárbara.

O Brasil voltou bem melhor para o segundo tempo. Embora Marta tenha sido pouco participativa e a defesa tenha errado em algumas saídas de jogo, a seleção dominou a etapa final diante de um adversário que mal conseguia atacar. Assim, quase abriu o placar aos seis minutos, com Andressinha, que acertou o travessão em cobrança de falta. Logo depois, aos dez, em nova jogada de bola parada, Kathellen quase marcou em cabeceio.

A pressão, aos poucos, parecia arrefecer, embora o Brasil continuasse tendo uma atuação segura. A saída de Cristiane parecia diminuir o poder de fogo da seleção, mas o contrário aconteceu, tanto que a sua substituta, Bia Zaneratto quase marcou de calcanhar em sua primeira participação, aos 19 minutos.

E o gol sairia aos 28, após jogada individual de Debinha, que arrancou até a área, onde a arbitragem entendeu que ela foi derrubada por Linari. Pênalti que foi convertido por Marta. Assim, ela chegou aos 17 gols na história das Copas, se tornando a maior artilharia da história do torneio.

Só depois do gol de Marta que a Itália buscou o ataque na etapa final. Mas não chegou a ameaçar a meta defendida por Bárbara, a não ser por um chute prensado no lance final. Assim, a seleção brasileira conseguiu assegurar sua segunda vitória no Mundial e avançou às oitavas de final com uma marca histórica da sua craque.
Por:Noticias ao Minuto
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Estrutura de Copa do Mundo, público de estadual em Uruguai x Equador

Por:Anderson Gonçalves-Valinor Conteúdo

(Foto:Reprodução)-Pouco mais de 13 torcedores se animaram a ir ao Mineirão para ver a goelada da Celeste Olímpíca sobre o time equatoriano no Mineirão. A renda: mais R$ 1 milhão

O jogo Uruguai 4 x 0 Equador, gols de Lodeiro, aos 5min, Cavani, 32, e Suárez, aos 43min do 1ºT e Mina (contra), aos 34min do 2ºT, presenteou o público presente no Mineirão neste domingo, 16 de junho com uma partida boa de se acompanhar pela primeira rodada do Grupo C da Copa América.

O torcedor e os profissionais que foram para o Gigante da Pampulha, com o duelo se iniciando às 19h, não teve qualquer dificuldade de acesso ao estádio, apesar do grande aparato de segurança montado para o evento em Belo Horizonte.

Havia policiamento em grande volume, orientação farta da organização para entrar no estádio, revista com raio-x e até reconhecimento facial. Se viessem 50 mil pessoas, a sede mineira estaria pronta. Mas, os presentes foram de apenas 13.611 torcedores pagantes para uma renda de R$ 1.534.535.

Os ingressos partindo de R$ 120 indo até mais de 400 reais, afastaram o público mineiro do Mineirão, que também não deve ter curtido o horário: 19h de um domingo, sem nenhum clube a capital jogando, não mobilizou o torcedor, nem ao mesmo nos bares e restaurantes da terra do boteco.

A única explicação para uma renda deste porte foi o alto valor, ou a venda antecipada que não se converteu em presença física, como ocorreu na estreia do Brasil contra a Bolívia, na última sexta-feira, 14 de junho.

Para o próximo jogo, dos cinco previstos em BH, Argentina e Paraguai, o mais atraente da fase de grupos da Copa América em Minas, a previsão de público será melhor, mesmo com o ingresso proibitivo, pois os hermanos perderam na estreia para a Colômbia e Messi será o centro das atenções para dar a volta por cima e não dar adeus à competição de forma forma precoce.

A Copa América não conseguiu seduzir a sede mineira da competição, que demonstrou ter força de rendas fabulosas, mas públicos de Estadual em fase inicial, quando o torcedor fica com preguiça de ir ao campo.

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