Atlético-MG perde dois pênaltis e cede empate ao Fortaleza

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – Em jogo movimentado, o Atlético-MG empatou por 2 a 2 com o Fortaleza na tarde deste domingo, no Independência, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time alvinegro chegou a abrir 2 a 0, mas sofreu dois gols em um intervalo de sete minutos e cedeu a igualdade à equipe de Rogério Ceni. O Galo ainda perdeu dois pênaltis: um com Alerrando, que a árbitra mandou voltar, e outro com Luan.

Com o resultado, o Atlético-MG desperdiça a chance de ultrapassar o Flamengo e permanece no quarto lugar do Brasileirão, com 20 pontos, seis a menos que os líderes Palmeiras e Santos. O Fortaleza, por sua vez, cai para a 14ª colocação, com 14 pontos.

Às 19 horas (de Brasília) do próximo domingo, o Atlético-MG enfrenta o Goiás, no Serra Dourada, e o Fortaleza recebe o Corinthians, na Arena Castelão, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Antes de a bola rolar, a emoção tomou conta do Independência. O ex-volante Adilson, aposentado recentemente por causa de um problema cardíaco, foi homenageado no campo. Vestido com o uniforme do Galo, o agora auxiliar técnico foi abraçado pelos jogadores e saudado pela torcida.

O jogo – Em um lance digno de pena, o Atlético-MG abriu o placar logo no começo do primeiro tempo. Aos seis minutos, na tentativa de recuar para Felipe Alves, o volante Juninho exagerou na força do lançamento e encobriu o adiantado goleiro, marcando contra a própria meta.

Pouco depois, Elias foi derrubado por Roger Carvalho dentro da área. Após consultar o VAR, a árbitra Edina Alves Batista marcou o pênalti. Na cobrança, aos 13 minutos, Cazares deslocou Felipe Alves e ampliou para o Galo.

Nos instantes derradeiros da primeira etapa, o jogo ficou aberto e ambos os times tiveram chances. Aos 45, André Luís arriscou de longe e acertou o travessão de Cleiton. No rebote, livre de marcação, Carlinhos isolou por cima. No último lance, o time da casa respondeu à altura: Cazares cruzou na medida para Vinícius finalizar no poste do Fortaleza.

Mesmo com a boa vantagem, o Atlético-MG continuou em cima na etapa complementar. Logo aos dois minutos, o time fez uma ‘blitz’ na área do Fortaleza, que só não levou o terceiro gol porque Felipe Alves fez grandes defesas em sequência num único lance, espalmando chutes de Hernández, Alerrandro e Cazares.

Aos 11, Geuvânio recebeu grande lançamento de Elias, saiu na cara de Felipe Alves, driblou o goleiro e mandou para fora. O Galo foi castigado após desperdiçar tantas chances. Aos 19, Tinga cruzou na medida para Carlinhos subir livre e testar sem chances para Cleiton, descontando para o Fortaleza.

A reviravolta teve sequência pouco depois, quando André Luís foi derrubado por Igor Rabello dentro da área: pênalti. Na cobrança, Juninho se redimiu do gol contra e deixou tudo igual no Horto. Aos 30 minutos, Edina Alves Batista assinalou o terceiro pênalti do jogo, desta vez de Roger Carvalho em Alerrandro. O próprio atacante foi para a batida e chutou no canto esquerdo de Felipe Alves, que fez a defesa.

A árbitra, contudo, mandou a cobrança voltar alegando que o goleiro se adiantou. O Atlético-MG trocou de cobrador, mas não se aproveitou da situação. Luan mudou o canto, mas bateu mal e viu Felipe Alves segurar a bola. Nos acréscimos, o atacante ainda perderia grande chance de desempatar, mas isolou por cima batida de dentro da pequena área.

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Com golaço de Marinho, Santos vence Botafogo e encosta na liderança

Por:Gazeta Esportiva (foto: Ivan Storti/assessoria) – Com um bonito gol marcado por Marinho, no segundo tempo, o Santos derrotou o Botafogo por 1 a 0 em partida disputada na manhã deste domingo, no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. O resultado fez a equipe de Vila Belmiro chegar aos 26 pontos e se igualar ao Palmeiras na liderança do Campeonato Brasileiro. O Verdão leva vantagem na classificação por ter marcado um número maior de gols. O Botafogo caiu para a sétima posição com 16 pontos e ainda pode ser superado por outras equipes no final da rodada.

A vitória fez justiça ao desempenho do Peixe, que foi superior ao adversário durante a maior parte do jogo e até poderia ter alcançado um resultado mais expressivo, mas encontrou o goleiro Gatito Fernández em partida inspirada. Mesmo atuando durante 20 minutos com um jogador a menos por causa da expulsão de Lucas Veríssimo, a equipe dirigida por Jorge Sampaoli nunca perdeu o controle da partida. O Botafogo foi um time sem inspiração que quase não incomodou o goleiro santista. O time carioca deixou o campo vaiado por sua inconformada torcida.

Na próxima rodada, o Botafogo vai enfrentar o Flamengo, no Maracanã. O Santos, por sua vez, recebe o Avaí na Vila Belmiro.

Logo no primeiro minuto, a torcida do Botafogo levou um susto. O goleiro Gatito Fernández tentou um lançamento pelo alto e Sasha cortou de cabeça e a bola passou perto do gol da equipe carioca. A partida começou em ritmo lento com os dois times trocando muitos passes no meio campo antes de arriscar qualquer ação ofensiva.

O primeiro momento de perigo na partida aconteceu aos sete minutos quando Soteldo foi lançado na corrida e chutou forte. A bola bateu em Joel Carli e sobrou para Uribe que concluiu para boa defesa de Gatito Fernández. Um minuto depois, o Peixe voltou a atacar com Sanches que cruzou da direita e a zaga aliviou quando Soteldo aparecia para tentar aproveitar.

O Botafogo encontrava muita dificuldade para produzir jogadas ofensivas por causa da lentidão dos integrantes do meio campo. Enquanto isso, o time dirigido por Sampaoli tentava imprimir velocidade nas jogadas de ataque para surpreender a zaga carioca.

O Botafogo chutou a gol pela primeira vez aos 13 minutos, em jogada individual do lateral-direito Marcinho que derivou para o meio com a bola dominada e arriscou, mas não levou perigo para Everson.

Com 20 minutos de partidas, dois zagueiros do Santos – Gustavo Henrique e Lucas Veríssimo – já tinham sido advertidos com o cartão amarelo.

Aos 25 minutos, Soteldo se livrou de Marcinho e cruzou. Carli cabeceou para o alto e Gatito, ao sair para cortar, acabou se atrapalhando com o zagueiro argentino.

O Botafogo passou a equilibrar as ações e criou seu primeiro momento de perigo aos 27 minutos quando Alex Santana chutou forte e Everson se esticou para desviar para escanteio, evitando o gol do Alvinegro de General Severiano. Aos 33, Erik enfiou na área para a penetração de João Paulo, mas Aguilar chegou primeiro e aliviou o perigo.

O Peixe só voltou a aparecer na área carioca aos 36 minutos quando Jorge se livrou do marcador e cruzou para Sasha, mas o atacante concluiu de forma bisonha e desperdiçou a chance. Logo depois foi a vez de Soteldo aparecer para completar passe de Sanchez, mas o chute saiu fraco.

Aos 44 minutos, na última oportunidade criada no primeiro tempo, Sacha cruzou da direita e Uribe desviou de cabeça, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora.

O segundo tempo não começou bem para o Santos. Logo aos quatro minutos, o zagueiro Lucas Veríssimo entrou forte no lateral-esquerdo Gilson, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. Para recompor a defesa, Sampaoli colocou o lateral Victor Ferraz no lugar de Jean Mota.

Em vantagem numérica, o Botafogo passou a atacar com mais intensidade. Aos oito minutos, Marcinho se livrou de Jorge e cruzou para a entrada de Erik, mas o desvio do atacante foi para fora.

Para tentar rearmar a equipe, Sampaoli gastou sua terceira substituição, trocando o atacante Eduardo Sasha pelo lateral-esquerdo Felipe Jonathan, adiantando Jorge para o meio campo. Enquanto isso, Eduardo Barroca tentou colocar o Botafogo mais agressivo e trocou o meia Alex Santana pelo atacante Victor Rangel. Diego Souza passou a atuar um pouco mais recuado.

Mesmo com um jogador a menos, o Santos manteve o espírito ofensivo e aos 16 minutos, após passe de Sanchez, Soteldo apareceu entre os zagueiros, mas chutou para fora.

Aos 25 minutos, o lateral-esquerdo Gilson também foi expulso e deixou os dois times em igualdade de condições. O lateral botafoguense foi advertido com o segundo cartão amarelo por cometer falta sobre Marinho que tentava arrancar para o ataque. Para completar o sistema defensivo, o lateral-esquerdo Jonathan entrou no lugar de Diego Souza.

Aos 26 minutos, Marinho bateu falta no canto esquerdo e Gatito Fernández fez boa defesa. E aos 30 minutos, o Peixe marcou o primeiro gol. Marinho recebeu na direita, se deslocou para o meio e acertou uma bomba no ângulo direito, sem qualquer chance para Gatito Fernández.

Cinco minutos depois, o baixinho Soteldo quase ampliou em grande jogada individual. O venezuelano driblou Gabriel, se livrou de João Paulo e mesmo agarrado pela camisa, chutou para grande defesa de Gatito que desviou com a ponta dos dedos.

O Botafogo respondeu com cabeçada perigosa de Rodrigo Pimpão, após cruzamento de Marcinho, mas a bola saiu. Gatito Fernández, o melhor do Botafogo, voltou a brilhar, ao sair nos pés de Pituca que recebeu assistência perfeita de Soteldo e se preparava para concluir.

O Botafogo, sem outra alternativa, se lançou ao ataque nos minutos finais e permitiu que o Santos perdesse outra grande oportunidade aos 45 minutos. Felipe Jonathan foi lançado na corrida e livre, diante de Gatito Fernández, mandou a bola para fora.

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Ceará vence Palmeiras-SP com golaço de paraense

(Foto:| Site Oficial do Ceará) – Depois do atacante Rony brilhar contra o Flamengo-RJ pela Copa do Brasil, outro jogador paraense se destaca no cenário nacional e foi fundamental para acabar com a invencibilidade do Palmeiras-SP no Campeonato Brasileiro.

O atacante Leandro Carvalho marcou pelo Ceará-CE na vitória do time alencarino por 2 a 0 sobre o Palmeiras-SP, neste sábado (20), em Fortaleza (CE).

Antes do paraense, a vitória nordestina foi construída no primeiro tempo com Mateus Gonçalves.

Com o resultado, o Vozão ficou na 13ª posição com 14 pontos, enquanto que o Verdão continua na liderança com 26 pontos.

Leandro Carvalho foi revelado pelo Paysandu e atualmente está no Vozão após uma rápida passagem pelo Botafogo-RJ.

DOL
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Inter e Grêmio empatam e perdem chance de diminuir distância para o líder

Por: Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte)- No Gre-Nal 421, que comemorou os 110 anos de existência, Internacional e Grêmio empataram por 1 a 1 no Estádio Beira-Rio 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. As duas equipes perderam a oportunidade de se aproximar do líder Palmeiras que foi derrotado pelo Ceará. O Colorado perdeu o 100% de aproveitamento que tinha na competição em seus domínios.

Pelo lado dos donos da casa, os destaques ficaram por conta de Edenílson, Wellington Silva e Cuesta. E a equipe gremista melhorou depois da entrada de Everton e Luan mesmo que não tenha feito uma boa atuação ajudou a igualar o placar. Paulo Miranda contra fez para os vermelhos.

Com o resultado, o Internacional segue em quinto lugar com 17 pontos. Por sua vez, o Grêmio permanece na 10ª colocação com 15 pontos.

Agora o Internacional volta as suas atenções para o jogo de ida das oitavas de final da Libertadores que será no dia 24, quarta, às 19h15( de Brasília), quando visita o Nacional, do Uruguai, no Parque Central. No dia seguinte o Grêmio recebe o Libertad, do Paraguai, às 21h30(de Brasília), na Arena.

Pelo Brasileiro, o Colorado enfrenta o Ceará no dia 27, sábado, às 19h(de Brasília), no Beira-Rio. Já o Tricolor Gaúcho encara no dia 29, segunda, o CSA, às 20h(de Brasília), no Rei Pelé.

O jogo – As duas equipes se estudam nesse começo de clássico Gre-Nal. O Tricolor Gaúcho ficou mais tempo com a posse de bola, enquanto o Colorado se resguardou defensivamente apostando nas jogadas de contra-ataque.

Uma baita chance de gol os donos da casa perderam. Aos 05, Edenílson recebeu passe milimétrico de Sóbis que chutou. Júlio César faz grande defesa. No rebote, Wellington Silva tentou, mas o arqueiro operou um milagre. Apesar de estar mais tempo com a bola, o Tricolor Gaúcho não conseguiu infiltração na defesa vermelha. Por sua vez, o Colorado se mostrou mais objetivo quando vai ao ataque.

Na bola parada os vermelhos chegam ao primeiro gol. Aos 21, Rafael Sóbis cobrou falta fechada, Paulo Miranda tentou cortar, mas tirou qualquer chance de Júlio César e viu a pelota morrer no fundo da rede. Esse foi o terceiro gol contra do Grêmio no Campeonato Brasileiro. Após marcar o tento, o Inter cresceu na partida. Aos 23, Nonato recebeu de Sóbis, que faz jogada de efeito e chutou da intermediária, mas a bola passou por cima do gol de Júlio César.

Já o Grêmio tem figuras apagadas em campo como Galhardo, Luan e Diego Tardelli que não conseguem assustar a meta de Danilo Fernandes. Aos 30, o zagueiro Emerson Santos, lesionado, deixou o campo para a entrada de Klaus. Aos 31, Luan tocou para David Braz, que chutou perto do gol de Danilo Fernandes. Edenílson comandou o meio-campo vermelho e quando pegou na bola criou as melhores incidências ofensivas dos mandantes. O atacante Wellington Silva se mostrou muito insinuante e vem dando trabalho à defesa gremista.

Durante a etapa inicial, o Grêmio teve mais posse de bola, porém encontrou dificuldades de penetração e infiltração na defesa vermelha. O Internacional demonstrou um time de mais atitude e quando atacou sempre causou problemas ao sistema defensivo gremista.

Nesse retorno para o segundo o Colorado voltou com apetite de aumentar o placar. Aos 03, Sóbis recebeu em frente à área e chutou. Júlio César segurou sem dificuldade. Em desvantagem no marcador, os visitantes não conseguem furar o bloqueio defensivo colorado.

Para ganhar mais força no ataque, o técnico Renato Portaluppi sacou Galhardo para a entrada de Everton. O nível técnico da partida caiu muito comparado ao do primeiro tempo. Sem conseguir entrar na área do Inter, os jogadores do Grêmio começaram a chutar de longa distância.

Apagado no Gre-Nal, a estrela de Luan brilhou no Gre-Nal. Aos 25, Juninho Capixaba recebeu de Tardelli e cruzou na cabeça do meio-campista que superou Klaus e tocou para o fundo da rede sem chance para Danilo Fernandes. O tento marcado por Luan animou os gremistas em campo.

Na tentativa de reagir no confronto, os comandados de Odair Hellmann se lançam a frente. Agora o Tricolor Gaúcho buscou surpreender os vermelhos nas jogadas de contra-ataque com Everton e Pepê. Mesmo com a pressão dos dois times para pular a frente do marcador o resultado acabou terminando em igualdade. Nos acréscimos, aos 47, Everton acionou Pepê, que chutou. Danilo Fernandes faz milagre. No rebote Pepê chutou novamente, mas o arqueiro faz mais uma grande defesa.

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Fluminense fica com nove e Vasco vence de virada

Por:Gazeta Esportiva (foto: Rafael Ribeiro/assessoria) – O Vasco saiu vitorioso no clássico carioca disputada na manhã deste sábado, em São Januário. O time dirigido por Vanderlei Luxemburgo derrotou o Fluminense, de virada, por 2 a 1, em partida repleta de lances polêmicos. O Tricolor das Laranjeiras acabou a partida com nove jogadores, porque os zagueiros Digão e Frazan receberam cartão vermelho, no segundo tempo, e acabaram facilitando a tarefa do adversário. Leandro Castan e Bruno César anotaram os os gols do Vasco, enquanto Pedro marcou o único gol do Fluminense.

Com a vitória, o Vasco subiu para a 14ª colocação com 12 pontos ganhos, enquanto o Fluminense segue com nove pontos ganhos, na 16 ª colocação e, dependendo de outros resultados da rodada, pode cair para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Na próxima rodada, o Vasco vai enfrentar o Palmeiras, no Allianz Parque; o Fluminense vai receber o São Paulo, no Maracanã.

O jogo – Vasco começou a partida mantendo a posse de bola por mais de um minuto até que Yan Sasse finalizou e mandou para fora. Armado com apenas um atacante, uma vez que João Pedro recuava para a armação, o Fluminense se preocupava em tentar bloquear as investidas do Vasco que começou mais agressivo.

O jogo logo ficou tenso com os jogadores reclamando muito a cada dividida mais forte e dando trabalho ao árbitro para controlar os ânimos. Aos oito minutos, Marrony desarmou Bruno Silva e lançou Valdívia que bateu forte para boa defesa de Agenor.

Aos 12 minutos, após levantamento na área, Digão cabeceou na trave, mas foi marcado impedimento do zagueiro, anulando a jogada. O lance animou o Fluminense e, dois minutos depois, Pedro chutou e Sidão espalmou para escanteio. Após a cobrança, os tricolores pediram marcação de pênalti, alegando que a bola bateu na mão de Richard, mas o juiz mandou o jogo seguir.

Para tentar controlar o ímpeto do adversário, o time dirigido por Vanderlei Luxemburgo adiantou a marcação para atrapalhar o tradicional toque de bola da equipe tricolor.

Aos 19 minutos, o Vasco perdeu uma grande chance para marcar. Raul ganhou de Digão pelo e, na saída de Agenor, tocou para Marquinho na pequena área, mas Nino se antecipou e, de carrinho, desviou para escanteio, salvando a sua equipe.

A partida seguiu equilibrada, mas o Vasco se mostrava mais objetivo no ataque. Aos 28 minutos, após cobrança de falta, a bola sobrou para Yan Sasse que mandou a bomba, assustando o goleiro Agenor.

Aos 32 minutos, Bruno Silva voltou a perder a bola na entrada da área e Raul chutou, mas o volante do Fluminense conseguiu se recuperar e abafar a jogada. O técnico Fernando Diniz foi obrigado a gastar uma substituição aos 38 minutos, quando o atacante João Pedro sentiu dores no pé direito e pediu para sair. Brenner entrou em seu lugar.

O Vasco voltou a criar uma nova chance aos 42 minutos. Após cobrança de falta,  Henriquez cruzou, Marrony desviou, mas Bruno Silva salvou quando o goleiro Agenor não tinha chances de defesa.

Quando tudo indicava que o primeiro tempo terminaria empatado, o Fluminense marcou, aos 46 minutos. Gilberto investiu pelo meio e tocou para Pedro que se livrou de Henriquez e tocou na saída de Sidão.

O segundo tempo começou com o Fluminense mostrando maior agressividade. Logo no primeiro minuto, Nenê cobrou falta para Pedro que bateu, de primeira, e mandou para fora. A pressão tricolor continuou e o técnico Vanderlei Luxemburgo decidiu alterar sua equipe antes dos dez minutos. Tiago Reis entrou no lugar de Marquinho, enquanto Bruno César ocupou a vaga de Yan Sasse. Com as mudanças, Valdívia recuou para atuar como armador.

Aos 11 minutos, o Fluminense passou a atuar com dez jogadores, porque o zagueiro Digão recebeu o segundo cartão amarelo por entrada dura e foi excluído do jogo. Para recompor o setor defensivo, o técnico Fernando Diniz trocou o meia Nenê, que saiu muito vaiado pela torcida vascaína, pelo zagueiro Frazan.

O Vasco quase empatou aos 13 minutos. Valdívia cobrou falta e a bola sobrou para Henriquez. O zagueiro colombiano chutou forte e a bola explodiu na trave defendida por Agenor.

Luxemburgo fez outra mudança tática no Vasco. Colocou o lateral-direito Raul Cáceres no lugar de Valdívia e adiantou Yago Pikachu, enquanto Bruno César que tinha começado na ponta direita, passou para o meio campo.

A pressão funcionou e o Vasco empatou aos 21 minutos. Após cruzamento na área tricolor, o goleiro Agenor rebate e a bola caiu com Leandro Castan. O primeiro chute bateu em Tiago Reis, mas a bola voltou para Castan que mandou para as redes, deixando tudo igual no placar.

Depois de empatar, o Vasco aumentou a pressão e, aos 26 minutos, após cruzamento de Cáceres e desvio de Nino, a bola sobrou para Bruno César que bateu forte e mandou para fora.

Dois minutos depois, o Fluminense perdeu mais um jogador. O zagueiro Frazan também recebeu cartão vermelho por falta em Pikachu que investia para o gol. Os jogadores tricolores reclamaram muito, mas o árbitro manteve a sua decisão.

Aos 30 minutos, o Vasco desempatou com Bruno César que bateu falta, com precisão, sem qualquer possibilidade de defesa com Agenor.

Logo depois de sofrer o gol, Fernando Diniz tirou o atacante Pedro e colocou o volante Airton.

Com apenas nove jogadores, o Fluminense encontrava muita dificuldade para chegar no ataque, uma vez que Brenner era o único avançado e era obrigado a recuar para ajudar seus companheiros na marcação.

Nos minutos finais, o time de São Januário apenas  passou a administrar a vantagem, enquanto o Fluminense ainda desperdiçou a última oportunidade com Brenner que recebeu na entrada da área e mandou por cima do travessão.

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Ypiranga 1 x 1 Remo – Leão empata mais uma e tem vaga no G4 ameaçada

Tudo igual no confronto direto por uma vaga no G4 do Grupo B do Campeonato Brasileiro da Série C. Na noite desta sexta-feira, o Remo foi até Erechim e ficou no empate por 1 a 1 com o Ypiranga, no Estádio Colosso da Lagoa, em jogo isolado pela 13ª rodada.
Esse foi o quarto empate seguido do Remo, que tem 19 pontos e corre o risco de deixar o G4 no complemento da rodada – o Paysandu precisa vencer o Volta Rendonda, em casa. Já o Ypiranga chegou ao quinto jogo de invencibilidade e está em quinto lugar, com 18.

A arbitragem do piauiense Djalma Alves de Lima Filho foi alvo de críticas dos dois times, mas principalmente dos jogadores do Remo, que reclamaram bastante do pênalti marcado após o apito final.
SEM GOLS
Mesmo jogando em casa, o Ypiranga deixou a posse de bola com o Remo e foi se soltando aos poucos. Na primeira chegada, Henrique Ávila cobrou fala e Vinícius espalmou para longe. Logo depois, o goleiro remista voltou a salvar em finalização de João Vitor e no rebote de Jackson.
Depois dos sustos, o Remo acordou e equilibrou as ações. Aos 32, Guilherme Garré aproveitou falha na saída de bola e bateu para defesa segura de Deivity. Depois, Gustavo Ramos escapou da marcação e soltou a bomba pela linha de fundo.

EQUILÍBRIO
Se no primeiro tempo não houve gols, tudo mudou na etapa final. Logo aos três minutos, Gustavo Ramos roubou a bola de Renato, desceu em velocidade e tocou para Guilherme Garré só tirar do goleiro, abrindo o placar para o Remo. Mas a alegria durou até os 19 minutos.

Ramires empurrou Reinaldo dentro da área e o árbitro assinalou pênalti, convertido pelo próprio atacante. A marcação gerou revolta dos jogadores paraenses. Quem imaginava que o Ypiranga ia partir para cima em busca da virada se enganou.
As melhores chances até o fim do jogo foram criadas pelo Remo. Eduardo Ramos quase fez de falta e depois perdeu uma chance incrível quase na pequena área. Aos 40, Ramires passou fácil por Léo Kanu, mas na hora da finalização pegou mal.

PRÓXIMOS JOGOS
Os dois times voltam a campo no próximo sábado, pela 14ª rodada. O Ypiranga enfrenta o Tombense, às 16 horas, no Antônio Guimarães de Almeida, em Tombos, enquanto o Remo tem pela frente o Atlético Acreano, às 19h15, na Arena da Floresta, em Rio Branco.

por Agência Futebol Interior

Foto:Reprodução

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Ex-goleiro Bruno consegue progressão de pena e vai para o semiaberto

Juiz entendeu ter havido “falta disciplinar grave” por parte do ex-goleiro no caso de vídeo com mulheres (Agência Estado)

Ex-jogador foi condenado a 20 anos e 9 meses de prisão pelo assassinato da modelo Eliza Samúdio

O ex-goleiro Bruno Fernandes vai voltar a cumprir sua pena em regime semiaberto, segundo decisão desta quinta-feira, 18, da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha, no sul de Minas Gerais, onde o ex-atleta está preso. O ex-jogador foi condenado a 20 anos e 9 meses de prisão pelo assassinato e ocultação do cadáver da modelo Eliza Samúdio, além de cárcere privado do menino Bruninho, filho dos dois.

A migração de regime foi possível porque a Justiça, em junho, anulou a falta grave que o ex-goleiro teria cometido em outubro passado, quando foi flagrado em bar ao lado de mulheres no momento em que deveria estar em trabalho externo.

Na decisão, o juiz Tarcísio Moreira de Souza afirmou que “o reeducando satisfaz as exigências subjetivas para a concessão da progressão de regime para o semiaberto, em especial pelo decote da imputação de falta grave, pois já cumpriu o lapso temporal necessário de pena imposta no regime fechado”.

Os crimes foram cometidos em junho de 2010, quando Bruno era goleiro do Flamengo. As investigações apontaram que o jogador, com a ajuda de amigos, matou Eliza. O corpo da vítima nunca foi encontrado.

Fonte:Agência Estado

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Brasileira conquista mundial de esgrima na Hungria

Nathalie Moellhausen (Foto:FlÁvio Florido/Exemplus/COB

Brasileira faz história e conquista mundial de esgrima na Hungria

Atleta Nathalie Moellhausen bate competidora chinesa na final, sobe ao lugar mais alto do pódio e conquista feito inédito para a esgrima brasileira
A ítalo-brasileira Nathalie Moellhausen fez história nesta quinta-feira (18) e conquistou o primeiro título mundial do Brasil na esgrima.

O ouro inédito veio na categoria espada, após uma vitória por 13 a 12 na final do Mundial de Esgrima de Budapeste, na Hungria , sobre a chinesa Sheng Lin.

Leia mais: Ex-governador admite que comprou votos para realização das Olimpíadas Rio 2016

O Brasil nunca havia conquistado uma medalha em mundiais de esgrima. Sheng Lin é a atual 13ª no ranking da modalidade, enquanto Nathalie Moellhausen ocupa a 22ª posição.

Nascida em Milão, a atleta já tinha um ouro por equipes (2009) e dois bronzes, individual (2010) e por equipes (2011), em mundiais, mas pela Itália, uma das maiores potências na esgrima .
Em 2014, no entanto, Moellhausen decidiu competir pelo Brasil, país de origem de sua mãe, em vista dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Fonte: Esporte – iG @ https://esporte.ig.com.br/maisesportes/2019-07-18/brasileira-faz-historia-e-conquista-mundial-de-esgrima-na-hungria.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=ig&fbclid=IwAR0Me-UtMd1urzrDE_XA9x49u-dcsX4TeoXUDdeU0zJtKeiYsYJWVjMkCMA
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Athletico-PR elimina o Flamengo nos pênaltis e chega às semis da Copa do Brasil

Por:Gazeta Esportiva (foto: Alexandre Vidal/CRF) – O Ahtletico Paranaense garantiu a passagem para as semifinais da Copa do Brasil ao derrotar o Flamengo na disputa de pênaltis por 3 a 1, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Maracanã. No tempo normal, as duas equipes empataram por 1 a 1, gols marcados por Gabigol, para o Flamengo e Rony para o Furacão, ambos no segundo tempo.

Na disputa de pênaltis, o time carioca deu vexame. Diego, Vitinho e Everton Ribeiro desperdiçaram suas cobranças e só Cuellar marcou. Jonathan, Lucho González e Bruno Guimarães marcaram para o Furacão. Bruno Nazario perdeu

Agora, o Rubro-negro de Curitiba vai enfrentar o Grêmio, que eliminou o Bahia, na próxima fase da competição. Quase 70 mil pessoas estiveram no Maracanã, quebrando o recorde da temporada.

Mesmo perdendo o uruguaio Arrascaeta, lesionado, logo nos primeiros minutos, a equipe da Gávea foi superior ao Ahtletico durante o primeiro tempo, mostrando agressividade e velocidade. No segundo tempo, a equipe dirigida por Jorge Jesus caiu de produção e os dois times travaram um duelo equilibrado, tornando o empate um resultado justo.

O jogo – Apoiado por grande torcida, o Flamengo partiu para o ataque assim que a partida foi iniciada. E, aos sete minutos criou a primeira grande chance para marcar. Gabigol recebeu passe de Diego e cruzou. Arrascaeta se antecipou aos zagueiros e cabeceou, mas Santos fez ótima defesa. A pressão carioca prosseguiu e aos 11 minutos, após cruzamento de Arrascaeta, Everton Ribeiro cabeceou, mas a bola bateu em Márcio Azevedo e saiu para escanteio.

Muito pressionado, o Ahtletico não conseguia respirar e se limitava a afastar o perigo da sua área.
Aos dez minutos, o uruguaio Arrascaeta sentiu dores na coxa direita, caiu no gramado e pediu para sair. Vitinho entrou em seu lugar.

Mesmo sem Arrascaeta, o Flamengo seguiu pressionando em busca do gol. Aos 15 minutos, após cruzamento de Rafinha, Lincoln se antecipou aos zagueiros e tocou. O goleiro Santos conseguiu desviar e a bola ainda bateu na trave antes de sair.

Um minuto depois, a defesa paranaense errou na saída de bola e Diego lançou Lincoln sem marcação, mas o atacante chutou fraco e facilitou a defesa de Santos.

O time dirigido por Jorge Jesus seguia sufocando o adversário. Enquanto Lincoln atuava mais fixo na área, Gabigol se movimentava por todos os lados e confundia a marcação da equipe de Curitiba. O Ahtletico não conseguia ficar com a bola e apenas tentava bloquear os avanços do adversário.

Só aos 29 minutos é que o Furacão conseguiu chegar com perigo. Marcelo Cirino recebeu nas costas de Renê e cruzou para Rony completar com grande perigo. A bola encobriu o travessão defendido por Diego Alves.

Depois dos 30 minutos, o Flamengo reduziu bastante o ritmo, parou de marcar a saída de bola do Ahtletico que passou a ficar mais tempo com a bola, embora continuasse com dificuldades para pressionar a defesa do time carioca. A saída de Arrascatea fez a equipe da casa perder o ritmo inicial, porque Vitinho entrou sem a mesma intensidade do uruguaio.

Aos 42 minutos, os jogadores da equipe carioca chegaram a pedir a marcação de pênalti após jogada confusa na área, mas o árbitro não viu toque de Wellington, decisão confirmada pelo VAR.

No final do primeiro tempo, alguns jogadores do Flamengo reclamaram da arbitragem e Gabigol, o mais exaltado, recebeu cartão amarelo. O técnico Jorge Jesus chegou a entrar em campo para retirar o jogador da confusão.

O segundo tempo começou em ritmo mais lento. O primeiro ataque do Flamengo ocorreu aos seis minutos. Lançado por Vitinho, Gabigol derivou para o meio e chutou, mas a bola foi bloqueada por Márcio Azevedo.

Mesmo sem repetir o bom início do primeiro tempo, o time comandado por Jorge Jesus sigava ditando o ritmo da partida, procurando espaços na defesa paranaense para tentar concluir.

O Ahtletico se defendia bem, mas não tinha forças para chegar ao ataque, facilitando a tarefa da defesa do time carioca.

Aos 15 minutos, Jorge Jesus decidiu aumentar a agressividade da equipe e colocou o colombiano Berrio que passou a se revezar com Gabigol no comando do ataque.

Um minuto depois, o Flamengo marcou o primeiro gol. Vitinho driblou Jonathan e cruzou. Everton Ribeiro ajeitou de cabeça e Gabigol, de canhota, completou para as redes, colocando a sua equipe em vantagem.

O gol não reduziu o ímpeto da equipe da Gávea que seguiu pressionando para tentar marcar o segundo gol e liquidar a partida. Aos 26 minutos, Rafinha cruzou e Gabigol concluiu, mas a bola bateu na zaga e saiu para escanteio. Na cobrança, Berrio cabeceou por cima do travessão.

O Ahtletico se adiantou e, aos 31 minutos, deixou tudo igual. Bruno Nazário fez ótimo lançamento para Rony que investiu e bateu cruzado. Diego Alves ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar que a bola entrasse.

O jogo ficou mais aberto, mas o Flamengo seguia com mais posse de bola e tentando o desempate, enquanto a equipe paranaense buscava aproveitar os espaços deixados pelo adversário.

Aos 39 minutos, Marco Ruben foi lançado na corrida, mas Diego Alves saiu do gol e mandou para a lateral.

Aos 43 minutos, a torcida rubro-negra tomou um grande susto. Rodrigo Caio foi desarmado por Rony que arrancou pela direita e lançou para Lucho González que chutou em cima de Léo Duarte que chegou a tempo para salvar sua equipe. Logo depois, o mesmo Rony chutou com perigo depois de receber passe de Nazário.

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Galo pressiona, mas Cruzeiro se segura e avança na Copa do Brasil

Por:Gazeta Esportiva (foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro) – Foi praticamente um jogo de ataque contra a defesa. O Cruzeiro entrou em campo amparado pelo placar positivo de 3 a 0 conquistado no primeiro jogo e o Atlético queria reverter a vantagem. Com isso, no duelo na noite desta quarta-feira, no Independência, para definir quem avança para as semifinais da Copa do Brasil, o Galo se mandou para cima com toda força. No entanto, a Raposa se defendeu com qualidade e, apesar da derrota por 2 a 0, o time celeste se garantiu na próxima fase do torneio nacional.

O Atlético, todavia, teve postura completamente diferente em relação ao primeiro jogo. Na primeira partida, pouco agrediu, nesta quarta-feira o Galo ficou no pé da Raposa, não dava espaços, não deixava o time azul respirar, e atacou praticamente todo o jogo. Mas um time comandado por Mano Menezes sabe se defender bem – alias muito bem. E mesmo assim o Galo do jovem Rodrigo Santana fez um grande jogo.

O Cruzeiro agora espera Palmeiras ou Internacional para saber o adversário da próxima fase. A equipe também volta a se preocupar com sua situação no Campeonato Brasileiro que não é nada boa. O Galo resta ainda o Brasileirão, lutando na parte superior, além da Copa Sul-Americana.

Primeiro tempo

O Atlético entrou em campo com uma formação diferente em relação ao primeiro jogo. Precisando do resultado, o técnico Rodrigo Santana colocou uma formação mais ofensiva, com Jair na vaga de José Welison, dando mais qualidade a saída de bola e Otero no lugar de Luan, já que o venezuelano tem um potente chute que pode contribuir.

E a maneira que o jogo seria desenhado ficou claro pelos primeiros minutos. O Galo em cima, atacando o tempo inteiro, buscando o resultado. O Cruzeiro com 3 a 0 de frente, esperava, com tranquilidade, sem afobar-se.

Os primeiros 16 minutos foram de posse de bola do Galo. Ao Cruzeiro restava tirar de qualquer maneira e se defender novamente porque o Galo atacaria outra vez. Mas, apesar da pressão, a Raposa se defendia com tanta qualidade que nem mesmo tanta posse de bola era capaz de criar oportunidades claras contra a meta do goleiro Fábio.

Alias, pelo contrário: enquanto o Galo atacou sem objetividade, aos 17, em uma ótima jogada de Marquinhos Gabriel a bola chegou em Robinho que chutou para fora. Uma grande chance jogada pelo lado direito de Victor.

O Atlético voltou a atacar, mas novamente sem rumo, e o Cruzeiro, minutos depois daquela grande chance, teve outra. Em cruzamento na área, Rever tentou tirar, mas falhou e deixou o goleiro Victor em situação ruim.

Aos 25 o Galo conseguiu levar muito perigo pela primeira vez. Em ótima jogada de Jair, a bola chegou em Elias que chutou forte e Fábio fez uma grande defesa.

O Galo seguiu intenso. Após essa chance, o torcedor acordou e o Cruzeiro não conseguia sair de maneira alguma. Aos 35 conseguiu o primeiro gol. Em jogada confusa na área, a bola sobrou para Cazares que chutou forte e superou o goleiro Fábio.

A torcida que já estava agitada aumentou a força. “O Galo é o da virada, o Galo é o time do amor”, cantavam.

Aos 37 o Atlético quase ampliou. Em cruzamento na área de Otero, o jovem Alerrandro aproveitou a chance e chutou com a canhota, mas o goleiro Fábio conseguiu a defesa. Aos 43, Patric fez um ótimo cruzamento, da direita, e Dedé precisou se esticar todo para mandar a bola para fora.

A pressão atleticana chegou a tal ponto que o goleiro Fábio precisou cair no gramado para ganhar um tempo. A posse de bola era 70% a 30% para o Galo.

Segundo tempo

As equipes voltaram para a etapa complementar com a mesma ideia de jogo. O Cruzeiro fazia questão de ficar mais tempo com a bola, mas a intensidade atleticana ainda era muita.

Aos 6, o Galo chegou com muito perigo. Em cruzamento da direita, de Luan, a bola chegou em Fábio Santos. Na pequena área, o ala conseguiu errar o chute e Dedé tirou.

VAR e confusão em campo

Aos 18 o Cruzeiro conseguiu colocar a bola dentro da rede alvinegra. Em contra-ataque rápido, Pedro Rocha recebeu a bola e chutou para fazer Victor levar um belo frango. Na comemoração, o jovem tirou a camisa e mostrou para a torcida atleticana. A confusão estava armada.

Os atleticanos chegaram pra tirar satisfação e David e Alerrandro acabaram expulsos. Jair e Pedro Rocha foram amarelados.

No meio da confusão, o árbitro foi alertado pelo árbitro de vídeo que algo de errado aconteceu. Na origem do lance, Fábio Santos sofreu uma falta e o juiz anulou o gol celeste.

O Atlético seguiu pressionando e aos 48 do segundo tempo Patric soltou um forte chute de fora da área e marcou um belo gol. Restava um para a classificação. Mas era pouco tempo, a partida já estava nos acréscimos.

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