Galo bate o Botafogo no Rio de Janeiro e sai na frente na luta pela Sul-Americana

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria) –  Antes uma competição desvalorizada pela diretoria atleticana. Agora, um sonho. E na luta para fazer da utopia realidade, o Atlético venceu o Botafogo por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Engenhão, no Rio de Janeiro, em primeira partida das oitavas de final da Copa Sul-Americana. O Glorioso perde sua campanha 100% até aqui no torneio, antes eram quatro jogos e todos com triunfos.

O Galo foi melhor no geral da partida. Em alguns momentos o Glorioso se mostrou superior, mas no fim das contas o Atlético conseguiu se defender melhor e criar mais oportunidades. Ao término do jogo, saiu barato para o Botafogo que poderia deixar o gramado com um resultado bem pior.

Quando citado que a competição era pouco valorizada pelo Atlético, vale lembrar que o Presidente Sérgio Sette Câmara disse, em 2018, após o time ser eliminado do torneio, que a Sul-Americana era a “Série B da Libertadores”.

As equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, no Independência, às 21h30 (de Brasília), em duelo decisivo para a sequência da competição. Com o gol fora de casa, o Galo tem vantagens.

Primeiro tempo

O Atlético entrou em campo sem uma importante peça: o meia Cazares, com conjuntivite, não viajou ao Rio de Janeiro. Para a vaga, o técnico Rodrigo Santana mostrou uma alternativa interessante, colocando Vinícius Góes. A situação chamou atenção para a manutenção de Luan no banco de reservas. Outra situação da escalação mineira foi a presença de Ricardo Oliveira, que perdeu a posição nas últimas partidas, no lugar de Alerrandro.

A bola rolou e não demorou para o Galo conseguir a primeira oportunidade. Logo aos três minutos, em cruzamento na área feito por Patric, Ricardo Oliveira ficou na cara do gol, mas falhou feio no desvio. Justamente ele que ganhou nova chance do treinador e precisa mostrar trabalho.

Após a chance incrível perdida por Ricardo Oliveira, a partida ficou equilibrada. O Atlético procurava não ficar exposto diante do Botafogo – aprendeu a lição de duas semanas atrás, quando foi goleado pelo Cruzeiro na decisão da Copa do Brasil. Com isso, o time mineiro esperava muito e o Glorioso tentava criar.

Aos 19, em chegada interessante do Botafogo, Marcelo Benevenuto desviou e Cleiton fez a defesa com qualidade. Uma situação vinha ficando clara: Erik poderia aproveitar melhor as chances pela direita, nas costas de Fábio Santos, mas falhava nos lances finais, passes ou finalizações, mas havia ali uma boa situação para surtir efeito ao ataque do time carioca.

Pelo lado do Galo um problema igualmente evidente: a pouca movimentação no ataque. Um time parado, com isso, dificuldade para os homens que tem a missão de armar o time. Além disso, forçavam as jogadas individuais, neste momento, sobretudo, com Otero.

Aos 34 o Galo chegou ao seu gol. Em um vacilo na saída de bola do Botafogo, Elias roubou a bola na grande área e deixou para Vinícius que empurrou de canhota para o fundo das redes.

A falha do Botafogo atrapalhou os planos de Eduardo Barroca que tinha sua equipe que tinha 54% de posse de bola durante o primeiro tempo.

Segundo tempo

À volta para a etapa complementar mostrou algo interessante em campo. O Galo com o placar na mão, longe de Belo Horizonte, partiu para o ataque. O Botafogo tinha a postura defensiva em campo e, além disso, apostava nos contra-ataques.

E o Atlético conseguiu ser mais criativo na etapa complementar. A sua maneira, o Galo chegava com qualidade e, contando com atuação perfeita de Elias, a defesa se segurava.

Aos 11 Ricardo Oliveira voltou a perder uma chance inacreditável. Em cruzamento na área, o atacante, na pequena área, sem goleiro, quase em cima da linha, mandou por cima do gol. Pouco depois o técnico Rodrigo Santana chamou Rafael Papagaio e colocou na vaga do experiente atacante.

VAR em ação

Aos 20, em cruzamento na área, o Galo chegou ao segundo gol. Jair ganhou na área, após disputa de Igor Rabello com Benevenuto, e mandou para o fundo das redes. O Fogão reclamou que a bola não entrou inteira, mas na realidade a marcação foi de falta do zagueiro mineiro.

Minutos depois foi à vez do árbitro de vídeo ser utilizado novamente. Agora, no entanto, para expulsar o zagueiro Joel Carli, afinal, o defensor soltou o pé no rosto do atacante Rafael Papagaio.

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Flamengo leva 2 a 0 do Emelec e se complica na Libertadores

Por:Gazeta Esportiva (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo) –  O Flamengo foi derrotado pelo Emelec, do Equador, por 2 a 0, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no estádio George Capwell, em Guayaquil, em jogo válido pelas oitavas de final da Taça Libertadores.

Agora, o Rubro-negro da Gávea vai precisar de uma vitória por três gols de diferença para conseguir a classificação. O time equatoriano pode perder até por um gol de diferença para ficar com a vaga para as quartas de final. A repetição do placar a favor da equipe brasileira levará a decisão para a disputa de pênaltis.

O resultado fez justiça ao melhor desempenho do Emelec que soube aproveitar as oportunidades para marcar. O Flamengo decepcionou totalmente. A equipe dirigida por Jorge Jesus não se encontrou em momento algum da partida e não conseguiu aproveitar os 20 minutos em que ficou com um jogador a mais por causa da expulsão de Leandro Vega. No decorrer da partida, Diego se lesionou gravemente e os dois times ficaram em igualdade de condições. Os gols do time equatoriano foram marcados por Godoy, no primeiro tempo, e Caicedo, na etapa final.

O Jogo – O Famengo começou assustando. Logo aos dois minutos, Diego recebeu na intermediária e chutou forte. A bola desviou na zaga e saiu para escanteio. O Emelec só conseguiu responder aos seis minutos com um chute de Godoy que passou longe do gol defendido por Diego Alves.

Aos dez minutos, o time equatoriano marcou o primeiro gol. Guerrero cruzou da esquerda e Godoy, livre de marcação, completou para o gol, sem chances para o goleiro Diego Alves.

Mesmo depois de sair na frente, o Emelec seguiu pressionando e após falha de Willian Arão, a bola fica com Guerrero, mas Renê consegue afastar o perigo, desviando para escanteio.

Armado com dois laterais – Rodinei e Rafinha – no lado direito, o Flamengo encontrava dificuldades para ajustar sua marcação. Só depois dos 20 minutos é que a equioe rubro-negra passou a se organizar melhor para buscar o gol do empate. Aos 23 minutos, Diego bateu falta e a bola desviou na barreira e saiu para escanteio. Na cobrança do mesmo Diego, Willian Arão cabeceou fraco e Dreer defendeu sem dificuldades.

Aos 29 minutos, Gabigol fez grande jogada individual, se livrou dos marcadores e chutou, mas Dreer fez grande defesa e evitou o empate. Muito atrapalhado, Willian Arão, por duas vezes, prejudicou o ataque do Flamengo ao colocar a mão na bola.

Em vantagem, o Emelec se fechava na defesa e tentava aproveitar os espaços deixdos pelo adversário. Sem inspiração, o Flamengo tentava chegar ao gol em lances de bola parada. Aos 37 minutos, Diego levantou na área e Léo Duarte cabeceou para fora.

Mais preocupado com a marcação, o Emelec só voltou a aparecer na área brasileira aos 41 minutos em chute de Godoy, mas a bola saiu sem assustar Diego Alves. O Flamengo respondeu com um chute de Gabigol para fora.

As duas equipes voltaram sem modificações para o segundo tempo. Antes do primeiro minuto, o Flamengo quase sofre o segundo gol. Rodrigo Caio foi afastar o perigo, de cabeça, e acabou jogando a bola nos pés de Angulo que se enrolou todo e não conseguiu a conclusão. Antes dos cinco minutos, o técnico do Emelec foi obrigado a fazer uma substituição por motivo de contusão. Saiu Cabezas e entrou Orejuela.

Aos oito minutos, o zagueiro Leandro Vega entrou duro sobre Rafinha e levou cartão vermelho, deixando a sua equioe com um jogador a mais. Para recompor a defesa, o técnico Ismael Rescalvo trocou o meia Queiroz pelo zagueiro Mejia.

No Flamengo, Jorge Jesus tentou tornar o time mais ofensivo para aproveitar a vantagem numérica. Ele tirou o lateral-direito Rodinei e colocou o atacante Lincoln. Aos 12 minutos, após novo cruzamento na área equatoriana, Willian Arão subiu livre, mas cabeceou para fora. Aos 15, Gerson colocou Lincoln em condições de marcar, mas o jovem atacante bateu para fora, desperdiçando uma boa chance.

O treinador do Flamengo decidiu fazer novas alterações no Flamengo que não estava conseguindo aproveitar a vantagem numérica e colocou Cuéllar e Lucas Silva nas vagas dos apagados Willian Arão e Gerson.

Com um jogador a menos, o Emelec se concentrou no meio campo e apenas Angulo ficava mais adiantado. E, aos 23 minutos, o Emelec quase ampliou. Guerrero fez boa jogada e cruzou para Orejuela que só ajeitou para a entrada de Angulo, mas Léo Duarte conseguiu dividir com o atacante e evitar a conclusão.

Aos 27 minutos, o meia Diego sofreu uma entrada dura , sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo e precisou deixar o campo para ser atendido no vestiário, deixando o Flamengo, também com dez jogadores.

Um minuto depois, Gabigol colocou Lincoln livre na área, mas o jovem atacante chutou em cima do goleiro Dreer. O Flamengo aumentou a pressão e, aos 32 minutos, Bruno Henrique lançou Lincoln na área, mas Caicedo chegou junto e conseguiu desviar para escanteio.

Aos 33 minutos, o Emelec ampliou a vantagem. Guerrero fez ótimo passe para o zagueiro Caicedo que se projetou ao ataque e chutou. A bola desviou no lateral Renê e tirou qualquer chance de defesa de Diego Alves.

Sem outra opção, a equipe da Gávea se lançou ao ataque para tentar descontar a vantagem e, aos 39 minutos, Renê acertou a trave de Dreer que já estava batido. Aos 46, foi a vez de Bruno Henrique receber de Rodrigo Caio e chutar para defesa tranquila de Dreer.
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Guerrero marca no fim e Inter sai na frente do Nacional nas oitavas da Libertadores

Por:Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte/SCI)- O Internacional venceu nesta quarta-feira o Nacional, do Uruguai, por 1 a 0, no Estádio Parque Central, na primeira partida das oitavas de final da Libertadores. Mesmo que não tenha tido um bom desempenho, os vermelhos se mostraram mais eficientes na chance que tiveram. Paolo Guerrero foi autor do único tento, aos 44 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Internacional joga pelo empate para avançar na competição. Já o Nacional só irá seguir no torneio se derrotar os gaúchos por 2 a 1. Caso devolva o mesmo placar, a decisão da vaga será nas penalidades.

A partida de volta está marcada para o dia 31, quarta, às 19h15 (de Brasília), no Beira-Rio. Pelo Brasileiro, o Internacional recebe, no sábado, o Ceará, às 19 horas (de Brasília), no Estádio Beira-Rio.

O Jogo – Os visitantes começam tomando a iniciativa, enquanto os donos da casa se resguardam na defesa. A última partida de D´Alessandro fora de casa tinha sido diante do Veranópolis no início do Campeonato Gaúcho deste ano.

A primeira chegada perigosa do Inter ocorreu, aos 08, Patrick dominou no lado esquerdo da meia-lua e bateu cruzado. A finalização assustou a meta de Rochet. Mesmo tendo mais posse de bola, o Colorado tem dificuldade para infiltrar na área dos uruguaios. Aos 19, D´Ale põe na área, a zaga tirou. Nico pegou o rebote dentro da área e bateu. Corujo salvou em cima da linha evitando o primeiro gol dos gaúchos.

Um levantamento para a área da defesa vermelha, aos 23, Uendel cortou parcialmente, no rebote Rafael Garcia que bateu cruzado e a bola triscou na trave. Três minutos depois, Moledo cortou mal e sobrou para Zunino que bateu rasteiro. Lomba tirou com pé para escanteio. O Nacional após os 20 minutos cresceu de rendimento e assustou os comandados de Odair Hellmann. Aos 28, Bergesio recebeu por baixo, fugiu da marcação de Cuesta e tocou por cobertura de Lomba. A bola passou na frente do gol e saiu pela linha de fundo.

Na etapa inicial o Internacional teve mais intensidade nos primeiros 20 minutos, porém na sequência o Nacional cresceu e acabou levando sustos a meta de Lomba. Discreto, D´Alessandro não conseguiu reproduzir os seus melhores momentos quando joga no Beira-Rio. Edenílson e Patrick são os destaques do meio-campo vermelho. Por sua vez, o experiente Bergessio se movimentou bastante e deu bastante aos defensores do Inter.

Decidido a abrir o placar, o Nacional voltou nesse segundo tempo indo para cima do Internacional. A dupla de ataque Nico López e Paolo Guerrero está apagada na partida. Muito truncado o jogo e de várias faltas o que dificultou as ações ofensivas de ambos os times.

Para aumentar a força de ataque do Inter entrou, aos 16, Rafael Sobis na vaga de Nico López que segue sem fazer gols desde abril. Aos 22, Bruno carregou sozinho e arriscou de longe. Rochet espalmou para escanteio.

Na tentativa de vencer o jogo, os donos da casa fazem muitos cruzamentos na área do Internacional. Moledo e Cuesta vem tendo uma atuação implacável ganhando todas as bolas pelo alto. Do meio para frente o Colorado tem muita dificuldade no setor de criação. Aos 33, Sobis dominou, girou e bateu de longe. A bola assustou o goleiro Rochet.

Tecnicamente foi uma partida que deixou bastante a desejar principalmente na reta final. Apesar do esforço, os uruguaios não conseguiram nenhuma chance clara de gol. Não conseguindo entrar no sistema defensivo, o Internacional arriscou chutes de longa a distância. Sem ter tido uma atuação brilhante, a estrela do peruano brilhou. Aos 44, Wellington Silva carregou pela esquerda para a direita e achou Paolo Guerrero na área. Ele dominou e bateu rasteiro sem chance para Rochet. Os mandantes até tentaram, mas não tiveram forças para reagir e os vermelhos obtiveram importante triunfo.

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Nova Mutum reage e arranca empate com Grêmio Sorriso pela segundona do mato-grossense

Por:Só Notícias (fotos: Só Notícias/Lucas Torres) – O Grêmio Sorriso acaba de empatar, em casa, no Egidio Preima, com o Nova Mutum, em 2 a 2, pelo Campeonato Mato-grossense da Segunda Divisão. O time sorrisense vencia até os 38 do segundo tempo e a equipe de Mutum conseguiu reagir nos instantes finais e volta para casa com um ponto.

O jogo teve 3 penalidades. Wagner Aparecido cobrou o primeiro, na etapa inicial, e deixou o Sorriso na frente: 1 a 0. A segunda penalidade foi aos 27. O zagueiro do Nova Mutum foi driblar, perdeu e derrubou o atacante Wagner.  Ele mesmo cobrou, mandou no canto direito e marcou o segundo do time sorrisense: 2 a 0.

No intervalo, o treinador Dema mudou o posicionamento do Nova Mutum que fortaleceu a marcação e passou a atacar mais. A equipe ficou mais entrosada e melhorou na criação de jogadas de ataque. Aos 39 minutos, Uirapuran pegou bem na bola que iria entrar no ângulo, mas o goleiro do Sorriso defendeu. Na cobrança de escanteio, houve bate rebate na grande área e o zagueiro do Grêmio Sorriso cortou com a mão e o árbitro marcou a terceira penalidade. Foguinho bateu, marcou e descontou para o Mutum: 2 a 1.

O Mutum manteve a pressão e aos 42 minutos chegou ao gol do empate. A bola foi lançada para a grande área, o lateral escorou e Uirapuran, livre de marcação, mandou para o fundo da rede: 2 a 2.

O Grêmio Sorriso teve oportunidade de fazer o terceiro nos minutos finais. Na cobrança de falta, Rafael mandou para fora. Os jogadores sorrisenses lamentaram o resultado porque a equipe estava bem próxima da primeira vitória no estadual.

Classificação
1 Poconé- 6 pontos
2 Cacerense- 4
3 Nova Mutum – 4
4 Grêmio Sorriso – 2
5 Ação- 0

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Fluminense bate o Peñarol no Uruguai pela Sul-Americana

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Mercon/assessoria) – O Fluminense deu um passo importante para se classificar para as quartas de final da Copa Sul Americana ao derrotar o Peñarol, do Uruguai, por 2 a 1, em partida disputada na noite desta terça-feira no Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu.

Com o resultado, o Tricolor das Laranjeiras pode até empatar no jogo da volta, no Maracanã, para ficar com a vaga. Os gols do time carioca foram marcados pelo atacante colombiano Yony González, um em cada tempo. Gastón Rodriguez marcou para o time uruguaio no final do jogo.

O resultado premiou o comportamento da equipe brasileira que jogou com inteligência e soube aproveitar os espaços deixados pelo adversário que partiu para tentar a vitória e deixou espaços que foram aproveitados pela equipe dirigida por Fernando Diniz. O Peñarol mostrou um time desorganizado que mostrou muito empenho, mas pouca criatividade e acabou pagando por seus erros.

Os dois times começaram a partida com pouca agressividade. Muitos passes trocados no meio campo e poucas jogadas de ataque. Depois dos cinco minutos, o Peñarol passou a marcar a saída de bola do Fluminense para tentar impedir que a equipe brasileira saísse com tranquilidade para o ataque.

Aos 15 minutos, o estreante goleiro Muriel errou ao tentar dominar a bola e Igor Julião chegou primeiro do que Viatri e salvou sua equipe. Um minuto depois, o Fluminense marcou o primeiro gol. Marcos Paulo arrancou da sua intermediária e deixou Yony González livre para chutar e colocar a sua equipe na frente do placar.

Depois de sofrer o gol, o time uruguaio tentou se lançar ao ataque para buscar o empate, mas errava muitos passes e não conseguia incomodar a defesa tricolor. Aos 26 minutos,  Yony González e Marcos Paulo tabelam e a bola é passada a Pedro na área, mas o atacante se enrola e perde a chance de concluir.

Mesmo jogando em casa, o Peñarol encontrava muita dificuldade para chegar ao gol. Aos 29 minutos, Canobbio cruzou fechado e Muriel segurou firme.

O Fluminense desperdiçou uma boa chance para ampliar aos 33 minutos. Após cobrança de falta, Digão desviou, de cabeça, e Pedro mandou para fora. Em dividida com Daniel, o volante Gargano acertou uma cotovelada em Daniel. Depois de consultar o VAR, o árbitro advertiu o jogador uruguaio com cartão amarelo, revoltando os tricolores que queriam a expulsão do adversário.

O Peñarol quase empatou aos 46 minutos quando Viatri acertou uma bela cabeçada, mas Muriel fez grande defesa e evitou o empate. Logo depois, o goleiro tricolor brilhou novamente ao espalmar para escanteio um chute perigoso de Trindade.

O Fluminense voltou sem alterações para o segundo tempo. Ainda no primeiro minuto, pelo Peñarol, Trindade arriscou de longe e mandou para fora. O Tricolor respondeu com um chute de Yony González que não assustou o goleiro uruguaio. Aos dez minutos, Pedro recebeu de Ganso e bateu forte, mas o goleiro Dawson fez boa defesa.

A equipe da casa quase empatou aos 18 minutos, quando Brian Rodriguez cruzou e Gastón Rodriguez completou para o gol, mas Muriel fez grande defesa, evitando o gol.

Aos 25 minutos, o Tricolor das Laranjeiras ampliou, novamente com Yony González. O atacante colombiano foi lançado por Daniel, ganhou na corrida e tocou na saída do goleiro Dawson.

O time uruguaio desanimou com o segundo gol tricolor e quase sofreu o terceiro aos 32 minutos, quando Pedro cabeceou com muito perigo. O técnico Fernando Diniz tentou reforçar o sistema defensivo para suportar a pressão do Peñarol nos minutos finais e trocou o meia Ganso pelo volante Bruno Silva.

Na base do desespero, o Peñarol saiu para buscar o primeiro gol e acabou marcando aos 44 minutos através de Gastón Rodriguez que recebeu ótimo passe de Brian Rodriguez e completou para as redes, sem defesa para Muriel. Nos minutos finais, o time da casa pressionou, mas o Fluminense soube se defender e garantir o resultado.

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River perde pênalti no último minuto e Cruzeiro arranca empate em Buenos Aires

Por:Gazeta Esportiva (foto: Bruno Haddad/assessoria)- O futebol e sua capacidade incrível de mudar sentimentos de um minuto para o outro. A história de River Plate e Cruzeiro, na noite desta terça-feira, no Monumental de Núñez, na Argentina, pela primeira partida das equipes nas oitavas de final da Copa Libertadores mostra isso.

O duelo já caminhava para o fim. O relógio do árbitro já contava com 52 minutos de jogo quando, após uma cobrança de escanteio, o VAR alertou o árbitro para uma irregularidade. O juizão foi até a tela e viu que Henrique puxou a camisa de Lucas Pratto, marcando, portanto, o pênalti.

Seria a água no chopp do Cruzeiro que fez uma partida defensivamente impecável, conseguiu segurar o ímpeto do River em sua casa e assim garantindo o resultado para buscar a classificação em Belo Horizonte. O time de Mano Menezes fez um primeiro tempo se defendendo mais e uma etapa complementar aproveitando bem os contra-ataques e, por detalhes, não marcou seu gol.

Então, no último minuto, Suarez, com o Monumental todo em suas costas, foi para a cobrança. O silêncio no estádio após a batida deu sentença ao argentino: o chute saiu forte, com altura e a bola foi parar nas arquibancadas.

As equipes se encontram na próxima semana, em Belo Horizonte, no Mineirão, e decidem quem avança para as quartas de final da Copa Libertadores da América.

O Cruzeiro entrou em campo com seu melhor time. Vale lembrar, inclusive, que Fred não viajou para Buenos Aires por causa de uma crise de labirintite, mas, ainda assim, Mano Menezes tinha seu melhor time em campo. Já o River Plate iniciando temporada, tinha mudanças, era um clube diferente daquele que conquistou a América e tinha Lucas Pratto no banco de reservas.

Os primeiros minutos do confronto foram de muita igualdade em campo. As equipes faziam um importante duelo no meio, com trocas de passes e posturas defensivas e ofensivas parecidas, com as propostas de jogo.

Isso durou até os 10 minutos de jogo. Após isso, o River passou a colocar em campo um ritmo mais intenso de jogo. E passou a pressionar muito o Cruzeiro. Os argentinos dominaram o meio campo completamente e toda escapada da Raposa era rapidamente recuperada. O River cercou a área celeste e passou a colocar bolas insistentemente dentro da área.

Esse momento do jogo durou cerca de 12 minutos, até os 22, e serviu para mostrar o potencial do clube argentino, mas, sobretudo, a capacidade do time de Mano Menezes de ser pressionado sem sofrer grandes sustos. O River aproximou da área, mas não chegou contra o gol de Fábio claramente com uma chance de marcar um tento. O porém é que não conseguiu criar o contra-ataque perfeito para abrir o placar.

Aos 24 o River conseguiu criar uma chance com muito perigo. Em cruzamento na área, Álvares desvia de cabeça, antecipando a chegada de Dedé, mas Fábio conseguiu defender. No rebote, Fernández chutou para fora.

O Cruzeiro tentou igualar as ações em campo, mas não teve forças para avançar nas linhas de marcação com qualidade. A melhor chance ocorreu aos 36, em uma ótima escapada de Pedro Rocha pela esquerda, mas a zaga conseguiu se recompor com qualidade para evitar o pior.

Na volta do intervalo, o Cruzeiro demorou apenas um minuto para conseguir balançar as redes. Em ótima jogada de meio campo, Lucas Romero deixou Marquinhos Gabriel na cara do gol e o atacante balançou as redes. O VAR entrou em ação e percebeu o impedimento por milímetros.

A situação serviu para mostrar que o Cruzeiro seria diferente em campo na etapa complementar. Se no primeiro tempo o time de Mano Menezes ficou acuado sendo atacado, agora se mandaria para o jogo.

A entrada de David também deixou o Cruzeiro mais eficiente na frente. A Raposa passou a incomodar bastante a zaga do River Plate que passou a ter dificuldades na marcação e, com isso, não conseguia ser tão agressivo como na etapa inicial.

Após a entrada de Lucas Pratto, o River voltou a crescer. O ex-atleticano demorou um tempo até conseguir entrar na partida, mas levou, pelo menos, duas chances claras contra a meta do goleiro Fábio.

O VAR entrou em ação no último lance do jogo. Em um cruzamento na área, Henrique segurou Lucas Pratto e após consulta ao árbitro de vídeo, o pênalti foi marcado. Suarez foi para a cobrança e mandou longe.

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Borja renasce e Palmeiras arranca empate do Godoy Cruz

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)- O Palmeiras arrancou um empate por 2 a 2 com o Godoy Cruz na noite desta terça-feira, na Argentina, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores. Além do susto na viagem para Mendoza, o time alviverde teve que superar novos erros defensivos e um 2 a 0 contra para buscar a igualdade no Estádio Malvinas Argentinas. Felipe Melo e Miguel Borja marcaram para a equipe visitante.

Com o resultado, pelo critério do gol fora de casa, o Palmeiras tem a vantagem de jogar por dois empates (1 a 1 e 2 a 2) no duelo de volta, marcado para a próxima terça-feira (30), às 21h30 (de Brasília), no Allianz Parque. Já o Godoy Cruz precisa de uma vitória simples ou empates com placares a partir de 3 a 3.

Antes, porém, o Verdão tem um compromisso pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com a liderança ameaçada pelo Santos, a equipe de Felipão encara o Vasco neste sábado, às 17 horas, também na arena alviverde.

Em uma falha do sistema defensivo do Palmeiras, o Godoy Cruz abriu o placar aos cinco minutos do primeiro tempo. Após levantamento da direita para a esquerda, Brunetta apareceu livre e escorou para o meio da área, onde García se antecipou a Gustavo Gómez para testar e balançar a rede.

O gol fez o Verdão acordar e trocar mais passes para chegar na frente. Aos 10, Bruno Henrique levantou na área e Borja cabeceou no canto direito do goleiro Mehring, que se esticou todo para fazer a defesa. No rebote, o colombiano mandou para fora.

Justamente quando era melhor, o time de Felipão levou o segundo gol em nova falha da defesa alviverde. Aos 28, o Godoy Cruz saiu tocando com facilidade, até a bola chegar em García, que fez o pivô no meio-campo, recebeu nas costas de Diogo Barbosa e fuzilou Weverton.

Na base do abafa, o Palmeiras descontou pouco depois. Marcos Rocha recebeu na linha de fundo, cruzou na área e viu Felipe Melo contar com erro na saída do goleiro para marcar de cabeça. Antes do intervalo, Gómez puxou a camisa de García dentro da área: pênalti. Na cobrança, Weverton defendeu com o pé a batida do atacante.

Mais intensa, a equipe brasileira voltou melhor para a etapa complementar. Aos nove minutos, após boa trama pelo meio, Borja deixou Willian na cara do gol. O atacante, porém, bateu mal e mandou para fora. Era um prenúncio do gol de empate.

Aos 13 minutos, com a bola no chão, Luan descolou grande passe para Borja, que girou para cima do zagueiro na entrada da área e tocou rasteiro na saída do goleiro, marcando um belo gol para o Palmeiras. Foi o primeiro dele após cinco meses de jejum.

Em busca da virada, Scolari colocou Hyoran no lugar do cansado Willian. Apesar da melhora, o Verdão continuava oferecendo espaços para o Godoy. Aos 30, Brunetta recebeu por trás da marcação, invadiu a área e encheu o pé. Weverton, bem colocado, fez a defesa.

Nos minutos finais, o Palmeiras pressionou e ainda teve uma última chance de virar o placar. Em cobrança de falta frontal, Bruno Henrique exigiu grande defesa do goleiro. No rebote, contudo, a zaga rival afastou o perigo e manteve o 2 a 2 no marcador.

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Justiça penhora R$ 4,7 milhões de Belo em ação movida por Denílson

(Foto:Reprodução)-Ex-jogador venceu ação contra o cantor em todas as instâncias

O Tribunal de Justiça de São Paulo ordenou a penhora de R$ 4,7 milhões dos direitos autorais de Belo, por conta de uma ação movida pelo ex-jogador Denílson, em 2000. Na época, ele era o empresário da banda Soweto e alegou que o cantor saiu para seguir carreira solo sem pagar indenização. A informação é do portal UOL.

O comentarista da Band venceu a ação em todas as instâncias. A Justiça já enviou ofício à empresa norte-americana Apple Inc pedindo esclarecimentos sobre a comercialização e repasse dos direitos autorais de Belo nas mídias digitais.

O Tribunal ainda intimou a Apple a fornecer dados das receitas provenientes da distribuição (streaming) e execução das músicas do cantor nas mídias ligadas à empresa. Em resposta, a Apple Brasil acrescentou que essa solicitação judicial deve ser feita diretamente às empresas que representam os direitos autorais do cantor.

Apesar da justificativa da Apple, o Tribunal manteve o pedido para que a empresa apresente posicionamento detalhado do recolhimento dos direitos musicais.

Por:LANCE!

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São Paulo goleia a Chapecoense no Brasileirão

Por:Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – O São Paulo está novamente na briga pelas primeiras posições no Campeonato Brasileiro. Na noite desta segunda-feira, o time comandado pelo técnico Cuca recebeu a Chapecoense, no estádio do Morumbi, e, apesar do primeiro tempo ruim, conseguiu sair de campo com a missão cumprida, vencendo o jogo por 4 a 0, graças aos gols de Antony, Toró, Raniel e Vitor Bueno, somando três pontos e saltando da 12ª para a quinta colocação na tabela.

Fechando a 11ª rodada do Brasileirão, o Tricolor entrou em campo ciente do que precisava fazer. Os resultados do fim de semana foram bastante favoráveis ao time, que não desperdiçou a oportunidade de voltar à disputa no topo da tabela muito por conta das mexidas de Cuca no intervalo. Após oito jogos, o São Paulo, enfim, voltou a conquistar um resultado positivo na temporada.

Mais uma vez apagado, Pato deu lugar a Toró, responsável por marcar o segundo gol da partida com um lindo chute de fora da área, colocado. Já Everton, que substituiu Luan, foi quem deu o passe para Antony abrir o placar.

O São Paulo volta a entrar em campo no próximo sábado, quando enfrenta o Fluminense, no Maracanã. Já a Chapecoense, na zona de rebaixamento, terá de correr atrás do prejuízo no domingo, contra o Bahia, na Arena Condá.
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Corinthians joga melhor na Arena, mas leva empate no fim do Flamengo

Por:Gazeta Esportiva (Foto: Alexandre Vidal/assessoria) – O Corinthians teve uma boa atuação na tarde deste domingo, na Arena, foi superior ao Flamengo, mas um gol marcado por Gabriel, já aos 44 minutos do segundo tempo, impediu que isso se transformasse em vitória. Dominante durante a maior parte do duelo, o Timão havia aberto o placar com Clayson, em pênalti sofrido por Vagner Love, e pouco sofreu até o rebote concedido por Cássio no pé do centroavante.

Com o resultado, o Timão perde a chance de encostar no grupo que se classifica para a Libertadores da América, ficando com 16 pontos conquistados na tabela de classificação. O Rubro-Negro, por sua vez, soma agora 21, também perdendo a chance de chegar mais perto do Palmeiras.

Na próxima rodada, os comandados de Fábio Carille terão pela frente o Fortaleza, no domingo, dia 28, às 19h (de Brasília), no Castelão. Antes, porém, fazem o primeiro jogo das oitavas de final da Copa Sul-Americana, contra o Montevideo Wanderers, quinta-feira, na Arena. Jorge Jesus e sua equipe, por outro lado, encaram o Emelec, na quarta, pelas oitavas de final da Libertadores, antes de enfrentar o Botafogo, no domingo, no Maracanã.

O duelo começou com intensidade acima do normal na Arena. Mesmo visitante, o Flamengo adiantou suas linhas de marcação e, com menos de dois minutos, Diego já havia feito Cássio trabalhar em chute de longe. A resposta corintiana veio pouco depois, quando Pedrinho conseguiu achar espaço na entrada da área e bateu no canto direito, promovendo defesa segura de Diego Alves para os cariocas.

O jogo seguiu bem disputado, mas passou a ficar menos envolvente com as sequenciais quedas de jogadores pedindo atendimento. Manoel e Vitinho, cada um duas vezes, promoveram a entrada dos médicos em campo para checar seus estados físicos. O Corinthians chegou bem pela esquerda, em jornada participativa de Sornoza, mas a maioria dos lances veio em chutes de fora da área.

O melhor lance da partida veio em jogada ensaiada dos alvinegros, quando Sornoza cobrou escanteio na segunda trave e Pedrinho cabeceou forte para boa defesa de Diego Alves. O time da casa ainda tentou uma pressão, com bolas alçadas na área, uma tentativa de voleio de Sornoza e uma cabeçada rente ao travessão de Júnior Urso, mas o placar foi para o intervalo sem mudar os números.

Carille apostou na mesma formação para o segundo tempo e foi recompensado com a mesma intensidade do começo do jogo. Não demorou para que, em um grande lance individual dos seus melhores em campo, o gol saísse. Pedrinho pegou sobra na entrada da área na defesa e acionou rapidamente Fagner. O lateral foi muito bem, ganhou de Cuellar e deixou Vagner Love na cara do gol. O centroavante invadiu a área e foi derrubado por Berrío. Pênalti convertido por Clayson para abrir o placar.

O gol fez bem aos alvinegros, que superaram uma tentativa de empate rápido do Flamengo e passaram a ditar o ritmo do jogo. Jorge Jesus apostou na entrada de Bruno Henrique na vaga de Willian Arão, mas o maior espaço no meio-campo deu aos anfitriões a possibilidade de adiantar a marcação, evitando a saída rápida dos flamenguistas e ameaçando em boas chegadas de Pedrinho e Avelar.

Jesus, porém, tinha um trunfo no banco, colocando Lincoln na vaga de Gerson. O centroavante foi bem em pivô para furada de Bruno Henrique e depois ganhando escanteio em disputa com Fagner. Na cobrança, Willian Arão cabeceou, Cássio deu rebote e Gabriel empurrou para a rede. Depois de cinco minutos de análise no VAR, o juiz validou o lance e deu o empate para os flamenguistas.

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