Galo vence o La Equidad e sai na frente em busca da classificação na Sul-Americana

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria) – 20/08/2019 22:55 – Com medidas de sofrimento – algo comum em sua história – o Atlético venceu o La Equidad, por 2 a 1, na noite desta terça-feira, em confronto disputado no Independência. Na próxima partida, na semana que vem, o Galo precisa de apenas um empate para avançar as semifinais da Copa Sul-Americana.

O Galo foi bem durante a partida. Um fator que dificultou a vida alvinegra foi o gol sofrido logo aos 3 do primeiro tempo. Com isso, o La Equidad se fechou e obrigou o Atlético a ficar atacando quase na totalidade dos 90 minutos. Com muita capacidade, e com os dois volantes, Jair e Elias, a equipe mineira conseguiu a virada.

O jogo – Não demorou até o placar da partida ser aberto. Em cruzamento na área, Elias não conseguiu tirar e acertou Motta. O árbitro não teve dúvidas para marcar a penalidade. Na cobrança, Camacho colocou a bola do lado contrário ao goleiro Cleiton e saiu para comemorar.

A partir dos 15 minutos, só deu Atlético. Já com o resultado contrário, o Galo foi com tudo para o ataque. Eram tentativas de vários lugares, espremendo o La Equidad em seu campo adversário. Os zagueiros atleticanos estavam na linha de meio campo, Jair, primeiro volante, quase junto a eles, e o restante do time nos pontos à frente. Em determinados momentos, um dos zagueiros avançavam até o ataque em busca de aparecerem como elementos surpresas.

O Atlético massacrava o La Equidad. Eram momentos longos no ataque, sem tempo para respirar, com os dois laterais avançados. O técnico Humberto Sierra estava desesperado com a situação de sua equipe em campo, pois, apesar de ter o resultado a favor, levaria um gol em instantes – isso era claro afinal o clube mineiro atacava de todas as maneiras.

Aos 20, em boa troca de passes, a redonda chegou em Ricardo Oliveira que deixou para Cazares. O meia chutou e o goleiro Novoa teve muito trabalho para buscar no cantinho. A bola ainda beijou a trave antes de sair. Sete minutos mais conseguiu seu gol.

Em cobrança de falta de Cazares, aos 27, a bola chegou em Igor Rabello que conseguiu escorar e deixar a redonda limpa para Jair, sem marcação, dentro da área. O volante pegou forte, com a parte de cima do pé, e colocou para dentro.

Após o gol, o Galo não tirou o pé. A equipe mineira seguiu atacando, sem dar espaços, sem sossego, sem tempo para respirar. Aos 37, em novo cruzamento de Cazares na área, Rever, de peixinho, desviou forte de cabeça e o goleiro teve dificuldades para defender. A bola ainda pegou na trave.

No finalzinho o La Equidad conseguiu chegar com perigo. Após vacilo da Rever, o contra-ataque se tornou possível e o atacante da equipe colombiana ficou só com Igor Rabello na frente. O defensor atleticano, porém, fechou bem os espaços e conseguiu evitar o pior.

Na volta do intervalo, o Galo seguiu ativo no ataque. A equipe alvinegra novamente não dava espaços e atacava com volume muito alto. Aos 6, em velocidade, Patric colocou na área e Ricardo Oliveira desviou de cabeça.

O jogo ficou previsível. Era o Galo atacando, tentando com volume, mas encontrando um adversário fechado, sem se arriscar muito, buscando algum contra-ataque.

Aos 20 o jogo voltou a ganhar em emoção. Em cruzamento na área, Jair caiu após carga nas costas. O árbitro, após longo tempo verificando junto ao VAR, marcou o pênalti. Na cobrança, porém, Cazares ficou nas mãos do goleiro, mas Otero colocou para dentro. O juizão, todavia, novamente auxiliado pelo árbitro de vídeo percebeu que o venezuelano invadiu a área e anulou o gol.

Poucos minutos depois, outro lance decisivo para o jogo. Ethan Gonzalez deixou o braço no rosto de Rever e foi expulso. Com um a mais e com volume e intensidade, o Atlético não deu mais folego.

Aos 34, o Galo fez o gol da tranquilidade. O volante Elias recebeu a bola no meio, carregou por alguns passos e chutou forte. O goleiro não contava com a curva da bola e falhou, deixando a redonda entrar.

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Palmeiras revive rivalidade histórica em mata-matas contra o Grêmio

Por:Alexandre Guariglia

(Foto:Reprodução)-Disputa entre as equipes ficou mais acirrada nos anos 90, com direito a quartas de final de Copa Libertadores, mas o confronto também teve muito destaque na década de 60

Nesta terça-feira, em Porto Alegre, Grêmio e Palmeiras iniciam mais um capítulo de um rivalidade histórica em competições de mata-mata. Pela segunda vez, as equipes disputam uma fase de quartas de final de Copa Libertadores, repetindo o que aconteceu em 1995, auge do acirramento do confronto. No entanto, esse embate não se resume ao torneio continental e vem desde os anos 60, com Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

A primeira vez que Verdão e Tricolor gaúcho se enfrentaram em um mata-mata foi nas oitavas de final da Taça Brasil de 1961, que recentemente foi reconhecida como Brasileirão. Os paulistas venceram o primeiro jogo por 3 a 0, fora de casa, e empataram em 1 a 1 na volta, se classificando à fase seguinte.

Quatro anos mais tardes, pelas quartas de final da Taça Brasil de 1965, em um confronto de três jogos, os palmeirenses ganharam o primeiro, por 2 a 0, perderam o segundo por 5 a 1, e se recuperaram no terceiro vencendo por 4 a 1, garantindo vaga nas semifinais da competição.

Dois anos depois, pela Taça Brasil de 1967, novamente em três partidas, Palmeiras e Grêmio disputaram a semifinal daquela edição do Brasileiro. No primeiro duelo, vitória dos gaúchos por 2 a 1, no segundo, triunfo palmeirense por 3 a 1, e no desempate, mais uma vitória alviverde, dessa vez por 2 a 1, e vaga na decisão contra o Náutico, que foi vencida pelo Verdão.

Depois de um espaço de mais de 20 anos, as equipes voltaram a se enfrentar por um mata-mata de Campeonato Brasileiro. Foi em 1990, nas quartas de final. O Palmeiras venceu o primeiro jogo por 1 a 0, em seu mando de campo, e o Grêmio, na volta, conseguiu reverter a vantagem e bateu o rival por 2 a 0, garantindo a classificação para a semifinal da competição.

Três anos depois, pela Copa do Brasil, os times se encontraram nas quartas de final. O Verdão, com o elenco estrelado, não conseguiu superar o Tricolor gaúcho em dois jogos. Foram dois empates em 1 a 1, sendo que na partida de volta, em Porto Alegre, os donos da casa venceram nos pênaltis por 7 a 6.

Mas o auge da rivalidade ainda estava por vir na temporada de 1995, quando Palmeiras e Grêmio se cruzaram em mata-matas de duas competições distintas: a Copa do Brasil e a Copa Libertadores. A primeira etapa dessa batalha se deu pelo torneio nacional, nas oitavas de final, com um empate em 1 a 1, em Porto Alegre, e 2 a 2 em São Paulo, melhor para os gaúchos, que fizeram mais gols fora de casa, e foram para as quartas de final.

O melhor ainda estaria por vir, com as quartas de final da Liberta. O Grêmio de Paulo Nunes e Jardel, impiedoso, goleou o Palmeiras por 5 a 0, no Olímpico, que viu uma das brigas mais emblemáticas dos anos 90, quando o gremista Dinho e o palmeirense Válber, já expulsos, trocaram agressões atrás de uma das traves, antes de descerem para os vestiários. Na volta, o Verdão até tentou reverter o placar, marcou cinco tentos, mas levou um: 5 a 1, e vaga gaúcha.

Em 1996, novamente dois mata-matas por duas competições distintas. Primeiro pelas semifinais da Copa do Brasil, quando o Palmeiras venceu o primeiro jogo por 3 a 1, em casa, e o segundo por 2 a 1, como visitante, garantindo classificação para a decisão, que mais tarde viria a perder para o Cruzeiro. Meses depois, pelo Brasileirão, se enfrentaram pelas quartas de final, com o Grêmio vencendo a primeira partida por 3 a 1 e o Verdão vencendo a segunda por 1 a 0, insuficiente para tirar os gaúchos da semifinal.

Após mais de uma década sem se encontrarem em mata-matas, Palmeiras e Grêmio se enfrentaram pela semifinal da Copa do Brasil de 2012. O Verdão, de forma surpreendente, venceu em Porto Alegre por 2 a 0, sob o comando de Felipão. Na partida de volta, em Barueri, o empate em 1 a 1 bastou para os palmeirenses irem para a final, em que acabou conquistando o título.

Quatro anos depois, também pela Copa do Brasil, as equipes se cruzaram nas quartas de final da competição nacional. Vitória do Grêmio por 2 a 1 em sua arena, e empate em 1 a 1, no Allianz Parque, na volta. Os resultados favoreceram os gremistas, que foram para a semifinal e acabaram chegando ao título, que iniciou a era de conquistas de Renato Gaúcho no comando do time.

O placar de vitórias em mata-matas favorece o Tricolor gaúcho (6 a 5), e o Palmeiras busca igualar esse retrospecto ao garantir mais uma semifinal de Copa Libertadores em sua história. Os corações dos torcedores começarão a ser testados nesta terça-feira, às 21h30, na Arena do Grêmio, pela partida de ida do confronto que marca mais um capítulo dessa equilibrada rivalidade.

Confira o histórico de mata-matas entre Palmeiras e GrêmioBrasileirão (Taça Brasil) 1961 – Oitavas de final (Palmeiras classificado)Grêmio 0 x 3 PalmeirasPalmeiras 1 x 1 Grêmio

Brasileirão (Taça Brasil) 1965 – Quartas de final (Palmeiras classificado)Palmeiras 4 x 1 GrêmioGrêmio 5 x 1 PalmeirasGrêmio 0 x 2 Palmeiras

Brasileirão (Taça Brasil) 1967 – Semifinal (Palmeiras classificado)Grêmio 2 x 1 PalmeirasPalmeiras 3 x 1 GrêmioPalmeiras 2 x 1 Grêmio

Brasileirão 1990 – Quartas de final (Grêmio classificado)Palmeiras 1 x 0 GrêmioGrêmio 2 x 0 Palmeiras

Copa do Brasil 1993 – Quartas de final (Grêmio classificado)

Palmeiras 1 x 1 Grêmio Grêmio 1 (7) x (6) 1 Palmeiras

Copa do Brasil 1995 – Oitavas de final (Grêmio classificado)Grêmio 1 x 1 Palmeiras Palmeiras 2 x 2 Grêmio

Copa Libertadores 1995 – Quartas de final (Grêmio classificado)

Grêmio 5 x 0 PalmeirasPalmeiras 5 x 1 Grêmio

Copa do Brasil 1996 – Semifinal (Palmeiras classificado)

Palmeiras 3 x 1 GrêmioGrêmio 2 x 1 Palmeiras

Brasileirão 1996 – Quartas de final (Grêmio classificado)Grêmio 3 x 1 PalmeirasPalmeiras 1 x 0 Grêmio

Copa do Brasil 2012 – Semifinal (Palmeiras classificado)

Grêmio 0 x 2 PalmeirasPalmeiras 1 x 1 Grêmio

Copa do Brasil 2016 – Quartas de final (Grêmio classificado)

Grêmio 2 x 1 PalmeirasPalmeiras 1 x 1 Grêmio

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CSA derrota Fluminense e complica Fernando Diniz

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Mercon/assessoria) – 18/08/2019 17:47 -O Fluminense finalizou mais de 30 vezes, mas não conseguiu marcar e acabou surpreendido pelo CSA que venceu por 1 a 0,em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã. O único gol foi marcado pelo meia argentino Jonathan Gomez, no segundo tempo.

Com o resultado que coloca em risco o cargo do técnico Fernando Diniz, o Tricolor das Laranjeiras voltou para a zona do rebaixamento. O Fluminense caiu para a 17 ª colocação com 12 pontos ganhos, enquanto o CSA é o 18º colocado com 11 pontos. O CSA não vencia há oito partidas e nem marcava gols fora de casa há sete jogos.

A partida foi dominada pelo Fluminense que criou várias oportunidades de gol, mas esbarrou na falta de competência dos seus atacantes e na boa atuação do goleiro Jordi que apareceu bem nos momentos em que o Tricolor conseguiu furar o sistema defensivo armado pelo técnico Argel. O CSA entrou armado para tentar segurar a pressão do adversário e acabou sendo feliz ao marcar o gol em um dos seus raros ataques bem sucedidos.

O Fluminense só volta a jogar pelo Brasileiro no dia 2 de setembro, diante do Avai, no Maracanã. O CSA vai receber o Cruzeiro, no próximo final de semana, em Maceió.

O jogo – Antes do primeiro minuto, o Fluminense chegou com perigo. Após cruzamento na área, Yony González cabeceou para defesa segura de Jordy. Logo depois, Allan arriscou, de fora da área, e levou perigo para o gol alagoano. O CSA respondeu com uma investida de Maranhão pela direita. O ex-jogador tricolor cruzou rasteiro e Muriel se atrapalhou e quase deixou a bola sair para escanteio.

Aos seis minutos, o Fluminense recuperou a bola no ataque e Igor Julião cruzou da direita. Yony González, pressionado por Alan Costa, bateu rasteiro, mas a bola saiu, assustando o goleiro da equipe nordestina. O CSA se concentrava na defesa e tentava surpreender o adversário em jogadas rápidas. Aos dez minutos, Jonatan Gómez fez ótimo lançamento para Maranhão.

A defesa tricolor cortou, mas a bola sobrou para o meia argentino que bateu para o gol, mas encobriu o travessão. Aos 13 minutos, Marcos Paulo passou errado e serviu Alecsandro que investiu e chutou para defesa de Muriel em dois tempos.

O Fluminense respondeu aos 19 minutos com lançamento de Ganso para Yony González. O atacante colombiano invadiu a área e chutou em cima do goleiro Jordi que fechou o ângulo e conseguiu defender o chute. Aos 25 minutos, o goleiro Jordi saiu jogando errado e colocou a bola nos pés de Allan. O volante invadiu a área e chutou, mas o goleiro do CSA conseguiu se recuperar e fazer uma grande defesa, evitando o primeiro gol da equipe tricolor. Na jogada seguinte, Jordi voltou a sair errado e teve que se virar para defender o chute de Yony González.

O Fluminense seguia controlando as ações e, aos 28 minutos, Igor Julião cruzou e Yony González cabeceou para fora. Mesmo com maior posse de bola, o time dirigido por Fernando Diniz encontrava dificuldade para penetrar na área alagoana e preferia optar por chutes de fora da área, sem qualquer resultado.

Aos 41 minutos, depois de boa troca de passes, a bola ficou nos pés de Daniel que chutou para boa defesa de Jordi.
Três minutos depois, Igor Julião ganhou de Carlinhos na dividida e cruzou para a cabeçada de Yony González que passou perto da trave direita. Ao final da primeira etapa, a torcida vaiou a equipe.

O Fluminense voltou para o segundo tempo com o atacante Wellington Nem na vaga de João Pedro. Com a mudança, Yony González saiu do lado direito passou a ocupar o comando do ataque.

Aos dois minutos, Daniel fez ótimo passe para Yony González que bateu cruzado e Jordi defendeu parcialmente, mas a zaga do CSA aliviou o perigo. O time dirigido por Fernando Diniz seguia controlando a partida, mas encontrava dificuldades para a conclusão das jogadas. O time alagoano não conseguia sair da defesa e apenas se limitar a passes longos para o atacante Maranhão que levava desvantagem no duelo com os tricolores.

Por volta dos 15 minutos, o técnico Fernando Diniz decidiu colocar o atacante Brenner na vaga do meia Daniel, com o recuo de Marcos Paulo para a armação. Logo depois, na sua primeira participação, Brenner cabeceou no travessão, após cruzamento de Marcos Paulo. Na volta, Yony González cabeceou em cima de Alan Costa e os tricolores pediram a marcação de pênalti, mas a arbitragem considerou normal o lance.

Aos 26 minutos, Caio Henrique lançou Yony González que cruzou para a entrada de Ganso,na marca do pênalti, mas o meia bateu por cima, desperdiçando uma grande chance para colocar a bola nas redes. Logo depois, Nem recebeu de Marcos Paulo e mandou a bomba, mas a bola encobriu o travessão.

A torcida mostrava impaciência com as dificuldades mostradas pelo Fluminense para definir as jogadas. Aos 32 minutos, Ganso se chocou com Luciano Castan na área e a torcida pediu a marcação de pênalti, mas nada foi marcado.

E, aos 33 minutos, o CSA marcou o primeiro gol. Lançamento para Ricardo Bueno que dominou na entrada da área e tocou para Jean Kléber que apenas rolou para a conclusão certeira de de Jonathan Gomez, o primeiro marcado pelo time alagoano fora de casa no Campeonato Brasileiro.

Na base do desespero, o técnico Fernando Diniz colocou o jovem atacante Miguel, 16 anos, no lugar do lateral Igor Julião. Aos 42 minutos, Brenner recebeu na grande área e bateu alto, sem perigo para o goleiro do CSA. Aos 44 minutos, Marcos Paulo cruzou e Brenner cabeceou para defesa fácil de Jordi. Nos minutos finais, a equipe tricolor pressionou em busca do gol do empate e o goleiro Jordi apareceu bem em várias oportunidades e segurou a vitória do CSA.

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Santos perde para o Cruzeiro na estreia de Rogério Ceni

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)-18/08/2019 17:37 – O Santos perdeu a chance de disparar na liderança do Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. Na estreia do técnico Rogério Ceni, com um homem a mais desde o primeiro minuto, o Cruzeiro encerrou um jejum de 11 rodadas ao ganhar do time alvinegro por 2 a 0, no Mineirão.

Com 32 pontos, o líder Santos tem dois de vantagem para Flamengo e Palmeiras, segundo e terceiro colocados na tabela, respectivamente. Já o Cruzeiro, com o esperado triunfo, chega aos 14 pontos ganhos e figura na 16ª colocação, saindo da zona de rebaixamento.

Pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos volta a campo para enfrentar o ameaçado Fortaleza às 16 horas (de Brasília) de domingo, no Estádio da Vila Belmiro. Já o Cruzeiro tenta manter a recuperação contra o lanterna CSA às 19 horas do mesmo dia, no Rei Pelé.

O Jogo – Antes do primeiro minuto, Pedro Rocha recebeu de David e, de frente para o gol, foi derrubado por Gustavo Henrique na entrada da área. Após rever o lance pelo VAR, Anderson Daronco expulsou o zagueiro do Santos. Para recompor a defesa, Sampaoli trocou Evandro por Pará. Ceni respondeu e sacou Egídio para colocar Fred.

O Cruzeiro explorou a vantagem numérica e passou a pressionar o Santos no campo de defesa. Aos 43 minutos da etapa inicial, Thiago Neves recebeu de Marquinhos Gabriel e deu belo passe para Fred. Em posição legal, o centroavante definiu e encerrou um longo jejum de 16 jogos sem marcar.

Thiago Neves arriscou chutes de fora da área e exigiu boas defesas do goleiro Everson durante o primeiro tempo. Na única boa chegada do Santos, Carlos Sanchez bateu direto para o gol em cobrança de falta e Fábio, com a mão esquerda, espalmou para a linha de fundo.

Em mais um lance com a participação de Fred, o Cruzeiro aumentou sua vantagem no Estádio do Mineirão logo no primeiro minuto da etapa complementar. De costas para o gol, o centroavante ajeitou como pivô para finalização certeira de Thiago Neves da entrada da área.

Em superioridade numérica e com vantagem confortável no placar, o Cruzeiro mantinha o jogo sob controle sem correr  grandes riscos no campo de defesa. Na tentativa de marcar o terceiro do time da casa, Henrique e Orejuela chutaram com perigo para o gol de Éverson.

Na parte final do jogo, em cima da linha, Jorge ainda impediu Fred de marcar seu segundo gol na partida. Com a partida dominada, a torcida local passou a gritar “olé” a cada toque do Cruzeiro e enfim pôde celebrar uma vitória no Campeonato Brasileiro.

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Luverdense perde para o Paysandu no Passo das Emas e é rebaixado para a Série D

Por:Só Notícias/Herbert de Souza -15/08/2019 20:56-(foto: Só Notícias) – O Luverdense está rebaixado para a Série D do Campeonato Brasileiro. Há pouco, a equipe mato-grossense foi derrotada, por 3 a 1, pelo Paysandu, no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde, em partida válida pela penúltima rodada da Série C.

Com o resultado, o Luverdense permanece em 9º lugar no grupo B, com 13 pontos. Além da equipe mato-grossense, o Atlético-AC, que ficou na lanterna da chave, também foi rebaixado à Série D. Já o Paysandu é o segundo colocado do grupo, com 27 pontos.

O jogo – Mesmo jogando fora de casa, foram os paraenses que tiveram a primeira grande oportunidade do jogo. Aos 17, Tomas Bastos alçou na área, Nicolas desviou de cabeça e Edson espalmou para escanteio. Na cobrança, Caíque Oliveira desviou, na primeira trave, e fez o primeiro do Paysandu.

O Luverdense tentou reagir. Aos 26, Kauê tentou encobrir o goleiro do Paysandu e jogou pela linha de fundo. Aos 40, Goteira fez jogada individual, invadiu a área e tocou para trás. Antes da bola chegar em Tozin, Léo Baiano fez o corte e jogou para escanteio.

Logo na volta do segundo tempo, o Paysandu empatou. No primeiro minuto, Vinícius Leite foi lançado na ponta esquerda, avançou e foi derrubado por Abu, na entrada da área. Tomas cobrou a falta direto para o gol, por cima da barreira, e surpreendeu o goleiro do Luverdense.

Os mato-grossenses, no entanto, diminuíram, logo na sequência. Tozin recebeu na área e, com liberdade, chutou cruzado, sem chances para o goleiro do Paysandu. Aos 6, o Luverdense quase empatou. Jefferson tabelou com Goteira e chutou com força, da entrada da área. Mota defendeu. Aos 8, nova oportunidade para os donos da casa. Kauê tocou para Abu, que cruzou rasteiro. A bola passou com perigo na área.

Os mato-grossenses ainda tiveram outra chance de empatar. Aos 14, Juninho lançou Goteira, que, livre, tentou driblar o goleiro. O arqueiro, porém, levou a melhor e ficou com a bola. O balde de água fria para o LEC veio aos 17. Tomas, em cobrança de falta, alçou na área. Nicolas desviou de cabeça e fez o terceiro para o Papão da Curuzu.

Mesmo com o revés, o Luverdense seguiu tentando buscar o resultado. Aos 27, Kauê “chapelou” Caíque e bateu por cima do gol, com perigo. Aos 33, Douglas foi lançado na direita e cruzou de primeira na área. Tozin desviou de cabeça, mas jogou pela linha de fundo. Aos 45, Léo Goteira ainda arriscou chute da entrada da área. Mota defendeu em dois tempos.

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Grêmio vence o Athletico-PR e consegue boa vantagem para o jogo de volta na Copa do Brasil

(foto: Lucas Uebel/arquivo)-Noite de Copa no Brasil e de vitória gremista na Arena. Diante de mais de 43 mil torcedores, o Grêmio enfrentou o Athletico-PR, no jogo de ida da fase semifinal da competição. Com gols de André e Jean Pyerre, venceu o time paranaense por 2 a 0.

O Tricolor começou bem, superior, impondo seu ritmo na partida, tanto que logo aos 3 minutos criou uma oportunidade, com uma enfiada de bola de Matheus Henrique para Alisson na área, mas Santos se antecipou e saiu do gol para fazer a defesa. Na sequência, foi a vez de Jean Pyerre tocar para Cortez na esquerda – o lateral recebeu e finalizou, mas o arqueiro paranaense subiu para defender. Já com 8′, Everton invadiu a área, puxou para o meio e chutou, mas a bola passou à esquerda da meta adversária.

Passados 12 minutos, o Athletico chegou pela primeira vez com um escanteio no primeiro poste, mas Cirino desviou pela linha de fundo. Aos 20′, a nova chance paranaense veio pelo lado esquerdo, em cobrança de falta, mas Rony mandou muito mal, por sobre o gol gremista.

Aos 24 minutos, com uma bela jogada o placar foi aberto. Jean Pyerre ligou o contra-ataque, acionando Matheus Henrique, que tocou na esquerda para Everton. Cebolinha invadiu a área e fez um cruzamento perfeito na cabeça de André, que desviou e balançou as redes. Quase que o segundo gol saiu aos 27′, quando Alisson cobrou uma falta na área, no segundo poste para André chegar e cabecear em direção a meta, mas Santos defendeu. A resposta do Furacão veio em seguida, quando Rony chutou cruzado para a defesa de Paulo Victor. O Grêmio seguiu pressionando e aos 29′, Maicon chutou de fora da área no canto direito do goleiro paranaense, que conseguiu cair para fazer a defesa.

30 minutos da etapa inicial e mais uma grande chance gremista. Desta vez, Alisson cruzou na medida para Geromel, que entre marcadores subiu e desviou de cabeça – Santos defendeu novamente. O Athletico quase empatou a partida aos 42′, com Marco Ruben, que recebeu de Cirino e, cara a cara com Paulo Victor, chutou, mas mandou na trave.

Na etapa complementar, o Grêmio começou pressionando, tanto que aos 6′, criou com Everton, que finalizou, mas mandou sem direção.  Em resposta, os visitantes tentaram aos 11′, com um cruzamento de Rony na área – Paulo Victor defendeu. Dois minutos depois, o Furacão de novo – Wellington arriscou, mas isolou.

Aos 19 minutos, Everton acionou André na área – o centroavante recebeu e, cara a cara com Santos, acabou dividindo com o goleiro e caindo no gramado, mas não foi assinalado pênalti. Mas aos 26′, veio o resultado. Jean Pyerre, com muita qualidade, cobrou uma falta frontal da intermediária de ataque e foi certeiro. Mandou direto no canto esquerdo de Santos, ampliado o marcador na Arena. Outra grande chance veio em seguida, com Alisson que recebeu sozinho na direita o passe de Jean Pyerre. O atacante cortou a marcação e finalizou, mas a bola saiu à esquerda da meta paranaense. Já o Athletico respondeu com uma jogada de Nikão acionando Rony. O atacante chutou da ponta da grande área, mandando por cima, mas com perigo.

Na reta final da partida, Tardelli desceu pela esquerda, conseguiu cruzar na área e Thaciano chegou para desviar e cabeça, mas sem direção. Mais um lance de perigo saiu dos pés de Tardelli, que chutou de chapa, tirando do goleiro, mas a bola saiu, raspando a trave esquerda de Santos. Os visitantes ainda tentaram com um cruzamento de Marcio Azevedo na área. No lance, Rony mandou de cabeça no meio do gol e Paulo Victor defendeu com segurança.

Com a vitória, o Grêmio construiu boa vantagem para o jogo de volta, que acontece no próximo dia 4 de setembro, às 19h, na Arena da Baixada, em Curitiba.
Por:Assessoria – 14/08/2019 22:42

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Goleiro Bruno vira reforço do Poços de Caldas após deixar prisão

(Foto:© Claudemir Camilo/Reprodução/EPTV)-O goleiro foi condenado a 20 anos e 9 meses de prisão pelo assassinato e ocultação do cadáver da modelo Eliza Samúdio

Após conseguir progressão para regime semiaberto, o goleiro Bruno será o novo reforço do Poços de Caldas FC, de acordo com o Jornal Mantiqueira, de Poços de Caldas. A contratação foi confirmada ao veículo pelo presidente da equipe que está na Terceira Divisão do Campeonato Mineiro, Paulo César da Silva.

Segundo o dirigente, faltam apenas algumas liberações e o acerto de detalhes para Bruno assinar o contrato. A expectativa, de acordo com Paulo César, é que isso aconteça na próxima semana.

A princípio, Bruno continuaria morando em Varginha, onde fixou residência após sair da prisão, e iria para Poços de Caldas somente para treinar.

O goleiro foi condenado a 20 anos e 9 meses de prisão pelo assassinato e ocultação do cadáver da modelo Eliza Samúdio, além de cárcere privado do menino Bruninho, filho dos dois. Os crimes foram cometidos em junho de 2010, quando Bruno era jogador do Flamengo.

A migração de regime foi possível porque a Justiça, em junho, anulou a falta grave que Bruno teria cometido em outubro, quando foi flagrado em bar ao lado de mulheres no momento em que deveria estar em trabalho externo.

Em 2017, Bruno chegou a voltar a atuar pelo Boa, na segunda divisão do Campeonato Mineiro. O goleiro, no entanto, entrou em campo cinco vezes antes de ser novamente preso. Foram duas vitórias, dois empates e uma derrota.

Por Estadao Conteudo/Notícias ao Minuto Brasil

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Internacional e Corinthians criam pouco e não saem do zero no Beira-Rio

Por:Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte )-11/08/2019 17:00 -Internacional e Corinthians não saíram do zero na manhã deste domingo, no Estádio Beira-Rio, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A partida teve poucas chances criadas. O Inter teve mais posse de bola e tentou fazer valer o fator-campo, mas esbarrou na forte marcação do Timão.

O 0 a 0 não mantém as equipes na briga por vaga na Libertadores em 2020, porém, ainda distantes da disputa pelo título nacional. O Colorado é o sétimo, com 21. O Alvinegro ocupa a sexta colocação, com 24.

O Internacional voltará a campo para enfrentar o Fortaleza no sábado, às 17h (de Brasília), no Castelão, pela 15ª rodada do Brasileirão. O próximo compromisso do Corinthians será diante do Botafogo, no mesmo dia e horário.

O primeiro tempo no Beira-Rio foi de pouquíssimas oportunidades. Inter (2) e Corinthians (3) finalizaram apenas cinco vezes, com uma chance real para cada lado. Os donos da casa ficaram com a bola na maior parte do tempo (posse de 54%), porém, não tiveram espaço suficiente para pressionar.

O Timão segurou o Internacional na maior parte do tempo, mas viu Cássio salvar quando necessário. Aos 21, D’Alessandro cobrou escanteio e Nonato pegou de primeira. O goleiro se esticou todo para espalmar.

No minuto 41, o Corinthians teve sua chance de abrir o placar. Clayson costurou pelo lado esquerdo, cortou para dentro e chutou cruzado. Júnior Urso, na pequena área, se atrapalhou – a bola bateu nas duas pernas antes de sair pela linha de fundo.

SEGUNDO TEMPO

O cenário para a etapa final foi o mesmo – muito suor, pouca criatividade. E aos 10, o Inter quase ajudou o Corinthians. Marcelo Lomba dominou mal e chutou em cima de Love. A bola foi para fora, assustando a torcida.

No minuto 13, Odair sacou Rithely e colocou Nico López em campo. A alteração surtiu efeito e o Colorado passou a criar. Aos 17, Nico recebeu na direita, deixou Danilo Avelar no chão e bateu raspando a trave. No lance seguinte, Guerrero recebeu na pequena área e foi travado por Avelar na Hora H.

Depois da pressão, o Corinthians voltou a encaixar a marcação e manteve a área quase que impenetrável até o último minuto. O Internacional não manteve o ritmo, pareceu ter sentido o calor e só ofereceu algum perigo na bola aérea.

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Flamengo vence Grêmio e se recupera no Campeonato Brasileiro

Por:Gazeta Esportiva (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo) 10/08/2019 20:14 – O Flamengo voltou ao rumo das vitórias no Campeonato Brasileiro ao bater por 2 a 1 o Grêmio, neste sábado, no Maracanã. Com o resultado, os rubro-negros chegaram a 27 pontos e seguem na terceira posição da Série A. Já os gaúchos, seguem com 17, ainda na parte de baixo da classificação.

Os donos da casa tiveram mais posse de bola durante os 90 minutos e abriram o placar no primeiro tempo, com Willian Arão. Só que nos acréscimos da etapa inicial, com o auxílio do VAR, o Grêmio empatou com Rafael Galhardo, de pênalti. No segundo tempo, Arrascaeta, no início, e Éverton Ribeiro, no fim, decretaram a vitória dos cariocas.

Na próxima rodada, o Flamengo terá o clássico contra o vasco, em Brasília, no sábado. Já o Grêmio volta a campo no mesmo dia, contra o Palmeiras, em Porto Alegre.

O jogo – O Flamengo buscou ter o controle da partida desde os primeiros minutos. No entanto, os rubro-negros tinham dificuldade em criar boas jogada no setor ofensivo. Já o Grêmio, com espaço, contra-atacava com certo perigo, mas pecava no último passe. Os gaúchos tiveram a primeira boa chance de marcar aos 18 minutos. Após bate e rebate, Luciano chutou fraco, nas mãos de Diego Alves.

O lance não mudou a postura do Flamengo, que seguiu em busca do gol com mais intensidade. De tanto insistir, os rubro-negros chegaram ao gol aos 28 minutos. Arrascaeta deu belo passe para Willian Arão na área. O volante chutou colocado, sem chance para Julio Cesar.

O gol deu tranquilidade aos donos da casa, que mantiveram a posse de bola, mas sem dar espaço aos contra-ataques gremistas. O panorama da partida seguia o mesmo até os minutos finais, quando o árbitro Bráulio da Silva Machado, com o auxílio do VAR, marcou um pênalti para os gaúchos. Rafael Galhardo foi para a cobrança e deixou o confronto empatado no intervalo.

No segundo tempo, os cariocas voltaram com a intenção de ficar a frente no placar e conseguiram chegar ao gol logo aos quatro minutos. Bruno Henrique fez boa jogada individual e acertou a trave. No rebote, a bola veio no pé de Arrascaeta, que mandou para a rede.

O revés foi sentido pelo Grêmio, que viu o Flamengo crescer na partida. Primeiro, Rafinha cruzou para Arrascaeta cabecear com perigo. Depois, Gerson fez jogada individual e acertou o travessão de Julio Cesar.

Aos poucos, o Grêmio melhorou a marcação e equilibrou o confronto. Mesmo assim, os visitantes seguiam sem levar perigo a Diego Alves. O Flamengo só voltou a assustar aos 31 minutos, quando Arrascaeta recebeu passe de Bruno Henrique na área e chutou para grande defesa de Julio Cesar.

O lance aninou o Flamengo, que teve nova chance de marcar aos 35 minutos. Após boa troca de passes, a bola chegou novamente em Arrascaeta na área. Desta vez, o uruguaio chutou em cima de Julio Cesar, que fez a defesa sem dificuldade.

Nos minutos finais, o duelo ficou mais aberto. O Grêmio foi em busca do empate, mas continuava com os erros próximos da área. O Flamengo seguiu com sua vocação ofensiva e chegou ao terceiro gol nos acréscimos, com Éverton Ribeiro, para dar números finais no Maracanã.

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Com 2 gols de Pato, São Paulo vira sobre o Santos e vence 1º clássico no ano

Por:Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press-10/08/2019 18:23- Missão cumprida. O São recebeu o Santos na tarde deste sábado, no estádio do Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, e não decepcionou os mais de 40 mil torcedores que lotaram as arquibancadas. Tendo pela frente o líder da competição, o Tricolor não se intimidou e venceu o seu primeiro clássico no ano de virada, por 3 a 2, graças aos dois gols de Alexandre Pato e outro de Reinaldo, de pênalti. Sasha e Raniel, contra, balançaram as redes para o Peixe.

O triunfo tricolor foi um presente e tanto não só à torcida, que fez uma bonita festa no Morumbi, mas também a Daniel Alves e Juanfran, que acompanharam o jogo ao lado do presidente Leco. Com o resultado, o São Paulo retomou a quinta colocação, que antes pertencia ao Corinthians, e empatou com Flamengo e Atlético-MG em número de pontos (24), ficando atrás de ambos somente pelo número de vitórias.

O Santos, por sua vez, perdeu a oportunidade de assegurar os quatro pontos de vantagem para o vice-líder Palmeiras. O Verdão entra em campo amanhã, contra o Bahia, no Allianz Parque, e pode diminuir a distância para o Peixe para apenas um ponto em caso de vitória.

O jogo – O Santos foi quem chegou pela primeira vez com perigo na partida. Logo aos sete minutos, em contra-ataque, Sasha abriu para Derlis González na direita, que bateu cruzado, mas viu Arboleda aparecer no meio do caminho para interceptar a bola que sobraria livre para Carlos Sánchez no segundo pau. O São Paulo, por sua vez, respondeu aos 12 minutos com Raniel, que se antecipou para completar a cobrança de escanteio de Reinaldo, tirando tinta da trave de Éverson.

A partida era bastante disputada, com ambas equipes propondo o jogo e tentando o gol a todo momento. Aos 19, Felipe Jonatan recebeu sem marcação, de frente para o gol, e arriscou de fora da área, batendo cruzado e assustando o goleiro Tiago Volpi. O Tricolor só voltou a incomodar aos 31 minutos, quando Reinaldo bateu falta na entrada da área e mandou à direita da meta defendida por Éverson.

Na reta final do primeiro tempo, quando o São Paulo subiu de produção e aproveitou a queda de desempenho do Santos para tentar abrir o placar, veio a desilusão dos torcedores que lotaram o Morumbi. Depois de Tiago Volpi salvar a equipe aos 37 minutos fazendo uma defesa à queima-roupa em cruzamento de Sánchez, e Toró desperdiçar uma grande oportunidade em jogada ensaiada aos 40, quando recebeu livre dentro da área, mas mandou por cima do gol, aos 43 não teve jeito. Diego Pituca carimbou a trave com um belo chute de média distância e, no rebote, Sasha apareceu apenas para completar para o fundo do gol e garantir a vantagem ao Peixe antes de as equipes irem para o intervalo.

Segundo tempo

O São Paulo voltou a campo para a etapa complementar com Hernanes na vaga de Luan e logo no início a pressão dos donos da casa deu certo. Após Éverson defender a cobrança de falta do Profeta e mandar para escanteio, Alexandre Pato aproveitou o cruzamento na área para, depois de um desvio, ficar com a sobra, dominar e bater forte, deixando tudo igual no Morumbi.

Mas a blitz são-paulina não parou por aí. Um pouco depois do empate, aos nove minutos, Hernanes cobrou escanteio pela esquerda, Everton cabeceou, e a bola tocou no braço de Felipe Aguilar dentro da área. Raphael Claus, por sua vez, não titubeou e marcou o pênalti. Reinaldo, que começou a partida como capitão, foi para a cobrança e não desperdiçou, virando o jogo para o Tricolor.

A euforia da torcida deu lugar à tensão aos 15 minutos, quando Hernanes foi ao chão e teve de ser substituído por Hudson. Quatro minutos depois, contudo, os mais de 40 mil são-paulinos que estiveram presentes no Morumbi voltaram a fazer barulho graças a Raniel, que soltou uma bomba de fora da área e viu Éverson voar para fazer grande defesa.

Aos poucos, o Tricolor foi mostrando que a ausência de Hernanes não abalou o time. Aos 25 minutos, Reinaldo fez o desarme pela esquerda e tocou rasteiro para Alexandre Pato, que dominou e bateu forte, mas Éverson novamente salvou o Santos. Entretanto, no minuto seguinte, não deu para o goleiro do Peixe. Pato aproveitou o vacilo do meio-campo adversário, saiu em velocidade, contou com um tombo de Felipe Aguilar no meio do caminho e saiu frente a frente com o arqueiro rival, precisando apenas tocar no alto para fazer o terceiro e praticamente matar a partida no Morumbi.

Só que o jogo, até então tranquilo para os são-paulinos, voltou a ficar dramático com o gol contra de Raniel aos 40 minutos do segundo tempo após o cruzamento de Evandro. Novamente com apenas um gol de vantagem no placar, o Tricolor teve de segurar o ímpeto da equipe comandada por Sampaoli nos instantes finais para somar mais três importantíssimos pontos na tabela.

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