Fazendeiro que matou onça e gravou vídeo abraçado a ela no Pantanal de MT é condenado a pagar R$ 150 mil

Homem aparece abraçado com onça em vídeo — Foto: Reprodução
Conforme o Ministério Público, o montante deverá ser repassado em até 30 parcelas de R$ 5 mil para ONG.
O fazendeiro que matou uma onça-pintada a tiros e depois gravou um vídeo abraçado a ela em Poconé, a 104 km de Cuiabá, na região do Pantanal Mato-grossense, foi condenado a pagar R$ 150 mil para a ONG Ampara Animal. O crime ocorreu em abril deste ano. O g1 não conseguiu localizar a defesa dele até a última atualização desta reportagem.

O fazendeiro foi autuado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com aplicação de multa de R$ 3 mil por abater a onça e pagará R$ 150 mil por dano moral coletivo.

O montante deverá ser repassado em até 30 parcelas de R$ 5 mil à organização não-governamental.

Foi estabelecido ainda, em caso de descumprimento, o pagamento de multa correspondente a 2% do valor da obrigação com inclusão de correção monetária e juros moratórios de 1% ao mês.

De acordo com o Ibama, o fazendeiro atirou e matou uma onça-pintada e produziu um vídeo abraçado ao animal, que foi publicado nas redes sociais. Ele alegou que a onça teria causado prejuízos financeiros, já que se alimentava de bezerros criados na propriedade dele.

O Ibama disse que existem outras formas de espantar as onças da proximidade do rebanho, sem necessidade de atirar e promover o abate irregular e de forma cruel.

Relembre o caso

Vídeo mostra homens fazendo comentários de deboche com o corpo de uma onça-pintada abatida
O vídeo mostra o fazendeiro abraçado à onça, após ter dado um tiro na cabeça dela. Nas filmagens ele diz:

“Chora não, bebê! Aqui não tem mamãe e nem papai. É Lapada do Língua Preta. Você não vale b* nenhuma, sua filha da p*. Se você fosse fêmea, eu dava uma cochada em você. Sua sem vergonha. Não vale nada. Aí viu? É assim que o homem faz. Obrigado!”

No mesmo dia, Benedito Nédio Nunes Rondon teve a prisão preventiva decretada. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, sendo um na residência e outro na fazenda dele.

Conforme a Polícia Civil, o suspeito teria outras armas de fogo, além de couro, patas e outros materiais decorrentes de caça ilegal de animais silvestres na casa e na fazenda dele.

Por:Jornal Folha do Progresso em 07/09/2022/06:34:16 com informações do G1 MT

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Bicentenário de Independência – Correios lança selo comemorativo dos 100 anos de rádio no país

Em meio às comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil, os Correios lançam, nesta quarta-feira (7 de setembro), o selo comemorativo em homenagem aos 100 anos de Rádio no Brasil em um evento especial no Rio de Janeiro, no Theatro Municipal. Com apresentação de Sidney Ferreira (Rádio MEC) e Luciana Valle (Rádio Nacional), a cerimônia ocorre às 19h.

O evento terá, além do lançamento do bloco especial de Centenário do Rádio, um concerto comemorativo de temas “O Guarani” e “Choros 6”.

O presidente dos Correios, Floriano Peixoto Vieira Neto, enaltece essa data tão especial e o lançamento do bloco filatélico: “Em meio aos 200 anos de Independência do Brasil, a nossa empresa mais uma vez se confunde com a história do país, deixando uma lembrança eterna deste momento. Este selo representa a importância, o significado e a história de um século que o rádio têm para todos nós, brasileiros”.

“A primeira transmissão de rádio feita em 1922 a partir das estações instaladas no Rio de Janeiro, então capital federal, revolucionou a comunicação e a cultura brasileira. Hoje, o veículo mantém sua relevância e permanece em constante transformação. Ao integrarem o território nacional pela informação, boa música e veiculação de utilidade pública, as emissoras de rádio geridas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) escrevem sua história junto com a própria história das transmissões radiofônicas no país”, destacou o presidente da EBC, Glen Valente.

História do Rádio – Marcando as celebrações do centenário da Independência do Brasil, ocorreram festividades de 7 de setembro daquele ano até 24 de julho de 1923. Para marcar a data, a cidade do Rio de Janeiro (antiga capital federal) passou por grandes obras. O Morro do Castelo foi aterrado, criando uma extensa área sobre o que antes era mar. Surgiram dezenas de pavilhões, que enalteciam a indústria brasileira, o comércio, a agricultura, as grandes invenções e as nações amigas ao Brasil. Tudo compunha a grande Exposição do Centenário. Um modelo igual ao das gigantescas exposições mundiais. O Brasil, na ocasião, demonstrou a seu povo e à comunidade internacional seu potencial. Na exposição promoveu invenções, como aquela, que necessitou a montagem estações transmissoras – especificamente as do Morro do Corcovado, antes só telegráfica, e a da Praia Vermelha. Foram implantadas para demonstração do uso de som e voz a grandes distâncias, com antenas repetidoras na região serrana fluminense e em São Paulo. A ideia era mostrar um avanço tecnológico capaz de fazer transmissões, propagadas pelo ar, sem uso de fios. Algumas ocorreram ao longo do dia 7 de setembro de 1922, como a da área dos pavilhões, com o Presidente Epitácio Pessoa discursando ao povo. Assim como a introdução da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, ainda naquele dia. Eram transmissões cheia de ruídos, que necessitavam de aperfeiçoamento. Foi uma verdadeira descoberta aos olhos dos que ali visitavam a feira e arredores, ouvindo a transmissão. Assim, oficialmente nascia o rádio no Brasil, em 7 de setembro de 1922, com a transmissão, à distância e sem fios. Roquette Pinto (1884-1954), professor, médico, diretor do Museu Nacional e antropólogo, parceiro de Cândido Rondon, pesquisava a radioeletricidade para fins fisiológicos, acompanhava tudo e, entusiasmado com as transmissões, convenceu a Academia Brasileira de Ciências a patrocinar a criação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, que viria a ser a PRA-2.

Entretanto, a rádio só começou a operar em 30 de abril de 1923, com um transmissor doado pela Casa Pekan, de Buenos Aires, instalado na Escola Politécnica, na então capital federal, Rio de Janeiro. Sua ferrenha defesa do rádio educativo fez com que em 1936 doasse sua emissora ao Ministério da Educação e Cultura, sendo hoje a Rádio MEC. Ele também criou, em 1934, a Rádio Escola do Rio de Janeiro, que hoje leva seu nome: Rádio Roquette-Pinto. Aos poucos, o Brasil acreditou na criação de um veículo que pudesse propagar informações, em sua maioria de caráter socioeducativo, baseado no sistema de clubes ou sociedades civis, que mantinham tais emissoras. Foram criadas estações, como a Rádio Educadora Paulista, em São Paulo, a Rádio Clube Paranaense, em Curitiba, e outras, como a Rádio Clube de Pernambuco, de Recife, se reorganizaram com um modelo diferente da radiotelegrafia. Aos poucos outros Estados aderiram à nova concepção. Nos anos 1930, durante o Governo do Presidente Getúlio Vargas, permitiram ao rádio maior investimento e progresso. Das ondas curtas às ondas médias, depois à amplitude modulada (AM), chegamos a “Era do Rádio”. Emissoras, como a Nacional do Rio de Janeiro, foi ouvida por todo país, com seus cantores se tornando ídolos. Surgiram as Rainhas do Rádio e o futebol virou paixão nacional. Radionovelas, como “Em Busca da Felicidade”, “Fatalidade” e “O Direito de Nascer” viraram referência. Grandes redes surgiram, como as Unidas, as Associadas e a Cadeia Verde-Amarela. O jornalismo ganhou tradição com o antológico “Repórter Esso”. O programa A Voz do Brasil, transmitido pela primeira em 1935, batizado de Programa Nacional que, em 1938, passou a ter transmissão obrigatória com horário fixo das 19h às 20h, e o nome alterado para A Hora do Brasil. Em 1962, é rebatizado como A Voz do Brasil. É o programa de rádio mais antigo do país e do hemisfério sul ainda em transmissão.

Em 1950, a TV chegou ao Brasil e o rádio teve de encontrar novo caminho, uma vez que gradativamente passou a dividir a atenção com o novo meio.  A música ganhou mais espaço, dos calouros de Ary Barroso e Chacrinha, à animação de Big Boy e a “Jovem Guarda”. Fomos da “Bossa Nova” à “Era Disco”. Em 1962, nasceu a ABERT – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão e o setor de radiodifusão ganhou maior representatividade. Em 1966 foi inaugurada a Rádio Tropical FM, de Manaus, sendo a primeira rádio do Brasil e da América do Sul a operar em FM estéreo. Em 1967, foi criado o Ministério das Comunicações.

Na década de 90, a proliferação de redes nacionais e regionais de radiodifusão, propiciaram maior espaço até à segmentação de conteúdo de uma programação, entrando também em debate a flexibilização do horário do programa “A Voz do Brasil”, o surgimento dos primeiros sites de rádios brasileiras, o que na virada do século torna-se esteio para criação de outros tipos de conteúdo: web rádios, rádios convencionais com transmissão via streaming e podcasts. E-mails e, posteriormente, as redes sociais. Em 1999, foi fundada a ABRATEL – Associação Brasileira de Rádio e Televisão com a missão de defender a radiodifusão no Brasil.

Hoje, novas diretrizes permeiam a radiofonia. No analógico, a expansão do espectro de FM e a criação da faixa estendida, dando melhor qualidade às emissoras que antes eram de AM. Em vista dos avanços tecnológicos, a profissionalização do meio, com a implantação de um rádio apoiado por dados, com maiores possibilidades interativas com o público, também ganha destaque. Das emissoras locais fomos às grandes redes via satélite, como Band, Jovem Pan, CBN, Transamérica e outras. A prestação de serviço, com o imediatismo do rádio, ganhou mais espaço. O esporte só cresceu, com a sua eloquente locução, cheia de emoção no rádio. Hoje até o humor se casou com o esporte e a Internet apoia e dá novos rumos. O rádio segue se reinventando.

Ter 100 anos não é sinônimo de ser ultrapassado. O rádio continua sendo, democraticamente, o meio que nos acompanha a todos lugares. Nesses cem anos, o rádio no Brasil se expandiu através de sua capacidade de unir a credibilidade e o dinamismo do online, alcançando a marca de mais de 9.000 emissoras e sendo ouvido por mais de 80% da população.

Arte do selo – O conjunto de quatro selos ilustra elementos que sintetizam a história do início do rádio no Brasil. Em primeiro plano à esquerda está o rádio, marcando o início da primeira transmissão em 07 de setembro de 1922. À direita, ao microfone está Roquette-Pinto, responsável por fundar a primeira emissora do país e considerado o pai da radiodifusão no Brasil.
selo_100_radio

Ao fundo do rádio círculos aumentam gradativamente, representando a propagação das ondas sonoras criando a ideia de a linha do tempo desde a sua primeira transmissão em 1922 até 2022.

A técnica usada foi computação gráfica. Foram confeccionados 14 mil blocos, cada um composto por 4 selos (total de 56 mil selos no valor de R$ 3,25 cada selo), que podem ser adquiridos pelo valor R$ 13,00 cada bloco.

Todos os blocos estarão disponíveis, após o lançamento, para venda na loja virtual e nas principais agências dos Correios de todo o país.

Fonte:Assessoria de Imprensa Ascom/Superintendência do Pará

Por:Jornal Folha do Progresso em 07/09/2022/06:21:57

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Helicóptero com deputado federal cai na Bahia

O helicóptero sofreu um acidente na zona rural da cidade de Monte Santo, a 366 km de Salvador. |Foto: Reprodução

Além do deputado federal João Carlos Bacelar (PL), estavam no helicóptero o candidato a deputado estadual Marcinho Oliveira (União Brasil) e o piloto da aeronave.

Um helicóptero que transportava o deputado federal João Carlos Bacelar (PL) sofreu um acidente na manhã desta terça-feira (6) na zona rural da cidade de Monte Santo (366 km de Salvador).

cadidantoO deputado federal João Bacelar. | Foto:Reprodução/Câmara de Deputados

O deputado iria participar de uma agenda de campanha na região e estava acompanhado do candidato a deputado estadual Marcinho Oliveira (União Brasil) e do piloto da aeronave.

Os três tiveram ferimentos leves causados por estilhaços do vidro do helicóptero, foram atendidas por uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e passam bem.

O acidente aconteceu durante a manobra de pouso no distrito de Pedra Vermelha, em Monte Santo. O helicóptero perdeu potência, tombou e se chocou contra o chão.

A aeronave havia partido da cidade vizinha de Santaluz, base eleitoral de Marcinho Oliveira, onde ele foi vice-prefeito.

Em nota, o deputado João Carlos Bacelar informou que está bem e agradeceu as mensagens de apoio. Marcinho Oliveira classificou o episódio como um susto e buscou tranquilizar amigos e eleitores. (Com informações do FOLHAPRESS).

Jornal Folha do Progresso em 06/09 /2022/

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STJ nega novo pedido de liberdade de Dr. Jairinho

(Foto:© Renan Olaz/CMRJ)  – João Otávio de Noronha negou o pedido apresentado pela defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio de Noronha negou hoje (5) o pedido apresentado pela defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, para que fossem estendidos a ele os efeitos da decisão que revogou a prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel. Ambos são acusados pela morte da criança, em 8 de março de 2021 no Rio de Janeiro.

Para o relator, Monique e Jairinho estão em situações diferentes no processo: ao ex-vereador, é imputada participação ativa na morte do menino, por meio de atos violentos contra ele, enquanto a mãe responde por crime omissivo – ela teria deixado de agir para evitar a agressão contra o filho.

Em habeas corpus concedido no dia 26 de agosto, Noronha determinou a soltura de Monique Medeiros, por considerar que havia chegado ao fim a fase de instrução processual e que não existiam razões suficientes para justificar a manutenção da prisão preventiva.

No pedido de extensão do habeas corpus, a defesa de Dr. Jairinho alegou que ele estaria na mesma situação processual de Monique, e que não apresentaria risco caso fosse colocado em liberdade.

O ministro destacou que a juíza de primeiro grau, ao determinar a substituição da prisão preventiva de Monique Medeiros pelo monitoramento eletrônico, entendeu que a ré não foi denunciada pela prática de violência contra o filho, e que há nos autos informações de que ela nem sequer teria presenciado as agressões.

Já no caso de Jairinho, a magistrada negou o pedido de substituição do cárcere com base em elementos do processo segundo os quais ele teria agredido fisicamente a vítima, causando lesões que provocaram a morte.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) interpôs, na terça-feira passada (30), agravo regimental para que seja reformada decisão judicial que revogou a prisão preventiva de Monique Medeiros.

Denunciada pelo homicídio de Henry Borel, Monique é ré, junto com o ex-marido, o ex-vereador Dr. Jairinho. Ela foi posta em liberdade no dia 29 de agosto, depois de decisão do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que, na sexta-feira (26) havia revogado a prisão preventiva.

No recurso, o MPRJ observa que o ministro entendeu por bem em conceder a ordem de ofício, para revogar a prisão preventiva de Monique, sem sequer impor outras medidas cautelares.  “Determinadas condutas antissociais não podem ser permitidas, quando transgridem a ordem pública, fazendo-se mister a custódia cautelar, o que ocorre no presente caso”, diz o agravo regimental, acrescentando que a instrução criminal não terminou. (Com informações da Agência Brasil).

Jornal Folha do Progresso em 06/09/2022/

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Auxílio Caminhoneiro: valor da “repescagem” será pago hoje (06)

(Foto:| Reprodução) – Motoristas que se declararam até 29 de agosto receberão R$ 2 mil

Cerca de 130 mil motoristas de carga autônomos que enviaram a autodeclaração até as 18h30 de 29 de agosto recebem hoje (6) a repescagem das duas primeiras parcelas do Auxílio Caminhoneiro, benefício emergencial para repor os efeitos do aumento do diesel neste ano. Como cada parcela equivale a R$ 1 mil, cada caminhoneiro receberá R$ 2 mil.

O dinheiro será depositado nas contas poupança sociais digitais e poderá ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite a compra em lojas virtuais cadastradas, o pagamento de contas domésticas e a transferência para qualquer conta bancária.

Criado pela emenda constitucional que criou estado de emergência por causa da alta do preço dos combustíveis, o Auxílio Caminhoneiro será pago até dezembro. A emenda elevou benefícios sociais e instituiu auxílios emergenciais até o fim do ano.

Autodeclaração

Diferentemente do Auxílio Taxista, em que o cadastro é feito unicamente pelas prefeituras, o Auxílio Caminhoneiro conta com um portal para o caminhoneiro pedir o benefício. Desde 15 de agosto, os transportadores autônomos de carga (TAC) podem fazer a Autodeclaração do Termo de Registro para receber o BEm Caminhoneiro-TAC.

Na semana passada, o Ministério do Trabalho e Previdência prorrogou o prazo de entrega da autodeclaração até 12 de setembro. Dessa forma, quem fizer o procedimento entre as 18h30 de 29 de agosto até 12 de setembro receberá a primeira, a segunda e a terceira parcelas em 24 de setembro. Quem tinha acesso ao benefício receberá normalmente a terceira parcela na data.

A autodeclaração pode ser feita pelo Portal Emprega Brasil ou pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. Após o prazo, os caminhoneiros somente terão direito a receber o benefício a partir do mês do envio dos dados, desde que atendidos os demais requisitos legais. Nesse caso, não será feito o pagamento retroativo.

Quem tem direito

Terão direito ao benefício os transportadores de carga autônomos cadastrados no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTR-C) da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) até 31 de maio deste ano. Os profissionais deverão estar com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o CPF válidos, entre outras exigências.

Também chamado de Benefício Emergencial Caminhoneiro (BEm-Caminhoneiro), o auxílio será pago a cada transportador autônomo, independentemente da quantidade de veículos que possuir. O pagamento do BEm-Caminhoneiro vai ser revisado mensalmente. Para os próximos lotes de pagamento, a ANTT vai encaminhar ao Ministério do Trabalho e Previdência a relação dos transportadores autônomos de cargas que estiverem na situação “ativo” no RNTR-C.

Auxílio Taxista

No último dia 30, os taxistas receberam a repescagem do benefício emergencial para a categoria. Eles também ganharam as duas parcelas do benefício (julho e agosto), de até R$ 1 mil cada uma. A terceira parcela será paga em 24 de setembro.

Terão direito ao benefício os motoristas de táxi registrados nas prefeituras, titulares de concessões ou alvarás expedido até 31 de maio. Não será necessária qualquer ação por parte dos taxistas. Em caso de dúvidas, o motorista deve entrar em contato com a prefeitura para verificar o cadastro municipal. A prestação das informações caberá inteiramente às prefeituras (ou ao governo do Distrito Federal, no caso da capital federal).

(Com informações da Agência Brasil).

Jornal Folha do Progresso em 06/09/2022

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Fachin suspende decretos de armas de Bolsonaro

(Foto:Carlos Moura/SCO/STF) – Fachin limitou eficácia de decretos de Bolsonaro que facilitam o acesso a armas e munições no Brasil 

Fachin limita decretos de Bolsonaro sobre compra de armas e munições

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, concedeu três liminares nesta segunda-feira (5/9) que restringem os efeitos de decretos editados pelo presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) que facilitam a compra e posse de armas de fogo e aquisição de munições.

Os decretos já vinham sendo analisados pelo STF, mas tiveram o julgamento suspenso em 2021, após pedido de vista do ministro Nunes Marques.

As liminares foram concedidas em três ações distintas. De acordo com o ministro, a suspensão é urgente, em razão da proximidade das eleições.

“Noutras palavras, o risco de violência política torna de extrema e excepcional urgência a necessidade de se conceder o provimento cautelar.”

“Conquanto seja recomendável aguardar as contribuições, sempre cuidadosas, decorrentes dos pedidos de vista, passado mais de um ano e à luz dos recentes e lamentáveis episódios de violência política, cumpre conceder a cautelar a fim de resguardar o próprio objeto de deliberação desta Corte”, escreveu o ministro

As decisões suspendem a eficácia das normas que aumentaram o número de munições que podem ser compradas mensalmente; de trecho de decreto que autoriza a CACs (caçador, atirador e colecionador) a compra e o porte de armas de uso restrito; e de trecho de decreto que estabelecia uma declaração de efetiva necessidade para compra de arma de uso permitido.

Quanto à “declaração de efetiva necessidade para compra de arma de uso permitido”, a orientação fixada pelo ministro foi de que a posse de armas de fogo só pode ser autorizada às pessoas que demonstrem concretamente, por razões profissionais ou pessoais, terem efetiva necessidade. Conforme o magistrado, a atividade do Executivo de regulamentar a questão não pode criar “presunções de efetiva necessidade” além das que já estão estabelecidas pela legislação.

Fachin também estabeleceu as seguintes interpretações quanto à aquisição de armas e munição: os limites quantitativos de munições adquiríveis se limitam àquilo que, de forma diligente e proporcional, garanta apenas o necessário à segurança dos cidadãos; e, quanto à aquisição de armas de fogo de uso restrito, esta só pode ser autorizada no interesse da própria segurança pública ou da defesa nacional, não em razão do interesse pessoal do requerente.

As decisões de Fachin devem ser levadas para referendo do plenário virtual, em que os ministros inserem seus votos no sistema eletrônico da Corte. O ministro solicitou a adoção de sessão extraordinária, que tem sido adotada pelo Supremo para votar temas urgentes em um prazo menor do que a uma semana habitual. Ainda não há data marcada para a análise.

Clique aqui para ler a decisão

Por:Jornal Folha do Progresso em 05/09/2022/19:37:34

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Força Nacional é convocada para proteger Palácio da Justiça no 7 de Setembro

(Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) – O governo federal convocou a Força Nacional para participar do esquema de segurança da Esplanada dos Ministérios durante os atos de 7 de Setembro.

Inicialmente, os agentes devem se limitar a proteger o Palácio da Justiça e os anexos I e II, segundo o documento publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5). A autorização foi assinada pelo ministro da Justiça, Anderson Torres.

Além dos desfiles cívico-militares — que voltam a acontecer em 2022 após dois anos suspensos —, estão programados atos de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL). O contingente de policiais que devem participar do evento não foi informado por “questões estratégicas”, declarou a Secretaria de Segurança Pública do DF, mas atiradores de elite e esquadrão antibomba vão participar do esquema de segurança.

A Esplanada será fechada da alça leste da rodoviária do Plano Piloto, a 3 km do Congresso Nacional, à via L4. A passagem só deve ser liberada para o trânsito de veículos após o fim do desfile e das manifestações previstas. Por causa disso, o governo federal e o do Distrito Federal preferiram suspender o expediente na terça-feira (6), véspera do feriado.

Em comentário sobre a decisão, o ministro Paulo Guedes disse que a medida foi tomada para garantir a segurança durante a comemoração.

STF

Neste ano, também há atenção especial para o Supremo Tribunal Federal (STF). Nos últimos meses, a Secretaria de Segurança do tribunal realizou ações especializadas para identificar, avaliar e acompanhar ameaças reais ou potenciais durante os atos.

“Com base no resultado dessas análises, (ela) definiu os riscos existentes e planejou ações que reduzam ou neutralizem esses riscos, sempre buscando atuar preventivamente”, informou o Supremo.

Caminhões estarão proibidos de entrar na Esplanada ou de se aproximar do prédio do STF. Já carros de som estão autorizados a circular na área; porém, devem parar antes do Palácio do Itamaraty. Manifestantes também não poderão ir além desse perímetro. (Com informações de Hellen Leite, do R7, em Brasília).

Jornal Folha do Progresso em 05/09/2022

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Trens com 120 vagões e 2,2km de extensão começam a operar no Brasil

(Foto:Reprodução) – Planejada para aumentar a capacidade e a eficiência das operações no principal corredor do agronegócio brasileiro — que conecta o município de Rondonópolis (MT) até o Porto de Santos, a Rumo completou em março o primeiro ano do projeto com trens de 120 vagões.

O modelo representa um aumento de aproximadamente 50% de capacidade em relação aos trens que antes circulavam com 80 vagões. Com 11.500 toneladas úteis a bordo de cada composição, a operação registrou volume mensal histórico em março com mais de 5,5 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil) movimentadas na Operação Norte, volume equivalente a 3,9 milhões de toneladas úteis.

Além do começo promissor em 2022, a empresa já havia registrado em 2021 o maior volume da história da Companhia, movimentando 64 bilhões de TKU. O resultado foi impulsionado pelo fluxo de Mato Grosso, onde a Rumo cresceu 3,7 pontos percentuais, transportando 20 milhões de toneladas úteis que representaram um market share de 43% do volume de grãos exportados.

Somente no ano passado, a empresa contabilizou 1.585 viagens utilizando o modelo com 120 vagões, que representariam proporcionalmente 2.377 viagens de trens com 80 vagões. Ou seja, houve uma redução de 792 viagens a partir da nova operação, medida que além de beneficiar o escoamento do setor produtivo, reduziu a interferência dos trens nos perímetros urbanos dos municípios que atravessa.

“É uma operação que já trouxe ganhos operacionais expressivos, e a expectativa é ainda maior para 2022 e para os próximos anos”, diz Thiago Alvarenga, gerente executivo de planejamento da Rumo.

Entre as estimativas, a empresa calcula que em 2022, caso mantivesse as operações com apenas 80 vagões, seriam necessários mais de 40 locomotivas e 1.445 vagões para cumprir o mesmo ciclo de viagens que é feito com os trens de 120 vagões. Projetada inicialmente para ser tracionada por cinco locomotivas, o trem passou por estudos e adaptações ao longo de 2021 que viabilizaram o uso de apenas quatro locomotivas na composição. Esse fator e mais o auxílio das tecnologias embarcadas de condução semiautônoma permitem um ciclo mais eficiente para atender as principais regiões produtoras do país.

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Operação x perspectivas da safra

Este novo modelo utilizado pela Rumo está sendo impulsionado pela safra plena da soja, cuja estimativa do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) aponta para uma colheita de 39,48 milhões de toneladas no Mato Grosso na safra 21/22, o maior volume da série histórica superando em 9,5% do colhido na safra passada (36,05 milhões de toneladas). Atualmente, a Rumo está embarcando em média 6,5 trens por dia em direção ao Porto de Santos, dos quais cinco saem do principal terminal de grãos da América Latina, em Rondonópolis, volume que representa mais de 74 mil toneladas por dia.

Em um dos seus dias mais demandados da operação, foram embarcados 11 trens, sendo 7 saindo de Rondonópolis, o que corresponde a uma movimentação de 126,5 mil toneladas em apenas um único dia. A Malha Central, cujos primeiros trens de 120 começaram a operar no segundo semestre de 2021 saindo dos terminais de São Simão (GO) e Rio Verde (GO), também contribuem para essa perspectiva positiva com operações diárias na região.

“A cada 10 mil toneladas transportadas pela ferrovia, no comparativo com as rodovias, é possível evitar a emissão de aproximadamente 1.500 toneladas de CO², uma compensação equivalente ao plantio de mais de 10 mil árvores na Mata Atlântica”, afirma Alvarenga. (Com informações do – De olho na Engenharia/ Welliton).

Jornal Folha do Progresso em 05/09/2022

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Dia da Amazônia: da biodiversidade ao aquecimento global, a importância de incluir a floresta na política

(Foto:COLLART Hervé/Sygma via Getty Images) – A Floresta Amazônica é reconhecida há muito tempo como um grande repositório de fauna, flora, conhecimento tradicional e cultura, não apenas para tribos e comunidades locais, mas para o mundo inteiro. Não há nada que se compare à maior e mais diversa floresta tropical do mundo em termos de tamanho e diversidade.

Embora a crise na Amazônia seja uma preocupação primordial para as comunidades dos países cujo território o bioma abrange – distribuído entre Peru, Bolívia, Colômbia, Equador, Venezuela e Brasil –, a preocupação com sua proteção, cuidado e bem-estar também são, ou deveriam ser, motivo de interesse global prioritário. Afinal, conservar a Amazônia é preservar uma parte crucial do apoio da natureza à vida no Planeta.

Talvez o papel secundário relegado à proteção da Amazônia nos discursos de candidatos que disputam cargos para as eleições que se avizinham no Brasil transpareça outra noção. Mas a realidade é que a luta contra o desmatamento, a degradação e a perda de biodiversidade, que podem ter efeitos irreversíveis, deveriam despertar profundo interesse nacional.

É igualmente importante que a política nacional contribua para a promoção de uma economia baseada em conhecimento e serviços, em vez de expandir o modelo extrativista. Valorizar os serviços ecossistêmicos alinhados à inovação tecnológica e ao conhecimento tradicional deveriam ser grandes focos do Brasil, para que pudéssemos estabelecer novos negócios que promovam a sociobiodiversidade da Amazônia.

A biodiversidade amazônica também desempenha um papel crítico como parte dos sistemas globais, influenciando o ciclo global do carbono e, portanto, as mudanças climáticas, bem como os sistemas hidrológicos hemisféricos, servindo como uma âncora importante para o clima e as chuvas da América do Sul.

Protagonista contra o aquecimento global

À medida em que as florestas queimam e o aquecimento global piora, o impacto do desmatamento da Amazônia continua a desfazer gradualmente os frágeis processos ecológicos que foram refinados ao longo de milhões de anos. Ironicamente, à medida que a floresta tropical continua a ser devastada, com maior impacto nos últimos anos, o trabalho de cientistas ganha reforço, lançando luz sobre os laços críticos que ligam a proteção do bioma à preservação do restante do mundo.

As árvores têm atributos ocultos que desempenham um papel fundamental na redução dos níveis de poluentes: por exemplo, o dióxido de carbono (CO2), um gás emitido por fontes naturais e humanas. Ao longo dos últimos 150 anos, os humanos têm bombeado grandes quantidades de CO2 para o ar por meio da queima de combustíveis fósseis, carvão, petróleo e gás natural – este é um dos principais impulsionadores da crise climática global.

Rio Amazonas — Foto: Silvestre Garcia/Getty Images
Rio Amazonas — Foto: Silvestre Garcia/Getty Images

Embora a Amazônia não seja o pulmão do mundo, como tanto se difunde – já que, na verdade, consome quase todo o oxigênio que produz –, sua importância para nossa qualidade de vida não pode ser subestimada. Em condições naturais, as plantas removem o CO2 da atmosfera e o absorvem para a fotossíntese, um processo de criação de energia que produz oxigênio, que é liberado de volta no ar, e carbono, que permite que a planta cresça.

O que as florestas tiram do ar também podem devolver. Quando árvores e vegetação queimam, o carbono das árvores é liberado na forma de CO2, que polui a atmosfera e que já existe em excesso. Assim, sem florestas tropicais, o efeito estufa provavelmente seria ainda mais pronunciado, e as mudanças climáticas podem piorar ainda mais no futuro. O avanço da destruição da floresta Amazônica é uma ameaça à biodiversidade do Planeta, agravando ainda mais o aquecimento global. Manter esse bioma afastado das políticas públicas é ignorar a necessidade, urgente, de mais ação para preservar a vida que pulsa na Amazônia.

Rumo ao desenvolvimento sustentável

Durante o Congresso Mundial de Conservação, promovido pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), realizado em outubro de 2021 em Marselha, na França, os países participantes propuseram uma declaração de prioridade global para a conservação da Amazônia. No documento, explicam que, considerando que o bioma abriga 10% da biodiversidade mundial e armazena 86 bilhões de toneladas de carbono – que, se liberadas para a atmosfera, representariam 315 pentagramas (Pg) de CO2, ou equivalente a 10 anos de emissões globais atuais –, a Amazônia está severamente ameaçada.

A IUCN propôs uma declaração global atestando que a região precisa de atenção prioritária para conservação e prevenção de incêndios, devido aos benefícios globais e locais que proporciona no combate às mudanças climáticas, proteção da biodiversidade e garantia do desenvolvimento sustentável.

“Solicitamos que os países que compartilham a Bacia Amazônica tomem as medidas necessárias e criem políticas públicas compartilhadas para que as florestas e os ecossistemas aquáticos da Amazônia e os bens e serviços por eles fornecidos sejam resguardados além das fronteiras dos países abrangidos, incluindo políticas que incorporem ações específicas e urgentes para a prevenção de incêndios, bem como para a conservação efetiva e uso sustentável dos recursos de forma integral e com enfoque territorial, incluindo o conhecimento tradicional dos povos indígenas”, destacou o documento.

Povos indígenas e a Floresta Amazônica

Esse mosaico de paisagens ricas e diversificadas, afetado por um cenário desolador de descaso, também abriga mais de 30 milhões de pessoas, incluindo 2,7 milhões de indígenas representando aproximadamente 400 etnias indígenas diferentes, conforme o IPAM, com cerca de 60 grupos conhecidos vivendo em isolamento voluntário.

Indígena do povo Yawanawá na Aldeia Sagrada — Foto: Alexandre Noronha/Governo do Acre
Indígena do povo Yawanawá na Aldeia Sagrada — Foto: Alexandre Noronha/Governo do Acre

Para especialistas, é essencial garantir e proteger os direitos fundamentais dos povos indígenas e comunidades tradicionais na Amazônia, bem como proteger as florestas e outros ecossistemas naturais, designando-os para conservação e uso sustentável.

Também é fundamental fornecer meios e recursos para que as comunidades locais fortaleçam a capacidade de gestão de suas terras e do meio ambiente em geral, para garantir meios de subsistência dignos e sustentáveis e, ao mesmo tempo, promover sua participação no processo de tomada de decisões de estratégias e soluções para o desenvolvimento da Amazônia.

Por:Jornal Folha do Progresso em 05/09/2022/08:05:53 com informações de Guilherme Justino, do Um Só Planeta

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CPF/CNPJ devem ser apresentados no envio de encomendas nacionais

Desde a última quinta-feira, 1º de setembro, o remetente deve fornecer CPF, CNPJ ou passaporte ao enviar encomendas nacionais pelos Correios.

A medida visa dar maior segurança ao processo de postagens de encomendas nacionais, juntamente com a Nota Fiscal (NF) ou Declaração de Conteúdo (DC). Além de possibilitar o rastreamento das encomendas por meio dos dados informados, a iniciativa permitirá a utilização de outras funcionalidades de interatividade na entrega. A exigência valerá para todas as postagens de encomendas, à vista ou a faturar.

Vale lembrar que os dados não ficarão expostos nas etiquetas, sendo inseridos somente nos sistemas de atendimento, conforme as orientações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Acesse o Perguntas e Respostas e obtenha mais informações sobre a exigência que irá melhorar a experiência dos clientes que postam nos Correios.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Superintendência do Pará

Por:Jornal Folha do Progresso em 03/09/2022/08:05:53

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