Veja nomes cotados para ministérios do governo Lula

Ao longo da campanha, presidente eleito não indicou nomes, mas lideranças políticas que o apoioaram são cotadas para o primeiro escalão (Foto:Reprodução)

Com a vitória no pleito em 30 de outubro, cabe ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compor um novo governo, indicando titulares para a Esplanada dos Ministérios, responsáveis por articular e promover políticas públicas nas diferentes áreas que compõem um governo.

O ex-presidente, conduzido a um terceiro mandato no Planalto, não indicou nomes e nem cotou candidatos a nenhuma das pastas durante a corrida eleitoral, mas há a previsão de que algumas lideranças políticas que colaboraram na campanha assumirão cargos no primeiro escalão do petista.

Chico César, Henrique Meirelles, Daniela Mercury e Felipe Salto estão entre os cotados para os ministérios de Lula (foto: AFP/Agência Brasil/AP/Jornal Grande Bahia)
Chico César, Henrique Meirelles, Daniela Mercury e Felipe Salto estão entre os cotados para os ministérios de Lula
(foto: AFP/Agência Brasil/AP/Jornal Grande Bahia)

Veja alguns dos cotados para assumirem ministérios no governo Lula:

ALEXANDRE PADILHA

Padilha, deputado federal pelo PT, foi ministro das Relações Institucionais de Lula e da Saúde da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e no pleito deste ano foi um dos coordenadores de campanha do ex-presidente.

 ALOIZIO MERCADANTE

Mercadante é hoje cotado para o Ministério das Relações Exteriores ou para a pasta de Planejamento, que no governo Bolsonaro foi fundida com a Fazenda. Ele, que ficou malvisto no PT após o impeachment de Dilma por se opor à aliança com o PMDB, volta ao governo após se redimir como coordenador do plano de governo de Lula.

CHICO CÉSAR

Cantor e compositor, o artista é cotado pela equipe de Lula para comandar o Ministério da Cultura, que será recriado no novo mandato. César, porém, afirmou em redes sociais que prefere ver outras pessoas na pasta, como o ex-ministro Juca Ferreira (PT) ou a deputada federal Jandira Feghali (PC do B-RJ).

 DANIELA MERCURY

A cantora Daniela Mercury teve grande importância na campanha do petista ao Planalto deste ano, intensificando sua participação na reta final do pleito ligando para eleitores indecisos. Ela já havia se posicionado contrariamente a Jair Bolsonaro (PL), e agora é sondada para assumir o Ministério da Cultura.

FELIPE SALTO

Salto é economista, de perfil mais técnico, e é secretário da Fazenda do estado de São Paulo. Ele é cotado para assumir a Secretaria do Tesouro, sob o guarda-chuva do Ministério da Fazenda.

FERNANDO HADDAD

O ex-ministro da Educação e ex-prefeito da capital paulista saiu da disputa ao Governo de São Paulo derrotado, mas registrou o melhor desempenho do PT no estado e foi importante para encurtar a diferença de Lula a Bolsonaro no Sudeste. Ele prefere comandar a Fazenda, mas é cotado para voltar à Educação.

GERALDO ALCKMIN

O vice-presidente eleito, do PSB, também pode ocupar um ministério, cumprindo a promessa de Lula nas eleições de dar grande relevância ao companheiro de chapa. Alckmin é sondado para o Ministério da Defesa ou para uma pasta que focaria pequenas e grandes empresas.

GLEISI HOFFMANN

Gleisi é grande defensora da candidatura de Lula e do legado do petista quando ele foi preso, em 2018. Ela ocupou um papel essencial na campanha e agora está na equipe de transição de governo. Ela é cotada para assumir a pasta de Planejamento.

HENRIQUE MEIRELLES

O economista e ex-presidente do Banco Central aderiu à candidatura de Lula após reunião entre o petista e ex-presidenciáveis, e afirmou confiar na plataforma econômica do ex-presidente. Ele, que participou do gabinete de Michel Temer (MDB), pode assumir a Fazenda no novo governo.

 JEAN PAUL PRATES

Prates é do PT do Rio Grande do Norte e é atuante na área de energia, tendo forte atuação no setor de óleo e gás. Deve assumir o Ministério de Minas e Energia, mas também é visto como forte opção para assumir a Petrobras.

JUCA FERREIRA

Juca Ferreira é outro nome possível para um futuro Ministério da Cultura. O sociólogo participou da gestão de Gilberto Gil e o sucedeu no cargo nos governos Lula e Dilma. Ele também comandou as secretarias de cultura de São Paulo e Belo Horizonte.

MARINA SILVA

A ex-ministra do Meio Ambiente, que havia rompido com o PT desde 2009, reconciliou-se com o partido nas eleições deste ano e foi um grande símbolo de união na campanha. Ela foi eleita deputada federal, mas deve ocupar novamente o Meio Ambiente no novo mandato de Lula.

MÁRCIO FRANÇA

França, ex-governador de São Paulo e articulador que viabilizou a chapa Lula-Alckmin, é cotado para assumir o Ministério da Indústria, que será recriado por Lula em seu mandato. Ele foi candidato ao Senado por São Paulo neste ano, perdendo para Marcos Pontes (PL-SP).

NERI GELLER

O deputado federal e ex-ministro de Dilma é do PP de Mato Grosso, e foi um dos poucos bastiões de Lula no setor agropecuário, engajando-se na campanha apesar dos ataques. Geller é uma opção para a Agricultura, concorrendo com Simone Tebet (MDB-MS).

PÉRSIO ARIDA

Pérsio Arida é nome próximo do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), e foi um dos pais do Plano Real, abrindo o voto em Lula no segundo turno. Ele é ventilado como um possível Ministério da Fazenda, em aceno ao mercado.

RUI COSTA

O governador da Bahia é um dos favoritos a assumir a Fazenda no novo governo petista. Ele encerra seu mandato no estado este ano, e deu uma demonstração de unidade no PT ao reconciliar-se com Jacques Wagner e apoiar a candidatura de Jerônimo Rodrigues, eleito governador.

SIMONE TEBET

A senadora e candidata à Presidência pelo MDB neste ano foi peça chave para a eleição de Lula, colaborando com a campanha especialmente em sua movimentação para os votos de indecisos e pessoas menos afeiçoadas ao PT. Ela, que prefere assumir a Educação, é cotada para a Agricultura.

TEREZA CAMPELLO

Campello é ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo Dilma Rousseff, e é bem vista aos olhos de Lula como uma opção para ministérios da área social, que serão ampliados no novo governo do petista.

WELLINGTON DIAS

O senador pelo estado do Piauí é um dos sondados a assumir o Ministério da Fazenda no governo Lula. Ele foi um dos coordenadores da campanha do ex-presidente e colaborou na elaboração de propostas para a economia.

Por:Jornal Folha do Progresso em 05/11/2022/07:05:53 a informação é do Portal Estado de Minas

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Aeronáutica abre 526 vagas com salário de quase R$ 6 mil. HÁ CHANCES NO PARÁ!

(Foto:Reprodução0) – Estão abertas as inscrições do novo processo seletivo da Aeronáutica. A seleção conta com 526 vagas para convocação e incorporação de sargentos temporários, para o ano de 2023.

Interessados em concorrer a uma das ofertas devem possuir ensino médio completo e não ter completado 41 anos de idade até a data da sua incorporação.

Os convocados serão declarados terceiros-sargentos, incluídos no Quadro de Sargentos da Reserva de 2ª Classe Convocados (QSCon), bem como no Corpo de Graduados da Reserva da Aeronáutica. A remuneração mensal do terceiro-sargento é de R$ 5.978.

As 526 vagas estão distribuídas entre as seguintes especialidades:

administração (217 vagas);
comunicações (7);
desenho (7);
eletricidade (32);
enfermagem (10);
eletromecânica (12);
eletrônica (33);
informática (66);
laboratório (16);
logística (31);
mecânica de aeronaves (15);
metalurgia (4);
nutrição e dietética (9);
obras (21);
produção de áudio e vídeo (3);
processo fotográficos (2);
radiologia (10);
saúde bucal (29); e
topografia (2).

Há chances nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Amazonas, Rio Grande do Sul e Pará, além do Distrito Federal. Confira as vagas por região aqui.

As inscrições serão recebidas até o dia 24 de novembro de 2022, exclusivamente pela internet, através do site www.convocacaotemporarios.fab.mil.br.

Com informações do  Diário do Pará/JC Concursos

Jornal Folha do Progresso em 04/11/2022

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STF dá 60 dias para Governo Federal retomar Fundo Amazônia

Corte considerou inconstitucionais os decretos que extinguiram os órgãos responsáveis pela iniciativa criada em 2008 para captar doações para projetos de preservação e fiscalização da floresta

Em julgamento concluído nesta quinta-feira, 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) mandou o Governo Federal reativar o Fundo Amazônia em até 60 dias. A determinação é uma resposta a uma ação do PSB, PSOL, PT e Rede. Os partidos alegam que houve omissão do governo de Jair Bolsonaro (PL) ao deixar de aplicar os mais de R$ 1 bilhão destinados para projetos de preservação na Amazônia Legal. A corte já havia formado maioria desde a semana passada para determinar a retomada do fundo, mas faltavam os votos da ministra Cármen Lúcia, do ministro Ricardo Lewandowski e do ministro Gilmar Mendes. Todos acompanharam a relatora Rosa Weber em favor da reativação do fundo, assim como André Mendonça, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Dias Toffoli. Nunes Marques abriu divergência, mas não foi acompanhado por nenhum ministro. A corte considerou inconstitucionais os decretos que extinguiram os órgãos responsáveis pela gestão do fundo criado em 2008 para captar doações para projetos de preservação e fiscalização da floresta.

O Fundo Amazônia está parado desde 2019, quando o governo acabou com os comitês responsáveis pela distribuição dos recursos após conflitos sobre o modelo de governança com Noruega e Alemanha. Os dois países são os principais investidores do fundo e, após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), anunciaram que vão retomar os financiamentos.
Por:Jornal Folha do Progresso em 04/11/2022/07:05:53

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Prefeita de Mato Grosso irá renunciar cargo por não concordar com eleição de Lula

Gestora confirmou saída do governo caso presidente eleito tome posse por ser contrária à sua ideologia.

Prefeitura Municipal de Carlinda Carmen Martines Prefeita cumpria segundo mandato com alto nível de aprovação

Prefeita do município de Carlinda, localizado em Mato Grosso, Carmen Martines (União Brasil) declarou que deixará a posição caso Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venha a tomar posse em 1º de janeiro. A decisão se deve ao fato dela não concordar com a ideologia do presidente eleito.

A informação foi confirmada pela prefeitura municipal da cidade, que conta com 10.985 habitantes. Em entrevista ao Gazeta Digital, Carme chegou a afirmar que não cumpriria leis federais caso elas fossem contrárias à sua forma de pensar, que difere do presidente. Por causa disso, ela teme ser penalizada e que sua família sofra com o processo. Com a saída, seu vice Pastor Fernando de Oliveira Ribeiro assume a posição.

Carmen foi eleita como prefeita em 2015, se tornando a primeira mulher a assumir o cargo no município. Em 2020, foi reeleita no primeiro turno com 90,16% dos votos válidos. No ano passado, recebeu o prêmio Band Cidades Excelentes, como 1° Lugar no Estado de Mato-Grosso em Transparência e Gestão Fiscal, em municípios de até 30 mil habitantes.

Por:Jornal Folha do Progresso em 04/11/2022/07:05:53 com informações da Jovem Pan

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Ministro da Casa Civil nomeia Alckmin e oficializa início da transição do governo Bolsonaro para o governo Lula

Geraldo Alckmin, ao lado de Gleisi Hoffmann e Aloizio Mercadante, após primeira reunião com Ciro Nogueira no Planalto. — Foto: Guilherme Mazui / g1

A nomeação de Alckmin foi publicada na edição desta sexta do “Diário Oficial da União (DOU).

Alckmin se reúne com Ciro Nogueira no Planalto e diz que transição já começou

A nomeação de Alckmin foi publicada na edição desta sexta do "Diário Oficial da União (DOU).
A nomeação de Alckmin foi publicada na edição desta sexta do “Diário Oficial da União (DOU).

O vice-presidente eleito chegou ao Planalto acompanhado da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do coordenador do plano de governo de Lula, Aloizio Mercadante. Alckmin disse que a conversa foi “bastante proveitosa” e reforçou, em mais de uma oportunidade durante entrevista, que a “transição já começou”.

De acordo com ele, a equipe da transição vai trabalhar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. “Amanhã [sexta-feira, 4], a Gleisi e o Mercadante vão lá fazer uma visita, e nós deveremos começar a partir de segunda-feira [7]”, disse Alckmin.

A legislação dá ao presidente eleito o direito de formar uma equipe de transição, com 50 cargos à disposição, para ter acesso aos dados da administração pública e preparar as primeiras medidas do novo governo.

O vice-presidente eleito não quis antecipar nomes que vão compor a equipe de transição. Disse, porém, que eles virão de partidos que compuseram a coligação de Lula nas eleições.

Alckmin afirmou que nomes do MDB e do PDT, que aderiram à candidatura de Lula no segundo turno, também devem fazer indicações para a equipe de transição. Ele não descartou a participação de nomes de partidos de centro.

“A partir de segunda-feira, depois da reunião com o presidente Lula, a gente começa a divulgar os nomes da transição”, declarou.

Equipe de transição

Gleisi Hoffmann, presidente do partido, e outros líderes de legendas aliadas definiram a divisão para os 50 nomes a que o futuro governo Lula tem direito para o grupo.*
Serão 12 nomes políticos e 38 técnicos para a equipe de transição. A ideia é que cada um dos políticos coordene um grupo temático e os técnicos ficam vinculados a essas áreas.

Alguns nomes foram escolhidos pelos partidos e estão quase certos como integrantes da equipe. São eles:

*José Luiz Penna (PV)
*Jefferson Coriteac (Solidariedade)
*Daniel Tourinho (Agir)
*Wolney Queiroz (PDT)
*Felipe Espírito Santo (Pros)

Orçamento

Mais cedo, Alckmin esteve no Congresso Nacional, onde se reuniu com o relator do Orçamento, Marcelo Castro (MDB-PI), e o senador eleito Wellington Dias (PT-PI) para discutir a adequação do Orçamento de 2023 a promessas de campanha de Lula.

Dias foi escalado por Lula para coordenar a negociação em torno do Orçamento que pode ser aprovado ainda este ano por deputados e senadores.

Um levantamento do g1 mostra que a conta para cumprir as promessas de Lula gira em torno de R$ 175 bilhões que precisarão ser contemplados na peça orçamentária.

A medida serviria para, entre outras finalidades, garantir o Auxílio Brasil de R$ 600 em 2023. A manutenção do benefício nesse valor foi uma das promessas de Lula durante a campanha eleitoral.

Por:Jornal Folha do Progresso em 04/11/2022/07:05:53 com informações do G1

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Manifestantes encerram bloqueios na BR-163 em Sinop, Sorriso, Lucas e Mutum

Os manifestantes fizeram a desobstrução da BR-163 em Sinop, após solicitação da Polícia Rodoviária Federal. O tráfego de veículos foi liberado totalmente por volta das 14 horas. Os manifestantes seguem às margens da rodovia. O bloqueio começou no domingo à noite, em protesto contra a eleição do presidente Lula.

A Rota do Oeste informou, há pouco, que todos os bloqueios da BR 163/364 foram desmobilizados, porém, há pessoas às margens da pista em Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e em Nova Mutum, com o tráfego podendo se fechado a qualquer momento, conforme organização dos manifestantes.

Conforme Só Notícias já informou, os bloqueios nas rodovias federais em Mato Grosso diminuíram, hoje, após o presidente Jair Bolsonaro fazer um apelo, ontem à noite, para os manifestantes desobstruírem a rodovia.

A Polícia Rodoviária Federal atualizou, há pouco, outros trechos com interdições parciais e totais

BR-163
-km 984 em Terra Nova do Norte: uma faixa liberada, passando veículos de 20 em 20 minutos
-km 1032 Peixoto de Azevedo: Apenas viaturas, ambulâncias, veículos com idosos e crianças, ônibus.
-km 1068 Guarantã do Norte: Tendas, areia sobre a pista, acostamento do sentido crescente liberado. Não impedem ninguém passar.

BR 158
-km 655, Nova Xavantina: Liberado às 08:45h
-km 565, Água Boa: interditado para caminhão: às 08:29h, iniciada a liberação.
-km 141, Confresa: às 09h, liberado
-km 45, Vila Rica: às 09h, liberado

-km 125 em Mirassol D’Oeste: liberado para veículos de passeio, ambulâncias, ônibus e veículos de carga perecível.
-km 288 em Pontes e Lacerda: liberados ambos os sentidos.
-km 330 em Conquista D’oeste: ambos os sentidos.
-km 487 no trevo da 174/364 em Comodoro liberado, nos dois sentidos, mas ainda há barraca com algumas pessoas no local

BR 364
-km 1176 Campos de Júlio – liberado
-km 395 em Cuiabá : liberado
-km 05 Alto Araguaia: liberado
-km 55 Alto Garça: Lliberado
-km 877 Campo Novo do Parecis – 07:40h liberado para veículos de passeio, emergência, transporte de passageiros, produtos perecíveis e carga viva.
– Km 557 -09:44h: bloqueando somente os veículos da Rota do Oeste.

BR 070
-km 383 Campo Verde interditado para caminhão
-km 376 Campo Verde paraPrimavera interditado para caminhão
-km 274 em primavera do Leste: Às 10 horas, em processo de liberação
-km 65 General Carneiro (parcial crescente) – Às 08:28, sem qualquer bloqueio.

Por:Jornal Folha do Progresso em 04/11/2022/07:05:53 com informações do portal Só Notícias/Kelvin Ramirez (fotos: Só Notícias/Mylene Dias)

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‘Sheik dos Bitcoins’, que deu golpes em famosos, é preso pela Polícia Federal

“Sheik dos Bitcoins’. Francisley Valdevino da Silva, é conhecido por gostar de circular entre famosos e exibir mansões, jatinhos e lanchas (Foto: Reprodução)

Sheik manteve pirâmides mesmo após ser alvo de operação da PF

A Justiça paranaense ordenou a prisão de Francisley Valdevino da Silva, o Sheik dos Bitcoins, após a Polícia Federal (PF) reunir provas de que ele continuava com o esquema de pirâmide financeira, disfarçada de investimentos em criptomoedas, mesmo tendo sido alvo de uma operação policial, a Poyais, no início de outubro. As investigações do último mês constataram que Francis criava e geria sistemas virtuais de pirâmides financeiras mesmo depois de ter dado um calote milionário nos clientes.

De acordo com as investigações da PF, o grupo liderado pelo Sheik, além de promover fraudes no Brasil e no exterior, desenvolvia e comercializava plataformas e sistemas virtuais para terceiros interessados na prática de golpes semelhantes. Recentes encontros de Francisley com funcionários da área de criação de plataformas virtuais, segundo a Polícia, se destinavam a criação e manutenção de outros sistemas virtuais, oferecidos a terceiros e, possivelmente, usados para promoção das mesmas práticas criminosas.

Uma das provas mais importantes foi extraída de outra operação da PF, a Bad Bots, na qual duas pessoas responsáveis por outro esquema de frande com criptomoedas citaram em depoimento o envolvimento de Francisley. Eles contaram que o sistema virtual usado para essas fraudes foi criado e mantido pelo grupo do Sheik,

Ao autorizar a operação de outubro, a 23ª Vara Federal de Curitiba havia determinado também que Francisley não poderia continuar a administrar suas empresas ou praticar atos de gestão no interesse de seu grupo econômico. As investigações, porém, comprovaram que o Sheik passou a promover encontros frequentes, em sua residência nesta Curitiba, com funcionários de suas empresas.

Uma das empregadas é a gerente financeira de seu grupo, e outro empregado identificado é o responsável pelo designer gráfico das plataformas virtuais criadas pelo investigado para a prática das fraudes. Com a constatação, a Justiça concedeu a prisão preventiva.

Francisley, que preferia ser chamado de Francis da Silva, foi apelidado pelos amigos mais próximos de Sheik dos Bitcoins pela ostentação de riqueza, que incluía jatinhos particulares, mansões cinematográficas, carros de luxo, lanchas e viagens constantes, principalmente para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O golpe do seu esquema consistia em “alugar” criptomoedas junto aos clientes, pagando juros mensais com taxas muito acima do mercado financeiro – chegou a até 13,5%.

No fim do ano passado, Francis parou de pagar. Uma das clientes lesadas foi Sasha Meneghel, filha de Xuxa, que conheceu o negócio de Francis por frequentar um templo evangélico. Empolgados, ela e o marido, o cantor João Figueiredo, fizeram aportes que totalizaram R$ 1,2 milhão. Em abril deste ano, após o calote, ambos processaram o empresário na Justiça de Curitiba.

Outros nomes conhecidos fizeram negócios com Sheik. Com o pastor Silas Malafaia, Francis montou a AlvoX Negócios, que ofertava softwares e recursos tecnológicos para um público cristão. Uma das oportunidades era a revenda de produtos gospel, como livros e bíblias, com ganhos de 10% do valor da mercadoria. Ele também repassou um jato para a WS Shows Ltda, do cantor Wesley Safadão, para amortizar o pagamento de uma dívida.

Por:Jornal Folha do Progresso em 03/11/2022/07:05:53  com informações do Portal EXTRA

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Bolsonaro faz apelo para que manifestantes desocupem rodovias

O presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu que os manifestantes que participam dos protestos desta quarta-feira (2), com bloqueios de estradas e pedidos de intervenção militar, desobstruir as rodovias.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele faz um apelo a seus apoiadores, que também se manifestam pela não-aceitação do resultado das eleições, no domingo (30), que deram a vitória ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

“Sei que vocês estão chateados, tristes. Esperavam outra coisa, eu também. Estou tão triste quanto você. Mas temos que ter a cabeça no lugar. Os protestos são muito bem vindos, fazem parte do jogo democrático. […] Tem algo que não é legal: o fechamento de rodovias pelo Brasil prejudica o direito de ir e vir das pessoas, tá lá na nossa Constituição”, disse.

“Quero fazer um apelo a você: desobstrua as rodovias. Isso daí não faz parte, no meu entender, dessas manifestações legítimas. Não vamos perder essa nossa legitimidade. Outras manifestações que estão fazendo pelo país todo, nas praças, fazem parte do jogo democrático”, pediu o presidente.

Em seguida, Bolsonaro diz que colocou a Polícia Rodoviária Federal para atuar na desobstrução das rodovias, “mas são muitos pontos e as dificuldades são enormes”, de acordo com o presidente. “Prejuízo todo mundo está tendo com essas rodovias fechadas”.

Assista ao video

https://twitter.com/NpJornal/status/1588114027879751681?t=lZYWVWOiCXXLVkSbzUGOSg&s=19

 

 

No fim, o presidente pede que os apoiadores “não pensem mal” dele e diz aos manifestantes: “Vamos fazer o que tem que ser feito. Estou com vocês e tenho certeza que vocês estão comigo. O pedido é rodovias. Vamos desobstruí-las para o bem da nossa nação”.

O vídeo também foi compartilhado nas redes sociais pelos ministros Marcelo Queiroga (Saúde) e Anderson Torres (Justiça), assim como alguns aliados, como um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A peça foi publicada após Bolsonaro receber, no Palácio da Alvorada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o ministro da Advocacia-Geral da União, Bruno Bianco Leal.

Na noite desta quarta, pelo menos 13 estados ainda registravam bloqueio nas rodovias. Os protestos em frente a quartéis que pedem intervenção militar ocorreram em oito estados e no Distrito Federal.
Pedido de intervenção é ilegal

A declaração de manifestantes que fecham rodovias — estaduais e federais — pelo país sobre a existência de uma fraude nas eleições deste ano não encontra amparo legal. A Justiça Eleitoral, além de entidades nacionais e internacionais que participaram da fiscalização do pleito, confirmaram a lisura do processo.

Da mesma forma, a possibilidade de uma “intervenção militar” com base no artigo 142 da Constituição, pedida por grupos de manifestantes, não tem respaldo na lei brasileira e pode resultar em processo judicial para quem fizer esse pedido.

Por:Jornal Folha do Progresso em 03/11/2022/07:05:53

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Urna eletrônica comprovou eficácia mais uma vez, diz relatório da OEA sobre 2º turno das eleições

Ex-chanceler paraguaio Rubén Ramírez Lezcano, chefe da missão da OEA que observou o processo eleitoral no Brasil — Foto: Guilherme Mazui/g1

Missão de observação das eleições da Organização dos Estados Americanos também elogiou trabalho do Tribunal Superior Eleitoral. Documento foi divulgado nesta terça (1º).

A Missão de Observação das Eleições (MOE) da Organização dos Estados Americanos (OEA) afirmou, em relatório preliminar sobre o segundo turno das eleições, divulgado nesta terça-feira (1º), que a “urna eletrônica brasileira mais uma vez comprovou sua eficácia, produzindo resultados rápidos, que foram divulgados sem contratempos”.

O grupo, chefiado pelo ex-ministro das Relações Exteriores do Paraguai Rubén Ramirez Lezcano, contou com 111 observadores entre o primeiro e o segundo turno (veja mais abaixo). O acordo para realização da missão foi celebrado entre a OEA e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em julho deste ano.

No documento divulgado, a missão elogiou o trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, segundo o relatório, atuou em um “contexto complexo, marcado pela polarização, desinformação e ataques às instituições eleitorais”.

“A Missão deseja destacar o trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), instituição que mais uma vez demonstrou seu alto nível de profissionalismo e solidez, o que lhe permitiu realizar com sucesso um processo eleitoral em um contexto complexo, marcado pela polarização, desinformação e ataques às instituições eleitorais”, diz o documento.

A OEA também elogiou “o trabalho dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), juízes e funcionários eleitorais e membros de locais de votação, que contribuíram para a organização e execução dessas eleições”.

O grupo parabenizou ainda “o compromisso cívico do povo brasileiro que, como no primeiro turno, foi às urnas em massa para escolher seus representantes”.

Na eleição do último domingo (30), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou com 50,9% (60,3 milhões de votos), e Jair Bolsonaro (PL), com 49,1% (58,2 milhões de votos). Desde que as eleições presidenciais livres foram retomadas, em 1989, essa é a menor diferença tanto em termos percentuais quanto em números absolutos (2,1 milhões de votos a mais para o ganhador). Ao superar a marca de 60 milhões de votos, Lula tornou-se o presidente eleito mais votado da história.

Missão

A MOE percorreu 15 estados brasileiros, o Distrito Federal e quatro cidades do Exterior.

Segundo o relatório, foram observados “aspectos chave do processo eleitoral, como a organização e tecnologia eleitoral, o financiamento político, a participação política de mulheres, indígenas e afrodescendentes, as campanhas e a liberdade de expressão, a votação no exterior, a violência política e a justiça eleitoral”.

Ainda, segundo o documento, na semana anterior ao pleito, o grupo se reuniu com “representantes das duas campanhas presidenciais, além de autoridades eleitorais e governamentais, acadêmicos e representantes da sociedade civil”.
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Urna eletrônica em PE — Foto: Matheus Guerra/TV Asa Branca

569 seções observadas

No dia do segundo turno, ao todo, o grupo acompanhou 569 seções eleitorais em 15 estados e no Distrito Federal, além das eleições em Paris, na França, Porto, em Portugal, e em Washington DC e Miami, nos Estados Unidos.

“A MOE/OEA observou que as seções eram predominantemente compostas por membros titulares, e que na maioria dos casos eram as mulheres que ocupavam a presidência. Os observadores da OEA também relataram que os locais de votação eram adequados e tinham os materiais necessários para realizar a eleição”.

No primeiro turno, os observadores consideraram que, “apesar das filas, a votação ocorreu de forma “tranquila”. No segundo turno, a missão concluiu que o processo de votação foi “mais ágil”.

“Nos locais de votação visitados no Brasil, observou-se que o processo de votação foi mais ágil do que no primeiro turno. Isso se deve, por um lado, ao fato de haver menos cargos em jogo (em alguns estados apenas candidatos à presidência foram eleitos) e, por outro, devido as instruções dadas pelo TSE durante o treinamento de mesários que foram eficazes na melhoria do fluxo de eleitores”, diz o relatório.

A Missão também “observou que o TSE fez um esforço para proteger a integridade do processo eleitoral e combater a desinformação nas eleições” e valorizou os esforços da Corte. (Com informações de Beatriz Borges, g1 — Brasília).

Jornal Folha do Progresso em 01/11/2022/17:34:22

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Bolsonaro diz que vai cumprir a Constituição; Ciro Nogueira inicia a transição

(Foto:Reprodução)  – Bolsonaro faz pronunciamento no Palácio da Alvorada

Dois dias após perder a eleição, presidente fez pronunciamento de dois minutos e agradeceu os votos que recebeu. Ele criticou atitudes como invasão de propriedade e cerceamento do direito de ir e vir.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez nesta terça-feira (1º), dois dias após o resultado do segundo turno das eleições, o primeiro pronunciamento após perder a eleição. O presidente fez uma fala curta, de dois minutos, em que disse que continuará cumprindo a Constituição. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou que dará início à transição de governo.

Bolsonaro discordou de ser rotulado de antidemocrático e disse que sempre jogou “dentro das quatro linhas da Constituição”.

“Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição”, continuou.

Bolsonaro também afirmou que “manifestações pacíficas são bem-vindas” e criticou ocupações.

  “Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral. As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedade, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir”, afirmou o presidente.

O resultado das eleições foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h57 de domingo, quando 98,81% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela hora, Lula, tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Bolsonaro, que contabilizava 49,17% de votos válidos.

Ao todo, com 100% das urnas apuradas, Lula obteve 60,3 milhões de votos, e Bolsonaro, 58,2 milhões de votos.

Movimentação no Alvorada

A primeira fala pública de Jair Bolsonaro após a derrota nas eleições foi antecedida de uma intensa movimentação no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República onde o presidente se fechou nos últimos dias.

No início da tarde, carros de vários ministérios chegaram ao local levando os ministros escalados para compor o “cenário” da declaração de Bolsonaro.

A TV Globo e o g1 contabilizaram “comitivas” dos ministérios de Justiça e Segurança Pública, Ciência e Tecnologia, Educação, Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional, Cidadania, Economia, Direitos Humanos, Trabalho, Relações Exteriores, Casa Civil, Agricultura e Saúde.

Os carros passaram direto pela portaria e, por isso, não era possível saber se as áreas eram representadas por ministros ou por secretários.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também esteve no Alvorada, mas deixou o prédio antes do pronunciamento de Bolsonaro.

Reconhecimento da derrota

Tradicionalmente, candidatos derrotados ligam para o adversário e fazem uma declaração pública reconhecendo a vitória do oponente.

Em 2018, por exemplo, o então candidato do PT Fernando Haddad reconheceu a vitória de Bolsonaro ainda no domingo à noite.

Em 2002, quando Lula obteve a primeira vitória na disputa presidencial, o então adversário dele no segundo turno, José Serra (PSDB), telefonou para o petista e reconheceu a derrota.

Durante discurso a apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, Lula contou que não havia recebido telefonema de Jair Bolsonaro.

“Vocês sabem que a gente vai ter que ter um governo para conversar com muita gente que está com raiva. Em qualquer lugar do mundo, o presidente derrotado já teria ligado para mim reconhecendo a derrota. Ele, até agora, não ligou, não sei se vai ligar e não sei se vai reconhecer”, disse.

Assim que o TSE declarou a vitória de Lula sobre Bolsonaro, diversos líderes mundiais reconheceram a vitória do petista, entre os quais: Joe Biden (Estados Unidos), Rishi Sunak (Reino Unido), Alberto Fernández (Argentina), Vladimir Putin (Rússia), Marcelo Rebelo de Sousa (Portugal), Olaf Scholz (Alemanha) e Volodymyr Zelensky (Ucrânia). (Com informações de Guilherme Mazui e Pedro Henrique Gomes, g1 — Brasília).

Jornal Folha do Progresso em 01/11/2022/17:07:53

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