Atirador no Espírito Santo é filho de PM e usou armas do pai durante ataque a escolas

Adolescente, de 16 anos, usava roupa camuflada com suástica, além de máscara no rosto (Foto:Reprodução/Redes sociais)

Atirador no Espírito Santo Atirador atacou duas escolas no Espírito Santo e deixou três pessoas mortas

Adolescente de 16 anos e filho de policial militar. Esse é o perfil do autor do ataque a duas escolas de Aracruz, no Espírito Santo, que usou as armas do pai na ação que deixou duas professoras e uma aluna, de 12 anos, mortas.

Leia mais:Ataque em escolas deixa três mortos e nove feridos em Aracruz, no ES

De acordo com o governador reeleito do Estado, Renato Casagrande (PSB), o atirador foi apreendido na casa em que mora e se manteve calmo. O jovem estudou até junho deste ano no primeiro colégio a ser invadido, a Escola Estadual Primo Bitti, localizada no Coqueiral. Já a segunda unidade de educação a ser atacada foi o Centro Educacional Praia de Coqueiral, que fica a cerca de um quilômetro de distância da primeira. Em depoimento a polícia, segundo Casagrande, o adolescente confessou o crime. Ele também deu a polícia a roupa, com uma suástica nazista, que usou durante os ataques, e as armas.

Outro detalhe divulgado pelo governador reeleito foi de que o ataque era planejado pelo atirador há dois anos. O governo estadual decretou luto oficial de três dias “em sinal de pesar pelas perdas irreparáveis”. Em relação aos ataques, o primeiro ataque teria acontecido por volta das 9h49, segundo imagens captadas por câmeras de segurança e compartilhadas nas redes sociais. Nas gravações é possível ver o momento em que um jovem invade um dos colégios vestido roupa e chapéu camuflado, usando uma máscara para tampar o rosto e segurando uma pistola.

Em entrevista coletiva, o secretário de Segurança Pública do Estado, Marcio Celante, afirmou que a prioridade das equipes de segurança foi o socorro às vítimas. Segundo ele, na primeira escola, a Primo Bitti, foram 11 vítimas, sendo dois mortos e nove feridos, enquanto na segunda foram identificadas mais três vítimas, incluindo a morte de um estudante. Agora, os agentes de segurança investigam se o autor dos disparos teve ajuda de terceiros nos ataques.

Por:Jornal Folha do Progresso em 26/11/2022/07:05:53 com informações da Jovem Pan

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PL vai pagar sozinho multa de R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé, decide Moraes

Ministro entendeu que PL agiu de forma irresponsável ao questionar urnas e aplicou multa para todos os partidos da coligação. PP e Republicanos informaram que discordam totalmente do questionamento feito pelo PL.
Leia mais:
Moraes rejeita ação do PL, aplica multa de quase R$ 23 mi à coligação de Bolsonaro e determina investigação por crime eleitoral

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, decidiu que o PL vai pagar sozinho a multa de R$ 22,9 milhões inicialmente aplicada a todos os partidos da coligação que apoiou o presidente Jair Bolsonaro nas eleições.
A multa foi aplicada por Moraes na quarta-feira (23). O ministro condenou a coligação por litigância de má-fé – quando alguém aciona a Justiça de forma irresponsável.

Moraes aplicou a sanção após o PL pedir revisão extraordinária do resultado do segundo turno das eleições presidenciais, no qual Bolsonaro saiu derrotado.

O PL disse que cerca de 60% das urnas não eram auditáveis. Por outro lado, o ministro informou que todas as urnas são auditáveis e considerou o argumento do partido esdrúxulo.

Após a aplicação da multa, os outros partidos da coligação – PP e Republicanos – disseram ao TSE que discordam totalmente da reclamação sobre as urnas e afirmaram que não foram consultados pelo PL sobre o pedido no TSE.

Segundo Moraes, “ambos os partidos – Progressistas e Republicanos – afirmaram, expressamente, que reconheceram publicamente por seus dirigentes a vitória da Coligação Brasil da Esperança [a coligação do presidente eleito, Lula] nas urnas, conforme declarações publicadas na imprensa e que, em momento algum, questionaram a integridade das urnas eletrônicas, diferentemente do que foi apresentado única e exclusivamente pelo Partido Liberal”.

O ministro determinou a exclusão de ambos os partidos políticos da ação. Moraes também ordenou o imediato cancelamento do bloqueio e da suspensão dos respectivos fundos partidários do PP e do Republicanos.

Por:Jornal Folha do Progresso em 26/11/2022/07:05:53 com G1

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Ataque em escolas deixa três mortos e nove feridos em Aracruz, no ES

Ataques em escolas em Aracruz, Norte do ES — Foto: Reprodução/Redes sociais

Disparos ocorreram na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEFM) Primo Bitti e em uma escola particular na mesma avenida.

Um ataque a duas escolas deixou três mortos e outras nove feridas em Aracruz, na Região Norte do Espírito Santo, nesta sexta-feira (25).

Os disparos aconteceram na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEFM) Primo Bitti e uma escola particular na mesma via.

O autor dos disparos não foi identificado até a última atualização desta reportagem. Segundo um PM que está no local, um jovem invadiu a escola estadual e disparou contra adolescentes. Na sequência, seguiu para a escola particular e fez novos disparos.

A identidade das vítimas também não foi divulgada.

Em uma publicação no Twitter, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), confirmou que as escolas tinham sido invadidas e que acompanhava a investigação.
Governador do Estado se manifesta sobre ataques em escolas em Aracruz — Foto: Reprodução/Redes sociais

 Governador do Estado se manifesta sobre ataques em escolas em Aracruz — Foto: Reprodução/Redes sociais

Governador do Estado se manifesta sobre ataques em escolas em Aracruz — Foto: Reprodução/Redes sociais

O g1 procurou a Polícia Militar, Polícia Civil e Secretaria Estadual de Educação, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem.

O Sinidicato das Escolas Particulares (Sinepe) disse à reportagem que ainda está buscando mais detalhes sobre o caso

Por:Jornal Folha do Progresso em 25/11/2022/12:33:39

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Filho do ex-governador Sérgio Cabral deve ir para o mesmo presídio do pai; entenda

Ex-governador Sérgio Cabral está preso no Batalhão Especial Prisional da PM, para onde o filho deve ser transferido (Foto:Fábio Motta/ Agência Estado).

Zé Cabral passou a noite na cadeia após se entregar à PF nesta quinta-feira (24)

O empresário José Eduardo Neves Cabral, filho do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, deve ser transferido para o Batalhão Especial Prisional da PM, onde o pai está preso, conforme determinação da Justiça Federal. Não se sabe ainda se ele ficará na mesma cela que o pai.

Alvo da Operação Smoke Free, deflagrada na quarta-feira (23) pela Polícia Federal, com o objetivo de apurar “uma organização criminosa armada e transnacional especializada em comércio ilegal de cigarros”, Zé Cabral, como o filho do ex-governador é conhecido, se entregou nesta quinta-feira (24).

Segundo a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), Zé Cabral deu entrada no Presídio Frederico Marques, em Benfica, e passou a noite na cadeia.

A decisão de transferência dele para o Batalhão Especial Prisional foi tomada pela juíza Rosália Monteiro Figueira, da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, e consta em ofício enviado ao comandante do batalhão. No documento, Rosália proíbe que o investigado ficasse sob responsabilidade da Seap, mas não explica o motivo. “Este juízo determinou à Polícia Federal que proceda ao encaminhamento do referido requerido [Zé Cabral] ao Batalhão Especial Prisional, vedando seu ingresso na Seap”.

Ele é apontado pela PF como gerente de organização criminosa de comércio ilegal de cigarros que movimentou bilhões. A audiência de custódia de Zé Cabral foi marcada para as 15h desta sexta-feira (25), “presencialmente na Sala de Audiências da 3ª Vara Federal Criminal”, na Saúde. (As informações são do G1 Rio de Janeiro).

Jornal Folha do Progresso em 25/11/2022/10:28:01

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Justiça Federal nega pedido da defesa e mantém presos em Sinop acusados de atear fogo em caminhões

A Justiça Federal em Mato Grosso decidiu manter a prisão dos dois acusados de terem colocado fogo em dois caminhões que estavam estacionados ao longo da BR-163, próximo ao município de Sinop, interditando a rodovia. Também foi suspenso o sigilo telefônico dos detidos para a busca de informações que auxiliem nas investigações.

O caso foi registrado na 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Mato Grosso, especializada em processar e julgar crimes por atos de violência político-partidária, sob a área de todo o estado.

Conforme o magistrado Jeferson Schneider, “há fortes indícios de que os delitos foram motivados pela insatisfação dos investigados com o resultado das últimas eleições presidenciais e a busca por sua reversão de modo antidemocrático, conforme se observa dos depoimentos dos condutores do flagrante e das mídias juntadas pela Polícia Federal”.

O juiz federal disse ainda em sua decisão que, ao converter o flagrante em prisão preventiva, levou em consideração a necessidade de resguardar a ordem pública, a gravidade concreta do crime, a periculosidade social dos agentes e a possibilidade real de cometer novamente o crime. “(…) qualquer outra medida cautelar revela-se insuficiente para resguardar a ordem pública. (…) quando da prisão em flagrante, foram encontrados diversos instrumentos e objetos utilizados nos crimes – com potencialidade do cometimento, em tese, de novos crimes de mesma natureza -, o que sugere que a reiteração criminosa somente foi interrompida diante da prisão em flagrante”, completou.

Ao prenderem os acusados, a Polícia Militar encontrou com eles armas de fogo e armas brancas, além de sete recipientes de óleo de um litro contendo, aparentemente, gasolina, além de estopa e isqueiro.

Na decisão, o magistrado ressalta que os crimes foram cometidos dentro do contexto histórico de seguidas manifestações contestando o resultado democrático das Eleições presidenciais de 2022, e que os acusados estariam participando ativamente dos movimentos antidemocráticos em Sinop (MT), tanto é que um dos investigados gravou vídeo pedindo apoio financeiro para manter as atividades antidemocráticas, divulgando, inclusive, o PIX para depósito de apoiadores. “(…) o que revela uma conduta premeditada, organizada, continuada e com nítida escalada de violência tendente a obstruir a livre circulação de pessoas e veículos no Estado de Mato Grosso, tudo com o aparente objetivo de impugnar o resultado das urnas, cujo resultado já foi proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral”.

Para tentar reverter a prisão preventiva de um dos acusados, a defesa técnica utilizou dois argumentos peculiares, conforme enfatizou o magistrado federal. O primeiro argumento foi de não querer transformar o detido em um “mártir no norte do Estado, onde o comércio irá fechar as portas por 6 dias, caso o investigado permaneça preso”. E o segundo, de que o Comando Vermelho, confiante no “poder do Lulão”, já decretou que apoiadores de Bolsonaro serão mortos, enquanto apoiadores de Lula serão poupados, fato de conhecimento de toda a Justiça.

O juiz federal, em resposta, lembra que diante de condutas, em tese, criminosas, o Estado democrático de Direito deve interferir com o objetivo de manter a ordem pública, e se necessário, decretar a prisão do autor do crime.

“Dessa forma, o cidadão brasileiro precisa ter a plena compreensão de que vivemos em uma sociedade na qual a liberdade de um cidadão não pode ser tão extensa e ilimitada que possa restringir ou aniquilar a liberdade de outro cidadão – pois, são dois iguais perante a lei. Neste sentido, cabe ao Estado fazer com que os limites da liberdade de cada um sejam respeitados, para que todos possam usufruir dessa mesma liberdade na mesma extensão. Do contrário, alguns gozarão de plena liberdade, enquanto outros não. A ideia de diferentes liberdades, resvala para fora do Estado democrático de Direito”, enfatizou o magistrado em sua decisão.

Sobre a alegação feita pela defesa, de que o Comando Vermelho domina o presídio em Sinop e possui preferências políticas, a Justiça Federal ressaltou que não é fato público e que precisaria ter provas concretas. (Com informações do Redação Só Notícias – foto: assessoria).

Jornal Folha do Progresso em 25/11/2022/10:22:24

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Comissão aprova texto que amplia limite de exploração de madeira em área rural e permite transporte sem autorização ambiental

(Foto:Reprodução) – Projeto autoriza que madeira extraída seja usada em propriedade de parentes e amplia, de 15 para 40 metros cúbicos, limite de exploração anual para uso doméstico e energético.

A Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (23) um projeto que aumenta o volume de madeira que pode ser explorada em pequenas propriedades rurais e permite o transporte do artigo sem necessidade de comunicação aos órgãos ambientais.

O texto tramita em regime conclusivo pelas comissões e poderá ir direto ao Senado se nenhum deputado recorrer para levar o projeto ao plenário da Câmara. Antes, no entanto, a proposta ainda passará pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

O projeto aprovado altera o Código Florestal. Entre outros pontos, o texto:

aumenta, de 15 para 40 metros cúbicos, o limite de exploração de madeira anual em pequenas propriedades ou posses rurais, desde que destinada a benfeitorias nas propriedades e uso energético e doméstico;
permite que essa madeira possa ser utilizada não apenas no próprio imóvel, mas em imóvel de parente em primeiro grau;
autoriza o transporte da madeira de um imóvel para a propriedade do parente sem necessidade de autorização do órgão ambiental.

Criticado por ambientalistas, o projeto sofreu resistências durante a votação. Após os debates, o relator Evair Vieira de Melo (PP-ES) apresentou uma complementação de voto para contemplar um pedido dos parlamentares de oposição.

Embora ainda desobrigue a comunicação a autoridades ambientais no caso do transporte da madeira de uma propriedade para outra, o texto passou a exigir a necessidade de se elaborar uma declaração do produtor, constando informações como origem, destino, CPF do destinatário e data do transporte.

Votação

A redação, no entanto, não agradou aos ambientalistas, que votaram contra o projeto. Segundo o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), não ficou contemplado no relatório a necessidade de se comunicar às autoridades ambientais o transporte do artigo.

“Sim, tem que ter uma declaração, mas ela não precisa ser apresentada ao órgão ambiental. O produtor coloca o papel no bolso e só mostra pra alguém se for parado. De que adianta dizer que a pessoa tem que ter um papel no bolso, redigido de próprio punho, mas não enviado ou apresentado antes para ninguém?”, questionou.

Para Molon, o projeto aprovado pode estimular o tráfico ilegal de madeira e vai na “contramão” do que se espera do governo brasileiro no contexto e combate ao desmatamento.

“Um erro grave, cometido pela Comissão de Meio Ambiente da Câmara na semana seguinte ao encerramento da COP 27. É o contrário do que se espera do Parlamento brasileiro”.
(Com informações  do Luiz Felipe Barbiéri, g1 — Brasília).

Jornal Folha do Progresso em 25/11/2022/09:19:30

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Pará é estado da Região Norte com a maior quantidade de famílias beneficiadas pelo Auxílio Brasil

Em novembro, mais de 1,35 milhão de famílias são atendidas no estado

O Pará é o estado da Região Norte com maior número de pessoas contempladas pelo Auxílio Brasil no mês de novembro, com o total de famílias assistidas chegando a 1.358.576.

São 144 municípios atendidos, com cada família recebendo em média R$ 609,64. De acordo com os dados do Ministério da Cidadania, responsável pelo programa, o valor do investimento repassado pelo Governo Federal ao estado ultrapassa R$ 808 milhões.

A Região Norte tem mais de 2,58 milhões de famílias atendidas pelo programa de transferência de renda. As famílias do Acre são as que recebem o maior valor médio do Auxílio Brasil no país, cerca de R$ 627,09. regiao norte

Os pagamentos de novembro do Auxílio Brasil tiveram início na última quinta-feira (17). Os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1 foram os primeiros a receber a nova parcela do auxílio. O cronograma escalonado de repasses segue o calendário oficial: os beneficiários com NIS de final 2 receberam o pagamento no dia 18, seguindo sucessivamente os dias 21, 22, 23, 24, 25, 28, 29 e 30 de novembro, quando ocorrem os últimos pagamentos, deste mês, para os beneficiários com NIS de final 0.

Nacional

Em todo o país, o programa atingiu mais um recorde histórico de famílias atendidas e de recursos transferidos. De outubro para novembro, 500 mil famílias foram incluídas. Serão mais de 21,53 milhões de famílias assistidas, fruto de um investimento federal de mais de R$ 13 bilhões. Os recursos serão repassados aos municípios brasileiros, com valor médio para cada família de R$ 607,57.

A Região Nordeste concentra o maior número de brasileiros atendidos e contou com a inclusão de 195.001 novos beneficiários neste mês. Com isso, o número total de famílias contempladas, em novembro, nos nove estados nordestinos, ultrapassa 9,9 milhões. Foram repassados mais de R$ 5,9 bilhões de recursos federais aos 1.794 municípios da região.

Depois do Nordeste, a segunda região com mais contemplados é a Sudeste, onde 173.261 novas famílias foram incluídas no programa desde outubro. Assim, o número total de atendidos nos 1.668 municípios dos quatro estados da região ultrapassa 6,4 milhões de famílias. Infográfico

Quem tem direito?

O Auxílio Brasil é voltado a famílias em situações de extrema pobreza e de pobreza, além   de famílias em regra de emancipação. São consideradas, em situação de extrema pobreza, as famílias com renda familiar mensal per capita de até R$ 105,00. Já aquelas em situação de pobreza têm renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210,00.

Como ter acesso ao benefício?

As famílias que preencherem os requisitos para ter acesso ao Auxílio Brasil devem estar inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). A inscrição pode ser feita neste endereço eletrônico.
Depois de ser incluído no Cadastro Único, o interessado precisa confirmar os dados em uma entrevista presencial a ser realizada em um Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) das prefeituras.

Fonte: Ministério da Cidadania

Por:Jornal Folha do Progresso em 24/11/2022/12:48:14

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Moraes condena coligação Pelo Bem do Brasil por litigância de má-fé e aplica multa de R$ 22,9 milhões

(Foto:Reprodução) – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, em decisão na noite desta quarta-feira (23), aplicou à coligação Pelo Bem do Brasil, que lançou à reeleição à Presidência da República o candidato Jair Bolsonaro (PL), a multa de R$ 22.991.544,60. O ministro entendeu que a requerente, além de descumprir determinação judicial, deve ser condenada por litigância de má-fé, uma vez que não apresentou “quaisquer indícios e circunstâncias que justifiquem a instauração de uma verificação extraordinária” em urnas eletrônicas utilizadas no segundo turno das Eleições Gerais de 2022.

Nesta terça-feira (22), ao analisar requerimento da coligação, o ministro determinou que a requerente aditasse a petição inicial, no prazo de 24 horas, para que o pedido de verificação extraordinária passasse a abranger ambos os turnos das Eleições 2022, sob pena de indeferimento. Contudo, o aditamento não foi cumprido pela parte. Segundo o requerimento, as urnas eletrônicas de modelos anteriores a 2020 não seriam passíveis de identificação, o que caracterizaria suposto mau funcionamento dos equipamentos.

De acordo com o despacho de Moraes, mesmo que a discussão pudesse ficar restrita ao segundo turno, “não haveria nenhuma razão para que o alegado vício ou suposto mau funcionamento de urnas eletrônicas – se existisse – fosse discutido apenas no que toca às eleições para presidente da República”. “Tudo isso é elementar e conduz, de modo absoluto, à inépcia da inicial”, destacou.

Segundo Moraes, ficou comprovada a total má-fé da requerente ao apresentar pedido “ostensivamente atentatório ao Estado Democrático de Direito e realizado de maneira inconsequente com a finalidade de incentivar movimentos criminosos e anti-democráticos que, inclusive, com graves ameaças e violência vem obstruindo diversas rodovias e vias públicas em todo o Brasil”.

De acordo com o ministro, a documentação técnica acostada aos presentes autos demonstram que as urnas eletrônicas, de todos os modelos, são perfeitamente passíveis de plena, segura e clara identificação individual, uma a uma. “Os argumentos da requente, portanto, são absolutamente falsos, pois é totalmente possível a rastreabilidade das urnas eletrônicas de modelos antigos”, ressaltou Moraes.

O presidente do TSE ainda considerou fraudulentas as alegações de que teria ocorrido violação do sigilo do voto a partir do registro de nomes de eleitores nos logs das urnas e de que a discrepância de votação dada a candidatos à Presidência quando comparadas às votações somente em urnas 2020 com urnas de modelos anteriores poderia representar indício de fraude.

Assim, o ministro indeferiu liminarmente a petição inicial da coligação Pelo Bem do Brasil por inépcia e pela ausência de indícios que justifiquem a sugerida verificação extraordinária. Além disso, ao entender pela condenação por litigância de má-fé, multou a autora em R$ 22.991.544,60, correspondentes a 2% do valor da causa, arbitrado em R$ 1.149.577.230,10, que equivale ao valor resultante do número de urnas impugnadas.

O ministro também determinou à Secretaria Judiciária e à Coordenadoria de Execução Orçamentária e Financeira do TSE os imediatos bloqueios e suspensões das cotas do Fundo Partidário a que teriam direito a agremiações integrantes da coligação, até o efetivo pagamento da multa imposta, com depósito dos respectivos valores em conta judicial.

Diante da possibilidade de cometimento de crimes comuns e eleitorais com a finalidade de tumultuar o regime democrático do país, Moraes ainda determinou à Corregedoria-Geral Eleitoral que instaure procedimento administrativo e apure responsabilidade, em eventual desvio de finalidade na utilização da estrutura partidária, em especial no que se refere às condutas de Valdemar da Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), e Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal.

Por fim, determinou a remessa dos autos do processo para o Inquérito nº 4.874/DF, em curso no Supremo Tribunal Federal, para investigação de Costa Neto e Rocha.

LC/GS

Processo relacionado: Petição Cível nº 0601958-94.2022.6.00.0000 (PJe)

Fonte:TSE

Por:Jornal Folha do Progresso em 23/11/2022/21:05:53

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Polícia Federal faz busca na casa de ex-senador Romero Jucá em Roraima

A Polícia Federal realiza nesta quarta-feira (23) a operação Imhotep, cumprindo 22 mandados de busca e apreensão em Roraima, São Paulo e Distrito Federal, inclusive na casa do ex-senador Romero Jucá, em Boa Vista (RR).
(Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil).

A investigação diz respeito a um esquema de corrupção e fraudes em convênios com diversos municípios, incluindo a capital roraimense, no período entre 2012 e 2017.

Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal de Roraima. O inquérito surgiu após o Tribunal de Contas da União (TCU) encontrar, em um Relatório de Produção de Conhecimento, as maiores recebedoras de recursos do Programa Calha Norte, em Roraima.

As investigações mostraram indícios de que uma organização criminosa fraudava procedimentos nos convênios com prefeituras no estado. Segundo a PF, três empresas de engenharia pagavam propinas para serem distribuídas entre servidores públicos que ajudavam nos crimes, e a também ao ex-senador, que participaria do esquema. O dinheiro seria repassado ao ex-senador através de familiares e de empresas de que são sócios.

Ainda de acordo com a PF, há indícios que o ex-senador interferiria quando o assunto se tratava de convênios que tivessem a aplicação de dinheiro federal conseguido por ele. E havia também o travamento de pagamentos de emendas parlamentares obtidas pelo ex-senador caso não recebesse sua parte.

As empresas seriam responsáveis pela execução de mais de R$ 500 milhões em convênios durante o período, e a investigação identificou R$ 15 milhões pagos em propina.
Os envolvidos vão responder por fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As penas chegam a 35 anos de prisão. (Com informações da CNN Brasil).

Jornal Folha do Progresso em 23/11/2022/17:44:44

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MT teve ajuda de 100 policiais da PRF de outras unidades para desbloquear vias do estado, diz superintendente

Desbloqueio em Tangará da Serra (MT) — Foto: Polícia Militar

Segundo a PRF, nesta terça-feira (22), 19 pontos de interdição foram desobstruídos no estado e não há mais bloqueios nas rodovias.

Mato Grosso teve a ajuda de 100 policias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de outras unidades federativas para ajudar no desbloqueios das rodovias federais do estado, nesta terça-feira (22).

Segundo o superintendente da PRF, Francisco Lucena, foi solicitado ajuda da região Nordeste, Sul e Centro-Oeste. No último balanço publicado às 18h25, a corporação informou que não há mais bloqueios e interdições nas vias.

Até essa segunda-feira (22), Mato Grosso tinha 19 pontos de bloqueios. As ações da polícia começaram durante a manhã e policiais usaram maquinários para limpar as barreiras feitas para fechar as estradas. O estado tem sido um dos principais focos das manifestações antidemocráticas.

Para ajudar na desobstrução das rodovias, os Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual em Mato Grosso (MPMT) recomendaram que fosse solicitada a utilização da Força Nacional de Segurança Pública.

O governador em exercício Otaviano Pivetta (PDT), disse em uma coletiva de imprensa realizada nesta terça, que até o momento, não é necessário solicitar ajuda da Força Nacional.

“Nos reunimos no comitê de crise com as polícias e avaliamos a nossa força de segurança. Conseguimos fazer a defesa do nosso território e, por enquanto, não há necessidade. Mas também não está descartado. Tenho certeza que o estado tem capacidade e homens preparados para defender a sociedade”, disse.

Sobre o efetivo em cinco rodovias do estado, o superintendente da PRF disse que na região de Lucas do Rio Verde foram encaminhados cerca de 200 policiais.

“Estamos hoje na BR-163 com cerca de 200 policiais e ficarão o tempo necessário. O compromisso é trabalhar de forma integrada”, disse Lucena.

Violência

A PRF informou na segunda-feira que 14 pessoas haviam sido presas até então. Com elas, foram apreendidos armas e aparelhos celulares, que devem ajudar nas investigações para identificar organizadores e financiadores dos atos antidemocráticos.

No mesmo dia, duas pessoas foram presas em Sorriso com revólveres e gasolinas, quando tentavam incendiar um caminhão. Um deles é um agricultor que, em vídeos nas redes sociais, solicitava doações em dinheiro em apoio à manifestação e alimentação dos participantes.

A polícia também encontrou ligações entre o atentado a um posto de atendimento da Concessionária Rota do Oeste, em Nova Mutum, a 269 km de Cuiabá, e os bloqueios das estradas. No fim de semana, um grupo incendiou uma ambulância e um guincho, atirou em outros veículos e rendeu funcionários.

Veículos foram estacionados em área próxima ao QG do Exército, no Setor Militar Urbano (SMU), no Eixo
O estado não só tem sido um dos maiores alvos de bloqueio, como tem sido citado em atuações fora de suas fronteiras. Relatórios da Polícia Civil do Distrito Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) apontam que dos 116 caminhões que participaram de atos antidemocráticos em Brasília, principalmente nas proximidades do Quartel General do Exército Brasileiro, 50 veículos eram de Mato Grosso.

Doze veículos, conforme o documento, estão registrados no CNPJ das empresas Agritex Comercial Agrícola Ltda e Vape Transportes Ltda. Ambas pertencem a Gerson Luis Garbuio e estão localizadas em Água Boa, a 736 km de Cuiabá.

Elas também figuram entre as 43 empresas – 34 só de Mato Grosso – que tiveram as contas bloqueadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, por suspeita de financiar e organizar as manifestações em Brasília e no estado.

Das 28 empresas mato-grossenses listadas pela Polícia Civil, 14 tiveram o bloqueio financeiro determinado. Entre elas, cinco fizeram doações à campanha para reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), como Garbuio e Atílio Elias Rovaris, responsável pelo repasse de R$ 500 mil. (Com informações do g1 MT).

Jornal Folha do Progresso em 23/11/2022/17:25:54

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