Falta de confiança do empresário industrial no Brasil reflete no Pará e afeta exportações; entenda

Sede CNI (Foto: CNI / Divulgação) – Com 46,2 pontos, setembro é o nono mês consecutivo de falta de confiança, a maior sequência negativa desde o início da série histórica

A confiança de empresários brasileiros da indústria e do comércio registrou nova queda em setembro, sinalizando um ambiente de cautela que afeta decisões de investimento, contratações e expansão.

No Pará, Derick Martins, presidente da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), avaliou que os reflexos já são sentidos especialmente no setor exportador de madeira, que depende fortemente da credibilidade internacional e da previsibilidade para manter investimentos em tecnologia e sustentabilidade.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) ficou em 46,2 pontos em setembro de 2025, praticamente estável em relação a agosto (46,1 pontos), mas ainda abaixo da linha divisória de 50 pontos, o que indica falta de confiança. O resultado representa o nono mês consecutivo de pessimismo, a maior sequência negativa desde o início da série histórica.

No comércio, a retração foi ainda mais expressiva. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 5% em setembro e alcançou 97,2 pontos, nível considerado de insatisfação (abaixo de 100 pontos). O resultado é o pior desde maio de 2021, no auge da pandemia de covid-19, quando o índice estava em 94,7 pontos.
Clima de incertezas

Na indústria, o recuo foi puxado pelo Índice de Condições Atuais, que caiu para 41,9 pontos. A piora da percepção das empresas (-1,3 ponto, chegando a 45,2) superou a leve melhora da avaliação da economia nacional (+0,5 ponto, para 35,3). Já o Índice de Expectativas teve pequeno avanço, de 0,5 ponto, chegando a 48,3, mas ainda no campo negativo.

Segundo Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da CNI, a estagnação reflete a dificuldade de recuperação. “Os empresários continuam com falta de confiança desde o início do ano. Isso significa que, em vez de ampliar investimentos, a tendência é adiar decisões de produção, contratações e modernização”, afirmou.

Azevedo destaca ainda que a taxa básica de juros (Selic) é um dos principais fatores que contaminam a confiança. “São nove meses de percepção negativa. Esse tempo prolongado tende a ter impacto mais forte nas decisões do empresário, refletindo em cortes de produção e investimentos”, explicou.

O comércio vive situação semelhante. A CNC aponta que em setembro 46% dos varejistas esperavam piora da economia, o maior percentual desde julho de 2020 (49,2%). O pessimismo afetou todos os componentes do índice: avaliação das condições atuais (-5%), expectativas (-7%) e intenções de investimentos (-2,6%). A queda mais acentuada ocorreu na intenção de contratação de funcionários, que recuou 4,2%.

De acordo com Fabio Bentes, economista-chefe da CNC, a combinação de juros altos e consumo em retração ajuda a explicar o movimento. “A Selic em patamar elevado desestimula investimentos, enquanto o enfraquecimento do mercado de trabalho e a redução da intenção de consumo das famílias freiam o comércio. Não por acaso, a intenção de contratação foi o subitem com maior queda em setembro”, afirmou.
Pressão sobre o setor madeireiro paraense

No Pará, onde estão 70% das florestas certificadas do Brasil, a queda de confiança tem impacto imediato no setor exportador de madeira. Segundo o presidente da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), Derick Martins, a instabilidade nacional repercute nas expectativas das empresas e na credibilidade junto a compradores internacionais.

“A incerteza econômica e a redução da confiança no mercado internacional levam as empresas a serem mais cautelosas em suas operações e investimentos”, avaliou.

Derick lembra que os entraves burocráticos internos seguem como desafio adicional. “Problemas nos sistemas de licenciamento e barreiras no processo de exportação elevam custos de forma exponencial. Além disso, as oscilações na demanda internacional reduzem a previsibilidade e impactam planos de produção”, explicou.
Modernização em risco e caminhos possíveis

A falta de confiança também afeta investimentos em tecnologia e sustentabilidade. Martins aponta que muitas empresas evitam aplicar recursos em processos mais eficientes e sustentáveis, temendo não obter retorno em meio às incertezas.

“O setor já adota práticas como rastreabilidade e manejo florestal sustentável, mas ainda não há uma valorização internacional consistente desses diferenciais competitivos. Esse reconhecimento pode ganhar força à medida que cresce a pressão por sustentabilidade, mas hoje não é suficiente para compensar os riscos”, disse.

Para enfrentar o cenário, a Aimex defende políticas públicas que incentivem a ampliação das concessões florestais, certificação de produtos sustentáveis, desburocratização de processos e investimentos em infraestrutura logística. Do lado privado, Martins aposta em parcerias para inovação e capacitação, consideradas fundamentais para preservar a competitividade mesmo em períodos de baixa confiança.

No comércio, a CNC alerta que a tendência de retração pode comprometer a retomada do setor no fim do ano, tradicionalmente impulsionada pelas vendas de Natal. Para a indústria, a CNI reforça que sem uma recuperação consistente da confiança, os investimentos em modernização e expansão devem continuar represados.

 

Fonte:   O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/09/2025/09:34:56

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Traficante presa fazia elo do CV carioca com o do Pará; delegado diz que 24 paraenses morreram em confronto no Rio em 4 anos

Juliana Cristina Pinheiro dos Santos, a Jhu do Pará — Foto: Reprodução

Nas redes sociais, Jhu do Pará compartilhava fotos com armas, símbolos da facção criminosa e mostrava que fazia parte do tráfico de drogas na Gardênia Azul.

A traficante Juliana Cristina Pinheiro dos Santos, de 26 anos, é apontada pelas polícias civis do Rio e do Pará como um elo do Comando Vermelho entre os estados.

Ela foi presa no Pará, na operação desta segunda-feira (29) realizada com o Ministério Público e a Polícia Militar.

Nas redes sociais, Jhu do Pará, como é conhecida, compartilhava fotos com armas, símbolos da facção criminosa e mostrava que fazia parte do tráfico de drogas na Gardênia Azul, Zona Sudoeste da cidade.

Suas postagens mostravam fuzis e faziam alusões à facção, como figurinhas de urso (em referência à Tropa do Urso), além da gestão do Comando Vermelho na Gardênia Azul.

Segundo o delegado Moyses Santana, titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Juliana era soldado do tráfico da Gardênia Azul.

“A mulher tinha uma ação direta atuando como soldado mesmo, portando fuzil, no tráfico ali na Gardênia. Ela voltou ao Pará havia um mês e vinha fazendo a interlocução do Rio de Janeiro com o Pará”, afirmou durante coletiva de imprensa.

As informações de inteligência indicavam que ela estava prestes a voltar para o Rio de Janeiro.

Juliana, de 26 anos, e nasceu no bairro Cabanagem, em Belém, capital paraense. Após ser presa, ela afirmou aos policiais já ter sido presa por tráfico internacional de drogas na França.

24 paraenses mortos no Rio em quase 4 anos

O delegado Gustavo Fossati, da Polícia Civil do Pará, explicou que a relação entre o Comando Vermelho do Rio e do Pará é bastante intensa, com centenas de faccionados do estado do Norte do país vivendo atualmente no Rio de Janeiro.

“O Comando Vermelho do Pará é uma filial do Rio de Janeiro. Eles recrutam faccionados jovens para atuar aqui no Rio de Janeiro”, afirmou o delegado.

Segundo as investigações, o Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, e o Complexo da Penha, na Zona Norte, são alguns dos principais pontos onde os traficantes paraenses estão escondidos, muitos deles sem mandados anteriores de prisão.

“Um número para pensar quantos podem estar aqui: de novembro de 2021 até hoje, 24 paraenses morreram em confronto com a polícia no Rio de Janeiro”, acrescentou o delegado.

Ordens de dentro da cadeia

A denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) referente à operação desta segunda-feira (29) na Zona Sudoeste contra a expansão do Comando Vermelho (CV) afirma que um chefe da facção, mesmo preso, dava ordens por grupos de mensagem de celular. Glauber Costa de Oliveira, o GL, foi um dos alvos da força-tarefa, que reuniu MPRJ e as polícias Civil e Militar.

O comandante Marcelo de Menezes, secretário estadual da PM, disse que partem da Gardênia Azul e da Cidade de Deus “ações criminosas do CV pelo Estado”.

Até a última atualização desta reportagem, 17 pessoas haviam sido presas — houve represália do tráfico, com fechamento de avenidas. “Tivemos mais uma vez episódios de terrorismo dessa facção criminosa no sentido de impedir as vias. Não há legislação que coíba isso atualmente no país”, declarou o delegado Felipe Curi, secretário estadual da Polícia Civil.

Glauber Costa de Oliveira, o GL, está na cadeia desde 2023. Ele é um dos 22 denunciados pelo Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) por associação para o tráfico.

Segundo o MPRJ, GL, apontado como gerente do CV na Grande Jacarepaguá, “emitia diversas ordens e orientações sobre a venda de drogas” mesmo de dentro da cadeia. O Gaeco também identificou 14 “soldados” e 7 “olheiros” do tráfico — todos foram denunciados.

Tiros e barricadas

Equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), as tropas de elite da polícia do RJ, foram recebidas a tiros, sobretudo na Gardênia.

Bandidos, em represália, tentaram fechar importantes vias na região:

Na Avenida Tenente-Coronel Muniz de Aragão, que liga a Freguesia à Cidade de Deus, barricadas em chamas interditavam ambos os sentidos. Um caminhão e um ônibus da linha 368 (Riocentro-Candelária) foram tomados e usados como barricada.
Na Avenida Ayrton Senna, na altura do Anil, a pista lateral ficou bloqueada depois que uma mulher roubou as chaves de coletivos das linhas 315 (Recreio-Central) e 415 (Caxias-Barra da Tijuca). Na pista principal, um grupo ateou fogo a entulho, mas a PM interveio e liberou a faixa.

Com as interdições, linhas de ônibus tiveram de mudar de itinerário (veja abaixo).

Parte dos presos chegou a fazer um motorista refém antes de se render. No veículo havia armas e drogas. O sequestrado nada sofreu.

Impactos

A Secretaria Municipal de Educação informou que, na Cidade de Deus, 12 unidades foram impactadas pelas operações policiais em curso. Na Gardênia Azul, foram 4 escolas.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 2 unidades de saúde suspenderam temporariamente o funcionamento para a segurança de profissionais e usuários e avaliam a possibilidade de reabertura nas próximas horas.

Outras 3 unidades mantêm o atendimento à população, mas as atividades externas realizadas no território, como as visitas domiciliares, foram canceladas.

Linhas com desvios:

2110 Gardênia Azul-Castelo
315 Recreio-Central
352 Riocentro-Candelária
353 Gardênia Azul-Terminal Gentileza
361 Recreio-Castelo
368 Riocentro-Candelária
565 Tanque-Gávea
613 Vargem Grande-Del Castilho
614 Alvorada-Del Castilho
692 Alvorada-Méier
693 Terminal Alvorada-Méier
829 Gardênia Azul-Freguesia
861 Rio das Pedras-Curicica
862 Barra da Tijuca-Rio das Pedras
863 Barra da Tijuca-Rio das Pedras
880 Alvorada-Rio das Pedras
900 Merck-Downtown
932 Gardênia Azul-Tanque
987 Gardênia Azul-Pechincha
990 Merck-Joatinga
SP613 Riocentro-Del Castilho

Drogas e armas estavam em um carro; homens são presos — Foto: Divulgação
Drogas e armas estavam em um carro; homens são presos — Foto: Divulgação

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/09/2025/07:00:00

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Presidente da Conafer é preso em flagrante pela CPMI do INSS

Foto: Reprodução | Carlos Roberto Ferreira Lopes foi preso na madrugada desta terça-feira (30).

O presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), Carlos Roberto Ferreira Lopes, foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira (30), enquanto prestava depoimento à CPMI do INSS. As informações são do site do Senado Federal.

Segundo o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), Lopes mentiu ao colegiado, mesmo após ter se comprometido a falar a verdade.

Lopes negou envolvimento em fraudes nos descontos de aposentados, mas afirmou desconhecer detalhes de operações de pessoas e empresas ligadas à entidade, investigadas por irregularidades.

Viana disse que Lopes ocultou informações e tentou convencer o colegiado de que a operação era regular, cometendo o crime de falsidade ideológica.

A Conafer é a segunda entidade associativa com mais descontos nas mensalidades dos aposentados. A investigação da Polícia Federal aponta que esses descontos eram ilegais sem autorização dos pensionistas, por isso a Conafer entrou na mira das apurações.

Em um intervalo de seis anos, entre 2019 e 2024, a Conafer registrou um crescimento de mais de 790 vezes nos descontos de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O valor acumulado no período atingiu R$ 688 milhões.

De origem indígena, o presidente da confederação, Carlos Roberto Lopes, também é sócio de uma empresa de melhoramento genético de gado e dono de um quiosque que vende artesanato indígena no Aeroporto de Brasília.

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/09/2025/06:32:15

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Governo dos EUA faz confusão e revoga visto de repórter do G1

A intenção americana era revogar o visto do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, mas confundiu com o jornalista do portal de notícias, que tem o mesmo nome, Gustavo Petró | Reprodução

Erros públicos podem gerar constrangimentos inesperados, especialmente quando envolvem autoridades e redes sociais, onde uma simples troca de nomes se espalha rapidamente e vira assunto nacional e internacional.

Na última sexta-feira (26), o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a revogação do visto do presidente colombiano Gustavo Petro, mas acabou marcando por engano a conta do repórter brasileiro Gustavo Petró, do g1,portal de notícia da Globo.

Postagem do erro e, em seguida, da correção |Reprodução/X
Postagem do erro e, em seguida, da correção |Reprodução/X

A publicação, foi feita às 23h02, mas foi corrigida cinco minutos depois, informava sobre a confirmação da revogação, mas a confusão se deve à semelhança entre os nomes das contas: @gustavopetro (do jornalista) e @petrogustavo (do político).

Não é a primeira vez que os homônimos são confundidos, uma vez que em 2010, quando Petro ainda era senador, eles já haviam percebido a coincidência. Os dois chegaram a se conhecer e descobriram que são parentes distantes.

“Soubemos que nossa família tem a mesma origem, mas uma parte foi para o Caribe e outra foi para o Sul do Brasil, que é de onde eu sou”, contou Gustavo Petró, repórter do G1.

O incidente gerou repercussão nas redes e preocupação para o jornalista, que teme possíveis impactos em viagens futuras. “Já pensou eu ter que viajar a trabalho para os EUA e não poder entrar porque tive o visto revogado? É uma questão que preocupa um pouco”, afirmou.

Apesar do susto, o departamento americano corrigiu rapidamente a publicação, mas o caso gerou muitas menções nas redes sociais, em sua maioria satíricas, destacando o inusitado erro do órgão governamental.

Relembre o caso

O erro aconteceu após o governo dos EUA anunciar a revogação do visto de Petro por sua participação em uma manifestação pró-Palestina em Nova York, onde o presidente colombiano defendeu a criação de uma força armada global com prioridade de libertar os palestinos.

Entretanto, em nota oficial, o perfil oficial de Gustavo Petro classificou a medida como um ato “contra as Nações Unidas e contra a luta pela vida da humanidade”.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/09/2025/06:32:15

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Cruzeiros abrem vagas de emprego no Brasil com salários em dólar

Temporada dos cruzeiros deve ter boas oportunidades | Divulgação

Oportunidades exigem inglês e disponibilidade para longas jornadas a bordo.

Viajar pelo mundo, conhecer culturas diferentes e ainda receber em moeda estrangeira é o tipo de oportunidade que atrai muitos jovens e profissionais em busca de novas experiências. No entanto, o sonho de trabalhar em um navio de cruzeiro também exige dedicação, preparo e rotina intensa longe de casa.

Com a temporada brasileira 2025/2026 se aproximando, empresas de recrutamento estão oferecendo centenas de vagas para quem deseja embarcar como tripulante. Os salários variam entre US$ 700 e US$ 4 mil por mês, dependendo da função e da companhia contratante.

Os contratos, em geral, têm duração de seis a nove meses. Durante esse período, não há folgas semanais: as jornadas chegam a 11 horas diárias, podendo alcançar até 14 horas em épocas de maior movimento. O descanso é distribuído em intervalos ao longo do dia, o que torna a rotina exigente, embora enriquecida pela convivência multicultural.

Atualmente, a ISMBR Group anunciou a abertura de 300 vagas para companhias internacionais. Para se candidatar, é necessário ter pelo menos 18 anos (em alguns casos, 21), domínio básico de inglês, experiência ou formação na área pretendida e disponibilidade para longas viagens.

Já a Infinity Brazil, que atua em parceria com mais de 15 empresas, incluindo gigantes como Costa Crociere e Royal Caribbean, reforça que as oportunidades variam ao longo do ano e abrangem funções diversas, de cozinheiros a engenheiros.

Onde se candidatar

  • Infinity Brazil – Vagas em companhias nacionais e internacionais: infinitybrazil.com.br
  • ISMBR Group – Seleciona para empresas como Disney Cruise Line e Celebrity Cruises: entrevista.ismbr.net.br/cadastro
  • Costa Cruzeiros – Candidaturas em: career.costacrociere.it/jobs-on-board/
  • MSC Cruzeiros – Inscrições em: careers.msccruises.com/gb/en#/

 

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/09/2025/06:32:15

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BNDES já aprovou R$ 106,3 milhões para empresas do Pará

Foto:Reprodução | Plano Brasil Soberano foi criado em resposta ao tarifaço sobre produtos brasileiros pelo governo dos EUA

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já concedeu R$ 2,1 bilhões em crédito com recursos do Plano Brasil Soberano para empresas afetadas pelas medidas tarifárias impostas pelo governo dos Estados Unidos. O Plano Brasil Soberano foi lançado pelo governo federal em 13 de agosto de 2025, como resposta à elevação, em até 50%, das tarifas de importação sobre produtos brasileiros anunciadas pelo governo dos Estados Unidos.

Do total de R$ 2,1 bilhões já liberado em crédito, para o estado do Pará, foram aprovados R$ 106,3 milhões, sendo R$ 104,3 milhões na linha Capital de Giro, e R$ 2 milhões na linha Giro Diversificação. No estado, desde o dia 18 de setembro, foram protocolados novos pedidos que totalizam R$ 116,3 milhões.

Em todo país, desde o dia 18 de setembro, o BNDES informou que já foram protocolados 213 pedidos de crédito que somam R$ 4,76 bilhões.  Ao todo, foram realizadas 153 operações, sendo R$ 1,96 bilhão na linha Capital de Giro (gastos com despesas operacionais) e R$ 160,8 milhões na linha Giro Diversificação (busca de novos mercados)

Conforme o Banco, desde a abertura do protocolo, no dia 18 de setembro, 213 pedidos de crédito foram protocolados no BNDES, no país, totalizando R$ 4,76 bilhões. Do total protocolado, estão em análise R$ 200 milhões na linha Capital de Giro e R$ 2,4 bilhões na linha Giro Diversificação.

“A determinação do presidente Lula é não deixar nenhuma empresa para trás. Com o trabalho dos funcionários do BNDES e das mais de 50 instituições financeiras parceiras do Banco, estamos conseguindo, com a agilidade necessária, apoiar as empresas brasileiras para que mantenham seus negócios, busquem novos mercados e protejam os negócios”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Desde o dia 18 de setembro, 3.702 empresas consultaram a elegibilidade no site do BNDES, sendo 1.444 elegíveis, com impacto das tarifas a partir de 5% no faturamento bruto.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/09/2025/07:00:00

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Metanol: saiba o que é a substância presente em bebida adulterada

O consumidor deve ficar atento a alguns sintomas pós-consumo como visão turva, dor de cabeça intensa, náusea, tontura ou rebaixamento do nível de consciência. | Divulgação / Biodisel Brasil

O metanol foi encontrado em bebidas alcoólicas contaminadas no estado e já é responsável pela internação de mais de dez pessoas.

Foi confirmada nesta segunda-feira (29) a terceira morte na Grande São Paulo por suspeita de consumo de bebidas contaminadas por metanol. A substância é um dos principais insumos da indústria química.

Utilizado como matéria-prima para sintetizar produtos como solventes, conta com uma regulamentação bastante rígida com relação a sua produção. É altamente prejudicial quando é consumido por pessoas e pode levar à morte mesmo em doses pequenas. Saiba mais sobre como identificar as bebidas adulteradas, os principais sintomas em caso de intoxicação e a diferença entre metanol e etanol.

De onde vem o metanol? É a mesma coisa que o etanol?

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o metanol é um composto orgânico da família dos álcoois, com um átomo de carbono, três átomos de hidrogênio e uma hidroxila cuja fórmula é CH3OH, sendo líquido à temperatura ambiente.

Para que serve o metanol?

É um dos mais importantes insumos na indústria química, sendo usado como matéria-prima para sintetizar produtos químicos usados na produção de adesivos, solventes, pisos e revestimentos. Em escala industrial, é produzido predominantemente a partir do gás natural.

Como é feita a regulação do metanol?

Em razão da toxicidade do produto, seu potencial como adulterador do etanol combustível e da gasolina, os riscos à saúde humana e à segurança pública, a ANP tem uma regulamentação rígida, que estabelece o registro obrigatório para a movimentação e o armazenamento do produto.

E o etanol?

Já o etanol é uma substância química produzida especialmente via fermentação de açúcares. As principais matérias-primas utilizadas para produzir etanol são cana-de-açúcar, milho, aveia, arroz, cevada, trigo e sorgo.

O etanol é seguro para consumo?

É seguro para consumo humano em quantidades moderadas, encontrado em bebidas alcoólicas.

O que é bebida alcoólica adulterada?

Bebida alcoólica adulterada é aquela que não atende ao padrão legal definido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e que teve a sua composição modificada indevidamente, seja pela adição, retirada, substituição ou modificação de ingredientes que podem levar o consumidor a erro ou colocar sua saúde em risco.

Quais sintomas são sinal de consumo de bebida adulterada?

O consumidor deve ficar atento a alguns sintomas pós-consumo como visão turva, dor de cabeça intensa, náusea, tontura ou rebaixamento do nível de consciência, isso pode indicar intoxicação por metanol ou por bebida adulterada.

O metanol pode ser adiciona a bebidas?

O metanol não pode ser adicionado a nenhuma bebida, em razão de ser uma substância altamente tóxica para os humanos. No entanto, pode aparecer naturalmente em algumas bebidas alcoólicas, em baixíssimas concentrações, em razão do processo de fermentação de açúcares e pectinas.

Qual é o limite para adicionar metanol nas bebidas?

O Mapa estabelece limites máximos de metanol residual que podem aparecer nas bebidas. Esses limites são muito baixos e não significam autorização de uso – apenas reconhecem que traços inevitáveis podem estar presentes.

Como saber se a bebida é original?

A orientação do Procon-SP é desconfiar de preços muito baixos, que, no mínimo, podem indicar alguma irregularidade como sonegação e adulteração.

Há outros meios para identificar adulteração nas bebidas?

Segundo o órgão, o consumidor deve observar a apresentação das embalagens e o aspecto do produto: lacre ou tampa tortos ou “diferentes”, rótulo desalinhado ou desgastado, erros de ortografia ou logos com “variações”, ausência de informações como CNPJ, endereço do fabricante ou distribuidor, número do lote, ou outra imperfeição perceptível.

É possível fazer teste caseiro para saber se a bebida está contaminada?

Ao notar alguma diferença, o consumidor não deve realizar testes caseiros como cheirar, provar ou tentar queimar a bebida. Essas práticas não são seguras nem conclusivas.

O que deve ser feito em caso de consumo de bebida adulterada?

Busque atendimento médico imediato: se houver qualquer sintoma suspeito, o consumidor deve procurar urgência médica sem demora.

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Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/09/2025/06:32:15

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Últimos dias: saiba como se inscrever para a Olimpíada Nacional de Eficiência Energética

Interessados podem acessar o site onee.org.br até esta terça-feira, 30.

As inscrições para a 3ª edição da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) seguem abertas até a próxima terça-feira, 30 de setembro. O desafio é destinado a estudantes do 8º e 9º ano das redes pública e privada de ensino em todo o país. No Pará, a iniciativa conta com o apoio da Equatorial, que busca incentivar os jovens a refletirem sobre o uso consciente da energia elétrica, práticas de sustentabilidade e os efeitos sociais e econômicos relacionados ao consumo de recursos naturais. As inscrições podem ser feitas no site onee.org.br.

Pricila Hinvaitt, responsável pela área de Eficiência Energética da Equatorial Pará, destaca o crescimento no número de inscritos no estado nos últimos dias.

“Estamos percebendo que alunos e professores estão de fato se engajando na competição. Mobilizamos escolas em diversos municípios. Temos certeza que o desafio será de grande aprendizado sobre práticas sustentáveis e eficiência energética”, conta Pricilla.

A olimpíada distribuirá medalhas de ouro, prata e bronze, além de notebooks para o melhor aluno de cada estado. Os medalhistas da edição 2025 também conquistam, automaticamente, uma vaga na 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) de 2026, sem precisar disputar a primeira etapa.

A Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) é uma iniciativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), sua edição de 2025 conta com coordenação do Instituto Abradee e proposição da RGE, uma empresa do grupo CPFL. A realização da ONEE envolve 48 distribuidoras de energia de todo o país, unindo forças para construir uma cultura energética mais consciente e alinhada ao Plano Nacional de Eficiência Energética.

Fonte: Equatorial Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/09/2025/16:32:11

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Pecuarista invade terra indígena de MT para criar gado e abastecer exportações da JBS à União Europeia, diz ONG

Gado criado na propriedade de Mauro — Foto: Tuane Fernandes/Greenpeace

O Greenpeace diz que Mauro Fernando Schaedler cria gado ilegalmente na Terra Indígena Pequizal do Naruvôtu, e que o rebanho é vendido a frigoríficos da JBS. A empresa nega irregularidades.

Uma investigação da ONG ambiental Greenpeace aponta que frigoríficos da JBS que exportam à União Europeia foram abastecidos por gado criado de forma ilegal pelo pecuarista Mauro Fernando Schaedler, na Terra Indígena Pequizal do Naruvôtu, localizada entre os municípios de Canarana e Gaúcha do Norte (MT).

A denúncia foi conduzida pela equipe da ONG e divulgada na última quinta-feira (25), no entanto, não foi formalizada aos órgãos fiscalizadores.

Em nota, a JBS negou irregularidades e informou que uma auditoria interna foi realizada para debater as compras mencionadas pela Greenpeace e concluiu que todas seguiram os critérios estabelecidos pela Política de Compra Responsável de Matéria-Prima, assim como os protocolos definidos pelo setor (veja íntegra da nota no final da reportagem).

“Diante das informações apresentadas pela investigação, a JBS bloqueou preventivamente a Fazenda Itapirana e solicitou esclarecimento ao produtor”, diz trecho da nota.

A denúncia do Greenpeace apontou ainda que Mauro é proprietário das fazendas Três Coqueiros II e Itapirana, e está envolvido em práticas de “lavagem de gado” para comercializar os bovinos criados ilegalmente.

“É assim que Mauro Fernando tem garantido a comercialização dos animais produzidos de forma irregular dentro da TI Pequizal do Naruvôtu para duas unidades frigoríficas da JBS: um na Barra do Garças e outro em Água Boa”, disse o Greenpeace.

A lavagem de gado ocorre quando bois criados em áreas irregulares, como terras desmatadas, invadidas ou dentro de territórios indígenas, são transferidos para fazendas sem problemas legais, que “limpam” a origem dos animais. Essas fazendas vendem o gado para frigoríficos, escondendo o vínculo com a destruição ambiental.

A investigação aponta ainda que, para burlar a fiscalização, o pecuarista Schaedler transferiu 1.238 cabeças de gado da Fazenda Três Coqueiros II para a Fazenda Itapirana, entre janeiro de 2018 a fevereiro de 2025, após a primeira propriedade ser embargada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 2023, por operar sem licença ambiental dentro do território indígena.

Além disso, as propriedades de Schaedler na Amazônia acumulam multas ambientais que somam R$ 3,1 milhões. O pecuarista foi apontado na denúncia como um dos fazendeiros que contestam a demarcação oficial da terra dos Naruvôtu, homologada pelo governo brasileiro em 2016.

Veja abaixo a ligação das propriedades de Mauro com a Terra Indígena:

2006

Um laudo antropológico da Fundação Nacional do Índio (Funai) reconhece oficialmente a área tradicionalmente ocupada pelo povo Naruvôtu.

2016

A Terra Indígena Pequizal do Naruvôtu é homologada pelo Governo Federal.
No mesmo período, fazendeiros da região, incluindo Mauro Fernando Schaedler, iniciam disputas judiciais contestando a demarcação da terra.

2018–2025

É registrado o período em que ocorre a prática de transferência de gado da Fazenda Três Coqueiros II para a Fazenda Itapirana.

2023

A Fazenda Três Coqueiros II é flagrada desenvolvendo atividade agropecuária ilegal dentro da TI Pequizal do Naruvôtu.
O Ibama aplica multa e embarga 592 hectares da propriedade por operar sem licenciamento ambiental.

2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) reafirma a validade da demarcação da Terra Indígena Pequizal do Naruvôtu.

O reconhecimento fortalece a proteção ao território e deslegitima as tentativas de contestação por parte dos fazendeiros da região.

Do território ilegal à Europa

Entre 2018 e 2021, o frigorífico da JBS em Barra do Garças recebeu pelo menos 216 bois da Fazenda Itapirana e continuou comprando animais dessa propriedade até este ano (veja notas no fim da reportagem). Essa unidade é a única da cidade autorizada a exportar carne para a União Europeia, e dados alfandegários indicam que a carne oriunda dessas fazendas pode ter sido comercializada para diversos países europeus, como Espanha, Alemanha, Itália, Países Baixos e Reino Unido.

“Grandes corporações, como a JBS, precisam ser reconhecidas pelos danos que provocam e pela sua contribuição com a emergência climática e com a crise da biodiversidade, além de serem responsabilizadas pelos impactos socioambientais e danos que seus modelos de negócio promovem. O lucro não está acima da vida”, concluiu o Greenpeace na denúncia.

Outro frigorífico da JBS, localizado em Água Boa, recebeu 2.640 bovinos da Fazenda Itapirana entre 2019 e 2025, conforme registros de movimentação de gado. Essa unidade exporta para vários destinos, incluindo Hong Kong, que tem importado carne e miúdos bovinos em grandes quantidades nos últimos anos.

Sobreposição com Terra Indígena

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o critério de sobreposição com Terras Indígenas considera áreas em diferentes fases do processo de demarcação, incluindo fases como declarada, homologada, regularizada ou interditada.

Uma propriedade é considerada apta quando o mapa georreferenciado, com base no Cadastro Ambiental Rural (CAR), não possui sobreposição com Terra Indígena na data da compra do gado. Já uma propriedade é considerada inapta quando esse mapa possui sobreposição com Terras Indígenas, sendo que os limites variam dependendo do tamanho da propriedade.

Íntegra da nota da JBS

“O Greenpeace falhou em demonstrar o trânsito do gado da fazenda Três Coqueiros para as fábricas da JBS. Auditoria das compras apontadas pelo Greenpeace constatou que todas seguiram a Política de Compra Responsável de Matéria Prima da Companhia e o protocolo setorial.

Ainda assim, diante das informações apresentadas pela “investigação”, a JBS bloqueou preventivamente a Fazenda Itapirana e solicitou esclarecimento ao produtor.

A JBS monitora 100% dos seus fornecedores por meio de imagens de satélite de alta resolução e cruzamento de informações de bases oficiais. Desde 2021, a companhia implementou a Plataforma Pecuária Transparente, que utiliza tecnologia blockchain e permite aos fornecedores da JBS verificar a conformidade de seus próprios fornecedores, assim enfrentando o desafio setorial de acesso à informação — a indústria não tem acesso a Guias de Trânsito Animal como as que foram utilizadas nessa investigação”.

 

Fonte: G1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/09/2025/16:43:49

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Agentes do Ibama trocam tiros com garimpeiros ilegais em Terra Indígena de MT mais devastada do país

Operação combate garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé em MT — Foto: Ibama

Os suspeitos fugiram para a floresta e agentes acreditam que o grupo tem ligação com Comando Vermelho; um fuzil, carregador, munições, telefone celular e um kit de internet starlink foram apreendidos.

Cinco garimpeiros ligados ao Comando Vermelho são procurados neste domingo (28) após trocarem tiros de fuzil com agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) durante operação na Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá. O território é um dos mais devastados do país.

Após o confronto, eles abandonaram um fuzil, carregador, munições, telefone celular e um kit de internet starlink, na quinta-feira (25).

A principal suspeita dos agentes é que o grupo estaria escondido no garimpo do Cururu, dominado pela facção que controla outras regiões de garimpo.

A ação ocorreu no âmbito da Operação Xapiri, deflagrada para combater o garimpo ilegal e efetuar a desintrusão de invasores, em andamento na Terra Indígena Sararé desde 1º de agosto de 2025.

Os agentes foram surpreendidos por disparos de fuzil pelos cinco suspeitos ao se aproximarem da aldeia central da etnia Nambikwara. Eles permaneciam no local para proteger os maquinários usados na extração ilegal de mineral no território.

As equipes reagiram na troca de tiros e o grupo fugiu para a floresta, e seguem sendo procurados.

No dia seguinte ao confronto, os agentes retornaram ao local e encontraram as armas e equipamentos usados pelos suspeitos, que enterraram os materiais na tentativa de encobrir o crime.

O local é chamado pelos suspeitos de Garimpo do 14, segundo os agentes. Há um ano, no mesmo lugar, outra equipe havia entrado em confronto com criminosos, e cinco morreram no local.

A força-tarefa reuniu agentes do Grupo Especial de Fiscalização (GEF) do Ibama e do Grupo Tático 3 (GT3) da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais da Polícia Civil de Goiás. Eles continuam no local.

Sararé

Com uma área de 67 mil hectares e habitada por grupos indígenas da etnia Nambikwara, a Terra Indígena Sararé está entre as mais afetadas pelo garimpo ilegal no Brasil. O território está localizado em zona sensível na faixa de fronteira do país onde há forte incidência de crimes como o tráfico de drogas e de armas, segundo os agentes.

A estimativa é que aproximadamente dois mil hectares tenham sido devastados pela exploração ilegal de ouro, impulsionada por organizações criminosas armadas que invadiram e atuam dentro da área.

Os agentes suspeitam que há cerca de dois mil garimpeiros e membros de organizações criminosas que atuam dentro do território indígena, o que gera conflitos armados.

Em quase dois meses de operação já foram destruídas na área mais de 160 escavadeiras, centenas de motores e estruturas diversas para suporte logístico das atividades ilegais.

Desde 2023, mais de 460 escavadeiras já foram neutralizadas durante ações de fiscalização em Sararé.

Esse tipo de maquinário é responsável pelos danos ambientais mais graves, especialmente a destruição de milhares de hectares em áreas de preservação permanente e destruição de rios e córregos.

 

Fonte: Rogério Júnior, g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/09/2025/16:34:44

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