Justiça torna réus paraense e mais dois acusados de armar bomba perto do aeroporto de Brasília

 O Paraense George Washington de Oliveira Sousa está preso após tentativa de atentado  (Foto: Reprodução Rede social)

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios aceitou denúncia do Ministério Público e tornou réus três homens acusados de planejar e tentar executar a explosão de um artefato em um caminhão com querosene nos arredores do Aeroporto Internacional de Brasília, na véspera de Natal do ano passado.
Quem são os 3 réus

*George Washington de Oliveira Souza
    *Alan Diego dos Santos
    *Wellington Macedo de Souza

Em decisão, o juiz Osvaldo Tovani, da 8ª Vara Criminal do Distrito Federal, afirma que a denúncia do Ministério Público preenche os requisitos para abrir uma ação penal contra o trio.

A decisão foi publicada na terça-feira passada (10), mas só se tornou pública após o magistrado levantar o sigilo do processo na sexta-feira (13).
George Washington de Oliveira Souza foi preso logo após a descoberta do artefato. Ele confessou o plano, disse que gastou R$ 170 mil com armas para um possível atentado e acusou Alan Diego dos Santos de ser parceiro na tentativa do crime.
Wellington Macedo de Souza teria posto o artefato no caminhão com querosene nas proximidades do aeroporto. Ele também já foi preso.
O único foragido é Alan Diego dos Santos, que teria auxiliado na preparação do artefato explosivo.

O trio responderá pelo crime de explosão. Segundo o Código Penal, trata-se de expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de alguém mediante explosão, arremesso ou colocação de dinamite ou substância análoga. A pena pode variar de três a seis anos de prisão, além de multa.

Os réus também respondem a processos relacionados ao crime de terrorismo, mas este caso tramita na Justiça Federal.
Relembre o caso

A investigação foi aberta após a descoberta de um artefato explosivo posto em um caminhão com querosene nas proximidades do Aeroporto Internacional de Brasília, na véspera de Natal.

O empresário bolsonarista George Washington de Oliveira Sousa, 54 anos, foi preso pela tentativa de explosão e confessou ter montado o artefato. Em depoimento à PC-DF (Polícia Civil do Distrito Federal), ele afirmou ter gasto R$ 170 mil com armas para um possível atentado organizado na cidade. O plano envolvia:

    *explodir os artefatos para radicalizar apoiadores de Jair Bolsonaro (PL)
    *entregar armas a integrantes de um grupo de bolsonaristas acampados em frente ao QG do Exército

“Ele confessou que tinha intenção de cometer um crime no Aeroporto, com objetivo de chamar atenção para o movimento a favor do atual presidente Jair Bolsonaro, que eles estão empenhados no quartel-general”, afirmou o diretor-geral da PC-DF, delegado Robson Cândido ao UOL, em dezembro. “Ele e o grupo falhou, talvez por falta de conhecimento técnico sobre como artefatos do tipo funcionam.”

O trio de bolsonaristas responsável pelo artefato explosivo participaram das manifestações em frente ao quartel-general do Exército na capital federal, que só foi desfeito após os atos terroristas que depredaram as sedes dos três Poderes no último domingo (8).

Ao ser preso, George Washington de Oliveira Souza contou a agentes que esteve no acampamento bolsonarista no dia 23 de dezembro e que lá ele deixou o artefato explosivo “já preparado” com Alan Diego dos Santos, que segue foragido.

Alan também é suspeito de liderar os ataques à sede da Polícia Federal em 12 de dezembro. Em vídeo obtido pelo UOL, George Washington de Olivera Souza afirma que Alan foi “um dos cabeças” do atentado.

“Ele era um dos cabeças, encabeçando na frente da Polícia Federal”, disse Sousa.

A Polícia Federal identificou que o grupo responsável pela bomba no caminhão participou de atos de vandalismo em Brasília na semana anterior, segundo o jornal O Globo.

O UOL confirmou com uma fonte que a PF enviou o caso ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. O motivo é que os policiais entenderam que os fatos têm relação com inquérito relatado pelo magistrado sobre a atuação de milícias em crimes contra a democracia, previstos no Código Penal.

Por:Jornal Folha do Progresso em 16/01/2023/06:48:47 com informações do UOL

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Picape é jogada para fora de rodovia e capota após ultrapassagem de caminhão

Saveiro capotada depois de ser fechada em rodovia (Foto: Marcos Maluf)

Acidente ocorreu na manhã desta sexta-feira, (15) em Campo Grande

Na manhã desta sexta-feira (13), vendedor, de 47 anos, acabou capotando o veículo modelo Saveiro, após ser fechado por caminhão-baú na BR-163, após a entrada do Bairro Jardim Colúmbia, região norte de Campo Grande.

O motorista da Saveiro contou que seguia sentido Jaraguari/Campo Grande, quando o condutor do caminhão tentou fazer uma ultrapassagem e não deu tempo, momento em que o condutor do caminhão entrou bruscamente na pista, o que fez a traseira do caminhão acertar a Saveiro.

Devido à colisão, o carro de passeio perdeu o controle e acabou saindo da pista e parando com as rodas para cima e um canteiro nas margens da rodovia. O vendedor que dirigia a picape disse que não tem seguro porque pegou o carro recentemente.

Os motoristas da carreta não quiseram conversar com a reportagem e tiraram o veículo do local, apenas disseram que deixaram o caminhão estacionado em um posto de combustível. A Saveiro tem placa de São Paulo, ninguém ficou ferido.

Por:Jornal Folha do Progresso em 15/01/2023/11:22:37 com informações do portal CAMPO GRANDE NEWS

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Anderson Torres é preso pela Polícia Federal no aeroporto de Brasilia

Anderson Torres em foto de arquivo — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Anderson Torres é preso pela Polícia Federal após chegar a Brasília

A prisão ocorreu após ele desembarcar em Brasília, vindo dos EUA.
A suspeita é que Torres, em conjunto com setores da Polícia Militar do DF e de militares, tenha atuado para facilitar a ação dos terroristas bolsonaristas. O ex-ministro nega (leia mais abaixo).

Um vídeo obtido pelos produtores Luigi Sofio e Patricia Marques mostra Torres embarcando no aeroporto de Miami na sexta-feira (13). Assista abaixo:

Logo após a decisão se tornar pública, Torres disse, pelas redes sociais, que se entregaria.
Torres assumiu a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal depois de deixar o Ministério da Justiça, com o fim do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ele foi nomeado por Ibaneis Rocha (MDB), governador do DF que também foi afastado do cargo pela Justiça após os atos terroristas de bolsonaristas em Brasília.
Torres era o responsável pelo comando da segurança pública do DF quando a depredação de 8 de janeiro aconteceu.

Torres nega conivência com terroristas

“Lamento profundamente que sejam levantadas hipóteses absurdas de qualquer tipo de conivência minha com as barbáries que assistimos”, escreveu.

Na oportunidade, ele chamou os atos antidemocráticos de “execrável episódio”. “Em um caso de insanidade coletiva como esse, há que se buscar soluções coerentes com a importância da democracia brasileira”, disse.

“Hoje (10/01), recebi notícia de que o Min Alexandre de Moraes do STF determinou minha prisão e autorizou busca em minha residência. Tomei a decisão de interromper minhas férias e retornar ao Brasil. Irei me apresentar à Justiça e cuidar da minha defesa”, afirma Torres.

“Sempre pautei minhas ações pela ética e pela legalidade. Acredito na justiça brasileira e na força das instituições. Estou certo de que a verdade prevalecerá”, declarou.

Por:Jornal Folha do Progresso em 14/01/2023/09:37:51 com informações do G1
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AGU aponta financiadoras de vandalismo na praça dos Três Poderes;Veja nomes

(Foto-crédito: Carlos Vieira/CB)Veja nomes de empresas e pessoas suspeitas de patrocinar ato em Brasília
AGU aponta financiadoras de vandalismo na praça dos Três Poderes no último domingo (8/1); Contas foram bloqueadas a pedido do órgão

Justiça Federal do Distrito Federal recebeu um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para que haja o bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 52 pessoas e sete empresas, que tiveram seus nomes divulgados, suspeitas de terem financiado o transporte dos envolvidos nos atos de terrorismo na Praça dos Três Poderes, no último domingo (8/1).
Os atos classificados pela própria AGU como episódio traumático na história do país”, foram responsáveis por vandalizar e gerar prejuízos irreparáveis ao governo federal.

Segundo a União, a quantia bloqueada seria usada para ressarcir o Poder Público pelos danos causados aos prédios.
Veja abaixo a lista de empresas e pessoas incluídas no pedido de bloqueio de bens:

EMPRESAS

*Alves Transportes LTDA., sediada em Araguaína (TO)
*Associação Direita Cornélio Procópio, sediada em Cornélio Procópio (PR)
*Gran Brasil Viagens e Turismo LTDA., sediada em Frutal (MG)
*Primavera Tur Transporte EIRELI, sediada em Primavera do Leste (MT)
*RV da Silva Serviços Florestais LTDA, sediada em Piraí do Sul (PR)
*Sindicato Rural de Castro, sediado em Castro (PR)
*Squad Viagens e Turismo LTDA., sediada em Cariacica (ES)

PESSOAS FÍSICAS

*Adailton Gomes Vidal, de São Paulo (SP)
*Ademir Luis Graeff, de Missal (PR)
*Adoilto Fernandes Coronel, de Maracaju (MS)
*Adriane de Casia Schmatz Hagemann, de Realeza (PR)
*Adriano Luis Cansi, de Cascavel (PR)
*Alethea Veruska, de São José dos Campos (SP)
*Amir Roberto El Dine, de Porto União (SC)
*Aparecida Solange Zanini, de Três Lagoas (MS)
*Bruno Marcos de Souza Campos, de Belo Horizonte (MG)
*Carlos Eduardo Oliveira, de São Pedro (SP)
*Cesar Pagatini, de Bento Gonçalves (RS)
*Claudia Reis de Andrade, de Juiz de Fora (MG)
*Daniela Bernardo Bussolotti, de Belo Horizonte (MG)
*Dyego Primolan Rocha, de Presidente Prudente (SP)
*Fernando José Ribeiro Casaca, de São Vicente (SP)
*Franciely Sulamita de Faria, de Nova Ponte (MG)
*Genival Jose da Silva, de Ribeirão Preto (SP)
*Hilma Schumacher, de Belo Horizonte (MG)
*Jasson Ferreira Lima, de Paracatu (MG)
*Jean Franco de Souza, de Mirassol (SP)
*João Carlos Baldan, de São José do Rio Preto (SP)
*Jorge Rodrigues Cunha, de Pilar do Sul (SP)
*José de Oliveira, de Bom Jesus dos Perdões (SP)
*José Roberto Bacarin, de Cianorte (PR)
*Josiany Duque Gomes Simas, de Cuiabá (MT)
*Leomar Schinemann, de Guarapuava (PR)
*Marcelo Panho, de Foz do Iguaçu (PR)
*Marcia Regina Rodrigues, de Ribeirão Preto (SP)
*Márcio Vinícius Carvalho Coelho, de Marília (SP)
*Marco Antonio de Souza, de Leme (SP)
*Marcos Oliveira Queiroz, de São Paulo (SP)
*Marlon Diego de Oliveira, de Tupã (SP)
*Michely Paiva Alves, de Limeira (SP)
*Monica Regina Antoniazi, de Piracicaba (SP)
*Nelma Barros Braga Perovani, de Piratininga (SP)
*Nelson Eufrosino, de Piratininga (SP)
*Pablo Henrique da Silva Santos, de Belo Horizonte (MG)
*Patricia dos Santos Alberto Lima, de Belo Horizonte (MG)
*Pedro Luis Kurunczi, de Londrina (PR)
*Rafael da Silva, de Catalão (GO);
*Rieny Munhoz Marcula, de Campinas (SP)
*Rosângela de Macedo Souza, de Riolândia (SP)
*Ruti Machado da Silva, de Nova Londrina (PR)
*Sandra Nunes de Aquino, de Sorocaba (SP)
**Sheila Mantovanni, de Mogi das Cruzes (SP)
*Stefanus Alexssandro Franca Nogueira, de Ponta Grossa (PR)
*Sulani da Luz Antunes Santos, de Vinhedo (SP)
*Terezinha de Fátima Issa da Silva, de Caxias do Sul (RS)
*Vanderson Alves Nunes, de Francisco Beltrão (PR)
*William Bonfim Norte, de Promissão (SP)
*Yres Guimarães, de Rio Verde (GO)
*Zilda Aparecida Dias, de Rio Claro (SP)

Por:Jornal Folha do Progresso em 14/01/2023/07:45:26 com informações do protal correio Braziliense

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Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, perde R$ 1,68 bilhão após crise na Americanas

Luciano Hang sempre apoiou e financiou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) Reprodução / Twitter Foto: © Reprodução / Twitter.

Sócios do economista também perdem milhões após notícia de rombo contábil na companhia

O economista e empresário Jorge Paulo Lemann, considerado o homem mais rico do Brasil na atualidade, de acordo com o ranking de bilionários da Forbes, perdeu 329 milhões, o que equivale R$ 1,6 bilhão de sua fortuna de US$ 16 bilhões nesta quinta-feira (12).

A perda acontece como resultado da forte queda das ações da Americanas no último pregão da bolsa.

Na quinta-feira (12), os papéis da varejista despencaram 77% após a renúncia de Sérgio Rial da presidência da companhia apenas 10 dias após assumir  cargo, em decorrência da descoberta da rombo contábil de 20 bilhões nas contas da empresa.

Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira, sócios de Lemann, e respectivamente o segundo e terceiro homens mais ricos do país, também perderam um montante milionário. Telles teve prerda de US$ 173 milhões em sua fortuna de US$ 10,8 bilhões, enquanto Sicupira perdeu US$ 199 milhões, ficando com US$ 8,8 bilhões.

Os três são sócios na empresas de investimentos 3G Capital e, através dela, apostam em investimentos na Americanas e em outras empresas. (Com informações msn.com ).

Jornal Folha do Progresso em 13/01/2022/17:39:16

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Veja as 218 cidades com alto risco de infestação de Aedes aegypti

(Foto:Reprodução Internet) – O 4º LIRAa/LIA (Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti/Levantamento de Índices Amostral) de 2022, realizado entre outubro e novembro e atualizado em dezembro, aponta 218 cidades com alto risco de infestação de Aedes aegypti.

Isso quer dizer que, nesses municípios, a cada 100 imóveis visitados pelos agentes de saúde, quatro ou mais continham larvas do mosquito, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Dos 5.086 municípios que realizaram o levantamento, 3.130 (61,54%) obtiveram IIP (Índice de Infestação Predial) menor do que 1, taxa considerada satisfatória. Outros 1.738 (34,17%) ficaram com o índice entre 1 e 3,9, indicando uma situação de alerta.

Veja abaixo as cidades com alto risco, segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde, e os respectivos índices de infestação:

ACRE

Bujari – 7,3
Tarauaca – 6,0

ALAGOAS

Tanque d’Arca – 6,3
Campo Grande – 5,8

AMAPÁ

Itaubal – 5,9
Porto Grande – 5,4
Cutias – 4,1

Amazonas

Barcelos – 15,2
Careiro – 8,7
Guajará – 8,4
Eirunepé – 8,3
Borba – 8,3
Apuí – 6,1
Humaitá – 5,0
Borba – 4,9
Eirunepé – 4,2
Ipixuna – 4,2
Parintins – 4,0

BAHIA

Jussara – 6,2
Aiquara – 4,5
Santana – 4,3

CEARÁ

Umirim – 11,6
Lavras da Mangabeira – 8,4
Uruburetama – 7,2
Uruoca – 6,0
Varjota – 5,5
Piquet Carneiro – 5,3
Várzea Alegre – 5,3
Viçosa do Ceará – 5,0
Crato – 4,4
Tabuleiro do Norte – 4,0

GOIÁS

Jaupaci – 8,8
Novo Gama – 7,8
Mutunópolis – 7,2
Jandaia – 7,0
Mundo Novo – 7,0
Ipiranga de Goiás – 6,2
Perolândia – 6,0
Aruanã – 5,5
Montividiu – 4,9
Nova Veneza – 4,7

MARANHÃO

Bacurituba – 13,4
São Roberto – 11,0
Fortuna – 10,0
Buriticupu – 8,4
Chapadinha – 8,3
Bela Vista do Maranhão – 7,1
Godofredo Viana – 6,8
Mirinzal – 6,8
Anapurus – 5,9
Codó – 5,8
Cajapió – 5,3
Benedito Leite – 5,2
Boa Vista do Gurupi – 5,2
Governador Edison Lobão – 5,2
Cururupu – 5,1
Barão de Grajaú – 5,0
Bernardo do Mearim – 4,7
Colinas – 4,6
Cantanhede – 4,5
Balsas – 4,0

MATO GROSSO

Santa Cruz do Xingu – 6,0
Novo São Joaquim – 5,1
Nova Olímpia – 4,5
Glória D’Oeste – 4,4

MATO GROSSO DO SUL

Três Lagoas – 9,4

MINAS GERAIS

Bocaina de Minas – 11,2
Bom Sucesso – 8,8
Nova Resende – 8,3
Vargem Bonita – 8,1
Itacarambi – 7,2
Barbacena – 7,1
Serra Azul de Minas – 6,7
Doresópolis – 6,6
Itaú de Minas – 6,5
Goiabeira – 6,5
José Raydan – 6,5
Bom Jesus do Galho – 6,3
Piracema – 5,5
Cabo Verde – 5,4
Carmo do Rio Claro – 5,3
Conceição do Rio Verde – 5,3
Fernandes Tourinho – 5,1
Bicas – 5,0
Gouveia – 5,0
Boa Esperança – 4,9
Senhora de Oliveira – 4,8
Divisa Nova – 4,7
Marilac – 4,7
Madre de Deus de Minas – 4,7
Santa Cruz de Salinas – 4,7
Bocaiúva – 4,5
Lagoa Santa – 4,5
Jeceaba – 4,4
Sabará – 4,4
Ibiaí – 4,3
Guimarânia – 4,3
Bandeira do Sul – 4,2
Estrela do Sul – 4,2
Bonfinópolis de Minas – 4,2
Pimenta – 4,0
Romaria – 4,0

PARÁ

Trairão – 9,0
Almeirim – 6,8
Redenção – 6,8
Tucumã – 6,3
Curuçá – 5,3
Novo Progresso – 4,9

PARAÍBA

Água Branca – 4,1

PARANÁ

Coronel Domingos Soares – 10,8
Nova Laranjeiras – 8,9
Foz do Jordão – 7,5
Itaipulândia – 6,6
Marilena – 5,4
Barbosa Ferraz – 5,2
Nova América da Colina – 5,0
Carambeí – 4,5
Querência do Norte – 4,3
Pitanga – 4,0
Chopinzinho – 4,0

PERNAMBUCO

Paudalho – 6,8
Garanhuns – 5,5
Canhotinho – 4,4
Carnaíba – 4,4
Santa Maria da Boa Vista – 4,4
Vertentes – 4,2
Sairé – 4,1

PIAUÍ

Amarante – 11,2
Brejo do Piauí – 8,1
Nossa Senhora de Nazaré – 5,5
Morro do Chapéu do Piauí – 5,3
Vera Mendes – 5,0
Santa Filomena – 4,7
Monsenhor Hipólito – 4,4
Monte Alegre do Piauí – 4,3
Matias Olímpio – 4,2
Cristalândia do Piauí – 4,0
Monsenhor Gil – 4,0

RIO DE JANEIRO

Niterói – 6,4
Vassouras – 5,3
Itaboraí – 4,3
Pinheiral – 4,3
Valença – 4,2
Carmo – 4,1
Iguaba Grande – 4,1
Itaperuna – 4,1
Laje do Muriaé – 4,0

RIO GRANDE DO NORTE

Várzea – 7,6
Pedra Grande – 6,3
Martins – 6,2
Água Nova – 5,8
Alexandria – 5,0
Rafael Fernandes – 4,7
Umarizal – 4,1

RIO GRANDE DO SUL

Barra do Quaraí – 23,5
Montauri – 6,5
Pinheirinho do Vale – 5,7
União da Serra – 5,1
Dezesseis de Novembro – 4,9
Panambi – 4,8
Cacequi – 4,3
Tapera – 4,2

RONDÔNIA

Alvorada D’Oeste – 20,9
Monte Negro – 12,5
Vale do Paraíso – 7,9
Cerejeiras – 7,6
Seringueiras – 7,0
Presidente Médici – 6,4
Jaru – 5,0
Urupá – 5,0
Mirante da Serra – 4,3
Ouro Preto do Oeste – 4,1
Pimenta Bueno – 4,1
Vale do Anari – 4,0

SANTA CATARINA

Galvão – 8,8
Palmitos – 6,5
Santa Terezinha do Progresso – 6,3
Coronel Martins – 5,8
São Miguel da Boa Vista – 5,4
Macieira – 5,2
Joaçaba – 5,0
São João do Itaperiú – 4,8
Novo Horizonte – 4,8
Caxambu do Sul – 4,6
Ouro Verde – 4,0

SÃO PAULO

Itapuí – 27,2
Analândia – 10,6
Piedade – 7,6
Lorena – 7,5
Palestina – 6,9
Neves Paulista – 6,8
Indaiatuba – 6,3
Mirassolândia – 6,2
Itaquaquecetuba – 5,7
Ferraz de Vasconcelos – 5,6
Nova Aliança – 5,6
Mirante do Paranapanema – 5,4
Rifaina – 5,0
Amparo – 4,8
Nova Europa – 4,7
Canas – 4,5
Fernão – 4,5
Adolfo – 4,3
Euclides da Cunha Paulista – 4,3
Caçapava – 4,1
Flora Rica – 4,0
Itirapuã – 4,0

TOCANTINS

Porto Nacional – 8,9
Paranã – 7,3
Barrolândia – 6,9
Itapiratins – 6,9
Taipas do Tocantins – 6,3
Tupirama – 6,3
Sucupira – 6,2
Aragominas – 6,0
Sandolândia – 5,2
Rio dos Bois – 4,5
Goiatins – 4,0

Por:Jornal Folha do Progresso em 13/01/2023/15:34:26 com informações do portal acessa.com

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Cartão corporativo de Bolsonaro mostra gasto de R$ 4,7 milhões em feriadões e motociatas

Os gastos foram publicados em resposta a um pedido feito pela agência Fiquem Sabendo por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação). (Foto:© Getty).

O fim do sigilo do cartão corporativo de Jair Bolsonaro (PL) mostra gasto de ao menos R$ 4,7 milhões em dias em que o ex-presidente estava sem agenda de trabalho, curtindo férias ou feriadões –em especial em Guarujá (SP)–, assistindo a jogos de futebol ou participando de motociatas.

Os valores debitados no cartão corporativo da Presidência incluem não só gastos diretos do presidente, mas da equipe que o acompanha de perto, entre outras despesas.

A Folha de S.Paulo cruzou o gasto do cartão com as principais datas em que Bolsonaro tirou folga ou participou de eventos sem relação com as suas funções, como motociatas ou idas a jogos de futebol.

Os gastos foram publicados em resposta a um pedido feito pela agência Fiquem Sabendo por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação).

Como a Folha de S.Paulo mostrou em maio, Jair Bolsonaro aproveitou uma série de feriadões, folgas autoconcedidas e dias de expediente normal para converter em lazer ou praticar atividades sem relação com o cargo que ocupava.

Temporadas nos litorais paulista, catarinense e baiano (15 vezes), idas a jogos de futebol, motociatas, cavalgadas, “jeguiatas”, “lanchaciata” e afins produziram uma profusão de imagens do presidente conduzindo jet-skis, motos, cavalos, em camarotes de estádios, parques de diversão, restaurantes ou aproveitando um dia de sol nas praias pelo país.

Em praticamente todos esses momentos houve gastos do cartão corporativo relacionados ao lazer presidencial. Os valores não aparecem em nome de Bolsonaro, mas vinculados a CPFs de servidores lotados na Presidência da República.

Os casos mais ilustrativos estão relacionados ao Forte dos Andradas, em Guarujá, para onde o presidente se deslocou 11 vezes em sua gestão.

No final de 2020, por exemplo, Bolsonaro largou formalmente o expediente em 19 de dezembro, e foi para o Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul (SC), onde ficou até o dia 23. Voltou a Brasília, onde passou o Natal, e, de 28 de dezembro a 4 de janeiro foi para o Forte dos Andradas.

Os gastos do cartão corporativo nesses dias somam quase R$ 1 milhão, sendo o maior relativo a duas faturas do Ferrareto Hotel, no centro de Guarujá, que totalizam R$ 493 mil. Há ainda R$ 57 mil em gastos em um mercado de alimentos da cidade, entre outras despesas.

Não há detalhamento nos documentos oficiais do que foi comprado ou contratado e a quem exatamente estava destinado.

Como o cartão inclui gastos da equipe presidencial, há valores menores que não estão relacionados à folga de Guarujá.

Na virada de ano seguinte, de 2021 para 2022, Bolsonaro voltou ao litoral catarinense, ocasião em que visitou o parque Beto Carrero World. Dias antes, quando estava em Guarujá, fez passeios de lancha com dança de funk.

O Réveillon no litoral catarinense resultou em R$ 198 mil com gastos no hotel Zibamba, em São Francisco do Sul, R$ 73 mil em combustível em um posto da cidade e R$ 66 mil em uma padaria, entre outras despesas.

Ao final do primeiro ano de mandato, em 2019, Bolsonaro tirou três dias de folga na praia de Inema, na base naval de Aratu, na Bahia. Na ocasião, foram realizadas despesas com hospedagem no total de R$ 70,1 mil, debitadas em três cartões corporativos usados por assessores palacianos. Os valores foram pagos ao Real Classic Bahia Hotel, em Salvador.

Nos mesmos períodos de gestão, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT) tiraram menos folgas do que Bolsonaro.

A Folha de S.Paulo tentou contato com ex-assessores do presidente e com seus advogados, mas não obteve resposta.

Nas redes sociais, Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação do governo Bolsonaro e integrante da campanha à reeleição do presidente, escreveu: “Para quem conhece minimamente os hábitos do presidente e sua família saberia sem nenhuma surpresa que não haveria nenhum gasto extravagante no cartão corporativo. Essa é a verdade, o resto é narrativa mentirosa”.

O cartão também foi usado em apoio a uma atividade a que Bolsonaro dedicou especial atenção durante o seu mandato, a ida a estádios para acompanhar partidas do Campeonato Brasileiro, em especial.

Em julho de 2019, ainda no primeiro ano de gestão, o presidente voltava do Rio para Brasília em um sábado e fez uma escala em São Paulo para assistir ao empate de 1 a 1 entre Palmeiras, seu time, e o Vasco.

Os dados do cartão mostram gasto de quase R$ 20 mil em hospedagem e em alimentação na capital paulista.

A nota de alimentação é da lanchonete Tony & Thais Ltda, na zona sul de São Paulo, que aparece como cliente do cartão corporativo da Presidência desde 2007, na gestão Lula, tendo recebido R$ 1,5 milhão em valores não corrigidos –40% desse montante só nos anos Bolsonaro (2019 a 2022).

Em suas redes sociais, a empresa afirmou que vem sendo vítima de “denúncias caluniosas e infundadas” e que serve comitivas presidenciais desde 2006, sempre dentro da legalidade, “com excelência e justo trato nas negociações”.

Bolsonaro e equipe também usaram o cartão nas motociatas que o então presidente promoveu na tentativa de manter inflamada sua base de apoio nos anos finais de sua gestão. Ele participou desse tipo de evento em praticamente todos os estados do Brasil, vários deles em dias de semana.

Em uma das maiores, em São Paulo, no dia 12 de junho de 2021, teve registro de gasto no cartão de R$ 61 mil no Blue Tree Faria Lima e R$ 13 mil na lanchonete Tony & Thais.

Na que fez em Porto Alegre, em julho de 2021, houve 17 notas de abastecimento em posto de gasolina pagas com o cartão corporativo, totalizando R$ 1.640.

O gasto com cartão corporativo é apenas uma parte das despesas custeadas pelos cofres públicos. A soma não inclui, por exemplo, passagens aéreas. Como a Folha de S.Paulo mostrou no final de 2021, as motociatas em apoio a Bolsonaro já haviam custado até então R$ 5 milhões, o que incluía gastos assumidos pelos estados para garantir a segurança da população e da comitiva de Bolsonaro.

O cartão de pagamentos da Presidência da República também foi usado na loja de panelas de luxo francesas Le Creuset. Uma unidade básica sai por mais de R$ 500 e vários modelos custam mais de R$ 1.000. O cartão foi utilizado para comprar esse modelo de panela em duas ocasiões. Em 12 de novembro de 2019, foram R$ 1.349 gastos no local. Já em 23 de março de 2022, ocorreu uma transação de R$ 567.

Conforme noticiado pelo UOL, a comitiva de Bolsonaro gastou R$ 55 mil em uma padaria do Rio um dia depois do casamento de seu filho Eduardo, em maio de 2019. Também gastou R$ 109 mil em um restaurante de Roraima quando visitou o estado para encontro com refugiados venezuelanos, em outubro de 2021.

Os dados do cartão mostram gastos pulverizados com alimentação, incluindo lojas de chocolate e sorvete.

Ainda não é possível haver uma comparação exata dos gastos de Bolsonaro com os de seus antecessores.

As faturas do cartão corporativo da Presidência são publicados mensalmente no Portal da Transparência do governo federal, que reúne informações de 2013 até fim de 2022. No entanto, os tipos de gastos e as empresas que receberam os pagamentos não são detalhados.

Essas informações foram divulgadas agora pelo governo Lula, que também abriu dados de despesas desde 2003.

No entanto, os números do Portal da Transparência indicam que ainda há gastos de Bolsonaro a serem divulgados. As faturas do cartão em 2022, por exemplo, ultrapassam a marca de R$ 10 milhões, enquanto que as informações detalhadas desse ano somam cerca de R$ 5 milhões.

Essa diferença é bem pequena nos anos anteriores -em alguns casos, nem existe.

A legislação define que o cartão, que no caso de Bolsonaro é gerido por assessores, serve para despesas imediatas como compra de materiais, alimentação e diárias de assessores, entre outras.

Excluindo o último ano, no período de 2019 a 2021, a média anual dos gastos de Bolsonaro com cartão corporativo foi de R$ 8,6 milhões.

Já corrigindo pela inflação do período, a média dos gastos anuais de Lula, de 2003 a 2010, com cartão corporativo foi de R$ 12,99 milhões.

No governo Dilma Rousseff (2011-16), a média anual foi de R$ 10,2 milhões. No período Michel Temer (2016-18), a cifra média ficou em R$ 5,6 milhões. (Com informações  do  Folhapress).

Jornal Folha do Progresso em 13/01/2023/10:49:57

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Militares deixaram a golpista Ana Priscila ‘escapar’, após ser detida no DF

(Foto:Reprodução- Redes Sociais) – Ligada a grupos extremistas que organizaram a vinda de caravanas até Brasília, Ana Priscila aparece em vídeo que ela mesmo disseminou nas redes sociais, rodeada pelos militares do Exército, sentada ao lado de uma fileira dos agentes de segurança.

Os militares do Exército que atuavam dentro do Palácio do Planalto no domingo, 8, quando golpistas invadiram o prédio oficial e destruíram o que encontraram pela frente, chegaram a deter uma das principais lideranças do movimento criminoso identificadas até agora, Ana Priscila Azevedo. A extremista, no entanto, não figurou entre os presos no prédio da presidência da República naquela noite.

Ligada a grupos extremistas que organizaram a vinda de caravanas até Brasília, Ana Priscila aparece em vídeo que ela mesmo disseminou nas redes sociais, rodeada pelos militares do Exército, sentada ao lado de uma fileira dos agentes de segurança. Naquele momento, quando tudo já tinha sido destruído pelos criminosos, ela comemora, sem nada dizer e apenas fazendo gestos militares, o resultado da invasão.

Golpismo liberado

Depois disso, Ana Priscila Azevedo simplesmente sumiu dali, enquanto centenas de pessoas eram detidas em vários pontos da Praça dos Três poderes, incluindo o próprio Palácio do Planalto.

A prisão da golpista só iria ocorrer, na realidade, dois dias depois, em outro município localizado a mais de 60 quilômetros do Palácio do Planalto. Na terça-feira, 10, a Polícia Federal informou que havia prendido Ana Priscila em Luziânia, um município de Goiás, já fora do Distrito Federal. A ordem de prisão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Ana Priscila aparece em vídeo anunciando, antecipadamente, o que viria a ocorrer na Praça dos Três poderes. “Nós vamos colapsar o sistema, nós vamos sitiar Brasília, nós vamos tomar o poder de assalto, o poder que nos pertence”, disse ela, numa live realizada em 5 de janeiro, no acampamento bolsonarista que ficou montado no entorno do Quartel General do Exército, em Brasília, por meses.

A reportagem questionou o Exército sobre os motivos de Ana Priscila, que estava detida pelos militares, ter sido liberada pelos agentes ou, simplesmente, ter “escapado”. Não houve nenhum posicionamento até a publicação deste texto.

Ana Priscila Azevedo faz parte do levantamento de ao menos 88 pessoas que, conforme mostrou reportagem do Estadão, se envolveram diretamente nas invasões e depredações dos espaços públicos. A convocação para os atos já tinha um propósito golpista pré-estabelecido.

Mensagens de mesmo teor foram reforçadas em centenas de postagens produzidas por manifestantes, que também trataram de destacar o papel de liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre a mobilização criminosa ocorrida em Brasília.

Nesta quinta-feira, 12, em encontro com jornalistas ocorrido no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expôs a sua contrariedade com diversas situações em que os militares se envolveram com o governo Bolsonaro e contou que, na noite do domingo, após os atos de invasão e depredação, dois blindados foram colocados na avenida que dá acesso à avenida onde ficava o acampamento na porta do Quartel General do Exército, para impedir a ação da polícia contra os extremistas.

“Os tanques estavam protegendo o acampamento. O general me ligou dizendo para que não entrasse no acampamento de noite que era perigoso”, contou o presidente.  (Com informações do Estadao Conteudo).

Jornal Folha do Progresso em 13/01/2023/10:37:09

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Governo ainda avalia se vai elevar o salário mínimo para R$ 1.320

(Foto:© Getty) – Haddad também afirmou que o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, abrirá uma mesa de negociação com as centrais sindicais para avaliar “adequadamente” o assunto.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo ainda avalia se o salário mínimo será ou não reajustado dos atuais R$ 1.302 para R$ 1.320 neste ano, e que se trata de uma “decisão política”.

Questionado, ele rejeitou a ideia de que Lula não esteja cumprindo o que foi prometido na campanha, uma vez que o valor vigente, R$ 1.302, fixado por Jair Bolsonaro, já representa um ganho real (acima da inflação).

“Não tem nenhum pacto rompido. O compromisso de campanha era com o aumento real, que já aconteceu. O presidente cumpre sua palavra nesse ano, e cumprirá nos próximos três anos”, disse. “Precisamos reestimar o que vai acontecer com a rubrica para submeter à decisão política.”

Ele afirmou que o valor separado no Orçamento de 2023 para o novo reajuste, de R$ 6,8 bilhões, conforme informado pelo relator-geral Marcelo Castro (MDB-PI), já foi consumido pelo aumento dos benefícios previdenciários.

“Esse recurso do Orçamento foi consumido pelo andar da fila do INSS, porque a partir do início do processo eleitoral, por razão que não tem nada a ver com respeito a Constituição, a fila começou a andar, porque o governo estava desesperado por voto”, disse Haddad. O custo adicional estimado pelos técnicos do governo com o salário de R$ 1.320 é de R$ 7,7 bilhões além do valor previsto no Orçamento.

Haddad também afirmou que o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, abrirá uma mesa de negociação com as centrais sindicais para avaliar “adequadamente” o assunto. “Há pedido para a Previdência refazer os cálculos para, na mesa de negociação com as centrais, avaliar adequadamente e responsavelmente como agir a luz desse quadro”, disse.

Grupo

Na próxima quarta-feira, 18, o governo deve fazer um grande evento com as centrais sindicais no Palácio do Planalto para anunciar a criação de um grupo de trabalho que vai começar a elaborar uma política de correção do salário mínimo, apurou o Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. (COLABOROU THAÍS BARCELLOS) (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo).

Jornal Folha do Progresso em 13/01/2023/10:32:10

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PF acha na casa de Torres minuta para Bolsonaro mudar resultado eleitoral

O texto que estava na casa de Torres tinha o objetivo de reverter o resultado da eleição, em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu vencedor. Tal medida seria inconstitucional (foto: AGÊNCIA BRASIL/REPRODUÇÃO).

A Polícia Federal encontrou na residência de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, uma minuta (proposta) de decreto para o então presidente Jair Bolsonaro (PL) instaurar estado de defesa na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O objetivo, segundo o texto, era reverter o resultado da eleição, em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu vencedor. Tal medida seria inconstitucional.

O documento foi encontrado no armário do ex-ministro durante busca e apreensão realizada na última terça-feira (10). A PF vai investigar as circunstâncias da elaboração da proposta.

O material tem indicação de ter sido feito após a realização das eleições e teria objetivo de apurar abuso de poder, suspeição e medidas ilegais adotadas pela presidência do TSE antes, durante e depois do processo.

De acordo com fontes ouvidas pela Folha de S.Paulo, o documento cita o restabelecimento imediato da lisura e correção da eleição de 2022.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta semana a prisão de Torres.

Moraes também é presidente do TSE e protagonizou embates com Bolsonaro durante o pleito. O ex-presidente difundiu diversas vezes mentiras e teorias da conspiração contra as urnas eletrônicas. Também acusou o TSE —sem nunca apresentar provas— de trabalhar pela eleição de Lula.

Leia: Empresa mineira citada na lista da AGU nega ter cedido ônibus a golpistas

Torres reassumiu o comando da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal no dia 2 de janeiro e viajou de férias para os EUA cinco dias depois.

Ele não estava no Brasil no domingo (8), quando bolsonaristas atacaram os prédios do STF, Congresso e Palácio do Planalto. O retorno ao país estava inicialmente previsto para o fim do mês, mas ele afirmou que antecipou o regresso para se apresentar à Justiça.

A invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília desencadeou uma forte reação da cúpula do Judiciário. As medidas mais duras foram adotadas por Moraes.

Além da ordem de detenção contra Torres, ele afastou do cargo o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Determinou ainda a prisão do ex-comandante da Polícia Militar do DF, Fábio Augusto Vieira.

Também foi de Moraes a autorização para que a PF realizasse uma operação de busca e apreensão na casa de Torres.

Leia: Terrorismo em Brasília: governo quer bloqueio de R$ 6,5 mi de 52 suspeitos

Ao justificar as prisões de Torres e Vieira, Moraes disse que a conduta dos dois é gravíssima e coloca as vidas de Lula, deputados federais, senadores e ministros da corte em risco.

Moraes disse que os fatos narrados em investigação da Polícia Federal, autora do pedido de prisão, “demonstram uma possível organização criminosa que tem por um de seus fins desestabilizar as instituições republicanas”.

“No caso de Anderson Torres e Fabio Augusto Vieira, o dever legal decorre do exercício do cargo de Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e de Comandante-Geral da Polícia Militar do Distrito Federal, e a sua omissão ficou amplamente comprovada pela previsibilidade da conduta dos grupos criminosos e pela falta de segurança que possibilitou a invasão dos prédios públicos”, afirmou o ministro. (Com informações do  Folhapress).

Jornal Folha do Progresso em 13/01/2023/

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