Suplentes de vereadores de MT estão entre presos por atos golpistas em Brasília
(Foto:Reprodução) – João Batista Benevides da Rocha (PSL), de Cuiabá, e Maria de Fátima Almeida Barros (MDB), de Nova Ubiratã, constam na lista. Políticos participaram do ataque terrorista no DF em 8 de janeiro, segundo a polícia.
Dois suplentes de vereadores de Mato Grosso estão entre os presos por atos golpistas em Brasília: João Batista Benevides da Rocha (PSL) e Maria de Fátima Almeida Barros, a Fatinha (MDB).
Levantamento do g1 apontou que uma vereadora e 14 políticos suplentes nas eleições de 2020 ou 2022 integram lista e, segundo a polícia, são suspeitos de praticarem crimes de golpe de Estado, ato terrorista, associação criminosa, abolição violenta do estado democrático de direito, ameaça, perseguição, incitação ao crime e dano ao patrimônio público.
Isso porque, em 8 de janeiro, um grupo de golpistas invadiu a Praça dos Três Poderes e atacou as sedes do Legislativo, Executivo e Judiciário nacional para derrubar o governo eleito.
João Batista Benevides da Rocha — Foto: Reprodução
João Batista Benevides da Rocha disputou a eleição municipal de 2020 em Cuiabá pelo partido que o presidente Jair Bolsonaro venceu a eleição presidencial de 2018. Recebeu 48 votos e se declarou ao TSE como pardo.
Maria de Fátima Almeida Barros — Foto: Reprodução
Maria de Fátima Almeida Barros — Foto: Reprodução
Maria de Fátima Almeida Barros, a Fatinha, em 2020, foi eleita vereadora suplente na cidade de Nova Ubiratã, a 506 km da capital. Recebeu 16 votos e se autodeclarou branca.
O g1 aguarda posicionamento do União Brasil (partido formado pela fusão do PSL com o DEM) e do MDB de Mato Grosso.
No país
Políticos presos em Brasília após ato golpista de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — Foto: Reprodução/arte g1
Uma vereadora e 14 políticos suplentes nas eleições de 2020 ou 2022 estão entre o grupo de presos no Distrito Federal pelo ataque terrorista praticado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Candidatos a deputado (federal e estadual) são suplentes até 2026, fdata da próxima eleição para o cargo. Já os suplentes de vereador seguem suplentes até 2024, disputa da eleição municipal seguinte.
Os estados com políticos presos são MG (3); MT, PR, RS, SC e SP (2, cada); ES e RO (1, cada). (Com informações de Arthur Stabile, Poliana Casemiro e Victor Farias, g1).
Jornal Folha do Progresso em 17/01/2023/10:03:09
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Piso nacional dos professores sobe para R$ 4.420,55
(Foto:Reprodução) – O piso nacional dos professores subirá para R$ 4.420,55 em 2023, um reajuste de 15% em relação ao piso do ano passado, que era de R$ 3.845,63. A portaria com o novo valor foi assinada na segunda-feira (16) à noite pelo ministro da Educação, Camilo Santana.
“A valorização dos nossos profissionais da educação é fator determinante para o crescimento do nosso país”, escreveu o ministro, ao anunciar o novo valor nas redes sociais.
O piso nacional do magistério representa o salário inicial das carreiras do magistério público da educação básica para a formação em nível médio. O valor considera uma jornada de 40 horas semanais na modalidade normal de ensino.
A cada ano, o piso do magistério deve ser corrigido todos os anos pelo crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, estabelecido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Para 2023, o Fundeb estabelecia o reajuste de 15% no valor. (Com informações da Agência Brasil).
Jornal Folha do Progresso em 17/01/2023/09:20:19
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Anestesista preso por estuprar e gravar pacientes em cirurgias confessa os crimes
Médico anestesista acusado de estuprar pacientes durante cirurgias é preso no RJ (Foto:Divulgação/ Polícia Civil do Rio de Janeiro).
Médico colombiano Andres Eduardo Oñate Carrillo foi ouvido nesta segunda-feira (16), na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima
O médico anestesista colombiano Andres Eduardo Oñate Carrillo, preso nesta segunda-feira (16) por estupro de vulnerável e armazenamento e compartilhamento de imagens de abusos contra crianças e adolescentes, confessou os crimes.
Ele prestou depoimento na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima, responsável pela investigação. Ele ainda afirmou, segundo fontes da Polícia Civil, que não sabia de onde vinha a compulsão que ele nutria pelos crimes.
O homem foi levado para um presídio de Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro, onde vai aguardar a audiência de custódia. Ele foi preso na casa onde mora com a esposa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Segundo a Polícia, a mulher dele, que também é médica, custou a acreditar que o marido estava cometendo os crimes.
Andres costumava fazer publicações românticas para a mulher nas redes sociais, inclusive com pedido de casamento feito na Torre Eiffel, em Paris, na França.
O médico é suspeito de ter cometido ao menos dois estupros de mulheres que tinham sido sedadas por ele durante cirurgias em hospitais das redes pública e particular, em 2020 e 2021. Ele chegou a filmar os abusos, sendo um deles cometido contra uma idosa. As duas pacientes já foram ouvidas pela Polícia Civil e afirmaram não lembrar de nada, já que estavam desacordadas.
Além disso, a polícia encontrou mais de 20 mil cenas de abuso contra crianças e adolescentes, cometidos por outras pessoas, mas armazenadas em aparelhos do anestesista. Foram essas imagens que levantaram as suspeitas. A polícia começou a investigar e descobriu que ele também praticava os estupros. A Polícia investiga se ele vendia essas imagens.
As investigações tiveram início em dezembro de 2022, a partir do compartilhamento de informações pelo Serviço de Repressão a Crimes de Ódio e Pornografia Infantil da Polícia Federal. Agora a polícia vai levantar todas as unidades nas quais o médico trabalha e tentar encontrar novas possíveis vítimas.
O Conselho Regional de Medicina (Cremers) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) informaram que não foram notificados da decisão judicial. Mas afirmaram que abriram uma sindicância para apurar o caso, levando à suspensão do homem. (Com informações de Rafaela Cascardoda CNN).
Jornal Folha do Progresso em 17/01/2023/07:57:00
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Vídeo mostra momento da tentativa de explosão no Aeroporto de Brasília
(crédito: Polícia Civil ) – Na véspera do Natal de 2022, faltando dias para a posse presidencial, uma tentativa de explodir um caminhão foi feita nas proximidades do Aeroporto Internacional de Brasília. O evento ocorreu por volta das 3h15, e foi flagrado pelas câmeras de segurança pública.
Segundo apuração, o acusado Alan Diego recebeu a bomba de George Washington Oliveira no acampamento em frente ao Exército, em Brasília. Wellington de Oliveira Sousa, então, o levou de carro até o local escolhido para o atentado, onde Alan colocou a bomba na traseira esquerda do caminhão.
As imagens mostram o momento em que o carro se aproxima lentamente da carreta. O plano foi mal sucedido e o explosivo foi detonado pela polícia sem que ninguém ficasse prejudicado. A explosão teria sido planejado junto com apoiadores do acampamento em frente ao QG do Exército.
Réus
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) aceitou a denúncia contra os três suspeitos de planejar o atentado a bomba no aeroporto. George Washington de Oliveira Sousa, Alan Diego dos Santos e Wellington Macedo de Souza são acusados de envolvimento na tentativa de explosão de um artefato deixado embaixo de um caminhão–tanque de combustível próximo ao Aeroporto de Brasília na véspera do último Natal.
Assista aos vídeos
Por:Jornal Folha do Progresso em 17/01/2023/07:34:26 com informações do portal Correio Braziliense
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Funai revoga ato do governo Bolsonaro que liberou extração de madeira em terras indígenas
Medida publicada no fim do mandato Bolsonaro liberou a exploração de madeira em terras indígenas, inclusive por não indígenas. — Foto: AP Photo/Leo Correa, File
Medida permitia exploração até por não indígenas e foi criticada por entidades ambientais. Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, disse que não permitirá ‘mais retrocessos’.
A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, anunciou nesta segunda-feira (16) em uma rede social que foi revogada a medida da gestão Bolsonaro que liberou a extração de madeira em terras indígenas, inclusive por não indígenas.
O g1 havia adiantado que essa era a intenção da pasta, que tinha pressa porque a autorização entrava em vigor nesta segunda. A revogação foi feita pela Funai, subordinada ao ministério, e será publicada na edição de terça-feira (17) no “Diário Oficial da União”.
Sonia Guajajara fala sobre a revogação de medida do governo Bolsonaro que liberou extração de madeira em terra indígena — Foto: Reprodução/Twitter
Publicada em dezembro do ano passado, no apagar das luzes do governo anterior, a instrução normativa previa o chamado manejo florestal sustentável em territórios demarcardos, que, em tese, deveriam ser protegidos. A mudança na regra havia sido duramente criticada por entidades ambientais.
Entenda a polêmica:
A medida permitia a exploração de madeira em terras indígenas, inclusive por organizações de composição mista, ou seja, entidades com a participação de não indígenas.
Alvo de invasores e garimpeiros, as terras indígenas estão entre os principais redutos de conservação ambiental no país. Com as regras – agora revogadas – e as lacunas na fiscalização, especialistas temiam que a medida facilitasse a exploração criminosa.
Além disso, entidades ambientais argumentavam que a medida feria a Constituição Federal, que veda a exploração de madeira nesses territórios.
Funai, Ibama e ministérios
Antes de a ministra comunicar a revogação, a Fundação Nacional do Índio (Funai), rebatizada de Fundação Nacional dos Povos Indígenas, havia dito que já estava em contato com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para “determinar providências” a respeito da instrução normativa.
Na nova composição ministerial do governo Lula, a fundação passou a fazer parte da estrutura do até então inédito Ministério dos Povos Indígenas.
Cabe destacar que a Instrução Normativa não foi objeto de consulta aos povos indígenas como previsto nos dispositivos legais existentes, logo, é natural que tenha seus efeitos suspensos até uma análise mais aprofundada e seja objeto de consulta.
— Nota da Funai
A reportagem também tinha procurado o Ibama, que é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, e o próprio ministério.
Sob Bolsonaro, que sempre defendeu a exploração de terras indígenas, a Funai havia justificado que a instrução era uma “reivindicação antiga de diversas etnias” que resultaria “em mais autonomia para os indígenas”, ampliando a “geração de renda nas aldeias de forma sustentável”.
A medida tinha sido assinada conjuntamente pelos então presidentes do Ibama, Eduardo Bim, e da Funai, Marcelo Augusto Xavier.
O que dizia a medida em 7 pontos:
Os planos de exploração poderiam ser apresentados por cooperativas integradas pelos próprios indígenas ou organizações de composição mista (a participação de não indígenas tinha que ser inferior a 50%).
O grupo interessado em fazer a exploração teria que pedir autorização e, para isso, precisaria apresentar um documento técnico avaliando os impactos cultural e econômico nas comunidades que vivem na terra indígena.
Para embasar o plano, deveria ser feito um relatório de viabilidade socioeconômica, que teria que, primeiro, ser submetido à comunidade indígena para consulta. Se aprovado, o relatório teria que ser enviado à Funai.
Também seria preciso demonstrar a viabilidade ambiental.
O plano final dependeria do aval do Ibama.
O texto previa ainda o manejo em três biomas brasileiros: amazônico, caatinga e cerrado.
A quantidade de madeira a ser extraída deveria seguir critérios específicos já existentes para cada um desses biomas (em áreas fora de terras indígenas) e que levam em conta, por exemplo, a necessidade de uso de máquinas para o arraste de toras e o ciclo de corte das árvores.
Críticas: margem para mais destruição
Na época da publicação, a instrução normativa foi duramente criticada por entidades ambientais. De acordo com Juliana de Paula Batista, advogada do Instituto Socioambiental (ISA), o documento abria margem para sérios impactos ambientais e o aumento do desmatamento em terras indígenas.
Isso representa um flagrante tentativa de burlar a Constituição Federal e o Estatuto do Índio, que estabelecem que os recursos dos rios, lagos e solos pertencem exclusivamente aos povos indígenas.
— Juliana Batista, advogada do ISO, em entrevista ao g1 em 16 de dezembro
O que diz a Constituição: De acordo com o artigo 231 da Constituição, “as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes”.
O que diz o Estatuto do Índio: Também citado por Batista, o estatuto traz em seu artigo 18 a proibição da “prática da caça, pesca ou coleta de frutos, assim como de atividade agropecuária ou extrativa” em terras indígenas por pessoas não indígenas.
Últimos 8 anos foram de calor recorde no mundo; no Brasil, ondas de frio derrubaram a temperatura em 2022, menos na Amazônia
Para a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib):
a instrução normativa violava preceitos constitucionais;
era uma resposta do governo Bolsonaro à demanda dos madeireiros;
povos que residem nos territórios afetados deveriam ter sido consultados;
“No contexto geral, os ataques aos territórios indígenas estão diretamente ligados a medidas do Poder Executivo, que ao fim do mandato, edita normas que favorecem e incentivam a exploração e a apropriação privada de terras indígenas por parte de não indígenas, dando a invasores confiança para avançarem em suas ações ilegais dentro dos territórios”, afirmou a Apib em nota na época.
Ibama e Funai sob novo comando
No último sábado (14), o deputado federal Rodrigo Agostinho foi indicado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para a presidência do Ibama.
Além de ex-prefeito de Bauru, no interior de São Paulo, Agostinho é biólogo, advogado e ambientalista, membro titular do Conselho Nacional do Meio Ambiente por dez anos.
Já a nova presidente da Funai é Joênia Wapichana, a primeira mulher indígena a assumir o cargo. Primeira indígena eleita na história na Câmara dos Deputados, ela havia sido anunciada pelo presidente Lula como chefe da fundação ainda no final do ano passado. (Com informações do Roberto Peixoto, g1).
Jornal Folha do Progresso em 16/01/2023/18:11:36
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Polícia investiga desaparecimento de 8 pessoas da mesma família no DF; 6 corpos foram encontrados em carros de envolvidos
Na quinta-feira (12), a cabeleireira Elizamar Silva, de 39 anos, e três filhos sumiram; no dia seguinte, carro dela foi encontrado carbonizado com quatro corpos dentro. Marido dela desapareceu; entre domingo (15) e esta segunda (16), pai, mãe e irmã do homem sumiram, e mais dois corpos foram localizados.
As polícias civis de Goiás e do Distrito Federal investigam o desaparecimento de oito pessoas de uma mesma família, moradora do DF. Desde a semana passada, seis corpos foram encontrados em dois carros carbonizados, pertencentes aos desaparecidos
Elizamar Silva, de 39 anos, e três filhos dela sumiram na última quinta-feira (12). Ela é dona de um salão de beleza na quadra 307 da Asa Norte, em Brasília. No dia seguinte, o veículo dela foi encontrado com quatro corpos dentro, próximo a Cristalina (GO), no Entorno do DF. O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás.
Elizamar desapareceu após sair para buscar o marido, de 30 anos, na casa da sogra, na região do Itapoã. Nesta segunda-feira (16), a Polícia Civil do DF informou que ele também está desaparecido, assim como o pai, a mãe e uma irmã do homem.
Nesta madrugada, a corporação encontrou outros dois corpos, dentro de um carro carbonizado, que pertencia ao pai do marido de Elizamar. O caso é apurado pela 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá.
Elizamar Silva e os filhos desapareceram na noite de quinta-feira (12), no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução
Desaparecimento de mãe e filhos
Elizamar é moradora de Santa Maria, no DF, e vive há dez anos com o marido. Ela é mãe de um rapaz de 24 anos, de uma jovem de 18 anos, além das três crianças que também estão desaparecidas: os gêmeos Rafael e Rafaela, de 6 anos, e Gabriel, de 7 anos.
À TV Globo, a filha mais velha da cabeleireira disse que esteve no local em que o carro da mãe foi encontrado e que reconheceu o veículo. A família espera o resultado do exame de DNA, que será realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Luziânia, para identificar os corpos.
Carro carbonizado em que quatro corpos foram encontrados, em Cristalina, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Militar
A Polícia Civil de Goiás, responsável pela investigação, disse que ainda não há suspeitos do crime. Segundo o delegado Cassius Zamó, as linhas de apuração estão em sigilo para não interferir no trabalho da polícia.
Antes da localização do veículo, a filha mais velha de Elizamar fez uma publicação nas redes sociais. Ela dizia que a mãe e três irmãos estavam desaparecidos, desde que o marido da cabeleireira pediu para que ela fosse buscá-lo na casa da mãe dele (veja abaixo).
Segundo os filhos, depois de sair de casa, a cabeleireira parou de responder às mensagens no celular e não atendeu mais o telefone.
Publicação da Filha de Elizamar Silva, desaparecida em 12 de janeiro, no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução
Desaparecimento da família do marido
Já no domingo, foi registrada uma segunda ocorrência na 33ª Delegacia de Polícia, em Santa Maria, para registrar o desaparecimento de outras quatro pessoas. São elas:
Companheiro de Elizamar, de 30 anos;
Pai dele, de 54 anos;
Mãe dele, de 52 anos;
Irmã dele, de 25 anos.
Na madrugada desta segunda, segundo a Polícia Civil do DF, um carro pertencente ao sogro de Elizamar foi encontrado, na BR-251, com dois cadáveres carbonizados.
“Até o momento não temos informações se esses dois corpos localizados hoje (16) são dos desaparecidos. As diligências prosseguem no sentido de elucidar a dinâmica dos fatos e autoria dos crimes”, diz a corporação, em nota.
Jornal Folha do Progresso em 16/01/2023/17:18:02
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Audiências de custódia já ouviram 800 presos por atos golpistas
Cerca de 800 pessoas presas em flagrante no dia 8 de janeiro por participarem de atos golpistas em Brasília já passaram por audiências de custódia, informou o Ministério Público Federal (MPF).
As oitivas têm o objetivo de evitar prisões ilegais ou desnecessárias e devem ser encerradas ainda hoje, de acordo com o interventor federal na segurança pública do Distrito Federal, Ricardo Cappelli.
As audiências estão sendo conduzidas pela Justiça Federal do DF, por meio de um mutirão que envolve promotores, procuradores e outros agentes do sistema de Justiça.
Ao todo, 1.398 pessoas (904 homens e 494 mulheres) foram presas, segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seape). A decisão final sobre manter ou não as prisões caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito dos atos antidemocráticos no Supremo Tribunal Federal (STF) – onde o caso tramita.
Conhecimento das plantas dos prédios
Ricardo Cappell disse nesta segunda-feira, 16, que a investigação sobre os responsáveis pelos atos golpistas de 8 de janeiro apura se havia pessoas envolvidas com conhecimento da planta da Câmara e do Planalto.
“Há indícios, e a investigação está apurando, de que pessoas que invadiram Câmara e Planalto tinham conhecimento dos locais, conheciam a planta. O processo está em curso, comandado pela Polícia Federal com apoio da Polícia Civil”, afirmou durante entrevista coletiva realizada no batalhão da PM que faz a segurança da Esplanada dos Ministérios, ao lado da governadora interina do DF, Celina Leão, e do presidente da Câmara, Arthur Lira.
Questionado sobre a presença de profissionais em meio aos golpistas, Cappelli disse que ouviu, de policiais feridos durante os atos, que os agentes de segurança não estavam “enfrentando apenas manifestantes”. O interventor disse ouvir de um sargento ferido que “existiam homens no campo de batalha com conhecimento do terreno, de táticas de combate, com características profissionais que estavam no meio dos manifestantes”. (Com informações do Estadao Conteudo).
Jornal Folha do Progresso em 16/01/2023/16:25:29
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Paraense preso com arsenal no DF pesquisou sobre dinamite na Shopee
George e outros três instalaram uma das bombas em um caminhão-tanque que estava parado nos arredores do aeroporto de Brasília (Foto:Reprodução).
Sem sucesso na busca digital, o homem acabou comprando cinco bananas de dinamite por R$ 600 de um contrabandista no Pará
O paraense George Washington de Oliveira Sousa, de 54 anos, preso no dia 24 de dezembro com armas e explosivos erm Brasilía, pesquisou no site da Shopee, plataforma global de e-commerce, sobre compras de bombas.
Ao pesquisar sobre explosivos na internet, ao invés de artefato explosivo (que não é comercializado pela empresa), o gerente de postos de combustíveis se deparou com uma banda chamada Dinamite Joe. Sem sucesso na busca digital, o homem acabou comprando cinco bananas de dinamite por R$ 600 de um contrabandista no Pará.
Na última sexta-feira (13), a Justiça do Distrito Federal publicou o aceite da denúncia do Ministério Público, que pede a condenação de George e outros dois comparsas por crime de explosão com pena de três a seis anos de detenção. Os três instalaram uma das bombas em um caminhão-tanque que continha 600 mil litros de combustível armazenado e que estava parado nos arredores do aeroporto de Brasília. O pacote foi descoberto a tempo e não houve a explosão.
Os outros dois acusados de tentar explodir o veículo, Wellington Macedo de Souza, conhecido como “Preso do Xandão” e Alan Diego dos Santos Rodrigues, estão foragidos. (As informações são do portal Veja).
Jornal Folha do Progresso em 16/01/2023/15:38:29
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Exclusivo: veja imagens de radicais bolsonaristas plantando bomba em caminhão perto do aeroporto de Brasília
(Foto:Reprodução) – O Fantástico teve acesso exclusivo à investigação que apura o passo a passo do plano terrorista e revela, em primeira mão, a identidade do terceiro envolvido no caso. Neste domingo (15), ele e os outros dois homens foram denunciados pela Justiça.
O Fantástico teve acesso exclusivo à investigação da Polícia Civil do Distrito Federal que apura o passo a passo do plano terrorista e revela em primeira mão a identidade do terceiro envolvido no caso.
O terceiro acusado de ser cúmplice do plano é Wellington Macedo de Souza. Bolsonarista radical com forte presença nas redes sociais, Wellington teve a prisão decretada por Alexandre de Moraes por incentivar atos antidemocráticos no dia 7 de setembro de 2021. Desde então, cumpria prisão domiciliar e usava tornozeleira eletrônica. Mesmo assim, frequentava o acampamento bolsonarista.
Segundo a investigação, Alan recebeu a bomba de George no QG do Exército e, então, teve a ajuda de Wellington, que dirigiu até o local do atentado. Foi o monitoramento da tornozeleira eletrônica dele que permitiu à polícia refazer os passos dos dois naquela noite, e o Fantástico obteve, com exclusividade, as imagens da ação dos criminosos.
Através das câmeras de segurança de uma loja e do próprio caminhão onde a bomba foi plantada, é possível ver o momento em que o carro de Wellington se aproxima lentamente do veículo, para que Alan coloque a bomba. (As informações são do G1 globo).
Jornal Folha do Progresso em 16/01/2023/11:04:55
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Deputado Rodrigo Agostinho é o novo presidente do Ibama
Deputado Rodrigo Agostinho vai presidir o Ibama, órgão ligado ao Meio Ambiente – (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
O Ministério do Meio Ambiente confirmou neste sábado (14) a indicação do deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP) para presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama). Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista no Congresso Nacional, Agostinho tem formação técnica e atuação política na área.
Após a confirmação, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou pelas redes sociais a atuação de Agostinho em defesa da pauta ambiental no Congresso Nacional. “Ele é biólogo, ambientalista e advogado. Possui, ainda, mestrado em Ciência e Tecnologia com ênfase em Biologia da Conservação e vários cursos de especialização e pós-graduação”, destacou a pasta.
Também pelas redes sociais, o novo presidente do Ibama se diz honrado com o convite e promete empenho. “Faremos uma gestão técnica, valorizando o trabalho dos servidores”, postou nas redes sociais.
Entre as principais atribuições do Ibama, estão o poder de polícia ambiental, no combate ostensivo à prática de crimes, a concessão de licenciamento e autorização de uso dos recursos naturais, além de fiscalização, monitoramento e controle ambiental.
Por:Jornal Folha do Progresso em 16/01/2023/06:57:40 com informações do portal Gazeta do Povo
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