Após encontro entre Biden e Lula, EUA deve anunciar recursos para o Fundo Amazônia

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, recebe Lula na Casa Branca nesta sexta-feira (Foto:Kevin Lamarque / Reuters).

Os dois presidentes se reúnem nesta sexta-feira, na Casa Branca

Os presidentes Luiz Inácio Lula das Silva (PT) e Joe Biden, dos Estados Unidos, terão um encontro nesta sexta-feira (10), no Salão Oval da Casa Branca.

Após a conversa, o governo norte-americano deve anunciar sua intenção de injetar recursos no Fundo Amazônia, de acordo com o comunicado conjunto que era negociado entre os dois países na noite de quinta-feira (9).

O texto afirma que a defesa do meio ambiente e os investimentos em energia sustentável são os principais eixos do relançamento das relações entre Brasil e EUA, após anos de esfriamento durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Principal iniciativa de arrecadação de recursos para conservação e combate ao desmatamento na floresta, o Fundo Amazônia é bancado pela Noruega e pela Alemanha, e, em menor parte, pela Petrobras, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

Porém, as negociações para envio de recursos de outros países não avançavam desde a gestão Ricardo Salles no Meio Ambiente, porque havia a avaliação de que o Brasil não dava sinais de comprometimento nessa temática.

No final de janeiro deste ano, já no governo Lula, a Alemanha anunciou o repasse de mais de 200 milhões de euros para ações ambientais na Amazônia; de acordo com o anúncio, 35 milhões de euros serão destinados ao Fundo Amazônia;

Comunicado conjunto

Diplomatas informaram que a iniciativa de um comunicado conjunto entre EUA e Brasil teria partido de autoridades do governo americano.

No texto, os dois governo também condenam o extremismo político, firmam o apoio americano à expansão do Conselho de Segurança da ONU e citam a Guerra da Ucrânia, sem uma condenação direta à Rússia. (As informações são da Folha de São Paulo).

Jornal Folha do Progresso em 10/02/2023/10:40:12

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Pix tem novas regras para transações; veja todas as mudanças

 Novas regras afetam os limites e transações do Pix; entenda – (Foto:Reprodução).

Alterações foram implementadas desde o começo de 2023. Confira o que mudou.

Desde que foi lançado, em novembro de 2020, o Pix se tornou a principal ferramenta para transferência de dinheiro no país, superando até mesmo métodos tradicionais. Hoje em dia, o método de pagamento é utilizado até em alguns tipos de transporte público.

O Banco Central modificou as regras do Pix em janeiro, e é preciso saber como alterar os limites de uso. Isso porque agora o cliente pode transferir todo o limite diário de uma vez só (antes havia uma trava por transação).

Se a pessoa tinha um limite diário de R$ 3.000, mas uma trava de R$ 1.000 por transação, precisava fazer três vezes a mesma operação para conseguir transferir tudo. Agora é de uma vez só. Para conhecer, aumentar ou diminuir esse limite diário, é só usar o app no celular ou o internet banking no computador. Veja a seguir como fazer isso nos apps dos principais bancos.

Banco do Brasil

A tela inicial do aplicativo exibe a opção “Meus limites”. Após clicar nela, o usuário verá diversas opções, entre elas Pix. O próximo passo é selecionar “Personalizar limites Pix” e, logo depois, escolher se fará ajustes no valor mensal, diário ou noturno, por exemplo.

A redução é aprovada automaticamente no app, mas o pedido de aumento precisa ser confirmado pelo internet banking ou em uma agência bancária do Banco Brasil. O processo de aprovação leva 24h após a solicitação.

Bradesco

O primeiro passo é clicar na opção “Pix” e logo depois em “Limites Pix”. O cliente é direcionado a uma tela em que pode fazer o gerenciamento do limite de transferências da conta-corrente e da conta-poupança. É possível digitar ou usar o comando deslizável para escolher os valores e confirmar para completar o pedido.

Caixa

O usuário clica no campo “Pix” e, em seguida, a tela exibe a opção “Meus limites”. Lá é possível fazer as alterações desejadas para transferência e clicar em “Confirmar” para finalizar a solicitação. O valor máximo para transações diárias é R$ 5.000, que pode ser modificado para R$ 30 mil para pessoas físicas ao iniciar o pedido no app validar o celular no caixa com a solução Mobile Forte.

Itaú

É necessário tocar na opção “Pix” para ser direcionado aos “Meus limites”. Lá é possível fazer ajustes de valores transferência entre suas contas, contatos salvos e não salvos e pessoas jurídicas. Basta selecionar a quantidade que deseja e depois clicar em “Confirmar” para concluir a solicitação.

Nubank

Vá até a “Área Pix” e selecione a opção “Configurar Pix”, onde será possível gerenciar o limite diário de transferências. No campo “Meus limites Pix” aparece os ajustes de transação. Ainda é possível adicionar pessoas na “Lista de confiança”, função que permite fazer Pix de qualquer valor para contatos de confiança, como amigos e familiares.

Pagbank

Clique no ícone “Perfil” e selecione a opção “Meus limites”. Toque em “Transferências Pix” e, na sequência, em “Mais opções”. A tela exibirá o limite atual do usuário, que poderá ser ajustado para mais ou menos em “Solicitar ajuste de limite diário”. Clique em “Confirmar” para encerrar.

Santander

O cliente clica no ícone “Pix” para ser direcionado à opção “Meus limites Pix”. É possível mudar os valores de transferência —ao digitar os números desejados ou utilizar o comando deslizável— entre contas próprias e para terceiros. A solicitação é encerrada com um toque na opção “Salvar”. (DOL, com informações do UOL).

Jornal Folha do Progresso em 10/02/2023/10:22:36

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PF inicia Operação Libertação para combater garimpo ilegal em terras Yanomami

(Foto:PF) – Policiais federais atuam na inutilização da logística de funcionamento dos garimpos ilegais e no registro das provas e perícias em relação ao crime

Boa Vista/RR. A Polícia Federal iniciou nesta sexta-feira (10/2) as ações de erradicação do garimpo ilegal em terras Yanomami, no âmbito da Operação Libertação.

Os trabalhos visam à interrupção da logística do crime, com foco na inutilização da infraestrutura utilizada para a prática do garimpo ilegal bem como a materialização das provas sobre a atividade criminosa.

As ações de combate ao crime são realizadas por força-tarefa de entes governamentais, liderada pela Polícia Federal e composta pelo Ibama, Funai, Força Nacional e Ministério da Defesa.

Nesta fase, a PF atuará na interrupção do delito, por meio da destruição de maquinários e meios dedicados ao crime.

O objetivo é proteger a população Yanomami e erradicar o garimpo ilegal por completo ao longo de todas as fases da Operação Libertação.

O foco principal, neste momento, é interromper a prática criminosa e proporcionar a total e efetiva retirada dos não indígenas da Terra Yanomami, preservando os direitos humanos de todos os envolvidos.

Como reforça o chefe da Diretoria de Meio Ambiente e Amazônia da PF, Humberto Freire, “o foco das ações é na logística do crime e no registro da materialidade delitiva, não nas pessoas envolvidas, de modo a evitar que haja dificuldades na saída dos não índios da Terra Yanomami”.

O diretor ressalta também a importância de se evitar uma outra crise humanitária, em relação aos garimpeiros que não consigam sair da área e também acabem sem meios de subsistência mínima. “Não podemos esquecer que o foco principal da operação é a desintrusão total dos não índios da TI Yanomami”, reforça.

A Operação Libertação permanecerá em andamento até o restabelecimento da legalidade na terra indígena Yanomami.

As ações de planejamento estão sendo realizadas no Centro de Comando e Controle da Operação Libertação, ambiente de trabalho localizado na Superintendência Regional da PF em Roraima para permitir a atuação, de maneira integrada, dos órgãos envolvidos na ação. (Com informações do gov.br/pf).

Jornal Folha do Progresso em 10/02/2023/10:03:28

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INPE: Desmatamento na Amazônia caiu 61% em janeiro

O Ministério da Justiça prorrogou até o dia 12 de julho de 2023 o uso de agentes da Força Nacional de Segurança Pública em toda a Amazônia Legal (Foto:Araquém Alcântara / Ascom Imazon).

De acordo com números divulgados pelo Instituto, o acumulado de alertas de desmatamento foi de 167 km², a quarta menor marca para o mês na série histórica do Deter

Números divulgados nesta sexta-feira (10), pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontam que o acumulado de alertas de desmatamento na Amazônia Legal foi de 167 km² no mês de janeiro de 2023.

Esse resultado é a quarta menor marca para o mês na série histórica do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que começou em 2015, e representa uma queda de 61% em relação ao ano anterior, quando o índice chegou a 430 km².

Os alertas de desmatamento são feitos pelo Deter, que produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²).

A taxa deste ano só ficou acima das marcas de 2017, 2019 e 2021, quando o índice chegou a 58, 136 e 83 km², respectivamente.

Quando assumiu o Ministério do Meio Ambiente pela segunda vez, Marina Silva criticou a política ambiental dos últimos anos e reafirmou o compromisso do atual governo com o desmatamento zero no bioma, uma das promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além disso, o Ministério da Justiça prorrogou até o dia 12 de julho de 2023 o uso de agentes da Força Nacional de Segurança Pública em toda a Amazônia Legal, contribuindo assim no combate a incêndios florestais e queimadas na região e apoiando as ações de fiscalização e de repressão ao desmatamento ilegal e demais crimes ambientais. (As informações são do G1 Nacional).

Jornal Folha do Progresso em 10/02/2023/09:44:56

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Mulher encontrada enterrada debaixo da própria casa. Companheiro detido

Corpo de Jéssika Rayara foi encontrado enterrado embaixo da casa onde morava — Foto: Redes sociais/ Reprodução

De acordo com a polícia brasileira, a mulher foi dada como desaparecida no domingo quando, após denúncia dos vizinhos, os dois filhos, de 2 e 5 anos, foram encontrados sozinhos dentro da residência.

Uma mulher de 22 anos foi encontrada enterrada debaixo da casa onde morava com o companheiro e os dois filhos, na terça-feira, em Ituporanga, Santa Catarina, Brasil.

O companheiro da vítima foi preso por suspeitas de ser o culpado do homicídio.

De acordo com a polícia brasileira, citada pelo G1 esta quarta-feira, a mulher foi dada como desaparecida no domingo quando, após denúncia dos vizinhos, os dois filhos, de 2 e 5 anos, foram encontrados sozinhos dentro da residência.

“Os policias da delegacia, incansáveis, continuaram, desde a madrugada de ontem [terça-feira], à procura do corpo nas imediações do local”, referiram as autoridades, acrescentando que “ao fim da tarde, foi localizado o cadáver escondido debaixo da casa”.

Segundo a polícia, o homem foi encontrado pelas autoridades no alojamento do irmão, próximo da casa da família, tendo sido preso após ter contado histórias contraditórias.

As informações revelam que o casal vivia um relacionamento conflituoso.

Por:Jornal Folha do Progresso em 10/02/2023/07:34:26 com informações do portal Noticias ao Minuto

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Em meio à tensão entre Estados Unidos e China, Lula se encontra com Biden, nesta sexta-feira (10)

(Foto:Reprodução) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrará, nesta sexta-feira (10), com o mandatário dos Estados Unidos, Joe Biden, em Washington em meio a uma tensão entre os norte-americanos e a China.

Na quinta-feira (9), data da chegada de Lula ao país, foram divulgadas informações oficiais –que até então eram confidenciais– sobre o balão chinês abatido enquanto sobrevoava o estado de Montana.

Conforme o Departamento de Estado dos EUA, o balão era capaz de monitorar sinais de comunicação e fazia parte de uma frota que passou sobre 40 países em cinco continentes. A China, por sua vez, afirma que se trata apenas de um balão meteorológico.

O episódio aumenta a tensão entre as duas potenciais mundiais, que também disputam uma aproximação com o Brasil. Biden deve convidar Lula para a cúpula internacional da democracia em março, numa tentativa de construir uma espécie de aliança ocidental e diminuir a influência da China.

Entretanto, março é o mês que Lula viajará para o país asiático. O governo chinês quer aumentar ainda mais os negócios no Brasil, parceiro do país no Brics, junto com Rússia, Índia e África do Sul.

O Brasil, por sua vez, quer usar o encontro para tentar convencer o líder Xi Jinping a fazer parte dos esforços pela negociação da paz na Ucrânia.

Entre a atual viagem para Washington e a próxima, para Pequim, o Brasil também fica no meio de uma batalha pela tecnologia. Joe Biden já investiu centenas de bilhões de dólares numa política industrial que tenta deslocar da Ásia para os EUA e outro países a produção de chips.

Um dos contemplados poderia ser o Brasil, que ao mesmo tempo é visto pela China como um parceiro estratégico para receber investimentos em infraestrutura, o que aumentaria a influência chinesa nas Américas.

Para Larissa Wachholz, sócia da Vallya e especialista em Ásia, “o Brasil tem que tomar, sim, um cuidado muito importante de manter uma posição de neutralidade, que faz sentido para o interesse nacional”. “Nunca é fácil manter essa posição, ainda mais em um cenário de conflitos em algumas regiões do mundo. Mas já houve situações no passado que o Brasil conseguiu negociar com os dois lados e, de certa forma, atraiu para si o melhor dessas duas posições. E foi assim até com a tecnologia nuclear.”

“Então, eu acho que a gente precisa trazer essa experiência de novo para o jogo e isso vai ser importante para esses próximos anos que enfrentaremos. Não podemos cair na cilada, de tomar, escolher um lado. São dois parceiros muito importantes, por razões diferentes. Temos que conseguir trabalhar com ambos”, continuou.
Agenda

Às 11h (de Brasília) o chefe do Executivo brasileiro concede uma entrevista na Blair House, também conhecida como “The President’s Guest House” (Casa de Hóspedes do Presidente, em tradução livre), por costumeiramente ser a residência oficial onde ficam os chefes de Estado que visitam Washington.

No mesmo local, o petista terá outros encontros. Às 12h30 se reúne com o senador democrata Bernie Sanders, um dos autores da resolução no Congresso para que, no ano passado, o resultado da eleição no Brasil fosse imediatamente reconhecido, o que foi visto como um ato em defesa à democracia.

Para as 13h15, está programada uma audiência com deputados do Partido Democrata. Às 14h, Lula se reunirá com representantes da Federação Americana de Trabalho e Congresso de Organizações Industriais.

A chegada à Casa Branca está programada para 17h30, com a fotografia oficial no local. A partir das 18h começa sua reunião com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

Segundo apuração da âncora da CNN Daniela Lima, o presidente brasileiro quer construir uma relação pessoal com Biden, a exemplo do forte vínculo que tinha com George W. Bush e do bom elo que construiu com Barack Obama. Esse último, inclusive, chegou a se referir a Lula como “o cara” durante uma reunião do G20, em Londres.

A expectativa é de que Lula também leve para o centro do debate a importância do Brasil para a manutenção da democracia nas Américas e a capacidade do país como força de combate à extrema-direita.

Nesse sentido, o petista deverá falar sobre os ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília, no dia 8 de janeiro, e sobre como estão as investigações sobre os atos criminosos.

Fontes ligadas a Lula garantem que o presidente brasileiro está preparado para responder sobre as ações do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso. Além da diferença das legislações de entre Brasil e EUA, o objetivo é mostrar que o que tem sido feito pela Suprema Corte Brasileira é algo inovador para combater os ataques à democracia.
Outras pautas

Biden, por sua vez, pretende discutir com Lula os problemas e as eventuais soluções para questões raciais e sociais nos dois países. A informação foi confirmada à CNN por diplomatas americanos envolvidos na organização do encontro bilateral entre os dois líderes. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, estará presente na comitiva.

Tanto os diplomatas americanos quanto o Itamaraty concordam que os dois países enfrentam graves problemas nas duas áreas e têm muitas experiências a compartilhar. Ou, como disse um diplomata americano, “um país pode aprender muito com o outro, e vice-versa”.

Lula e Biden também vão conversar sobre como encontrar caminhos conjuntos para defender a democracia e debaterão ações concretas para conter as mudanças climáticas e preservar o meio ambiente.

O presidente brasileiro já adiantou que pretende debater com o colega americano formas de conter a disseminação de informações deliberadamente falsas no mundo digital.

Qualquer avanço neste campo vai depender muito da participação americana, já que as maiores redes sociais do mundo operam a partir daquele país.
Janja vai ter encontro com esposa de Biden

A primeira-dama brasileira, Rosângela da Silva, a Janja, vai ter um encontro reservado com Jill Biden, esposa do presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca.

O encontro é mais uma das agendas que compõem a viagem de membros do governo brasileiro, encabeçado pelo presidente Lula à capital americana.

Janja se reúne com a primeira-dama americana às 15h30. (Com informações da CNN).

Jornal Folha do Progresso em 10/02/2023/07:44:35

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Alimentos e bebidas ficaram mais caros; veja itens que mais subiram e o que ficou mais barato

Variação foi puxada, principalmente, pelo grupo Alimentação e Bebidas (Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil).

Inflação em janeiro foi de 0,53%. Alta foi puxada, principalmente, por Alimentação e Bebidas, que tem 41 itens entre os 50 itens que mais subiram

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE, subiu 0,53% em janeiro em todo o país, registrando o quarto mês seguido de alta. Porém, houve uma desaceleração em relação a dezembro, quando a inflação teve alta de 0,62%.

Essa variação foi puxada, principalmente, pelo grupo Alimentação e Bebidas, que tem 41 itens entre os 50 itens que mais subiram. Além disso, esse grupo contribuiu com 0,13 ponto percentual no índice. Em segundo lugar vem o Transporte, que contribui com 0,11 ponto percentual no indicador.

Veja a variação nos grupos pesquisados

Alimentação e bebidas: 0,59%
Habitação: 0,33%
Artigos de residência: 0,70%
Vestuário: -0,27%
Transportes: 0,55%
Saúde e cuidados pessoais: 0,16%
Despesas pessoais: 0,76%
Educação: 0,36%
Comunicação: 2,09%

Veja os 10 itens que mais subiram

Abobrinha: 44,05%
Cenoura: 17,55%
Morango: 16,46%
Tangerina: 15,51%
Batata-inglesa: 14,14%
Couve-flor: 13,83%
Peixe-filhote: 12,31%
Açaí (emulsão): 12,29%
TV por assinatura: 11,78%
Peixe-tainha: 11,25%

Veja os 10 itens que mais recuaram

Limão: -36,45%
Cebola: -22,68%
Transporte por aplicativo: -17,03%
Pepino: -5,88%
Perfume: -5,86%
Vinho: -5,62%
Pimentão: -4,14%
Banana-d’água: -3,7%
Maracujá: -3,05%
Fígado: -2,93%

12 meses

Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 5,77%, o que também representa uma desaceleração em relação ao avanço de 5,79% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro do ano passado, a variação havia sido de 0,54%. Dos 50 itens que mais subiram, 38 são alimentos e bebidas. (Com informações do O Liberal).

Jornal Folha do Progresso em 09/02/2023/17:34:02

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Justiça decide soltar Sérgio Cabral e cumprirá medidas cautelares

Sérgio Cabral havia passado para prisão domiciliar (Foto:Tomas Silva/ABr)

Desembargadores substituem prisão domiciliar por uso de tornozeleira

Na tarde desta quinta-feira (9), os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 2ª Região decidiram, por cinco votos a três, substituir a prisão domiciliar do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral por medidas cautelares.

Entre essas medidas, estão o uso de tornozeleira eletrônica, a apreensão do passaporte do ex-governador e seu comparecimento mensal à Justiça. As informações são de O Globo.

Na decisão, o relator do processo, desembargador Marcello Granado, votou contra o pedido da defesa de Cabral de soltar o ex-governador.

O magistrado alegou que a mudança da cadeia para a prisão domiciliar já é um benefício para o réu, visto que ele deixou o presídio da Polícia Militar em Niterói (RJ) em 19 de dezembro do ano passado após ficar seis anos preso. ( As informações são de O Globo.).

Jornal Folha do Progresso em 09/02/2023/17:29:38

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Fuga de garimpeiros em terras Yanomami põe em risco reservas indígenas no Pará, alertam especialistas

Garimpo em área da TI Yanomami, em Roraima — Foto: Paulo Zero

Especialistas destacam que saída de garimpeiros de Roraima gera risco de aumento de malária e doenças sexualmente transmissíveis. Principais impactadas são as áreas dos Munduruku e Kayapós, terras preservadas mais atacadas pelo garimpo no Brasil.

Garimpeiro caminha sozinho na região indígena durante a fuga — Foto: AP Photo/Edmar Barros
Garimpeiro caminha sozinho na região indígena durante a fuga — Foto: AP Photo/Edmar Barros

A fuga de garimpeiros da Terra Indígena Yanomami, em Roraima, agrava a situação em terras indígenas no Pará, onde já há forte incidência de garimpo ilegal, alertam especialistas.

Entre os locais apontados como possíveis destinos estão as Terras Indígenas Sai Cinza, Munduruku e Kayapó. As duas últimas são as mais impactadas pela extração irregular em áreas de preservação.

Os garimpeiros que exploram minérios na Terra Indígena (TI) Yanomami fogem do território desde o início de ações do governo Lula (PT) para reprimir a atividade ilegal. Em 20 de janeiro, o Ministério da Saúde decretou emergência na TI.

Na quarta-feira (8), uma força-tarefa do governo federal destruiu um avião, um trator de esteira e estruturas usadas na logística do garimpo.

A estimativa é que ao menos 20 mil garimpeiros estejam ilegalmente na Terra Indígena Yanomami. São pouco mais de 30 mil Yanomami na área que deveria, por lei, ser preservada. No entanto, a comunidade tem sofrido com o avanço do garimpo ilegal, que só em 2022 cresceu 54%.

Dados coletados pelo MapBiomas indicam que 9,3% de toda atividade de garimpo no país, em 2020, ocorreu dentro de áreas indígenas. As Terras Indígenas Kayapó e Mundukuru, ambas no Pará, e a Yanomami, em Roraima, lideram o ranking.

Com Roraima no radar das autoridades e a Aeronáutica no controle do espaço aéreo, garimpeiros fogem de barco, arriscam voos e passam dias em caminhadas por terra para cidades no entorno. Eles seguem rumo a outros lugares conhecidos do garimpo. A 1,2 km da TI Yanomami fica a reserva Mandukuru, a mais próxima dentro do Pará.

Maior pressão em área em conflito

Antropóloga do Instituto Socioambiental (ISA), Luísa Molina atuou por sete anos entre as TIs Mandakaru e Kayapó. Segundo ela, a maior presença de garimpeiros em um local já marcado por disputas agravará os conflitos pelas terras.

“No alto Tapajós, a TI Munduruku fica ligada a um município chamado Jacareacanga e ela ficou no primeiro lugar como munícipio com maior índice de mortes violentas intencionais em 2022. São locais muito conflagrados, e o garimpo movimenta tudo: relações políticas, comerciais, familiares”, afirma ao g1.

Para além das perseguições aos indígenas, Molina cita que o garimpo representa um espaço de circulação intensa de armas, em que há drogas, consumo intenso de álcool e inclui o aliciamento de indígenas, com exploração de trabalho e sexual.

“Tem todo um rol de problemas que acompanham a atividade e que precisam ser tratados de maneira sistêmica. A preocupação é com a intensificação desses impactos que já existem nesses locais”, diz.

No caso específico da Terra Indígena Munduruku, há uma diferença em relação à Terra Yanomami: há conflitos entre os próprios indígenas sobre a questão do garimpo. Parte entende que deve ajudar a extração como meio de sobrevivência, e outra defende impedir a atuação de garimpeiros.

A preocupação é compartilhada por Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima. O ambientalista avalia que a ação do governo federal em Roraima é pontual e não determina o fim do garimpo ilegal na região.

“Não vai acabar o garimpo só com uma determinação [do governo]. O que podemos ter é: parar por agora [o garimpo], e você pode ter a migração desse garimpo para outras áreas garimpeiras, como a Munduruku. O que vai tornar muito pior o que já está ruim”, afirma.

De acordo com indígenas e pesquisadores, há registro de novos focos de destruição em municípios da região oeste do Pará desde setembro do ano passado, região em que ficam os Munduruku.

Em 2021, a Organização das Nações Unidas condenou ataques de garimpeiros realizados tanto contra o povo Yanomami quando Munduruku.

Garimpo e crise Yanomami

O avanço do garimpo ilegal resultou numa das piores crises sanitárias da história em três décadas de demarcação da Terra Yanomami, a maior reserva indígena do país. Crianças e adultos enfrentam casos severos de desnutrição e malária.

A invasão do garimpo predatório, além de impactar no aumento de doenças no território, causa violência, conflitos armados e devastação ao meio ambiente — com o aumento do desmatamento, poluição de rios devido ao uso do mercúrio, e prejuízos para a caça e a pesca, impactando nos recursos naturais essenciais à sobrevivência dos indígenas na floresta.

A falta de um plano que leve em conta o impacto da fuga de garimpeiros preocupa pelas consequências de saúde, como a proliferação de malária — um dos motivos para a emergência de saúde junto aos Yanomami.

“Pode ser que se tenha um contingente de pessoas que vai para essas áreas, gente que desista do garimpo, mas certamente não existe nenhuma política de recepção dessas pessoas”, diz Astrini, ao se referir às cidades em torno do garimpo.

Sarah Shenker, ativista da ONG Survival International, considera dentro do esperado a saída dos garimpeiros invasores. O coletivo atua junto aos Yanomami em Roraima desde 1992, quando foi criada a Terra Indígena e houve a primeira expulsão de garimpeiros no local.

“Agora é o pior momento desde a demarcação de 1990. É necessário tirar todos os garimpeiros para que haja zero garimpeiros na Terra Yanomami. Não teve nada no nível de agora, com tantos garimpeiros chegando”, afirma.

Ela destaca que os invasores possuem armamento pesado e alianças com o crime organizado. “Então, realmente, é um contexto muito violento.”

Na terça-feira (7), a ministra dos Povo Indígenas, Sônia Guajajara, demonstrou preocupação com a disseminação de doenças com a saída dos garimpeiros ilegais da Terra Yanomami.

Há casos de garimpeiros contaminados por malária, DSTs e outras enfermidades. A preocupação é que, com a saída dos garimpeiros, doenças cheguem às cidades próximas ao território.

O risco de migração deflagrou ações tanto do Ministério Público de Roraima quanto do MPF do Pará. O primeiro informou ao g1 que cobrou das autoridades e do governo de Antonio Denarium (PP) mapeamento da situação e medidas para “mitigar impactos sociais da chegada em massa” de garimpeiros.

Já o Ministério Público Federal do Pará solicitou informações ao governo federal para verificar se houve aumento no tráfego irregular de aviões usados para o garimpo em reservas indígenas desde as ações em Roraima. O órgão aguarda resposta.

Procurado, o governo do Pará disse que “o sistema estadual de segurança está garantindo o monitoramento nas áreas estaduais” para averiguar “se há alguma movimentação ou fluxo de pessoas ligadas a garimpos ilegais saindo de Roraima para o Pará”.

Caso o êxodo seja feito para as Terras Indígenas no Pará, a antropóloga Luísa Molina prevê a necessidade de ação similar à feita junto aos Yanomami, desta vez com os Munduruku.

“Precisa de um trabalho intenso de fiscalização no entorno e em pontos críticos, com forças policiais ali dentro para garantir que os garimpeiros não entrem. Que sejam retirados e não voltem. É o básico do básico. Não sabemos se o Estado vai ter condição de fazer isso como está ocorrendo na Terra Yanomami”, diz.

Prefeitos amenizam risco

Prefeitos de cidades no entorno da Terra Indígena Yanomami dizem não ter identificado ainda aumento na demanda após a fuga de garimpeiros.

É o caso de Alto Alegre, cidade com parte do território dentro da reserva: “[Garimpeiros estão] só de passagem, não temos sentido nenhum impacto em nenhuma das áreas. Não tivemos que abrir posto de saúde, criar força tarefa.

Até agora nenhuma demanda extra e, se surgir, vamos atender”, afirma Pedro Henrique Machado (PSD), prefeito do município.

Prefeita de Mucajaí, Eronides Aparecida Gonçalves (PL), conhecida como Dona Nega, disse que se reuniu com o secretário municipal de saúde para traçar um plano de trabalho.

“Mesmo com todas as dificuldades que enfrentamos na saúde do município por atrasos e débitos por parte do governo do estado, estaremos fazendo a nossa parte”, afirmou.

Prefeito de Iracema, Jairo Ribeiro (MDB) afirmou ao g1 que o município ainda não percebeu nenhum impacto em relação à saída de garimpeiros. Realidade similar à encontrada em Caracaraí, segundo a prefeita Dianiery de Souza Coelho (Solidariedade), que diz estar “em alerta” para realizar ações de saúde caso necessário.

Em nota, a prefeitura de Amajari alegou ter “estrutura adequada para atender o possível aumento de demanda, voltada a procura por parte de garimpeiros”, diz texto da gestão Núbia Costa Lima (MDB).

Ao g1, o governo de Roraima disse que está em tratativas com o governo federal para “construção de ações de assistência para os trabalhadores em garimpo”. Uma das propostas é criar um auxílio para retirada da área Yanomami e a abertura do espaço aéreo por tempo indeterminado.

“Ainda [há] a discussão da possibilidade de criação de legislação que tratará da mineração em sistema de cooperativas de garimpeiros em áreas do Estado, fora de reservas indígenas e ambientais, de maneira ordenada e sob controle e fiscalização dos órgãos ambientais”, afirma o governo de Antonio Denarium (PP). (Com informações de Arthur Stabile, Poliana Casemiro, Taymã Carneiro e Valéria Oliveira, g1 RR e g1 PA)

Jornal Folha do Progresso em 09/02/2023/16:45:06

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Petrobras abre processo seletivo com quase 1,5 mil vagas e salários de até R$ 5.5 mil

(Foto:Reprodução)  – Inscrições começam no dia 15 de fevereiro e seguem até o dia 17 de março

A Petrobras realizará processo seletivo público para provimento de vagas de níveis médio e superior e formação de cadastro.  O edital foi publicado na manhã desta quinta-feira (9), no Diário Oficial da União (DOU), e já está disponível no site do Cebraspe, responsável pela seleção. (Com informações do O Liberal).

Veja aqui o edital completo

Jornal Folha do Progresso em 09/02/2023/10:34:52

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