PRF apreende carga de pneus estrangeiros sem nota fiscal com destino a Sinop (MT)

Foto: Reprodução | Na tarde desta segunda-feira (29), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma importante apreensão no km 119 da BR-163, em Rondonópolis (MT).

Durante rondas ostensivas, a equipe PRF abordou uma combinação de veículos de carga (CVC) que transitava em alta velocidade. Ao ser questionado, o condutor afirmou que transportava pneus de Ponta Porã (MS) para Sinop (MT), mas não apresentou qualquer documentação fiscal.

A fiscalização minuciosa foi realizada na Unidade Operacional da PRF, onde foi constatada uma grande quantidade de pneus de origem estrangeira, além de pneus fabricados no Brasil, mas produzidos exclusivamente para exportação, cuja comercialização em território nacional é proibida. O motorista declarou que o carregamento era de aproximadamente 130 pneus, os quais haviam sido retirados em um galpão em Ponta Porã, região de fronteira com o Paraguai.

Diante das irregularidades, o condutor recebeu voz de prisão e, após a formalização dos procedimentos administrativos, foi encaminhado juntamente com os pneus e os veículos para a Delegacia de Polícia Federal de Rondonópolis (MT), sendo a ocorrência inicialmente enquadrada como descaminho.

A ação reforça o compromisso da Polícia Rodoviária Federal no combate ao crime transfronteiriço e na proteção da economia nacional, garantindo mais segurança e legalidade nas rodovias federais.

Fonte: GC Notícias e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/09:12:56

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Polícia fecha fábrica que adulterava rótulos de cerveja em Nova Mutum (MT)

Foto por: Reprodução | Policiais fecharam, na manhã desta terça-feira (30), uma fábrica ilegal de bebidas alcooólicas no município de Nova Mutum (242,1 km de Cuiabá). A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) vai analisar se o conteúdo foi adulterado com soda cáustica.

A gente não descarta essa possibilidade de ter alguma questão de composição, de ser utilizado a soda

Os suspeitos utilizavam um galpão para adulterar embalagens de cerveja para marcas conhecidas e vender na cidade e regiões vizinhas.

O perito da Politec Jomar Magalhães afirmou para a imprensa local que, embora a suspeita seja de que a soda era utilizada no processo de troca de embalagem, a adição do produto na bebida não pode ser desconsiderada.

“A gente não descarta essa possibilidade de ter alguma questão de composição, de ser utilizado a soda, mas a suspeita inicial é que ela é utilizada na parte de retirar a cola com o rótulo anterior”, afirmou.

Uso de metanol em bebidas

O caso ocorre na mesma semana em que diversos episódios de intoxicação de jovens pelo produto químico metanol foram identificados em São Paulo.

A ingestão de bebidas prontas ou lacradas comercializadas em bares e distribuidoras causaram, desde junho deste ano, seis casos confirmados de intoxicação, que pode levar à cegueira ou até mesmo morte.

Além destes, outros dez estão em investigação, sendo que três deles resultaram na morte dos consumidores.

O produto, mesmo em pequenas quantidades, pode ser fatal quando ingerida pelo ser humano. As vítimas podem apresentar sintomas semelhantes à ressaca, como náuseas e dores abdominais.

O esquema

Segundo a Polícia, cinco suspeitos foram flagrados adulterando rótulos e tampinhas de garrafas para os de marcas conhecidas no mercado nacional, em um galpão localizado no bairro Cidade Nova. O grupo afirmou que era de Brasília e estava atuando no município há cerca de quatro meses.

Eles ainda confessaram já terem comercializado mais de 10 mil caixas de cerveja em Nova Mutum e região.

A quadrilha comprava a cerveja no município de Sinop (482 km de Cuiabá), a transportava para o galpão e fazia a adulteração. Eles trocavam os rótulos para de marcas como Brahma, Original e Skol e comercializavam a um preço abaixo do mercado.

O grupo tinha um lucro de mais de 100% em cada engradado. A Polícia acredita que os suspeitos são trabalhadores braçais, comandados por um financiador, que não estava no local. Além disso, a Polícia Civil também investiga o envolvimento de uma cervejaria que fornecia os produtos.

Os suspeitos foram encaminhados à delegacia em flagrante e os materiais recolhidos serão encaminhados à Politec para análise de rótulos e do conteúdo das garrafas. A Polícia Civil segue com a investigação.

Fonte: Power Mix e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/09:12:56

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Bandidos rendem família e levam R$ 60 mil em Sinop

Foto: Reprodução | Uma família foi rendida e feita refém, na manhã desta terça-feira (30), no município de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá) e durante a ação o grupo de criminosos levou celulares, joias e cerca de R$ 60 mil reais em espécie, além de transferências em valores PIX não especificados. Uma das vítimas conseguiu fugir e perseguir os criminosos de carro, contudo, acabou sofrendo um acidente e foi hospitalizada. Um homem foi preso e outros seguem foragidos.

Conforme apurado as vítimas são um idoso de 63 anos, uma mulher de 49 anos e uma jovem de 21 anos. As equipes da polícia militar foram acionadas com informações de um roubo a uma caminhonete Hilux, cor preta, e que uma das vítimas havia conseguido acompanhar os suspeitos em outro veículo, mas acabou se envolvendo em um acidente em seguida, atingindo um muro de uma residência.

Diante das informações os policiais se dividiram até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) André Maggi, onde a vítima do roubo e do acidente narrou que foi rendida com a família por 4 indivíduos armados e foi coagida a entregar mais de 60 mil reais em espécie, além de valores em pix e aparelhos celulares.

As equipes da ronda foram acionadas das informações e conseguiram chegar até um suspeito que correu pelos fundos da residência. Ao adentrar a casa foram constatadas duas vítimas sem cárcere privado desde às 8h da manhã. Ao perceber a chegada da viatura, o suspeito danificou os celulares da residência e fugiu.

Com informações de populares, foi dito que o suspeito estava deitado em uma pilha de madeira e coberto por uma lona. Ao ser encontrado foi localizado com ele uma bolsa contendo R$ 59 mil reais em cédulas de 200, 100 e 50, além de um celular branco quebrado, um cartão, um canivete, e joias de ouro.

O suspeito foi algemado e conduzido até a Delegacia de polícia. Os outros suspeitos estão foragidos. A polícia suspeita que os criminosos estejam envolvidos em outras ocorrências relacionadas a sequestro e roubos na cidade.

A vítima permaneceu sob cuidados médicos na UPA André Maggi devido aos ferimentos. As demais foram até a delegacia para os procedimentos cabíveis.

Fonte: Gazeta Digital e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/10:33:23

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STF julga futuro da Ferrogrão: setor produtivo e políticos do Pará defendem obra bilionária

 

Plenário da Câmara dos Deputados.
(Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

Suspensa desde 2023, ferrovia que ligará Pará ao Mato Grosso será analisada em 1º de outubro; parlamentares paraenses e setor produtivo defendem urgência do projeto.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar, nesta quarta (1º/10), o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra o projeto da Ferrogrão — ferrovia planejada para ligar Sinop (MT) ao porto de Miritituba (PA). A pauta, suspensa desde 2023 por decisão do então relator Alexandre de Moraes, será retomada sob a presidência recém-assumida de Edson Fachin. A expectativa é alta entre parlamentares paraenses e representantes do agronegócio, que apontam a ferrovia como essencial para destravar gargalos logísticos e impulsionar o desenvolvimento sustentável da região.

Com investimento estimado em R$ 12 bilhões da iniciativa privada e concessão de 69 anos, a ferrovia é vista como alternativa à BR-163, uma das principais rotas de escoamento de grãos e produtos do agronegócio brasileiro. O principal impasse judicial está no fato de o traçado atravessar o Parque Nacional do Jamanxim, uma unidade de conservação de proteção integral. O processo que será analisado pelo STF envolve uma ADI ajuizada pelo Psol, que questiona a legalidade de dispositivos legais que alteraram os limites da unidade de conservação ambiental.


“Capítulo final de uma novela”, diz senador paraense

Para o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), presidente da Frente Parlamentar Mista das Ferrovias Autorizadas (Frenfer), a decisão de Fachin pode representar um desfecho para uma discussão que se arrasta há anos.

“Espero que esse posicionamento do presidente do STF em colocar na pauta a ADI 6553, da Ferrogrão, seja o capítulo final dessa novela. O Supremo entende a importância da ferrovia em todos os seus aspectos, seja econômico, social ou ambiental”, afirmou o senador.

Zequinha também destacou que o próprio relator, Alexandre de Moraes, já reconheceu em despacho anterior o “papel estruturante do projeto para o escoamento da produção” e os benefícios ambientais, como a redução das emissões de CO².

“Sobretudo neste ano, ano da COP 30, em Belém, é muito importante que esse projeto saia do papel e mostre que o governo está verdadeiramente compromissado com as metas climáticas”, completou o parlamentar.


Fiepa destaca benefício ambiental do modal ferroviário

José Maria Mendonça, presidente do Conselho de Infraestrutura da Fiepa (Coinfra/Fiepa) e do Centro das Indústrias do Pará (CIP), afirmou que a Ferrogrão é vista pela entidade como um projeto estratégico para o fortalecimento da infraestrutura logística e industrial do Pará e de toda a Amazônia. Segundo ele, a ferrovia se configura como “um eixo essencial para o escoamento da produção do Centro-Oeste até os portos do Arco Norte, garantindo maior eficiência no transporte de grãos e outros produtos”.

Mendonça destacou que a iniciativa tem também forte relevância ambiental e social. Ele explicou que, ao reduzir o tráfego de caminhões na BR-163, a Ferrogrão contribuirá para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa, além de aumentar a segurança nas estradas. “Estamos falando de uma alternativa de baixo carbono, alinhada às metas globais de sustentabilidade”, reforçou.

O dirigente lembrou ainda que a dependência quase exclusiva do modal rodoviário “é mais poluente, onerosa e menos sustentável”. Para ele, a experiência internacional mostra que a ferrovia é reconhecida em diversos países como um “caminho ecológico”, por sua eficiência energética e menor impacto ambiental.

Mendonça alertou que, caso o projeto seja inviabilizado, o Pará continuará enfrentando gargalos logísticos que encarecem insumos e produtos, prejudicam a competitividade da indústria e limitam a atração de investimentos. “Sem alternativas logísticas modernas, a região permanecerá dependente de rodovias sobrecarregadas, com custos mais altos e maior impacto ambiental”, avaliou.

Para o presidente do Coinfra/Fiepa, a construção da Ferrogrão é “imperiosa”. Ele afirmou que a obra representa uma necessidade econômica, social e ambiental capaz de transformar o modelo de transporte na região, fortalecer a economia e contribuir efetivamente para a conservação do meio ambiente.


Desenvolvimento x Meio Ambiente: um dilema nacional

O deputado federal Raimundo Santos (PSD) reconhece a relevância da Ferrogrão para o agronegócio e a infraestrutura nacional, mas faz um alerta:

“Há condições ambientais que não se pode ignorar, considerando os compromissos iminentes com a realização da COP 30. O Brasil precisa demonstrar ao mundo que é possível ampliar sua competitividade sem abrir mão da sustentabilidade.”

Ele defende que a execução da obra esteja atrelada a estudos técnicos que garantam a preservação ambiental. “O Brasil tem know-how técnico-científico para viabilizar a obra, desde que cumpra todas as condicionantes ambientais”, disse.


Parlamentares pedem destravamento do projeto

Outros parlamentares da bancada paraense manifestaram apoio irrestrito à retomada da obra. O senador Jader Barbalho (MDB) foi direto:

“A minha expectativa é que o projeto seja aprovado e que todos os requisitos ambientais sejam observados.”

Já o deputado Joaquim Passarinho (PL) apontou ganhos logísticos e ambientais:

“A ferrovia vai garantir mais competitividade para a produção do estado, reduzir gargalos no escoamento e abrir novas oportunidades. Além disso, representa um ganho ambiental importante, já que o transporte ferroviário é muito menos poluente”, analisou.

Mais contundente, o deputado federal Delegado Éder Mauro (PL) criticou duramente o que considera entraves ideológicos ao projeto:

“Essa trava da Ferrogrão é o retrato do atraso do Brasil atual! Um projeto de R$ 25 bilhões e 400 mil empregos parado por decisão do STF. É um absurdo”, declarou.


Setor produtivo cobra avanço e vê prejuízos com atraso

Para os representantes do agronegócio paraense, o atraso na Ferrogrão impôs custos altos à produção e ao meio ambiente. O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Uruará, Bruno Valle, argumenta que a ferrovia “reduz o custo de transporte, a pressão sobre as rodovias e é mais sustentável ambientalmente”. Ele completa:

“É bom para o Brasil, bom para o Pará, bom para todos.”

Edno Cortezia, presidente do Sindicato Rural de Santarém (Sirsan) e vice-presidente da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja), defende que o traçado poderia ser estendido até Santarém para maior eficiência:

“Ela viabiliza a chegada dos produtos aos portos e, quanto aos fertilizantes, acredito que deveria ter ido até Santarém, o que não prejudicaria ninguém”, afirmou.

Guilherme Minssen, diretor da Faepa (Federação da Agricultura e Pecuária do Pará), lembra que o impasse teve impacto direto no meio ambiente:

“A ação do Psol foi danosa não só ao agronegócio, como ao setor ambiental, que teve que sustentar o desequilíbrio de milhares de caminhões em precárias rodovias”, relembrou.

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/09:12:56

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Pesquisa revela que 36% das bebidas alcoólicas comercializadas no Brasil são falsificadas

De acordo com a pesquisa, uma em cada cinco garrafas de vodca vendidas no Brasil é adulterada.
(Foto: Reprodução/ Freepik)

O relatório voltou à tona após casos de intoxicação por metanol.

Após o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) fazer um alerta sobre bebidas alcoólicas adulteradas em São Paulo, um relatório divulgado em abril de 2025 — que apontou que 36% das bebidas brasileiras são fraudadas, falsificadas e contrabandeadas — voltou a circular pelo país. A pesquisa foi realizada pela Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp).

De acordo com o relatório, uma em cada cinco garrafas de vodca vendidas no Brasil é adulterada. Entre os produtos mais alterados pela falsificação estão os vinhos e os destilados. Diante desse cenário, a instituição alertou que é necessário que as autoridades coloquem em prática ações para acabar com o esquema, já que a maioria dos bares e restaurantes atua corretamente, mas acaba sendo afetada pelos fornecedores.

Casos de intoxicação por metanol
Desde o mês de setembro, pelo menos três mortes foram registradas na região metropolitana de São Paulo após a ingestão de bebidas adulteradas com metanol. Além dos óbitos, um jovem relatou que chegou a ficar temporariamente cego depois de consumir uma bebida falsificada sem saber.

Conteúdos Relacionados

Segundo a União Nacional de Bares e Restaurantes, existem indícios de que o Primeiro Comando da Capital (PCC) teria repassado metanol para fábricas clandestinas de bebidas. Por esse motivo, os produtos da região estariam contaminados. Agora, as autoridades policiais investigam o caso para descobrir se, de fato, essa distribuição pode estar ligada às vítimas recentes.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/09:12:56

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Identidade falsa faz com que homem inocente se torne criminoso e viva ‘pesadelo’

Por precaução, todos os documentos relacionados ao suspeito foram encaminhados para investigação.
(Foto: Reprodução/Freepik)

Vítima teve seus dados usados por criminoso e enfrenta acusações injustas de crimes que nunca cometeu.

Um homem inocente está vivendo um verdadeiro pesadelo judicial no Distrito Federal (DF), após ter sua identidade usada por um criminoso. Alex Ferreira Machado, de 42 anos, natural do estado do Mato Grosso (MT), descobriu que seu nome está sendo utilizado de forma indevida em uma série de processos criminais pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o que o colocou no centro de uma grave injustiça.

A fraude de identidade está sendo investigada pelas autoridades do DF, após a denúncia feita por Alex, que percebeu o crime ao demonstrar interesse em atuar como mesário, mas ser impedido de realizar a função devido à documentação. A fraude só foi realmente confirmada depois de checagens em bancos oficiais e confronto com imagens reais do verdadeiro Alex.

A vítima é portadora de deficiência vocal. Ao buscar esclarecimentos, ele descobriu que seus dados pessoais haviam sido usados por um suspeito para se passar por ele durante abordagens policiais e procedimentos legais.

O homem envolvido na ocorrência, cuja verdadeira identidade é Alex Farias Moça, esteve no centro de um caso recente registrado na 5ª Delegacia de Polícia (5ª DP), envolvendo recusa de dados sobre a própria identidade, lesão corporal, porte de arma branca e violência contra a mulher.

Não é a primeira vez que Alex Farias Moça se passa por alguém. Por precaução, todos os documentos relacionados ao suspeito foram encaminhados para investigação.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/09:12:56

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Especialistas explicam principais mudanças e benefícios na alteração da lei da licença-maternidade

Medida é vista como benéfica para especialistas
(Foto: Wilson Dias | Agência Brasil)

Médica e advogado analisam que a mudança é uma medida de saúde pública e justiça social.

Com a sanção da lei que garante a prorrogação da licença-maternidade em até 120 dias, contados a partir da alta hospitalar da mãe e do recém-nascido em casos de complicações no parto, especialistas de Belém avaliam que a mudança é uma medida de saúde pública e de justiça social. A nova regra, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e foi publicada nesta terça-feira (30) no Diário Oficial da União (DOU), sob a Lei nº 15.222.

A lei também amplia o prazo de recebimento do salário-maternidade, garantindo maior proteção às trabalhadoras e aos bebês que necessitam de internação prolongada. Com a mudança, a contagem do benefício só começa após a alta hospitalar, beneficiando mães que, até então, tinham o tempo de licença consumido durante o período de internação, tanto o próprio quanto o do bebê.

A ginecologista e obstetra Brenda Diniz explica que a mudança permite que mães que enfrentaram intercorrências no parto, especialmente em populações vulneráveis, tenham mais tempo para recuperação física, estabilidade emocional e adaptação antes de retornar às atividades de trabalho. Ela ressalta, ainda, que a regra traz benefícios não somente para a mãe, mas também para o bebê.

“Para o recém-nascido, especialmente prematuro ou com necessidade de internação, a presença contínua da mãe é essencial para o aleitamento materno, o vínculo afetivo e o desenvolvimento neuropsicomotor. A separação precoce, imposta pelo fim da licença, pode comprometer a amamentação e aumentar os riscos de infecções. Portanto, estender a licença-maternidade nesses casos é reconhecer que o cuidado é um direito. É uma medida de saúde pública, de proteção à maternidade e à infância”, enfatiza a médica.

Aleitamento materno
Brenda reforça também que a presença da mãe favorece o aleitamento materno exclusivo. “É o maior investimento em saúde que se pode oferecer a uma criança. O leite materno reduz infecções respiratórias, diarreias, alergias e mortalidade infantil, além de proteger a mãe contra câncer de mama e de ovário. Para a mulher, esse período de convivência também é reparador e permite que ela se reconheça no novo papel, reorganize seu corpo e sua rotina, fortaleça o autocuidado e desenvolva confiança na amamentação e no maternar”, enfatiza a médica.

Internações
Como um alerta, a ginecologista lista os tipos mais frequentes de complicações que exigem internação prolongada para o bebê ou a mãe. Do lado materno, entre as principais causas estão: hemorragias pós-parto, eclâmpsia e pré-eclâmpsia, infecções puerperais, transtornos psiquiátricos e tromboembolismo. Já do lado do bebê, destacam-se: prematuridade e baixo peso ao nascer, asfixia perinatal, infecções neonatais, icterícia grave e distúrbios respiratórios, explica Brenda Diniz.

“Quando o parto é seguido de complicações que demandam internação prolongada, o cuidado deve ser integral, envolvendo acompanhamento multiprofissional, não somente de médicos. O afastamento do trabalho não deve ser visto como uma licença ‘a mais’, e sim como parte do tratamento. O retorno precoce pode gerar recaídas, agravar a fadiga física, aumentar o risco de infecções e interferir na amamentação”, acrescenta a ginecologista.

Por outro lado, a médica ressalta que, em meio a tudo isso, “há uma dimensão psicológica importante: essa mulher, muitas vezes, está lidando com medo, frustração, luto ou culpa”. “Garantir esse período de afastamento é um ato de cuidado integral. É reconhecer que a recuperação pós-parto não termina na alta hospitalar; ela continua em casa, no colo, na amamentação, na recuperação da saúde materna e no vínculo com o bebê”, completa.

Reorganização
Para as empresas, a nova lei impacta diretamente a gestão de pessoal ao ampliar o tempo de afastamento da empregada em casos de internação superior a 14 dias, como explica o presidente da Comissão de Direito do Trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil — Seção Pará (OAB-PA), Kristófferson Andrade. Segundo ele, as empresas precisarão lidar com ausências mais longas e imprevisíveis, o que exigirá reorganização de equipes, contratações temporárias e redistribuição de funções.

“Embora o custo direto do salário-maternidade seja da Previdência Social, as empresas arcam com custos indiretos decorrentes da necessidade de manter a operação em pleno funcionamento. Por outro lado, a norma traz segurança jurídica, pois antes o tema dependia de decisões judiciais, o que reduzia a previsibilidade e gerava disputas. Antes da sanção da Lei nº 386/2023, a licença-maternidade era de 120 dias, podendo ser iniciada até 28 dias antes do parto ou na data do parto. O salário-maternidade era pago pelo INSS, mesmo quando antecipado pelo empregador, que depois fazia a compensação”, explica.

De acordo com o advogado, anteriormente “não havia previsão legal de extensão da licença em razão de internação da mãe ou do bebê; em casos assim, a licença começava a contar da data do parto”. “Apenas por meio de decisões judiciais, algumas mães conseguiam adiar o início da contagem para a alta hospitalar, mas essa solução não tinha base legal expressa, o que gerava insegurança”, diz o advogado.

Impactos
O advogado afirma que a nova lei permite que, se a internação da mãe ou do bebê exceder 14 dias, a licença-maternidade terá início na data da última alta hospitalar. “A mãe passa a receber o salário-maternidade durante todo o período em que ela ou a criança estiverem internados e, após a alta, terá direito a mais 120 dias integrais de afastamento. Caso tenha utilizado parte da licença antes do parto, como repouso pré-natal, esses dias serão descontados do saldo final”, assegura.

“Na prática, isso garante à mãe não apenas a cobertura financeira durante a internação, mas também a convivência em casa com o bebê pelo período completo previsto em lei. O ônus financeiro recai integralmente sobre a Previdência Social, que paga o salário-maternidade durante todo o período de internação e também nos 120 dias após a alta”, completa o advogado.

O advogado lembra, ainda, que a principal obrigação dos empregadores é de ordem administrativa: registrar corretamente o afastamento da empregada no eSocial, assegurar a manutenção da estabilidade provisória até cinco meses após o parto e garantir a reintegração da trabalhadora ao final do período. Ele observa que, embora não haja custos diretos adicionais, a empresa deve ajustar sua gestão de pessoal para lidar com afastamentos potencialmente muito mais longos.

“A lei determina que prevalece a data da última alta hospitalar. Isso significa que, se a mãe recebe alta primeiro, mas o bebê permanece internado, a contagem dos 120 dias só começa após a saída da criança do hospital. Essa regra busca proteger o direito de convivência familiar, assegurando que o período de licença seja efetivamente usufruído quando mãe e bebê estiverem juntos em casa, sem prejuízo decorrente de internações prolongadas”, analisa.

Judicialização
O advogado também detalha: “A mudança pode gerar judicialização caso empresas iniciem a contagem da licença na data do parto, mesmo em casos de internação superior a 14 dias, contrariando a nova lei. Para evitar prejuízos, as trabalhadoras devem manter consigo todos os documentos médicos que comprovem a duração da internação, como atestados e relatórios hospitalares, e formalizar o pedido junto ao empregador e ao INSS. Caso o direito não seja respeitado, poderão buscar auxílio do sindicato ou ajuizar ação trabalhista ou previdenciária. Já os empregadores precisam adequar suas rotinas de RH às novas regras, evitando falhas administrativas que possam resultar em condenações judiciais”.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/09:12:56

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Polícia fecha fábrica clandestina de bebidas e detém dois em Americana (SP)

Fábrica no interior de São Paulo era usada para falsificar diversos tipos de bebidas; duas pessoas foram detidas. Foto: Divulgação/Polícia Civil

Eram produzidos uísque, gim e vodca no local.

A Polícia Civil de São Paulo deteve nesta terça-feira (30) em Americana duas pessoas envolvidas com falsificação de bebidas alcoólicas. Uma fábrica clandestina foi fechada e teve apreendidos cerca 17,7 mil itens utilizados na adulteração das bebidas.

No local, uma chácara na zona rural da cidade, os policiais encontraram recipientes para armazenamento e transporte de líquidos e garrafas vazias. Na fábrica clandestina eram produzidos uísque, gim e vodca. Não foi encontrado metanol.

“A gente estava investigando esse local há mais de um mês. Hoje, durante o cumprimento dos mandados, encontramos essa fábrica clandestina em um dos endereços. Ela era muito bem estruturada e servia não só o comércio local, mas a capital de São Paulo também”, disse o delegado Wagner Carrasco.

As duas pessoas detidas vão responder por crimes contra a propriedade material, contra saúde pública e contra relação de consumo.

Na capital paulista, a polícia civil apreendeu mais de 800 garrafas de bebidas alcoólicas, com suspeita de serem adulteradas, durante fiscalizações realizadas ontem (29) e nesta terça-feira (30). Os produtos foram encaminhados para análise no Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico-Científica.

Em Mogi das Cruzes (SP), a Polícia Civil apreendeu 80 garrafas de bebidas alcoólicas com indícios de adulteração e falsificação em uma adega. Os proprietários do local são investigados.

O governo do estado de São Paulo informou nesta terça-feira (30) que cinco pessoas morreram após sete casos de intoxicação por metanol no estado.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, além das sete intoxicações confirmadas, 15 casos suspeitos estão em investigação

Emergência médica

A intoxicação por metanol é uma emergência médica de extrema gravidade. A substância, quando ingerida, é metabolizada no organismo em produtos tóxicos (como formaldeído e ácido fórmico), que podem levar à morte.

Os principais sintomas da intoxicação são: visão turva ou perda de visão (podendo chegar à cegueira) e mal-estar generalizado (náuseas, vômitos, dores abdominais, sudorese).

Em caso de identificação dos sintomas, buscar imediatamente os serviços de emergência médica e contatar pelo menos uma das instituições a seguir:

  • Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001;
  • CIATox da sua cidade para orientação especializada (veja lista aqui);
  • Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI): (11) 5012-5311 ou 0800-771-3733 – de qualquer lugar do país;

É importante identificar e orientar possíveis contatos que tenham consumido a mesma bebida, recomendando que procurem imediatamente um serviço de saúde para avaliação e tratamento adequado. A demora no atendimento e na identificação da intoxicação aumenta a probabilidade do desfecho mais grave, com o óbito do paciente.

Fonte: Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/07:11:56

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Governo define regras para pensão a filhos de vítimas de feminicídio

Foto: Reprodução | Órfãos menores de 18 anos terão direito a um salário mínimo mensal.

decreto que cria a pensão especial para filhos e dependentes menores de 18 anos órfãos em razão do crime de feminicídio foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (30). A pensão especial garante um salário mínimo mensal – atualmente R$ 1.518 – aos órfãos a partir da data do óbito da vítima.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a pensão especial representa proteção e segurança aos filhos e aos dependentes órfãos dessas mulheres mortas por feminicídio. “O Estado tem a responsabilidade de assegurar a transferência de renda para que essa criança tenha suas necessidades básicas garantidas, mesmo vivendo com seus familiares, ou para uma criança que será adotada ou uma criança que vai viver, provisoriamente, em um abrigo”, disse durante a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), em Brasília.

O 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado este ano, registra 1.492 vítimas de feminicídio em 2024, um aumento de 0,7% em relação ao ano anterior e o maior número desde 2015, quando a Lei do Feminicídio entrou em vigor.

Márcia Lopes lamentou a estatística, que representa uma média de quatro mulheres assassinadas por dia. “Nós queremos eliminar os feminicídios. Nós temos que trabalhar para isso. Nenhuma mulher pode ser morta por ser mulher”, defendeu.

Quem tem direito

O decreto define que o principal requisito para a concessão do benefício, a manutenção e a revisão da pensão especial é que a renda familiar mensal por pessoa seja igual ou inferior a 25% do salário mínimo. No caso de a vítima ter mais de um filho ou dependente, a pensão será dividida em partes iguais entre aqueles que têm direito ao benefício.

Os beneficiários devem ter inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), atualizado a cada 24 meses. Os filhos e dependentes de mulher transgênero vítima de feminicídio e os órfãos pelo feminicídio que estejam sob tutela do Estado também têm direito à pensão especial.

A pensão não pode ser acumulada com benefícios previdenciários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) ou dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) ou do sistema de proteção social dos militares.

O pagamento da cota individual da pensão especial será encerrado quando o filho ou o dependente completar 18 anos. O filho ou o dependente com mais de 18 anos na data de publicação da Lei nº 14.717, de 31 de outubro de 2023, não terá direito à pensão.

Documentação

O solicitante da pensão especial deve apresentar o documento pessoal de identificação oficial com foto da criança ou do adolescente ou, na impossibilidade deste, a certidão de nascimento.

Para os filhos menores de idade nesta situação deve ser apresentado um dos seguintes documentos que relacionem o fato a um feminicídio:

  • auto de prisão em flagrante;
  • denúncia, conclusão do inquérito policial; ou decisão judicial.

Se a pensão for devida a um dependente da mulher vítima de feminicídio, deverá ser apresentado o termo de guarda ou de tutela provisória ou definitiva.

Requerimento

O requerimento da pensão especial deve ser feito pelo representante legal dos filhos e dependentes da vítima do crime. Porém, é vedado que as crianças e adolescentes sejam representadas pelo autor, coautor ou participante do crime de feminicídio tanto para requerer quanto para administrar o benefício mensal.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é o responsável por receber, processar e decidir sobre a concessão. As equipes das unidades socioassistenciais deverão orientar as famílias para atualizarem as informações do CadÚnico sobre a nova composição familiar, com a ausência da mulher vítima de feminicídio.

A pensão especial deverá ser revisada a cada 2 anos para avaliação da continuidade das condições que lhe deram origem. O pagamento da pensão especial será devido a partir da data do requerimento. Portanto, não tem efeito financeiro retroativo à data de morte da vítima.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/07:11:56

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Dá para descobrir antes se bebida tem metanol? Confira dicas para se proteger

Foto: Ilustrativa | Saiba quais são os sintomas graves de intoxicação e dicas essenciais para se proteger de bebidas adulteradas e fatais.

A recente confirmação de três mortes em São Paulo causadas pela ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol acendeu um sinal de alerta nacional. O metanol, uma substância altamente tóxica, tem sido usado ilegalmente na adulteração de bebidas, representando um risco invisível e fatal. Mas, afinal, é possível saber se o metanol está presente antes de consumir a bebida? A resposta é crucial para a sua segurança.

Metanol na bebida

A verdade é assustadora: não é possível identificar a presença de metanol em bebidas alcoólicas por meios caseiros ou sensoriais.

De acordo com especialistas, como a pesquisadora Mariana de Moura Pereira (Laboratório de Toxicologia da Universidade de São Paulo) e o toxicologista Álvaro Pulchinelli Junior, presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), em entrevista para o UOL, o metanol não altera significativamente o sabor ou a cor da bebida.

Por que o metanol é indetectável?

O metanol é muito semelhante ao etanol (álcool potável) em aspecto e cheiro. “O metanol não tem um cheiro desagradável, nem tampouco um sabor ruim. Ele se mistura bem à bebida, ou seja, quando há presença desse contaminante, ele passa despercebido por quem está ingerindo,” explica o Álvaro Pulchinelli Junior.

Não existem testes caseiros confiáveis. A substância só é descoberta após exames clínicos, depois que os sintomas de intoxicação já se manifestaram.

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O metanol é comumente encontrado em produtos industriais como solventes, combustíveis e plásticos, sendo um líquido incolor e inflamável. Sua ingestão, mesmo em pequenas quantidades, é extremamente nociva.

Como se prevenir e evitar o risco de intoxicação por metanol

A única forma eficaz de se proteger contra a intoxicação por metanol é adotar medidas de cautela na hora da compra e do consumo. A prevenção é a sua melhor defesa.

Dicas essenciais para o consumidor:

  • Escolha a procedência: Evite bebidas de origem duvidosa ou em locais que você não confia. Prefira estabelecimentos conhecidos e com boa reputação;
  • Desconfie de preços baixos: Promoções “inacreditáveis” podem ser um sinal de adulteração ou irregularidade (como sonegação fiscal);
  • Verifique a embalagem: Fique atento aos sinais de adulteração na garrafa: Lacre ou tampa tortos, amassados ou com aspecto “diferente”; rótulo desalinhado, desgastado, com erros de ortografia ou logos estranhos; ausência de informações obrigatórias, como CNPJ, endereço do fabricante/distribuidor, e número do lote;
  • Exija a Nota Fiscal: Sempre peça a nota fiscal ou comprovante de origem. Esse documento é essencial para a rastreabilidade e serve como garantia em caso de necessidade de reclamação;
  • Não tente testar: Se notar alguma diferença, não cheire, não prove e não tente testes caseiros. Descarte a bebida imediatamente.

Alerta para donos de bares e restaurantes:

Gabriel Pinheiro, diretor da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (AbraselSP), reforça as medidas para o setor:

  • Compre apenas de fornecedores homologados;
  • Recuse produtos sem rótulo ou fora do padrão;
  • Incentive o correto descarte das embalagens para evitar que garrafas vazias sejam reaproveitadas em esquemas de adulteração.

Sintomas de intoxicação por metanol

A intoxicação por metanol é uma emergência médica. Os sintomas geralmente se manifestam entre seis e 12 horas após a ingestão e são muito mais graves que uma ressaca comum.

Ao ser metabolizado, o metanol se transforma em ácido fórmico, uma substância altamente tóxica que causa intensa acidez no sangue e prejudica o funcionamento celular. Qualquer quantidade é considerada nociva.

É crucial saber diferenciar os sintomas de uma ressaca comum da intoxicação por metanol, que é uma condição grave e potencialmente fatal. Enquanto a ressaca comum apresenta sintomas geralmente incômodos, mas não ameaçadores à vida, a intoxicação por metanol pode causar danos permanentes e requer atenção médica imediata.

Intoxicação por metanol e ressaca comum

Os sintomas da ressaca comum são tipicamente mais leves e incluem náusea/vômito, dor de cabeça (leve a moderada) e tontura leve.

Por outro lado, a intoxicação por metanol apresenta sinais de alerta muito mais sérios. O sintoma mais distintivo é a visão turva ou borrada, que pode indicar lesão no nervo óptico. Além disso, a pessoa pode sentir dor abdominal aguda e experimentar confusão e sonolência. Em casos mais avançados e graves, a intoxicação pode levar à insuficiência respiratória e, em casos gravíssimos, pode ocorrer hemorragia craniana. Qualquer sinal de visão alterada após o consumo de álcool deve ser um motivo de alerta imediato para procurar ajuda médica.

O que fazer em caso de suspeita:

Busque Atendimento Médico Imediato: Procure a urgência médica sem demora ao sentir qualquer sintoma suspeito, especialmente a visão turva ou dor abdominal intensa.

  • Comunique as autoridades;
  • Disque-Intoxicação (Anvisa): 0800 722 6001 (para orientação clínica/tóxica);
  • Vigilância Sanitária local (municipal ou estadual);
  • Polícia Civil e Procon.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/07:11:56

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