Anvisa proíbe comercialização de panetones e produtos com cogumelos

Anvisa proíbe comercialização de panetones e produtos com cogumelos da D’Viez e Smush | Imagem gerada por IA

Os panetones tiveram seu recolhimento voluntário comunicado pela empresa fabricante, após detectar o aparecimento de fungos em alguns lotes.

Para garantir a segurança e a saúde da população, órgãos de fiscalização sanitária monitoram continuamente alimentos que não atendem às normas de qualidade e segurança, determinando a retirada de produtos irregulares do mercado.

A Anvisa determinou, na última terça-feira (6), a proibição da comercialização, da distribuição e do consumo de quatro lotes de panetones da empresa D’Viez Indústria e Comércio de Chocolates Finos Ltda. Os produtos também serão recolhidos.

A medida atinge apenas os seguintes lotes: Mini Panetone com Gotas de Chocolate Trufado Tradicional 140g (lote: 251027), Panetone Nossa Língua Trufado com Bombons “Formato de Língua de Gato” – 700g (lote: 251027), Panetone com Gotas de Chocolate Trufado Tradicional – 700g (lote: 251027) e Panetone com Frutas Trufado Tradicional – 700g (lote: 251027).

A empresa comunicou o recolhimento voluntário dos lotes citados, que têm prazo de validade até 27/02/2026, devido ao aparecimento de fungos na superfície dos produtos.

Alimentos com cogumelos

Os produtos alimentícios da empresa Coguvita II Alimentos Ltda. também foram afetados pela ação de fiscalização e não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e consumidos. Além disso, eles serão recolhidos, conforme determinou a Resolução da Anvisa.

 Confira os itens que foram proibidos:
  • Pasta de Cacau e Avelã com Cogumelos da marca Smush Smushnuts (todos os lotes).
  • Pasta de Amendoim com Cogumelos da marca Smush Smushnuts (todos os lotes).
  • Barra de Frutas, Amendoim, Clara de Ovo e Cogumelos da marca Smushn Go (todos os lotes).
  • Granola da marca Smush Smushnola Granola Coco (todos os lotes).
  • Mix de Castanhas, Sementes e Cogumelos da marca Smush Smushnola Granola Keto (todos os lotes).
  • Cápsula de Café da marca Smush Mushroom Espresso (todos os lotes).
  • Cápsula de Café da marca Smush Energy Mushroom Espresso (todos os lotes).

Os referidos produtos foram fabricados com os cogumelos Lion´s Mane e Cordyceps, ingredientes não permitidos porque ainda não tiveram a sua segurança avaliada para uso em alimentos.

A divulgação dos produtos também é feita de forma irregular, afirmando, sem comprovação científica, que o seu consumo contribui para a saúde mental, memória, foco e imunidade.

Leia a Resolução publicada no Diário Oficial da União:

https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-18-de-5-de-janeiro-de-2026-679324077

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/16:40:39

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As estratégias de sobrevivência adotadas pelo jovem perdido no Pico Paraná

Roberto Farias Tomaz ficou 5 dias perdido em trilha. | Reprodução/Redes Sociais

Jovem sobrevive cinco dias perdido no Pico Paraná, usando estratégias de sobrevivência e orientação pela natureza.

Cinco dias isolado no meio da mata, sem comida e orientando-se apenas pela natureza, um jovem de 19 anos conseguiu sobreviver após se perder na região do Pico Paraná, ponto mais alto do Sul do Brasil e conhecido pelo histórico de desaparecimentos e resgates. A experiência de Roberto Farias Tomaz chama atenção pelas decisões tomadas em situação extrema e pelas estratégias que foram decisivas para que ele saísse vivo da trilha.

Roberto desapareceu no dia 1º de janeiro, enquanto descia a trilha do Pico Paraná. Durante os dias em que esteve perdido, ele adotou uma série de medidas para aumentar as chances de sobrevivência. Uma das principais foi seguir o curso de um rio, estratégia comum em ambientes de mata fechada, já que a água costuma levar a áreas habitadas.

Sem acesso a alimentos, o jovem contou que sua última refeição foi uma ameixa e um pedaço de panetone que carregava na bolsa. Depois disso, decidiu não se alimentar mais. Segundo ele, a escolha foi por segurança. “Eu não quis correr o risco de consumir algo venenoso”, relatou.

Em meio ao percurso, Roberto enfrentou situações de alto risco, como a travessia próxima a um penhasco e uma cachoeira com mais de 30 metros de altura. Sem possibilidade de retorno, ele precisou tomar decisões rápidas.

“Me escorei em meio do mato para poder passar pelo penhasco. Tinha uma cachoeira de mais de 30 metros e não tinha mais como voltar para trás. Eu pensei na minha família e pulei”, contou.

Para se orientar com o passar do tempo, ele observava os sons da natureza. “Quando eu ouvia os grilos fazendo barulho, percebia que estava ficando de noite e procurava um lugar para descansar. Eu subia nas pedras mais altas para tentar enxergar o caminho”, relembrou.

A hidratação também foi fundamental. Roberto disse que utilizava a água das cachoeiras, mas com cautela.

“A garrafa de água eu colocava perto das pedras, onde a água batia, e meio que a pedra filtrava. Eu bebia de pouquinho em pouquinho, porque não sabia o que podia ter na água”, explicou.

Durante as buscas, o jovem chegou a ouvir um helicóptero, gritou por socorro, mas não foi ouvido pelas equipes de resgate.

Após caminhar cerca de 20 quilômetros, Roberto conseguiu chegar a uma fazenda na localidade de Cacatu, em Antonina, na segunda-feira (5). Lá, pediu um celular emprestado, ligou para a irmã e avisou que estava vivo.

Em seguida, ele foi encaminhado ao Hospital Municipal de Antonina, onde passou por exames e recebeu atendimento para reidratação. Roberto teve alta hospitalar na tarde desta terça-feira (6) e se recupera bem.

Fonte: RPC e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/16:35:58

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Quem pode usar o Mounjaro? Estudo alerta para uso sem receita

Compreender o uso off-label das canetas emagrecedoras exige uma abordagem transdisciplinar | Divulgação

Estudo alerta sobre o uso off-label de canetas emagrecedoras como Mounjaro e Ozempic, destacando riscos e falta de evidências científicas para uso estético.

Oavanço das chamadas “canetas emagrecedoras”, como Mounjaro e Ozempic, inaugurou uma nova fase no debate sobre emagrecimento, saúde e padrões corporais. Embora esses medicamentos tenham sido desenvolvidos para tratar obesidade e diabetes tipo 2, seu uso fora das indicações aprovadas tem se espalhado rapidamente, impulsionado por redes sociais, marketing digital e pela promessa de uma perda de peso rápida. O problema, apontam pesquisadores, é que não há respaldo científico suficiente que sustente a segurança e os efeitos do uso off-label — isto é, fora das indicações aprovadas — dessas substâncias em pessoas sem indicação clínica.

Essa é a principal constatação de um estudo publicado na revista científica Obesity, assinado por pesquisadores brasileiros da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP), em colaboração com universidades dos Estados Unidos, Dinamarca e Japão. O artigo não apresenta conclusões fechadas, mas investiga um fenômeno emergente: o uso de agonistas do receptor de GLP-1 por pessoas sem obesidade ou diabetes, motivadas majoritariamente por razões estéticas.

Os agonistas do receptor de GLP-1 foram inicialmente desenvolvidos para regular a glicemia e auxiliar na perda de peso em pacientes com condições metabólicas bem definidas. No entanto, segundo os autores, essas drogas passaram a ocupar um espaço simbólico muito além da clínica. Tornaram-se instrumentos de “otimização corporal”, associados à ideia de disciplina, sucesso e aceitação social.

De acordo com a pesquisadora Fernanda Baeza Scagliusi, da FSP-USP, primeira autora do estudo, o interesse científico surgiu da percepção de que o impacto dessas drogas não se limita ao corpo biológico. “A droga transforma não apenas parâmetros metabólicos, mas também a forma como o corpo é percebido socialmente”, explica. Nesse contexto, a magreza deixa de ser um marcador de saúde somente. Falta de evidências e riscos pouco conhecidos.

O estudo destaca que os dados clínicos existentes não foram desenhados para avaliar o uso dessas substâncias em pessoas com peso normal ou levemente elevado. Isso significa que os possíveis riscos físicos, metabólicos e psicológicos nesse grupo ainda são, em grande parte, desconhecidos.

Entre os pontos de atenção levantados pelos pesquisadores estão efeitos colaterais gastrointestinais, alterações na relação com a comida, impacto na saúde mental, risco de dependência emocional da medicação e medo do reganho de peso após a interrupção do uso. O artigo também questiona se, em alguns casos, os efeitos adversos passam a ser interpretados como “sinais de sucesso” do emagrecimento, o que pode mascarar danos à saúde.

Bruno Gualano, professor da FMUSP e coautor do artigo, reforça que o trabalho levanta perguntas, não respostas definitivas. “Estamos diante de um fenômeno complexo. Do ponto de vista biomédico, a pergunta é quem realmente precisa do medicamento. Do ponto de vista das ciências sociais, a questão é por que tantas pessoas sentem que precisam dele”, afirma.

Outro eixo central da pesquisa é a relação entre o uso off-label e mudanças comportamentais. Os pesquisadores investigam se a supressão do apetite altera a relação emocional com a comida, se há aumento de culpa ao comer, episódios de restrição extrema ou até o agravamento de transtornos alimentares.

O estudo também aponta lacunas sobre os efeitos psicológicos de longo prazo, como ansiedade, depressão e insatisfação corporal persistente, mesmo após a perda de peso. A hipótese levantada é que, para alguns usuários, a magreza alcançada pode elevar ainda mais o padrão do que é considerado “aceitável”, alimentando um ciclo contínuo de insatisfação.

Influência das redes sociais e acesso facilitado

A pesquisa chama atenção para o papel das redes sociais na normalização do uso das canetas fora da indicação. Influenciadores, celebridades e propagandas on-line ampliam o alcance dessas drogas, muitas vezes dissociando seu uso de acompanhamento médico.

Os autores questionam como esses medicamentos estão sendo adquiridos, se por vias formais ou canais informais, e alertam para os riscos da automedicação. A facilidade de acesso, somada ao alto custo, também levanta preocupações sobre desigualdade, pressão estética e medicalização da imagem corporal.

Quem, afinal, pode usar?

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autoriza o uso de medicamentos como Mounjaro e Ozempic apenas para pessoas com diagnóstico de obesidade ou diabetes tipo 2. Nesses casos, os benefícios e riscos foram avaliados em estudos clínicos, e o tratamento deve ocorrer com acompanhamento médico, associado a mudanças no estilo de vida, como alimentação adequada e prática de atividade física.

Fora desse cenário, o estudo reforça que não há base científica sólida que justifique o uso off-label, especialmente quando o objetivo principal é estético. A pesquisa não condena nem valida o fenômeno, mas alerta para a necessidade de cautela e de uma agenda de estudos mais ampla.

Um debate em aberto

Para os autores, compreender o uso off-label das canetas emagrecedoras exige uma abordagem transdisciplinar, que vá além da eficácia biomédica e considere fatores culturais, sociais e psicológicos. Comparações entre países mostram que, no Brasil, a busca por esses medicamentos está fortemente ligada a padrões de beleza associados à classe e à raça.

“O que estamos vendo não é apenas uma revolução farmacológica, mas uma transformação na forma como a sociedade lida com o corpo”, resume Scagliusi. Enquanto novas pesquisas não trazem respostas mais claras, o estudo deixa um alerta: popularidade não é sinônimo de segurança, e o uso fora das indicações aprovadas permanece cercado de incertezas.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/15:51:24

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Anvisa proíbe fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação

A Anvisa determinou o recall de lotes de fórmulas infantis da Nestlé após identificar risco de contaminação por toxina. | Divulgação/Nestlé

Resolução publicada nesta quarta-feira (7) veta uso e venda de lotes de Nestogeno, Nan e Alfamino após identificação de toxina cereulide; confira quais.

Em tempos nos quais a confiança nos alimentos industrializados é sustentada por rigor técnico e vigilância constante, qualquer sinal de risco acende um alerta imediato, especialmente quando envolve produtos destinados a bebês. A segurança alimentar, nesse contexto, deixa de ser apenas um requisito regulatório e passa a ocupar o centro das preocupações de famílias, profissionais de saúde e órgãos públicos.

Foi nesse cenário que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quarta-feira (7), a Resolução nº 32/2026, determinando a proibição da comercialização, da distribuição e do uso de alguns lotes de fórmulas infantis da Nestlé Brasil Ltda. A medida atinge produtos das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino.

A decisão tem caráter preventivo e foi motivada pelo risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A ingestão de alimentos contaminados pode provocar vômitos persistentes, diarreia e letargia, caracterizada por sonolência excessiva, lentidão de movimentos e dificuldade de reação.

RECALL GLOBAL

Segundo a Anvisa, o caso está inserido em um recall global. A própria Nestlé iniciou o recolhimento voluntário dos produtos no Brasil e em outros países após a detecção da toxina em itens fabricados em uma unidade localizada na Holanda. A investigação identificou que a contaminação estava associada a um ingrediente fornecido por um produtor global terceirizado de óleos, o que levou à ampliação da medida para diversos mercados.

 No Brasil, a Anvisa divulgou a relação específica de produtos e lotes afetados, detalhada em tabelas anexas à resolução. A íntegra do documento pode ser consultada no Diário Oficial da União.

RECOMENDAÇÕES AOS PAIS

A agência orienta que pais e responsáveis verifiquem atentamente o número do lote impresso no rótulo das fórmulas infantis. Caso o produto corresponda a um dos lotes recolhidos, ele não deve ser utilizado nem oferecido à criança. Os demais lotes não foram impactados pela decisão.

Para informações sobre troca ou devolução, a recomendação é entrar em contato diretamente com a Nestlé Brasil, por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado na embalagem. Em situações em que a criança apresente sintomas após o consumo dos produtos listados, a orientação é buscar atendimento médico imediato, informando qual alimento foi ingerido e, se possível, levando a embalagem para auxiliar na avaliação clínica.

 A Anvisa também reforça que mantém disponíveis materiais informativos sobre o uso seguro de fórmulas infantis, como parte das ações permanentes de orientação à população.

VEJA QUAIS SÃO OS LOTES PROIBIDOS PELA ANVISA:

Anvisa proíbe fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação
📷 |Divulgação/Anvisa
Anvisa proíbe fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação
📷 |Divulgação/Anvisa

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/15:51:24

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Detran alerta para novas regras de ciclomotores e bicicletas elétricas

Fiscalização já está valendo e veículos devem se adaptar às mudanças regulamentadas pelo Conselho Nacional de Trânsito.

As novas regras para ciclomotores, bicicletas elétricas e veículos autopropelidos estão em vigor desde o dia 1º de janeiro em todo o Brasil. No Pará, a fiscalização dos órgãos de trânsito já está começando e para orientar os proprietários desses veículos, o Departamento de Trânsito do Estado (Detran) alerta para as mudanças regulamentadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

A maior atenção deve ser para os ciclomotores e bicicletas elétricas com acelerador, que passam a ser considerados veículos passíveis de fiscalização e, consequentemente, de autuação. Para eles, passam a ser obrigatórios a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor), emplacamento e licenciamento anual. O uso do capacete e demais itens de segurança do condutor e passageiro também passam a ser fiscalizados.

“As regras já tinham sido definidas na Resolução do Contran nº 996/2023. O que vai mudar agora, de fato, é a efetiva fiscalização não só pelo Detran, mas por todos os órgãos de trânsito. Os condutores devem estar de posse do licenciamento do veículo e da sua CNH para poder trafegar. O emplacamento também é um item obrigatório que pode resultar em multa”, explica o diretor técnico-operacional do Detran, José Bento Gouveia.

Segundo ele, os ciclomotores e as bicicletas elétricas com acelerador são veículos característicos das áreas urbanas, que facilitam a mobilidade nas cidades, e por isso, deverão ser alvo muito mais da fiscalização dos órgãos municipais de trânsito. “No entanto, há municípios cortados por rodovias estaduais e que, portanto, também poderão ser alvo da fiscalização do Detran.

Os veículos flagrados em situação irregular poderão ser penalizados com multa, pontos na CNH e até removidos para o parque de retenção. Em ascensão no Pará, os ciclomotores registraram em 2025 uma frota de 2.674 veículos no Estado, 1.373 a mais do que em 2024, conforme dados estatísticos do Detran. De acordo com o Contran, o ciclomotor é caracterizado por conter motor a combustão de até 50 cm³ ou motor elétrico entre 1.000 e 4.000 watts, de velocidade máxima de até 50 km/h e tem duas ou três rodas.

Já as bicicletas elétricas com acelerador funcionam como uma scooter, permitindo que o motor impulsione a bike sem pedalar, sendo uma opção para quem busca praticidade e menos esforço nas cidades.

Pelas novas regras do Contran, ciclomotores e bicicletas elétricas com acelerador devem trafegar nas pistas comuns. Ao contrário desses veículos, bicicletas elétricas sem acelerador e patinetes elétricos não são considerados veículos e dispensam o uso de CNH, licenciamento e placa. A nova legislação determina que ciclofaixas passam a ser exclusivas para bicicletas e veículos autopropelidos limitados a 32 km/h.

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/12:28:32

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Mulher sequestrada em estacionamento de supermercado foi jogada do carro em movimento na Rodovia Anhanguera

Mulher é sequestrada no Giga Atacado, na Avenida das Nações Unidas, Zona Sul de SP — Foto: Reprodução

Crime aconteceu na tarde desta terça-feira (6) no Giga Atacado, na Avenida das Nações Unidas. Vítima foi localizada em Osasco, na Grande São Paulo, e suspeitos seguem foragidos.

A analista de sistemas de 51 anos que foi sequestrada no estacionamento de um supermercado na Zona Sul de São Paulo na tarde de terça-feira (6) foi jogada do carro em movimento pelos criminosos durante a fuga na Rodovia Anhanguera, em Osasco, na Grande São Paulo. Os ladrões continuam foragidos.

A mulher foi abordada por um bandido armado quando entrava no seu carro logo após fazer compras no Giga Atacado, na Avenida das Nações Unidas, por volta das 14h20.

Ele a obrigou a entrar em um veículo que estava parado bem ao lado do dela. Dentro, havia mais dois comparsas.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento da ação. Nas imagens, a mulher apareceu se aproximando do carro com uma sacola de compras. Ao destravar o veículo, um dos criminosos abriu a porta de um automóvel estacionado ao lado, apontou uma arma e rendeu a vítima.

Nessa hora, a analista de sistemas gritou por ajuda, o que chamou a atenção de outro cliente que também guardava as compras e ligou para a polícia.

Os criminosos saíram do local levando a mulher pela Marginal Pinheiros. Em depoimento à polícia, ela contou que pegaram seu celular e tentaram sacar dinheiro da conta dela via PIX. Eles disseram que esse era o único objetivo deles.

Quando perceberam que estavam sendo perseguidos pela Polícia Militar, desistiram de fazer as transações financeiras e passaram a se preocupar apenas com a fuga. Conseguiram acessar a Rodovia Anhanguera em busca de uma comunidade para se esconder.

Em um determinado ponto, desaceleraram, mas, com o carro ainda em movimento, a empurraram para fora.

Na queda, ela chegou a bater a cabeça na rua. Pessoas que passavam por ali a ajudaram e ela entrou em contato com a família. Apesar das tentativas de fazer PIX, a mulher contou que os criminosos não conseguiram realizar nenhum saque.

Segundo a polícia, o carro usado pelos criminosos foi localizado momentos depois, na Avenida Dr. Mauro Lindemberg Monteiro, em Osasco, e a vítima foi encontrada nas proximidades.

O Giga Atacado disse, em nota, que “lamenta o ocorrido e informa que está à disposição das autoridades competentes para colaborar com a investigação”.

 

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/12:37:01

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Carro invade e destrói loja de conveniência em posto de gasolina no Butantã, na Zona Oeste de SP

Carro invade e destrói loja de conveniência em posto de gasolina no Butantã, na Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

O motorista fez o teste do bafômetro, que deu negativo. Ele disse que perdeu o controle da direção ao enroscar os pés nos pedais no carro.

Um carro invadiu e destruiu uma loja de conveniência em um posto de gasolina na Rua Alvarenga, no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, na tarde de terça-feira (6). Uma mulher de 31 anos, funcionária do posto, ficou ferida.

O acidente foi registrado por câmeras de segurança, e as imagens impressionam. O carro passou pela área das bombas de gasolina e, de repente, perdeu o controle e invadiu a loja. Ele estourou o vidro, derrubou gôndolas e avançou pela loja.

Depois, o motorista, de 65 anos, fez o teste do bafômetro, que deu negativo. Ele disse que perdeu o controle da direção ao enroscar os pés nos pedais no carro.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a perícia foi acionada, e o caso foi registrado pela polícia como lesão corporal culposa (sem intenção) na direção de veículo automotor no 14º DP (Pinheiros).

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/12:28:32

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Capitão da PM é flagrado chegando à casa da vítima antes de ataque brutal em VG

(Foto: Reprodução) – Imagens de câmeras de segurança mostram um capitão da Polícia Militar, identificado como Hugo Rafael Carvalho, acusado de agredir uma mulher de 27 anos, chegando e estacionando o veículo na residência da vítima, no bairro Costa Verde, em Várzea Grande. Outro vídeo e fotos divulgados mostram a casa revirada e a vítima com diversos hematomas e cortes pelo corpo e no rosto.

Conforme o boletim de ocorrência, o caso foi registrado na tarde do último sábado (3), por volta das 16h. A vítima relatou que saiu do quarto e se deparou com o suspeito já dentro da residência. O homem seria cliente da mulher e teria intermediado o aluguel de um imóvel de sua propriedade.

Ainda segundo o relato, o capitão estaria bastante alterado e passou a exigir dinheiro. Armado com uma pistola, ele teria feito ameaças e obrigado a vítima a entregar o celular para tentar realizar uma transferência bancária. Ao constatar que não havia saldo disponível, o suspeito passou a agredi-la com tapas, socos, puxões de cabelo e golpes com objetos.

A mulher contou que foi arrastada pelos cabelos por diversos cômodos da casa enquanto o suspeito procurava por bens de valor. Como não encontrou dinheiro, ele obrigou a vítima a ligar para o marido, que estava trabalhando, na tentativa de conseguir recursos, mas sem sucesso.

Em determinado momento, a vítima foi jogada ao chão e ouviu o suspeito afirmar, em tom de ironia: “Não tem nenhum dinheiro nessa casa, sua vagabunda”. Antes de deixar o local, o homem ainda teria feito ameaças graves, dizendo que retornaria e, caso não houvesse dinheiro, mataria todos que estivessem na residência, começando pela filha da vítima.

Após a saída do suspeito, a mulher conseguiu pedir ajuda a uma amiga, que acionou o marido da vítima. Ela foi socorrida e encaminhada ao Pronto-Socorro de Várzea Grande, onde recebeu atendimento médico. O laudo apontou um corte no supercílio esquerdo, que precisou de sutura, além de escoriações em várias partes do corpo.

Fonte:agenciapara e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/07:30:46

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Pilastra cede e mata empresária que estava deitada em rede no Ceará

(Foto: Reprodução) – Thayze Moreira Rodrigues, de 42 anos, era proprietária de uma vidraçaria que funciona há 35 anos na cidade de Rondonópolis (MT). Secretaria da Segurança diz que polícia investiga o caso.

 Empresária morre esmagada por pilastra quando estava deitada em rede no Ceará

Uma empresária de Mato Grosso morreu após ser atingida por uma pilastra enquanto estava deitada em uma rede em um imóvel na cidade de Paracuru, no litoral do Ceará, onde passava férias. O caso aconteceu na noite da última segunda-feira (5).

A vítima foi identificada como Thayze Moreira Rodrigues, de 42 anos, proprietária da Vidraçaria Araçatuba, que há 35 anos funciona na cidade de Rondonópolis (MT). A vítima deixa uma filha.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social afirma que a Polícia Civil de Paracuru investiga o caso. Equipes da Polícia Militar e da Perícia Forense estiveram no local do acidente e “colheram informações que subsidiarão a apuração policial”, afirma a pasta.

Thayze Moreira Rodrigues, de 43 anos, empresária de Mato Grosso, morreu após ser atingida por pilastra enquanto estava deitada

A prefeitura do município mato-grossense divulgou uma nota de pesar pela morte da empresária, que há seis anos assumiu os negócios da família depois da morte do pai.

“Reconhecida pelo profissionalismo e atenção aos detalhes, a empresária de Rondonópolis teve uma trajetória marcada pela dedicação e compromisso com o trabalho, construiu uma história de empreendedorismo responsável, tornando-se referência no segmento de vidraçaria e contribuindo para o desenvolvimento econômico da cidade e para a realização de inúmeros sonhos de clientes”, diz um trecho da nota de pesar da prefeitura.

A vidraçaria da vítima decretou três dias de luto, com ajustes temporários das atividades, pela morte da proprietária.

Fonte:G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/07:30:46

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Passaporte de Eliza Samudio em Portugal: quem encontrou e qual o estado do documento

(Foto: Reprodução) – O passaporte de Eliza Samudio encontrado em Portugal reacendeu os mistérios que envolvem o crime que chocou o país em 2010. O documento encontrado no final de 2025 foi entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, que comunicou o Itamaraty, em Brasília.

O passaporte de Eliza Samudio foi encontrado por um morador de um imóvel compartilhado em Lisboa. O documento estava entre livros em uma estante e ao encontrar, o morador reconheceu a pessoa pela foto.

O morador disse que como o caso teve grande repercussão no Brasil e no mundo, ao ver a foto nem precisou ler o nome da pessoa, pois já sabia quem era a dona do passaporte.

O que se sabe sobre o passaporte é que não se trata de uma segunda via, está em bom estado de conservação e com páginas intactas. Nos registros, apenas um, de entrada em Portugal no dia 5 de maio de 2007, três anos antes do registro de morte de Eliza Samudio, e não tinha anotação de saída do país.

Não foi possível identificar quem deixou o documento no local, nem há quanto tempo ele estava lá. O caso de Eliza Samudio aconteceu em junho de 2010, quando ela foi assassinada, aos 25 anos, pelo goleiro Bruno Fernandes. O corpo de Eliza nunca foi encontrado.

Fonte:nsctotal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/07:30:46

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