PGR e ministros do PT são favoráveis à construção;STF barra Ferrogrão por redução de reserva ambiental

STF barra Ferrogrão por redução de “0,054%” em reserva ambiental. PGR e ministros do PT são favoráveis à construção  – (Foto:Reprodução)
O maior projeto ferroviário do Brasil, a Ferrogrão é alvo de disputa, nas esferas política, econômica e de Meio Ambiente.

A Ferrogrão reorganizaria o mapa nacional do transporte de cargas e melhoraria drasticamente o escoamento da produção do agronegócio brasileiro; quando a presidência da República mudou e, com ela, o olhar sobre as questões de logística e sustentabilidade.

De um lado, está o Governo Lula (PT), com suas novas e rígidas regras ambientais e, de outro, estão os ruralistas, que clamam por uma ferrovia que ligue trechos longíquos (Sinop-MT à Miritituba-PA), diminua os custos de produção e o tempo do transporte e traga mais segurança ao agricultor.

O problema é que, agora, com a mudança no Executivo Federal, multiplicam-se os críticos do projeto sob o manto de que a construção seria onerosa demais para os benefícios que traria.

O projeto, atualmente, está barrado no Supremo Tribunal Federal (STF) porque o desenho da Ferrogrão “ousou” atravessar uma reserva ambiental e o ministros deverão julgar a constitucionalidade de uma Medida Provisória de 2016, que altera os limites do Parque Nacional do Jamanxin (PA) para beneficiar a ferrovia.

Enquanto a Ferrogrão não sai, a Procuradoria-Geral da República (PGR) lembrou ao Supremo que “a redução de 0,054% do Parque Nacional do Jamanxim para viabilização de estudos para a instalação de ferrovia destinada ao escoamento de grãos ajusta-se ao princípio do desenvolvimento sustentável como fator de equilíbrio entre economia e ecologia”.

E que, além disso, a redução na unidade ambiental é “pequena em relação ao desenvolvimento econômico proporcionado pela construção da ferrovia”. Argumentou, ainda, que o empreendimento vai “diminuir a emissão de poluentes por caminhões de transporte de cargas”.

(CRÉDITO: REPRODUÇÃO/MAPA)
(CRÉDITO: REPRODUÇÃO/MAPA)

Os argumentos foram apreciados pelo ministro da Agricultura, o ex-presidente da Aprosoja-MT, Carlos Fávaro, que declarou não haver “nada mais sustentável que uma ferrovia”.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, concordou com o colega, mas todos terão que aguardar o posicionamento final dos magistrados.

Fonte: Jornal do Agro com Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/05:25:27

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Pará e outros 6 estados devem ganhar mais vagas de deputado federal após atualização do Censo 2022, diz Diap

Essa mudança pode ocorrer porque o número de cadeiras na representação da Câmara Federal equivale à proporcionalidade da população dos estados e do Distrito Federal feita pelo IBGE. (Foto:Reprodução)

Contudo, para a mudança de fato ocorrer, a medida deve ser aprovada por meio de uma lei complementar.

Ao g1, o diretor de documentação do Diap, Neuriberg Dias, explicou que a demora para atualizar o número de representantes fere um direito da população.

“O estado passaria a ter nove deputados. Ou seja, é um dos estados que fica perdendo com essa demora, que é um aspecto técnico, que a partir de 2013 o Supremo Tribunal Federal exigiu que o Congresso regulasse por meio de lei complementar”, disse.

Para Dias, a falta dessa representação afeta a defesa do interesses público da demanda da população de cada estado.

“Os estados com direito a mais deputados estão sendo prejudicados por não ter essa atualização. São deputados que poderiam fortalecer a representação da população, que poderia atrair recursos orçamentários e representar os interesses da população como um todo”, contou.

Um dos principais impactos, conforme Dias, seria para corrigir uma distorção histórica na representação de cada estado no Congresso Nacional.

“A regra dá um mínimo de proporcionalidade e representatividade, porém, a falta de corrreção e atualização cria distorções. A cada Censo e a cada legislatura, a gente percebe a busca recorrente dessas bancadas de corrigir isso”, disse.

O professor de pós-graduação em comunicação e poder da UFMT, Bruno Araújo, explicou que esse aumento no número de cadeiras está dentro da legalidade e pode ser algo positivo aos estados.

“Se trata de uma determinação constitucional que estabelece que o número de representantes por estado seja compatível com o número de habitantes. É um processo legítimo e é algo positivo, pois é uma oportunidade de aumentar o peso político dos estados”, pontuou.

“O eventual aumento do número de deputados federais, poderá acarretar aumento também nas assembleias. Isso tudo ainda depende de uma atualização legislativa, o que deve ser feito”, disse.

Para Bruno, os partidos mais organizados tendem a sair na frente na disputa pelas vagas.

📈Pesquisa

O levantamento feito pelo Diap apontou como seria um possível cenário com a atualização das bancadas estaduais dentro da Câmara Federal.

Nessa hipótese, a distribuição de cadeiras seria proporcional à população dentro dos limites mínimos e máximos, ou seja, de 8 a 70 deputados federais para os estados.

Por conta disso, Pará ganharia quatro, assim como outros seis estados: Santa Catarina, com direito a quatro vagas; Amazonas (2), Ceará (1), Goiás (1) e Minas Gerais (1) e Mato Grosso (1)..

Número de deputados que ganham vaga na Câmara Federal

Com base em dados do Censo do IBGE 2022 (Fonte: Diap)
Com base em dados do Censo do IBGE 2022
(Fonte: Diap)

Já os estados que perderiam representação seriam Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Sul (2), Piauí (2), Paraíba (2), Bahia (2), Pernambuco (1) e Alagoas (1).

Número de deputados que perdem vaga na Câmara Federal

Com base nos dados do Censo IBGE 2022 (Fonte: Diap)
Com base nos dados do Censo IBGE 2022
(Fonte: Diap)

📊Cálculo

O resultado da quantidade de cadeiras de cada estado na Câmara dos Deputados, segundo o Diap, foi necessário usar como referência o Quociente Populacional Nacional (QPN), que equivale a 395.833.

O número é o resultado da divisão da população do país, segundo o último Censo, com 203.062.512 milhões de pessoas, pela quantidade de vagas na Câmara, que são 513.

Em seguida, o Diap disse que é preciso dividir a população de cada unidade da federação pelo QPN, obtendo assim o Quociente Populacional Estadual (QPE).

O QPE é a base para definir o número de assentos a que cada estado tem direito, por isso, considera apenas números inteiros, de acordo com o Diap.

Já as sobras, é preciso calcular a Maior Média (MM), que corresponde à população do estado dividida pelo número de cadeiras inicial do estado mais 1.

Segundo o Diap, a unidade da federação com a maior média obtida ganha a primeira cadeira de sobra, e assim sucessivamente.

Fonte: G1 e Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/15:25:27

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Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB),tem nova diretoria

Nova diretoria da ACNB 2023-2025  (Foto:Divulgação Ascom ACNB)

Victor Paulo Silva Miranda é o novo presidente da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) para o biênio 2023-2025. Victor lidera a nova diretoria composta por criadores apaixonados pelo Nelore, que se juntam para intensificar ainda mais o fomento, a valorização e a representatividade da raça, dos Neloristas e da pecuária brasileira de forma geral.

A nova diretoria da entidade (2023 – 2025) é a seguinte:

Presidente – Victor Paulo Silva Miranda
1º Vice-Presidente – Nabih Amin El Aouar
2º Vice-Presidente – Paulo de Castro Marques
3º Vice-Presidente – Felipe Carneiro Monteiro Picciani
Diretor – Adilton Boff Cardoso
Diretor – André Ribeiro Bartocci
Diretor – Bruno Abreu Leão
Diretor – Gilson de Sousa Kyt
Diretor – João Leopoldino Neto
Diretor – Luiz Carlos Marino
Diretor – Raphael Zoller
Diretor – Romildo Antonio da Costa

“Integração e diálogo são as palavras que melhor definem a proposta da nova diretoria da ACNB. A última gestão, comandada por Nabih Amin El Aouar, que permanece como vice-presidente, fez um trabalho excelente em prol do Circuito Nelore de Qualidade, Ranking Nacional, Expoinel e valorização da carne bovina, entre outras conquistas. Além disso, realizou um importante trabalho de fortalecimento da própria ACNB,”, assinala Victor Miranda.

O novo presidente da ACNB destaca que o trabalho seguirá em ritmo intenso, seguindo os mesmos princípios, ampliando ainda mais a participação dos criadores, trabalhando em conjunto com outras entidades, como a ABCZ, participando da Câmara Setorial da Carne Bovina, do Ministério da Agricultura e Pecuária, e da Comissão de Bovinocultura de Corte, da CNA, além de outros fóruns. Vamos ouvir muito e implementar medidas que fortaleçam as entidades regionais, contribuindo para atrair novos associados. Da mesma forma, queremos ampliar a prestação de serviços aos associados e assim também contribuir para ampliar o quadro associativo. E somar forças com todos os que desejam o fortalecimento da raça e da pecuária como um todo”, reforça Victor Miranda.

Nesse sentido, a nova diretoria da ACNB tem planos de continuar com o processo de aprimoramento do Ranking Nacional da raça Nelore, fomentar programas de melhoramento genético, fortalecer eventos – como a Expoinel nacional, em Uberaba – e ampliar o Circuito Nelore de Qualidade, que já conta com etapas na Bolívia e no Paraguai e negocia avaliações de carcaças no México e no Equador.

“A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil está num momento muito positivo, com realizações em várias frentes. Unindo ainda mais os criadores, de todos os portes e focos de trabalho, em prol dos mesmos objetivos, temos plena convicção de que o processo de avanço continuará mais forte ainda”.

Nabih Amin El Aouar, novo vice-presidente da ACNB, que liderou a entidade desde fevereiro de 2018, se diz extremamente satisfeito com o trabalho feito nos últimos anos em termos de reestruturação da própria entidade, fomento e valorização da raça e dos Neloristas.

“Foi um trabalho difícil e intenso, cujos resultados beneficiam todos os criadores de Nelore e a pecuária brasileira como um todo. Agradeço aos meus companheiros de diretoria que deram muito de si em prol de um objetivo maior”, destaca Nabih.

Ele cita como principais avanços da ACNB o crescimento da entidade em termos de credibilidade, participação e balanço financeiro, além da aproximação com os criadores, com mais divulgação, fomento, eventos e projetos em diferentes frentes.

Nabih destaca a ampliação do Circuito Nelore de Qualidade, que saiu de 11 etapas (2018) para 41 já definidas para este ano – incluindo no Paraguai e na Bolívia – e duas (México e Equador) a definir, o que o consolida como o maior concurso de avaliação de carcaças no mundo.
A carne bovina também mereceu destaque no trabalho da ACNB, com campanhas em prol do aumento do consumo e esclarecimento sobre sua qualidade. Da mesma forma, a participação nas reuniões da Câmara Setorial do MAPA e da Comissão de Bovinocultura de Corte da CNA.

Quanto ao Ranking Nacional Nelore e Nelore Mocho, Nabih Amin El Aouar destaca os ajustes de melhoria já feitos e concorda que novos avanços devem ser feitos pela nova diretoria. Da mesma forma, comemora o fortalecimento da Expoinel nacional e a força da Nelore Fest, um dos maiores evento de premiação da pecuária brasileira.

“Se é para resumir a gestão da ACNB que se encerra, considero que cumprimos nosso papel, entregamos o que prometemos e estamos muito felizes em ver o Nelore num novo patamar de divulgação e valorização. Feliz também pela nova gestão que está começando. Certamente faremos ainda muito mais pelo Nelore”, assinala Nabih Amin El Aouar.

“O Nelore é a raça mais importante da pecuária brasileira. Os criadores se orgulham da raça. A ACNB tem a responsabilidade de ser a voz de pequenos, médios e grandes criadores, daqueles voltados para a seleção e na multiplicação genética e daqueles que são focados na terminação dos animais. Tudo é Nelore. Fico muito feliz de contar com criadores entusiastas pelo Nelore e estamos muito motivados em contribuir para o contínuo sucesso da raça”, resume Victor Paulo Silva Miranda.

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/15:25:27

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Homem morre após virar garrafa de cachaça para ganhar aposta –

 Foto: (Reprodução/Redes Sociais)  – Trabalhador rural morre após ser filmado bebendo garrafa de cachaça para ganhar aposta em bar, diz testemunha.

Morador contou que o homem estava em uma aposta por duas caixas de cerveja. Caso foi registrado como morte natural e aconteceu em distrito de Catalão.

VÍDEO: Trabalhador rural morre após beber garrafa de cachaça para ganhar aposta em bar

Um trabalhador rural de 42 anos foi encontrado morto após ser filmado bebendo uma garrafa de cachaça em Santo Antônio do Rio Verde, distrito de Catalão, no sudeste goiano (veja vídeo acima). Ao g1, uma testemunha, que preferiu não se identificar, disse que o homem havia entrado em uma aposta em um bar.

    “Apostaram duas caixinhas de cerveja. Ele virou 1 litro de pinga, mas não aguentou”, contou a testemunha.

O caso aconteceu no último domingo (16). Segundo a Polícia Militar (PM), o trabalhador foi encontrado morto na calçada do bar. O dono do estabelecimento contou à PM que o homem estava bebendo com amigos desde cedo, quando saiu e se deitou na calçada e não se levantou mais.

No vídeo, após o trabalhador beber toda a cachaça, é possível ouvir pessoas falando “bebeu, ganhou, pode trazer a caixinha de cerveja”.

O caso foi registrado como morte natural. Por isso, de acordo com o delegado David Felício, não deve ser investigado, por enquanto.

A PM disse que orientou que os familiares acionassem o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), para o recolhimento do corpo, já que não havia evidência de crime.

Fonte:G1/GO/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/05:25:27

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Floresta pode valer o dobro que fazenda aberta para agropecuária

(Foto:Reprodução) – Não é trabalho fácil calcular o valor de uma floresta, ainda mais quando se trata da amazônica. Há uma conjunção de fatores econômicos, sociais e fundiários que interferem nessa área gigantesca, numa dinâmica tão complexa quanto o próprio ecossistema da Amazônia. Segundo estimativa do Banco Mundial, o valor da floresta de pé é de US$ 317 bilhões por ano, muito mais do que renderia a mesma área desmatada para exploração privada – para agricultura e outras atividades econômicas -, projetada em US$ 46 bilhões. O estudo considerou a Amazônia Legal (Estados da região Norte mais o Mato Grosso e a porção oeste do Maranhão).

O desafio é encontrar maneiras de incentivar financeiramente práticas que ajudem a manter a floresta de pé sem desconsiderar as necessidades das populações da região e as demandas dos povos indígenas. Ao mesmo tempo, desenvolver mecanismos que desincentivem o desmatamento, limitando a expansão de propriedades para a pecuária e a monocultura, a compra de terras para especulação, a grilagem e o uso irregular de áreas públicas ou legalmente protegidas.

O valor monetário da Amazônia está relacionado a vários aspectos. O Banco Mundial projeta que apenas em armazenamento de carbono a floresta corresponda a US$ 210 bilhões por ano. Além disso, a Amazônia oferece os chamados serviços ecossistêmicos, que consistem, por exemplo, em seu papel central para o regime de chuvas no continente e para a proteção contra erosão do solo e incêndios.

A venda créditos de carbono é uma das possibilidades financeiras para se desincentivar a derrubada da floresta. A emissão desses créditos está relacionada a desmatamentos evitáveis – ou seja, uma área que por lei poderia ser aberta, mas que o proprietário decidiu preservá-la. Mas, para isso, é preciso incentivo financeiro – como a possibilidade de venda de créditos de carbono.

“O problema é o preço da terra. Alguém compra um hectare na Amazônia por US$ 100 (cerca de R$ 480), desmata e vende a área por US$ 500 (R$ 2.400) para plantio de monoculturas. Se essa área gerar créditos de carbono, pode valer US$ 1.000 (R$ 4.800) por hectare, o que tira o incentivo ao desmatamento”, diz Luís Adaime, CEO da climatech (startup para soluções relacionadas ao clima) Moss. “É preciso aumentar o potencial de remuneração da floresta de pé, e os créditos de carbono podem fazer isso”.
floresta dolar
A questão é que a emissão de créditos, dependente de projetos de alto custo pagos em dólar, não está acessível para todos na Amazônia. A elaboração desses projetos, que envolvem auditorias e registros diversos, pode alcançar US$ 1 milhão (cerca de R$ 4,8 milhões).

Algumas alternativas são desenvolvidas com a ajuda do Global Innovation Lab for Climate Finance, aceleradora de mecanismos financeiros destinados a atrair investimentos privados para a transição climática. Um exemplo é o Vox Vert Land Use Transition fund, um fundo de investimento que pretende financiar a transição para uma agricultura sustentável na Amazônia e no Cerrado por meio de linha de crédito e assessoria técnica para o processo. “Todos os anos abrimos um edital para receber ideias para novos instrumentos financeiros relacionados a essa transição”, afirma Phillipe Käfer, gerente do Lab no Brasil.

“A necessidade de se manter a floresta em pé não significa que ela não possa ser manejada para fins econômicos”, defende Daniela Vilela, diretora-executiva do Forest Stewardship Council (FSC), ONG internacional que atua na promoção do manejo florestal sustentável. Para ajudar a população que depende dos ganhos com o que a floresta oferece e pequenos empreendedores locais, o FSC apoia iniciativas como as do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) relacionadas à produção de óleos essenciais amazônicos e objetos de madeira. A certificação envolve uma área de produção de 44 mil hectares. “Se não se dá valor aos benefícios ecossistêmicos da floresta, fica aberto o espaço para outros usos”, acrescenta Vilela.

São muitos os projetos que visam sustentar a floresta de pé. Mas, na opinião do diretor-executivo do Climate Policy Initiative (CPI), Juliano Assunção, eles podem não ser suficientes para garantir a redução necessária do desmatamento sem políticas públicas que combatam, por exemplo, a grilagem de terras. “Os problemas fundiários deterioram o ambiente institucional e acabam afugentando investidores. As iniciativas para acabar com o desmatamento na Amazônia devem estar no nível da jurisdição como um todo, e não dos projetos isoladamente”, avalia Assunção.

Fonte: Valor O Globo/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/05:25:27

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Família busca informações de garimpeiro desaparecido após suposto assassinato na região do Sararé

(Foto: Reprodução tv centro oeste) – A família de Marcos Antônio Arruda e Silva, de 41 anos, vive momentos de angústia e desespero desde a última sexta-feira (14), quando foram informados sobre a possível morte dele. Segundo informações divulgadas em sites da região, Marcos teria sido vítima de um assassinato brutal, sendo alvejado por pelo menos 10 tiros na região do Garimpo Sararé, e seu corpo teria sido abandonado em uma casa abandonada. O suposto homicídio teria ocorrido à noite próximo ao posto de fiscalização do IBAMA.

Apesar da divulgação da notícia, o corpo de Marcos ainda não foi localizado, e a Politec de Família busca informações de garimpeiro desaparecido após suposto assassinato na região do Sararé, não recebeu nenhum chamado para realizar a retirada do corpo do local indicado. A família, preocupada e ansiosa por respostas, registrou um boletim de ocorrência em Cuiabá, para que as investigações sejam iniciadas e esclarecimentos sejam buscados.

Marcos Antônio era conhecido por prestar serviços na região de garimpos com uma retroescavadeira.

A família apela à população por qualquer informação que possa contribuir para encontrar Marcos e esclarecer os fatos sobre seu desaparecimento. Qualquer informação, o número disponibilizado pela família é o 65 9614 48 68.

Fonte: TVCO/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2023/05:25:27

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Tenho conta de luz e gás atrasada. Posso participar do Desenrola?

Renegociação de contas básicas devem fazer parte da segunda fase do programa, que começa em setembro – (Foto:Reprodução)

Os brasileiros com contas atrasadas de água e esgoto, luz e gás, poderão aproveitar o Desenrola para renegociar as pendências. No entanto, ainda não será possível renegociá-las na primeira fase do programa, que começa nesta segunda-feira.

Eles devem fazer parte da segunda fase do programa, que começa em setembro e será voltada para brasileiros com renda de até dois salários mínimos e dívidas de até R$ 5 mil. Nessa etapa, o devedor poderá consultar uma plataforma digital na qual as instituições financeiras farão uma espécie de “leilão de acordos”.

Ganha quem oferecer as condições mais vantajosas ao consumidor. Para atender esse público, o governo entra com R$ 8 bilhões no Fundo de Garantia de Operações (FGO). Funciona como uma proteção aos bancos caso o devedor não pague parte das parcelas.

Medida pressiona orçamento dos mais pobres

Para especialistas, o adiamento da inclusão desse tipo de dívida afeta principalmente consumidores mais pobres, que podem ficar mais tempo com o nome negativado e até ter os serviços essenciais cortados.

Programa começa a valer nesta segunda-feira

As pessoas endividadas com bancos já podem procurar diretamente as instituições financeiras para renegociar débitos em condições mais vantajosas. A expectativa é atender 30 milhões de pessoas nesta etapa. A segunda etapa está prevista para setembro, com o início da operação da plataforma digital.

Quem pode participar do Desenrola Brasil?

O programa abrange três públicos:

*Devedores com débito de até R$ 100, que poderão limpar o nome nesta semana;
*Público-alvo da faixa 1, com renda de até dois salários mínimos e débitos de até R$ 5 mil, que contará com uma plataforma digital em setembro;
*Faixa 2, que abrange brasileiros com renda de até R$ 20 mil e dívidas bancárias, que poderá renegociar débitos em condições mais vantajosas nesta semana.

Fonte: O Globo/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/2023/05:25:27

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Em depoimento, suspeitos negam à PF terem hostilizado Moraes em aeroporto

(Foto:Reprodução) – Alex Zanatta Bignotto negou neste domingo (16), à Polícia Federal, ter hostilizado o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ou agredido fisicamente o filho do magistrado.

A informação é do advogado Ralph Tórtima, responsável pela defesa dos envolvidos. Bignotto é um dos suspeitos de hostilizar Moraes a família do ministro. Ele prestou depoimento à PF em Piracicaba (SP). Outros dois envolvidos no episódio, o empresário Roberto Mantovani Filho e sua esposa, Andreia Mantovani, deverão ser ouvidos na terça-feira (18).

Segundo relatos do trio ao advogado, Moraes teria sido hostilizado por outras pessoas que ainda não foram identificadas. O advogado também disse que Alex Bignotto informou que não estava perto de Moraes no momento da hostilização, e que se aproximou para apartar a confusão.

O advogado também disse que pediu acesso à investigação. “Diante da extrema agilidade imposta na apuração, ainda não nos foi dado acesso aos autos”, afirmou.
Moraes foi alvo de xingamentos na sexta-feira (14) no aeroporto internacional de Roma. O magistrado estava acompanhado da família. Um dos envolvidos teria agredido fisicamente o filho do ministro.

Os insultos começaram quando Moraes foi confrontado pelo trio por volta das 18h45 no horário local, segundo fontes da PF.

A mulher teria hostilizado Moraes, chamando-o de “bandido, comunista e comprado”. Outro deu coro aos insultos e, logo depois, chegou a agredir fisicamente o filho do ministro. O terceiro homem juntou-se aos dois agressores, proferindo palavras ofensivas.

Moraes retornava da Universidade de Siena, onde havia ministrado uma palestra no Fórum Internacional de Direito.

Os três envolvidos serão investigados em inquérito por crimes contra honra e ameaça.

Conforme o advogado do trio, eles voltavam de uma viagem familiar e estavam no aeroporto de Roma procurando uma sala VIP no local.

Neste momento, Roberto teria avistado Moraes entrando nessa sala. De acordo com o advogado, a partir de relatos prestados pelos suspeitos, o magistrado era seguido por pessoas que o hostilizavam.

Andreia teria então se envolvido em uma discussão com o grupo que acompanhava o ministro. O bate-boca teria se intensificado a partir da participação de outras pessoas que passaram a defender Moraes.

“Eles negam qualquer ofensa direcionada a Alexandre de Moraes”, declarou o advogado.

“Chegando ao Brasil, às 5h da manhã, eles foram abordados por agentes da PF que queriam interrogá-los e conduzi-los a uma sala da PF. Como eles estavam com crianças, disseram que concordariam em prestar depoimento em outra ocasião”, disse o advogado Ralph Tórtima.

O STF informou que não irá se manifestar sobre o caso. A reportagem entrou em contato com a defesa dos acusados, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.

À reportagem, Roberto Mantovani disse no sábado (15) que não agrediu o filho de Moraes. “Falaram que eu dei um tapa no menino, nem sabia que o Alexandre de Moraes tem filho. Eu não seria nem um tonto de chegar numa pessoa que eu nem conheço e dar um tapa. Por que eu faria isso? Eu também tenho filho e não gostaria que fizessem isso com meu filho”, declarou.

Na ocasião, ele também disse que aguardaria para saber qual acusação seria feita contra si, para poder se manifestar.

“Vou aguardar, a hora de eles me chamarem e falar, ‘você, está sendo acusado de A, de B’, daí com maior satisfação do mundo vou passar para vocês aquilo que eu estou sendo acusado e se eu fiz ou se não fiz. Eu acho que eu não fiz nada mas vou aguardar”, declarou.

LEIA TAMBÉM:Moraes é hostilizado em aeroporto de Roma, e PF é acionada

 

Fonte:CNN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/2023/11:45:56

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Moro tem mandato sob ameaça e corre risco de derrota já no Paraná

A avaliação é de adversários políticos e também de aliados do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, para os quais há uma tendência desfavorável a Moro no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do estado. (Foto:Reprodução).

Réu em uma ação de investigação judicial eleitoral por suspeita de abuso de poder econômico na pré-campanha das eleições de 2022, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) corre risco de derrota já em seu próprio reduto, a Justiça do Paraná.

A avaliação é de adversários políticos e também de aliados do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, para os quais há uma tendência desfavorável a Moro no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do estado.

A fase atual do processo, que pode decidir pela cassação de seu mandato, é de produção de provas. Além de irregularidades na pré-campanha, Moro é acusado de gastos eleitorais acima dos limites estabelecidos pela lei.

Para a disputa pelo Senado do Paraná, o teto era de R$ 4,4 milhões. Moro declarou um gasto de R$ 5,2 milhões, segundo o site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O senador nega qualquer irregularidade.

O clima antes apontado como favorável para o ex-juiz federal mudou desde o dia 5, com a posse de três novos integrantes do tribunal.

A substituição de membros do TRE levou até à designação de um novo relator do caso. Com a saída de Mário Helton Jorge do tribunal, o desembargador D’ Artagnan Serpa Sá assumiu a relatoria da ação.

No meio jurídico, a aposta era a de que Helton apresentasse um parecer pela improcedência da representação contra Moro. Mas ele acabou submergindo após repercussão do discurso, durante sessão em abril, em que afirmou que o Paraná “tem nível cultural superior ao Norte e ao Nordeste” e que é um local que não tem o “jogo político dos outros estados”.

Helton havia assumido a relatoria do caso após o vice-presidente e corregedor do TRE, Fernando Wolff Bodziak, se julgar impedido.

Em junho, Helton indeferiu pedidos de quebra de sigilo e busca e apreensão contra os investigados.

No Tribunal de Justiça do Paraná, o novo relator não figura na lista dos lava-jatistas. Entre seus pares, Serpa Sá –que foi assessor do ex-governador José Richa– é descrito como capaz de resistir à pressão de apoiadores de Moro.

Também estreia no tribunal o advogado Julio Jacob Junior. Ligado ao ex-governador tucano Beto Richa, ele foi nomeado pelo presidente Lula (PT) em abril, após um périplo por Brasília.

Seu nome também foi submetido a uma junta composta pelo governo, apresentando-se como um advogado sem vínculos políticos, garantista, ou seja, da corrente que tende a privilegiar os direitos individuais e a presunção de inocência nos julgamentos.

Segundo relatos, quando indagado diretamente sobre os pedidos de cassação do mandato de Moro, apresentados pelo PL e pelo PT, Jacob afirmava que, se houver comprovação de descumprimento da lei eleitoral, não deixaria de votar pelo afastamento do ex-juiz por causa de seu currículo, número de votos ou pressão da opinião pública.

O juiz Anderson Ricardo Fogaça também acaba de assumir uma cadeira do TRE. Ele exerceu a função de juiz-auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça na gestão de José Laurindo de Souza Netto –que hoje postula a preferência de Lula para o Superior Tribunal de Justiça.

Fogaça também é listado entre os que poderiam votar pela cassação do mandato de Moro em caso de apresentação de provas consistentes.

Reconduzido ao tribunal em janeiro de 2022, o advogado Thiago Paiva dos Santos foi nomeado para o TRE em 2019 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) e com o aval de Moro, à época seu ministro da Justiça.

Isso, porém, não é interpretado como sinal pró-Moro.

Casado com uma sobrinha do secretário estadual e ex-líder do governo Bolsonaro, Ricardo Barros, Thiago já integrou o conselho estadual de trânsito no governo Richa.

Aliados de Moro elencam o juiz Guilherme Denz e a desembargadora federal Cláudia Cristina Cristofani como possíveis apoiadores da manutenção de seu mandato.

Isolado politicamente no Paraná e autor de duras críticas ao Judiciário, Moro tem um cenário apontado como mais confortável caso consiga pelo menos um empate, entre os seis votos, o que levaria a decisão para o presidente do TRE, Wellington Emanuel Coimbra de Moura, com quem já se reuniu.

Segundo relatos, o desembargador teria aconselhado que Moro se preocupasse mais com o julgamento do TSE, que dará a palavra final –seja qual for o resultado no Paraná, deve haver recurso à corte superior.

A reportagem procurou os integrantes da corte citados, mas nenhum deles se manifestou.

O julgamento de Moro ocorre no mesmo ambiente político que levou o TSE a cassar, por unanimidade, o registro da candidatura e, consequentemente, o mandato de deputado federal de Deltan Dallagnol (Podemos-PR), ex-coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.

A ação contra Deltan decorreu de representação da Federação Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV) e do PMN, que alegaram que Deltan não poderia ter deixado a carreira de procurador da República para entrar na política porque respondia a sindicâncias, reclamações disciplinares e pedidos de providencias junto ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).

Deltan e Moro recebem o mesmo rótulo de um amplo espectro do mundo político, que aponta ambos como responsáveis por usar a Lava Jato e a Justiça para se projetarem politicamente.

Moro ainda tem contra si a lista de gastos realizados pelo Podemos e a União Brasil na corrida eleitoral de 2022.

Nas ações, Moro e seus suplentes são acusados de, supostamente, orquestrar um conjunto de ações para usufruir de estrutura e exposição de pré-campanha presidencial para depois migrar para uma disputa, a do Senado, com teto de gastos muito menor.

A ação destaca também a contratação de empresas registradas em nome do suplente, o que poderia configurar prática de caixa 2.

Defensor de Moro, o advogado Gustavo Guedes nega irregularidades e diz confiar em um resultado técnico. “Espero que, como sempre, o TRE faça uma análise técnica das provas”.

Procurado, o senador não quis se manifestar pessoalmente.

Diante da possibilidade da perda de mandato, o que acarretaria a convocação de eleição suplementar, já há uma intensa disputa de bastidores entre políticos paranaenses que despontam como potenciais candidatos ao Senado. Entre eles, o próprio Ricardo Barros, além da presidente do PT, a deputada Gleisi Hoffmann.

 

Fonte: Notícias ao Minuto Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/2023/11:40:08

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Jovem de 19 anos morre após extração de dentes do siso

Isadora Albanese morreu quatro dias após extrair os sisos do lado esquerdo (Foto:Acervo Pessoal).

Pais de Isadora criaram uma petição pública para “que ninguém chore mais pelo mesmo motivo”

Uma jovem de 19 anos morreu depois de complicações causadas pela extração do dente do siso, em Sorocaba (SP), no fim de abril desse ano. Agora, a mãe de Isadora Albanese, Grasiela, fez uma página no Instagram para falar sobre o tema.

“Não é uma causa só nossa, mas sim de toda a população”, começa Grasiela Belon Albanese ao falar sobre a petição criada por ela e o marido, Ricardo Costa Albanese, depois da morte da filha. A petição pública, que já conta com 55 mil assinaturas, pede por um protocolo que estabeleça critérios a serem cumpridos por todos os profissionais dentistas, durante e após a extração.

O documento foi encaminhado para o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo e relembra outros dois óbitos pelo mesmo motivo. Para conseguir mais visibilidade nas redes sociais, Grasiela usa o TikTok, onde compartilha informações sobre casos parecidos – ou iguais – ao da filha. Um dos relatos sobre a morte da jovem atingiu a marca de 7 milhões de visualizações. Em entrevista a revista “Marie Claire”, Grasiela e Ricardo descreveram a filha como uma menina animada e cheia de sonhos.

“No dia 10 de abril, ela fez a extração dos dois sisos do lado direito e ficou combinado que voltaria em outra data para retirar os sisos do lado esquerdo. De início, ela teve um leve inchaço, nada que fugisse do comum. A primeira cirurgia ocorreu bem”, começa Grasiela.

CONFIRA O DESABAFO DOS PAIS DE ISADORA NA ÍNTEGRA:

Fonte:  Marie Claire e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/2023/11:27:13

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