Cotonicultores brasileiros são destaque em avenida famosa de Nova York

Cotonicultor Luimar Gemi, de Sorriso-MT, o primeiro homenageado na Times Square, nesta segunda-feira, 27- (Foto:RuralPress)

Ação inédita, realizada pela Girassol Agrícola, tem o objetivo de mostrar ao mundo a importância do algodão nacional, além de homenagear os produtores que são os protagonistas do sucesso da cultura

Com o slogan “Nossa fibra veste o mundo”, produtores brasileiros de algodão estão sendo homenageados na Times Square, famosa e icônica área comercial e de entretenimento localizada no coração de Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos. Em uma tela de led gigante, próximo à Nasdaq (bolsa eletrônica de valores), doze cotonicultores, que juntos cultivam mais de 100 mil hectares da pluma, terão seus rostos e nomes estampados até o dia 18 de dezembro, período de intensa movimentação turística no local.

Inédita, a ação é uma iniciativa da Girassol Agrícola, empresa líder na produção de sementes de algodão, e teve início nesta segunda-feira, 27. Além do slogan, já utilizado pela empresa há cerca de três anos, durante 15 segundos os painéis mostram um dos homenageados vestidos como verdadeiros astronautas do campo.

A comparação é uma alusão ao trabalho do produtor e defende que este tem muitos pontos em comum com o profissional do espaço. “Ambos trabalham com riscos, com situações que nem sempre controlam, mas estão diariamente buscando ganhos futuros para a humanidade. Com relação ao agricultor é a produção de alimentos para toda a população” explica Rodrigo Lopes, gerente de marketing da Girassol Agrícola.

O objetivo, segundo o profissional, é homenagear o cotonicultor brasileiro nessa grande vitrine que é a Times Square, onde o “mundo” poderá ver, demonstrando dessa forma o orgulho de trabalhar com a cultura e tê-lo como parceiro. “Sabemos que o cultivo do algodão é de alto investimento, e de alto risco também. São poucos os produtores que tomam essa decisão e para isso eles precisam reservar áreas de muito valor em suas propriedades, que levam uma série de investimentos, e não só de máquinas, mas sim de conhecimento, pois é uma cultura que exportamos, que não é nativa do Brasil”, comenta.

Kriss Corso, um dos diretores à frente do Grupo JCN, que cultiva 15 mil hectares de algodão em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul, é um dos homenageados e vê a iniciativa como um reconhecimento a toda a classe agrícola. “Acredito que toda homenagem para o agricultor é muito válida, sabendo as dificuldades que enfrentamos a cada safra e o empenho colocado a cada ciclo. Fico muito feliz por ser um dos escolhidos para representar os produtores de algodão, que têm um desafio enorme com o nível de profissionalismo, gestão e adoção de novas tecnologias para seguir em evolução a cada ano”, frisa.

Ele relembra que o Grupo teve início em 1967 com o plantio de algodão em São Paulo, expandiu para o Centro-Oeste em 1996, com área em Chapadão do Sul, e destaca o legado de seu avô. “Eu dedico essa ação para aquele que me ensinou a ter amor por essa cultura, meu avô Josué Corso Netto. E também não posso deixar de falar do meu professor e diretor agrícola do Grupo JCN, Elson Aparecido Esteves e aqueles que ajudaram a desenvolver a agricultura e especialmente o cultivo de algodão, Jonas Guerra (In memorian) e Enrique Rojas Puyu (In memorian), além de todos os agricultores espalhados pelo nosso País”, acrescenta.algodao

Momento promissor

De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a estimativa de produção para a safra 2022/2023 é de 3,23 milhões de toneladas de pluma neste ciclo, uma alta de 26,5% em relação à safra passada, 2021/2022. Ainda segundo o último Relatório de Safra da entidade, de 14 de novembro, para 2023/24 as estimativas apontam para um crescimento de 8,4% na área plantada com algodão em todo o País, que deve chegar a 1,81 milhão de hectares.

A produção é preliminarmente aguardada para alcançar 3,29 milhões de toneladas, 2% a mais em relação à safra recém-colhida. Em Mato Grosso, maior produtor nacional da pluma, o Imea – Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, estima uma área de 1,31 milhão de hectares para a temporada futura, com aumento de 9,10% ante a safra 2022/23.

O cenário climático, que dificultou o início da safra de soja e a expansão das áreas, está sendo preponderante para a decisão de dar lugar ao algodão na primeira safra. Além disso, há indecisões com relação ao plantio do milho, favorecendo também a cotonicultura. “Hoje, será uma saída (o plantio do algodão) para o aumento de receita do produtor”, pontua Lopes, da Girassol.

Qualidade e mercado internacional

O Brasil está na terceira colocação no ranking dos maiores produtores mundiais de algodão, para a temporada 2023/24, de acordo com o USDA. É o primeiro ano-safra em que a produção brasileira supera a americana. Com relação à exportação, o Brasil permanece como segundo colocado nas previsões desse período, com estimativa de vender para outros países (de ago/23 a jul/24) o montante de 2,40 milhões de toneladas.

Os números são a prova de que a qualidade do algodão brasileiro é reconhecida internacionalmente e esse aspecto tem ganhado relevância através do trabalho de promoção comercial feito lá fora. Programas como o Cotton Brazil da Abrapa, com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil e da Anea – Associação Nacional dos Exportadores de Algodão, representam um novo passo da pluma brasileira no mercado global.

Outra característica interessante é que o algodão nacional é a primeira cadeia produtiva a ser certificada por autocontrole no país. A certificação voluntária reforça a autenticidade dos laudos de análise por instrumento de alto volume do tipo HVI, o tipo de classificação mais utilizada nas transações com algodão em todo o mundo.

Girassol Agrícola – Há mais de 40 anos no mercado, a Girassol Agrícola iniciou suas atividades em 1982 no Estado de Mato Grosso, na região da Serra da Petrovina. Consolidada como uma das melhores e mais produtivas empresas do agronegócio brasileiro, atualmente, as principais atividades do grupo se concentram na produção e comercialização de sementes de soja, milho, algodão e reflorestamento de eucalipto, utilizando alta tecnologia de produção e máquinas de última geração. São quatro unidades de produção em MT, nos municípios de Pedra Preta (Serra da Petrovina), Jaciara, Torixoréu e Aripuanã, além de duas unidades de produção terceirizadas nos estados de Goiás e Bahia.

Fonte: RuralPress com fotos/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/11/2023/14:35:22

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Preço do ouro atinge o maior valor em 6 meses

Os preços subiram 0,6%, atingindo US$ 2.014 por onça troy, o nível mais alto desde meados de maio.
O preço internacional do ouro subiu para o seu nível mais alto em seis meses nesta segunda-feira, 27. A impulsão se explica pelo aumento das expectativas entre os investidores internacionais de que o Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos (EUA), encerrou o ciclo de elevação das taxas de juros e um dólar mais fraco no cenário global.
Os preços do ouro subiram 0,6%, atingindo US$ 2.014 por onça troy, medida inglesa utilizada na pesagem de ouro, o nível mais alto desde maio. A ascensão foi sustentada com a queda do dólar. Com isso, comprar o metal é mais barato para os investidores que possuem outras moedas estrangeiras.

Dados econômicos de baixo desempenho nos EUA também aumentaram as especulações de que as taxas de juros não vão mais subir neste ano — e que vão diminuir em 2024.

A estrategista de commodities do banco holandês ING Ewa Manthey disse que “a perspectiva de taxas nos EUA é o principal impulsionador do ouro”. “Taxas mais baixas são tipicamente construtivas para o ouro, porque ele não gera nenhum juro.”
Manthey acrescentou que uma escalada na guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas contribui para o aumento dos preços, já que o ouro é frequentemente visto como um ativo de refúgio. “Embora o risco do conflito no Oriente Médio pareça estar contido, pelo menos por enquanto, isso continuará sendo favorável para o preço do ouro”, disse a estrategista.

Analistas acreditam que o ouro pode testar sua máxima histórica

Analistas afirmaram que o metal precioso poderia testar sua máxima histórica, atualmente em US$ 2.075 por onça, até o fim deste ano. O pico aconteceu em agosto de 2020, quando a pandemia pressionou o dólar e fez investidores destinarem seus investimentos a ativos com menos risco.

O banco holandês ING prevê que máximas históricas devem acontecer em 2024. A expectativa é de uma média de US$ 2,1 mil por onça no quarto trimestre do ano que vem.
Os bancos centrais ao redor do mundo continuam impulsionando a demanda, sendo que houve um recorde com a compra de 1.136 toneladas de ouro em 2022 e 800 toneladas nos primeiros três trimestres de 2023, segundo dados do Conselho Mundial do Ouro.

O Banco Popular da China liderou as compras neste ano ao fazer a aquisição de 181 toneladas. A Polônia segue em segundo, com 57 toneladas.

Fonte:  Revista Oeste / Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/11/2023/12:36:35

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Ninguém acerta as seis dezenas da Mega-Sena 2661 e prêmio vai a R$ 37 milhões; veja números sorteados

28 apostas chegaram bem perto e acertaram cinco dezenas. Para cada uma delas a Caixa vai pagar R$ 91.906,60. Os 2.544 acertadores de quatro dezenas vão receber R$ 1.445,07 cada.
O resultado da Mega-Sena 2661 com prêmio de R$ 30.750.935,38 milhões foi divulgado nesta terça-feira (28), em São Paulo, e ninguém acertou as seis dezenas. Com isso, o prêmio acumulado vai a R$ 37 milhões no próximo sorteio que será realizado na quinta-feira (30).

Os números sorteados hoje foram: 06 – 30 – 35 – 38 – 41 – 56
28 apostas chegaram bem perto e acertaram cinco dezenas. Para cada uma delas a Caixa vai pagar R$ 91.906,60. Os 2.544 acertadores de quatro dezenas vão receber R$ 1.445,07 cada.

Veja todos os prêmios pagos pela Mega-Sena em 2023

Prêmios pagos pela Mega-Sena em 2023

Concurso Data Prêmio pago Ganhadores
2562 08/02/2023 R$ 152.807.887,30 2
2620 12/08/2023 R$ 116.232.513,11 4
2651 01/11/2023 R$ 104.876.676,04 1
2630 09/09/2023 R$ 84.729.015,05 1
2578 29/03/2023 R$ 74.915.170,68 2
2614 25/07/2023 R$ 68.239.150,14 3
2598 03/06/2023 R$ 66.093.916,13 1
2587 29/04/2023 R$ 61.056.497,58 1
2565 16/02/2023 R$ 52.879.877,07 3
2602 17/06/2023 R$ 51.774.681,61 1
2658 21/11/2023 R$ 50.248.574,29 1
2581 08/04/2023 R$ 46.558.149,50 1
2607 01/07/2023 R$ 44.355.154,71 1
2591 11/05/2023 R$ 43.295.767,40 1
2636 23/09/2023 R$ 40.435.445,42 1
2570 04/03/2023 R$ 33.139.056,49 1
2641 05/10/2023 R$ 32.744.242,80 1
2654 09/11/2023 R$ 11.906.870,24 1
2567 23/02/2023 R$ 8.548.140,96 1
2622 19/08/2023 R$ 4.645.727,40 1
2621 16/08/2023 R$ 3.856.058,17 2

Fonte:  Valor Investe / Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/11/2023/21:08:07

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Carcereiro de Lula conta o que viu e ouviu nos 580 dias de prisão

Na primeira entrevista após Lula deixar a cadeia, o agente da PF Jorge Chastalo lembra momentos tensos, tristes e confidências do petista

Os 580 dias em que Lula esteve preso pela Lava Jato, em Curitiba, tiveram uma testemunha privilegiada: o agente da Polícia Federal Jorge Chastalo Filho, carcereiro das celas de todos os presos da operação. Discreto, Chastalo até hoje não havia dado uma entrevista sobre o que viu e ouviu naquele período ao lado de Lula: os momentos tensos, os de tristeza, o começo do namoro do presidente com Janja, as raivas guardadas, o plano de sair da cadeia e voltar ao Planalto.
Em entrevista à coluna, de Lima, onde serve na Embaixada do Brasil, Chastalo contou em detalhes como foi a relação com Lula desde antes de sua chegada, quando precisou desenhar diferentes cenários de segurança para receber o mais famoso dos presos da Lava Jato.

Primeiro, foi necessário adequar um dormitório de policiais, no topo do prédio, às condições de “sala de Estado Maior” para receber um ex-presidente. Depois de convocar 60 policiais de outras localidades para reforçar o contingente de segurança nessa situação, Chastalo chegou a ouvir que havia exagerado. “Várias pessoas me falaram ‘para que 60 policiais aqui, se eles têm as missões dele e o Lula não vai ficar preso nem cinco dias? O STF vai soltar ele em cinco, seis dias’”, lembrou o policial. O petista ficaria quase dois anos preso.
Depois, ao longo do convívio, passou a ouvir de Lula lembranças do passado, agonias da prisão e planos para o futuro.

Segundo o policial, Lula se dizia satisfeito com seus dois primeiros governos, mas reconhecia que poderia ter defendido com mais afinco alguns projetos e previa voltar ao Planalto. “Ele falou isso mais de uma vez. Eu pensava que tudo é possível, inclusive nada, porque a situação dele não era fácil. Era terrível. Era bastante complicado acreditar que ele pudesse chegar onde chegou”, analisou.
Sobre Jair Bolsonaro, derrotado por Lula na eleição de 2022, o policial ouvia do petista que o então presidente era alguém “despreparado” para conduzir o país.

No período, Chastalo acompanhou de perto alguns dramas pessoais do petista. Além das sucessivas derrotas que os tribunais lhe impunham, Lula teve dolorosas perdas pessoais.
Em dezembro de 2018, morreu o advogado Sigmaringa Seixas, um dos melhores amigos do presidente. Um mês depois, em janeiro de 2019, morreu Genival, o Vavá, irmão do petista, a cujo funeral o petista não pôde comparecer diante de vetos da Justiça. O maior baque, lembrou Chastalo, foi em 1º de março de 2019, quando morreu Arthur, de 7 anos, neto do presidente e filho de Sandro Luís Lula da Silva, vítima de meningite bacteriana. Chastalo classificou o momento como “o mais terrível” para Lula na cadeia.

“O momento mais terrível para ele, e acredito que um dos momentos mais terríveis da vida dele, foi a perda do neto, Arthur. Isso causou um sofrimento absurdo, ele chorou, ficou muito mal durante uma semana, depois começou a se sentir mais… o tempo vai ajudando. Esse foi o pior momento”, contou o policial federal, que conheceu o menino nas duas vezes em que ele visitou o avô em Curitiba. Nos encontros, Arthur foi o centro das atenções de Lula.

O namoro com Janja
Viúvo desde fevereiro de 2017, quando morreu a ex-primeira-dama Marisa Letícia, Lula começou a namorar a atual primeira-dama do país, Janja, antes de ser preso. Ainda na carceragem da PF, o petista fazia planos de se casar com ela, com quem trocava cartas. Janja foi autorizada a visitar Lula somente alguns meses após ele ser preso.

Os cuidados da primeira-dama, diz o carcereiro, incluíam o envio de roupas e sopa a Lula. “Acredito que tenha sido fundamental, ela cuidava muito dele preso”, contou.

Fonte: Metrópoles/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/11/2023/09:10:01

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Helder Barbalho – O novo nome que será testado em pesquisa para disputar a Presidência em 2026

Fachada do Palácio do Planalto — (Foto: Jorge William/com montagem para JFP)

O nome do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), vai ser incluído no próximo levantamento do Instituto Paraná Pesquisa entre as opções para Presidência da República.

Em seu segundo mandato como governador do Estado, Helder tem abraçado a bandeira do meio ambiente e se tornado a principal liderança política da região Norte nos temas sobre Amazônia.

Helder quer aproveitar a exposição que terá com Conferência da ONU para o Clima, a COP 30, que será realizada no Pará em 2025.

Fonte:O GLOBO/Por:Bela Megale/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/11/2023/07:26:14

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Lula se reúne com príncipe saudita que deu joias a Jair Bolsonaro nesta terça

Na imagem, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se reúne nesta terça-feira (28) com o príncipe herdeiro e primeiro-ministro da Arábia Saudita, Mohamed bin Salman, no Palácio Real Al Yamamah. Os dois já haviam se encontrado durante a cúpula do G20, em Nova Délhi, na Índia, em setembro. Também nesta terça-feira, o petista tem eventos empresariais.

Mohamed bin Salman é uma figura envolta em polêmicas, incluindo uma relacionada à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele foi responsável por presentear a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com um conjunto de joias avaliado em R$ 5,6 milhões, um gesto que levantou investigações, já que o governo anterior supostamente teria tentado introduzir esses bens no Brasil sem declará-los.

Além disso, Bin Salman também é suspeito de envolvimento no assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi em outubro de 2018. O jornalista havia publicado reportagens nos Estados Unidos que faziam críticas ao príncipe.

De volta ao exterior

Lula está em sua primeira viagem internacional depois das cirurgias que fez em 29 de setembro. Ele passará pela Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes, onde irá participar, em Dubai, da COP 28, a Conferência do Clima das Nações Unidas. Lula ainda viajará à Alemanha antes de retornar ao Brasil para participar da Cúpula do Mercosul, marcada para acontecer em 7 de dezembro no Rio de Janeiro.

https://twitter.com/LulaOficial/status/1729443539669373124

 

Fonte: O Tempo/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/11/2023/07:26:14

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Padrasto suspeito de torturar menina de 6 anos com deficiência visual em Mato Grosso, é preso no Maranhão

Segundo a polícia, o homem foi localizado trabalhando em uma joalheria. Ele era procurado desde 2021, quando policiais encontraram a menina trancada no banheiro da casa, com diversos ferimentos pelo corpo.
O suspeito de torturar a enteada de 6 anos com deficiência visual, em 2021, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, foi preso nesse sábado (26), em Imperatriz, no Maranhão. Segundo a Polícia Civil, o acusado foi localizado trabalhando em uma joalheria no centro da cidade. Ele foi identificado como Fernando Lordelo Alves.

O g1 tenta localizar a defesa do suspeito.

Na época do caso, a mãe da menina, de 21 anos, foi presa no momento do resgate, após tentar esconder a criança dos policias, e também porque há a suspeita de que ela tenha sido omissa as agressões feitas pelo marido.

Ainda de acordo com a polícia, o pai da menina prestou depoimento e disse que a mãe da criança não permitia a visita dele à filha e desconhecia as agressões sofridas pela criança.
O caso foi registrado no dia 15 de julho de 2021, quando policiais encontraram a menina trancada no banheiro da casa. Ela estava sentada no vaso com diversos ferimentos pelo corpo.

Segundo a polícia, a criança apresentava marcas de agressões recentes e outras antigas, em várias partes do corpo.

Imediatamente, ela foi encaminhada pelo Conselho Tutelar para uma unidade de saúde de Sorriso. Os médicos afirmaram que a criança estava com febre acima de 39 ºC e tinha sinais de desnutrição.

A menina teve alta médica no dia 17, mas, como a febre alta não passou, mesmo com a medicação, voltou a ser internada no dia seguinte.

Criança foi encontrada trancada em banheiro de casa com sinais de tortura — Foto: Reprodução
Criança foi encontrada trancada em banheiro de casa com sinais de tortura — Foto: Reprodução

Criança com sinais de violência foi encaminhada ao hospital — Foto: Reprodução
Criança com sinais de violência foi encaminhada ao hospital — Foto: Reprodução

Fonte: g1 MT e TV Centro América / Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/11/2023/08:52:28

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Condecorada, trabalhadora e séria: saiba quem é a PM Vaneza Lobão morta a tiros de fuzil na porta de casa

PM Vaneza Lobão — (Foto: Reprodução) –  Uma mulher determinada e que desempenhava com seriedade suas funções na estrutura da 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM). É dessa forma que colegas de profissão descrevem a Capo PM Vaneza Lobo, de 31 anos, assassinada na sexta-feira à noite, em frente de casa, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Há 10 anos na Polícia Militar e formada em Direito, Vaneza foi condecorada com o distintivo “Lealdade e constância” pela corporação e se formou com nota máxima no curso especial de formação de cabos.

— Estamos devastados. Estava em casa quando soube da notícia, não acreditei. Minha irmã sempre foi muito tranquila, idônea. Nunca soube de ameaças, ou se ela tinha inimigos. A gente tinha receio pela profissão que ela exercia, mas nunca imaginei que ela poderia ser vítima de uma tragédia — diz aos prantos Andreza Lobo, irmã mais velha da policial.

A descrição feita pela irmã, que define Vaneza como “tranquila, idônea” bate com informações obtidas pelo Globo junto a colegas de farda. A policial dava expediente em serviços internos de inteligência na 8ª DPJM e não participava rotineiramente de operações de campo.

As duas principais hipóteses para explicar a motivação do crime, por enquanto, são: retaliação dos criminosos por conta do trabalho realizado pela policial — que investigava a atuação de milícias — ou o fato de milicianos suspeitarem que ela estaria passando à corporação informações sobre a movimentação dos bandidos no cotidiano da localidade onde vivia.

Criadas na época áurea das Unidades de Polícia Pacificadora, as DPJM são voltadas hoje, basicamente, para a investigar a participação de policiais tanto nas milícias quanto no jogo do bicho. De acordo com colegas de Vaneza Lobão, a policial raramente participava de operações na rua. De acordo com a família, o enterro será realizado neste domingo às 16h no Jardim da Saudade de Sulacap.

Tiros na porta de casa

Era por volta de 21h30 da última sexta-feira, dia 24, quando a policial militar Vaneza Lobo, de 31 anos, já em um momento de folga, estava pronta para ir a academia e acabou alvo de tiros de fuzil na porta de casa em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

— Às vezes ela ouvia dos parentes perguntas como: “Por que você não muda de área? É muito perigoso”. Mas o militarismo era o que ela mais amava. Ela falava do futuro por lá.

Mas nem tudo se resumia ao trabalho. Vaneza era apaixonada por futebol e pela esposa, Thais, com quem dividia uma casa e a vida.

— Ela não comentava de investigações ou rotina de trabalho conosco. Era policial lá dentro. Aqui fora, era a nossa Vaneza. Gostava de jogar bola e sempre foi muito ligada à família. Dedicada até demais — diz Andreza, novamente em lágrimas.

Polícia prende miliciano

No início da madrugada deste sábado, dia 25, a Polícia Militar do 27ºBPM prendeu um miliciano no loteamento Madean, também em Santa Cruz. A ação ocorreu durante as diligências em busca de suspeitos no caso da morte de Vaneza Lobão. Com ele foi encontrada uma arma de fogo, que foi apreendida.

De acordo com o Disque Denúncia, com a morte da policial sobe para 52 o número de agentes mortos em ações violentas no estado do Rio de Janeiro em 2023. Sendo 46 da Policia Militar, três Policiais Penais, um da Polícia Civil, um do Corpo de Bombeiros e um da Guarda Municipal.

Governador determina celeridade na investigação

Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro usou as redes sociais para lamentar a morte da policial militar Vaneza Lobão, que foi alvo de tiros na porta de casa, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. Ele disse ainda que determinou celeridade na investigação do caso.

Arma apreendida com miliciano — Foto: Reprodução
Arma apreendida com miliciano — Foto: Reprodução

— Me solidarizo com a família da nossa policial militar Vaneza Lobão, que foi brutalmente assassinada ontem. Há indícios de que sejam milicianos, o qual ela investigava, ela fazia parte da nossa corregedoria. E eu determinei que a resposta fosse rápida e dura. Nós não deixaremos que policiais, que fazem o seu trabalho bravamente, corram o risco e fiquem a mercê dessa bandidagem. Pode ser miliciano, traficante, estamos combatendo e iremos atrás. Só vai aumentar cada dia mais a nossa vontade de botar esses criminosos na cadeia.

Flávio Dino oferece ajuda da PF

Em uma publicação nas redes sociais o ministro Flávio Dino, da Justiça e Segurança Pública, lamentou o assassinato da PM Vaneza Lobão, ocorrido na noite de sexta-feira, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, e afirmou ter solicitado à Polícia Federal que ajude nas investigações do caso.

Na publicação, o ministro lamentou “o terrível crime cometido contra a policial Vaneza Lobão, no Rio de Janeiro”, prestou solidariedade à família e “aos colegas da corporação” e afirmou ter orientado “a Polícia Federal a ajudar nas investigações, de competência das autoridades estaduais”.

Fonte:  extra.globo.com/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/11/2023/07:47:55

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Ibama aplica multa milionária por dragas de garimpo ilegal no Vale do Javari

Segundo o auto de infração, José Ademir da Silva, conhecido na região como senhor Mimi, e Aislan Dione Silva são acusados de “fazer funcionar atividade efetivamente poluidora (lavra garimpeira) […], sem autorização do órgão ambiental”.

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) aplicou R$ 15 milhões em multa a dois homens, pai e filho, por serem responsáveis por quatro dragas de garimpo ilegal encontradas no rio Jutaí, na Terra Indígena do Vale do Javari, no Amazonas.
Segundo o auto de infração, José Ademir da Silva, conhecido na região como senhor Mimi, e Aislan Dione Silva são acusados de “fazer funcionar atividade efetivamente poluidora (lavra garimpeira) […], sem autorização do órgão ambiental”.

A operação do Ibama apreendeu e destruiu quatro dragas que funcionavam ilegalmente no rio Jutaí, todas avaliadas em mais de R$ 5 milhões cada -montante que baseou o valor estipulado para a multa.

A responsabilidade de Ademir pelos equipamentos foi revelada pelos próprios garimpeiros que operavam as máquinas quando foram abordados pelos agentes de fiscalização ambiental, de acordo com o documento.

Os homens relataram que trabalhavam para ele, que também seria dono de outras escavadeiras espalhadas pelo Vale do Javari.

A reportagem tentou contato com Ademir e seu filho, por celular, mas não teve resposta.
O Vale do Javari foi o local onde o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados por pescadores ilegais, em junho do ano passado.

Pereira era funcionário licenciado da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) e se afastou do órgão acusando a gestão de Jair Bolsonaro (PL) e do então presidente da entidade, Marcelo Xavier, de perseguí-lo e impedir que realizasse seu trabalho em prol das comunidades da região, onde fez sua carreira profissional.

Desde então, em 2019, ele passou a atuar para a Univaja, a associação de indígenas do Javari e na qual fazia, dentre outras coisas, trabalhos de fiscalização de invasores ilegais do território. Ele chegou a ser ameaçado de morte antes de ser assassinado.

Xavier foi indiciado pela Polícia Federal neste caso, por homicídio com dolo eventual.

A PF alega que o ex-chefe da Funai, inclusive por ser policial, tinha conhecimento da realidade e dos riscos que viviam as pessoas que atuavam no Vale do Javari e sabia que um ataque poderia acontecer, mas não agiu diante da situação.

O indiciamento cita o desmonte da fundação, a perseguição a Bruno quando este era do órgão, o pedido de socorro de servidores do Javari desde 2019, que nunca foi atendido, e uma ação civil pública que determinava que fossem aplicadas medidas de segurança na região, mas que não foi dado seguimento.

Quando foi assassinado, Pereira auxiliava o jornalista britânico Dom Phillips em pesquisas para um livro sobre a Amazônia.

Para a PF, o crime teve como mandante Ruben Dario da Silva Villar, o Colômbia, suspeito de liderar uma organização criminosa de pesca ilegal no Vale do Javari, na fronteira do Brasil com Peru e Colômbia.

Os executores foram Amarildo Oliveira, o Pelado; seu irmão Oseney de Oliveira, o Dos Santos; e Jefferson da Silva Lima, o Pelado da Dinha, conforme denúncia do MPF (Ministério Público Federal).

O Vale do Javari sofreu com o crescimento dos invasores nos últimos anos, que atuam em pesca ilegal, o tráfico de drogas e também com o garimpo.

 

Fonte : FOLHAPRESS / Foto: © Getty- imagem ilustrativa / Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2023/21:24:30

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Calor intenso e falta de chuva atrasam o plantio e castigam a soja recém-emergida

A situação atinge produtores de diferentes regiões de todo o País. Neste momento, é importante tomar decisões assertivas e optar por tecnologias que possam ajudar as plantas a suportar essa adversidade

Não é só a população brasileira que tem sofrido com as fortes ondas de calor que atingem o Brasil. As lavouras, especialmente de soja, também estão sentindo o impacto do clima atípico. No Centro-Oeste do País, há produtores que nem chegaram a semear a oleaginosa, e que na expectativa de chuvas estão com plantio atrasado, outros até tentaram, mas estão tendo que replantar, estreitando drasticamente a janela para a safrinha de milho. Este cenário deve continuar assim nos próximos dias, com altas temperaturas e forte calor.

Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de marketing técnico da multinacional DVA Agro, Renato Menezes, as previsões climáticas consolidaram-se de forma que causam apreensão ao setor agrícola. “Não estamos mais falando de previsões de clima adverso para a agricultura para daqui 5, 7 ou 10 anos, nem para 2050. É o agora que nos preocupa, estamos vivenciando o extremo da capacidade de algumas espécies exploradas comercialmente, a suportarem as adversidades, principalmente a térmica”.

Segundo dados publicados em diversas fontes que acompanham o avanço da atividade em todo o Brasil, a condição climática impõe atrasos significativos no plantio de regiões importantes na produção de grãos. Estados do Norte, Nordeste e Centro, como exemplo o Pará, região Oeste da Bahia, Tocantins e Goiás. Apesar do principal estado produtor que é o Mato Grosso ter alcançado aproximadamente 91% da estimativa de área para o período, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) esta região sofre severas influências negativas no desenvolvimento inicial da cultura. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, destaca que as condições das lavouras exigem cuidados.

“É o maior atraso da última série histórica de cinco anos. Mas, o que mais preocupa no campo são as condições das lavouras já semeadas. Altas temperaturas, chegando a 20 até 25 dias sem chuva, o que tem comprometido e muito o desenvolvimento, causando prejuízos difíceis de mensurar e replantios para serem avaliados”, pontua Cadore.

Lavoura de soja acometida por estresse em Mato Grosso  (Foto>Divulgação)
Lavoura de soja acometida por estresse em Mato Grosso (Foto>Divulgação)

Lavoura semeada sendo castigada

Parte das áreas com soja foram recém-semeadas, enfrentando assim alto risco de danos irreversíveis na germinação e emergência. Segundo Renato Menezes, altas temperaturas, como as que estão ocorrendo em grande parte das principais regiões agrícolas do Brasil, afetam diretamente a capacidade de plena construção estrutural das plantas e consequentemente a sua capacidade produtiva. “Esta situação imposta de temperatura acima da zona de conforto térmico, para muitas espécies, dentre elas a soja, motiva o estresse térmico nas plantas, afetando o potencial de germinação das sementes, e quando estas sementes conseguem germinar a alta temperatura pode provocar morte das plântulas recém-emergidas, chamado de colapso térmico, que ocorre na base do caule das plantas. Em estágios mais avançados, como de pleno florescimento, o estresse térmico pode causar abortamento de flores. Dentre outras interferências no metabolismo e consequentemente na limitação da capacidade produtiva”, alerta.

Alternativas

Menezes conta que já existem no mercado tecnologias capazes de ajudar as plantas a passar pelo estresse térmico. É o caso do termorregulador Osmobetan da DVA, produto composto por mescla única no mercado agrícola brasileiro de componentes orgânicos que induzem melhor operação de unidades metabólicas no uso otimizado de água pela planta, proporcionando maior resistência ao calor. “Uma das chaves de interferência na termossensibilidade das plantas é a quantidade de água dentro das células, alterando o turgor celular, assim, melhorando a capacidade das plantas suportarem o calor. Contudo, faz-se necessário o emprego da tal tecnologia de forma preventiva aos extremos de déficit hídrico”, complementa o profissional.

Sobre – A DVA Group é uma empresa multinacional alemã cuja missão é desenvolver soluções agrícolas de alta qualidade para agricultores no Brasil e no mundo. Produz e comercializa produtos para a proteção de cultivos, nutrição vegetal, biológicos e adjuvantes especiais para uma agricultura sustentável. Com mais de 50 anos de experiência, além do Brasil também temos operações na Europa, América Latina, Ásia e África.

Lavoura de soja acometida por estresse em Mato Grosso  (Imagem:Rural Press)
Lavoura de soja acometida por estresse em Mato Grosso (Imagem:Rural Press)

Fonte: Kassiana Bonissoni/ Rural Press e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/11/2023/10:38:55

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