Boa notícia: Mercado da soja tem tendência de alta após o carnaval

(Foto: Reprodução)- As cotações da soja começam esta quarta-feira de cinzas com tendência de alta, o que é muito animador para os produtores. Na segunda-feira (12.02) os preços subiram em algumas regiões do Brasil, mas as negociações permaneceram paralisadas em grande parte do país devido ao feriado de Carnaval. O cenário nacional, influenciado pelo relatório do USDA (publicado dia 08.02), segue valorizando o mercado, com altas pontuais e expectativas positivas para a retomada das atividades após o feriado.

No Rio Grande do Sul, o dia foi marcado por altas parciais, com uma única indicação de exportador a R$ 123,00 por saca para entrega imediata. No interior do estado, os preços seguiram o balizamento de cada praça, focado em fábricas.

Em Santa Catarina, os preços evoluíram expressivamente, mas os negócios seguem parados. O estado acompanha o ritmo nacional de estagnação nas negociações, sem grandes diferenciações desde o início do ano.

No Paraná, os preços subiram de forma pontual, com a ideia de compra para a safra 2023/24 girando em torno de R$ 110,00 por saca CIF Ponta Grossa. Os produtores, por outro lado, pediam pelo menos R$ 130,00 por saca, sem registro de acordos.

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No Mato Grosso do Sul, o mercado marcou alta de até R$ 3,00/saca, mas as negociações continuam paralisadas. As altas, impulsionadas pelo relatório USDA, não chegaram em um bom momento, devido ao período de Carnaval.

No Mato Grosso, as propostas voltaram a marcar altas gerais, com Campo Verde a R$ 105,00, Lucas do Rio Verde a R$ 96,90, Nova Mutum a R$ 97,50, Primavera do Leste a R$ 105,50, Rondonópolis a R$ 107,10 e Sorriso a R$ 96,50.

A tendência é que na semana que vem (o Brasil só vai começar a funcionar de fato a partir de segunda-feira) o mercado retome as atividades com a expectativa de que os preços se mantenham em alta, impulsionados pela demanda interna e externa. O nível de preços dependerá da dinâmica das negociações e da influência de fatores como o clima, a demanda global e as políticas internacionais.

 

Fonte: Pensar Agro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/02/2024/09:22:54

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Mato-grossense que xingou senadores de Mato Grosso em atos do 8 de Janeiro é condenada a 17 anos de prisão

(Foto: Reprodução)- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela condenação da cuiabana Alessandra Faria Rondon, e de seu marido Joelton Gusmão de Oliveira, a 17 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro. Ainda cabe recurso, mas, a princípio, pena deverá ser cumprida em regime fechado.

Alessandra publicou vídeos nas redes sociais de dentro do Senado e xingando o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), e os senadores Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL). Ela chamou todos eles de traidores da pátria.

Durante o interrogatório, segundo consta os autos, Alessandra permaneceu em silêncio, mas em Juízo confirmou a conduta de invasão do Congresso Nacional.

“Hoje é dia 8 de janeiro. Estou sentada na cadeira do traidor da pátria de Mato Grosso. O outro, Jayme Campos, traidor da pátria. Wellington Fagundes. E eu quero dizer, como mato-grossense, meu nome é Alessandra Faria Rondon. Eu só saio daqui a hora que os traidores da pátria tiverem presos, tá? Carlos Fávaro, Wellington Fagundes e Jayme Campos. Queremos intervenção militar! Intervenção militar já, tá?”, disse a réu.

Alessandra e Joelton na época dos ataques do 8 de Janeiro estavam morando em Vitória da Conquista, no interior da Bahia. Alessandra é natural de Cuiabá, e o esposa da cidade Jordânia em Minas Gerais.

Consta dos autos, que Alessandra permaneceu em silêncio durante seu interrogatório, mas em Juízo confirmou a conduta de invasão do Congresso Nacional.

Ao apresentar sua defesa no processo, a cuiabana alegou insuficiência de provas; a inexistência de conduta criminosa; a atipicidade das condutas; e a ausência de justa causa.

Argumentou, ainda que é uma “pessoa de nenhuma influência na sociedade, não possuía e ainda não possui a mínima condição de sequer tentar abolir, o Estado Democrático de Direito ou aplicar golpe de Estado; e considerar que tentaram abolir o estado democrático de direito e aplicar um golpe de estado, simplesmente porque causaram danos aos locais onde atuam os três poderes enquanto ninguém estava nos referidos locais, seria o mesmo que considerar que houve uma tentativa de sequestro em uma residência enquanto o dono do local sequer estava na cidade, ou seja, um crime impossível de ser executado”.

Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que as provas anexadas nos autos indicam que a Alessandra Rondon e o esposo participaram na empreitada criminosa. “Ficou claro, a partir das provas produzidas e das circunstâncias acima delineadas, que se aliou subjetivamente à associação criminosa armada (consciência da colaboração e voluntária adesão), com estabilidade e permanência, objetivando a prática das figuras típicas a seguir analisadas, e culminando no ocorrido no dia 08/01/2023”, diz trecho da decisão.

Ao final, ele votou pela condenação da cuiabana e do marido dela, Joelton Gusmão, a pena total de 17 anos, sendo 15 anos e 6 meses de reclusão e 1 ano e 6 meses de detenção (cada um deles) pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do Patrimônio e associação criminosa armada. Além disso, estabeleceu que o casal pague R$ 30 milhões em indenização.

Fonte: JK Notícias e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/02/2024/09:08:49

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Incra ignora ministério e mantém contrato de megaprojeto de ouro

(Foto: Divulgação) – Mineradora canadense Belo Sun tenta operar maior projeto de mineração de ouro a céu aberto do país; ministério pediu anulação há oito meses.

A autorização para a empresa começar a operar enfrenta questionamentos no governo federal e na Justiça. No âmbito do Poder Executivo, a área técnica do Ministério do Desenvolvimento Agrário recomendou em 19 de junho do ano passado que o Incra invalide o contrato com a mineradora.

A diretora de Mediação e Conciliação de Conflitos Agrários, Claudia Dadico, apontou diversas irregularidades no contrato firmado entre o Incra e a Belo Sun. Uma delas é que uma visita técnica da Defensoria Pública da União (DPU) desmentiu um parecer do Incra que dizia não haver famílias morando na área cobiçada pelos canadenses. Além disso, Dadico escreveu que o Incra já reconheceu a posse ilegais de terra por parte da companhia, e que a empresa teria de obter autorização do Congresso para comprar terrenos tão extensos.

Até agora, o Incra não cumpriu a recomendação do ministério. No mês passado, a DPU questionou o presidente do órgão, César Aldrighi, sobre a inércia do órgão. Não houve resposta.

Procurado, o Incra não disse por que não seguiu a recomendação técnica, nem quando o fará. O Incra afirmou que a recomendação é um “elemento sinalizador da importância da mediação dos conflitos” da região, e que o instituto tem conversado com movimentos sociais do local. O órgão afirmou ainda que fará uma reunião no fim do mês com o MPF, a DPU e movimentos sociais para rever regras de concessão de terras.

Na seara judicial, o licenciamento da Belo Sun está suspenso desde 2017 por uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que apontou a falta de estimativa de impacto para as comunidades atingidas. No último dia 30, o MPF defendeu a anulação do contrato, em uma ação movida pela DPU e pela Defensoria Pública do Pará em 2022.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/02/2024/08:01:32

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Carreta carregada com cocaína estimada em R$ 6 milhões é apreendida pela polícia

O veículo com o entorpecente saiu do Paraná e tinha como destino a cidade de Campinas, no interior de São Paulo.

Uma carreta que transportava cocaína foi apreendida pela polícia rodoviária durante a Operação Carnaval, no interior de São Paulo. Estima-se que a quantidade de entorpecentes equivale a R$ 6 milhões. O veículo saiu do Paraná e iria para a cidade de Campinas. As drogas estavam escondidas em dois fundos falsos na traseira do veículo.

Fonte: R7 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2024/19:22:27

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Toffoli suspende julgamento no STF que pode levar ex-presidente à prisão

A Corte definiu pena de 8 anos e 10 meses de prisão em regime inicialmente fechado a Collor.

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista (mais tempo para estudar o caso) e suspendeu o julgamento de um recurso do ex-senador Fernando Collor contra a condenação imposta a ele pelo tribunal pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A Corte definiu pena de 8 anos e 10 meses de prisão em regime inicialmente fechado, mas a aplicação da penalidade depende da análise da contestação apresentada por ele e outros réus.

O julgamento do recurso foi iniciado na sexta-feira (9/2) no plenário virtual, com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que rejeitou os argumentos do político. O regimento do Supremo prevê a devolução do processo para a continuidade da análise em até 90 dias.

“Os embargantes [Collor e demais réus] buscam, na verdade, rediscutir pontos já decididos pela Suprema Corte no julgamento desta ação penal, invocando fundamentos que, a pretexto de buscar sanar omissões, obscuridades ou contradições, revelam mero inconformismo com a conclusão adotada”, afirmou Moraes.

Na ação penal, derivada da Operação Lava Jato, o ex-senador e ex-presidente foi acusado de receber propina de um esquema de corrupção na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Os empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Leoni Ramos também foram condenados.

Comprovantes encontrados em poder do doleiro Alberto Youssef, além de depoimentos de delatores, foram usados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) como elementos de prova.

De acordo com a denúncia, provas mostraram que, de 2010 a 2014, Collor influenciava o comando e as diretorias da BR Distribuidora, o que levou à assinatura de contratos da estatal com a construtora UTC. Em troca, diz a acusação, o ex-presidente recebeu R$ 20 milhões. O ex-senador e os foram condenados a indenizar os cofres públicos desse valor.

Collor

A denúncia contra Collor foi uma das primeiras oferecidas pela Procuradoria no âmbito da Lava Jato, em 2015, mas o julgamento só ocorreu em maio do ano passado, quando havia risco de prescrição. Collor sempre negou todas as acusações.

Entre outros argumentos, a defesa do ex-senador sustentou que a maioria dos ministros se baseou unicamente em premissas “equivocadas” da Procuradoria para considerar existentes e suficientes elementos constantes apenas em declarações de colaboradores.

Afirmou também que as teses defensivas que afastam a idoneidade dos elementos informativos oferecidos pela PGR foram desconsiderados nos votos condenatórios, além de suposto erro material na contagem dos votos dos ministros referentes à dosimetria da pena.

A Procuradoria afirmou que, “além das palavras dos colaboradores, diversos outros elementos materiais e testemunhais de provas foram colacionados e considerados para embasar os motivos fundantes da decisão colegiada proferida nos autos”.

“[O] Voto proferido pelo ministro relator para o acórdão dedicou-se a catalogar e analisar os elementos de prova que convergiam para confirmar o conteúdo das declarações dos colaboradores.”

 

Fonte: FOLHAPRESS  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2024/16:33:12

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Bolsonaro pode ficar inelegível por mais de 30 anos se condenado em caso do golpe

Caso seja processado e condenado pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito e associação criminosa, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá ficar inelegível por mais de 30 anos.

Bolsonaro ainda não foi indiciado por esses delitos, mas as suspeitas sobre esses crimes levaram a Polícia Federal a deflagrar uma operação que mirou seus aliados na última quinta-feira (8).

O ex-presidente já foi condenado pelo TSE por ataques e mentiras sobre o sistema eleitoral e é alvo de diferentes outras investigações no STF (Supremo Tribunal Federal). Neste momento, ele está inelegível ao menos até 2030.

Agora, na hipótese de uma sentença criminal condenatória em torno de um plano de golpe, provavelmente o maior prejuízo ao ex-presidente decorreria do teor do artigo 15 da Constituição Federal.

Segundo a criminalista Maria Jamile José, mestre em direito processual penal pela USP, os punidos penalmente após esgotados seus recursos aos tribunais (situação chamada de trânsito em julgado na linguagem técnica) têm os direitos políticos suspensos durante o período de execução de suas penas e, por isso, não podem ser votados ou votar.

A pena máxima do crime de tentativa de golpe de Estado é de 12 anos de reclusão, a de tentativa de abolição do Estado de Direito é de 8 anos e a de associação criminosa é de 3 anos, ou seja, a soma chega a 23 anos de prisão.

Assim, na hipótese de aplicação das penas máximas, Bolsonaro poderia ficar inelegível por esse prazo.

Para Fernando Neisser, advogado e professor de direito eleitoral da FGV (Fundação Getúlio Vargas) de São Paulo, além do previsto na Constituição, poderá incidir ainda a aplicação da punição de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa, que é de 8 anos depois do cumprimento da pena.

Hoje Bolsonaro tem 68 anos. Portanto, caso condenado em definitivo neste caso e nessas condições em 2025, por exemplo, ele ficaria inelegível até 2056, quando teria 100 anos de idade.

Neisser afirma que os crimes de tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado democrático de Direito não estão previstos expressamente na Lei da Ficha Limpa, pois esta foi promulgada antes da entrada em vigor da lei de 2021 sobre os crimes contra a democracia.

Porém entende que deve ser feita uma interpretação jurídica para que a lei mais antiga seja empregada também nestes tipos de casos.

“Não é toda condenação que pode levar à inelegibilidade, mas aquelas que têm características que afetam bens jurídicos considerados relevantes o suficiente, como a administração pública, a vida e a propriedade, dentre outros. Portanto não há dúvida que uma condenação por crime contra o estado de direito se enquadra dentre as hipóteses que, desde a condenação, já faz surgir a inelegibilidade”, diz.

De acordo com o criminalista Maurício Zanoide de Moraes, professor de processo penal da USP, a regra específica da Lei da Ficha Limpa a ser aplicada aos casos seria aquela que torna inelegível as pessoas condenadas por colegiados de juízes, como é o caso do STF, tribunal no qual tramita a investigação sobre a suspeita de planejamento de golpe e os ataques de 8 de janeiro.

Um dos fatos mais graves atribuídos a Bolsonaro pela PF foi a suposta atuação na elaboração da minuta de um decreto para dar uma roupagem formal às ações golpistas e impedir a posse do presidente Lula (PT).

Segundo a decisão de Moraes, a minuta “consubstanciava medidas de exceção, com detalhamento de ‘considerandos’ acerca de suposta interferência no Poder Judiciário no Poder Executivo, para decretar a prisão de diversas autoridades e a realização de novas eleições em vista de supostas fraudes no pleito presidencial”.

O rascunho do decreto teria sido objeto de reuniões convocadas pelo então presidente Bolsonaro que envolveram tanto integrantes civis do governo como militares da ativa, de acordo com a PF.

“Quanto ao ponto, a autoridade policial destaca a ocorrência de monitoramento de diversas autoridades, inclusive do relator da presente investigação [Moraes], no sentido de assegurar o cumprimento da ordem de prisão, em caso de consumação das providências golpistas”, completa a decisão.

Porém, na atual etapa de investigação, foi determinado apenas o recolhimento do passaporte de Bolsonaro e que ele não se comunique com outros investigados.

Segundo a decisão do ministro Alexandre de Moraes, a PF identificou diversos núcleos da organização criminosa e apontou os nomes de seus integrantes, mas o ex-presidente não foi incluído em nenhum deles.

Fonte: UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2024/12:00:53

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Concurso público em bancos: oportunidades abertas tem salários de até R$ 20,9 mil; confira

O Banco Central, por exemplo, tem 100 vagas, sendo 50 para tecnologia da informação e 50 para economia e finanças.

Bancos públicos e privados estão com seleções abertas ou prestes a abrir, oferecendo mais de quatro mil vagas para profissionais de diversas áreas de formação, com salários de até R$ 20,9 mil. O Banco Central (BC) é um deles – há 100 vagas abertas no concurso público, mais formação de cadastro de reserva, para o cargo de analista, sendo 50 destinadas à área de tecnologia da informação, e mais 50 para economia e finanças.

O salário inicial, de R$ 20.924,80, é por regime de trabalho de 40 horas por semana. Os servidores contarão ainda com auxílio-alimentação no valor de R$ 658 mensais, e os trabalhadores que têm filhos podem solicitar o auxílio-creche. O concurso é realizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) e 5% das vagas serão reservadas para candidatos com deficiência e outros 20% para as pessoas negras. Os candidatos terão exercício em Brasília, no Distrito Federal.As inscrições no concurso poderão ser feitas neste site, até as 18h do dia 20 de fevereiro, com taxa no valor de R$ 150. Podem pedir isenção os candidatos inscritos no CadÚnico ou doadores de medula óssea. Já a avaliação, que será aplicada em todas as capitais do país, se dará por meio de prova objetiva, prova discursiva, sindicância de vida pregressa, avaliação de títulos e Programa de Capacitação (Procap)

Outros certames que estão previstos para 2024 ainda não tiveram o edital publicado, mas têm criado expectativas. Um deles é o do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que deve abrir 94 vagas para contratação imediata de profissionais de níveis médio e superior. A confirmação veio após o presidente da instituição, Aloizio Mercadante, anunciar que quer retomar as seleções para efetivos. Depois, o diretor de planejamento e estruturação de projetos do BNDES, Nelson Barbosa, ratificou a realização do certame. Ainda não há informações sobre quais serão os cargos contemplados.

Já o concurso da Caixa Econômica pode ser publicado em breve, após a contratação de uma banca organizadora – a empresa escolhida para cuidar de todos os trâmites da seleção foi a Fundação Cesgranrio, que também está participando da organização do Concurso Nacional Unificado (CNU). A expectativa é de que as regras sejam publicadas ainda em fevereiro, com quatro mil oportunidades. A previsão de lançamento do edital foi dada pela própria instituição no último dia 13 de janeiro. A oferta deve contemplar cargos de nível médio e técnico.

Serviço:- Concurso aberto do Banco Central

Vagas: 100

Salário: até R$ 20,9 mil

Inscrições: até 20/2, neste site

– Concurso previsto do BNDES

Vagas: 94

Salário: ainda não informado

Inscrições: ainda não informado

– Concurso previsto da Caixa

Vagas: 4.000

Salário: ainda não informado

Inscrições: ainda não informado

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2024/11:07:18

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Morre Luiza Trajano Donato, fundadora do Magazine Luiza, aos 97 anos

Luiza Donato é tia da empresária Luiza Helena Trajano.

Aos 97 anos, Luiza Trajano Donato, fundadora do Grupo Magazine Luiza, morreu na madrugada desta segunda-feira (12) em Franca, São Paulo. Tia da empresária Luiza Helena Trajano, Donato morreu de causas naturais e no conforto do lar, segundo informações iniciais da EPTV, afiliada da TV Globo.

O velório está marcado para ocorrer ainda hoje, às 10h, no São Vicente, com o enterro previsto para às 16h no Cemitério Saudade. Em homenagem, todas as lojas da empresa em Franca permanecerão fechadas nesta segunda-feira.

Responsável pelo início de uma das maiores redes de varejo do país

Nascida em Cristais Paulista (SP), em 1926, Luiza Trajano Donato é conhecida por fundar junto com o companheiro, em 1957, a loja “A Cristaleira”, que mais tarde se tornou a primeira unidade do Magazine Luiza.

Fonte:  O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2024/10:27:49

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Justiça de MT manda soltar advogado e empresário suspeitos de sonegar mais de R$ 370 milhões em impostos

Bruno Cicaroni Alberici e Elisandro Nunes Bueno são alvos de operação da Polícia Civil — Foto: Reprodução

Elisandro Nunes Bueno e Bruno Cicaroni Alberici foram presos em janeiro deste ano durante as operações “Déjà vu” e “Odisseia”, quando foram cumpridos 22 mandados de prisão, busca e apreensão e sequestro de bens, em Cuiabá e Várzea Grande.

Dois grupos criminosos suspeitos de sonegar mais de 370 milhões em impostos foram alvos de duas operações, em Mato Grosso, em Novo Progresso no Pará e Paraná.

A Justiça de Mato Grosso mandou soltar o advogado Elisandro Nunes Bueno e o empresário Bruno Cicaroni Alberici, presos em janeiro deste ano, suspeitos de sonegarem mais de R$ 370 milhões em impostos. Conforme a decisão assinada nessa quinta-feira (8), os investigados devem cumprir medidas cautelares e serão monitorados por meio de tornozeleira eletrônica.

A defesa de Elisandro alegou que a decisão preventiva “carece de fundamentos”, porque os crimes que o suspeito é acusado aconteceram entre 2016 e 2019, quando as autoridades já tinham conhecimento sobre os fatos.

Leia mais>Operações da Policia Civil e MP do Mato Grosso miram alvos em Novo Progresso por sonegação de R$ 370 milhões

Além disso, foi defendido que os crimes praticados não envolvem violência ou ameaça e que medidas menos severas seriam suficientes. No processo também foi argumentado que Elisandro é responsável pela guarda de duas crianças.

A Justiça determinou que será necessário a comprovação de residência, onde os suspeitos poderão ser encontrados, e que eles devem comunicar caso ocorra uma eventual mudança de endereço. Foi informado ainda que eles estão proibidos de se ausentar da área documentada sem autorização judicial e que estão impedidos de manter contato com os outros suspeitos presos na investigação.

Entenda o caso

Dois grupos criminosos suspeitos de sonegar mais de 370 milhões em impostos foram alvos de duas operações, em Mato Grosso, no Pará e Paraná. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), e o Ministério Público Estadual (MPE), com o apoio da Secretaria de Fazenda Estadual (Sefaz) de Mato Grosso.

As operações “Déjà vu” e “Odisseia” foram deflagradas para desmantelar dois grupos criminosos que causaram prejuízos aos cofres públicos, por meio de diversas fraudes fiscais relacionadas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

Investigações

Durante as investigações, a polícia constatou que os suspeitos criaram diversas empresas de fachada, além de usar de artifícios para induzir o Poder Judiciário ao erro, obtendo liminares indevidas, com intuito de fraudar a fiscalização e lesar os cofres públicos.

Ainda durante as investigações, foi observada a utilização de dados cadastrais de contadores que já morreram, com objetivo de dificultar e responsabilizar o verdadeiro responsável contábil que operava para a organização criminosa.

Também foi identificada a criação de diversas empresas registradas em nome de laranjas, com a intenção de possibilitar a sonegação de impostos, mascarando a origem real dos produtos e o responsável de fato pela expedição da nota fiscal.

Fonte: Por Amábile Monteiro*, g1 MT/ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2024/07:16:46

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Bruno Cicaroni Alberici e Elisandro Nunes Bueno são alvos de operação da Polícia Civil — Foto: Reprodução

Bruno Cicaroni Alberici e Elisandro Nunes Bueno são alvos de operação da Polícia Civil — Foto: Reprodução

A Justiça de Mato Grosso mandou soltar o advogado Elisandro Nunes Bueno e o empresário Bruno Cicaroni Alberici, presos em janeiro deste ano, suspeitos de sonegarem mais de R$ 370 milhões em impostos. Conforme a decisão assinada nessa quinta-feira (8), os investigados devem cumprir medidas cautelares e serão monitorados por meio de tornozeleira eletrônica.

A defesa de Elisandro alegou que a decisão preventiva “carece de fundamentos”, porque os crimes que o suspeito é acusado aconteceram entre 2016 e 2019, quando as autoridades já tinham conhecimento sobre os fatos.

Além disso, foi defendido que os crimes praticados não envolvem violência ou ameaça e que medidas menos severas seriam suficientes. No processo também foi argumentado que Elisandro é responsável pela guarda de duas crianças.

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A Justiça determinou que será necessário a comprovação de residência, onde os suspeitos poderão ser encontrados, e que eles devem comunicar caso ocorra uma eventual mudança de endereço. Foi informado ainda que eles estão proibidos de se ausentar da área documentada sem autorização judicial e que estão impedidos de manter contato com os outros suspeitos presos na investigação.

Entenda o caso

Dois grupos criminosos suspeitos de sonegar mais de 370 milhões em impostos foram alvos de duas operações, em Mato Grosso, no Pará e Paraná. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), e o Ministério Público Estadual (MPE), com o apoio da Secretaria de Fazenda Estadual (Sefaz) de Mato Grosso.
São cumpridas 24 ordens judiciais em 3 estados — Foto: Polícia Civil

São cumpridas 24 ordens judiciais em 3 estados — Foto: Polícia Civil

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Investigações

Durante as investigações, a polícia constatou que os suspeitos criaram diversas empresas de fachada, além de usar de artifícios para induzir o Poder Judiciário ao erro, obtendo liminares indevidas, com intuito de fraudar a fiscalização e lesar os cofres públicos.

Ainda durante as investigações, foi observada a utilização de dados cadastrais de contadores que já morreram, com objetivo de dificultar e responsabilizar o verdadeiro responsável contábil que operava para a organização criminosa.

Também foi identificada a criação de diversas empresas registradas em nome de laranjas, com a intenção de possibilitar a sonegação de impostos, mascarando a origem real dos produtos e o responsável de fato pela expedição da nota fiscal.




Aprosoja Brasil pede que produtor não venda soja e nem compre insumos

Quebra de safra | Aprosoja Brasil recomenda cautela e prudência aos produtores

A Associação Brasileira dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja Brasil) divulgou nota nesta sexta-feira com recomendações aos sojicultores brasileiros.

A entidade destaca que o movimento de queda de preços, os elevados custos de produção e a queda de produtividade na safra atual demandam cautela antes do fechamento de negócios nos próximos meses.

Asim, a Associação recomenda aos produtores que adotem prudência, que não realizem vendas imediatas nem vendas futuras, não adiantem compras por pressão das empresas e não façam investimentos ou programação para ampliação de área.

“Em especial, que não façam compras de fertilizantes, cujos preços aumentaram nas últimas três safras e ainda não voltaram ao patamar normal para uma boa relação de troca. Esta última recomendação vale também para sementes e defensivos”.

A entidade afirma que houve redução de 33% da receita da atividade em comparação com a safra por conta dos preços atuais estarem abaixo dos 100 reais por saca pela primeira vez em três anos.

“No início do plantio da safra 2023/2024, as contas estavam dando algum lucro ou empatando, em algumas praças, se houvesse uma boa produtividade. Porém, com as perdas em função de fatores climáticos, as margens já estão negativas em muitos estados”, diz a nota.

Tomando Mato Grosso como exemplo, o dado do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apresentado no dia 11 de janeiro na Câmara Setorial da Soja, para a análise de sensibilidade da margem da soja, apontava que para cotação de 100 reais a saca e produtividade estimada pelo órgão de 50 sacas por hectare, a margem de lucro seria de 128 reais, já indicando incapacidade de pagamento de parcelas de investimentos.

Contudo, ao considerar a região de Sorriso como exemplo, a soja está cotada na região em torno de 94 reais, o que retorna a margem negativa, com prejuízo de 122 reais por hectare.

Maiores perdas são esperadas

A Aprosoja Brasil lembra que a colheita ainda não atingou 20% da área em nível nacional e que os produtores ainda enfrentam alta incidência de doenças, anomalias fisiológicas e prognóstico climático pouco animador.

“Por conta desses fatores, ainda são esperadas perdas maiores para a safra. No caso de Mato Grosso, a média estimada pela Aprosoja é de 49 sacas por hectare, até o momento”.

https://youtu.be/-hRl2af3c8Y

 

Fonte: Canal Rural  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2024/07:16:46

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