Pescador fisga pirarucu com mais de 2 metros e 130 quilos em RO: ‘Mesmo em dupla não conseguimos levantar’; vídeo

Fábio Baca fisga pirarucu com mais de 2 metros — Foto: Redes Sociais/Reprodução

Segundo Fábio Baca, é a quinta vez que ele consegue fisgar e colocar no colo um pirarucu com mais de 2 metros. Animal foi devolvido à natureza.

Fábio Baca conseguiu, pela quinta vez, uma façanha que muitos pescadores sonham: fisgar um pirarucu com mais de dois metros e 130 quilos. A pescaria aconteceu em Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho. (Assista acima)

“Vencer mais essa batalha com o peixe mais mítico e imponente de nossas águas está, sem dúvidas, entre as maiores conquistas da minha trajetória como pescador esportivo”, escreveu nas redes sociais.
O peixe foi fisgado em janeiro deste ano, mas o vídeo foi publicado na redes sociais do pescador somente esta semana.

Fábio contou ao g1 que saiu para pescar no rio Madeira com um guia da região. Eles ficaram por algumas horas no local, até que Fábio decidiu se aventurar em um lago próximo.

“Quando eu tava mais ou menos no meio [do lago], eu vi o pirarucu boiando. Ele saiu pra respirar e eu joguei uma isca artificial na frente dele e ele atacou. Aí eu fisguei o peixe e comecei a gritar o Edmar [o guia] que tava lá no rio, mas ele não ouvia”, relembra.

Aos gritos de empolgação, Fábio “brigou” com o pirarucu por cerca de meia hora, até que o parceiro de pesca ouviu o chamado e veio ajudar. Edmar “rebocou” Fábio e o peixe até às margens do lado, uma região mais rasa.

Foi então que começou outra missão: tentar colocar o pirarucu em cima do caiaque ou do barco para registros. Spoiler: a missão falhou.

“Não conseguimos colocar o peixe em cima do caiaque nem em cima do barco porque ele era muito grande e muito pesado. Mesmo em dupla a gente não conseguiu levantar ele”, comenta Fábio.

Depois de fotografado, o peixe foi devolvido à natureza. O peixe conseguiu cansar a dupla e dar fim à pescaria.

“Uma alegria muito grande que a gente conseguiu o peixe pra vida com condições de sobreviver e ele foi embora nadando e a pescaria acabou por aí, a gente já não queria mais pescar, já tinha feito tudo que precisava”.

Outros registros

Essa não foi a primeira pescaria de grandes emoções que Fábio participou. Em maio de 2023, uma “briga” com outro pirarucu gigante foi responsável por uma vara de pescar quebrada, boca machucada e muito cansaço.

Depois de muito cansaço, por parte do peixe e do pescador, Fábio conseguiu colocar o pirarucu dentro do caiaque. Por sorte, já que o animal ocupou quase todo o espaço da embarcação.

A pescaria esportiva é a paixão de Baca e ele intercala com a profissão de procurador federal em Rondônia. Natural do Espírito Santo, Baca acumula mais de 2,2 milhões de seguidores no YouTube.

ASSISTA O VÍDEO:

https://twitter.com/i/status/1770809530084934025

Fonte: g1 RO  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/03/2024/09:48:24

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Câmara aprova fim da “saidinha” de presos em feriados

Projeto foi aprovado pela Câmara nesta quarta-feira (20)20/03/2024 | Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados

Projeto também estabelece que detento só poderá ficar fora do presídio pelo tempo necessário para as atividades educacionais.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (20), o projeto de lei que limita a “saidinha” de presos. O texto vai à sanção presidencial.

O projeto já havia sido aprovado pelos deputados em outubro do ano passado, mas, ao passar pelo Senado, o texto sofreu alterações e, por este motivo, precisou retornar para a Câmara.

O texto foi aprovado em votação simbólica pelos deputados, quando não há registro individual de votos. Isso acontece quando há acordo para a votação do projeto e o consenso entre os parlamentares é grande.

O projeto inicial previa a revogação total da saída de presos, mas foi alterado no Senado para permitir o benefício a detentos que estudam. No entanto, a proposta proíbe a liberação temporária de presos em datas comemorativas e feriados.

Os deputados acataram as mudanças realizadas no projeto. A alteração no texto foi sugerida pelo senador Sergio Moro (União-PR). Ele propôs que o benefício das “saidinhas” seja aplicado a presos em regime semiaberto que tenham atividades educacionais externas, como conclusão dos ensinos médio e superior e cursos profissionalizantes, se forem cumpridos os requisitos legais.

A alteração, no entanto, não se estenderia para quem cometeu crimes hediondos ou com grave ameaça. Atualmente, o benefício é negado apenas a quem pratica crime hediondo.

O projeto também estabelece que o detento só poderá ficar fora do presídio pelo tempo necessário para as atividades educacionais. As outras justificativas atualmente aceitas para as saídas temporárias — visita à família e participação em atividades que concorram para o retorno ao convívio social — deixam de existir na lei.

A saída temporária é concedida pela Justiça como forma de ressocialização dos presos e manutenção de vínculo deles com o mundo fora do sistema prisional.

Atualmente, a legislação permite o benefício a presos do regime semiaberto que já tenham cumprido o mínimo de um sexto da pena, se for primário, e um quarto, se for reincidente. Além disso, é preciso apresentar comportamento adequado.

Os presos que têm o benefício podem sair até cinco vezes ao ano, sem vigilância direta, para visitar a família, estudar fora da cadeia ou participar de atividades que contribuam para a ressocialização.

O projeto

O texto aprovado pela Câmara mantém a saída temporária e também determina que os presos que tiverem o benefício da saída temporária tenham que realizar um “exame criminológico” para que tenha direito à progressão de regime.

Para isso ocorrer, por exemplo, seus antecedentes e o resultado do exame criminológico devem indicar que o preso irá “ajustar-se, com autodisciplina, baixa periculosidade, e senso de responsabilidade, ao novo regime”.

Atualmente, a legislação não faz menção específica ao exame criminológico nem a indícios de baixa periculosidade.

A proposta também estabelece três novas situações em que a Justiça pode determinar a fiscalização por meio de tornozeleira eletrônica:

livramento condicional;

execução da pena nos regimes aberto e semiaberto;

restrição de direitos relativa à proibição de frequentar lugares específicos.

Hoje, a tornozeleira eletrônica pode ser utilizada para monitoramento das saídas temporárias do regime semiaberto e durante a prisão domiciliar.

Homenagem

No texto aprovado pelos parlamentares, também determina a necessidade de um “exame criminológico” para que um preso tenha direito à progressão de regime.

Outra mudança realizada no texto foi incluir a determinação de que, caso sancionada, a lei seja denominada “Lei PM Sargento Dias”. Essa mudança é uma homenagem ao sargento Roger Dias da Cunha, da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele foi baleado na cabeça no dia 5 de janeiro após uma abordagem a dois suspeitos em Belo Horizonte. O autor dos disparos era um beneficiado pela saída temporária que deveria ter voltado à penitenciária em 23 de dezembro e era considerado foragido da Justiça.

Fonte: CNN Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/03/2024/09:19:54

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Após 66 milhões de anos, a Terra pode passar pela sexta onda de extinção em massa

(Foto: Reprodução)- 30% das espécies estão ameaçadas.

Cinco momentos em que a  extinção em massa já devastaram a Terra. O último aconteceu há 66 milhões de anos, apesar do longo período de “paz”, o planeta parece próximo de enfrentar a sexta onda.

A última vez que a Terra passou por um evento similar foi quando o meteoro destruiu os dinossauros e eliminou 75% das espécies locais. No entanto, agora parece que o planeta está novamente perto de vivenciar outra extinção em massa com 30% de espécies ameaçadas.

A atividade humana é uma das principais responsáveis

Não é uma surpresa que os humanos sejam os principais culpados por este evento, considerando os diversos malefícios que suas ações causam ao meio ambiente. No geral, podemos ser quase considerados o meteoro da geração. Segundo dados apresentados pelo G1, a ação humana evoluiu a taxa anual de extinção natural que variava de  dez a 100 espécies por ano para 27 mil por ano.

Desde a destruição de habitats a uso de poluentes, diversas atividades do cotidiano dos seres humanos colocam espécies em risco gradativamente. Por exemplo, trazendo ao Brasil, temos a Amazônia que abriga entre 15% a 20% da flora e fauna do planeta, considerando o desmatamento do local, poderia resultar em um desaparecimento catastrófico de mais de 10 mil espécies.

Como o meio ambiente está todo interligado a extinção de uma espécie, atinge a outra e entramos em um efeito dominó. Com isso ecossistemas perdem estabilidade até colapsarem e gerarem fortes consequências aos seres humanos.

É claro que este não é o evento recente. Não acontece nos últimos séculos, na verdade, é uma consequência dos últimos 10 mil anos.

Como reverter a situação?

Não é uma tarefa simples reverter diversas ações humanas maléficas que acontecem diariamente. A União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) utiliza uma escala para analisar a proteção ambiental. O método prevê o potencial de uma espécie de se recuperar com ou sem os esforços de conservação e o tamanho máximo das populações de cada espécie.

Por exemplo, o grou-azul, do sul do continente africano, é uma das espécies capazes de se beneficiar com uma possível intervenção e a partir da próxima década poderia se recuperar quase totalmente. Por outro lado, o lêmure-saltador-do-norte não teria a mesma sorte. A espécie poderia se recuperar em até dez anos com esforços de reflorestamento, mas atualmente esses animais estão a prestes a serem extintos.

 

Fonte: br.ign  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/03/2024/08:28:57

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“Queria fazer maldade mesmo”, diz suspeito de matar e abandonar corpo de mulher nua e desfigurada; VÍDEO

Suspeito foi preso pela Polícia Militar durante patrulhamento. (Foto: Reprodução)

Ele já foi localizado pela Polícia Militar e afirma ter agido por vingança. Câmeras de segurança flagraram o crime.

O principal suspeito na morte de uma garota de programa, em Nerópolis, foi preso pela Polícia Militar (PM) na manhã desta quarta-feira (20), após ser reconhecido durante uma abordagem de rotina.

O indivíduo, de 23 anos, foi avistado por uma patrulha da PM, por volta das 09h, nas proximidades da Praça do Trabalhador, em Goiânia, apresentando comportamento suspeito.

Porém, como não foi identificada nenhuma ilicitude, foi logo em seguida liberado. Minutos depois, a equipe que realizou o procedimento recebeu a informação de que o jovem estava sendo procurado pelo homicídio na cidade do interior.

Assim, os militares se dirigiram até um local já conhecido por ser um ponto de encontro entre usuários de drogas. Lá, o suspeito foi novamente localizado e, desta vez, preso pela guarnição.

Antes de ser encaminhado até a delegacia, ele afirmou, em vídeo, que já tinha intenção de “fazer maldade” com a vítima, antes mesmo de contratá-la para o programa, como forma de vingança.

Segundo ele, dias atrás já havia estado junto da mulher e acreditava que ela tinha furtado uma quantia em dinheiro dele.

De posse do suspeito também foi encontrada uma porção de maconha e o celular da jovem assassinada.

Em tempo

O jovem é acusado de assassinar Joseane Martins de Oliveira, de 42 anos, na madrugada desta quarta-feira (20), em Nerópolis.

O corpo da vítima foi encontrado completamente ensanguentado e com o rosto desfigurado, caída ao chão com as roupas íntimas ao lado do corpo.

Uma câmera de segurança flagrou o suspeito nas proximidades do local.

ASSISTA O VÍDEO:

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https://twitter.com/i/status/1770573417395155186

 

NOTÍCIAS RELACIONADAS: Mulher é encontrada morta, com corpo nu e rosto desfigurado, em Nerópolis-Góias

 

Fonte: Portal 6 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/03/2024/18:01:32

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Mulher é encontrada morta, com corpo nu e rosto desfigurado, em Nerópolis-Góias; VÍDEO

Corpo de mulher foi encontrado completamente desfigurado, em Nerópolis. (Foto: Reprodução)

Autoridades consultaram as câmeras de segurança e já identificaram um possível suspeito.

A Polícia Militar (PM) foi acionada após um homem se deparar com o corpo nu de uma mulher, que teria sido brutalmente assassinada em Nerópolis. O caso aconteceu na manhã desta quarta-feira (20).

Por volta das 06h, as autoridades foram acionadas para averiguar a situação. Ao chegar no local, situado no bairro Morumbi, se depararam com a vítima ensanguentada e com o rosto completamente desfigurado, caída ao chão com as roupas íntimas ao lado do corpo.

Devido à gravidade dos ferimentos, não foi possível identificá-la, mas foram constatados sinais de luta corporal. O Corpo de Bombeiros foi solicitado e também esteve presente no local. Ao consultar as câmeras, um provável suspeito foi identificado.

Isso porque, por volta das 03h da madrugada, um homem sem camisa passou pela região e foi filmado.

A perícia da Polícia Civil (PC) foi acionada na cena, de modo a realizar os exames necessários, buscando identificar tanto a vítima quanto o autor.

O Instituto Médico Legal (IML) também foi chamado, para recolher o corpo. O caso foi registrado como homicídio simples.

IMAGENS FORTES ABAIXO

 

 

 

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Fonte: Portal 6 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/03/2024/17:51:11

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Lula cria secretaria para organizar a COP 30 em Belém

Lula cria secretaria para organizar a COP 30 em Belém | FOTO: Bruno Cecim / Agência Pará

A criação do novo órgão acaba com especulações de que a COP 30 poderia não ser no Pará.

Recentemente, diversos portais de notícias divulgaram a possibilidade da cidade de Belém perder a chance de sediar a COP 30 devido à falta de infraestrutura, sugerindo que o evento poderia ser transferido para o Rio de Janeiro. No entanto, nenhuma fonte oficial foi mencionada para confirmar essa informação, e o presidente Lula (PT) desmentiu a matéria.

Pondo fim às especulações sobre a sede da COP 30 em 2025, o Governo Federal anunciou hoje, no Diário Oficial da União, a criação de uma secretaria extraordinária dedicada à organização do evento na capital paraense. Por meio do decreto 11.955/2024, assinado pelo presidente Lula (PT), esse novo órgão terá a responsabilidade de coordenar, monitorar e promover todas as iniciativas governamentais, em todos os níveis, para garantir que a Amazônia seja o palco da conferência global sobre mudanças climáticas.

“Desde o momento anterior à confirmação da cidade-sede, estabelecemos diálogo com o governador Helder e o prefeito Edmilson. A colaboração conjunta, organizada e com tomadas de decisão ágeis é crucial para o sucesso deste grande evento ambiental”, declarou o ministro Rui Costa (Casa Civil). Ele destacou o compromisso do presidente Lula em garantir o empenho do governo brasileiro para realizar a COP 30 na Amazônia, durante o anúncio oficial de Belém como sede da conferência climática.

Essa nova secretaria fortalece a cooperação entre a Prefeitura de Belém, o Governo do Pará, o Governo Federal e a Organização das Nações Unidas (ONU) para a preparação do evento, que ocorrerá em novembro do próximo ano. O órgão contará com 30 servidores em sua estrutura, entre funcionários comissionados e efetivos. Todos os cargos já existem no Ministério da Gestão e Inovação e serão temporariamente realocados até a conclusão dos trabalhos da Secretaria, prevista para junho de 2026.

Costa enfatiza que o Brasil deseja mostrar ao mundo que a preservação da Amazônia significa cuidar da biodiversidade, das pessoas que habitam a região, proporcionando-lhes dignidade, além de garantir o papel fundamental da floresta no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas. As responsabilidades da nova secretaria incluem coordenar as obras necessárias em Belém, gerir contratos, convênios e acordos, articular o poder público para ações de segurança, saúde, mobilidade urbana e acesso aéreo, além de promover a capacidade de carga turística.

Fonte: Dol Carajás e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/03/2024/15:07:13

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Médica acusada de dar falsos diagnósticos de câncer de pele não tem registro de dermatologista, diz CRM-PR

Carolina Biscaia: médica de Pato Branco é investigada por golpe com falsos diagnósticos de câncer — Foto: Reprodução / Redes sociais

Carolina Biscaia Carminatti, de 35 anos, pode ser indiciada por estelionato, lesões corporais e falsificação de documento particular.

A médica Carolina Biscaia Carminatti está regularmente inscrita no Conselho Regional de Medicina do estado do Paraná, mas não possui registro de especialidade em dermatologia. A Sociedade Brasileira de Dermatologia no Paraná reforçou a informação confirmada ao GLOBO pelo CRM-PR, e acrescentou, ainda, que “a médica já havia sido denunciada e julgada anteriormente por anunciar indevidamente a especialidade”.

Acusada de aplicar golpes e dar falsos diagnósticos de câncer a pacientes, Carolina Biscaia Carminatti pertence a uma família de médicos. Filha e mulher de oncologistas, também é neta e irmã de profissionais de saúde. Em entrevista à revista paranaense Modaa, em 2019, a médica que teria lesado 22 vítimas falou em “dom”, “zelo”, e afirmou que a medicina está “no sangue”.

Carolina Biscaia Carminatti se descreve como uma “mulher comum”. Apresentada na publicação como profissional “cuidadosa e excelente”, diz pensar que a medicina “não é só uma profissão”. A médica acredita ter o dom de cuidar dos pacientes com “humanização e individualidade”. As vítimas, no entanto, relatam danos físicos — alguns permanentes — e psicológicos que teriam sido causados pela médica.

Casada com o oncologista Alan Albino José Carminatti desde 2017, a médica afirma ser pós-graduada em Dermatologia pelo Instituto Superior de Medicina e Dermatologia em São Paulo, onde teria estudado por três anos, e acredita ter escolhido “a profissão certa”.

‘Lugar sagrado’

Caso seja indiciada, a médica, que atua em Pato Branco (PR), pode responder pelos crimes de estelionato, lesões corporais e falsificação de documento particular. Segundo a Polícia Civil, sua intenção era lucrar com a realização de procedimentos cirúrgicos que não teriam efeito algum.

Na entrevista de 2019, entretanto, Carolina sustenta o discurso de que a profissão vai além das conquistas materiais. Em terceira pessoa, diz que “muitos acham que ser médico é sinônimo de ganhar dinheiro, riqueza. [Mas] a Dra. Carolina acredita que em primeiro lugar ser médico é cuidar com zelo de seu paciente (…) o restante é consequência de um bom trabalho”. Ela também contou à revista que sempre enxergou no hospital um “lugar sagrado”.

Procurado, o advogado de Carolina Biscaia, Valmor Antonio Weissheimer, afirmou em nota que “não existe qualquer acusação formal contra sua cliente” e que nessa fase de investigações a defesa “aguarda a perícia técnica ser juntada aos autos de inquérito, para análise”.

“Após o nosso exame, iremos requerer a juntada de novos documentos, bem como testemunhas, à autoridade policial, desejando ajudar a instruir o relatório final”, acrescenta Weissheimer. “Se porventura sobrevir Ação Penal, estamos preparados para contestar ponto a ponto e confrontar, de forma técnica, todas as teses que virão para justificar ao magistrado a absolvição de nossa cliente”

Para o advogado, não há provas de crime ou infração cometidos pela médica.

“Sobre as possíveis ações cíveis entendemos que não existem quaisquer provas cabais que possam induzir o juízo a julgá-las procedentes. Com relação ao CRM, iremos comprovar que não restam evidências que possam levar o órgão de classe a qualquer punição em face da profissional. Nossa cliente está calma, porque é sabedora que tudo será esclarecido no momento certo”.

‘Valorização da mulher’

Ainda em entrevista à revista Modaa, Carolina Biscaia Carminatti fala sobre a importância de seu trabalho como dermatologista na busca pela valorização das mulheres, e diz ter tido “sorte” em poder atuar em sua cidade natal.

“Um ponto básico a se destacar é a valorização da mulher. Nunca antes na história a mulher teve tanto acesso a cuidados com a pele. Hoje, é possível proteger, prevenir e renovar as condições da pele (…), elevando a autoestima e possibilitando que elas mais seguras de si acreditem no seu potencial e realizem muito mais”, disse a médica em 2019.

Não foi o caso, no entanto, das pacientes que acusam Carolina. Algumas, segundo o advogado André Luiz Rodrigues Hamera, tiveram que costurar dezenas de pontos em locais onde não havia necessidade. Uma delas, de acordo com a defesa, carrega uma cicatriz na perna.

— Fora os danos psicológicos. Porque uma coisa é você receber um diagnóstico de gripe, outro é ouvir que você tem câncer. Vários clientes meus estavam com parentes tratando câncer, e até câncer de pele, mesmo, quando receberam os diagnósticos. Uma tinha a avó fazendo radioterapia por câncer de pele. Então, quando as famílias recebiam essas notícias, se desestruturavam — diz o advogado.

Diagnósticos falsos: como agia Carolina Biscaia Carminatti?

A polícia recebeu uma série de denúncias dos pacientes que haviam descoberto, só depois de toda a exposição física e psicológica sofrida, que os diagnósticos de câncer entregues por Biscaia seriam falsos. Com a repercussão do caso, o número de supostas vítimas só aumentou: pessoas que dizem ter perdido de R$ 5 mil a R$ 13 mil em procedimentos falsos. Os investigadores cumpriram mandado de busca e apreensão no consultório da médica e foram recolhidos computadores, celulares e documentos, que passam por perícia.

Os pacientes relatam que, desesperados, perguntavam à médica se os altos valores cobrados poderiam ser pagos via plano de saúde, mas ela negava. Além disso, pressionava para que o valor fosse pago, em dinheiro ou cartão, imediatamente, ali mesmo no consultório. Quem hesitava em aceitar a cirurgia, lidava com a insistência da profissional, segundo eles. A própria Carolina realizava as cirurgias.

— As vítimas contam que procuravam a médica para uma consulta dermatológica por conta de algum problema e, já na primeira consulta, a médica olhava pintas, manchas na pele e indicava que podia ser câncer. Com isso, ela recolhia o material para mandar para exame e, na sequência, marcava uma nova consulta onde mostrava um laudo supostamente falsificado onde constava que aquela pessoa estava com câncer — conta o delegado Helder Andrade Lauria, à frente das investigações. — Nesse mesmo momento ela já realizava procedimentos cirúrgicos para retirada dessas manchas e cobrava os valores. Algumas vítimas procuraram outro laboratório, onde acabaram recebendo um laudo original, onde não constava nenhuma doença. Ao contrário do que havia dito a médica, elas não tinham câncer.

O advogado conta que as vítimas começaram a desconfiar quando pediram os exames à médica, que apontavam o suposto câncer, e ela retornava via WhatsApp com um documento cheio de erros. Quando foram ao laboratório informado no papel confrontar as informações, descobriram que a empresa também era vítima do suposto esquema.

— Ela pegava um trecho do diagnóstico de alguém que realmente tinha a doença e fazia uma sobreposição no papel. Xerocava e depois apresentava às vítimas, como sendo de fato o exame verdadeiro — acrescenta.

A reportagem apurou que o inquérito já está em fase final na Polícia Civil. Por conta da repercussão do caso, e o aparecimento de novas vítimas nas últimas semanas, os investigadores aguardam apenas um prazo para dar oportunidade para que novos pacientes que tenham sido vítimas do suposto esquema apareçam.

Pontos e cicatriz para toda a vida: paciente foi submetida a procedimento cirúrgico para retirada de falso câncer — Foto: Arquivo pessoal cedido
Pontos e cicatriz para toda a vida: paciente foi submetida a procedimento cirúrgico para retirada de falso câncer — Foto: Arquivo pessoal cedido.

"URGENTE", escreveu médica em suposto diagnóstico falsificado de câncer de pele — Foto: Arquivo cedido
“URGENTE”, escreveu médica em suposto diagnóstico falsificado de câncer de pele — Foto: Arquivo cedido.

Fonte: O Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/03/2024/13:03:47

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Entrevista: ‘Sinto vergonha das leis brasileiras’, desabafa mãe de Isabella Nardoni

Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni — Foto: Fotos de Edilson Dantas

Às vésperas de uma série de datas marcantes, Ana Carolina Oliveira cobra regras mais duras para condenados por crimes graves, como o pai e a madrasta da menina assassinada aos 5 anos, em 2008.

O mês de abril promete ser duro para Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, morta em 2008 aos 5 anos. No dia 5, ela completa 40 anos. A partir do dia seguinte, seu ex-companheiro Alexandre Nardoni, condenado a 30 anos de prisão pela morte da própria filha, estará apto a solicitar o cumprimento do restante da pena em liberdade. No dia 18, se estivesse viva, Isabella completaria 22 anos. “Nem sei como vou passar por isso tudo”, reconhece Ana Carolina em entrevista exclusiva ao blog.

Em paralelo, Ana Carolina se prepara para uma virada na vida profissional. Pediu demissão do banco privado onde trabalhou por 16 anos e tem planos de investir na área social. Quer ajudar a dar fim à Lei de Execução Penal, extinguindo as saidinhas dos presos do regime semiaberto — benefício que alcançou Alexandre Nardoni na semana passada e também já favoreceu a madrasta de Isabella, Anna Carolina Jatobá. Condenada a 26 anos de prisão pela morte da enteada, ela saiu da penitenciária depois de cumprir 16. “Me sinto ofendida”, define a mãe da menina.

Com mais de 600 mil seguidores nas redes sociais, Ana Carolina Oliveira tem sido vista com frequência em programas de televisão e podcasts, nos quais faz questão de repetir a reprimenda às saidinhas. “Isso tem de acabar”, reforça. Apesar de os ventos parecerem levá-la para a política, inclusive com a cobiça de partidos por seu nome, ela nega ter no horizonte uma postulação já em 2024. “Ser candidata não é uma prioridade. Vou descobrir qual o meu novo propósito de vida e comunico depois”, promete.

Leia os principais trechos da entrevista

Como e onde você conheceu o Alexandre Nardoni?

Não me lembro direito. Acho que foi numa festa de amigos. Eu era uma adolescente 15 anos, e ele tinha 21. Nosso namoro durou três anos.

O que você viu nele?

Não sei explicar. Eu e ele tínhamos amigos em comum, começamos a conviver e rolou uma afinidade. Mas bonito mesmo ele nunca foi. Acho que eu estava desconectada.

Vocês chegaram a se casar?

Não, nunca. Quando fiquei grávida da Isabella, a gente estava namorando fazia dois anos. Eu tinha 17. O pai dele (Antônio Nardoni) chegou a procurar um apartamento para morarmos juntos, mas acabou não dando certo. Onze meses após o nascimento da minha filha, nós terminamos o namoro.

Como era o relacionamento de vocês?

O Alexandre era muito imaturo. Saía à noite. Dava perdidos. Me traiu várias vezes com outras mulheres. No dia em que fui à maternidade dar à luz, ele me largou sozinha lá e saiu para a balada.

O Alexandre chegou a namorar você e a Anna Carolina ao mesmo tempo?

Não saberia dizer. Mas acho que não.

Durante os três anos em que ficaram juntos, chegou a perceber algum traço de violência nele?

Não. Nenhum. Nós tínhamos um relacionamento normal como o de qualquer outro casal. De vez em quando, nós brigávamos. Mas ele nunca levantou a voz e jamais me agrediu.

Ele era um bom pai?

Nossa, muito!

O Alexandre gostava demais da Isabella. Cuidava, dava carinho e atenção.
A mãe dele (Maria Aparecida Alves Nardoni) também adorava a neta. Isso é o que me deixa mais assustada. Como a minha filha foi assassinada pelas mãos de um pai que tanto a amava?

Por que o namoro terminou?

Apesar de eu ter posto um ponto final, não consigo me lembrar do motivo exato do término. Sei que não estávamos bem como um casal. Acabamos seguindo caminhos diferentes na vida, e o fim aconteceu naturalmente.

Com o fim do namoro, Isabella ficava com o pai uma vez a cada 15 dias, certo?

Sim. A essa altura, o Alexandre já tinha dois filhos pequenos com a outra mulher (Anna Carolina Jatobá). A minha filha gostava do pai e dos irmãos pequenos. Ela tinha até um quarto só para ela na casa do pai.

Uma vez ela voltou com hematomas…

Sim, mas era uma marca pequena. Um dos irmãos dela tinha lhe dado uma mordida. Isso acontece até com os meus filhos aqui. Quem tem filhos pequenos sabe do que estou falando. Uma mãe sabe quando o hematoma do filho foi feito por um adulto ou por uma criança. Nesse caso, não era nada grave.

Você lembra do dia em que a Isabella foi deixada com o pai pela última vez?

Por incrível que pareça, a minha filha não iria para a casa do pai no fim de semana em que foi assassinada, apesar de ser o fim de semana de ficarem juntos.

A Isabella iria para um passeio com os coleguinhas da escola, mas acabei esquecendo de pagar. Quando fui fazer isso, já não tinha mais vaga no ônibus.

Sem a programação da escola, minha filha pediu para ir à casa do pai. Quem a pegou em casa numa sexta-feira foi a Jatobá. O crime ocorreu na noite do dia seguinte.

Você sentiu alguma culpa por ter esquecido de pagar o passeio?

Por um tempo, passou pela minha cabeça que poderia ter sido diferente o destino da minha filha se eu tivesse pago o passeio. Ficava pensando que isso poderia ter acontecido por culpa minha. Mas depois isso saiu completamente da minha cabeça. Até porque não fui eu quem cometeu um crime.

A Jatobá tinha ciúmes de você com o Alexandre?

A minha relação com o pai da minha filha era de dois adultos que amam a mesma pessoa. Realmente, não sei de onde vinha tanto ciúme. Mas também não sei o que se passava entre aquele casal.

Você e o Alexandre chegaram a ter alguma recaída?

Nunca. Jamais. Mas lembro de um dia em que ela veio na porta da minha casa tirar satisfações, como se eu tivesse dado em cima do Alexandre. Não lembro bem do contexto. Mas eu falei para ela: “Fica na sua, vai cuidar da sua vida. Se a gente quisesse ficar junto, não seria você quem iria impedir”.

Depois da morte da sua filha, alguém da família Nardoni te procurou para pedir perdão?

Não. Nem espero que um dia isso aconteça.

O crime tem várias versões. Na sua leitura particular, o que aconteceu naquele apartamento que culminou na morte da Isabella?

Eu tenho a minha ideia, mas não vou compartilhar.

Conta…

Eu acho que eles brigaram por um motivo qualquer, e a Jatobá acabou agredindo fortemente a minha filha. Na cabeça deles, entre chamar o socorro e matar a minha filha, preferiram a segunda opção. Desesperado, o Alexandre então cortou a tela da janela e jogou a própria filha lá do alto.

Você acredita na tese de que o Alexandre ligou para a família contando o que havia acontecido e o pai dele passou algumas orientações?

(Ana Carolina fica em silêncio)

Como você soube da tragédia?

Estava na casa de uns amigos quando recebi uma ligação da Jatobá. Ela gritava muito e corri para lá com o meu irmão e mais três amigos. Quando cheguei, a Isabella estava caída no gramado do prédio. O irmão dela de 3 anos (filho de Alexandre e Jatobá) estava do lado do corpo. Foi o meu irmão quem tirou a criança de lá.

Minha vontade era pegar ela no colo e correr para o hospital, até porque ela ainda estava respirando bem devagarinho, e tudo naquele momento demorava demais.
Mas meus amigos não deixaram. Todo mundo ligou para o Samu. A ambulância chegou para resgatá-la. Tentei entrar atrás, mas não deixaram. A morte dela foi decretada pouco depois da meia-noite, mas acho que ela morreu antes.

Naquele momento você conseguia processar o que teria acontecido?

A minha preocupação naquele momento era que ela ficasse viva. Não importava com quais sequelas, se ia andar, falar, sei lá, qualquer coisa. Estava implorando para o resgate chegar logo. Estava tentando evitar a notícia de que ela teria morrido. No mesmo dia tive de ir à delegacia levar as roupinhas dela.

E depois?

No dia seguinte, veio a tese de que uma terceira pessoa tinha entrado no apartamento e jogado a minha filha pela janela. Ficava me perguntando: “Mas quem é essa pessoa?”

Quando a polícia colocou o Alexandre e a Jatobá como suspeitos, não acreditei logo de cara.

Até que a prisão dos dois foi decretada, e eles não se entregaram imediatamente. Liguei para o pai do Alexandre para saber o que estava acontecendo. Ele me disse que estava vendo com advogados a melhor forma de o casal se entregar à polícia. A partir daí, concluí que eles eram dois assassinos.

Vamos considerar a tese de que o Alexandre Nardoni seja inocente, como ele sustenta até hoje. Na sua visão, em algum momento ele se comportou como um pai que perdeu a filha tragicamente, assassinada por um estranho?

Jamais o vi desesperado ou chorando. Nem no dia do acidente, nem quando a Isabella estava caída no chão. Nem no momento do resgate.

Quando ela morreu, o corpo da minha filha foi levado para uma sala do IML para a gente se despedir. Nem nesse momento o Alexandre estava desolado.

Nem no velório, nem na missa de sétimo dia. Nunca.

Como você encara a progressão da pena dos assassinos da sua filha?

Sinto vergonha das leis brasileiras. Na minha opinião, se o assassino for condenado a 30 anos, ele tem que cumprir 30 anos.

Não aceito saidinhas durante o cumprimento da sentença, muito menos as remissões feitas com leitura e trabalho.
Não quer cumprir pena? Basta não cometer crimes.

Você pretende se candidatar nas próximas eleições para militar em temas como esse?

Realmente recebi convites de alguns partidos, mas as conversas não prosseguiram. Não penso nisso agora. Se algum dia eu tiver vontade, farei esse anúncio. Mas uma candidatura não é uma prioridade.

Mas passa pela sua cabeça entrar na política para tentar mudar as leis que beneficiaram Alexandre Nardoni e Anna Jatobá?

Quero buscar formas para poder ajudar, mas não sei se entrar na política é o caminho ideal.

Poderia, por exemplo, montar uma fundação para dar voz às mães que passam pela mesma dor que eu passei.

Pedi demissão de um banco privado para dar um novo rumo na minha vida, mas ainda não sei que rumo será esse. Preciso estudar bastante e trabalhar a minha imagem para dar o próximo passo.

A Jatobá mora no mesmo bairro que você. Como você acha que reagiria se a encontrasse na rua?

Não sei. Mudaria de calçada? Avançaria sobre ela? Ficaria em silêncio? Perguntaria por que ela matou a minha filha? Por que ela não confessa? Honestamente, não sei nem o que aconteceria. Tomara que esse dia nunca chegue.

Fonte: O Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/03/2024/10:29:47

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Avião usado para tráfico internacional cai com mais de 400 kg de drogas no Mato Grosso; vídeo

(Foto: Reprodução)– Segundo a Polícia Civil, o piloto da aeronave fugiu do local.

Um avião monomotor boliviano utilizado para tráfico internacional de drogas caiu com 465 kg de tabletes de cocaína, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá, nesta terça-feira (19). Imagens registradas por policiais militares mostram a aeronave caída com as rodas para cima. (veja acima)

Segundo o delegado da Polícia Civil, João Paulo Berté, nenhuma vítima foi encontrada no local e o piloto do avião fugiu.

Ainda de acordo com o delegado, a carga apreendida foi levada para Cáceres, a 220 km da capital, e ficará sob responsabilidade da Polícia Federal.

Já o veículo foi levado para o pátio da Secretaria de Obras de Vila Bela e futuramente também será enviado até a Delegacia da PF, em Cáceres.

Uma equipe da polícia faz buscas na região. Ainda não há informações se outras pessoas estavam no avião.

ASSISTA O VÍDEO:

https://twitter.com/i/status/1770447595288014965

(Vídeo: Reprodução/g1)

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/03/2024/09:46:28

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Marinha francesa apreende 10 toneladas de cocaína em navio pesqueiro brasileiro

Marinha francesa apreende 10 toneladas de cocaína em navio pesqueiro brasileiro — Foto: Reprodução/Marinha Francesa

Segundo a Polícia Militar, trata-se de um homem desaparecido, que acessou irregularmente a área restrita do aeroporto.

A Marinha francesa apreendeu, na semana passada, 10,7 toneladas de cocaína em um navio pesqueiro brasileiro no Golfo da Guiné, anunciaram as autoridades nesta quarta-feira (20).

A operação ao longo da costa africana ocorreu em 15 de março, informou em comunicado a prefeitura francesa para o Atlântico, com sede em Brest, no oeste do país.

“Foram apreendidos a bordo um total de 10.693 quilos de cocaína, em um valor estimado em quase 695 milhões de euros [cerca de 753 milhões de dólares ou 3,8 bilhões de reais]”, diz a nota.

A Marinha transferiu as drogas para o seu navio, onde foi destruída. O Ministério Público de Brest, competente nestes casos, decidiu não processar a tripulação após a destruição.

A operação contou com a colaboração da Polícia Federal brasileira e da agência dos Estados Unidos de combate ao tráfico de drogas, DEA.

A França tem até dois navios estacionados quase permanentemente no Golfo da Guiné, no âmbito da operação Corymbe.

Os especialistas estimam o volume total de cocaína presente no mercado mundial em 2021 em mais de 2 mil toneladas, dois terços procedentes da Colômbia.

Grande parte da cocaína atravessa o Atlântico em contêineres marítimos, escondida em carregamentos perfeitamente legais, a partir de portos da América do Sul, com Santos no comando no Brasil e Guayaquil no comando no Equador.

Do total da cocaína apreendida na França em 2022, 55% veio das Antilhas e da Guiana Francesa, uma zona de trânsito. Outras remessas passam pela África Ocidental antes de seguirem para a Europa.

Fonte: O Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/03/2024/09:21:21

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