Empresário Rodrigo Carvalheira é preso suspeito de estuprar e agredir mulheres

Empresário Rodrigo Carvalheira em foto de arquivo — Foto: Reprodução/Instagram

Ex-presidente do PTB em Pernambuco teve prisão preventiva decretada pela Justiça e foi capturado nesta quinta (11). Empresário diz ser inocente.

O empresário pernambucano Rodrigo Carvalheira foi preso por suspeita de estupro na manhã desta quinta-feira (11), em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Ele faz parte de uma tradicional família pernambucana, com empreendimentos relacionados à gastronomia, produção de eventos e imóveis.

Rodrigo tem 34 anos e é casado. Na política, Carvalheira foi nomeado presidente do diretório do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) em Pernambuco, em junho de 2023. Entretanto, em novembro, o PTB se fundiu com o Patriota, dando origem ao Partido Renovação Democrática (PRD). Após a prisão, o PRD expulsou Rodrigo Carvalheira do quadro de filiados.

Rodrigo Carvalheira também foi secretário de Turismo na cidade de São José da Coroa Grande, no Litoral Sul de Pernambuco. De acordo com a prefeitura, ele ocupou o cargo entre janeiro e dezembro de 2023 e deixou a secretaria municipal “por fins políticos”.

As mulheres que denunciaram são pessoas do mesmo círculo de amizade de Rodrigo Carvalheira. Elas não tiveram os nomes divulgados.

Logo após ser preso, Rodrigo saiu da delegacia acompanhado da esposa e, à TV Globo, disse que ficou surpreso com as acusações.

“Tudo será apresentado. Sou inocente. São muito minhas amigas e eu acho incrível que esteja acontecendo isso”, disse Rodrigo.

Sobre o caso, a produtora de eventos Carvalheira informou, por meio de nota, que foi surpreendida com diversas notícias que a ligavam a Rodrigo. Embora seja da mesma família, segundo a empresa, “não existe nenhum tipo de relação do empresário com a Carvalheira”.

Nota da defesa

“A defesa técnica do empresário Rodrigo Cavalheira vem a público esclarecer que prisão de Rodrigo causou espanto e estranheza para todos. Os fatos narrados são graves, porém baseados unicamente na opinião da autoridade policial e na coleta de depoimentos.

Rodrigo, ao longo dos últimos meses, se colocou à disposição da autoridade policial para prestar esclarecimentos e colaborar com a polícia. Seu objetivo sempre foi provar sua inocência e esclarecer os fatos confusos. Rodrigo pediu para ser ouvido de forma espontânea na delegacia, mas a delegada que preside o inquérito não aceitou o pedido.

A defesa técnica de Rodrigo Cavalheira afirma que todos os fatos serão esclarecidos e a inocência de Rodrigo restará provada.”

Fonte: TV Globo e g1 PE  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/04/2024/16:20:20

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Pedófilo é espancado após mãe ver “amigo do parquinho” no WhatsApp da filha

(Foto: Reprodução)- O criminoso foi flagrado pela mãe da vítima, quando ele enviava mensagens por meio do WhatsApp. O homem foi preso pela Polícia Militar.

Um homem é investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO), acusado de aliciar sexualmente uma criança, de 9 anos. O suspeito abordou a vítima na rua e pediu o número do celular dela, no momento em que brincava em um parque de Valparaíso, Entorno do DF. Mais tarde, quando trocava mensagens com a criança por meio do WhatsApp, foi flagrado pela mãe da menina, que assumiu a conversa, passando-se pela filha. O contato do abusador estava salvo como “amigo do parquinho”.

O primeiro “WhatsApp” enviado para a menina foi no início da madrugada. Sorrateiro, o homem começou a trocar mensagens com a vítima, na intenção de convencê-la a sair de casa e encontrá-lo. No entanto, a mãe da criança viu a conversa e assumiu o controle do aparelho, sem que o suspeito percebesse.

Durante o diálogo, o abusador pede fotos do tórax da menina e fala que gostaria de abraçar e beijá-la em algum lugar “escuro ou atrás de um carro”. Já próximo de 1h30 da manhã, o pedófilo chega a afirmar que a menina não “precisava ter medo” e que “tudo daria certo”.

Veja troca de mensagens entre o pedófilo e a mãe da criança de 9 anos:

Emboscada

Precavido, o criminoso deletava as mensagens que enviava para a menina. Porém, a mãe da vítima conseguiu tirar prints de alguns trechos antes que fossem deletados. Ao marcar um falso encontro com o abusador, a mãe da criança avisou à Polícia Militar de Goiás (PMGO) o que estava ocorrendo.

Saiba quem é o “amigo do parquinho”, pedófilo espancado após flagra

Quando o suspeito chegou ao local marcado, pensando que encontraria a menina, moradores do condomínio o cercaram e o agrediram brutalmente. A sessão de espancamento só se encerrou quando a PMGO chegou. O criminoso foi preso em flagrante por aliciamento de menores. A PCGO arbitrou fiança de R$ 7 mil. Até a noite dessa quarta-feira (10/4), a quantia não havia sido paga e o suspeito seguia detido.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/04/2024/15:59:44

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Policial é amarrado por populares após assediar mulher casada; VEJA VÍDEO

(Foto: Reprodução)- Um incidente ocorreu em um estabelecimento em Monteiro, Cariri Paraibano, onde um policial militar de folga foi contido e amarrado por cidadãos após um desentendimento. De acordo com relatos, o policial, que estava socializando no local, convidou uma mulher casada para dançar, mas ela recusou. Após insistência do policial, o marido da mulher interveio, resultando em uma briga física. Durante o confronto, o policial desembainhou uma arma e disparou tiros. Um vídeo obtido pelo Notícia Paraíba mostra o momento em que o policial é dominado e desarmado por um indivíduo.

Subsequentemente, o policial foi imobilizado com cabos e atado a uma árvore. A Polícia Militar foi notificada e o indivíduo foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde enfrenta acusações de tentativa de homicídio e agressão. Investigações revelaram que o soldado pertence ao 11º Batalhão da Polícia Militar do Cariri e serve na cidade de Sumé.

O policial foi suspenso de suas atividades e sua arma foi confiscada até a conclusão das investigações.

Veja vídeo:

https://twitter.com/i/status/1778507414959980831

Fonte: Terra Brasil Notícias  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/04/2024/15:24:56

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Mulher que teve corpo incendiado em estação de trem morre no Rio de Janeiro

(Foto: Reprodução)- Michele Pinto, de 39 anos, foi atacada e teve o corpo incendiado pelo ex na última segunda (8/4). Ela passou dois dias no hospital.

A mulher que foi atacada e teve o corpo incendiado em uma plataforma da estação de trem de Augusto Vasconcelos, na zona oeste do Rio, não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde dessa quarta-feira (10/4). Segundo familiares da vítima, Michele Pinto, de 39 anos, foi atacada pelo ex.

A violência aconteceu na última segunda-feira (8/4). Michele chegou a ser hospitalizada e ficou dois dias internada, mas faleceu.

Já o ex-marido dela, identificado como Edmilson Félix do Nascimento, de 44 anos, fugiu pelos trilhos logo após do ataque. Conforme os familiares, o homem não aceitava o fim do relacionamento, que aconteceu há cerca de um mês.

Corpo incendiado após fim do relacionamento

Segundo o primo de Michele, Wagner Monzato, o homem cometeu o crime pouco depois que a moça deixou a filha dos dois na casa da mãe dele. O casal estava separado há mais de um mês. Em outro episódio, o homem invadiu a casa de Michele e quebrou móveis.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender à ocorrência e levou Michele para o Hospital Rocha Faria, onde ela passou por uma cirurgia de emergência. O quadro era grave. No dia seguinte, ela foi transferida para o Hospital Pedro II, que é especialista em queimaduras, mas não resistiu.

A Polícia Civil informou que Edmilson se jogou da Ponte Rio-Niterói logo após o crime e morreu.

O caso foi registrado na 35ª DP (Campo Grande).

Segundo a PC, homem se jogou da ponte Rio-Niterói e morreu | Foto: Reprodução
Segundo a PC, homem se jogou da ponte Rio-Niterói e morreu | Foto: Reprodução

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Fonte: Metrópoles  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/04/2024/15:20:03

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Homem que ateou fogo na ex-esposa é encontrado morto na Baía de Guanabara

(Foto: Reprodução)- Ele cometeu o crime contra a mulher, que segue internada em estado gravíssimo, pois não teria aceitado o término do relacionamento.

O homem que ateou fogo em uma mulher na plataforma da estação de trem Augusto Vasconcelos, na Zona Oeste da capital fluminense, em um crime que chocou o país, foi encontrado morto na Baía de Guanabara, segundo informações da CBN Rio e jornal Extra.

A mulher foi identificada como Michele Pinto da Silva e tem 39 anos. O autor do crime, segundo familiares de Michele, por sua vez, é Edmilson Félix, que estaria inconformado com o término do casamento. O caso, portanto, é tratado como tentativa de feminicídio. O casal se separou há cerca de um mês e o homem já teria invadido a casa da mulher e quebrado móveis.

Imagens assustadoras gravadas por usuários da Supervia que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o homem ateia fogo no corpo de Michele. A reportagem da Fórum optou por não exibir as gravações, que contêm cenas fortes que podem despertar gatilhos em pessoas mais sensíveis.

Após cometer o crime, o homem fugiu pelos trilhos do trem. O caso foi registrado na 35ª DP (Campo Grande). Já a mulher foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Rocha Faria. Ela passou por uma cirurgia de emergência e está internada em estado gravíssimo, segundo a unidade de saúde.

Por volta das 21h de segunda-feira, o corpo do suspeito de ter ateado fogo na ex-companheira foi encontrado na Baía de Guanabara. A suspeita é que ele tenha cometido suicídio.

Busque ajuda

A Fórum tem a política de ser transparente com seus leitores, publicando casos suspeitos/confirmados de suicídio e fazendo alerta sobre a necessidade de se buscar ajuda em casos que possam levar a pessoa a tirar a própria vida.

Principais canais de apoio:

Em casos de ajuda ou informações, há meios acessíveis que fornecem apoio emocional e preventivo ao suicídio. Confira abaixo.

Centro de Valorização da Vida (CVV) – 188 (ligação gratuita).

CAPS e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da Família, Postos e Centros de Saúde);

UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro.

Notícias Relacionadas:  VÍDEO | Mulher tem o corpo incendiado em estação de trem; família acusa ex-marido

Fonte: Revista Forum  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/04/2024/14:56:44

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Líder religioso é preso por usar óleo para dopar e estuprar mulheres

(Foto: Reprodução)- Ele se utilizava de uma substância para deixar as vítimas sem resistência ao crime durante um suposto ato religioso.

Equipe da Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (Deacav) cumpriu o mandado de prisão definitiva de um líder religioso de 57 anos condenado por estupro de vulnerável. Na época do crime, em 2012, a vítima tinha 16 anos. A ação policial ocorreu nessa terça-feira, 9, na capital, e foi divulgada nesta quarta-feira, 10.

Segundo a delegada Josefa Valeria, o líder religioso de uma igreja da Grande Aracaju se utilizava de um óleo que ele dizia que seria ungido. “Então, ele ficava sozinho com as vítimas, e esse óleo tinha uma substância que, assim que as vítimas acabavam inalando, ficavam dopadas e sem reação, não oferecendo resistência contra o investigado”, detalhou.

Diante da investigação e do trâmite do processo na Justiça, ele foi condenado a uma pena de nove anos de reclusão. “Assim que saiu a confirmação da condenação, nós fizemos o levantamento e demos cumprimento à decisão judicial de prisão”, complementou a delegada Josefa Valéria.

Quanto à idade da vítima – 16 anos – e a tipificação do crime, a delegada explicou que, como no fato foi comprovado a situação de vulnerabilidade da vítima, o caso foi delimitado como estupro de vunerável. “Porque foi utilizado um método que não possibilitou a resistência da vítima, ele foi condenado por estupro de vulnerável”, especificou a delegada.

Na época do fato, outras vítimas também fizeram a denúncia sobre a prática criminosa feita pelo investigado. Com a prisão, ele já se encontra à disposição da Justiça. A Polícia Civil solicita que informações e denúncias sobre crimes como esse sejam repassadas à polícia por meio do Disque-Denúncia (181).

Fonte: Fonte e Foto: SSP/SE e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/04/2024/08:58:27

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Cenas fortes: homem grava própria morte após tentar apartar briga, VÍDEO

(Foto: Reprodução/ Brasil Urgente)- Homem saía de uma balada com a mulher e um casal de amigos em Embu das Artes; ele foi atingido por um desconhecido após tentar separar briga.

São Paulo – Um homem de 37 anos, identificado como Waldir Júnior, morreu após ser baleado ao tentar apartar uma briga na frente de uma casa noturna em Embu das Artes, Região Metropolitana de São Paulo. A vítima tentava registrar o momento em que um homem dispara em sua direção mas acabou gravando a própria morte (vídeo abaixo).

A vítima tinha acabado de sair de uma casa noturna junto da esposa e de um casal de amigos, segundo apuração da TV Record. Do lado de fora do estabelecimento, notou uma briga e tentou apartá-la.

Ele acabou entrando em conflito com um dos homens que participava da briga, mas voltou para seu veículo com o intuito de gravar a discussão. O suspeito então percebeu a gravação, disparou contra o carro e acertou a vítima.

Em vídeo, Waldir diz repetidamente que levou um tiro e logo em seguida parece perder os sentidos. A esposa e o casal de amigos presentes no veículo tentam ajudar mas o homem morre no local.

Nas imagens, é possível perceber o desespero da mulher e ouvir um dos amigos dizendo que o tiro acertou o peito da vítima.

Ainda de acordo com a reportagem da emissora, Waldir Júnior, conhecido como Juninho, era casado e tinha cinco filhos. A vítima foi enterrada na tarde de segunda-feira (8/4), em Taboão da Serra, na região metropolitana da capital.

O delegado responsável pelo caso, Pedro Buk, em entrevista ao veículo, afirmou que as imagens estão sendo investigadas e que as autoridades buscam os envolvidos no crime.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que o caso está sob responsabilidade da Delegacia Central de Embu das Artes e que as autoridades vão ouvir as testemunhas para averiguar o ocorrido.

https://twitter.com/i/status/1778395854199468374

Fonte: Metrópoles   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/04/2024/08:08:56

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Sergio Moro: quais os argumentos dos desembargadores no julgamento que manteve mandato do senador?

4ª sessão de julgamento de processos que pedem cassação do mandato de Sergio Moro — Foto: Reprodução/ TRE-PR

Moro e os suplentes respondem por abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022. Cinco desembargadores votaram contra a cassação do mandato do senador e dois votaram a favor.

Por cinco votos a dois, os desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiram contra a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) nesta terça-feira (9), em Curitiba.

Durante quatro sessões, os desembargadores julgaram duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) que pedem a cassação do mandato do senador.

Ao longo do julgamento, os desembargadores apresentaram diferentes interpretações de quais gastos informados ao processo devem ser considerados gastos de campanha e de pré-campanha.

Entre os valores estão, por exemplo, gastos com alimentação, contratação de escritórios de advocacia, empresas de comunicação, locação e aluguel de carros.

Dessa forma, houve divergência entre os membros da Corte quanto à soma a ser considerada dos valores gastos no período pelo pré-candidato e, por consequência, se houve abuso de poder econômico.

Em pronunciamento no Senado, em Brasília, após o resultado do julgamento no TRE-PR, Moro disse que a Corte preservou a “soberania popular” e “honrou os votos de quase 2 milhões de paranaenses”.

Os denunciantes e a Procuradoria Regional Eleitoral podem recorrer da decisão no próprio TRE e ainda no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até uma decisão final, Moro segue no cargo.

1. Luciano Carrasco Falavinha Souza (relator): contra a cassação

2. José Rodrigo Sade: a favor da cassação e pela inelegibilidade

3. Claudia Cristina Cristofani: contra a cassação

4. Guilherme Frederico Hernandes Denz: contra a cassação

5. Julio Jacob Junior: a favor da cassação e pela inelegibilidade

6. Anderson Ricardo Fogaça: contra a cassação

7. Sigurd Roberto Bengtsson (presidente): contra a cassação

Desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza: contra a cassação

Falavinha, relator do caso, entendeu que as acusações contra o senador por abuso de poder econômico na eleição de 2022 não procedem.

A apresentação do voto dele, ainda na primeira sessão, durou cerca de 2h15. A minuta possui mais de 230 páginas.

Falavinha reforçou também que o nome de Moro ganhou repercussão com a Operação Lava Jato, antes de qualquer campanha pré-eleitoral.

“Sergio Moro não precisaria realizar pré-campanha para tornar seu nome popular, já que ele é notoriamente conhecido, face a ampla divulgação midiática da operação Lava Jato”, destacou.

No voto, Falavinha afirmou ainda que os gastos de Moro com segurança são justificáveis, uma vez que ele chegou a ser ameaçado por facções criminosas.

Ele destacou que despesas de eventos realizados por Moro em outros estados na pré-campanha à presidência foram consideradas como pré-campanha ao Senado pelos partidos autores das ações.

“Todas as despesas realizadas pelos investigados quando filiados ao Podemos devem ser vistas sob o viés da pré-campanha presidencial e seus limites. E nelas não se vê nada de relevante a ponto de revelar gasto excessivo ou abuso de poder econômico, porque realizadas para uma eventual e frustrada candidatura à Presidente da República”, afirma a minuta do voto.

Para o relator, é fundamental a diferenciação das intenções.

Desembargador José Rodrigo Sade: a favor da cassação e pela inelegibilidade

Na segunda sessão, o desembargador eleitoral José Rodrigo Sade considerou como parcialmente procedente os processos para cassar o mandato de Moro e os suplentes, declarar a inelegibilidade por 8 anos a partir de 2022 e a realização de novas eleições, após trânsito em julgado dos processos, caso haja confirmação da cassação.

O desembargador chamou o julgamento no TRE-PR de “VAR das eleições”, fazendo referência ao Árbitro Assistente de Vídeo usado em partidas de futebol e o classificou como um “caso difícil”.

Ele apresentou premissas que embasaram o voto: entre elas, reforçou o uso das redes sociais na pré-campanha de Moro. Por conta da amplitude causada pelas redes sociais, o desembargador considerou que a campanha de Moro à presidência, feita em outros estados, teve impacto no Paraná.

“Para mim não parece possível simplesmente apagar os caminhos que o pré-candidato percorreu quando ainda estava pré-candidato presidencial. Não se apaga o passado. Tentando participar de três eleições diferentes, desequilibrou, Sergio Moro, a seu favor, a última: a de senador pelo Paraná”, afirmou o desembargador.

Ao contrário do que argumentou o relator, Sade afirmou que não deve haver diferenciação na intenção de Moro durante as pré-campanhas.

“A pré-campanha do investigado a presidente acabou o beneficiando quando, mudando a veras o seu barco, tentou aportar no Senado Federal. Para mim, assim, é completamente desinfluente saber da intenção inicial do investigado”, defendeu.

Desembargadora Claudia Cristina Cristofani: contra a cassação

Na terceira sessão, que ocorreu na segunda-feira (8), a desembargadora Claudia Cristina Cristofani acompanhou o voto do relator. Ela defendeu que a lei não prevê prestação de contas da pré-campanha.

“Como saber se o Sergio Moro gastou mais que o candidato médio se não sabemos quanto gastaram os demais? Os candidatos prestam conta de seus gastos de campanha quando está no período de campanha eleitoral, então a Corte vai analisar se ocorreu um abuso de poder nessa fase.”

“Porém, na fase de pré-campanha não tem a realização dessas contas, a lei não exige que seja prestada contas, dessa forma, nesse caso aqui nós não temos os valores que outros partidos gastaram, como teria se fosse no período da campanha”, afirmou.

Cristofani disse ainda que não é possível afirmar que Moro foi eleito apenas por ter gastado mais dinheiro na pré-campanha, mas que outros fatores, como a biografia do senador, devem ser considerados.

“Se a gente tem dúvida que esse dinheiro a mais deu a ele o cargo, essa dúvida é conversível em favor da soberania das urnas. Ou bem fica provado que ele só conseguiu o cargo por causa desse dinheiro a mais, ou a gente deixa as urnas decidirem”, disse.

Desembargador Guilherme Frederico Hernandes Denz: contra a cassação

Com autorização do presidente, o desembargador Denz adiantou o voto e seguiu o relator, votando contra a cassação do mandato do senador.

“Concluo que devem ser considerados como gastos eleitorais apenas aqueles dispêndios com serviços que tiveram algum impacto eleitoral e alguma aptidão ao menos em tese de produzir efeitos na legitimidade no pleito eleitoral e de ter beneficiado diretamente o investigado Sergio Moro para eleição no Paraná”, defendeu.

Apesar disso, o desembargador citou algumas divergências em relação ao voto do relator.

Falavinha considerou que todos os gastos com eventos realizados na pré-campanha à presidência não impactaram as eleições ao Senado no Paraná. Porém, para Denz, alguns deles apresentaram, sim, um efeito.

“Eu entendi que esse evento de filiação, [por exemplo], devido à magnitude que ele tomou, certamente afetou o eleitorado aqui no Paraná. Ele impactou a eleição para o Senado no estado do Paraná. Esse gasto eu considerei para efeitos de avaliação do abuso do poder econômico”, afirmou.

Porém, para o desembargador, diante dos valores considerados na pré-campanha, “não se revela a existência de excesso no emprego de recursos”.

“No caso dos autos, pelo simples montante financeiro evidenciado na campanha dos investigados, não se extrai que tenha havido uma extrapolação no limite do razoável”, disse.

Por outro lado, o desembargador também não concordou com o proposto pelo desembargador Sade, que votou pela perda do mandato e considerou a soma das despesas de todos os períodos das pré-campanhas.

Assim como Cristofani, Denz destacou que não há nos autos os valores gastos na pré-campanha de candidatos de outros partidos.

Desembargador Julio Jacob Junior: a favor da cassação e pela inelegibilidade

A quarta e última sessão, ocorrida na terça-feira, começou com um voto do desembargador Julio Jacob Junior. Ele comparou a estratégia de comunicação adotada por Moro com a que levou Jair Bolsonaro à presidência.

Para Jacob Junior, o recurso foi utilizado para recuperar a imagem do então candidato Moro com o eleitorado paranaense, ainda “ferido” pela intenção frustrada de Moro sair como candidato no estado de São Paulo.

“A estratégia adotada pelo pré-candidato Sergio Moro muito se assemelhou àquela que levou ao êxito o ex-presidente Jair Bolsonaro em sua primeira eleição presidencial a de notadamente registrar, postar e impulsionar vídeos em diversas cidades, atraindo não apenas eleitores daquela localidade mas todo o universo impactada com aludidas publicações”

“A realidade é que Sergio Moro teve acesso indistinto e praticamente ilimitado a recursos aptos a possibilitar a recuperação de sua imagem, imagem essa abalada junto ao eleitorado paranaense”, pontuou.

O desembargador destacou que fez as considerações para o voto levando em conta a territorialidade e o cargo ao qual Moro foi eleito.

“Entendo haver prova robusta nos autos, desorganizada é certo, mas robusta de que o acesso desmedido a recursos financeiros em favor do investigado Sergio Moro possuem aspectos quantitativos aptos a desequilibrar a igualdade do pleito ao mesmo tempo que se está presente aspecto qualitativo de reprovabilidade da conduta em especial decorrente da utilização de recursos do fundo partidário em benefício exclusivo em razão de sua candidatura”, afirmou.

Desembargador Anderson Ricardo Fogaça: contra a cassação

O penúltimo desembargador a votar, Anderson Ricardo Fogaça, citou que, conforme jurisprudência do TSE, a discussão do abuso de poder econômico dispensa a análise da licitude do gasto, considerando apenas se houve o uso excessivo de valores de modo a influenciar o eleitorado e eventual resultado do pleito.

“A Justiça Eleitoral não obriga a declarar os gastos de pré-campanha de forma que não é possível comparar com os gastos dos demais então pré-candidatos à vaga ao Senado paranaense.”

“Não se pode ignorar o prestígio que o investigado Sergio Moro já tinha no Paraná, sobretudo que os votos conquistados, principalmente em Curitiba, se devem à atuação na Lava Jato e como ministro”, destacou.

Desembargador Sigurd Roberto Bengtsson: contra cassação

No julgamento das ações, todos os membros da Corte votam, inclusive o presidente, o desembargador Sigurd Roberto Bengtsson.

Isso ocorre porque o processo envolve possível perda de mandato. Em ações sem esse tipo de especificidade, o presidente só votaria em caso de empate.

Depois de já ter maioria formada, Bengtsson votou contra a cassação do mandato do senador.

Ele argumentou que seria excessiva a procedência dos pedidos para a decretação da cassação do diploma de senador e a declaração de inelegibilidade.

O que dizem os envolvidos?

O advogado Gustavo Guedes, responsável pela defesa de Moro e dos suplentes do senador, afirmou que ficou satisfeito com a “demonstração de que não houve nenhuma ilegalidade na pré-campanha e na campanha do senador Sergio Moro”.

Por meio de nota, a Federação Brasil da Esperança afirmou que pretende recorrer da decisão ao TSE, após a publicação dos votos.

“Até mesmo os votos contrários a cassação deixaram clara a vultuosidade da pré-campanha de Moro. A conclusão desconsidera o montante global e sua gravidade no desequilibro da disputa, como entende há muito a jurisprudência”, diz a nota.

O advogado que representa o PL, Bruno Cristaldi, afirmou que os votos divergentes cederam argumentações para o recurso.

“Seguimos convictos que o TSE dificilmente validará uma decisão que abre caminho para candidatos se lançarem a um cargo com maior teto e depois registrarem candidatura a outro, de menor expressão – burlando assim a verificação de eventual abuso de poder econômico em pré-campanha”, afirmou.

Quais acusações pesam contra Moro?

As duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) foram protocoladas por duas frentes antagônicas na política nacional. A primeira pelo Partido Liberal (PL), de base bolsonarista, e a outra pela Federação Brasil da Esperança – FÉ BRASIL (PT/PCdoB/PV), base que elegeu o governo Lula, em novembro e dezembro de 2022.

Elas argumentam que durante a pré-campanha de Moro para a Presidência da República ele cometeu abuso de poder político indevido dos meios de comunicação e obteve vantagem indevida em relação aos outros candidatos que disputaram a campanha ao Senado.

Os partidos alegam que os gastos com viagens, eventos e publicidade na pré-campanha para a presidência deu a Moro uma visibilidade desproporcional, que impactou a disputa para o Senado.

A defesa do senador defende que muitos dos gastos apontados no processo não conferiram a ele nenhuma visibilidade.

Fonte: g1 PR  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/04/2024/07:53:38

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Piloto morre em queda de avião em Ipiranga do Norte- Mato Grosso

Um trágico acidente aéreo vitimou um jovem piloto na tarde de terça-feira (09), em Ipiranga do Norte, a 455 km de Cuiabá. Geovani Gazal, de 26 anos, faleceu após a queda do avião agrícola que ele pilotava, em uma fazenda a cerca de 4 km da cidade.

O acidente

Por volta das 17h, o Corpo de Bombeiros Militar de Sorriso foi acionado para atender a ocorrência. Segundo informações, o avião modelo Ipanema, de propriedade da vítima, caiu durante uma operação de pulverização.

Atendimento e perícia

Duas guarnições do Corpo de Bombeiros, com o apoio da Polícia Militar e Polícia Civil, se deslocaram ao local. Os bombeiros retiraram a vítima das ferragens em cerca de 15 minutos, mas ela já estava sem vida.

A causa do acidente ainda não foi identificada e será investigada pelas autoridades competentes. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e outras instituições realizarão a perícia no local.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar as causas do acidente. A investigação irá analisar diversos fatores, como condições climáticas, estado da aeronave e experiência do piloto.

Fonte: Cenário MT  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/04/2024/07:37:51

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Trabalhador tenta resgatar colega que caiu em silo de soja e ambos morrem soterrados em Santa Catarina

Jovens morrem em acidente em silo de SC — Foto: Reprodução/Redes Sociais/NSC

Vítimas tinham 21 e 23 anos caíram na estrutura enquanto trabalhavam. Caso aconteceu em Monte Castelo.

Dois jovens morreram soterrados em um silo de grãos em Monte Castelo, no Norte de Santa Catarina, na segunda-feira (8). Eles foram identificados como Lucas Antônio Djubanski e Gabriel Pereira dos Santos, de 21 e 23 anos, e teriam caído na estrutura enquanto trabalhavam, de acordo com o Corpo de Bombeiros Militar.

O silo onde as vítimas caíram tem cerca de oito metros. Eles foram retirados do local após uma operação que durou horas.

Testemunhas que estavam no local disseram aos bombeiros que um dos jovens subiu até o topo do silo para tentar desobstruir os grãos e acabou caindo no interior. Em seguida, o outro homem entrou para socorrer o primeiro, mas também foi soterrado.

A Polícia Civil vai investigar o caso. As informações iniciais são de que as vítimas não tinham cordas de proteção presas ao cinto quando ocorreu o acidente.

Para retirar os corpos dos jovens, foi necessário abrir a estrutura de metal por baixo e usar uma carreta. A Polícia Civil foi acionada.

Jovens caem em silo de soja e morrem soterrados em SC — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Jovens caem em silo de soja e morrem soterrados em SC — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Fonte: g1 SC e NSC  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/04/2024/07:23:13

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