Idosa é encontrada morta nua dentro de casa em Várzea Grande-MT

(Foto: Reprodução)- A idosa Helena Aparecida da Silva Santos, 74, foi encontrada sem vida dentro da própria casa, na noite dessa terça-feira (7), em Várzea Grande. Vizinhos a ausência da moradora e encontraram a vítima morta.

Equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foram acionadas por volta das 22h para atender a ocorrência de corpo achado já em decomposição.

No local, a vítima foi encontrada caída na casa e sem roupas.

Aos policiais, vizinhos relataram que a idosa não era vista há cerca de dois dias e estranharam o fato de luzes externas estarem acesas e a porta da sala entreaberta. Eles decidiram verificar o que estava acontecendo e encontraram a mulher já sem vida.

Conforme a Polícia Civil, ela possuía histórico de diabetes e hipertensão.

O caso é investigado.

Fonte: Repórter MT  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/15:23:20

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Quadrilha é presa por esquartejar jovem e espalhar partes em área de mata

(Foto: Reprodução)- Quadrilha de faccionados foi presa na noite de quarta-feira (8) acusada de matar, esquartejar e esconder as partes do corpo de Mara Sales de Lara,20, em Cáceres (2255 km a oeste). A vítima estava desaparecida há poucas horas, quando os 8 suspeitos foram encontrados e indicaram onde os restos mortais estavam. A mulher seria de facção criminosa rival e, por isso, foi assassinada.

Os braços e as pernas da vítima foram colocados em uma bolsa. Já o tronco e a cabeça foram enrolados em um lençol, colocado em um plástico. A mala e o saco plástico foram jogados em regiões de mata em pontos distintos na saída da cidade

Segundo informações da Polícia Militar, 8 suspeitos foram presos pelo crime, sendo 5 homens e 3 mulheres. A moto usada para transportar o corpo da vítima foi apreendida e o grupo admitiu o crime, detalhando os fatos.

Ainda na quarta-feira (8), os militares foram comunicados do sumiço da jovem. Por volta de 22h, os setores de inteligência da PM identificaram que Mara já havia sido morta por membros de uma facção criminosa rival, que estavam escondidos no bairro Espírito Santo.

O grupo de 8 suspeitos estava reunido em uma casa do bairro quando a PM chegou. Um dos criminosos confessou o assassinato e disse que ele teria atraído a vítima para uma emboscada, onde, junto de outros membros da quadrilha, teria levado Mara para o local do crime.

Em seguida, os criminosos acionaram a facção e mataram a mulher com facadas. O criminoso ainda afirmou que, após a morte da mulher, também arrancou os membros da vítima para ocultar o cadáver.

Eles indicaram que as partes do corpo estavam escondidas em uma região de mata, nas proximidades de um rio, na rodovia MT-343. As equipes policiais e autoridades competentes foram ao local e constataram os fatos.

Diante da situação, todos os suspeitos foram conduzidos para à delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e foram entregues para a Polícia Civil para demais providências que o caso requer.

Fonte: GD e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/15:19:02

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Empresário contrata ex-policiais e espanca namorado da ex-esposa; veja vídeo

(Foto: Reprodução)– Um policial civil aposentado e outro que teve a aposentadoria cassada foram alvo de busca e apreensão durante operação deflagrada nas primeiras horas desta terça-feira (7/5) por equipes da 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia).

A dupla é acusada de ter sido contratada para espancar um homem que mantinha relacionamento amoroso com a ex-mulher de um empresário. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

Os mandados, expedidos pelo juiz do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Brazlândia, foram cumpridos em Ceilândia e Samambaia. Durante as buscas nesta região, os investigadores apreenderam uma pistola calibre .40.

Além do mandado de busca domiciliar, o juiz determinou a medida protetiva de suspensão da posse e restrição do porte de armas dos dois ex-policiais.

De acordo com a investigação, os ex-agentes ameaçaram e agrediram o casal. O crime ocorreu a mando do ex-marido da jovem e da família dela, que não aceitam o novo relacionamento da moça. A jovem se separou do empresário e passou a namorar o rapaz de Brazlândia. Em seguida, foi morar na casa da família dele.

De acordo com a apuração, o ex-marido e a família da mulher registraram falsamente o desaparecimento da moça e tentaram interná-la à força em uma clínica psiquiátrica. Descoberto o falso registro e frustrada a internação, o ex-marido e a família da jovem contrataram os ex-policiais civis. METROPÓLES

Veja imagens do momento em que os ex-policiais ameaçam e agridem o casal:

https://www.youtube.com/watch?v=UAGNc9cIJts&embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fredacaomt.com.br%2F&feature=emb_imp_woyt

O crime

No último dia 10 de abril, no período da tarde, ex-policiais civis e familiares da moça surpreenderam o casal dentro de um veículo, nas proximidades do Lago de Brazlândia. Os jovens foram retirados à força do carro, com o emprego de armas de fogo, e o rapaz foi jogado e mantido no chão por um dos ex-policiais.

O homem recebeu vários golpes do ex-policial e sofreu várias lesões. A Polícia Militar foi acionada e interveio, conduzindo todos para a 18ª Delegacia de Polícia. A Justiça já havia proibido o ex-marido de se aproximar da moça. O ex-policial civil teve a aposentadoria cassada por crimes de extorsão, concussão e associação criminosa armada.

Fonte: Repórter MT  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/15:14:26

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Ferrogrão: “divisor de águas” para o agronegócio enfrenta impasse socioambiental

Imagem Ilustrativa (Foto:Reprodução)-   Em meio ao esforço do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para se aproximar do agronegócio − terreno minado para o petismo nos últimos anos e no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda conta com um apoio expressivo −, um dos projetos de infraestrutura considerados prioritários pelo setor está “emperrado” em intermináveis discussões sobre possíveis impactos ambientais – que já passaram, inclusive, pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Incluído na nova versão do Programa de Aceleração do Crescimento (o Novo PAC), mas ainda sob a rubrica de “estudos de viabilidade econômica, social e ambiental”, o projeto da Ferrogrão é apontado por amplos segmentos do agro como um “divisor de águas” que poderá resultar na mais importante rota de escoamento da produção de grãos do país. De acordo com estimativas do governo federal, o investimento previsto na ferrovia é de cerca de R$ 25 bilhões. A Ferrogrão teria 933 quilômetros de extensão e conectaria a região produtora de grãos do Mato Grosso, a partir de Sinop (MT), ao estado do Pará, desembocando no porto de Miritituba, em Itaituba (PA).

A ferrovia teria capacidade de levar grande parte da carga de soja, milho e algodão produzida no Centro-Oeste até os portos da Região Norte (proporcionando, inclusive, uma competição entre portos país afora), funcionando como uma “esteira de grãos” e substituindo o modal rodoviário – mais caro e menos eficiente. De acordo com estimativas do setor, ela poderia movimentar mais de 40 milhões de toneladas por ano e criar 385 mil empregos diretos e indiretos em 30 anos, reduzindo em até 40% o preço do frete para exportadores. O custo logístico da produção poderia diminuir em R$ 20 bilhões.

Idas e vindas no Judiciário

No dia 11 de abril, em decisão publicada no Diário Oficial da União, o grupo de trabalho criado pelo Ministério dos Transportes para debater a Ferrogrão foi prorrogado por mais 180 dias. O colegiado havia sido instituído em 17 de outubro de 2023 e tinha um prazo de 6 meses para apresentar suas conclusões – a data-limite foi alcançada em 17 de abril de 2024. Até o momento, houve pouco avanço nas discussões.

O projeto da Ferrogrão começou a ser elaborado ainda durante o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), há mais de 10 anos, mas andou mais rápido partir dos governos de Michel Temer (2016-2018) e Jair Bolsonaro (2019-2022). Em 2021, no entanto, o caso chegou ao STF após uma ação apresentada pelo PSOL contra a execução das obras. Na época, o ministro Alexandre de Moraes atendeu à solicitação do partido e suspendeu os efeitos da Lei 13.452/2017 – que teve origem a partir da Medida Provisória (MP) 758/2016.

A MP questionada pelo PSOL promoveu o alargamento da “faixa de domínio” na lateral da rodovia BR-163, que passou de 396 para 862 hectares. Trocando em miúdos, eram 466 hectares a menos para o Parque do Jamanxim, o que representa 0,054% de sua área original de mais de 862 mil hectares. No entendimento do PSOL, acompanhado por Moraes na ocasião, essa supressão de áreas em unidades de preservação não poderia ter sido determinada por uma MP; apenas por um projeto de lei.

No ano passado, a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestou de forma favorável à ação do PSOL e se posicionou, perante o STF, contra o projeto que abre espaço para a Ferrogrão, mesmo reconhecendo a “relevância” da ferrovia e seu potencial de “possibilitar números significativos em geração de empregos diretos na sua construção e em redução no custo do frete”. No fim de maio de 2023, Moraes autorizou a retomada dos estudos de viabilidade da obra, embora a lei tenha continuado suspensa. O ministro também encaminhou o caso para a fase de mediação, na qual as partes envolvidas podem buscar uma solução consensual.

Agro aposta em custo menor e escoamento maior

Segundo especialistas do setor ouvidos pela reportagem do InfoMoney, a preocupação com os impactos que a Ferrogrão poderia trazer ao meio ambiente é legítima, mas a inviabilização do projeto pode comprometer a produção do agronegócio na região. “O Mato Grosso é um dos estados que mais sofrem com a falta de escoamento porque não tem armazéns suficientes”, aponta Fernando Augusto Paiva do Prado e Silva, advogado ambientalista no Escritório Moraes, Prado & Paes Leme Advogados e membro da Comissão de Direito Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil de Goiás (OAB-GO).

“Quando você tem um produto estocado, com dificuldade de escoamento, isso pode levar à queda do preço de mercado. Muitas vezes, as grandes tradings de grãos que atuam no país forçam o preço para baixo. E o produtor rural do Mato Grosso, que não tem como armazenar corretamente, acaba aceitando praticar esses valores impostos pelo mercado. Ou ele vende, ou ele perde”, explica Prado e Silva.

Ainda segundo o advogado, “a legislação ambiental brasileira é uma das mais rígidas do mundo e sempre pede uma contrapartida em relação ao risco ou dano que o empreendimento pode gerar”. “Se você vai empreender em uma área na qual haverá um desmate ou terá de alterar o curso das águas, por exemplo, sempre será exigida uma compensação ambiental, como reflorestamento, ou uma indenização para o governo investir em obras ligadas ao meio ambiente, como recuperação de mananciais ou áreas degradadas. Portanto, não há uma perda ambiental significativa, e a perda que existir será compensada por meio dessas medidas”, afirma.

João Daronco, analista da Suno Research, classifica a Ferrogrão como um “divisor de águas” para o agro do país. “Hoje, o agronegócio brasileiro é muito competitivo da porteira para dentro, mas perde competitividade da porteira para fora, depois que o produtor sai da fazenda, dada a logística mais precária em relação aos players com os quais o Brasil compete no mercado internacional. A Ferrogrão deve aumentar a competitividade do agronegócio e será extremamente importante para o escoamento de grãos pelo Arco Norte, sendo uma alternativa à BR-163. Com isso, também haverá uma melhora no custo de frete e no tempo para exportar esses grãos”, diz.

Daronco aponta que, apesar da mobilização de ONGs, ambientalistas e grupos indígenas contra o projeto, “há um consenso cada vez maior” de que a Ferrogrão deve se tornar realidade. “Parece-me que não há muita saída a não ser fazer essa obra. Ou deixaremos de lado toda a competitividade do agronegócio brasileiro. E tudo bem: nesse caso, o país abriria mão do agronegócio em prol de uma vertente única e exclusivamente ambiental. É uma escolha”, completa.

Antonio Galvan, ex-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), menciona a diminuição dos custos operacionais e de transporte como um dos benefícios da Ferrogrão. “O potencial econômico é o principal item a ser levado em consideração. A região do Médio Norte do Mato Grosso produz, hoje, cerca de 40 milhões de toneladas de soja e milho, sem contar outras culturas. O frete é muito mais barato do que o do caminhão, o que diminuirá o custo do transporte. Esse alimento vai chegar mais barato à gôndola do supermercado e, consequentemente, à mesa do consumidor final. A Ferrogrão atenderá as três pontas da cadeia: o investidor, o produtor e o consumidor”, afirma.

Galvan acredita que o atual governo se empenhará para levar adiante o projeto de construção da ferrovia. “Pelo que a gente ouve, inclusive do próprio ministro Carlos Fávaro [da Agricultura], o governo tem interesse de que a ferrovia se torne realidade. Na minha avaliação, o grande problema é essa pressão política de certos setores, que vêm intimidando o governo. O presidente [Lula] tem de mostrar vontade política e tomar uma decisão. É importante para o país”, defende. “Acredito que a ferrovia vai acontecer. Pode até demorar um pouco, mas o governo tem demonstrado boa vontade em relação ao projeto.”

O que diz o governo

O InfoMoney procurou os três ministérios que tratam diretamente do tema Ferrogrão. Tanto a Casa Civil quanto o Ministério da Agricultura e Pecuária informaram que a pasta dos Transportes estava coordenando as atividades do grupo de trabalho sobre o tema e, portanto, era a mais indicada para responder os questionamentos.

Em nota encaminhada à reportagem, o Ministério dos Transportes afirmou que, “no que se refere à sustentabilidade e preocupação com o desmatamento, a condição é que o empreendimento e o setor do agronegócio atendam aos normativos e à legislação ambiental, inclusive às convenções internacionais”.

De acordo com a pasta, “o Grupo de Trabalho cumpriu com as atividades do Plano de Ação relacionadas aos eixos de planejamento e estudos técnicos nos prazos previstos” e “o prazo adicional [de 180 dias] propiciará que a sociedade civil tenha oportunidade de participar mais efetivamente do processo de contribuições para a atualização dos estudos socioambientais”. “Após cumpridas as exigências legais e judiciais e de licenciamento ambiental, a nova etapa de trabalho será definida”, concluiu o ministério.

O ministro Renan Filho (MDB) abordou o assunto em entrevista concedida ao InfoMoney no mês passado. Na ocasião, o político informou que os estudos haviam sido atualizados e encaminhados ao Supremo, mas a pasta já trabalhava com a ideia de incluir a Ferrogrão no novo plano para o desenvolvimento nacional ferroviário.

Fonte: site infomoney.com.br  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/07:08:43

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Mulher morre na mesma agência bancária que o “Tio Paulo”, no Rio

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)- Uma mulher sofreu mal súbito e morreu na mesma agência bancária do “Tio Paulo”, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Maria de Santana, 60 anos, sofreu mal súbito e morreu, nessa quarta-feira (8/5), dentro de uma agência bancária na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A agência seria a mesma em que o cadáver de Paulo Roberto foi levado pela sobrinha Érika Vieira para pegar um empréstimo.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para a remover o cadáver de Maria de Santana. A vítima estava na agência do Itaú pela parte da tarde, quando passou mal e veio a óbito. As informações são do O Dia.

O Itaú se pronunciou sobre o caso, ”O Itaú Unibanco lamenta profundamente o ocorrido e presta sua solidariedade à família. A cliente teve um mal súbito na entrada da agência, então todos os protocolos de emergência foram imediatamente acionados, incluindo socorro médico.” informou ainda que ”Em respeito à vítima, clientes e colaboradores, a unidade permanecerá fechada. Os funcionários foram acolhidos e receberão todo apoio psicológico necessário”.

Os clientes que precisarem de atendimento presencial devem procurar a unidade próxima ou acessar os canais digitais do Itaú.

Relembre o caso

O cadáver de Paulo Roberto foi levado pela sobrinha Érika Souza Vieira Nunes para a mesma agência bancária em 16 de abril deste ano, para pedir um empréstimo de R$ 17 mil.

O “Tio Paulo” já estava morto na cadeira de rodas, e a sobrinha foi presa após acionaram a Polícia Civil. O caso foi filmado e publicado nas redes sociais.

Fonte: Metrópoles  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/14:37:19

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Justiça aceita denúncia contra mãe, filho e cunhado por matar idosos e deixar padre ferido no Mato Grosso

Ines Gemilaki, Bruno Gemilaki Dal Poz, mãe e filho, e Eder Gonçalvez Rodrigues foram denunciados pelo MP — Foto: Divulgação

Família está presa e foi indiciada por duplo homicídio e por tentativa de homicídio. Agora, os réus têm 10 dias para apresentarem resposta à acusação.

A Justiça de Mato Grosso aceitou a denúncia do Ministério Público (MPMT) e tornou réus Ines Gemilaki, de 48 anos, Bruno Gemilaki Dal Poz, de 28 anos, mãe e filho, e o cunhado da mulher, Eder Gonçalves Rodrigues, de 40 anos, pela morte de dois idosos e pela tentativa de homicídio contra um padre em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá, no dia 21 de abril.

Agora, os envolvidos têm 10 dias para apresentarem resposta à acusação. O g1 entrou em contato com a defesa dos denunciados, mas não obteve retorno até esta publicação.

Além da denúncia, o MPMT pediu o pagamento de mais de cerca de R$ 2 milhões em favor dos familiares da vítima Pilson Pereira da Cruz (R$ 1 milhão), Rui Luiz Bogo (R$ 700 mil), José Roberto Domingos (R$ 150 mil) e mais um pessoa vítima do atentado.

O marido de Ines, Marcio Ferreira Gonçalves, ficou de fora da denúncia. Ele foi solto nessa terça-feira (7) depois que a defesa dele alegou que a prisão preventiva tinha sido decretada erroneamente e que a pessoa que aparece nas imagens das câmeras era, na verdade, o irmão de Márcio, Eder Gonçalves Rodrigues, que foi preso posteriormente.

Entenda o caso

Imagens de duas câmeras de segurança mostram que ao menos oito pessoas estavam na casa, quando a mulher entrou atirando (assista acima). O filho foi ao quintal e também efetuou disparos. Ines, que aparece de blusa azul, estava com uma pistola, e Bruno, de branco, estava com uma espingarda calibre 12.

Em outro trecho do vídeo, mãe e filho apareceram fugindo, carregando as armas de fogo.

Para a polícia, que ainda investiga o caso, a suspeita é de que a motivação do crime seja um desacordo comercial envolvendo pagamentos de aluguel da casa invadida.

Momentos depois, a mãe e o filho foram flagrados comprando cerveja, água e refrigerantes, na conveniência de um posto de combustível, quando passavam pela cidade de Matupá, a cerca de 13 km do local do homicídio, durante a fuga, no domingo (21). Uma câmera de segurança da conveniência registrou o momento em que a suspeita apressou a atendente, enquanto falava ao telefone.

Fonte: g1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/14:33:04

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Motorista de Porsche aguarda preso em Guarulhos transferência para prisão em Tremembé; Justiça autoriza mudança por segurança

Fernando Sastre em entrevista ao Fantástico (à esquerda) e depois na prisão em Guarulhos (à direita) — Foto: Reprodução

Defesa de Fernando Sastre alega que ele corre riscos se ficar em penitenciária comum. Empresário está atualmente em CDP da Grande SP, mas deverá ir para penitenciária do interior paulista. Ele matou homem e feriu amigo em acidente.

A Justiça autorizou a transferência do empresário Fernando Sastre de Andrade Filho da prisão de Guarulhos, na Grande São Paulo, para outra em Tremembé, no interior do estado. Até a última atualização desta reportagem a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) não havia confirmado se a mudança foi realizada.

Fernando é o motorista do Porshe acusado de provocar um acidente de trânsito, matar um homem e ferir seu amigo a mais de 100 km/h, no final de março, na Zona Leste da capital paulista. Testemunhas ouvidas pela polícia também disseram que ele tomou bebida alcoólica momentos antes de dirigir.

Em seu interrogatório, o motorista do Porsche negou ter bebido. A Polícia Militar (PM), que atendeu a ocorrência liberou Fernando sem fazer o teste do bafômetro nele. A Corregedoria da PM apura a conduta dos agentes que erraram na abordagem.

Nesta terça-feira (7) o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o habeas corpus para Fernando feito pela defesa dele. Mas, apesar de ter negado o pedido de liberdade para o empresário, concordou que ele vá para um presídio mais seguro.

No caso, os advogados do motorista sugeriram que seja a Penitenciária 2 (P2) de Tremembé, onde estão outros presos de crimes famosos que tiveram repercussão na imprensa. Segundo o advogado Elizeu Soares de Camargo Neto, seu cliente já recebeu “ameaças” externas durante a investigação policial.

Fernando foi para o Centro de Detenção Provisória (CDP) 2, em Guarulhos, na noite desta terça. Lá ele foi fotografado e fichado (veja foto acima no começo da reportagem). Ele disse ter o nível superior incompleto, ter união estável e ser espírita.

Antes, Fernando estava na cadeia do 31º Distrito Policial (DP), Vila Carrão. na Zona Leste de São Paulo. O empresário havia sido preso na segunda-feira (6) ao se entregar à polícia após a decretação da prisão dele pela Justiça. Antes ficou três dias foragido sendo procurado.

O empresário é réu no processo no qual é acusado pelos crimes de homicídio por dolo eventual (por ter assumido o risco de matar o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana) e lesão corporal gravíssima (feriu o amigo Marcus Vinicius Machado Rocha).

Fernando estava a 114,8 km/h quando bateu na traseira do Renault Sandero de Ornaldo, segundo laudo pericial da Polícia Técnico-Científica. Marcus ocupava no banco do passageiro do carro de luxo. O limite de velocidade para a via é de 50 km/h. O acidente ocorreu no dia 31 de março na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé. Câmeras de segurança gravaram a batida (veja nesta reportagem).

Após a decisão favorável ao pedido de prisão, Lucas e Luam Viana, filhos de Ornaldo, disseram que o sentimento da família é de gratidão. “A gente está vendo que a Justiça está sendo feita. A gente só tem a agradecer”, disse Lucas.

Se Fernando for julgado e condenado, a pena dele poderá chegar a mais de 20 anos de prisão.

O empresário Fernando Sastre, que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, durante acidente de trânsito na Avenida Salim Farah Maluf, na Zona Leste de SP. — Foto: Montagem/g1/Reprodução
O empresário Fernando Sastre, que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, durante acidente de trânsito na Avenida Salim Farah Maluf, na Zona Leste de SP. — Foto: Montagem/g1/Reprodução

Fonte: g1 SP e TV Globo   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/14:18:14

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Nível do Guaíba fica abaixo de 5 metros pela 1ª vez desde sábado; Porto Alegre Segue inundada

Lixo demarca recuo do Guaíba recua em Porto Alegre — Foto: Pietro Oliveira/RBS TV

Medição da tarde desta quinta-feira (9) apontou 4,93 metros. Cota de inundação é de 3 metros.

O nível do Guaíba, em Porto Alegre, baixou para 4,93 metros pela primeira vez desde sábado (4), conforme medição feita às 14h desta quinta-feira (9) pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) no Cais Mauá.

Mesmo com a redução, o Guaíba segue mais de 2 metros acima da cota de inundação (3 metros). Apesar disso, a água que avançava sobre as ruas da capital aparenta estar estável e até recuando em algumas regiões, segundo moradores que tem monitorado o nível dos alagamentos onde vivem.

O mais recente boletim da Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que subiu para 107 o número de mortos em razão dos temporais que atingem o estado. A atualização desta quinta-feira (9) aponta que há um óbito sendo investigado.

O estado registra 136 desaparecidos e 374 feridos. Há 232,6 mil pessoas fora de casa. Desse total, são 67.563 em abrigos e 165.112 desalojados (pessoas que estão nas casas de familiares ou amigos).

O RS tem 425 dos seus 497 municípios com algum relato de problema relacionado ao temporal, com 1,476 milhão de pessoas afetadas. Veja abaixo os impactos nos serviços, educação e transportes.

A área central de Porto Alegre mais próxima do Guaíba ficou completamente alagada após o lago transbordar. O aeroporto e a rodoviária não estão operando por estarem tomados por água.

Fonte: Ceic
Fonte: Ceic

No bairro Menino Deus, um dos locais que a prefeitura pediu para que fosse esvaziado pelos moradores, foram registrados novos alagamentos, em trechos das ruas Itororó e José de Alencar. Uma das vias chegou a ser usada, em dias anteriores, como ponto de base para caminhões do Exército Brasileiro e ambulâncias que resgataram pacientes do Hospital Mãe de Deus.

“A água avança em algumas vias em função do desligamento de algumas casas de bombas que ainda estavam em operação. Assim, alguns locais que estavam protegidos por elas acabam sendo inundados também”, explica o professor Fernando Fan, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da UFRGS.

O maior nível já registrado pelo Guaíba foi de 5,33 m na manhã de domingo (5). Antes das cotas atingidas em 2024, o recorde era de 1941 (4,76 m).

De acordo com uma projeção do IPH o Guaíba deve levar ao menos 30 dias para voltar ao nível abaixo dos 3 metros. Na enchente história de 1941, foram 32 dias.

Entenda, em dois pontos, por que as águas não baixam:

Bacias formam “funil”: água em grande quantidade que escoa das bacias dos rios Taquari, Caí, Pardo, Jacuí, Gravataí, Sinos. Essas bacias “jogam” suas águas para o Guaíba, na capital, formando uma espécie de funil que retém as enchentes e atrapalha a saída para o mar.

Ventos: ventos que sopram no sentido sul do litoral para o continente empurram a água da Lagoa dos Patos no sentido contrário, o que contribui com as inundações no Guaíba.

Infográfico mostra geografia de Porto Alegre — Foto: Arte/g1

Infográfico mostra geografia de Porto Alegre — Foto: Arte/g1

Fonte: Por g1 RS e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/14:08:25

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Governo anuncia antecipação de Bolsa Família, auxílio gás e restituição do IR para moradores do RS, além de crédito com juro reduzido

Presidente Lula e ministros anunciam novas medidas de socorro ao RS em meio a enchentes — Foto: EBC/Reprodução

Medidas têm objetivo de auxiliar na reconstrução do estado, que contabiliza 107 mortos e mais de 1,4 milhão de pessoas afetadas por temporais.

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (9) mais medidas de socorro ao Rio Grande do Sul. Entre elas, estão a antecipação de pagamentos do Bolsa Família, do auxílio gás, e da restituição do imposto de renda para moradores do estado, que foi devastado por enchentes históricas (veja mais abaixo).

As medidas econômicas foram anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em cerimônia com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso; do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e de outros ministros do governo.

A lista de ações também inclui a facilitação ao crédito para famílias, empresas e pequenos agricultores do estado. Segundo previsão da equipe econômica, elas devem ter impacto de R$ 7,69 bilhões nos cofres do governo federal.

O ministro Rui Costa (Casa Civil) detalhou que o governo deve publicar três medidas provisórias para viabilizar esses primeiros anúncios de suporte. Uma MP tratará do dinheiro que será repassado aos fundos garantidores, outra com dinheiro para ministérios e uma terceira, para compra de arroz.

Em discurso, o presidente Lula disse que as medidas anunciadas até agora são as primeiras. “Não acaba aqui”, afirmou.

As ações foram divididas em grupos. Veja abaixo:

  • Ações para trabalhadores assalariados:

1- Antecipação do calendário de abono salarial para 705 mil trabalhadores com carteira assinada;

2- Liberação de duas parcelas adicionais do seguro-desemprego para quem já recebia antes da decretação de calamidade;

3-Priorização da restituição do imposto de renda para moradores do RS. Segundo o governo, até junho, todos os lotes serão devolvidos para o estado.

  • Ações para beneficiários de programas sociais:

1-Antecipação dos pagamentos do Bolsa Família e do auxílio gás referentes ao mês de maio.

  • Medidas para o estado e municípios:

1- Aporte de R$ 200 milhões para que bancos públicos possam financiar projetos de reconstrução de infraestrutura e reequilíbrio econômico;

2- Realização de operações de crédito com aval da União;

  • Medidas para empresas:

1- Aporte de R$ 4,5 bilhões em recursos do Fungo Garantidor de Operações, para permitir a liberação de R$ 30 bilhões em crédito a micro e pequenas empresas, por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe);

2- R$ 1 bilhão para conceder descontos em juros de empréstimos feitos via Pronampe;

3- Aporte de R$ 500 milhões no Fundo Garantidor de Investimentos (FGI) para conceder crédito de até R$ 5 bilhões a empresas, por meio do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito;

4- Prorrogação, por no mínimo três meses, do prazo de recolhimento de impostos federais e do Simples Nacional;

5- Dispensa da apresentação da certidão negativa de débitos da empresa para concessão de empréstimos em bancos públicos.

  • Medidas para produtores rurais:

1- R$ 1 bilhão para conceder descontos em juros de empréstimos feitos via Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Segundo Haddad, as medidas devem injetar R$ 50 bilhões no estado. “Esse valor é um valor de alavancagem inicial, que nos parece nesse momento satisfatório, até que se tenha maior clareza do que isso vai implicar”, afirmou.

O ministro afirmou que as ações anunciadas nesta quinta se somarão ao decreto de calamidade pública, aprovado nesta semana e que facilita o repasse de recursos ao estado, e a novas medidas que serão anunciadas nos próximos dias.

Também na próxima semana, deve ser divulgada uma ação relacionada à dívida do Rio Grande do Sul com a União que, de acordo com Haddad, “vai permitir que o próprio estado faça as obras de recuperação”.

“Esse dinheiro não vai ser tirado de outras regiões do país para atender o Rio Grande do Sul. É a União que está aportando esse recurso para o Rio Grande do Sul, sem prejudicar os programas que atendem ordinariamente as 27 unidades da federação”, afirmou.

“É bom que todo o Brasil saiba que o atendimento ao Rio Grande do Sul não prejudicará os programas em curso, Minha Casa, Minha Vida, Farmácia Popular. Todos esses programas terão seu andamento normal, sua execução orçamentária normal. Esse recurso, ele está sendo um recurso em proveito do povo gaúcho, que conta com o decreto de calamidade para sua execução”, continuou.

Lula afirmou no discurso que deve anunciar, na próxima segunda-feira (13), o acordo para a suspensão do pagamento da dívida do Rio Grande do Sul com a União. E na terça (14), medidas para as pessoas físicas afetadas.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que a movimentação de doações ao estado é a maior da história da Defesa Civil nacional.

“Só de doações encaminhadas por entes federais, Força Nacional, Correios, estamos chegando a 2 mil toneladas de doações encaminhadas ou a serem encaminhadas para o Rio Grande do Sul. É a maior movimentação de doações da história da Defesa Civil nacional.”

O ministro Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) informou que, na próxima semana, deve começar um “mutirão” na zona rural para “recuperar documentação daqueles que perderam seus documentos nas enchentes”. Segundo ele, a ação deve começar pela região do Vale do Taquari.

O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, informou que até agora R$ 94 milhões foram transferidos pelo Judiciário para a Defesa Civil do Rio Grande do Sul.

“Há emergências e depois vai vir a reconstrução. Suspendemos prazos de processos relacionados ao estado e municípios”, disse.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), reafirmou “empenho” para enfrentar a catástrofe. Lira se comprometeu a votar “imediatamente” as medidas necessárias para socorrer os gaúchos.

Caixa pausa prestações de financiamentos

O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, informou que o banco tem um fundo socioambiental que oferecerá R$ 30 milhões para recompor perdas materiais e capacidade produtiva de famílias.

Vieira disse que o banco tem um pacote de R$ 66,8 bilhões para auxiliar famílias e empresas. A instituição oferecerá pausa de seis meses nas prestações de financiamento de imóveis, empréstimos de pessoa física e jurídica, e redução da taxa de consignado.

No crédito rural, a Caixa suspenderá em até 12 meses as prestações de operações de investimento, e em até 24 meses as de custeio. O banco também vai suspender pagamentos de financiamentos de santas casas e hospitais.

Tragédia no RS

O Rio Grande do Sul enfrenta as consequências de temporais e enchentes que mataram 107 pessoas até o momento, alagaram cidades, destruíram casas, pontos e trechos de rodovias. Mais de 1,4 milhão de pessoas foram afetadas pelas enxurradas.

Em uma rede social, o governador Eduardo Leite informou que “cálculos iniciais” de técnicos estaduais indicam que serão necessários, pelo menos, R$ 19 bilhões para reconstruir o RS.

“O efeito das enchentes e a extensão da tragédia são devastadores”, publicou Leite.

Lula foi duas vezes ao estado desde o começo da catástrofe e dedicou maior parte da agenda nos últimos dias para discutir medidas emergenciais e de reconstrução do estado, que tem mais de dois terços dos municípios afetados pelos temporais.

O presidente enviou e o Congresso aprovou um decreto que reconheceu o estado de calamidade no Rio Grande do Sul. A medida permite que o governo federal destine dinheiro ao estado fora das metais fiscais.

O governo federal também trabalha em uma série de atos para auxiliar no atendimento às vítimas e à reconstrução da infraestrutura do estado. A estimativa é de que serão necessários R$ 1,2 bilhão somente para reparar ou refazer estradas.

Como ainda chove e há áreas alagadas em Porto Alegre e região metropolitana e no sul do Estado, os ministérios, o governo estadual e as prefeituras não têm condições de finalizar os cálculos dos prejuízos.

Dívida do estado

O governador Eduardo Leite (PSDB) solicitou a suspensão do pagamento da dívida do estado estadual com a União, que é de cerca de R$ 90 bilhões.

Leite defendeu a medida para garantir recursos que serão utilizados na recuperação do estado.

O pagamento das parcelas mensais da dívida ficou suspenso durante cinco anos, durante vigência de uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), mas foi retomado em 2022 após a assinatura do Regime de Recuperação Fiscal com a União.

Fonte: g1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/10:17:45

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Anvisa suspende lotes de detergente Ypê por risco de contaminação; veja lista

Detergentes Ypê —Foto: Reprodução/Instagram/@oficialype

Agência informou que foi identificado desvio durante monitoramento da produção, o que poderia causar potencial risco de contaminação microbiológica, mas, segundo a fabricante, sem risco à saúde ou segurança do consumidor.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização, distribuição e uso de determinados lotes do detergente Ypê. Segundo o órgão, foi identificado o risco de contaminação biológica, que, de acordo com a fabricante, não oferece risco à saúde ou segurança do consumidor.

A agência informou que havia sido notificada pela empresa sobre o recolhimento voluntário do produto, mas não divulgou quando isso aconteceu. Segundo o órgão, o motivo foi a identificação de um “desvio” durante a análise de monitoramento da produção, o que poderia causar um “potencial risco de contaminação microbiológica”.

A determinação foi publicada no “Diário Oficial da União” e exige que todas as unidades do detergente produzidas entre julho, agosto, setembro, novembro e dezembro de 2022 com lote final 1 e 3 sejam suspensas. Estão incluídos detergentes de todos os tipos, dentro dessa identificação.

Em nota, a Química Amparo, empresa produtora do detergente Ypê, informou que fez o recolhimento dos itens há mais de um mês após análise interna que identificou em alguns lotes a “descaracterização em seu odor tradicional, sem risco à saúde ou segurança do consumidor, porém, em alguns casos perceptível ao olfato”.

Veja a lista completa com todos os lotes divididos por marca abaixo:

DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ – CLEAR CARE

Lotes atingidos: 172051, 179054, 184054, 185054, 186054, 228054, 233011, 234011, 235011, 236011, 242054, 253011, 255011, 267051, 269051, 270051 ,278011, 279011, 280011, 281011, 282011, 283011, 302051, 303051, 304051, 314011, 315011, 316011 e 318011

DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ – COCO

Lotes atingidos: 029016, 030016, 036016, 038016, 057016, 058016, 148051, 149051, 151051, 212044, 213051, 215051, 216051, 217051, 218051, 219051, 220051, 221051, 228054, 232051, 233051, 236051, 238051, 243044, 248051, 249051, 256051, 257051, 258051, 272051, 273051, 274051, 275051, 276051, 277051, 284051, 286051, 288051, 289051, 290051, 291051, 298051, 299051, 300051, 301051, 317016, 331051, 333051, 33405, 031016, 188031, 225081, 226081, 227081, 239081, 270031, 281031, 282031, 283031, 295031, 323016, 324016, 327031, 328031, 329031 e 330031

DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ – CAPIM LIMÃO

Lotes atingidos: 225031, 226031, 242081, 314031, 323081, 325081, 060016, 173081, 174081, 175081, 176081, 177081, 178081, 223011, 224011, 239051, 240051, 242051, 271081, 272081, 273081, 299011, 300011, 302011, 303011, 326051, 327051, 336016, 337016, 338016, 346016 e 347016

DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ – LIMÃO

Lotes atingidos: 031016, 040016, 041016, 042016, 043016, 127011, 129011, 130011, 134081, 135081, 136081, 137081, 138081, 148011, 149011, 150011, 218011, 219011, 310011, 311011, 319016, 332016, 339016, 347016, 053016, 054016, 141031, 221081, 222081, 223081, 227081, 228081, 229081, 279081, 280081, 288031, 315031 e 325016

DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ – MAÇÃ

Lotes atingidos: 010016, 011016, 012016, 026016, 028016, 029016, 054016, 131011, 132011, 134011, 142011, 173011, 174011, 187011, 188011, 189011, 193011, 194011, 195011, 200051, 213011, 220011, 221011, 228011, 229011, 230011, 241011, 242011, 248081, 249081, 256011, 257011, 262011, 263011, 264011, 265011, 266011, 278061, 279061, 280061, 281061, 282061, 283051, 292011, 293011, 295011, 311011, 312011, 313011, 313061, 327011, 327016, 328011, 328016, 329011, 330011, 357016, 046016, 047016, 185081, 186081, 191081, 192081, 204101, 223081, 224081, 232081, 234081, 268031, 269031, 309031 e 310031

DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ – NEUTRO

Lotes atingidos: 019056, 020056, 037056, 038056, 039056, 054056, 055056, 173001, 174001, 186064, 188001, 211001, 212001, 225001, 226001, 228001, 228064, 237001, 239001, 272056, 320001, 321001, 322001, 324056, 325001, 325056, 326001, 326056, 327001, 331056, 336056, 338056, 356056, 236001, 016016, 017016, 024016, 025016, 026016, 038016, 039016, 040016, 172081, 172151, 173151, 174151, 175151, 176151, 177151, 178151, 188151, 207151, 208151, 209151, 210151, 211081, 212081, 225011, 226011, 227011, 228151, 229151, 230151, 232151, 233151, 234051, 234151, 235051.,235151, 236151, 239011, 241151, 279151, 282151, 283151, 317151, 318016, 318151, 321011, 322011, 325151, 326151, 327151, 328151, 333016, 342016, 346016, 349016, 048016, 049016, 050016, 051016, 176031, 177031, 207031, 208031, 227031, 229031, 236031, 237031, 238031, 282081, 316031, 317031, 318031, 319031, 323031, 325031, 326016, 327031, 353016, 355016, 052016, 171031, 173031, 174031, 209031, 230031, 232031, 233031, 234031, 235031, 239031 e 327016

O que diz a fabricante

Abaixo, leia a íntegra da nota da empresa Química Amparo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Química Amparo informa que os lotes de lava louças, objeto da ação voluntária de recolhimento informada pela Anvisa, haviam sido rastreados pelo controle de qualidade da empresa, que iniciou o recolhimento dos itens há mais de um mês, conforme plano previamente submetido à agência reguladora.

Após uma rigorosa análise interna identificou-se, em alguns lotes específicos, a possibilidade de descaracterização em seu odor tradicional, sem risco à saúde ou segurança do consumidor, porém, em alguns casos perceptível ao olfato.

Importante destacar que não há proibição de comercialização do produto e sim o bloqueio e recolhimento exclusivamente dos lotes específicos indicados na ação voluntária proposta pela própria empresa.

Além disso, a empresa reforça que a segurança, a qualidade de seus produtos e a atenção aos clientes e consumidores são prioridades desde sua fundação, há mais de 70 anos.

Fonte: g1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2024/13:24:41

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