Homem tenta matar esposa com 33 facadas após supostamente descobrir conversas com amante no celular

Imagem ilustrativa. (Foto/PORTAL CURIÚVA) | Após o crime, o suspeito ainda permaneceu por 1h em casa. A comerciante teve o pulmão e o pâncreas perfurados.

A comerciante Alessandra Godinho, de 33 anos, sofreu uma tentativa de feminicídio no bairro Cosmos, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, após ser esfaqueada 33 vezes, na presença do filho de 14 anos. O suspeito é o marido, Wellington Silva, de 42 anos, que supostamente encontrou conversas da esposa com outro homem em seu celular. A vítima foi socorrida por familiares e está internada.Uma câmera de segurança registrou o momento em que Wellington desce do segundo andar da casa segurando uma faca, atacando a mulher em seguida. O tio de Alessandra, que mora no andar de baixo, foi quem socorreu Alessandra e a levou para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz. A comerciante teve o pulmão e o pâncreas perfurados.

Agressões e xingamentos Antes da tentativa de assassinato, moradores próximos relataram ter ouvido agressões no quarto, incluindo socos e xingamentos. Após o ataque com facadas, o marido subiu ao 2º andar e ficou em casa por até uma hora antes de fugir.

Os vizinhos contaram que o ocorrido foi surpreendente, pois Wellington não aparentava ser agressivo. Alessandra e o marido estavam juntos há 17 anos.

Fonte: PORTAL CURIÚVA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/13:43:19

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‘Dinheiro esquecido’: quase 1 milhão de pessoas têm mais de R$ 1 mil para receber

‘Dinheiro esquecido’: quase 1 milhão de pessoas têm mais de R$ 1 mil para receber — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira (12) um projeto que autoriza o governo a recolher os recursos que não foram resgatados. Caso a proposta vire lei, titulares terão 30 dias para sacar valores.

Dados do Banco Central do Brasil (BC) mostram que R$ 8,56 bilhões estão disponíveis para resgate no Sistema de Valores a Receber (SVR).

O sistema é um serviço da instituição no qual é possível consultar se pessoas físicas, inclusive falecidas, e empresas têm algum “dinheiro esquecido” em banco, consórcio ou outra instituição.

Segundo o BC, 931.874 pessoas têm mais de R$ 1.000,01 para sacar. Além disso, 5,1 milhões de pessoas têm entre R$ 100,01 e R$ 1.000 esquecidos.

A maior parcela de beneficiários é de quem tem até R$ 10: estes são, ao todo, 32,9 milhões de pessoas.

Os números, referentes ao mês de julho e atualizados pelo BC na última sexta-feira (6), consideram o total de contas — uma pessoa pode ter mais de uma conta aberta com dinheiro esquecido. (veja abaixo como consultar)

Confira a quantidade de beneficiários por faixa de valores a receber:

Acima de R$ 1.000,01: 931.874 contas | 1,78% do total;
Entre R$ 100,01 e R$ 1.000,00: 5.163.716 contas | 9,88% do total;
Entre R$ 10,01 e R$ 100,00: 13.226.589 contas | 25,32% do total;
Entre R$ 0,00 e R$ 10,00: 32.919.730 contas | 63,01% do total.

Congresso autoriza uso de valores para fechar Orçamento

O chamado “dinheiro esquecido” voltou a ganhar o noticiário após a Câmara dos Deputados aprovar, na quinta-feira (12), um projeto que autoriza o governo a recolher os recursos que não foram resgatados pelos titulares.

Já aprovado pelo Senado, o texto vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que poderá vetar trechos ou a íntegra do projeto. Em caso de vetos, a palavra final caberá ao Congresso. O mesmo projeto prevê a reoneração gradual da folha de pagamentos de 17 setores da economia.

Caso a proposta vire lei, titulares de “dinheiro esquecido” poderão, em até 30 dias após a publicação da norma, resgatar os valores. Depois desse prazo, os recursos serão direcionados ao Tesouro Nacional.

Como consultar o dinheiro esquecido

O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.

Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.

Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.

No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.

Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

Dicas para não cair em golpes

A primeira dica do Banco Central para não cair em golpes é não clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram.

A instituição informa que não envia links, nem entra em contato com ninguém para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.

“Somente a instituição que aparece na consulta aos valores a receber que pode contatar seu cliente, principalmente no caso de pedido de resgate de valores sem indicar uma chave PIX. Mas ela nunca irá pedir os dados pessoais ou sua senha”, diz o BC.

Além disso, a instituição orienta a não fazer qualquer tipo de pagamento para ter acesso aos valores. Também reforça que não existe a opção de receber algum valor pelo uso de cartões de crédito.

 

Fonte:  André Catto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/15:29:59

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Homem com farda da polícia assalta agência bancária em Pinheiro, MA

Foto: Reprodução | Um dos criminosos, vestido como policial e com um revólver visível na cintura, rende o segurança do banco e anuncia o assalto. Em seguida, outros membros da quadrilha entram na agência com facilidade através da porta com catraca eletrônica.

Nesta quinta-feira (12), uma quadrilha executou um assalto a uma agência bancária em Pinheiro, no Maranhão. Imagens de câmeras de segurança capturaram toda a operação, que começou com um dos assaltantes se passando por policial para facilitar a execução do crime.

Nas imagens, um dos criminosos, vestido como policial e com um revólver visível na cintura, rende o segurança do banco e anuncia o assalto. O disfarce aparentemente permitiu que ele mantivesse a arma em evidência sem levantar suspeitas. Em seguida, outros membros da quadrilha, pelo menos dois homens, entram na agência com facilidade através da porta com catraca eletrônica.

Um dos assaltantes, usando boné e bermuda, acompanha um funcionário até a sala do cofre. As gravações mostram o criminoso enchendo uma sacola com maços de dinheiro e colocando um envelope maior, que parece conter uma parte adicional da quantia roubada. Após o assalto, os criminosos fugiram em direção desconhecida.

A Polícia do Maranhão está atualmente à procura dos suspeitos e investiga o caso para capturar os responsáveis pela ação.

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Fonte: G1 MA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/13:57:20

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Petição por impeachment de Moraes chega a 1,5 milhão de assinaturas

(Foto: Reprodução) – Abaixo-assinado on-line, que demonstra a opinião popular e não tem validade jurídica, acusa o ministro de abuso de poder pelo uso informal do TSE

Uma petição virtual que pede o impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes já tinha 1,5 milhão de assinaturas na madrugada desta 6ª feira (13.set.2024).

O abaixo-assinado foi criado em 16 de agosto, depois que uma reportagem da Folha de S.Paulo divulgou mensagens que sugerem que o magistrado teria utilizado o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de maneira informal para embasar inquéritos contra apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo.

A petição, disponível na plataforma Change.org, foi iniciada por um perfil identificado como “Petição Pública”. Qualquer pessoa pode assinar, basta inserir o nome, sobrenome e e-mail. A plataforma não faz nenhum tipo de verificação de dados, portanto, uma pessoa pode assinar com diversos endereços de e-mail diferentes.

Abaixo-assinados como esses funcionam para indicar a opinião popular e pressionar organizações ou o poder público. Petições criadas on-line não têm validade jurídica reconhecida, pois não oferecem meios seguros de verificação.

Na descrição, Moraes é acusado de abuso de poder, além de ordenar a produção de provas ilegais e decisões movidas por vingança, o que, segundo os signatários, viola a lei e a Constituição. Eles pedem que o Senado Federal processe e julgue o ministro por esses supostos crimes de responsabilidade.

A petição é baseada em artigos da Constituição Federal e na lei nº 1.079 de 1950, que define os crimes de responsabilidade, argumentando que as ações de Moraes são inconstitucionais e justificam seu impeachment. O documento é direcionado ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Trata-se do maior atentado à democracia já testemunhado pelo povo brasileiro, em que um Ministro do STF usa ilegalmente o aparato estatal para perseguir alvos por ele pré-determinados”, afirma a petição. O abaixo-assinado foi compartilhado nas redes sociais pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

PEDIDO DE IMPEACHMENT

Um pedido de impeachment contra Moraes feito pelos congressistas da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou no sistema do Senado na 3ª feira (10.set.2024). O requerimento foi entregue a Pacheco 1 dia antes.

O documento tem 53 páginas e detalha o que os integrantes da oposição consideram como “crimes de responsabilidade” do ministro. Foi assinado por 152 deputados e é apoiado por 31 senadores (leia a lista aqui). Leia a íntegra do pedido de impeachment (PDF – 43 MB).

A entrega foi feita por deputados e senadores pessoalmente no gabinete de Pacheco, em um gesto político. O objetivo é pressionar o senador mineiro a avançar com o pedido de destituição de Moraes, já que a análise do pedido cabe à Casa Alta. Ao receber o requerimento em mãos dos bolsonaristas, Pacheco disse que terá uma “decisão fundamentada” que considerará “critérios técnicos e políticos”.

O pedido é encabeçado pelos deputados Bia Kicis (PL-DF), Carol De Toni (PL-SC) e Marcel Van Hattem (Novo-RS) e o juiz Sebastião Coelho.

Foi por decisão de Moraes que houve o bloqueio do X (ex-Twitter) no Brasil. A desativação da plataforma no país também é alvo de crítica dos deputados.

Há outros pontos mencionados:

uso indevido de prisão preventiva;
desrespeito a pareceres da PGR (Procuradoria Geral da República);
violação das prerrogativas dos advogados;
negativa de prisão domiciliar para pessoas com problemas graves de saúde;
violação dos direitos políticos de congressistas;
uso indevido de recursos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral);
monitoramento e controle de perfis conservadores nas redes sociais;
bloqueio “ilegal” de contas bancárias da Starlink;
imposição de multas desproporcionais para o uso de VPNs;
e solicitação de intervenção ao Congresso dos Estados Unidos em questões internas.

Embora muitos deputados apoiem o impeachment de Moraes, isso tem um peso político mais simbólico do que prático.

O processo de impeachment de ministros do STF deve ser iniciado no Senado. Se Pacheco decidir avançar com o processo, o julgamento será exclusivamente responsabilidade dos senadores, sem a influência direta dos deputados.

Este jornal digital publicou que a chance de Pacheco pautar o pedido é “zero”. Apesar de não participar da análise de destituição de ministros do Supremo, as assinaturas dos deputados pressionam o senador a tomar alguma medida.

CASO MORAES

O rito de impeachment de um ministro do Supremo é semelhante ao realizado no caso de presidentes da República. A situação seria inédita, uma vez que nunca um magistrado da Corte foi destituído.

Uma das diferenças é quem dá início ao processo. No caso de presidentes, o pedido deve ser aceito pelo líder da Câmara dos Deputados. Já para ministros do STF, por quem estiver no comando do Senado. Hoje, Pacheco.

A lei que regulamenta o processo de impeachment é de 1950. O texto indica 5 hipóteses para que um ministro do STF seja destituído. São elas:

alterar, por qualquer forma, exceto por via de recurso, a decisão ou voto já proferido em sessão do Tribunal;
proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa;
exercer atividade político-partidária;
ser patentemente desidioso (agir com negligência) no cumprimento dos deveres do cargo;
proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções.

Caso o presidente do Senado acate o pedido, o processo de impeachment é iniciado. “Recebida a denúncia pela mesa do Senado, será lida no expediente da sessão seguinte e despachada a uma comissão especial, eleita para opinar sobre a mesma”, diz a lei.

Essa comissão deve se reunir em até 48 horas e eleger o presidente e relator. Em até 10 dias, deve ser produzido um parecer “sobre se a denúncia deve ser, ou não, julgada objeto de deliberação”.

Se a Casa considerar que a denúncia é procedente, o denunciado vai:

ficar suspenso do exercício das suas funções até a sentença final;
ficar sujeito a acusação criminal;
perder, até a sentença final, 1/3 dos vencimentos, que lhe será pago no caso de absolvição.

Depois de todo esse trâmite, o plenário do Senado se reúne para o julgamento do impeachment. Será lido processo e, em seguida, os presentes ouvem testemunhas do caso.

“O acusador e o acusado, ou os seus procuradores, poderão reinquirir as testemunhas, contestá-las sem interrompê-las e requerer a sua acareação. Qualquer senador poderá requerer sejam feitas as perguntas que julgar necessárias”, diz a lei.

Há um debate oral e, na sequência, a votação em si, que será nominal. Os senadores devem responder “sim” ou “não” à seguinte pergunta: “Cometeu o acusado o crime que lhe é imputado e deve ser condenado à perda do seu cargo?”.

Se a resposta afirmativa obtiver, pelo menos, 2/3 terços dos votos dos senadores presentes, haverá uma nova consulta ao plenário sobre o tempo durante o qual o condenado deve ficar inabilitado para o exercício de qualquer função pública. Esse tempo não pode ultrapassar 5 anos.

 

Fonte: PODER360 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/14:40:03

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Menina de 4 anos teve perna amputada após tomar uma injeção no posto de saúde em SC

Foto: reprodução | Uma injeção foi aplicada na perna da criança após a criança se queixar de dor na garganta.

Uma menina de 4 anos precisou amputar a perna esquerda após sofrer um grave problema de circulação sanguínea. A família acredita que o caso esteja relacionado à aplicação de uma injeção. A pequena Melissa foi internada há onze dias após complicações decorrentes de uma injeção aplicada em sua perna esquerda, e acabou perdendo o membro. A trágica situação ocorreu em Três Barras e começou no dia 30 de agosto, quando a menina se queixou de dores de garganta e sua mãe, Veridiane Aparecida Alves de Lima, a levou ao posto de saúde da localidade de São João dos Cavalheiros, onde trabalha como auxiliar de dentista.

Os familiares relatam que os médicos suspeitam que a injeção tenha sido aplicada acidentalmente na veia ou artéria femoral, o que teria causado a complicação.

As informações foram publicadas pelo portal NDMais, que entrevistou a mãe. Ela relatou que no momento não soube qual era o medicamento aplicado, mas certa de que a injeção aliviaria a dor da menina, voltou a deixá-la na casa da babá.

Mas poucos minutos depois, o estado de Melissa piorou. A mãe saiu do trabalho e foi ver a filha, que já apresentava manchas roxas pela perna.

Então levou Melissa novamente ao posto, mas a médica falou que era alergia. Tranquilizada pela profissional, levou a pequena para casa. Porém, quando seu marido, o pedreiro Jucélio Pereira, chegou no fim do dia e viu que a suposta alergia só aumentava, decidiu levar Melissa ao Pronto Atendimento de Três Barras.

Os pais contaram que o médico que atendeu a pequena falou que era “uma simples alergia” e receitou um medicamento antialérgico para ela tomar. Já bastante preocupado, o pai perguntou o tempo de reação do remédio.

“Ele (o médico) falou apenas que é médico e não tem bola de cristal”, contou Odilene Aparecida Monteiro da Silva, madrinha de Melissa.

Os pais da menina estão tão abalados que não conseguiram conversar com a reportagem do NDMais, confiando a Odilene o relato dos fatos.

Sem alternativa, eles voltaram para casa. Como Melissa seguia chorando, o aspecto arroxeado da perna da menina só aumentava e a situação só piorava, no sábado (31), os pais retornaram ao Pronto Atendimento de Três Barras.

Outra médica atendeu a criança e, assustada com a gravidade do caso, encaminhou Melissa de imediato para o Hospital Materno Infantil Jesse Amarante, de Joinville.

Segundo a família, Melissa teve duas paradas cardíacas no caminho. No hospital, foi feita uma tomografia, que atestou que a circulação da perna da menina estava comprometida e que seu coração e fígado estavam parando.

A família contou que os médicos disseram que provavelmente a injeção foi aplicada na veia ou artéria femoral da menina. Ela foi levada imediatamente para o centro cirúrgico. No sábado mesmo, fez a primeira de uma série de cinco cirurgias.

No domingo (1º), não houve alternativa a não ser amputar a perna da criança. A amputação chega à sua virilha.

“Fizeram quatro cirurgias para tentar manter a perna dela, mas não foi possível. Na quinta cirurgia, os médicos disseram que precisavam evitar trombose, que era a vida dela ou a perna. Entre a vida e a perna, preferimos a vida dela”, disse a madrinha.

Como a menina está agora

Atualmente, Melissa está sob monitoramento constante dos médicos, que tentam evitar que sua perna direita também seja comprometida. Sem histórico de doenças prévias, ela precisa de sessões contínuas de hemodiálise. Os médicos estimam que sua internação deverá durar pelo menos dois meses.

Com origem humilde, a família alugou um apartamento em Joinville para acompanhar o tratamento da criança e criou duas vaquinhas virtuais para arrecadar fundos.

Contraponto e investigações

A prefeitura de Três Barras informou que está investigando o caso e emitirá uma nota oficial assim que a apuração técnica for concluída. A médica responsável pela prescrição da injeção negou ter atendido a criança em uma segunda ocasião.

Fonte: Gazeta Real e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/09:04:09

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Mega-Sena acumula e prêmio vai para R$ 55 milhões

Foto: Reprodução | O prêmio para o próximo concurso, no sábado, 14, deve ser de R$ 55 milhões.

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.773 da Mega-Sena, sorteadas nesta quinta-feira, 12, em São Paulo. O prêmio para o próximo concurso, no sábado, 14, deve ser de R$ 55 milhões.

Os números sorteados foram 19-23-32-34-38-57. A quina teve 88 ganhadores que receberão, cada um, R$ 37.812,04. As 5.541 apostas ganhadoras da quadra terão o prêmio individual de R$ 857,88.

A aposta mínima da Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser feita nas lotéricas de todo o país ou pela internet, no site da Caixa, até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/09:04:09

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Lula e liderança indígena trocam farpas em cerimônia no Rio

23 comunidades indígenas da Bahia assinaram manifesto apontando insatisfação com a condução do governo federal | (Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil)

Debate aconteceu durante a cerimônia de repatriação do manto tupinambá.

Acerimônia de repatriação do manto tupinambá foi marcada por debates entre lideranças indígenas e o presidente Lula na noite desta quinta-feira (12), no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, onde a peça ficará exposta.

O presidente rebateu o manifesto assinado por 23 aldeias da Bahia a respeito da insatisfação dos indígenas em relação à condução da pauta indigenista pelo governo federal. O texto tem ainda críticas ao Congresso Nacional e ao Judiciário, pela aprovação da lei do marco temporal.

“Se tivesse o poder que ela pensa que eu tenho, não estaria aqui comemorando um manto. Estaria comemorando a vida de milhões de indígenas que morreram neste país, escravizados pelo colonizador europeu”, disse Lula, direcionado a Yakuy Tupinambá, anciã e liderança indígena de Olivença, na Bahia.

Em seu discurso, por sua vez, Yakuy quebrou o protocolo e ultrapassou o limite de três minutos de fala para ler o manifesto. A anciã chamou Lula de “filho da dona Lindu”, como era conhecida Eurídice Ferreira de Mello, mãe de Lula e de seus dois irmãos.

“Reiteramos nossa insatisfação com a postura colonizadora personificada pelo Estado brasileiro, através das autarquias representativas que, mais uma vez, dilaceram nossos direitos originários e, muito mais que isso, feriram profundamente o que mais prezamos –a nossa crença e a nossa fé”, diz um trecho do manifesto.

“Nós somos violados há muito tempo, mas, ultimamente, o Estado e instituições patrimonialistas desencadearam uma retirada de direitos, com atentados contra a dignidade e a manutenção da vida. Temos hoje o pior Congresso da história, um Judiciário egocêntrico e parcial, e um governo enfraquecido, acorrentado às alianças e conchavos para se manter no poder. Não respeitam as leis nem os tratados e convenções internacionais. Vivemos uma democracia distorcida”, acrescentou Yakuy no discurso.

Lula foi a última pessoa a discursar no evento. Ele aproveitou para agradecer ao governo da Dinamarca pela devolução do manto, que estava na Europa desde o século 17, e exigiu ao governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, do PT, a construção de um espaço para receber o manto, em uma sinalização à realocação da peça para o estado dos tupinambás.

“Eu queria apenas que a companheira que falou aqui [Yakuy] mudasse o seu discurso. Aqui não tem subserviência para ficar no poder. Não preciso disso. Basta saber que eu tenho um partido com 70 deputados entre 513, eu tenho nove senadores entre 81, e para aprovar as coisas sou obrigado a conversar com quem não gosta de mim”, afirmou Lula.

“Eu tenho certeza que ele [Jerônimo] tem a obrigação e o compromisso histórico de construir na Bahia um lugar que possa receber esse manto e o preservar para que não seja apagado”, acrescentou Lula, finalizando o discurso.

O presidente comparou a pauta indigenista de seu governo em relação ao de Jair Bolsonaro e afirmou que é contra a tese do marco temporal, de que os indígenas só têm direito ao território se estivessem ocupando aquele local no ano da Constituição, 1988.

INSATISFAÇÃO COM O GOVERNO

Não é de hoje que os indígenas manifestam insatisfação com a condução da pauta indigenista pelo governo federal. Depois de o cacique Raoni Metuktire subir a rampa do palácio do Planalto, em Brasília, em ato simbólico durante a posse do presidente Lula, a política tomou um rumo diferente do que eles esperavam.

Em maio do ano passado, o governo desidratou as pastas de Marina Silva (Meio Ambiente e Mudanças Climáticas) e Sônia Guajajara (Povos Indígenas), o que gerou uma onda de protesto.

No ano passado, o governo descumpriu a promessa de demarcar seis terras indígenas e demarcou apenas duas. Procurada pela Folha na época, a Casa Civil afirmou que, “por cautela”, optou por “agir com maior segurança social e jurídica”.

Fonte: Dol Carajás e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/09:04:09

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Queimadas mais do que dobram em 2024, segundo MapBiomas

O bioma mais afetado no mês de agosto foi o Cerrado, com 2,4 milhões de hectares. | (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

Segundo o MapBiomas, as queimadas atingiram 5,65 milhões de hectares só em agosto de 2024, mais que o dobro do ano passado. Entenda!

As queimadas causam a destruição dos biomas, da fauna e da flora. Como consequência, muitas vidas animais e vegetais são perdidas, deixando rastros de destruição, prejudicando o ecossistema do planeta e causando aumento considerável da temperatura do planeta.

Segundo dados do Monitor do Fogo, do MapBiomas, divulgados nesta quinta-feira (12), de janeiro a agosto de 2024, a área afetada pelo fogo no Brasil chegou a 11,39 milhões de hectares. Os números indicam mais que o dobro se comparada ao mesmo período no ano de 2023, quando a área queimada foi de 5,25 milhões de hectares.

Dos hectares atingidos pelas chamas nos oito primeiros meses do ano, 5,65 milhões foram em agosto, o equivalente a 49% do total deste ano.

Pesquisa

A pesquisa indica que nesse período, as chamas se espalharam em áreas de vegetação nativa, representando 70% do que foi queimado. Além disso, o levantamento traz dados de outras vegetações afetadas pelo fogo:

Áreas campestres: 24,7%;

Formações savânicas: 17,9%;

Formações florestais: 16,4%;

Campos alagados: 9,5%;

Pastagens: 21,1%.

O levantamento revela ainda que nos oito primeiros meses do ano, os estados do Mato Grosso, Roraima e Pará foram os estados mais afetados. Juntos, eles alcançaram mais da metade da área área alcançada pelo fogo, somando 52%. Os três estados ainda integram o bioma amazônico, o mais atingido até agosto deste ano. A área que já foi consumida pelo fogo representa 5,4 milhões de hectares da Amazônia apenas nesses oito meses.

O bioma mais afetado no mês de agosto foi o Cerrado, com 2,4 milhões de hectares, seguido da Amazônia (2 milhões), Pantanal (647 mil) e Mata Atlântica (500 mil).

Em agosto, o estado mais afetado foi do Mato Grosso, com 1,7 milhões de hectares. Depois vem Pará(919 mil), Mato Grosso do Sul (628 mil), Tocantins (566 mil) e Amazonas (383 mil).

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/2024/13:19:59

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Clima adverso reduz em milhões de toneladas a safra de grãos

Foto: Agência Brasil | Dentre as culturas afetadas pelas mudanças climáticas, a Conab destaca a soja, cuja a redução foi de 7,23 milhões de toneladas em relação ao mesmo período de 2022/2023.

Em sua última projeção da safra 2023/2024, de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica uma produção estimada em 298,41 milhões de toneladas, uma redução de 21,4 milhões de toneladas em relação ao volume obtido no ciclo anterior.

A diminuição, segundo a companhia, se deve, sobretudo, à demora na regularização de chuvas no início da janela de plantio, aliada às baixas precipitações durante parte do ciclo das lavouras nos estados do Centro-Oeste, além de Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia, São Paulo e Paraná.

Outro fator citado pela Conab, em nota, é o excesso de precipitação registrado no Rio Grande do Sul, principalmente nas lavouras de primeira safra.

“Os estados paulista e paranaense, além do Mato Grosso do Sul, também apresentaram condições adversas durante o desenvolvimento das culturas de segunda safra. Ainda assim, esta é a segunda maior safra a ser colhida na série histórica”, explica a Conab.

A área semeada está estimada em 79,82 milhões de hectares, um acréscimo de 1,6% ou 1,27 milhão de hectares sobre 2022/2023. Já a produtividade média das lavouras registra redução de 8,2%, saindo de 4.072 quilos por hectare na temporada passada para 3.739 quilos por hectare.

Soja

Dentre as culturas afetadas pelo clima adverso, a Conab destaca a soja, cujo volume total colhido na safra 2023/2024 é estimado em 147,38 milhões de toneladas, uma redução de 7,23 milhões de toneladas em relação ao período 2022/2023.

“A queda observada se deve, principalmente, ao atraso do início das chuvas, às baixas precipitações e às altas temperaturas nas áreas semeadas entre setembro e novembro, nas regiões Centro-Oeste e Sudeste e na região do Matopiba [Maranhão, Tocantis, Piauí, Bahia]”, informa.

Segundo a companhia, esse cenário causou replantios e perdas de produtividade. Apenas em Mato Grosso, principal estado produtor de soja, a produção ficou em 39,34 milhões de toneladas, uma redução de 11,9% em relação ao primeiro levantamento e de 15,7% em relação à safra passada.

No Rio Grande do Sul, o excesso de chuva também prejudicou a produção da oleaginosa.

Milho

Outro produto que, segundo a Conab, também sofreu consequências do clima ao longo do desenvolvimento do cultivo foi o milho. Na primeira safra, as altas temperaturas e chuvas irregulares impactaram importantes regiões produtoras, como Minas Gerais.

“No segundo ciclo do cereal, o clima foi mais favorável em Mato Grosso e Goiás, por exemplo. Mas em Mato Grosso do Sul, em São Paulo e no Paraná, veranicos ocorridos em março e abril, aliados a altas temperaturas e ataques de pragas, comprometeram o potencial produtivo.”

Além do menor desempenho, a companhia identificou redução na área destinada ao cultivo do grão. “Nesse cenário de menor área e produtividade, a colheita total de milho está estimada em 115,72 milhões de toneladas nesta safra, queda de 12,3% do produzido em 2022/2023”.

Algodão

A Conab apontou ligeira queda de 1,5% na produtividade do algodão, estimada em 4.561 quilos por hectare de algodão em caroço. A área destinada para a cultura, entretanto, registrou “aumento expressivo” de 16,9%, o que reflete em uma elevação na produção de 15,1%.

Apenas para a pluma, a companhia estima uma colheita de 3,65 milhões de toneladas, “novo recorde para a série histórica”.

Arroz e feijão

O volume colhido para arroz e feijão também é maior nesta safra quando comparado à temporada passada. No ciclo 2023/2024, a produção estimada em 10,59 milhões de toneladas de arroz representa um crescimento de 5,5%.

“Essa elevação é influenciada, principalmente, pela maior área cultivada no país, uma vez que a produtividade média das lavouras foi prejudicada, reflexo das adversidades climáticas, com instabilidade durante o ciclo produtivo da cultura, em especial no Rio Grande do Sul, maior estado produtor do grão.”

No caso do feijão, a safra total estimada é de 3,25 milhões de toneladas, 7% superior à produção de 2022/23. O bom resultado é influenciado, principalmente, pelo desempenho registrado na segunda safra da leguminosa, onde foi registrado um acréscimo de 18,5% na produção, chegando a 1,5 milhão de toneladas”.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/2024/14:38:43

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A Ferrogrão e a prorrogação da concessão da BR-163

(Foto: ANTT) – O governo está diante de um dilema em relação à Ferrogrão, projeto que prevê a construção de uma linha férrea de 900 km de extensão, que começa em Sinop (MT), maior produtor de grãos do país, e termina no porto de Miritituba, em Itaituba (PA).

Enquanto aguarda a decisão do STF que pode autorizar a retomada da Ferrogrão, lida com a pressão da Via Brasil, empresa que administra a BR-163 de Sinop a Miritituba e tenta, nos bastidores, prorrogar a concessão, que terminaria em 2029, por mais 15 anos.

Ocorre que a Ferrogrão, que escoará grande parte da produção agrícola do Mato Grosso — e que hoje passa pela rodovia BR-163— deve ficar pronta muito antes do prazo de 2044 pretendido pela Via Brasil.

Se concordar com a prorrogação do contrato da concessionária rodoviária, em poucos anos é certo que haverá discussão sobre reequilíbrios de contrato por perda de demanda.

 

Fonte: Lauro Jardim e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/2024/14:59:45

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