Locais de provas do Enem 2024 serão divulgados depois do dia 14 de outubro

Os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 vão conhecer os seus respectivos locais de provas na Página do Participante (site oficial do Enem) somente depois do dia 14 de outubro. As provas serão realizadas nos dias 03 e 10 de novembro para mais de 5 milhões de candidatos confirmados.

Os cartões de confirmação do Enem 2024, terá as seguintes informações:

Endereço do local de prova do participante (sala e bloco);
Se o candidato solicitou o atendimento diferenciado;
Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol);
Dados do Participante;
Horários das Provas do exame, de acordo com a hora de Brasília;

É OBRIGATÓRIO LEVAR O CARTÃO NO DIA DA PROVA?

O Cartão de Confirmação não é obrigatório, porém, o sistema pode apresentar erro no alocamento de uma participante para o local de prova (único documento que comprove a situação real do participante no exame), portanto, imprima o seu documento do local de prova e leve junto no dia 03 de novembro (1° dia).

O CARTÃO SERÁ ENVIADO POR CORREIOS OU TORPEDO SMS?

O Cartão de Confirmação não será enviado por Correios, via e-mail ou torpedo SMS, o candidato deverá acessar o site da Página do Participante, para consultar o local de prova destinado pelo sistema de alocamento do Enem.

 

Fonte: By Portal Nacional da Educação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/16:24:15

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Twitter não voltou: Elon Musk ainda não cumpriu ordens do STF

Twitter não voltou: Anatel afirma que suspensão continua valendo — Foto: Laura Storino/TechTudo

X (Twitter) voltou a funcionar para alguns usuários nesta quarta-feira (18); Anatel apura acessos indevidos e confirma que a suspensão ordenada pelo STF não foi revertida

Apesar de usuários terem relatado que o X (antigo Twitter) voltou a funcionar em seus celulares na manhã desta quarta-feira (18), a suspensão da rede social no Brasil segue valendo. O bloqueio à plataforma continua, já que não houve qualquer movimentação da empresa de Elon Musk para cumprir com as exigências judiciais para funcionamento no país — como a nomeação de um representante legal no país. Em nota ao TechTudo, a Anatel afirmou que “não houve alteração da decisão” de suspensão, e que está verificando os acessos indevidos à rede.

 

Fonte: Carolina Torres , Gisele Barros e Amanda Zola , da Redação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/15:51:35

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Retorno do Twitter no Brasil gera chuva de memes; confira

(Foto: Reprodução) – Ainda não se sabe se a volta do X é algo temporário ou permanente

Um possível retorno do funcionamento do X (antigo Twitter) no Brasil movimentou as redes sociais nesta quarta-feira (18). Após quase 20 dias bloqueada, a rede social voltou a funcionar para diversos usuários, e a rede foi tomada de memes.

Internautas comemoraram o retorno do X, e frases como ‘O Twitter Voltou’ e ‘Gente O Twitter’ entraram para os Trending Topics do aplicativo, com quase 20 mil publicações em cada uma das tags.

Além de comemorar o retorno da rede social, os usuários brincaram com a multa de R$ 50 mil imposta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes para aqueles que usassem VPN (virtual private network).

Ainda não se sabe se a volta do X é algo temporário ou permanente. A reportagem da Itatiaia entrou em contato com o STF e aguarda retorno.

 

Fonte: Maria Fernanda Ramos e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/15:44:50

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Ministra defende endurecimento da pena por fogo intencional

(Foto: Reprodução) – Marina Silva diz que reclusão de dois a quatro anos é leve

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, classificou como inadequadas as penas previstas nas leis brasileiras para crimes ambientais como o uso do fogo para causar incêndios criminosos.

“Porque a pena de dois a quatro anos de prisão é leve e quando a pena é leve, às vezes ela é transformada em algum tipo de pena alternativa e ainda há atitude de alguns juízes que relaxam completamente essa pena”, questionou.

A declaração foi dada durante a participação no programa Bom Dia Ministra, do Canal Gov, nesta terça-feira (17), em Brasília. A ministra reforçou ainda que, neste momento, qualquer incêndio florestal se caracteriza como criminoso e representa ameaças ao meio ambiente, à saúde pública, ao patrimônio e à economia brasileira.

“Há uma proibição de uso do fogo em todo o território nacional, os últimos que fizeram o decreto de proibição do fogo foram os estados de Rondônia e Pará há mais ou menos uma semana e meia”, disse Marina.

Seca extrema

De acordo com a ministra, das 27 unidades da federação, apenas Rio Grande do Sul e Santa Catarina não enfrentam uma seca extrema nos dias atuais. “É como se tivéssemos uma situação de risco em todo o território nacional”, opinou.

Para a ministra, os criminosos se aproveitam da mudança climática, que tem causado altas temperaturas e eventos climáticos extremos, para atear fogo e causar a atual situação de incêndios no Brasil. “Há uma aliança criminosa entre ideologias políticas que querem negar a questão da mudança do clima”, observou.

Ela, a seguir, informou que o endurecimento da pena de atear fogo com intenção criminosa vem sendo tratada na sala de situação do governo. Além disso, a ministra informou que há projetos de lei tramitando no Congresso Nacional – como o do senador Fabiano Contarato (PT-ES) – que torna hediondo esse tipo de crime.

Investigação

Para a ministra, a apuração desse tipo de crime é bastante complexa pela rapidez de propagação do fogo neste cenário de seca, mas é necessário fazer um esforço para que os criminosos e os mandantes sejam punidos.

“O presidente [da República] Lula ligou para o presidente [do Supremo Tribunal Federal] ministro Barroso para que haja suporte legal para que essa investigação possa acontecer com mais velocidade e temos toda uma articulação que vem sendo feita pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski”, diz.

Para Marina Silva, o serviço de inteligência tem sido fundamental para solucionar crimes de fogo intencional em áreas florestais. A Polícia Federal instaurou 52 inquéritos que investigam os pontos de ignição do fogo em diferentes regiões do país.

“Está sendo feito o monitoramento das imagens de satélite, que podemos retroagir para saber onde começou a ignição e chegar ao criminoso de origem”, explica.

Enfrentamento

O governo federal tem reunido esforços para enfrentar os incêndios em todo o território nacional, inclusive além das áreas federais, diz Marina.

“A disposição do governo federal é de não ficar fazendo jogo de empurra. Nós queremos trabalhar em conjunto. Estamos trabalhando dentro das áreas estaduais, dentro das terras indígenas, dentro de propriedades privadas e em cooperação com o Corpo de Bombeiros”, salienta.

A ministra lembra ainda que, em julho, uma medida provisória modificou a legislação brasileira permitindo que o serviço de combate a incêndios seja realizado por aeronaves e tripulação de outras nacionalidades. Isso possibilita que outros países possam cooperar com o enfrentamento aos incêndios, conforme viabilidade técnica.

Recursos

De acordo a ministra, o governo federal vem trabalhando com um planejamento desde 2023 para enfrentar esse período de estiagem agravado pela mudança climática.

Foram disponibilizados recursos do Fundo Amazônia, totalizando mais de R$ 47 milhões para que os estados pudessem reforçar equipes do Corpo de Bombeiros. Além disso, o bioma  do Pantanal também obteve a liberação de R$ 175 milhões em crédito extraordinário para enfrentamento aos incêndios. “O governo trabalha na liberação de mais um crédito extraordinário para a Amazônia e em outras unidades da federação”, revelou Marina

Além dos recursos, a ministra informou, ainda, que o presidente Lula anunciou a edição de uma medida provisória para criar o Estatuto Jurídico das Emergências Climáticas, que, segundo a ministra, permitirá a antecipação da situação de emergência, que hoje só é reconhecida no ordenamento jurídico, após a ocorrência de uma catástrofe climática.

 

Fonte: Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil – Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/15:34:48

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Desoneração da folha: lei é vista com cautela por representantes da economia paraense

A regra vale para empresas de 17 setores da economia e para municípios com até 156 mil habitantes (Foto: Reprodução).

Texto foi sancionado nesta segunda-feira (16) pelo presidente Lula (PT) e publicado em edição extra do Diário Oficial.

A lei que estende a desoneração sobre a folha de pagamento de empresas de 17 setores da economia até o fim de 2024, sancionada nesta segunda-feira (16) pelo presidente Lula (PT), pode impactar a economia do Pará e é vista com cautela por representantes locais ouvidos pelo Grupo Liberal. A regra vale ainda para municípios com até 156 mil habitantes.

O economista paraense Nélio Bordalo diz que a medida visa aliviar a carga tributária sobre as empresas, especialmente em setores que empregam um grande número de trabalhadores, como tecnologia, transportes e construção civil. “A decisão de manter a desoneração até 2027 traz um fôlego para os 17 setores da economia brasileira, ajudando a preservar empregos e estimulando a formalização do trabalho”, diz.

Outro ponto positivo é o possível efeito sobre consumo, que pode gerar um aumento indireto na arrecadação de outros tributos, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) estadual, e o Imposto sobre Serviços (ISS) municipal. Se houver um aumento no nível de atividade econômica, afirma, isso pode, em parte, compensar as perdas com a desoneração.

Lado negativo da desoneração

A ausência de uma estratégia clara para a continuidade após o prazo estipulado pode gerar incerteza, de acordo com Nélio Bordalo, o que ele considera um ponto negativo do projeto. E o fato de ser uma medida temporária, para ele, levanta preocupações quanto à estabilidade do ambiente econômico e ao planejamento de longo prazo das empresas dos setores contemplados com a desoneração.

“Os setores que dependem dessa redução de encargos poderão enfrentar aumento nos custos de contratação, o que pode levar a uma retração no mercado de trabalho, com demissões ou diminuição na geração de novos postos”, analisa. Outro ponto é que, apesar de ajudar no curto prazo, o governo precisará encontrar fontes alternativas de arrecadação ou aumentar a produtividade para evitar desequilíbrios fiscais.

Quanto aos municípios, Nélio acredita que a medida pode gerar empregos ao reduzir encargos para empresas, facilitando a contratação e formalização de trabalhadores. Por outro lado, a medida pode causar queda na arrecadação previdenciária, o que impacta as finanças públicas. “Se os setores beneficiados não aproveitarem bem a desoneração, os ganhos podem ser limitados. Além disso, o crescimento econômico gerado pode não ser suficiente para sustentar as demandas por serviços públicos essenciais, como saúde e educação, nos municípios menores”, opina.
Setores impactados

Entre as atividades que podem ser estimuladas a partir da medida estão o comércio e o agronegócio, na opinião de Nélio Bordalo. Para a assessora econômica da Federação do Comércio do Pará (Fecomércio-PA), Lúcia Andrade, enquanto entidade de classe patronal, a federação defende “insistentemente” a manutenção da desoneração da folha de pagamento, desde que a proposta começou a ser debatida em 2020.

“Consideramos que a aprovação do PL pode contribuir muito para melhoria dos negócios, porque suaviza as condições para recuperação das empresas que já se encontram em grandes dificuldades, impactadas pelas crises econômicas dos últimos anos, além de garantir a preservação e aumento dos empregos. Apesar de não ser suficiente para o que as empresas e o mercado de trabalho precisam, é uma medida com efeito positivo”, declara.

Para Lúcia, a desoneração da folha é uma saída importante para as empresas, porque dá um fôlego para os negócios e é uma medida estratégica para trazer benefício fiscal “relevante” para as empresas que estão inseridas dentre as beneficiadas. Já para o lado dos lojistas, segundo ela, há poucos impactos diretos.

“Os contemplados na medida são mais para o lado das indústrias e serviços essenciais para o desenvolvimento econômico, como calçados, call center, comunicação, confecção e vestuário, construção civil, obras de infraestrutura, empresas de couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, indústria têxtil, tecnologia da informação (TI) e comunicação (TIC), projeto de circuitos integrados, transporte de passageiros, além de transporte rodoviário coletivo e de cargas”, explica.

Por sua vez, o diretor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), zootecnista Guilherme Minssen, diz que, para a geração de empregos, é necessária uma desoneração bem mais ampla e não apenas com 17 setores da economia. “O agronegócio brasileiro precisa respirar fora deste oceano de tribulações, pois é vital para a segurança alimentar do país”, defende.

Segundo ele, a desoneração determinada pelo governo federal beneficia apenas médias e grandes empresas que, apesar de terem um quadro robusto de funcionários, conseguem se estruturar melhor a partir de tecnologia e algumas linhas de crédito, ao contrário dos produtores rurais, que, de acordo com o especialista, atravessam uma “forte crise em setores fundamentais, como o da pecuária”.

“A agropecuária possui setores de mão de obra intensiva cuja folha de pagamento tem um significativo peso no custo da empresa, ou seja, qualquer ampliação de carga tributária traz imediata elevação dos custos e um freio no desenvolvimento do setor e, na sequência, o desemprego”, pontua Minssen.

O texto da desoneração foi aprovado no Senado em agosto e, pela Câmara, na semana passada, estipulando uma reoneração gradual da folha de pagamentos desses setores, que são os que mais empregam na economia. A desoneração deve ser totalmente eliminada até 2028. No caso dos municípios com até 156 mil habitantes, a transição acaba em janeiro de 2027.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/07:16:20

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STF abre inquérito contra o ex-ministro Silvio Almeida

Julgamento será retomado com o voto do ministro Dias Toffoli, que considera o tema “complexo” (Foto:Reprodução/Internet)

Mesmo após ser demitido, ele irá responder às acusações no Supremo

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu nesta terça-feira (17/9) um inquérito para apurar as denúncias de assédio sexual contra o ex-ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida.

Com a abertura do inquérito, Almeida vai responder às acusações no STF mesmo após ser demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao abrir a investigação, Mendonça entende que o caso deve tramitar na Corte porque as acusações ocorreram quando Almeida estava no cargo.

“Repudio com absoluta veemência as mentiras que estão sendo assacadas contra mim”, diz o ministro em nota
Equipe de advogados de Silvio Almeida tem ex-aluna, criminalista e especialista em crise

As denúncias contra o ministro Silvio Almeida foram tornadas públicas pelo portal de notícias Metrópoles no dia 5 de setembro e confirmadas pela organização Me Too, que atua na proteção de mulheres vítimas de violência.

Sem revelar nomes ou outros detalhes, a entidade afirmou que atendeu a mulheres que asseguram ter sido assediadas sexualmente por Almeida. De acordo com as acusações, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, está entre as mulheres assediadas.

Defesa

Em nota divulgada após a divulgação das acusações, Silvio Almeida disse repudiar “com absoluta veemência” as acusações, às quais ele se referiu como “mentiras” e “ilações absurdas” com o objetivo de prejudicá-lo.

No comunicado, o ministro avaliou que “toda e qualquer denúncia deve ter materialidade” e se declarou triste com toda a situação.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/07:16:20

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Tupperware se prepara para anunciar falência; ações caem mais de 50%

Foto: Reprodução | Marca de produtos para o lar tentou, por anos, reativar o negócio em meio à queda na demanda.

A Tupperware, marca icônica de vasilhas e potes para a cozinha, está se preparando para anunciar falência ainda esta semana, segundo fontes próximas ao assunto. O pedido de falência deve ocorrer após anos de tentativas para reativar o negócio em meio à queda na demanda. As ações da empresa caíram mais de 50% às 15h53 em Nova York devido à notícia.

A marca, que por grande parte do século definiu o armazenamento de alimentos, planeja buscar proteção judicial após violar os termos de sua dívida e contratar consultores jurídicos e financeiros, conforme afirmam pessoas familiarizadas com o tema, que pediram anonimato para discutir informações confidenciais.

Os preparativos para a falência ocorrem em meio a negociações prolongadas entre a Tupperware e seus credores sobre como administrar mais de US$ 700 milhões em dívidas. Embora os credores tenham concordado este ano em oferecer algum espaço de manobra nos termos do empréstimo violados, a empresa continuou a se deteriorar.

Os planos ainda não são definitivos e podem mudar. Um representante da Tupperware não quis comentar quando procurado.

A Tupperware tem alertado há anos sobre dúvidas a respeito de sua capacidade de permanecer no mercado. Em junho, a empresa anunciou planos para fechar sua única fábrica nos EUA e demitir quase 150 funcionários. No ano passado, houve a substituição do CEO Miguel Fernandez e de vários membros do conselho como parte de um esforço para reverter a situação, com a nomeação de Laurie Ann Goldman como nova CEO.

Fundada em 1946, a Tupperware apresentou seus produtos plásticos ao público após o inventor Earl Tupper desenvolver seu selo hermético flexível. A marca ganhou popularidade nos lares americanos, principalmente por meio de festas de vendas promovidas por mulheres suburbanas.

Ao longo de quase 80 anos de operação, a empresa continuou a depender em grande parte de vendas diretas, contando, segundo registros regulatórios, com mais de 300 mil vendedores independentes em 2022.

Fonte: O Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/2024/16:06:12

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RedeTV! parafusa bancos e reforça segurança em debate após “cadeirada”

Foto: Reprodução | O novo debate entre candidatos à prefeitura de São Paulo será nesta terça-feira (17); a medida ocorre após o tumulto no debate de domingo (15) quando José Luiz Datena (PSDB) arremessou uma cadeira em Pablo Marçal (PRTB). Candidatos que descumprirem as regras poderão ser advertidos e retirados do evento com auxílio de seguranças.

A emissora RedeTV decidiu parafusar as cadeiras dos participantes no chão para o debate entre candidatos a prefeito de São Paulo, que ocorrerá na próxima terça-feira (17). A medida foi tomada após o tumultuado debate do último domingo (15), transmitido pela TV Cultura, em que José Luiz Datena (PSDB) atirou uma cadeira contra o adversário Pablo Marçal (PRTB). A emissora também estuda contratar seguranças para reforçar a segurança durante o evento.

Mesmo após o incidente, as campanhas de Datena e Marçal confirmaram a participação no novo debate. Além deles, os candidatos Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Boulos (PSOL), Tabata Amaral (PSD) e Marina Helena (Novo) também estarão presentes. O debate será dividido em cinco blocos e terá duração de duas horas, seguindo as regras previamente acordadas entre os candidatos.

A RedeTV afirmou que, além da fixação das cadeiras, não haverá mudanças nas regras do debate. Os candidatos que descumprirem as normas poderão ser advertidos e, em caso de reincidência, poderão ser convidados a se retirar do evento, se necessário, com o apoio de seguranças.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/2024/16:02:45

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Seca severa na Amazônia dificulta transporte de mercadorias e afeta vida de moradores

Foto: Reprodução | “Colocamos o barco aqui e quando foi no outro dia, o barco amanheceu já em terra”, relatou um pescador.

As secas severas na região da floresta amazônica brasileira estão impactando drasticamente a vida dos moradores, dificultando a mobilidade devido aos níveis recordes de baixa em trechos do rio Amazonas. Em Manacapuru, próxima à capital do Amazonas, Manaus, a seca comprometeu a navegação no rio Solimões, que se torna o rio Amazonas logo abaixo e é essencial para o transporte de mercadorias que entram e saem da cidade.

Barcos encalhados em bancos de areia se tornaram comuns, prejudicando o transporte de produtos locais como peixes, bananas e mandioca, além de interromper a logística para trazer itens essenciais como alimentos e água. “Colocamos o barco aqui e, no outro dia, ele amanheceu em terra. Não tivemos condições de tirá-lo”, relatou o pescador Josué Oliveira.

Francisco da Silva, também pescador, descreveu a situação como crítica, observando que a água começou a ficar verde, um indicativo de que logo poderá se tornar insegura para consumo. “Nós vamos beber mesmo assim”, disse, acrescentando que, com o rio secando, não será mais possível obter suprimentos de outras regiões: “Nada vai passar”.

Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta Precoce de Desastres Naturais (Cemaden), esta é a seca mais intensa e generalizada registrada no Brasil desde o início dos registros, em 1950. Uma estação chuvosa fraca na região centro-norte agravou o cenário, exacerbada pelo aumento das temperaturas atmosféricas e pelas mudanças no uso da terra, que substituíram florestas por pastagens.

No domingo, o Supremo Tribunal Federal autorizou o governo federal a abrir crédito extraordinário para atender às necessidades causadas pelas queimadas na Amazônia e no Pantanal, sem que os recursos sejam limitados pelo arcabouço fiscal ou considerados no cálculo das metas fiscais deste ano.

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Fonte: CNN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/2024/15:15:54

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Queimadas: qual é a melhor máscara para se proteger contra a fumaça?

(Westend61 / Getty Images/Reprodução) – Está difícil respirar no Brasil nas últimas semanas. Confira as dicas dos especialistas para cuidar da sua saúde.

Uma mulher usando uma máscara PFF2. O brilho do Sol está irradiando sobre seu rosto.

Os incêndios florestais no Brasil continuam. Durante a última semana, o país concentrou 71,9% de todas as queimadas registradas na América do Sul. Neste ano, já foram mais de 180 mil focos de fogo, o dobro do que foi registrado no mesmo período em 2023 (que também foi um ano seco).

Os efeitos das queimadas se espalharam pelo país todo, na forma de nuvens de fumaça carregando fuligem das áreas rurais para as cidades. Essa fumaceira, unida ao calor e ao ar seco, pode ser prejudicial à saúde.

A fumaça carrega monóxido de carbono (CO), gás altamente tóxico para o ser humano, além de material particulado fino – partículas pequenas que, se inaladas, podem penetrar nos pulmões e na corrente sanguínea, causando aumento nas taxas de doenças cardiovasculares.

Pessoas que já têm doenças respiratórias, como asma, bronquite, rinite ou sinusite podem ter os sintomas agravados. Idosos, crianças e pessoas com comorbidades podem entrar num grupo de risco para problemas respiratórios se passarem muito tempo na rua.

Além de se hidratar bastante e não passar muito tempo exposto à fumaça, algumas pessoas estão retomando um acessório típico da época da pandemia: as máscaras faciais. Mas será que elas ajudam, mesmo? Qual é o melhor modelo?

Qual a melhor máscara?

Alguns médicos recomendam, sim, o uso de máscaras para não entrar em contato com a fumaça tóxica. Mas, que nem na pandemia, existem máscaras e máscaras, algumas mais indicadas que outras para a proteção.

Apenas as máscaras do tipo PFF2/N95 são indicadas para barrar as pequenas partículas e os gases tóxicos presentes na fumaça. Versões de pano ou cirúrgicas (aquelas descartáveis, usadas em hospitais, por exemplo) não funcionam.

No caso da Covid-19, as máscaras de pano até ajudavam a barrar as gotículas que carregavam o vírus. Com a fumaça das queimadas, o problema não são gotículas e sim partículas muito menores, que conseguem passar por uma máscara normal sem grandes problemas.

Um estudo chinês publicado neste ano no Journal of Environmental Economics and Management mostrou que as máscaras N95/PFF2 têm 80% de eficácia na proteção contra o material particulado. Portanto, se você quiser uma máscara para se proteger da fumaça tóxica, é melhor procurar uma dessas. As outras podem até ter estampas legais, mas não vão te proteger dos gases tóxicos no ar.

 

Fonte: Eduardo Lima/Super e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2024/16:45:31

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