VÍDEO: dirigível contratado pelo time do São Paulo cai em bairro de Osasco

Dirigível cai em cima de casa em Osasco — Foto: TV Globo

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a queda foi registrada no bairro Veloso por volta do meio-dia; uma pessoa foi socorrida com ferimentos leves. Em nota, São Paulo Futebol Clube lamentou acidente.

Um dirigível que fazia uma ação para o São Paulo Futebol Clube caiu em um bairro de Osasco, na Grande São Paulo, no começo da tarde desta quarta-feira (25). Uma pessoa foi socorrida com ferimentos leves.

Um vídeo feito pelo Globocop, da TV Globo, mostra o dirigível em cima de algumas casas na rua Sarah Veloso, no bairro Veloso (veja acima).

Segundo a assessoria do SPFC, o dirigível é de uma empresa contratada pelo time para fazer uma ação horas antes do jogo contra o Botafogo pelas quartas de final da Conmebol Libertadores. Ele havia saído de Carapicuíba e realizava um voo teste (veja nota completa abaixo).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a queda foi registrada por volta das 12h06. Uma pessoa que estava na cabine foi socorrida com ferimentos leves pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Ainda segundo a corporação, três equipes de Resgate foram acionadas no local, além de equipes da Enel e Defesa Civil.

Em nota, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) disse que investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV) foram acionados para realizar a coleta de dados da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PR-ZAD.

“Na coleta de dados são utilizadas técnicas específicas, conduzidas por pessoal qualificado e credenciado que realiza a coleta e a confirmação de dados, a preservação dos elementos, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave, e o levantamento de outras informações necessárias à investigação”, afirmou o órgão.

“O São Paulo FC lamenta o incidente ocorrido com o dirigível contratado por locação da Airship do Brasil Indústria e Serviços Aéreos SA. A empresa já havia prestado este mesmo serviço ao Clube por ocasião da final da Copa do Brasil, em 2023, sem nenhuma intercorrência.

O aparelho fazia um teste nesta manhã em preparação ao sobrevoo noturno, previamente autorizado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), que estava programado para a região do estádio.

O Clube informa que, felizmente, não houve feridos com gravidade e está prestando todo o suporte necessário aos tripulantes e demais envolvidos”.

Dirigível para sobrevoar cidades paulistas

Em 2023, o São Paulo Futebol Clube colocou o dirigível para percorrer cidades paulistas na véspera da final da Copa do Brasil contra o Flamengo.

Na época, segundo o Globo Esporte divulgou, o dirigível iniciou seu voo em São Carlos, a cerca de 230 quilômetros da capital, e passou por Rio Claro, Limeira, Americana, Campinas, Valinhos, Vinhedo, Louveira e Jundiaí até a chegada a São Paulo.

Nas redes sociais, torcedores registraram a passagem do dirigível pelo interior paulista.

Fonte: G1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2024/17:32:31

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País tem mais de mil cidades sem chuva há pelo menos três meses; veja situação na sua cidade

O Rio Madeira está extremamente seco — Foto: Isaac Fontana/EPA-EFE/REX/Shutterstock

Dados do Cemaden mostram que estiagem severa atinge mais de mil cidades e há municípios que não têm chuva registrada há pelo menos metade dos dias do ano no mapeamento feito por satélite.

Mais de mil cidades brasileiras estão sem chuva há pelo menos três meses, segundo mapeamento feito por satélite pelo Centro Nacional de Desastres Naturais (Cemaden), órgão ligado ao governo federal. O total representa cerca de 20% dos municípios do país.

A estiagem severa é reflexo da pior seca que o país já enfrentou em sua história recente e que ainda não está perto de acabar.

Os dados levam em conta as chuvas registradas até o dia 22 de setembro, dado mais recente disponível. Segundo a análise dos mais de cinco mil municípios brasileiros, 1.188 cidades estão sem chuva significativa há pelo menos 90 dias.

No entanto, há lugares em que o cenário é ainda pior: cerca de 600 cidades estão passando a metade do ano sem chuva, o que significa mais de 133 dias de estiagem.

O pior cenário está em Goiás, em que quase todos os municípios estão sem chuva há mais de 100 dias. Seguido de Minas Gerais, que concentra a maior parte dos municípios sem chuva em pelo menos metade deste ano. Depois, Mato Grosso, Tocantins, Bahia e São Paulo.

⚠️A metodologia utiliza como fonte os dados do satélite, gerando uma estimativa para toda a cidade. No caso de São Paulo, por exemplo, a análise mostra que não há chuva há pelo menos 39 dias. No entanto, houve registro de precipitação em pontos isolados antes da atual onda de calor. Os especialistas explicam que a chuva, por ser isolada ou com pouco volume, não foi contabilizada.

Por que isso está acontecendo?

A resposta para essa pergunta não é tão simples. O que os especialistas explicam é que ela é multifatorial e leva em consideração alguns pontos:

El Niño: o fenômeno, que aqueceu o Oceano Pacífico, contribuiu para a elevação das temperaturas no país e mudou os padrões de chuva. O El Niño ainda gerou uma seca intensa ao Norte do país, que bateu recordes.

Bloqueios atmosféricos: A expectativa era que o El Niño acabasse e a seca terminasse em abril deste ano, o que não aconteceu. Isso porque bloqueios atmosféricos impediram que as frentes frias avançassem pelo país, deixando a chuva abaixo da média em quase todo o mapa, com exceção do Rio Grande do Sul.

Aquecimento do Atlântico Tropical Norte: Nos últimos meses, o Oceano Atlântico Tropical Norte está mais quente do que o normal, o que tem contribuído para as mudanças nos padrões de chuva pelo país, prolongando a seca iniciada em 2023.

Com isso, o país está enfrentando a pior seca de sua história recente. Hoje, mais de um terço do território nacional, o que equivale a mais de 3 milhões de km², enfrenta a estiagem na sua pior versão, o que se traduz em falta de chuva que deixa cidades isoladas no Norte, baixa dos reservatórios com uma ameaça à oferta de energia e piora no cenário de queimadas.

E o que esperar?

A expectativa dos meteorologistas até dois meses atrás era de que o cenário poderia melhorar a partir de outubro, com a chegada da estação chuvoso. No entanto, a previsão é menos otimista agora, já que as chuvas esperadas devem atrasar até novembro.

Outro ponto que pode fazer com que o cenário de estiagem se prolongue é a La Niña, que dá sinais de ser mais leve do que o esperado. Isso significa que a chuva que poderia reforçar, pode não ser o bastante.

O cenário é ruim e piora com a chegada das estações de altas temperaturas. Sem formações de nuvens e chuva e altas temperaturas, a evaporação da água é ainda maior, afetando rios por todo o país.

 

Fonte: Poliana Casemiro, g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2024/17:26:22

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STF permite que Testemunhas de Jeová recusem transfusão de sangue em tratamentos médicos

Ministro Gilmar Mendes pediu mais tempo para analisar o caso. — Foto: Andressa Anholete/SCO/STF

Plenário também decidiu que cabe ao Poder Público custear alternativas à transfusão, quando houver motivação religiosa, desde que gasto não seja desproporcional.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (25) reconhecer que pacientes que são Testemunhas de Jeová podem, por convicção religiosa, recusar tratamentos médicos com uso de transfusão de sangue.

A recusa do tratamento, contudo, não pode ser feita, por exemplo, no caso dos pais para os filhos menores (leia mais abaixo).

Esses pacientes também podem exigir do Poder Público o custeio de procedimentos específicos, sem o uso da transfusão, desde que:

Os ministros analisaram recursos que discutem a oferta de tratamento médico sem a aplicação de sangue de outras pessoas – e a possibilidade de recusa de terapias por pacientes que fazem parte da religião, caso não exista alternativa.

O debate envolve direitos fundamentais previstos na Constituição, como a saúde, dignidade da pessoa humana, legalidade, liberdade de consciência e de crença.

Em nota divulgada após a decisão, a associação Testemunhas de Jeová Brasil celebrou o posicionamento do STF.

“Essa decisão fornece segurança jurídica aos pacientes, às administrações hospitalares e aos médicos comprometidos em prover o melhor tratamento de saúde, sempre respeitando a vontade do paciente”, disse a associação.

“As Testemunhas de Jeová amam a vida e colaboram ativamente com os profissionais de saúde para receber o melhor cuidado médico possível. Manifestam sincera gratidão a esses profissionais e às autoridades que reconhecem e protegem seu direito de escolha em tratamentos médicos”, completou a nota.

O que o STF discute

O Supremo analisa dois recursos que tratam de especificidades no tratamento médico de pessoas da religião Testemunhas de Jeová.

O grupo religioso entende que há passagens na Bíblia que estabelecem a necessidade de se abster de sangue. Consideram que o sangue representa a vida; por isso, evitam tomar a substância por qualquer via em obediência e respeito a Deus.

Em um dos casos, a questão é saber se um paciente nestas circunstâncias poderia recusar terapias de saúde que envolvem o uso de sangue de outras pessoas. E, se for possível a recusa, como ela deve ser feita.

Em outro, o debate envolve o papel do Poder Público diante da necessidade de custeio de tratamento específico para este grupo religioso, sem o uso de transfusões.

Casos concretos

Um dos processos, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, envolve uma paciente de Alagoas. Ela foi encaminhada para cirurgia de substituição de válvula aórtica (cirurgia cardíaca) pelo Sistema Único de Saúde.

Por ser testemunha de Jeová, decidiu fazer o procedimento sem transfusões de sangue de terceiros, assumindo os possíveis riscos.

A diretoria da Santa Casa de Misericórdia de Maceió (AL), no entanto, condicionou a realização da cirurgia à assinatura de termo de consentimento da paciente para a realização de eventuais transfusões. Ela não aceitou e o procedimento foi cancelado.

A paciente acionou a Justiça contra o Poder Público, para obter a cirurgia sem a transfusão pelo SUS. Na primeira e na segunda instância, o pedido foi negado.

A Justiça considerou que não havia garantias de que o procedimento iria ocorrer sem riscos para a paciente, se fosse da forma como solicitada por ela.

O outro caso, que tem Barroso como relator, é de um paciente do Amazonas, que buscou obter o direito de realizar uma cirurgia ortopédica em hospital público sem transfusão de sangue.

Nas instâncias inferiores, o Poder Público foi condenado a ofertar e custear o tratamento, garantindo o direito à saúde de forma compatível com as convicções religiosas.

Representantes dos pacientes argumentaram que o tratamento sem sangue tem chancela da Organização Mundial de Saúde (OMS). E que o Sistema Único de Saúde já tem os equipamentos necessários para atender os pacientes que têm recusa terapêutica ao uso de sangue.

Votos dos relatores

Os relatores dos processos, o presidente Luís Roberto Barroso e o decano Gilmar Mendes, apresentaram seus votos na quinta-feira passada (19).

Barroso votou para reconhecer que as testemunhas de Jeová têm o direito de recusa à transfusão de sangue em qualquer procedimento médico.

E que o Poder Público tem o dever de fornecer o tratamento alternativo no âmbito do próprio Sistema Único de Saúde para pessoas que fazem parte da religião, desde que o custo não seja desproporcional.

Se o paciente não tiver condições de arcar com os gastos, o ministro considerou que é razoável que os custos sejam pagos pelos governos.

“Existe direito das pessoas que professam a religião Testemunhas de Jeová de recusa à transfusão de sangue em qualquer procedimento médico”, afirmou o presidente.

“Existindo tratamento alternativo no âmbito do próprio SUS, parece fora de dúvida que ele seja oferecido ao paciente nessas circunstâncias. Portanto, há um dever do Estado, desde que isso não represente um ônus desproporcional. Sendo o paciente hipossuficiente, que não têm condições financeiras favoráveis, é razoável e proporcional o custeio do deslocamento e da permanência pelo tempo necessário na localidade da instituição que oferece o procedimento”, completou.

Apenas maiores de idade

O ministro deixou claro que a recusa do tratamento não pode ser feita por uma pessoa para outro paciente. Não pode, por exemplo, ser feita por uma pessoa para um menor — pais para filhos.

🔎 A recusa deve ser manifestada por um paciente que seja maior de idade, capaz e com condições de discernimento. A vontade deve ser expressa de forma livre, voluntária, autônoma e sem coação.

É preciso que esteja expressa, seja prévia ao ato médico e atual (é possível mudar de ideia). Antes da decisão, o paciente deve ser esclarecido, com informações médicas completas, sobre os riscos do tratamento.

O relator do segundo processo, ministro Gilmar Mendes, votou na sequência. Acompanhou o entendimento do ministro Barroso no primeiro caso. Acrescentou que o médico não pode impor o procedimento recusado pelo paciente.

“A autodeterminação e liberdade de crença – quando houver manifestação livre, consciente e informada de pessoa capaz civilmente em sentido contrário à submissão ao tratamento – impedem a atuação forçada dos profissionais de saúde envolvidos, ainda que presente risco iminente de morte do paciente”, afirmou o decano.

“Ainda subsiste o dever de zelar pela vida do paciente através de todas as outras técnicas e procedimentos disponíveis e compatíveis com a crença por ela professada”, prosseguiu.

“A atuação médica em respeito à legítima opção realizada pelo paciente não pode ser caracterizada, a priori, como uma conduta criminosa, como omissão de socorro. É preciso que se analise, caso a caso, se todos os meios aceitos pelo paciente foram empregados. De igual sorte, adotados todos os mecanismos aceitos pelo paciente, não há que se falar em responsabilidade civil do Estado ou do agente responsável em razão de danos sofridos pela ausência de transfusão de sangue”, completou.

Barroso também acompanhou as conclusões do ministro Gilmar Mendes. Também seguiram nesta linha os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, André Mendonça, Nunes Marques e Luiz Fux.

O ministro Dias Toffoli não vota, pois está fora por questões de saúde.

Propostas de tese

Os casos têm repercussão geral, ou seja, a decisão do plenário será aplicada a processos semelhantes que tramitam em instâncias inferiores. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 1.461 processos com os mesmos temas aguardam uma solução.

Os relatores, então, sugeriram textos de tese para orientar a atuação da Justiça nestes casos.

Barroso propôs a seguinte tese:

“Testemunhas de Jeová, quando maiores e capazes, têm o direito de recusar o procedimento médico que envolva transfusão de sangue com base na autonomia individual e na liberdade religiosa.

Como consequência, em respeito ao direito à vida e à saúde, fazem jus aos procedimentos alternativos disponíveis no Sistema Único de Saúde, podendo, se necessário, recorrer a tratamento fora de seu domicílio.

A recusa de transfusão de sangue somente pode ser manifestada em relação ao próprio interessado, sem estender-se a terceiros, inclusive e notadamente filhos menores. Porém, havendo tratamento alternativo eficaz, conforme avaliação médica, os pais poderão optar por ele”.

Gilmar Mendes propôs a seguinte tese:

“É permitido ao paciente, no gozo pleno de sua capacidade civil, recusar-se a submeter a tratamento de saúde por motivos religiosos. A recusa a tratamento de saúde por razões religiosas é condicionada à decisão inequívoca, livre, informada e esclarecida pelo paciente, inclusive quando veiculada por meio de diretiva antecipada de vontade.

É possível a realização de procedimento médico, disponibilizado a todos pelo Sistema Público de Saúde, com a interdição da realização de transfusão sanguínea ou outra medida excepcional, caso haja viabilidade técnico-científica de sucesso, anuência da equipe médica com a sua realização e decisão inequívoca, livre e informada, esclarecida do paciente”.

A versão final da tese ficou assim:

“Testemunhas de Jeová, quando maiores e capazes, têm o direito de recusar procedimento médico que envolva transfusão de sangue, com base na autonomia individual e na liberdade religiosa”.

Como consequência, em respeito ao direito à vida e à saúde, fazem jus aos procedimentos alternativos disponíveis no Sistema Único de Saúde – SUS, podendo, se necessário, recorrer a tratamento fora de seu domicílio.”

 

Fonte: Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2024/17:16:17

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PM baleado quando levava filhos para a escola passa por cirurgia; crianças perderam a mãe há 3 anos

Policial é baleado na frente dos filhos em Bangu — Foto: Reprodução

Investigadores tentam identificar o homem que disparou contra o policial subtenente Antônio Monteiro Júnior. Além dos filhos, subtenente cuida de um irmão deficiente físico.

O policial militar atingido por 4 tiros na porta da escola onde os filhos estudam em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi submetido a uma nova cirurgia no Hospital Central da Polícia Militar, na Região Central, na noite desta terça-feira (24).

O subtenente Antônio Monteiro Júnior, de 42 anos, levava os filhos gêmeos para a aula quando foi baleado por um homem que saiu de dentro de um carro. Os disparos atingiram o queixo, o braço esquerdo, o ombro e as costas do policial.

Ele inicialmente foi internado no Hospital Municipal Albert Schweitzer, mas foi transferido para o Hospital da PM.

A 34ª DP (Bangu), responsável pelo caso, investiga se Antônio foi confundido com um inimigo dos bandidos.

O ataque aconteceu na Avenida Raul Barros Vieira. Um carro preto parou, um homem de boné desceu e disparou contra o agente. O bandido ainda pega a arma do PM e foge.

Os investigadores tentam identificar o homem que disparou contra o policial e que aparece em imagens de câmeras de segurança da região.

Viúvo há 3 anos

De acordo com parentes, o subtenente ficou viúvo há 3 anos, quando a esposa morreu de câncer. Ele passou a cuidar sozinho dos gêmeos do casal, de 6 anos de idade.

Durante este período, ele se casou novamente com a mulher que aparece ao lado dele no vídeo da emboscada dos bandidos na porta da escola.

Os familiares contam que o filho de Antônio passa por tratamento psicológico devido a morte da mãe e está abalado após testemunhar o pai ser baleado.

Além dos filhos, os parentes contam que o subtenente ajuda a cuidar de um irmão que é deficiente físico.

Polícia tenta identificar homem que baleou policial na porta de escola em Bangu — Foto: Reprodução
Polícia tenta identificar homem que baleou policial na porta de escola em Bangu — Foto: Reprodução

Fonte: g1 RJ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2024/16:13:09

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Ação integrada da PC recaptura no Pará foragido de SC

O foragido estava sendo procurado por homicídio qualificado na região de Joinville. | Foto: Divulgação

O homem estava sendo procurado pela prática dos crimes de roubo e homicídio qualificado em Santa Catarina. Ele foi recapturado no município de santa Izabel do Pará.

Uma ação conjunta da Polícia Civil do Pará, por meio do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI/SAL) de Castanhal e da Delegacia de Homicídios e também do 12º Batalhão de Polícia Militar cumpriu dois mandados judiciais de prisão contra um homem no município de Santa Izabel, Região Metropolitana de Belém.

O mandado foi expedido pelo Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina após informações com a Delegacia de capturas (Decap) de Florianópolis. O homem é suspeito pela prática de crimes de roubo e homicídio e integrava uma lista de foragidos da Justiça mais procurados de Santa Catarina por ter cometido homicídio qualificado na região de Joinville, em 2018.

O suspeito foi capturado e apresentado na Delegacia de Polícia Civil. As autoridades policiais de plantão realizaram os procedimentos necessários. “A Polícia Civil do Pará tem fortalecido a integração e cooperação entre forças de segurança do Estado e da União, a fim de combater a criminalidade no País”, reforçou o delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende.

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2024/16:29:07

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Megaoperação da PF prende 30 abusadores de crianças no país

O nome da operação foi escolhido porque “terabyte” é o nome dado à unidade de armazenamento de dados cibernéticos e que equivale a 1.024 gigabytes | Foto: Divulgação/PF

A operação também conta com a participação das unidades das Polícias Civis dos estados que atuam nessa temática.

Pelo menos 30 pessoas já foram presas até o momento, fruto de uma operação que visa atuar contra o crime de abuso de crianças e adolescentes no país. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (25), a “Operação Terabyte”, que busca identificar e prender criminosos em todo o país que agem, principalmente na internet, com o intuito de armazenar e compartilhar material de abuso sexual infantojuvenil.

A operação também conta com a participação das unidades das Polícias Civis dos estados que atuam nessa temática.

Foram cumpridos, simultaneamente, 141 mandados de busca e apreensão, em todas as unidades da federação, sob a orientação da Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil da Polícia Federal, com foco na identificação e na prisão de abusadores sexuais de crianças e adolescentes.

Participaram desse esforço conjunto mais de 750 policiais. Além disso, a Polícia Federal contou com o apoio da Agência de Investigação Interna (Homeland Security Investigations – HSI), da Embaixada dos Estados Unidos.

A operação visa maior integração entre as forças policiais federais e estaduais, que atuam nos limites dos seus estados, na persecução penal de criminosos que armazenam e compartilham material de abuso sexual infantojuvenil.

Terabyte

O nome da operação foi escolhido porque “terabyte” é o nome dado à unidade de armazenamento de dados cibernéticos e que equivale a 1.024 gigabytes. Ou seja, a operação objetiva investigar primordialmente indivíduos que possuem ou trafeguem grande quantidade de material de abuso sexual infantil.

Somente entre dezembro de 2023 e agosto de 2024 o Setor de Capturas da Polícia Federal já cumpriu 1.291 mandados de prisão de abusadores sexuais que estavam pendentes de cumprimento, demonstrando o comprometimento de todas as áreas da Polícia Federal no combate a esses delitos.

A Polícia Federal alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar os filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. A prevenção é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar das crianças e adolescentes.

Fonte: DOL Carajás  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/2024/11:47:11

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Anvisa proíbe venda de duas marcas de azeite no Brasil; saiba quais

Foto: Reprodução | A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda dos azeites de oliva extra virgem 0,5% de acidez das marcas Serrano e Cordilheira no Brasil.

Todos os lotes das duas marcas tiveram a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso proibidos no país. Além disso, a autarquia determinou a apreensão de unidades à venda.

Por que Anvisa proibiu venda de marcas de azeite?

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira. De acordo com a resolução, os produtos eram trazidos e distribuídos em território brasileiro por “estabelecimentos desconhecidos”, o que infringe a legislação do país.

Na mesma resolução desta terça-feira, a Anvisa também suspendeu a comercialização, distribuição, propaganda e uso do lote 030424158 do coco ralado da marca Coco & Cia, e determinou o recolhimento do produto.

Por que lote de coco ralado foi suspenso?

Segundo a agência, foi considerado um “resultado insatisfatório” em testes de dióxido de enxofre identificado em análise realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/2024/10:35:18

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Beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bi em bets em agosto

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil | Banco Central divulgou dados a pedido de senador Omar Aziz.

Parte dos recursos dos programas sociais está indo parar nas casas de apostas. Segundo nota técnica elaborada pelo Banco Central (BC), os beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões em bets (empresas de apostas eletrônicas) via Pix em agosto.

O levantamento foi feito a pedido do senador Omar Aziz (PSD-AM), que pretende pedir à Procuradoria-Geral da República (PGR) que entre com ações judiciais para retirar do ar as páginas das casas de apostas na internet até que elas sejam regulamentadas pelo governo federal.

Segundo a análise técnica do BC, cerca de 5 milhões de beneficiários de um total aproximado de 20 milhões fizeram apostas via Pix. O gasto médio ficou em R$ 100. Dos 5 milhões de apostadores, 70% são chefes de família e enviaram, apenas em agosto, R$ 2 bilhões às bets (67% do total de R$ 3 bilhões).

O relatório inclui tanto as apostas em eventos esportivos como jogos em cassinos virtuais.

O volume apostado pelos beneficiários do Bolsa Família pode ser maior. Os dados do BC incluem apenas as apostas via Pix, não outros meios de pagamento como cartões de débito e de crédito e transferência eletrônica direta (TED). O levantamento, no entanto, só registrou os valores enviados às casas de apostas, não os eventuais prêmios recebidos.

O BC também estimou o valor mensal gasto via Pix pela população em apostas eletrônicas. O volume mensal de transferências para bets variou entre R$ 18 bilhões e R$ 21 bilhões. Somente em agosto, o gasto somou R$ 20,8 bilhões, mais de dez vezes o R$ 1,9 bilhão arrecadado pelas loterias oficiais da Caixa Econômica Federal.

Em agosto, o Bolsa Família pagou R$ 14,12 bilhões a 20,76 milhões de beneficiários. O valor médio do benefício no mês ficou em R$ 681,09.

Declarações

Em evento organizado por um banco nesta manhã em São Paulo, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que as transferências via Pix para apostas triplicaram desde janeiro, crescendo 200%. Ele manifestou preocupação que o comprometimento da renda, principalmente de camadas mais pobres, com as bets prejudique a qualidade do crédito, por causa de um eventual aumento da inadimplência.

“A correlação entre pessoas que recebem Bolsa Família, pessoas de baixa renda, e o aumento das apostas tem sido bastante grande. A gente consegue mapear o que teve de Pix para essas plataformas e o crescimento de janeiro pra cá foi bastante grande. A gente pega o ticket médio e subiu mais de 200%. É uma coisa que chama atenção e a gente começa a ter a percepção de que vai ter um efeito na inadimplência na ponta”, comentou Campos Neto.

Na semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou a suspensão das bets que não tiverem pedido, até 30 de setembro, autorização para operar no país. Na ocasião, o ministro Fernando Haddad comentou que o país enfrenta uma pandemia de apostas on-line.

“[A regulamentação] tem a ver com a pandemia [de apostas eletrônicas] que está instalada no país e que nós temos que começar a enfrentar, que é essa questão da dependência psicológica dos jogos”, disse Haddad. “O objetivo da regulamentação é criar condições para que nós possamos dar amparo. Isso tem que ser tratado como entretenimento, e toda e qualquer forma de dependência tem que ser combatida pelo Estado.”

Fonte: Por Wellton Máximo / Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/2024/08:13:54

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Cármen Lúcia condena episódios de violência na campanha eleitoral

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil | Presidente do TSE pede investigação e julgamento de ações sobre tema.

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, condenou nesta terça-feira (24) episódios de violência envolvendo candidatos e seus assessores na campanha eleitoral.

Sem citar casos específicos, a ministra determinou que a Polícia Federal (PF), o Ministério Público e os tribunais regionais eleitorais (TREs) priorizem a investigação e julgamento de processos envolvendo a questão durante a campanha eleitoral.

Durante a abertura da sessão desta noite, Cármen Lúcia disse que a violência praticada na política desrespeita a sociedade e a democracia.

“Por despreparo, descaso ou tática ilegítima e desqualificada de campanha atenta-se contra cidadãs e cidadãos, atacam-se pessoas e instituições e, na mais subalterna e incivil descompostura, impõe-se às pessoas honradas do país, que querem entender as propostas que os candidatos têm para a sua cidade sejam elas obrigadas a assistir cenas abjetas e criminosas, que rebaixam a política a cenas de pugilato, desrazão e notícias de crimes”, afirmou.

A presidente também afirmou que candidatos e auxiliares de campanha devem respeitar a democracia brasileira.

“Há que se exigir, em nome do eleitorado brasileiro, que candidatos e seus auxiliares de campanha deem-se ao respeito. E se não se respeitam, respeitem a cidadania brasileira, que ela não está à mercê de cenas e práticas que envergonham e ofendem a civilidade democrática”, disse.

Cármen Lúcia alertou que os partidos, que usam recursos públicos nas campanhas, não podem compactuar com episódios de violência.

“Não podem [partidos] pactuar com desatinos e cóleras expostas em cenas de vilania e desrespeito aos princípios básicos da convivência democrática”, completou.

As declarações da ministra ocorrem um dia após mais um caso de violência registrado na campanha para a prefeitura de São Paulo. Ontem (23), Duda Lima, publicitário do atual prefeito e também candidato Ricardo Nunes (MDB), foi agredido por Nahuel Medina, assessor do candidato Pablo Marçal (PRTB).

A agressão ocorreu no final do debate eleitoral realizado pelo grupo Flow, proprietário de um podcast na internet.

Há duas semanas, o candidato Datena (PSDB) agrediu Marçal com uma cadeira durante debate realizado pela TV Cultura.

Fonte: Por André Richter/ Repórter da Agência Brasil   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/2024/07:35:06

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Governo apura volta temporária do X e pode pedir cassação da Starlink

Governo apura volta temporária do X/Twitter | Foto: Reprodução e Divulgação/X

Rede social foi acessada apesar de suspensão ordenada por Moraes.

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho (foto), disse nesta terça-feira (24) que a volta temporária da rede social X no Brasil, em 18 de setembro, está sob investigação para saber se o retorno foi intencional ou decorrente de problema técnico.

“Estamos apurando se foi algo que foi provocado por eles [da rede X] ou se foi alguma falha técnica para poder ter certeza nos encaminhamentos a serem tomados [pelo Ministério das Comunicações].”

Juscelino Filho adiantou que, em caso de descumprimento deliberado da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pasta pode entrar com processo para suspender a permissão de operação da empresa Starlink no Brasil, empresa provedora de internet de alta velocidade via satélites de propriedade do bilionário Elon Musk, dono também da plataforma X. Moraes havia ordenado a suspensão da rede social no país.

“Dependendo da apuração, se tiver qualquer afronta em torno do não cumprimento de uma decisão judicial, da não obediência à legislação brasileira, as providências necessárias serão tomadas. Uma delas é, inclusive, é a abertura de um processo de cassação de outorga”, adiantou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, em entrevista coletiva à imprensa após lançamento do programa Acessa Crédito Telecom, para incentivar ampliação da infraestrutura de banda larga fixa no país.

Suspensão

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) notificou, no dia 30 de agosto, todas as operadoras de internet do país para cumprirem a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que foi respaldada pela 1ª Turma da Suprema Corte.

Na noite de 18 de setembro, Alexandre de Moraes determinou que a rede social X suspendesse imediatamente o uso de novos acessos pelos servidores de internet CDN, Cloudflare, Fastly e Edgeuno e outros semelhantes, criados para burlar a decisão judicial de bloqueio da plataforma em território nacional, sob pena de aplicação de multa diária de R$ 5 milhões ao X Brasil e ao Twitter (antigo X).

Juscelino Filho destacou que a plataforma voltou a cumprir o bloqueio. “Nós estamos acompanhando o caso e vamos estar sempre seguindo a legislação brasileira e cumprindo as decisões judiciais que são cabíveis no caso.”

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/2024/08:07:08

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