Homem dispara 12 vezes e mata pai e filha em frente de casa no DF; polícia divulga imagem de suspeito

Suspeito de disparar 12 vezes contra pai e filha em Ceilândia. — Foto: Divulgação/PCDF

Câmeras de segurança flagraram crime, na manhã desta quinta-feira (24), em Ceilândia. Antes dos assassinatos, homem ficou embaixo de marquise e conferiu arma, diz polícia.

A Polícia Civil do Distrito Federal iniciou as buscas pelo suspeito de disparar 12 vezes e matar pai e filha, em frente à casa deles na manhã desta quinta-feira (24) , em Ceilândia. O crime foi registrado por câmeras de segurança

A polícia divulgou uma imagem do homem que estava de casaco preto e capuz (veja foto acima). Ele foi identificado como Gearlandson Leal de Carvalho, de 23 anos. A polícia foi até a casa dele, mas o suspeito havia fugido. No local, os agentes encontraram drogas.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Ataliba Neto, da 15ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia, antes de cometer o crime, Gearlandson ficou embaixo da marquise de um mercado conferindo a arma de fogo. O local fica perto da casa

No vídeo é possível ver o homem embaixo da marquise. Ele tirou a arma, escondida na calça, e verificou a pistola. Depois, escondeu a arma novamente na roupa e ficou esperando, encostado na parede do mercado.

O crime

Imagens de câmeras de segurança mostram quando o suspeito se aproximou da casa. Ele atirou de longe no homem de 51 anos. Quando percebeu que a vítima foi atingida, mas não morreu, se aproximou e continuou os disparos.

A filha do homem, de 32 anos, ouviu os tiros e, ao sair de casa, foi atingida quando estava ainda na porta. A mulher sofreu um único disparto fatal na região do tórax e morreu no local.

Um cachorro saiu da casa em seguida, e começou a latir para suspeito. O homem também atirou no animal, que caiu no chão.

O suspeito fugiu a pé. Segundo o delegado Ataliba Neto, a vítima de 51 anos tinha passagens pelos crimes de receptação, roubo e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Ele estava em prisão domiciliar desde julho do ano passado.

👉 A polícia pede para quem reconhecer ou tiver informações sobre o suspeito ligar para o telefone 197 da PCDF.

Fonte: G1 DF  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/09:27:13

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Empresária morre ao cair do 11º andar de prédio de luxo em Cuiabá | MT

Foto: Reprodução | Caso será investigado pela Polícia Civil.

Uma mulher de 32 anos faleceu na noite de ontem após pular do 11ª andar do edifício Solar Monet no bairro Alvorada, em Cuiabá. A empresária Gleickta de Souza Veloso foi encontrada ao solo por funcionários do condomínio.

Informações preliminares dão conta que a vítima fazia tratamento contra a depressão. A primeira suspeita é que ela tenha cometido suicídio.

Familiares alegaram que há cerca de um mês ela já havia tentado se matar sendo flagrada cortando a tela de proteção do apartamento. No entanto, o caso será investigado pela Polícia Civil.

Fonte:  g1 MT  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/09:16:40

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Dono de laboratório e coronel da PM: quem são os presos com mais dinheiro pela PF sob suspeita de compra de votos

Foto: Reprodução | Com o valor recorde de R$ 23,3 milhões apreendidos em operações contra compra de votos nas eleições deste ano, a Polícia Federal (PF) aponta dois empresários e um militar como os portadores das maiores quantias de dinheiro confiscadas até agora. Um deles, detido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, carregava com R$ 1,92 milhão no banco de trás do seu carro. O outro, preso em Castanhal (PA), cidade a 79 quilômetros da capital Belém, foi flagrado com R$ 4,98 milhões acomodados em malas de viagem. A defesa dos dois negam as irregularidades e alegam que as cifras seriam utilizadas para o pagamento de funcionários.

No caso da apreensão na Baixada Fluminense, o alvo foi o empresário do ramo de odontologia Eduardo Penha Ribeiro. Ele foi detido em 2 de outubro, a quatro dias das eleições, após investigadores receberem informação de que ele estava movimentando dinheiro de caixa dois para influenciar eleições na Baixada. Agentes à paisana, então, passaram a segui-lo e o abordaram após deixar uma agência bancária no Centro de Duque de Caxias. Segundo relatório da PF, o dinheiro estava empacotado “com plástico e fitas de lacre do banco ou da casa da moeda” no interior do seu carro.

No fundo de uma bolsa, os agentes ainda encontraram uma folha de papel que trazia o nome de seis candidatos a prefeito e vereador de São João de Meriti e Duque de Caxias. Desses, quatro vereadores filiados ao MDB, PL e PRD foram eleitos. Entre os nomes listados no documento, estava o de “Valdecy”. A PF considera que se tratava do deputado estadual Valdecy da Saúde (PL), que concorreu à prefeitura de São João de Meriti e perdeu a disputa.

Procurado, o parlamentar afirmou não possuir relação com o empresário e disse que seu nome foi atribuído “de forma precipitada”. “Todos os demais nomes contidos nas anotações apreendidas pela Polícia Federal dão conta de políticos ligados ao município de Duque de Caxias, cidade com a qual Valdecy da Saúde não possui qualquer relação e onde havia um candidato homônimo”, ressaltou o deputado, por meio de nota.

A PF também localizou um calhamaço de comprovantes de saque de dinheiro em espécie feitos entre agosto e setembro de 2024 — boa parte no valor de R$ 49 mil. Conforme a PF, o recolhimento de valores abaixo de R$ 50 mil (cifra a partir da qual o banco é obrigado a informar o Coaf) aponta uma “modalidade típica” de lavagem de dinheiro.

No relatório, a PF escreveu que há “fortes evidências” de que Eduardo Ribeiro “integre uma organização criminosa envolvida com compra de votos”. A defesa do empresário afirma que as suspeitas levantadas são “absolutamente improcedentes e descabidas”.

“Ninguém no Brasil precisa explicar saque realizado na boca do caixa de quantia em dinheiro devidamente declarado e rastreado pelas autoridades competentes”, disse o advogado Matheus de Andrade, que também alegou não haver envolvimento de seu cliente com a política.

Em seu depoimento, o dono do laboratório afirmou que a “origem do dinheiro era de atividades de sua empresa”. Ele foi solto no dia 11, com uso de tornozeleira eletrônica.

Os investigadores destacaram ainda que Ribeiro é dono de um laboratório que mantém contratos com as prefeituras de Duque de Caxias e de São João de Meriti. A empresa fechou convênios que somam ao menos R$ 114 milhões para “prestação de serviços de diagnóstico por imagem” com as duas administrações públicas entre 2021 e 2024. A prefeitura de Caxias afirma que o serviço é regular, mas “aguarda o resultado das investigações”. Já a administração de São João do Meriti não se pronunciou.

Uma investigação semelhante ocorreu em Castanhal (PA), em 4 de outubro, a dois dias das eleições, e levou à prisão de Geremias Hungria, dono de uma construtora, e do coronel da Polícia Militar do Pará Francisco Galhardo, pegos com R$ 4,98 milhões em malas de viagem. Os dois mantêm relações próximas com o deputado federal Antônio Doido (MDB-PA). O parlamentar disputava a prefeitura de Ananindeua, segunda cidade mais populosa do Pará, mas não foi eleito. Segundo o procurador eleitoral Alan Mansur Silva, em denúncia apresentada, esses valores seriam usados para compra de votos “em favor” de Doido. O deputado não é investigado e, procurado, não se manifestou.

‘Infeliz coincidência’

O advogado César Ramos da Costa, que defende tanto o empresário como o militar, nega irregularidades e diz que ambos costumavam sacar “mensalmente” o dinheiro para pagar funcionários de uma fazenda e de uma empresa da família do deputado.

— Não houve crime, o que aconteceu foi uma infeliz coincidência. Quando o dinheiro foi apreendido, nós apresentamos documentação de que era pagamento da folha dos funcionários — disse.

A construtora em nome de Hungria tem contratos que somam R$ 8,6 milhões com a prefeitura de São Miguel do Guamá (PA), onde Doido foi prefeito até 2020. Em nota, a prefeitura reconhece o contrato, mas nega qualquer vínculo com os sócios da empresa. Em relação ao PM, a defesa diz que não há “nada irregular”, pois ele é um amigo do parlamentar e ajuda a fazer a segurança do dinheiro durante o transporte.

Fonte:  O Globo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/09:04:39

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Na capital do garimpo na Amazônia, ‘Rua do Ouro’ enfrenta crise

Placa de anúncio de compra de ouro na R. Araújo Filho na região central de Boa Vista Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Um um dos principais pontos turísticos de Boa Vista, a Praça do Centro Cívico, um monumento retrata o garimpeiro com uma bateia, ao lado da bandeira de Roraima. A estátua fica entre a sede do Executivo estadual, a Assembleia Legislativa e o Tribunal de Justiça. Caminhando à direita, é possível pegar a Avenida Benjamin Constant e encontrar dezenas de lojas que vendem joias, pulseiras e relógios na região conhecida como “Rua de Ouro”. Mas o movimento não é mais como antes.

Ao realizar operações na Terra Yanomami, a maior reserva indígena do País, para combater e fiscalizar o garimpo, o governo federal e as Forças Armadas têm enfraquecido uma atividade entranhada historicamente na história e na economia local. O Estadão acompanhou, em junho, uma dessas missões a bordo de um navio de guerra da Marinha, que buscava garimpeiros pelo Rio Branco.

Por décadas, os garimpeiros foram atraídos para ocupar a região. Esse processo resultou, por exemplo, na criação da Rua do Ouro. A reportagem contou 24 lojas de venda de joias, compra de ouro ou comércio de materiais para ourives em pouco mais de uma hora de caminhada. São estabelecimentos colados uns nos outros, como a Rua São Caetano, a chamada Rua das Noivas, na região central de São Paulo.

Não é só uma rua. O mercado de ouro prosperou tanto nas últimas décadas que a via se transformou em quarteirão, englobando a Avenida Benjamin Constant e as ruas Cecília Brasil e Araújo Filho, todas no centro de Boa Vista.

Esse mercado reflete o avanço da mineração irregular pela floresta, que atingiu 80 mil localidades na Amazônia nas últimas quatro décadas. O garimpo é responsável por contaminar os rios com mercúrio, matar os peixes e afastar os animais que servem de alimento para os indígenas.

Monumento ao Garimpeiro na Praça do Centro Cívico, no centro de Boa Vista, capital do estado de Roraima Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Antes da democratização, da demarcação das terras indígenas e da nova legislação ambiental, a garimpagem foi parte importante da colonização da região. Em 1967, já no período militar, o governador Hélio da Costa via duas perspectivas econômicas para o desenvolvimento do Estado: a pecuária e a mineração. O garimpo, portanto, era legalizado, parte do cotidiano.

“Nos anos 1980, no auge do garimpo, tivemos o maior crescimento demográfico de Roraima”, diz Rodrigo Chagas, professor da Universidade Federal de Roraima (UFRR). “O garimpeiro é a figura do colonizador”, acrescenta o sociólogo.

Por que as ruas do ouro estão sem clientes?

Hoje, o comércio é feito com discrição e desconfiança. Poucas palavras, olheiros e seguranças à paisana. Assim que a reportagem começou a circular pelas ruas, tentar ouvir os comerciantes, o sistema de som de uma delas, que anunciava compra e venda de ouro, ficou mudo. “Nada a declarar” e “Não posso te ajudar” foram as frases ouvidas.

Apenas Adriano, de 29 anos, que fala com a mão direita na cintura, comenta a situação. Com a loja sem clientes, ele conta que os comerciantes temem que as operações de fiscalização que hoje se concentram nos garimpos migrem para as ruas do ouro. “O movimento caiu 40%”, estima.

Operação conjunta das Forças Armadas, coordenadas pela Casa de Governo, órgão vinculado à Casa Civil da Presidência da República destruiu 333 acampamentos de garimpeiros, fez 124 prisões e apreendeu 76 armas desde o início do ano, segundo o governo.

No início de 2023, eram cerca de 20 mil garimpeiros ilegais na área Yanomami – em abril deste ano, a pasta estimava que havia ainda sete mil. O governo diz agora adotar a métrica de novas áreas de garimpo para monitorar a situação. Entre março e setembro, 37 hectares de novas atividades foram detectados e, no ano passado, 984 hectares. Segundo o Ministério dos Povos Indígenas, nenhum novo garimpo foi identificado em setembro.

Comerciantes estimam queda de até 40% do movimento na Rua do Ouro Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Não foram só as operações policiais mais recentes que asfixiaram o comércio de ouro. Duas medidas tiveram efeitos expressivos no mercado: a obrigatoriedade de notas fiscais eletrônicas nas transações e o fim do pressuposto da boa-fé, que presumia a legalidade do metal por parte do vendedor, mesmo que não houvesse comprovação sobre a origem da extração, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de abril do ano passado.

Especialistas alertam, no entanto, que o fato de o comércio de ouro ilegal ter diminuído não significa necessariamente que o garimpo ilegal não esteja mais ocorrendo.

Estudos feitos a partir de imagens de satélite, por exemplo, mostram que a redução pode não ter sido tão significativa. Ou seja, é possível apenas que o ouro tenha deixado de ser vendido no Brasil e está sendo comercializado em países fronteiriços, onde a lei é menos rígida.

Gerações cresceram com o garimpo legalizado

Várias gerações viveram legalmente do ouro, como a proprietária da maior loja da avenida que prefere não se identificar. A filha de garimpeiros, de 37 anos, se orgulha de ter sido a primeira mulher da região a comandar sozinha o negócio familiar, segundo relata. “Não compro ouro do garimpo. Tenho fornecedores de outras regiões”.

Essa é a mesma resposta de outros cinco empreendedores da região. Adriano desconfia. “Muitos compram, mas preferem não admitir com receio de fiscalização”.

Proprietária de joalheria, que pede para não ser identificada, em sua loja na Av. Benjamin Constant, na região central de Boa Vista, capital do estado de Roraima Foto: Daniel Teixeira / Estadão

Hoje, a bandeira da legalização do garimpo é erguida por diversos políticos e empresários, o que estimula os garimpeiros, na visão de Garcia. “É um processo ambíguo e complexo. Para mudar o cenário, vai levar tempo”, diz.

Igualmente demorada deve ser a recuperação das terras indígenas após a degradação ambiental causada pelo garimpo. A percepção dos habitantes locais é de lenta melhoria.

“Em algumas áreas, a água está voltando a ficar limpa de novo, e as comunidades voltam a pescar. Mas eles (os garimpeiros) deixaram impacto ambiental e cultural. A situação ainda é grave”, diz Junior Yanomami, presidente da Urihi Associação Yanomami, uma das principais da região.

Fonte:  PORTAL ESTADÃO/ COLABOROU ROBERTA JANSEN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/09:00:14

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Homem é preso acusado de liderar grupo responsável por queimadas e desmatamento na Amazônia

Foto: Reprodução | A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quarta-feira 23 um homem apontado como líder de um grupo criminoso responsável por desmatamento e queimadas ilegais no sul do Amazonas.

O esquema teria causado mais de 138 milhões de reais em danos ambientais. O suspeito, identificado como o principal financiador e articulador das atividades ilícitas, foi detido em um condomínio de luxo na cidade de Campinas, em São Paulo.

A prisão ocorreu no âmbito da operação Dracarys, que investiga desmatamentos e queimadas nos municípios de Boca do Acre (AM) e Pauini (AM).

Conforme a Polícia Federal, o grupo é suspeito de desmatar, provocar incêndios, impedir a regeneração da vegetação, além de praticar falsidade ideológica e associação criminosa.

As áreas de Boca do Acre e Pauini, de difícil acesso e pouco monitoramento, teriam sido escolhidas estrategicamente para dificultar a ação de órgãos de fiscalização ambiental. O esquema teria causado a derrubada de 1.672 hectares de floresta nativa e queimadas que devastaram 2.368 hectares de terras públicas federais.

O impacto das queimadas, revelado por imagens de satélite, contribuiu para a formação de densas nuvens de fumaça que afetaram amplas regiões da Amazônia, especialmente entre setembro e outubro deste ano. Essas emissões comprometeram a qualidade do ar, agravando a crise ambiental e gerando prejuízos à saúde das comunidades locais.

A operação Dracarys cumpre 10 mandados judiciais expedidos pela 7ª Vara Federal do Amazonas, incluindo prisão, buscas e apreensões nos estados de São Paulo e Amazonas.

A Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens dos investigados, visando garantir a reparação dos danos ambientais.

Fonte:  Carta Capital  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/08:09:16

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Cinco desembargadores são afastados sob suspeita de venda de sentenças

Foto: Reprodução | Todos terão que usar tornozeleira eletrônica e estão proibidos de acessar as dependências dos órgãos públicos e de se comunicarem com outras pessoas investigadas

O Superior Tribunal de Justiça (STF) afastou cinco desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) por suspeita de venda de sentenças. Eles são alvos de uma operação deflagrada nesta quinta-feira (24) pela Polícia Federal.

Também são investigados um juiz de primeira instância, dois desembargadores aposentados, um procurador de Justiça, outros servidores públicos, nove advogados e empresários – estes seriam os beneficiados pelas decisões judiciais.

Todos terão que usar tornozeleira eletrônica e estão proibidos de acessar as dependências dos órgãos públicos e de se comunicarem com outras pessoas investigadas.

A PF não divulgou nenhum nome, mas o portal O Tempo apurou que são os seguintes desembargadores afastados pelo prazo inicial de 180 dias (seis meses), conforme decisão do STJ:

•Alexandre Aguiar Bastos

•Marco José de Brito Rodrigues

•Sérgio Fernandes Martins, presidente do TJMS

•Sideni Soncini Pimentel

•Vladimir Abreu da Silva

Entre os outros servidores públicos afastados das suas funções estão o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de MS (TCE-MS) Osmar Domingues Jeronymo e seu sobrinho Danillo Moya Jeronymo, que é servidor do TJMS.

Até a mais recente atualização desta reportagem, nenhum dos suspeitos havia se manifestados, nem o TJMS e o Tribunal de Contas do Estado de MS.

Fonte:  O Tempo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2024/20:05:11

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Meta demite funcionário que usou vale-refeição para comprar pasta de dente e chá

Foto: Reprodução | Esses créditos, destinados exclusivamente para refeições durante o expediente de trabalho, foram usados pelos colaboradores para a compra de produtos domésticos e mantimentos, incluindo itens como pasta de dente e chá

A Meta, controladora das plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou recentemente a demissão de aproximadamente 20 funcionários em Los Angeles, Estados Unidos, após descobrir que eles utilizaram indevidamente os vouchers de alimentação oferecidos pela empresa.

O primeiro a noticiar o caso foi o site Financial Times, que entrevistou um ex-funcionário da Meta. Ele revelou que, apesar de seu salário anual de US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões), foi demitido após ser pego usando os créditos de alimentação de forma inadequada.

Esses créditos, destinados exclusivamente para refeições durante o expediente de trabalho, foram usados pelos colaboradores para a compra de produtos domésticos e mantimentos, incluindo itens como pasta de dente e chá.

De acordo com relatos publicados em plataformas de mensagens anônimas, um dos funcionários explicou a situação da seguinte maneira: “Em dias em que eu não iria comer no escritório, se meu marido estivesse cozinhando ou se eu fosse jantar com amigos, imaginei que não precisaria desperdiçar o crédito de jantar.” Esse comportamento, aparentemente inofensivo, violava as políticas da empresa, que estipulam que os vouchers devem ser usados apenas durante o expediente e para consumo pessoal.

Como funcionava o benefício de alimentação na Meta

A Meta oferece uma ampla gama de benefícios aos seus funcionários, entre eles alimentação gratuita para aqueles que trabalham em seu campus no Vale do Silício. Já os colaboradores que atuam de forma remota recebem créditos diários para serem usados em plataformas de entrega de comida, como o Uber Eats. O valor varia entre US$ 20 (cerca de R$ 113) para o café da manhã e US$ 25 (aproximadamente R$ 141) para o almoço e o jantar.

Fontes próximas à Meta afirmam que os infratores identificados ao longo do tempo foram dispensados, enquanto aqueles que cometeram violações menores receberam apenas advertências.

Demissões em meio à reestruturação interna

A revelação das demissões acontece em um momento delicado para a Meta, que está passando por uma reestruturação. Segundo informações do The Guardian, a empresa está realizando mudanças em suas equipes do WhatsApp, Instagram e do Reality Labs — o braço da companhia responsável pelo desenvolvimento de tecnologias de realidade aumentada e virtual.

As dispensas de funcionários ligadas ao uso incorreto dos benefícios ocorreram apenas alguns dias antes de a Meta iniciar essa reestruturação, o que levanta questionamentos sobre a relação entre os dois eventos.

Ainda que a Meta não tenha emitido um comunicado específico sobre essas demissões, a empresa se posicionou dizendo que as mudanças fazem parte de um esforço contínuo para garantir que os recursos e a equipe estejam alinhados com as metas e estratégias de longo prazo.

Com um valor de mercado avaliado em US$ 1,5 trilhão (cerca de R$ 8,25 trilhões), a Meta busca otimizar seus investimentos em inovação tecnológica, principalmente no setor de realidade aumentada e virtual, enquanto também lida com questões internas que afetam a cultura organizacional.

Fonte: Jornal Opção  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2024/19:58:41

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Homem corta o próprio pênis em hélice de ventilador e é hospitalizado

Foto: Reprodução | A vítima acionou o resgate pela madrugada após o acidente, no bairro Santa Rosa.

Um homem de 31 anos cortou o pênis na hélice do ventilador e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros até o pronto-socorro da Santa Casa de Bataguassu – a 340 quilômetros de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

A vítima acionou o resgate pela madrugada após o acidente, no bairro Santa Rosa.

Conforme o Cenário MS, os socorristas prestaram os primeiros socorros ainda no local, mas encaminharam a vítima até a Santa Casa de Misericórdia, onde permaneceu internado sobe cuidados médicos.

Segundo registro, o jovem precisou ter o órgão genital costurado e recebeu cerca de quatro pontos. O estado da vítima é estável e a dinâmica do acidente não foi divulgada.

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2024/19:55:50

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Brasil bate recorde de empresas exportadoras para os EUA

Foto: Freepik | Quase 10 mil empresas brasileiras enviaram produtos para o mercado norte-americano em 2023. Esse foi o maior número registrado nos 200 anos de relações comerciais entre os dois países. No período, o volume total de exportações de manufaturas brasileiras para os EUA atingiu US$ 29,9 bilhões.

Outubro, 2024 – O Brasil alcançou um marco histórico nas exportações para os Estados Unidos, com 9.553 empresas brasileiras que enviaram produtos ao mercado norte-americano em 2023. Esse é o maior número registrado nos 200 anos de relações comerciais entre os dois países, conforme dados de um estudo recente da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC em parceria com a Amcham Brasil. O volume total de exportações de manufaturas brasileiras para os EUA atingiu US$ 29,9 bilhões no mesmo período, o que consolidou os Estados Unidos como o principal destino de produtos industrializados brasileiros.

“O aumento das exportações demonstra a capacidade competitiva do Brasil no mercado global. Muitas empresas nacionais enxergam no comércio internacional uma estratégia para se manterem fortes diante das instabilidades econômicas internas. Garantindo um percentual da sua produção destinado a exportação, se torna economicamente estável pelo recebimento em moeda mais forte que a nossa, e buscando a competitividade externa normalmente melhora a qualidade de seus produtos, o que vai refletir para o mercado interno. A diversificação dos mercados é um fator crucial para garantir o crescimento contínuo das indústrias brasileiras”, destaca Sandro Marin, diretor da Tek Trade, empresa especializada em comércio exterior.

Escolha estratégica de uma empresa especializada em comércio exterior

Para garantir sucesso nas transações internacionais, a escolha de uma empresa especializada em comércio exterior é fundamental. Uma empresa com know-how pode auxiliar em questões cruciais como logística, regulamentação internacional e tributação. A expertise nesse campo pode economizar tempo e dinheiro, além de assegurar que os processos de exportação ocorram de forma fluida e dentro das conformidades legais. Esse cuidado é fundamental para o sucesso e a competitividade no mercado internacional”, finaliza Marin

Sobre a Tek Trade

A Tek Trade é uma empresa catarinense e atua desde 2005 no ramo de importação e exportação no Brasil. É membro fundador do SINDITRADE – Sindicato das Empresas de Comércio Exterior do Estado de Santa Catarina. Com centenas de operações de importação e exportação realizadas com sucesso, a Tek Trade detém todo o conhecimento necessário para operar em comércio exterior com eficiência atendendo de micro a grandes companhias.

Fonte: Rotas Comunicação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2024/19:20:44

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Proec beneficiará mais de 22 mil escolas em 2024

Foto: Divulgação MEC | MEC investirá R$ 60,3 milhões no programa para mais de 22 mil projetos de formação em escolas do país. Cada projeto possui pelo menos três ações, com participação de estudantes, profissionais da educação e familiares.

Programa Escola e Comunidade (Proec) do Ministério da Educação (MEC) beneficiará, em 2024, 22.407 escolas do Brasil inteiro. Ao todo, serão investidos pela Pasta R$ 60,3 milhões para o desenvolvimento de mais de 22 mil projetos de formação. Serão realizadas em torno de 67 mil ações, com participação de 7 milhões de estudantes, cerca de 1,3 milhão de profissionais da educação e mais de 7 milhões de familiares e integrantes da comunidade. 

No MEC, a Secretaria de Educação Básica (SEB) é a responsável pelo Proec, lançado em abril deste ano pela Portaria nº 264/2024. O objetivo da iniciativa é fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade na perspectiva da educação integral. Nesse sentido, busca-se a promoção da cidadania, da cultura de paz e da democracia, bem como a melhoria da qualidade da educação pública brasileira. 

Números – O Proec contou com a adesão dos 27 estados da Federação e de 7.170 escolas estaduais. Serão disponibilizados R$ 19,7 milhões para as escolas das redes estaduais de ensino. No âmbito municipal, 2.668 municípios estão participando e 15.237 escolas municipais serão beneficiadas. Os investimentos para as redes municipais ultrapassam R$ 40 milhões. 

Considerando as escolas elegíveis por meio de critérios estabelecidos para o ciclo de 2024, houve 100% de adesão estadual e 89% de adesão municipal. Na Região Norte, foram contempladas 3.893 escolas; no Nordeste, 13.072; no Centro-Oeste, 914; no Sudeste, 3.940; e, no Sul, 588 escolas.  

Para a Secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, a educação precisa ser pensada e vivida de forma sistêmica. Ela apontou que os projetos de formação são compostos por ações promotoras da educação integral dos estudantes e dos profissionais da educação, além de serem realizados em parceria com a comunidade. “Eles precisam abranger temas contemporâneos transversais e podem promover práticas culturais, artísticas, esportivas, de lazer e brincar, tecnologias da comunicação e informação, a cultura de paz, a educação ambiental e os direitos humanos”, destacou. 

Lourival Martins, diretor de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação da SEB, informou que todas as escolas participantes vão desenvolver a oficina “Desafios da comunicação nas relações do cotidiano no ambiente escolar” em seus projetos de formação.  

Segundo o diretor, a proposta é promover um trabalho para desnaturalizar as violências, com um olhar mais cuidadoso no contexto escolar. Os objetivos são fortalecer a participação da família e da comunidade, refletir sobre o que é a violência, além de conhecer e partilhar ações com foco na melhoria das relações na escola. “Cada escola tem sua dinâmica, seu ritmo próprio, seus profissionais e sua comunidade. Não existe solução fora do contexto e das pessoas que atuam nele. É um trabalho de aprendizagem e colaborativo”, observou. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2024/19:31:49

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