Seringueiros criam cartilha sobre boas práticas do manejo da borracha nativa da Amazônia

O projeto “Juntos pelo Extrativismo da Borracha na Amazônia” lançou, nesta segunda-feira (04/11), um material informativo, que fortalece boas práticas para o manejo da seringueira e produção da borracha nativa da Amazônia. Além do manejo do seringal, a iniciativa visa o cuidado com as pessoas extrativistas, a melhoria da qualidade do produto e a sustentabilidade da atividade.

Com coordenação do WWF-Brasil, em parceria com o Memorial Chico Mendes, Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), WWF-França, Michelin, Fundação Michelin e Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e Conexsus, o projeto vem fortalecendo a prática tradicional de comunidades situadas dentro e fora de Unidades de Conservação (UCs) do Amazonas.

O material será distribuído, inicialmente, nas 13 associações do Amazonas que fazem parte do projeto e que atuam na cadeia da borracha nativa da Amazônia. De forma bem didática, com ilustrações e textos curtos e diretos, o informativo indica o passo-a-passo para o/a seringueiro/a realizar de forma segura a coleta de látex na floresta, desde a abertura de estradas nos seringais, o corte mais indicado que deve ser feito na árvore, até instruções sobre como prensar a borracha.

A cartilha foi desenvolvida de forma colaborativa, com o apoio dos parceiros do projeto e a participação ativa de representantes das associações extrativistas que trocaram experiências diversas sobre o manejo da seringueira até chegar em um conjunto de instruções que orientem de forma ampla seus pares. Assim, a expertise dos seringueiros foi incorporada diretamente no processo, garantindo que suas experiências e conhecimentos direcionassem o conteúdo sem interferir na prática tradicional que é fundamental para o manejo da borracha na Amazônia.

“Estamos criando um esforço coletivo para valorizar o seringueiro, que antes era esquecido. Hoje, ele busca reconhecimento, dizendo: Eu existo, estou aqui. O manual de boas práticas inclui projetos sobre a borracha, qualidade e apoio. O seringueiro moderno, diferente do passado, vive conectado à internet e se atualiza sobre o Brasil e o mundo. Ele trabalha com consciência, sabendo como pode contribuir e ser exemplo para seus filhos, mostrando como sustentar a família com dignidade”, afirmou João Evangelista, extrativista da Cooperativa Mista Agroextrativista do Rio Unini (COOMARU), localizado no município de Barcelos (a 401 km de Manaus).

Disseminar informações, fortalecendo os conhecimentos do seringueiro ou seringueira no momento de fazer a retirada do látex representa também um resgate histórico dessa cadeia. O Amazonas viveu o tempo áureo da borracha que, mesmo com poucos equipamentos na época, fez o Estado ser um grande exportador mundial de látex. O projeto “Juntos pelo Extrativismo da Borracha na Amazônia” está incentivando a retomada da produção da borracha no Estado e garantindo a venda do material produzido, além de auxiliar no acesso a políticas públicas para área da borracha.
“As boas práticas fortalecem os procedimentos adequados que garantem a qualidade deste relevante produto da sociobiodiversidade amazônica, combatendo um dos gargalos da cadeia, que era a baixa qualidade do produto”, explicou Jhassem Siqueira, um dos coordenadores do projeto no Memorial Chico Mendes. Ele pontua ainda que o fortalecimento da cadeia é essencial para gerar uma ampla rede que conecta pessoas, biodiversidade, clima, território, negócios e oportunidades.

Já Natasha Mendes, Analista de Conservação do WWF-Brasil explica que as instruções do cartaz são importantes porque todo o processo de produção da borracha é, extremamente, monitorada para garantir a qualidade do produto.

“Após a coleta, a borracha é analisada em relação à qualidade e pesada pela transportadora responsável, com o objetivo de manter a eficiência logística. As boas práticas são já estabelecidas pelos seringueiros e o material vem para fortalecer o trabalho na base”, explica.

A fábrica da Michelin, localizada no Polo Industrial de Manaus (PIM), é a principal compradora da produção de borracha, gerada com o apoio da iniciativa. A empresa vem fortalecendo a retomada da cadeia e garantindo o escoamento do produto.  Além dos benefícios econômicos, o projeto combina sustentabilidade com desenvolvimento comunitário, o que desempenha um papel crucial na manutenção da biodiversidade da Amazônia.

Obs.: Caso tenha interesse, podemos enviar vídeos com entrevistas e imagens de apoio

Fonte: UP Comunicação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/17:08:08

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Ufopa comemora 15 anos na formação acadêmica gratuita e de qualidade na Amazônia

Ao longo de uma década e meia, a universidade atinge a marca de quase nove mil egressos. Mais investimentos em infraestrutura e recursos humanos, além da criação de novos cursos e campi, ampliará em mais de três mil a oferta de vagas para o Oeste do Pará.

Produzir e socializar conhecimentos, contribuindo para a cidadania, a inovação e o desenvolvimento na Amazônia. Essa é a missão da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), que completa 15 anos nesta terça-feira, 5 de novembro de 2024. Para comemorar a data, a Universidade inaugura hoje o primeiro prédio do novo Campus Monte Alegre, obra no valor de R$ 5.627.318,00. Outras atividades e eventos alusivos ao aniversário ocorrerão a partir da próxima segunda-feira, 11 de novembro, com destaque para as solenidades oficiais e corte do bolo, marcando também o início do segundo semestre letivo de 2024.

Criada pela Lei nº 12.085, de 5 de novembro de 2009, a Ufopa é a primeira instituição federal de ensino superior com sede num dos pontos mais estratégicos da Amazônia, o município de Santarém, terceira maior cidade do estado do Pará, mundialmente conhecida por suas belezas naturais, com destaque para o encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas. A criação da Ufopa faz parte do programa de expansão das universidades federais e é fruto de um acordo de cooperação técnica firmado entre o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal do Pará (UFPA), que previa a ampliação do ensino superior na região amazônica.

“A Ufopa é um marco para a região amazônica como um todo, por ser a primeira universidade pública com sede no interior da Amazônia. Esses 15 anos de implantação têm contribuído em vários aspectos. No aspecto econômico, se fossemos um município, a nossa universidade teria o quinto maior orçamento do estado; são recursos que passaram a vir para o Oeste do Pará, fruto desse investimento público federal que é a universidade”, afirma a reitora da Ufopa, Aldenize Ruela Xavier.

Também para a vice-reitora da Ufopa, Solange Ximenes, a criação da Ufopa constitui o principal investimento público do governo federal na região amazônica nos últimos 15 anos: “A nossa compreensão é de que, de fato, isso é uma realidade, porque a Ufopa é mais do que um bem material, como uma ponte, uma estrada. Ela é um grande investimento na formação qualificada de recursos humanos que oportuniza uma conexão real que se estabelece com a comunidade, com os saberes dos povos amazônidas, com o bioma amazônico”.


Aldenize Xavier, reitora da Ufopa, e Solange Ximenes, vice-reitora.
Foto: Maria Lúcia Morais, Ascom/Ufopa

Instituição pública de ensino superior gratuita, a Ufopa conseguiu formar, ao longo de uma década e meia, quase nove mil egressos, sendo 7.932 profissionais graduados e mais de mil pós-graduados, o que a torna referência em formação acadêmica de qualidade, assim como de pesquisa, extensão e inovação no coração da Amazônia. Hoje, a universidade conta com um contingente de 8.663 alunos de graduação, a maioria oriunda de escolas públicas da região, e de 1.287 da pós-graduação. Outro destaque é o ingresso anual de estudantes indígenas e quilombolas por meio de processos seletivos especiais.

“A implantação da nossa universidade veio trazer uma série de oportunidades para os nossos jovens, tanto em termos de graduação quanto de pós-graduação. No aspecto social, conseguimos ampliar muito a oferta de vagas. Quando éramos campus da Universidade Federal do Pará (UFPA) e também uma unidade descentralizada da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), recebíamos, por ano, em Santarém, cerca de 300 alunos. Agora, recebemos mais de 1.400 alunos por ano. Houve uma ampliação de vagas muito significativa, que dá oportunidade de uma educação gratuita e de qualidade à população da região”, ressalta a reitora.


Ufopa formou quase nove mil alunos em 15 anos.
Foto: Maria Lúcia Morais, Ascom/Ufopa

Hoje, mais de 20 milhões de reais são investidos anualmente no pagamento de bolsas de auxílio estudantil para alunos de baixa renda, por meio da Política Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), que visa a garantir a permanência em instituições federais de ensino superior. “São recursos que os alunos utilizam para pagar aluguel, alimentação, transporte, material escolar e outras necessidades básicas. Esse recurso acaba sendo distribuído para toda a área de abrangência da universidade, configurando assim um impacto muito positivo para o Oeste do Pará”, afirma o pró-reitor de Gestão Estudantil (Proges), Luamim Sales Tapajós.

“A gente constata quanto a universidade vem transformando a sociedade, seja pela formação dos estudantes, serviços realizados na região, mas também pelos recursos diretamente injetados na economia local, pois sabemos que o dinheiro recebido pelos estudantes vai ficar na região”, afirma o pró-reitor.

Infraestrutura – Em Santarém, a Ufopa está estruturada em sete institutos temáticos: Instituto de Ciências da Educação (Iced)Instituto de Engenharia e Geociências (IEG)Instituto de Biodiversidade e Florestas (Ibef)Instituto de Ciências da Sociedade (ICS)Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA)Instituto de Saúde Coletiva (Isco) e Instituto de Formação Interdisciplinar e Intercultural (IFII). Multicampi, a universidade também possui seis campi fora da sede, situados em AlenquerItaitubaJurutiMonte AlegreÓbidos e Oriximiná.

A área de abrangência da universidade, que envolve uma ampla população de povos e comunidades tradicionais, é composta por 21 municípios paraenses: Santarém (sede), Alenquer, Itaituba, Juruti, Monte Alegre, Oriximiná, Óbidos, Almeirim, Aveiro, Belterra, Curuá, Faro, Jacareacanga, Novo Progresso, Mojuí dos Campos, Placas, Prainha, Rurópolis, Terra Santa, Trairão e Uruará. Sua área de abrangência possui população total estimada de 1.065.274 habitantes, o que corresponde a 12,8% da população do Pará, segundo o IBGE (2022).

Com recursos do novo Programa de Aceleramento de Crescimento da Educação (PAC Expansão), do governo federal, a Ufopa pretende dar início, já em 2025, à construção do Campus Rurópolis, município com pouco mais de 50 mil habitantes, cortado pelas rodovias Transamazônica (BR 230) e Santarém–Cuiabá (BR 163). Situado a 220 km de distância de Santarém, Rurópolis já conta com um núcleo da Ufopa, onde está em andamento a primeira turma do curso de Agronomia, por meio do Programa Forma Pará. Uma audiência pública foi realizada em outubro deste ano para ouvir a população local sobre as demandas de criação de novos cursos.

Ainda com recursos do PAC, também estão previstas a ampliação e a consolidação dos campi de Oriximiná e Óbidos, além da conclusão do Bloco Modular Tapajós, em Santarém. “Estamos com as licitações dos campi de Oriximiná e de Óbidos em andamento e, em fase avançada, o processo de planejamento para construção do Campus Rurópolis, o mais novo campus da universidade”, esclarece a reitora. “Nos próximos anos, vamos receber mais de 100 milhões de reais para investimento em obras, ampliando assim a oferta em mais de três mil vagas”.

“Hoje estamos com a terceira etapa do Bloco Modular Tapajós em andamento e vamos inaugurar o novo Campus Monte Alegre. Na sede, vamos entregar também o Núcleo de Salas de Aulas, já concluído, além de outros espaços importantes para a comunidade acadêmica, como mais um laboratório de informática e um espaço para acolhida das mães. Também já iniciamos as tratativas com o Ministério da Educação para a construção da quarta etapa do Bloco Modular Tapajós e de um galpão de laboratórios que pretendemos licitar para o próximo ano. São investimentos importantes para consolidar a universidade na nossa região”, afirma Aldenize Xavier.

Segundo a reitora, também está prevista a realização de novos concursos para docentes e técnicos, totalizando 200 vagas. “Vamos fazer uma série de concursos públicos e lançar editais ainda este ano e no próximo, visando a consolidar os nossos cursos já existentes e também ampliar a oferta de novos cursos. Para os próximos concursos, estamos com um planejamento muito alinhado com o Ministério da Educação (MEC), sempre muito presente nessas articulações e nos dando também a segurança para termos tanto investimento de capital quanto em recursos humanos. Por isso, acredito que nos próximos anos, a universidade vai ampliar bastante a sua infraestrutura e oferta de vagas”, comemora a reitora.

Graduação – A Ufopa possui hoje 44 cursos regulares de graduação, entre licenciaturas e bacharelados, além de 23 cursos de pós-graduação, sendo 18 mestrados e cinco doutorados – dois institucionais e três em rede. A instituição oferta ainda diversos cursos de graduação em parceria com o Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) e Programa de Educação e Formação Superior Forma Pará, do governo do estado.

A instituição é pioneira no país na utilização da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como único critério de ingresso no seu Processo Seletivo Regular, já em 2011, fato que ocorre até hoje. A universidade também foi uma das primeiras no país a utilizar, em sua totalidade, a  Lei das Cotas, criada em 2012, destinando 50% de vagas para alunos oriundos de escolas públicas já a partir do processo seletivo de 2013.

A universidade também promove, anualmente, dois processos seletivos especiais: um voltado exclusivamente para populações indígenas e outro para comunidades quilombolas. Atualmente a Universidade possui 8.663 alunos de graduação, sendo 5.880 regularmente matriculados no último semestre. Cerca de 85% dos alunos ingressantes na instituição são oriundos de escolas públicas.

Ao longo de 15 anos, os cursos de graduação da Ufopa apresentam um processo contínuo de melhoria da qualidade de ensino, o que vem sendo refletido nas avaliações do Ministério da Educação (MEC). Um bom exemplo é o Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Ambientais, vinculado ao Instituto de Formação Interdisciplinar e Intercultural (IFII), que acaba de obter nota máxima para reconhecimento de curso.

Outros cursos avaliados recentemente obtiveram nota quatro para renovação de reconhecimento, como o Bacharelado Interdisciplinar em Saúde do Instituto de Saúde Coletiva (Isco); o Bacharelado em Ciências Biológicas do Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA); e os bacharelados em Geologia e Engenharia Mecânica, ambos vinculados ao Instituto de Engenharia e Geociências (IEG).

A avaliação do MEC para o reconhecimento ou renovação de reconhecimento de curso utiliza escala numérica de 1 a 5 para analisar três dimensões básicas: organização didático-pedagógica; corpo docente e tutorial; e infraestrutura. A avaliação do MEC é feita por meio do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), sendo composta pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), pela avaliação de cursos de graduação e pela avaliação institucional, que é realizada in loco por avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

“Todas as avaliações que recebemos em 2024 foram com excelentes notas, 4 e 5, e isso vem acontecendo há algum tempo. Desde 2022 a gente já vem com um processo de melhoria contínua e as avaliações do MEC refletem isso”, afirma a pró-reitora de Ensino de Graduação (Proen), Carla Marina Costa Paxiuba.

Segundo a pró-reitora, a melhoria da infraestrutura da universidade e a capacitação do corpo docente contribuíram nesse processo. “Hoje temos em nosso quadro docente a maioria de doutores, e a nossa infraestrutura, em constante evolução, faz com que as nossas notas melhorem bastante. Além disso, as nossas práticas pedagógicas, permeadas pelos conceitos de interculturalidade e interdisciplinaridade, de fato sendo aplicados nos cursos de graduação, faz com que eles estejam nesse processo de melhoria, o que está sendo percebido pelas avaliações do MEC”, afirma.

“Estamos no processo de implantação do curso de Medicina, com o primeiro processo seletivo para o ano de 2025. Além deste, há vários grupos trabalhando em projetos pedagógicos de novos cursos, como o de Comunicação Social e o de Turismo. Também já recebemos a proposta da criação do curso de Agronomia em Monte Alegre e do curso de Licenciatura Intercultural Indígena. O nosso grande desafio é crescer, mantendo a nossa qualidade, que já vem sendo bem avaliada”, afirma a pró-reitora.

Pesquisa – Na pós-graduação, a Ufopa conta com o quantitativo de 1.050 egressos, contribuindo assim para a formação de recursos humanos qualificados para o Oeste do Pará. Atualmente, a instituição possui 670 discentes regularmente matriculados em 23 cursos de pós-graduação, sendo 18 mestrados e cinco doutorados – dois institucionais e três em rede. De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), a meta é a criação de 14 novos programas de pós-graduação até 2031.

“Nós últimos quatro anos, ampliamos em 30% a oferta de cursos de pós-graduação, todos gratuitos, e isso acaba acarretando na formação de recursos humanos qualificados para a nossa região”, afirma Kelly Christina Ferreira Castro, pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica (Proppit). “Na consolidação da pós-graduação, também temos visto uma integração maior e efetiva dos nossos programas na organização interna dos seus cursos”.

Recentemente, dois novos programas de pós-graduação foram aprovados pela Capes: o Mestrado Acadêmico em Computação, que visa à formação de pesquisadores na área da Computação aplicada, com potencial para pesquisa, docência e inovação; e o Mestrado em Ciência, Tecnologia e Inovação Florestal, que objetiva formar recursos humanos com sólida base técnico-científica para o setor florestal.

Vinculado ao Instituto de Engenharia e Geociências (IEG), o Programa de Pós-Graduação em Computação (PPGC) ofertará, por meio de processo seletivo, 15 vagas anuais, com primeira turma prevista já para 2025. O programa tem como área de concentração a Computação aplicada, sendo composto por duas linhas de pesquisa: Inteligência Artificial e Sistemas de Suporte à Decisão; e Gestão do Conhecimento e Inovação Tecnológica.

Vinculado ao Instituto de Biodiversidade e Florestas (Ibef), o Mestrado em Ciência, Tecnologia e Inovação Florestal busca ampliar a capacitação dos bacharéis formados em cursos de graduação correlatos à área florestal, de modo a gerar conhecimentos nas áreas de manejo de florestas nativas e de produção, silvicultura e sistemas agroflorestais, tecnologia de produtos madeireiros e não madeireiros, desenvolvimento de bioprodutos florestais, inovação e recuperação de áreas degradadas. O programa tem duas linhas de pesquisa: Manejo de Produtos Florestais e Produtos e Inovação Florestal.

Outro fato relevante é a existência de 89 grupos de pesquisas vinculados aos cursos de pós-graduação. “A Ufopa tem avançado na pesquisa e na pós-graduação, pois quando a gente fala de pesquisa, intrinsecamente estamos falando de pós-graduação”, esclarece. “Nossos professores têm participado mais ativamente dos editais de fomento à pesquisa externos à Ufopa e têm conseguido várias aprovações”.

Segundo Kelly Castro, a Ufopa tem sido aprovada principalmente em editais voltados à pesquisa de qualidade dentro da pós-graduação em agências de fomento como a Finep, Capes e CNPq. “Os professores têm-se qualificado cada vez mais para conseguir êxito nas propostas que são submetidas. A gente tem visto também a ampliação do número de bolsas. Esse diálogo com os órgãos de fomento tem sido muito de perto e isso tem auxiliado esse avanço”.

A Ufopa conta hoje com a oferta de 181 bolsas de iniciação científica e 104 bolsas voltadas para alunos da pós-graduação, sendo 68 de mestrado e 36 de doutorado, de diferentes agências de fomento, como CNPq, Capes e Fapespa. Segundo Kelly Castro, a Ufopa também promoveu um significativo aumento do número de bolsas de produtividade para seus professores. “Até 2023 tínhamos apenas 11 bolsas de incentivo à produtividade, e hoje temos 21 bolsistas, quase que o dobro, com recursos institucionais”, explica.

Para a pró-reitora, um dos desafios é o aumento dos conceitos dos cursos na próxima avaliação da Capes. “Esse ainda é um grande desafio, porque precisamos melhorar no conceito frente à Capes. Mas acredito que com os recursos que já conseguimos vamos dar um salto muito grande para essa próxima avaliação. Estamos muito confiantes de que teremos cursos bem avaliados nessa próxima quadrienal da Capes”.

Maria Lúcia Morais – Ascom/Ufopa

 




Adolescente morre após praticar bullying e jovem reagir na saída do colégio em MG

Foto: Reprodução | Um vídeo impactante viralizou nas redes sociais mostrando uma trágica sequência de eventos na comunidade de Tejuco, em Brumadinho, Minas Gerais, no dia 31 de outubro.

As imagens registram um adolescente tentando intimidar um colega na saída da escola, mas o que parecia um caso de bullying comum rapidamente evoluiu para uma situação trágica.

No vídeo, o agressor, visivelmente mais alto, provoca e empurra o colega menor, sob os olhares de outros estudantes. No entanto, a vítima da intimidação reage, defendendo-se. Em meio à confrontação, ele bloqueia um chute e derruba o agressor ao chão.

A queda teve consequências graves: o agressor bateu a cabeça com força e entrou em convulsão, deixando todos ao redor em estado de choque. Testemunhas relataram que o adolescente foi rapidamente socorrido e levado ao Hospital João XXIII, mas não resistiu e faleceu.

O jovem, que tinha apenas 14 anos, foi velado na sexta-feira (01/11).

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O caso serve como um alerta para pais, educadores e estudantes sobre os perigos do bullying e a importância de buscar soluções pacíficas para conflitos.

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Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/14:51:26

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Vídeo: passageiro tenta abrir porta de avião durante voo de Brasília para o Panamá

Imagens mostram passageiros e tripulantes impedindo o homem de abrir a porta do avião | Foto: Reprodução / Redes sociais

Voo saiu de Brasília na madrugada desta quinta-feira (5) com destino a Cidade do Panamá; o incidente teria acontecido pouco tempo antes do pouso na capital do Panamá.

Um homem precisou ser contido por passageiros e pela tripulação de uma aeronave, que saiu de Brasília com destino ao Panamá, após tentar abrir a porta do avião durante voo. O caso aconteceu na manhã desta terça-feira (5), poucos minutos antes do pouso.

O voo era da companhia aérea Copa Airlines, que saiu do Brasil na madrugada desta quinta-feira (5). Imagens nas redes sociais mostram o homem sendo contido por passageiros e tripulantes, momentos antes do avião pousar.

Testemunhas relataram nas redes sociais que ele foi detido por militares do Panamá assim que o avião pousou. Ainda não se sabe se o homem teria tido um surto psicótico.

Conforme a companhia aérea, o caso foi registrado durante o voo CM204. “Houve uma situação durante a fase de pouso em que um passageiro indisciplinado tentou abrir uma das portas da aeronave”, disse a empresa.

“Graças ao profissionalismo da tripulação, a segurança do voo e dos passageiros foi protegida”, finalizou a Copa Airlines.

https://twitter.com/i/status/1853896551653064979

Fonte: *Com informações do Estadão e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/16:25:23

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Advogado tem escritório e casa alvejados em MT; OAB pede proteção

Após escritório, casa de advogado é alvo de tiros em MT.(Imagem: Reprodução)

OAB/MT solicitou medidas de segurança policial após violência contra o advogado Marcos Mendes.

A residência do advogado Marcos Mendes, em Lucas do Rio Verde, foi alvejada por tiros na tarde deste domingo, 3, em mais um ato de violência contra o profissional, que já havia sido alvo de outro ataque apenas um dia antes. No sábado, 2, o escritório de Mendes foi atacado por pessoa que, além de realizar disparos, pichou a residência da advogada Caroline Miranda, em uma série de atos intimidatórios contra a advocacia na região.

As autoridades policiais, ainda no sábado, prenderam o autor dos disparos, que confessou o crime. No entanto, o episódio deste domingo levou a OAB/MT a intensificar seus esforços para garantir a segurança do advogado e de sua família.

Em uma nota pública divulgada na noite de domingo, a OAB/MT, por meio de sua presidente, Gisela Cardoso, expressou repúdio pelo novo ataque a Mendes e informou que reforçou o pedido de proteção policial junto ao secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, Coronel Roveri.

Atendendo à solicitação, o secretário destacou um aumento do efetivo policial no município, com o envio da Força Tática e da Cavalaria da Polícia Militar para assegurar a proteção do advogado e sua família.

Desde o primeiro ataque, a OAB/MT, juntamente com a presidente da subseção da OAB em Lucas do Rio Verde, Danusa Oneda, disse que tem monitorado de perto a situação e mantido contato constante com as autoridades policiais e o governo estadual.

Segundo a subseção, o governador em exercício, Otaviano Pivetta, e o secretário de Segurança têm demonstrado apoio e agido com prontidão para atender às demandas de segurança feitas pela entidade.

“A OAB-MT permanece em atenção total a esse preocupante episódio de violência contra a advocacia e informa, ainda, que está em contato direto e constante com as autoridades policiais de Lucas do Rio Verde, assim como com o governador em exercício, Otaviano Pivetta, e o secretário de Segurança de MT, que têm agido com prontidão e atenção à solicitação da OAB/MT.”

Fonte: Portal Migalhas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/16:18:23

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Governo do Estado fortalece o Fundo de Compensação Ambiental com mudança em legislação

(Foto: Reprodução) – Conforme o novo regulamento, os recursos de compensação ambiental provenientes de licenciamento estadual de empreendimentos de significativo impacto serão depositados no FCA

O governador Helder Barbalho sancionou nesta segunda-feira, 4 a Lei nº 10.751, para reforçar o Fundo de Compensação Ambiental (FCA). No Pará, existe uma divisão em percentual dos recursos de compensação ambiental estadual, conforme trata a Lei nº 8.633, de 2018, sendo 80% destinados ao Fundo de Compensação Ambiental e 20% destinados ao Ideflor-Bio.

Sancionada hoje, 4, a nova lei altera a Lei Estadual nº 5.752, de 1993, que organiza a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), além de incluir dispositivos na Lei nº 8.633, de 2018, que busca fortalecer o Fundo.

Conforme o novo regulamento, os recursos de compensação ambiental provenientes de licenciamento estadual de empreendimentos de significativo impacto serão depositados no Fundo de Compensação Ambiental do Pará (FCA).

Esses recursos devem ser aplicados às unidades de conservação elegíveis, seguindo planos de aplicação submetidos à deliberação da Câmara de Compensação Ambiental (CCA), que detalham atividades, metodologia e estimativa de recursos para cada unidade beneficiada.

Além disso, a nova legislação detalha em que poderá ser executado o percentual dos 20% dos valores de compensação ambiental por empreendimento destinados ao Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (IDEFLOR-Bio), para garantir a infraestrutura necessária para a gestão e acompanhamento eficaz dos recursos aplicados nas unidades de conservação, bem como as atividades de apoio às unidades de conservação, incluindo criação, gestão, implementação, manutenção, monitoramento, fiscalização, investimento, custeio, proteção, manejo e regularização de áreas de Proteção Integral e de Uso Sustentável, exceto as Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).

“A sanção dessa lei representa um avanço significativo para o Pará, reforçando o compromisso do estado com a sustentabilidade e a proteção ambiental na Amazônia. Ao fortalecer a estrutura de alocação e uso dos recursos ambientais, a legislação busca uma gestão mais eficiente e direcionada das áreas protegidas, fundamentais para a preservação de uma das maiores reservas de biodiversidade do mundo”, afirma o governador Helder Barbalho.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Raul Protázio Romão, a nova legislação permite a ampliação do impacto das ações de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável do estado.

“Com a destinação dos recursos advindos de empreendimentos de impacto, asseguramos que cada centavo investido possa efetivamente contribuir para a preservação da biodiversidade e dos serviços ambientais que essas áreas oferecem, beneficiando tanto o meio ambiente quanto as comunidades locais. Além disso, a clareza na aplicação dos recursos, tanto para o FCA quanto para o Ideflor-Bio, garantirá uma gestão mais transparente e eficiente. Esse é um passo concreto na direção de uma Amazônia sustentável e protege o patrimônio natural para as gerações futuras”.

Fonte: Antônio Darwich – Ascom Semas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/16:43:28

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PF faz operação contra grupo de matadores de animais em reserva nacional

Armas foram apreendidas com os investigados Armas foram apreendidas com os investigados • Divulgação/PF

Caçadores atiravam em macacos, veados, aves, tatus e cutias e utilizavam armadilhas, cães de caça e GPS em caça clandestina

Na manhã desta terça-feira (5), a Polícia Federal e a Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina deflagraram uma operação para desarticular uma rede de caçadores que atua no interior do Parque Nacional da Serra do Itajaí (Parna Itajaí), em Santa Catarina, uma unidade de conservação de proteção integral da União, inserida no bioma Mata Atlântica.

Na ação, são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nas casas dos investigados nas cidades catarinenses de Blumenau, Guabiruba, Indaial e Rio dos Cedros.

A reserva ambiental abrange nove municípios do estado: Apiúna, Ascurra, Blumenau, Botuverá, Gaspar, Guabiruba, Indaial, Presidente Nereu e Vidal Ramos.

As investigações iniciadas em novembro de 2023, inicialmente pela Polícia Militar Ambiental, identificaram a ação reiterada de diversos indivíduos praticando a caça ilegal no parque federal.

Segundo a PF, foram identificados grupos criminosos que praticavam o crime em diferentes horários do dia e abatiam diversos animais silvestres, como veados, quatis, catetos, pacas, cutias, aves, tatus e macacos.

A polícia ainda descobriu que os caçadores utilizavam armadilhas, cães de caça, GPS e outras tecnologias para a prática da caça clandestina.

O grupo criminoso também possuía membros que atuavam como “olheiros”, que avisavam os caçadores ao detectar a presença dos órgãos de fiscalização.

Não há mandados de prisão na operação, mas a expectativa dos agentes é apreender armas. Caso alguma delas não tenha registro, o dono será preso em flagrante.

Os envolvidos responderão por crimes contra o meio ambiente, porte e posse ilegal de arma de fogo e envolvimento em organização criminosa voltada à prática ilegal de caça.

 

Fonte: Elijonas Maiada CNN , em Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/16:36:17

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Funcionária é suspeita de desviar quase R$ 4,4 milhões de garimpeiro

Funcionária é suspeita de desviar quase R$ 4,4 milhões de cooperativa de garimpo em Rondônia (Foto:Ilustrativa/Reprodução)
Investigações apontam que transações eram realizadas para benefício próprio e de terceiros. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em razão de crimes de furto qualificado e lavagem de dinheiro.

Uma funcionária é suspeita de desviar cerca de R$ 4,4 milhões de uma cooperativa de garimpo em Rondônia. De acordo com a Polícia Civil, as transações era feitas há mais de dois anos para benefício próprio e de terceiros.

A operação que apura os crimes de furto qualificado mediante fraude, abuso de confiança, lavagem de dinheiro e associação criminosa, leva o nome ‘LÁDON’ e foi deflagrada nesta segunda-feira (4) pela Delegacia Especializada em Repressão às Fraudes (Defraude).

A Polícia Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, ordens judiciais de bloqueio de valores e de indisponibilidade de bens móveis e imóveis. Além de apreensões de documentos e uma quantia de dinheiro em espécie.

Fonte:G1RO  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/11:41:43

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Bruno Henrique, do Flamengo, é investigado por manipulação e pode ser banido do futebol para sempre

(Foto: arena) – Bruno Henrique, do Flamengo, é investigado por manipulação e pode ser banido do futebol para sempre.

Atacante pode sofrer uma grave punição se for considerado culpado e a situação é muito grave

Foco total

O Flamengo tem um jogo importante no Campeonato Brasileiro, que é contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira (5), no Mineirão. Provavelmente Filipe Luís colocará a equipe toda reserva visando a grande final do dia 10, da Copa do Brasil.

Charly Alcaraz vem ganhando minutos importantes nas últimas partidas e começará entre os titulares diante da Raposa. O argentino está tendo mais confiança em campo e parece ter entendido como funciona o futebol brasileiro.

BH é investigado por manipulação

Filipe Luís tem agradado bastante os torcedores e os atuais dirigentes do Clube. Sua postura em campo, mesmo sendo um profissional jovem e iniciante, também chama atenção positivamente.

Em outra ponta, Bruno Henrique pode acabar sendo banido do futebol brasileiro por manipulação de uma partida de futebol. A CNN apurou que o camisa 27 do CRF está sendo investigado em uma operação nesta terça-feira (5).

Pode ser banido para sempre do futebol

Ainda de acordo com a reportagem, há provas de que BH agiu deliberadamente para receber um cartão (não especificou se foi amarelo ou vermelho) na partida contra o Santos, no dia 3 de novembro do ano passado, no intuito de ajudar alguns familiares.

A apuração da CNN destaca que esses parentes do Bruno Henrique já sabiam antecipadamente que ele iria ‘ajudar’ nessa aposta. Houve um volume incomum de apostas no dia nesse sentido e BH pode responder por crime e ainda ser banido do futebol para sempre.

Veja o pronunciamento do Flamengo na íntegra sobre o caso Bruno Henrique

“O Clube de Regatas do Flamengo tomou conhecimento, nesta data, da existência de uma investigação, ainda em curso, versando sobre eventual prática de manipulação de resultados e apostas esportivas. O Clube ainda não teve acesso aos autos do inquérito, uma vez que o caso corre em segredo de justiça, mas é importante registrar que, ao mesmo tempo em que apoiará as autoridades, dará total suporte ao atleta Bruno Henrique, que desfruta da nossa confiança e, como qualquer pessoa, goza de presunção de inocência. O Flamengo esclarece, por fim, que houve uma investigação no âmbito desportivo, perante o STJD, a qual já foi arquivada, mas não tem como afirmar que se trata do mesmo caso e aguardará o desenrolar da investigação. O atleta segue exercendo suas atividades profissionais normalmente. Treina e viaja com a delegação nesta terça-feira, para Belo Horizonte.”

 

Fonte: História de Romário Júnior e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/15:29:12

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Ministro Flávio Dino cobra explicações dos estados sobre 20 municípios concentrarem 85% dos focos de calor do país

(Foto:Reprodução) – Dino cobra explicações dos estados sobre 20 municípios concentrarem 85% dos focos de calor do país

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quarta-feira (18) que os estados devem apresentar, em um prazo de 30 dias, diagnóstico para as razões de concentração de 85% dos focos de calor em apenas 20 municípios brasileiros.
Focos de calor são áreas identificadas por satélite onde a temperatura na superfície do solo é superior a 47º graus e que podem representar a ocorrência de incêndios ou queimadas sobre a vegetação.

Leia Também:Polícia Federal cumpre mandados contra grupo que provocou queimadas em Novo Progresso(PÁ) e no Apui (AM)

Os estados terão que informar se há focos de incêndio sem combate em seus territórios. Para essa providência, o magistrado definiu um prazo de cinco dias.

Dino é relator no STF de ação que discute a política pública ambiental do país e no âmbito da qual ele tem tomado uma série de decisões, como a que autorizou a abertura de crédito extraordinário fora da meta fiscal para custear ações de combate aos incêndios.

Nesta quarta-feira (19), houve uma audiência para avaliar as ações que vêm sendo tomadas pelos governos federal e estaduais para o enfrentamento da crise ambiental.

As 20 localidades constam de documento enviado ao STF pela AGU (Advocacia-Geral da União). São elas: Feijó, no Acre; Apuí, Novo Aripuanã, Manicoré, Lábrea, Humaitá e Boca do Acre, no Amazonas; Altamira, Jacareacanga, Itaituba, São Félix do Xingu, Novo Progressoe Ourilândia do Norte, no Pará; Aripuanã, Colniza e Nova Maringá, no Mato Grosso; Nova Mamoré, Candeias do Jamari e Porto Velho, em Rondônia; e Carcaral, em Roraima.

Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/11/2024/11:41:43

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