Sétimo suspeito de assalto a circo paraense é preso no Maranhão
Foto: Reprodução | O ataque aconteceu na noite do último dia 23 de novembro, cerca de 40 minutos após o encerramento da última apresentação do circo, por volta das 23h.
A Polícia Civil do Maranhão prendeu, nesta segunda-feira (2), o sétimo suspeito de envolvimento no assalto a um circo paraense em turnê pelo interior do estado maranhense. O homem, apontado como o segundo na hierarquia do grupo criminoso, foi encontrado em uma residência na cidade de Central, localizada na Baixada Maranhense, onde o crime ocorreu.
Até o momento, a operação resultou na prisão de quatro adultos e na apreensão de três adolescentes. Um oitavo suspeito ainda está sendo procurado pelas autoridades, informou a Polícia Civil. No último sábado (30), um dos envolvidos se apresentou espontaneamente à delegacia de Cururupu, após negociação com a polícia.
Apreensão de adolescentes
Na sexta-feira (29), um adolescente de 17 anos foi detido na zona rural de Guimarães. Ele é suspeito de ser o autor do abuso contra uma artista circense durante o assalto. Segundo a polícia, o jovem foi levado de helicóptero para São Luís, onde prestou depoimento.
As investigações revelaram que o adolescente teria conduzido a vítima a um trailer, onde ocorreu o abuso, com a cobertura de outro jovem armado. Durante o ato, o cúmplice realizou disparos para o alto, aterrorizando ainda mais o local. Ambos os adolescentes estão sob custódia, informou a Polícia Civil do Maranhão.
O crime
O ataque aconteceu na noite do último dia 23 de novembro, cerca de 40 minutos após o encerramento da última apresentação do circo, por volta das 23h. A vítima foi abordada na frente de sua filha e levada para um local isolado.
Após o ocorrido, a artista circense recebeu atendimento médico em Pinheiro, onde iniciou tratamento preventivo contra infecções sexualmente transmissíveis e começou a ser acompanhada por uma equipe de apoio psicológico.
O circo, originário de Mãr do Rio, no Pará, estava realizando apresentações em várias cidades do interior do Maranhão. O episódio gerou comoção nacional pedindo por justiça, com a vítima se expondo em suas redes sociais ao relatar os abusos que sofreu.
Fonte: O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/08:17:01
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Homem é preso em SC suspeito de homicídio, roubo e corrupção de adolescentes no Pará
Foto: Reprodução | A prisão foi realizada na segunda feira (2), por meio do Serviço de Polícia Interestadual (Polinter).
A Polícia Civil do Pará prendeu um homem suspeito pelos crimes de homicídio qualificado, roubo majorado e corrupção de adolescentes.
A prisão foi realizada na segunda feira (2), por meio do Serviço de Polícia Interestadual (Polinter).
A ação iniciou após a Polinter realizar um trabalho investigativo de levantar informações sobre um homem que estava utilizando documentação falsa e trabalhando em uma empresa de limpeza urbana, na cidade de Florianópolis.
A polícia identificou que o suspeito utilizava o documento de RG do primo dele, por meio de uma fotografia sobreposta no documento.
Após investigações, os agentes descobriram que havia três mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça do Pará contra o suspeito.
O primeiro mandado era de prisão preventiva por homicídio qualificado, expedido pela Vara do Tribunal do Júri de Belém.
O segundo mandado era de sentença condenatória de 6 anos de reclusão por roubo majorado e corrupção de menores, expedido pela 2ª Vara de Crimes Contra Criança e Adolescente da Comarca da Capital. E o terceiro mandado também pela prática de roubo majorado, expedido pela Vara Criminal de Belém.
O suspeito que foi preso em flagrante também vai responder pelo crime de falsidade ideológica na região de Joinville. Ele foi conduzido até a delegacia de Polícia Civil para procedimentos necessários.
Fonte: PC/PAe Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/08:14:22
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Mulher invade distribuidora de bebidas com carro após discutir com funcionária; vídeo
Foto: Reprodução | Imagens de câmeras de monitoramento mostram o momento em que a mulher invade o estabelecimento localizado em Palmas, no Tocantins.
Uma mulher de 21 anos invadiu uma distribuidora de bebidas com seu veículo, após se envolver em uma discussão com uma das funcionárias do local. O caso ocorreu na manhã do último domingo (1), em Palmas (TO). Duas pessoas ficaram feridas.
Conforme apurado pela CNN, a suspeita chegou ao estabelecimento por volta das 6h. Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO), ela teve um desentendimento com uma funcionária da loja e a agrediu.
Pessoas que estavam no local separaram a briga. Em seguida, a mulher foi até o seu carro e, ao tentar manobrá-lo, atingiu uma pessoa e colidiu contra outro veículo.
Em sequência, ela ingressou com seu veículo em alta velocidade dentro da distribuidora de bebidas, com o intuito de atingir a funcionária com quem havia tido um desentendimento.
Imagens de câmeras de segurança que circulam nas redes sociais mostram o momento da invasão. Assista:
https://twitter.com/i/status/1864278982448881842
Ainda de acordo com a SSP-TO, além da funcionária, outro rapaz que também trabalha no local foi atingido. Os dois tiveram ferimentos leves.
A suspeita foi levada à 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil. Ela foi autuada por danos materiais, lesão corporal, injúria e duas tentativas de homicídio, sendo uma por dolo direto e outra por dolo eventual.
Devido às penas somadas, não foi possível arbitrar fiança. Diante disso, após prestar depoimento, a mulher foi levada para uma unidade penal feminina.
O caso será encaminhado para a 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP – Palmas) que dará continuidade à investigação.
Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/07:53:10
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Bolão de Araras (SP) leva prêmio de R$ 74,7 milhões da Mega-Sena
Um bolão feito em uma lotérica do município de Araras (SP) levou R$ 74.745.172,19 na Mega-Sena. Os números do concurso 2.803, sorteados nesta terça-feira (3), foram: 01 – 20 – 32 – 43 – 57 – 59.
A aposta foi feita por meio físico na Lotérica Ararense. O prêmio será dividido em três cotas do bolão.
A quina teve 40 apostadores, que vão receber o prêmio individual de R$ 100.231,07. A quadra teve 4.013 ganhadores e pagará a cada um R$ 1.427,23.
O próximo sorteio da Mega-Sena será na quinta-feira (5), com prêmio estimado em R$ 3,5 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. Para fazer a aposta pela internet, é necessário fazer um cadastro, ter mais de 18 anos e preencher o número do cartão de crédito.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.
Fonte: Agência Brasile Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/07:50:53
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Faccionadas presas no RJ praticavam extorsões contra empresários do PA
Foto: Reprodução | Operação Torniquete, realizada nesta terça-feira, 3, pela PCPA e PCRJ, localizou suspeitas no complexo da Penha, no Rio de Janeiro.
Duas mulheres suspeitas de integrarem uma organização criminosa que atua no Pará foram presas no complexo da Penha, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (3) durante a operação Torniquete, da Polícia Civil do Pará.
Segundo a Polícia Civil, as duas mulheres, que não tiveram as identidades divulgadas, são suspeitas de integrar uma facção criminosa e de praticar extorsões contra comerciantes e empresários do Pará.
Uma das faccionadas está condenada há 12 anos de prisão por crime organizado e estava foragida do sistema penal do Pará, informou a polícia. Ela também atuava como responsável pelas transações financeiras do grupo criminoso, inclusive de valores obtidos por meio de extorsões de empresários e comerciantes do Pará.
A segunda mulher, de 20 anos, é integrante do mesmo grupo criminoso e responsável, juntamente com o marido, que está foragido, por praticar extorsões contra empresários e comerciantes dos bairro da Pratinha, Tenoné e Tapanã, em Belém. A prática do crime era feita à distância, via telefone.
Durante as prisões, a polícia também apreendeu uma estufa caseira para plantio de maconha na casa de um chefe do crime que atuaria no Pará. O suspeito não estava no local no momento da apreensão.
O delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende, informou que o trabalho de investigação segue sendo realizado continuamente, e o estado empenhado para localizar membros de facções criminosas que estão em outros estados.
“Isso demonstra que estamos atentos a tudo o que tem ocorrido e trabalhando para que o crime seja combatido de onde quer que ele esteja sendo praticado. Portanto, nós vamos seguir atuando muito fortemente para que outros membros de facções criminosas sejam presos e o crime organizado, cada vez mais, desarticulado”, afirmou Walter Resende.
Balanço da operação Torniquete
Dez pessoas foram presas em toda a ação integrada;
um call center do crime e dois locais de refino de droga foram estourados;
uma loja de receptador ligado a liderança do tráfico foi localizada;
foram apreendidos mais de uma tonelada de drogas, carga roubada, peças de fuzis;
desmontados, carregadores, roupas táticas, celulares e anotações do tráfico;
15 veículos produtos de crimes também foram recuperados.
Desde o primeiro semestre de 2024, equipes das agências de inteligência do Pará trabalham nas investigações sobre as ações criminosas. Os agentes, solicitaram a integração de uma ação junto a PCRJ para localizar alvos que estão escondidos no estado. O objetivo é localizar faccionados, como as duas mulheres presas e ainda, atentados e homicídios contra agentes de segurança pública no Pará. (Com g1)
Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/07:29:58
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
POLÍCIA FEDERAL: VEJA O DIA QUE BOLSONARO DECRETARIA O GOLPE
(Foto: Reprodução) – A investigação da Polícia Federal (PF) que narra a tentativa de golpe de Estado supostamente planejada para manter Jair Bolsonaro (PL) no poder aponta que desde 2019 houve uma estrutura sendo construída para embasar o plano.
Entre as estratégias, segundo a PF, estão as acusações, sem provas, sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas brasileiras.
O ápice da trama, no entanto, ocorreu cerca de três anos depois, em 15 de dezembro de 2022, quando o grupo chegou a sair para a rua em uma operação clandestina para matar ou sequestrar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A data é citada 90 vezes no relatório final da investigação e nomeia seis capítulos do documento, entre os quais um explicando a dinâmica dos fatos ocorridos no dia e outro expondo as razões para que o golpe de Estado não tenha sido consumado.
Naquela quinta-feira, Moraes autorizou a maior operação já lançada até então na investigação sobre os atos antidemocráticos – bloqueios de rodovias e atos em frente a quartéis – após o resultado eleitoral, no qual Bolsonaro saiu derrotado das urnas. O dia começou com 103 mandados de busca e apreensão em oito Estados e no Distrito Federal. A PF estava atrás de empresários e outros suspeitos de organizarem e financiarem as manifestações golpistas, e os acampamentos em frente aos quartéis, que tinham o intuito de criar uma espécie de “comoção pública” pelo golpe, ficaram ameaçados.
Fonte: Redação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/12/2024/16:45:34
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Aviões se chocam enquanto taxiavam em Aeroporto de Congonhas; veja momento
(Foto: Reprodução) – Piloto chegou a informar passageiros sobre a batida; um dos aviões, da Latam, iria de São Paulo para Brasília e ninguém se feriu
Dois aviões se chocaram enquanto se deslocavam na pista do Aeroporto de Congonhas, na manhã desta terça-feira (3) e um dos aviões, da Latam, iria de São Paulo para Brasília.
Vídeos obtidos pela reportagem mostram o momento em que o comandante do voo Latam 3004 informa aos passageiros sobre o choque com outra aeronave. Ninguém se feriu durante a batida.
Em outra gravação, é possível ver o exato momento em que as aeronaves se chocam.
“Infelizmente durante o nosso táxi, a princípio houve uma colisão com outra aeronave que estava iniciando o push back para a partida. Informo que, devido à nossa segurança, teremos que retornar na posição para o check da aeronave, agradeço colaboração de todos. Esta aeronave, devido ao ocorrido, não em condições de prosseguir o voo, mas como a empresa informou, já tem outra aeronave disponível para prosseguir o voo e só estão aguardando posicionamento dessa aeronave para efetuar o embarque para essa aeronave. Agradeço a todos a compreensão”, disse o piloto aos passageiros.
Por meio de nota, a Latam disse que a batida não deixou nenhum dos passageiros e tripulantes de ambos os aviões feridos que foram desembarcados normalmente e em total segurança. As aeronaves foram encaminhadas para inspeções de manutenção e todos os clientes serão reacomodados em outros voos da companhia. A LATAM colabora com as investigações do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) para o esclarecimento do evento.
A LATAM lamenta os transtornos e ressalta que adota todas as medidas técnicas e operacionais para garantir uma viagem segura para todos.
Fonte: Talyssa Lima Itatiaia – Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/12/2024/15:09:14
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Carreta descontrolada atinge oito veículos e causa grande destruição
Foto: Reprodução | Vídeo mostra enorme estrago e veículos com perda total, em cidade do interior do Rio de Janeiro. Veja as imagens de vídeo e fotos chocantes
Na tarde desta segunda-feira, 2 de dezembro, um grave acidente envolvendo uma carreta desgovernada chocou moradores e motoristas na localidade de Bonsucesso, no Terceiro Distrito de Teresópolis. Por volta das 17h, o veículo, que seguia em direção ao Centro, perdeu os freios e provocou um cenário de destruição ao invadir a calçada e o pátio de uma agência de automóveis.
O impacto e os danos
O acidente atingiu pelo menos oito veículos, que ficaram amontoados. Alguns automóveis aparentam ter sofrido perda total devido à força do impacto. De acordo com relatos de testemunhas, a carreta percorreu um trajeto descontrolado antes de atingir os veículos estacionados, assustando pedestres e moradores da região.
O motorista da carreta ficou preso às ferragens e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros, que possui um destacamento próximo ao local. Ele foi encaminhado para o Hospital das Clínicas Constantino Ottaviano (HCTCO), em estado ainda não divulgado.
Atendimento às vítimas e trânsito na região
Testemunhas relataram que há outras pessoas feridas, embora os números oficiais ainda não tenham sido confirmados. O Corpo de Bombeiros e equipes médicas continuam prestando socorro no local. A Avenida Brasil, uma das principais vias de ligação da região, registra lentidão no sentido Centro devido ao engavetamento envolvendo cinco veículos, incluindo dois caminhões.
Causas do acidente
Embora ainda não haja um laudo oficial, a suspeita inicial é de falha nos freios da carreta. Autoridades de trânsito investigam as circunstâncias do acidente e se o veículo estava em condições regulares de manutenção.
Consequências e alertas
Esse acidente ressalta a necessidade de fiscalização rigorosa em veículos de grande porte e o impacto que falhas mecânicas podem ter em áreas urbanas. O tráfego na região deve permanecer comprometido enquanto os trabalhos de remoção e perícia forem realizados.
Em breve, o EcoSerrano trará mais atualizações sobre esse grave acidente, incluindo informações sobre o estado de saúde das vítimas e os desdobramentos das investigações.
Fonte: Eco Serrano e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/12/2024/13:42:14
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Aeronaves se chocam no Aeroporto de Congonhas durante taxiamento
(Foto: Reprodução/Redes Sociais) – Duas aeronaves da companhia Latam colidiram na pista do Aeroporto de Congonhas, na manhã desta terça-feira (3) pela manhã.
Ambas estavam fazendo taxiamento, termo usado para designar o deslocamento para estacionar, pousar ou decolar.
Em nota, a Latam informou que nem tripulantes, nem passageiros ficaram expostos a riscos ou ficaram feridos, desembarcando “normalmente e em total segurança”. A companhia afirmou que as aeronaves que se chocaram foram encaminhadas a inspeções e que os clientes a bordo de seu voo foram acomodados em outros.
“A Latam colabora com as investigações do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) para o esclarecimento do evento”, escreveu.
“Latam lamenta os transtornos e ressalta que adota todas as medidas técnicas e operacionais para garantir uma viagem segura para todos”, acrescentou.
A Agência Brasil procurou a empresa que administra o aeroporto, a Aena Brasil, para obter mais detalhes sobre o acidente e aguarda retorno.
Fonte: Portal do Holanda – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/12/2024/14:36:38
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
“Nunca houve um caso sequer adverso de transgênicos”, diz presidente da CTNBio
(Foto: Christian Rizzi / Arquivo Gazeta do Povo) – Lavoura de milho transgênico no entorno do Parque Nacional do Iguaçu.
Ao longo dos últimos 30 anos, o processo científico de avaliação de cultivares transgênicas no Brasil nunca encontrou um caso sequer de efeito nocivo ao meio ambiente ou à saúde de pessoas e animais.
“Falavam muito mal, que a planta transgênica causava câncer, causava leucemia, que o milho tinha o vírus do HIV, que iriam surgir pragas transgênicas”, recorda Leandro Astarita, biólogo que preside a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Tantos anos de exames e pesquisas, analisando profundamente as plantas transgênicas e suas interações ambientais, “de baixo para cima e de cima para baixo”, enfatiza Astarita, resultaram num cenário atual de risco desprezível, próximo de zero.
“Todas as plantas aprovadas comercialmente no país passam por um critério de avaliação científico rigoroso. Elas não causam nem um dano ao ser humano e aos animais, muito menos ao meio ambiente. Nunca ocorreu um caso que chamasse a atenção. Porque no momento que ocorresse, a gente saberia rapidamente, seria notícia não nacional, mas internacional, por que seria o primeiro caso no mundo”, argumenta Astarita.
Proibição de índios cultivarem transgênicos não faz sentido
E faz algum sentido que os índios brasileiros continuem proibidos de cultivar transgênicos em suas terras, conforme legislação do primeiro governo Lula, ainda hoje em vigor?
Sem entrar no mérito político da decisão, apenas científico, o biólogo é assertivo: “O que nós avaliamos para o ser humano e o meio ambiente, vale para a terra indígena e para a não indígena. Não faz diferença para a planta. Ela vai interagir da mesma forma com o meio ambiente, com ou sem índio. A gente sabe que é inócuo, ou seja, não tem efeito no ser humano. E os índios, então, entram dentro dessa biossegurança, já que as respostas dos índios são iguais às de qualquer outro ser humano”.
Leia abaixo trechos da entrevista concedida por Leandro Astarita à Gazeta do Povo, condensados para melhor entendimento.
Leandro Astarita, ao centro, é presidente da CTNBio| Foto: Laura Baggi / Divulgação MCTI
O que a gente sabe hoje sobre os transgênicos que talvez não soubéssemos há dez ou vinte anos atrás?
Muita coisa mudou. Quando a gente olha pra trás, vê a década de 90, havia incerteza e desconhecimento, principalmente por parte da população. Tivemos vários avanços em termos tecnológicos. Após o sequenciamento genético de centenas de espécies, a gente conhece os genes, entendemos as interações que ocorrem entre os genes.
Sempre nos balizamos por princípios técnicos científicos acertados na avaliação de risco dessas plantas. Nós e o mundo todo. E o Brasil sempre esteve alinhado com as principais agências de risco, inclusive várias vezes fomos mais rigorosos do que outras agências. Tudo o que aprovamos até hoje, em termos de plantas geneticamente modificadas, só reforça a ideia que foram utilizados critérios seguros. Nos últimos trinta anos, até hoje nunca tivemos um caso sequer de problema diverso, algum comportamento inesperado de planta aprovada comercialmente.
Plantas transgênicas não são fecundáveis com plantas nativas
Se a gente voltar aos argumentos daquela época, temia-se a disseminação de transgenes, de uma planta para outra. O que se observou em relação a isso?
Se a gente observar a questão de avaliação de risco, um dos pontos sempre foi a possibilidade dessa planta transgênica transferir seus genes para outras plantas nativas. É um ponto que sempre nos preocupou e que demandamos bastante das empresas ou universidades sobre seus produtos. A gente observa que, de tudo que já foi aprovado comercialmente, não há nenhum impacto em termos de biodiversidade. Por quê? Porque são plantas que, em grande parte, não cruzam, não são fecundáveis pelas plantas que nós cultivamos.
As plantas que cultivamos são plantas exóticas aqui no Brasil, foram trazidas da Europa ou da Ásia pra cá. Elas têm incompatibilidade sexual, não cruzam com outras plantas nativas. Uma planta transgênica, soja, milho, algodão ou feijão, não tem capacidade de se transformar em uma praga que vai invadir o ambiente natural. Em relação à transferência de genes, a avaliação de risco é caso a caso.
Cada planta que vamos avaliar, consideramos a existência de algum parente silvestre aqui no Brasil. E a gente vai atrás pra ver a probabilidade de ocorrer a fecundação com esse parente silvestre. E mesmo sendo baixa a probabilidade de ocorrer a fecundação, ocorrendo essa fecundação, qual é o impacto da presença daquele gene em uma planta silvestre?
Transferência de genes é rara e inócua, diz Astarita
Considerando que boa parte dos transgênicos da agricultura se baseia em resistência a herbicida, essa resistência sendo expressa numa planta nativa que não está sujeita a herbicida, não tem utilidade nenhuma. Ao longo desses 25 anos ficou comprovado que realmente nós não criamos, não dispersamos nada para o ambiente silvestre. Pode ser que tenha ocorrido, talvez, no caso do milho. Principalmente quando se pensa num milho crioulo, porque afinal o milho crioulo e o cultivado são muito parecidos. Um foi melhorado e o outro parou o programa de melhoramento.
Mesmo nesses casos, a gente não vê um prejuízo da presença daquele gene, porque ele só tem utilidade para a planta quando existe, por exemplo, uma pressão de seleção. Então, a gente observa que não teve nenhum impacto ambiental das plantas transgênicas. Elas dificilmente transferem genes pra plantas silvestres, e mesmo na hipótese disso ocorrer, não há nenhum ganho pra planta silvestre. Ou seja, não há ganho algum em termos de adaptação, ela continua a mesma planta, no mesmo lugar. Assim como ela naturalmente recebe genes de outras plantas silvestres que são parentes dela, e isso não causa efeito nenhum.
Impacto em organismos não-alvo seria desprezível
E quanto aos supostos impactos negativos em organismos não-alvo? Mariposas, abelhas e insetos. Há uma preocupação em relação a isso?
Esse ponto é um ponto relativamente pacificado, porque nós já conhecemos as proteínas, já conhecemos a toxidade e os testes para humanos e animais. Quando a gente fala em meio ambiente, sempre vem a grande pergunta: já foram feitos todos os testes, com todos os organismos que vão interagir com aquela planta geneticamente notificada? A resposta é não. Não só aqui como em nenhum lugar do mundo a gente conseguiria prever todas as possíveis interações de um organismo e do meio ambiente. Por exemplo, se uma lagarta ou aranha interagir com aquela planta, o que iria acontecer especificamente? É muito difícil, porque a quantidade de animais que interagem com as plantas é muito grande. A gente não consegue testar um por um. Então a gente se baseia em cima do quê?
Quais são os organismos não alvos que estão presentes ali naquela planta? Insetos que ocorrem ali e as bactérias do solo. Entendendo a proteína transgênica, onde ela interage? Sabemos que ela interage com um determinado organismo alvo. É uma lagarta que vai comer a planta de milho e vai morrer, perfeito. Mas o pássaro que come a lagarta, ele tem algum dano ou não tem?
Não, não tem absolutamente nada. Ah, mas vocês testaram com um pássaro, e existem centenas de espécies de pássaros. Esse é o ponto. A gente testou com o pássaro que comeu a lagarta, entendemos e sabemos com segurança que probabilidade de ocorrer algo é muito baixa. Trabalhamos com as possibilidades de testar as hipóteses de risco. Existe hipótese de risco? Existe. Ela pode ser desprezível? Sim, é desprezível. Então, a gente vai focar em hipóteses de risco que têm uma probabilidade maior. E essa probabilidade maior é que a gente acaba focando e estudando.
Tamanduá que come formiga que comeu folha de planta transgênica
Alguém pode perguntar se existe uma probabilidade de risco, por exemplo, de um tamanduá ingerir uma formiga que está numa planta transgênica. Qual a probabilidade de risco para o tamanduá? É desprezível, porque a gente já testou em outros níveis, e a gente viu que não tem isso aí. Então, a gente descarta as hipóteses absurdas de risco.
Dentro dessa ótica de testar no meio ambiente, a gente foca, por exemplo, na quantidade de animais invertebrados. São animais de solo, como aranha, tatuzinho bola e bactérias de solo. Avaliamos os dados. Qual é a diversidade de animais que ocorrem nesse local? É a mesma quantidade e diversidade de animais que está ocorrendo em outro local, onde não está se plantando planta transgênica. Até hoje sempre foi igual, não tem diferença.
Então, a partir desses estudos, e mais os estudos de toxidade, expressão de proteína, alergenicidade, de impactos que possam haver, a gente tem uma segurança muito grande. Nunca a gente pode dizer zero. Porque a probabilidade nunca é zero, mas é muito próxima de zero. E até hoje se comprovou que realmente é desprezível, porque nunca ocorreu um caso que chamasse a atenção. Porque no momento que ocorrer um caso de algum impacto de uma planta transgênica diretamente sobre outras plantas que ocorrem no ambiente, a gente saberia rapidamente, seria notícia não nacional, mas internacional, por que seria o primeiro no mundo.
Em relação ao método de sempre aprovar com máximo de precaução, isso continua. Mas ao longo dessas décadas de estudo, e de evidências que foram surgindo sobre preocupações e hipóteses, dá para entender que o próprio mecanismo de transgenia, de fazer esse transplante de genes entre plantas, ele não é uma ameaça.
Medo de “monstrengos” transgênicos ficou para trás, nos anos 90
Dá para entender então que, pelo conhecimento que se tem nessas décadas de estudo, que o mecanismo de transgenia não é uma ameaça de criação de monstrengos ou de seres vivos que sejam daninhos, perniciosos para outras plantas de ocorrência natural?
Exato. Essa visão era lá da década de 90, né? Entre 95 e 2010, se pregava muita essa ótica. Ah, porque não sabemos o que vai acontecer. Não. Nós temos as nossas hipóteses de risco, a gente testa elas e vê que realmente não tem efeito.
Então, a segurança é bastante grande, em termos de impacto na vida silvestre de plantas transgênicas. Não é a planta transgênica que causa impacto, e sim, outros fatores, como desmatamento e mudanças climáticas. Eles causam muito mais dano do que a coitada da planta transgênica que a gente analisa profundamente, de baixo para cima, de cima para baixo, e suas interações ambientais. Não se comprovou, não se comprova e dificilmente se vai encontrar algum problema nas plantas transgênicas aprovadas comercialmente. Tudo o que passa pelo crivo comercial é seguro e não causa dano ao meio ambiente.
Sem entrar no mérito político e ideológico dessa questão, mas existe uma lei que proíbe o cultivo de transgênicos para agricultores indígenas, supostamente por eles estarem mais próximos da floresta. Isso faz sentido para proteger a biodiversidade?
Com índios ou não-índios, não há malefícios
Esse que é o ponto. Todas as plantas aprovadas comercialmente no país, elas passam por um critério de avaliação científico rigoroso. Elas não causam nem um dano ao ser humano e aos animais, muito menos ao meio ambiente. O meio ambiente continua o mesmo, com índio ou sem índio. Então, não faz diferença pra planta. Ela vai interagir da mesma forma com o ambiente, com índio ou sem índio. E a gente valida essa inocuidade, essa ausência de impacto no meio ambiente e na diversidade biológica.
Eu não saberia dizer por que especificamente, na época, incluíram terras indígenas na proibição de transgênicos. Havendo na beira de uma floresta uma lavoura de soja ou de milho, é o mesmo impacto com ou sem a comunidade indígena.
E essa é nossa preocupação. É com o meio ambiente. A gente sabe que é inócuo. Ou seja, não tem efeito em ser humano. Os índios então, entram dentro dessa biossegurança, já que as respostas dos índios são iguais às de qualquer outro ser humano. Plantas transgênicas não causam dano à pessoa índia, e a gente sabe que também não causa dano ao meio ambiente.
Em 2007 (ano de aprovação da lei), nós tínhamos uma desconfiança maior na transgenia, apesar de cientificamente sabermos da segurança. De uma forma geral, para a população era tudo muito novo, se desconfiava, se falava muito mal, que planta transgênica causava câncer, causava leucemia, que o milho tinha o vírus do HIV. Falavam que iam surgir pragas transgênicas. Acho que dentro dessa precaução, que existia na época, se resolveu dar algum nível de proteção para uma comunidade tradicional.
Mas em termo de biossegurança, o que nós avaliamos para ser humano e para o meio ambiente, vale pra terra indígena e pra terra que não é indígena.
Insulina transgênica salvou milhões de vidas
A produção de insulina transgênica é um bom exemplo para desmistificar o assunto?
Lembro que na época, década de 2000, eu sempre usava o exemplo da insulina. Se a gente não tivesse feito uma transformação genética que expressasse o gene da insulina humana, provavelmente teríamos uma quantidade gigantesca de pessoas diabéticas que não conseguiriam viver. Já estariam mortas e condenadas. Nas décadas de 70 e 80, o diabetes era quase uma condenação à morte. E graças à tecnologia, quando a gente observa as vacinas da SARS-CoV-2, da Covid-19, também graças à tecnologia moderna, à biologia moderna, a gente conseguiu resolver o problema.
Eu vejo que é uma ferramenta. E talvez a grande crítica é que os primeiros produtos eram baseados muitos em temos de herbicidas. E daí sempre se relacionou a multinacionais, herbicidas, agrotóxicos, transgenia. Mas na verdade a gente tem plantas resistentes a estresse hídrico. Isso é maravilhoso, você consegue ter menos impacto de variação de clima. Consegue ter plantas com uma estatura um pouco menor, que evitam o acabamento, o vento que vai dobrar a planta na lavoura. Plantas que resistem a vírus, fungos, isso é ótimo. Naturalmente, ou seja, a partir da biotecnologia, essas plantas agora são resistentes a doenças. Menos perdas, menos uso de fungicidas, menos uso de inseticidas.
A grande questão é tentar desvincular essa imagem que se tem de plantas transgênicas, que se fez lá na década de 90, no início da década de 2000, relacionada a agrotóxicos e multinacionais. É uma ferramenta que é muito mais que isso. Na hora que se fala de mudanças climáticas, é uma baita ferramenta para conseguir manter produtividade e alimentar as pessoas, sem ter grandes perdas na agricultura.
Fonte: Marcos Tosi – Gazeta do Povo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/12/2024/14:26:40
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com