Pix já é a forma de pagamento mais usada no Brasil

(Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil) – Modalidade superou as transações com dinheiro em espécie

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O Pix, serviço de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), já é a forma de pagamento mais utilizada pelos brasileiros. Após quatro anos do seu lançamento, a modalidade superou as transações com dinheiro em espécie, segundo dados da pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, divulgada nesta quarta-feira (4) pelo BC.

A ferramenta é usada por 76,4% da população, além de ser aquela utilizada com maior frequência para 46% dos entrevistados. Na última edição da pesquisa, em 2021, o Pix havia entrado em operação havia poucos meses e, na época, já era usado por 46% da população. No recorte sobre frequência, entretanto, seu percentual era de apenas 17%.

Em segundo lugar, no atual levantamento, aparece o cartão de débito, utilizado por 69,1% da população, sendo o meio pagamento mais frequente para 17,4% dos entrevistados.

Já o dinheiro em espécie (cédulas e moedas) aparece em terceiro lugar na pesquisa deste ano, usado por 68,9% da população, sendo o meio mais frequente para 22%. No levantamento de 2021, o dinheiro era utilizado por 83,6% da população, sendo o mais frequente para 42% dos entrevistados.

Na sequência da atual pesquisa aparece o cartão de crédito, utilizado por 51,6% da população, o mais frequente para 11,5%. Por outro lado, o cartão de crédito é a forma de pagamento usada com maior frequência nos estabelecimentos comerciais, 42% do total, contra 25,7% de uso de Pix.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 28 de maio e 1º de julho, sendo que mil compõem o público específico de caixas de estabelecimentos comerciais, em todas as capitais e em amostras de cidades com mais de 100 mil habitantes. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 3,1%.

Dinheiro vivo

Segundo o BC, o objetivo da pesquisa é o “aprimoramento contínuo da gestão do meio circulante brasileiro e das ações de divulgação sobre características das cédulas e moedas do Real”.  “Mesmo com o PIX e toda a evolução tecnológica, o dinheiro em espécie ainda se faz bastante presente na vida dos brasileiros”, destaca a autarquia. A pesquisa também traz dados sobre a conservação de cédulas, o uso de moedas e reconhecimento de itens de segurança.

De acordo com o estudo, o uso de cédulas e moedas é mais intenso entre aqueles com menor renda: 75% das pessoas que recebem até dois salários mínimos e 69% entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos. Quando a renda aumenta um pouco, o uso do dinheiro em espécie se torna menos frequente: 59,4% daqueles que ganham entre cinco e dez salários mínimos e 58,3% das pessoas que recebem mais de dez salários utilizam notas e moedas de Real.

O uso do dinheiro físico também é ligeiramente maior entre os idosos. De acordo com o levantamento, 72,7% das pessoas que têm 60 anos ou mais utilizam o meio; esse percentual cai para 68,6% entre aqueles com idade entre 16 e 24 anos.

 

Fonte: Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/17:01:19

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Brasil tem mais de 6,5 milhões de casos prováveis de dengue este ano

(Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil) – Pelo menos 5.872 mortes causadas pela doença foram confirmadas

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Dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses indicam que o país contabiliza 6.590.575 casos prováveis de dengue ao longo de 2024. Pelo menos 5.872 mortes pela doença foram confirmadas e 1.136 seguem em investigação. O coeficiente de incidência brasileiro é de 3.245 casos de dengue para cada 100 mil habitantes.

O estado de São Paulo lidera o ranking em números absolutos, com 2,1 milhões de casos prováveis. Em seguida estão Minas Gerais (1,6 milhão), Paraná (653,8 mil) e Santa Catarina (348,5 mil). Já em relação ao coeficiente de incidência, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar (9.876), seguido por Minas Gerais (8.233), Paraná (5.713) e São Paulo (4.841).

Monitoramento

O Ministério da Saúde informou ter intensificado ações de vigilância e controle de arboviroses em estados onde há aumento expressivo de casos. “Depois de Mato Grosso, chegou a vez de a pasta visitar Minas Gerais, e a previsão é que o trabalho chegue ao Espírito Santo na próxima semana, estado onde doenças como febre amarela e Oropouche preocupam as autoridades sanitárias.”

Em nota, o ministério destacou que o objetivo das ações é atualizar informações epidemiológicas, revisar estratégias de prevenção e controle e alinhar esforços com estados e municípios numa tentativa de conter a expansão das arboviroses.

“Os três estados enfrentam desafios específicos. Em Mato Grosso, os casos de chikungunya estão em alta, enquanto no Espírito Santo a arbovirose emergente febre do Oropouche teve aumento.”

“Minas Gerais, por sua vez, enfrenta o risco de aumento da febre amarela, com necessidade de ampliar a cobertura vacinal e reforçar a vigilância em primatas não humanos, que funcionam como sentinelas da circulação viral.”

Além do levantamento epidemiológico, a previsão é que as equipes técnicas atualizem dados sobre coberturas vacinais, estoques de vacinas e insumos laboratoriais, além de revisar métodos de análise de risco e identificar áreas prioritárias para ações de prevenção e controle.

 

Fonte: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/16:56:09

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IBGE aponta crescimento da frequência escolar de crianças

(Foto: Wilson Dias/Agência Brasil) – Dados ainda não cumprem diretrizes do Plano Nacional de Educação

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De acordo com uma nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de crianças que frequentam escola ou creche no país cresceu no último ano.

Na faixa etária de 0 a 3 anos o salto foi de de 36% registrados em 2022 para 38,7% em 2023. Já entre as crianças de 4 e 5 anos, quando a matrícula já é obrigatória conforme a legislação nacional, houve um aumento de 91,5% para 92,9%.

Os dados constam na Síntese de Indicadores Sociais 2024, que traz uma análise produzida pelo IBGE sobre as condições de vida da população brasileira. É um estudo amplo que aborda temas variados como mercado de trabalho, renda, educação, saúde e condições de vida.

De acordo com a divulgação, 19,5% das crianças que frequentam creche são atendidas pela rede privada. Mas as realidades são bastante distintas entre os estados. Se no Rio de Janeiro e no Distrito Federal 38,3% das matrículas estão em instituições privadas, no Tocantins e no Acre esse percentual é de apenas 7,4%.

Para a faixa etária de 0 a 3 anos, há ainda um caminho considerável para o cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE) que fixa diretrizes para a política educacional por um intervalo de dez anos. O que está atualmente em vigor estabelece que 50% dessas crianças deveriam estar na escola ou na creche.

“Temos ainda uma diferença considerável para a meta do PNE”, observa Bruno Mandelli Perez, analista do IBGE envolvido na pesquisa.

Dificilmente ela será alcançada na vigência do atual plano, pois seria necessário conquistar até o fim do próximo ano um salto de 11,3 pontos percentuais frente aos 38,7% registrados em 2023.

Isso porque o atual PNE foi elaborado inicialmente para o período de 2014 a 2024 e prorrogado até o fim de 2025. Um novo plano já está em discussão no Congresso.

A pesquisa mostra um cenário muito desigual entre as regiões. Sul (45,6%) e Sudeste (45,5%) registram os maiores percentuais de frequência escolar entre 0 e 3 anos. Enquanto isso, no Norte, apenas 20,9% dessas crianças estão matriculadas em instituições de ensino.

Já para a faixa etária de 4 e 5 anos, os dados apontam para uma recuperação após uma queda da frequência escolar em meio à pandemia de covid-2019. Em 2019, antes da crise sanitária decorrente da disseminação da doença, 92,7% das crianças dessas idades estavam matriculadas. Apesar da queda para 91,5% em 2022, a situação foi revertida já que, em 2023, registrou-se 92,9% de frequência escolar para essa faixa etária. A meta do atual PNE, no entanto, é chegar aos 100%.

A evolução mais significativa na frequência escolar de crianças com 4 e 5 anos foi registrada na região Norte, que saiu de 82,8% em 2022 para 86,5% em 2023. Ainda assim, mesmo com o salto de 3,7 pontos percentuais, ela figura abaixo das demais regiões do país. As maiores frequências para esta faixa etária são registradas no Sudeste (94,5%) e no Nordeste (94,4%).

Os dados divulgados pelo IBGE mostram ainda que a frequência escolar se manteve em 99,4% entre as crianças de 6 a 14 anos. A universalização nesta faixa etária já está praticamente alcançada há alguns anos.

No entanto, dados envolvendo o acesso à escola na etapa adequada revelam dificuldades enfrentadas pelo Brasil para retomar patamares alcançados antes da pandemia. Em 2019, 97,1% das crianças de 6 a 14 anos estavam cursando a série condizente com sua idade. Esse percentual caiu para 95,2% em 2022 e, em 2023, registrou nova queda chegando a 94,6%.

Motivações

A pesquisa também levantou informações sobre o contexto daquelas crianças que não frequentavam escola ou creche em 2023. Na faixa etária entre 0 e 3 anos, 60,7% não estavam matriculadas em nenhuma instituição por opção dos pais ou responsáveis. O dado representa um salto de 3,6 pontos percentuais frente aos 57,1% registrados em 2022. “Há pais que acham que o filho ainda é muito novo e preferem cuidar em casa”, observa Bruno Mandelli Perez.

Além disso, em 34,7% dos casos, a motivação para manter a criança fora da escola está associada a falhas de cobertura. Isso inclui a falta de vagas (8,7%), bem como a inexistência de escola, a insegurança no entorno da escola, a insuficiência de transporte, etc.

Situação similar se repete com as crianças de 4 e 5 anos que estão fora da escola. Na maioria dos casos (47,4%), trata-se de uma opção dos pais ou responsáveis. É uma elevação de 7,6 pontos percentuais na comparação com os 39,8% apurados em 2022.

Abandono

Outro dado levantado pelo IBGE revela detalhes sobre o abandono escolar pelos jovens de 15 a 29 anos de idade. Em 2023, cerca de 9,1 milhões dos integrantes dessa faixa etária deixaram os estudos sem concluir a educação básica, que inclui os ensinos infantil, fundamental e médio. Desse total, 515 mil tinham de 15 a 17 anos; 4,5 milhões, de 18 a 24 anos; e 4,1 milhões, de 25 a 29 anos.

A principal razão apontada para o abandono escolar foi a necessidade de trabalhar. Esse motivo foi mencionado por 53,5% dos homens. Em segundo lugar, aparece a falta de interesse (25,5%). Já entre as mulheres, esses percentuais são menores: 25,5% alegaram necessidade de trabalhar e 20,9% falta de interesse. Entre elas, o abandono escolar foi também bastante associado à gravidez (23,1%) e aos afazeres domésticos (9,5%).

Bruno Mandelli Perez destaca que, em alguns casos, a pessoa deixa de estudar por um motivo e, futuramente, não consegue retomar por outra razão. De acordo com o analista do IBGE, os dados apontam que esta é uma situação que ocorre com muitas mulheres.

“Tem aquelas que abandonam por causa da gravidez e depois não conseguem retornar por conta dos afazeres domésticos, que possivelmente estão relacionados com os filhos que elas tiveram”.

A pesquisa do IBGE mostra ainda que, em 2023, 40,1% das pessoas de 25 a 64 anos de idade não haviam concluído o ensino médio. Esse percentual é mais que o dobro da média de 19,8% apurada em 2022 pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne as economias mais avançadas do mundo, além de alguns países emergentes. O Brasil fica atrás de países como México (27,1%), Colômbia (34,1%) e Chile (40,5%).

 

Fonte: Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/16:49:58

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Lula assina decreto com ações de pesquisa e inovação para a agricultura familiar

(Foto: Reprodução) – O Programa tem o objetivo de promover ações de pesquisa e inovação voltadas para a agricultura familiar, com ênfase na transição agroecológica

Iniciativa tem ênfase na transição agroecológica dos sistemas agroalimentares, preservação de biomas e sustentabilidade

O presidente Luís Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (3/11) de dezembro, o Decreto número 12.287, que institui o Programa Nacional de Pesquisa e Inovação para a Agricultura Familiar e Agroecologia (PNPIAF). A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (4/11), do Diário Oficial da União (DOU).

O Programa tem o objetivo de promover ações de pesquisa e inovação voltadas para a agricultura familiar, com ênfase na transição agroecológica dos Sistemas Agroalimentares Localizados, na preservação dos biomas e na sustentabilidade de agroecossistemas. O PNPIAF será executado pelos ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar; da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Educação; do Meio Ambiente e Mudança do Clima; e da Agricultura e Pecuária, por meio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Entre as diretrizes do programa estão o reconhecimento e valorização dos conhecimentos e saberes tradicionais dos agricultores e agricultoras familiares, povos e comunidades tradicionais, quilombolas e indígenas e, também, inovação social e valorização das soluções desenvolvidas pelos agricultores e agricultoras familiares e dos processos participativos de co-criação das tecnologias.

BENEFICIÁRIOS – Além das agricultoras e agricultores familiares, serão beneficiários do PNPIAF organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e de educação profissional, científica e tecnológicas; instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICTs); e escolas família agrícola, além de instituições de assistência técnica e extensão rural, pública ou privadas.

CONCEITO – O programa busca promover, por meio de ações de pesquisa e inovação adaptadas, o fortalecimento da produção familiar e da agroecologia como segmento social estratégico para a ampliação da produção de alimentos saudáveis; o desenvolvimento rural sustentável; o combate às mudanças climáticas; e a ampliação da sustentabilidade dos agroecossistemas e dos biomas. Assim, pretende contribuir para a redução de desigualdades de gênero, étnico-raciais e para a melhoria da qualidade de vida de agricultores e agricultoras familiares em todo o Brasil.

 

Fonte: Agência Gov | via Casa Civil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/16:00:20

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Com 3 mil ações em dez meses, Casa de Governo na TI Yanomami cerca garimpo ilegal

(Foto: Reprodução) – Ações são compostas por diferentes forças policiais e órgãos de Governo

Em novembro, operação da PRF apreendeu 21 quilos de ouro avaliados em R$ 10 milhões. Ao todo, 397 acampamentos criminosos foram destruídos

Desde a implantação da Casa de Governo, em março de 2024, o combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY) ganhou um novo impulso. Até 30 de novembro, 3.035 operações foram realizadas, resultado de uma estratégia integrada e eficiente que mobiliza diversos órgãos federais.

As ações, coordenadas pela Casa de Governo, representam um importante passo no esforço do Governo Federal para proteger a maior terra indígena do Brasil, que abrange cerca de 9,5 milhões de hectares. Os resultados são significativos: 397 acampamentos destruídos, 996 motores inutilizados e mais de 108 mil litros de diesel inutilizados.

As operações também resultaram na destruição de 22 aeronaves e 86 embarcações, além da inutilização de 118 toneladas de cassiterita e a apreensão de 33,5 quilos de ouro e mais de 226 quilos de mercúrio.

Esses números refletem o impacto significativo das operações, que não apenas desarticulam a infraestrutura do garimpo ilegal, mas também protegem as comunidades Yanomami, Ye’kwana e Sanöma, além do meio ambiente, da devastação causada pelos garimpeiros.

Redução histórica de novos garimpos

O impacto das ações também é visível na queda significativa da abertura de novos garimpos na Terra Indígena Yanomami. Entre março e novembro, os dados mostram uma redução de 96,3% na área de novos garimpos, que passou de 1.002 hectares em 2022 para apenas 37 hectares em 2024. Essa redução foi constante ao longo dos meses, com destaque para os meses de setembro, outubro e novembro de 2024, sem registros de abertura de novas áreas de garimpo.

Foco na logística do garimpo

Em novembro, uma das ações de maior destaque resultou na apreensão de 21 quilos de ouro pela Polícia Rodoviária Federal, encontrados escondidos em um veículo que seguia de Manaus para a Venezuela. O valor estimado do mineral apreendido é de R$ 10 milhões. Essa operação reforçou a complexidade das rotas ilegais de escoamento do minério. Com essa apreensão, o total acumulado até o momento chega a 33,5 quilos de ouro, somando-se aos 12 quilos já confiscados pela Polícia Federal em uma operação anterior. No total, as perdas financeiras para a estrutura do garimpo ilegal superam R$ 245 milhões, um impacto significativo nas redes criminosas que operam na região.

As mais de 3.000 operações realizadas até agora demonstram o compromisso do Governo Federal em proteger o território Yanomami, combatendo o garimpo ilegal de forma eficaz e integrada. Além de enfraquecer a logística criminosa, as ações têm contribuído para preservar o meio ambiente, proteger as comunidades e garantir a soberania sobre um dos territórios mais ricos em biodiversidade do planeta.

 

Fonte: Agência Gov | via Casa Civil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:56:06

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Starlink chega ao seu smartphone: Agora você pode usar a internet via satélite de Elon Musk no seu telefone

(Foto:Starlink y iPhone | Composición) – Starlink, a rede de satélites da SpaceX, está avançando significativamente na luta contra as temidas “zonas mortas” onde não há sinal móvel.

Graças a uma colaboração inovadora com T-Mobile, e com a recente aprovação da Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos, Starlink busca fornecer cobertura celular em áreas remotas onde as redes tradicionais não conseguem alcançar.

Como funciona a cobertura via satélite direta para celular?

A FCC concedeu à Starlink uma licença comercial completa para seu programa Direct to Cell, que utiliza satélites para se conectar diretamente aos telefones celulares. Essa parceria com a T-Mobile marca a primeira vez que um operador via satélite e uma rede celular obtêm autorização regulatória para operar em conjunto nesse campo.

Em seu comunicado, a FCC destacou os benefícios públicos desta tecnologia: “A conectividade entre satélites e dispositivos pode apoiar importantes benefícios de interesse público, incluindo conectividade ubíqua, acesso ao serviço 911 em áreas remotas, avanço tecnológico e uso inovador do espectro.”

O programa Direct to Cell foi testado pela primeira vez em janeiro de 2024, logo após a SpaceX lançar os satélites necessários para essa missão. No início de outubro, a Starlink e a T-Mobile já haviam utilizado essa tecnologia de forma temporária para ajudar as comunidades afetadas pelo furacão Helene, demonstrando seu potencial para salvar vidas em situações de emergência.

Por enquanto, o serviço começará oferecendo capacidades de texto básicas. No entanto, a possibilidade de adicionar dados móveis e chamadas de voz está no horizonte, com um lançamento previsto para o próximo ano.

“Adeus às zonas mortas celulares”

Ben Longmier, diretor sênior de engenharia espacial na SpaceX, destacou o impacto revolucionário desta tecnologia: “Qualquer empresa de telecomunicações que se inscreva no Starlink Direct to Cell pode eliminar completamente as zonas mortas celulares em todo o seu país para serviços de texto e dados.”

Isso significa que, em áreas onde a cobertura terrestre não chega, como zonas rurais, montanhas ou regiões desabitadas, os usuários poderão manter-se conectados através de seus telefones celulares utilizando os satélites da Starlink.

O que vem a seguir? Do texto para as videochamadas.

Embora o Starlink Direct to Cell começará com serviços básicos de mensagens, o caminho para a implementação de dados móveis e videochamadas não está isento de desafios. Fornecer serviços mais exigentes, como streaming de vídeo ou chamadas em tempo real, exigirá um aumento significativo na capacidade de largura de banda.

Este ponto tem gerado alguma controvérsia. Operadoras tradicionais como AT&T e Verizon nos EUA expressaram preocupações sobre possíveis interferências em suas redes atuais, especialmente se os limites de densidade de fluxo de energia forem ultrapassados.

Entretanto, na Europa, estão sendo realizadas iniciativas semelhantes. Uma colaboração entre a Deutsche Telekom, Qualcomm e Skylo conseguiu enviar pela primeira vez uma mensagem de texto de um modem Snapdragon 5G utilizando a combinação de redes celulares e satelitais. Embora esse desenvolvimento ainda esteja em fase de teste de conceito, representa um passo importante para a comercialização de serviços semelhantes no continente europeu.

O impacto global do Starlink Direct to Cell

Além de eliminar as zonas mortas celulares, esta tecnologia promete melhorar a conectividade em emergências, áreas rurais e regiões em desenvolvimento. No entanto, desafios como a interferência climática na cobertura via satélite e o desenvolvimento de infraestrutura adequada precisarão ser superados para garantir uma implementação eficaz.

Com o apoio de regulamentações como as da FCC e o interesse de operadoras globais, a conectividade via satélite direto para celular poderia transformar como e onde usamos nossos dispositivos móveis, nos aproximando de um mundo verdadeiramente conectado. O futuro? Talvez em breve possamos enviar uma mensagem ou fazer uma ligação dos lugares mais remotos do planeta.

 

Fonte: Jona Valenzuela – Fayer Wayer e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:51:38

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MST invade e ocupa uma das fazendas mais tradicional no Rio Grande do Sul

(Foto: Comunicação do MST) – O grupo está acampado na Cabanha Santa Angélica, em Pedras Altas, desde o início da manhã desta terça-feira.

Recentemente, em 3 de dezembro de 2024, a Cabanha Santa Angélica, localizada em Pedras Altas, no sul do Rio Grande do Sul, foi alvo de uma invasão pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Um grupo do MST acampou na propriedade desde o início da manhã daquela terça-feira. O proprietário, Ramiro Costa, confirmou a ocupação e foi a caminho do local para obter mais detalhes.

A ocupação do MST na Cabanha Santa Angélica, foi confirmada mais cedo pelo proprietário da propriedade, Ramiro Costa, segundo divulgou o Canal Rural, mas detalhou que ainda não há informações precisas sobre o impacto ou o número de pessoas envolvidas.

Recentemente, a região e suas atividades agropecuárias têm gerado atenção devido a questões envolvendo o movimento sem-terra e a disputa por terras produtivas. O MST, um dos braços do Governo Lula no campo, vem desafiando os proprietários de terras produtivas e, em alguns casos, até mesmo o próprio estado que segue com grande leniência e compadece das invasões e destruições que o movimento faz no setor agropecuário por onde passa.

“Com o lema Natal com Terra, famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam duas áreas no município de Pedras Altas, no Rio Grande do Sul. Além disso, na manhã desta terça-feira (3), grupos de famílias de quatro acampamentos gaúchos iniciaram uma vigília na sede do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Porto Alegre, sem previsão de término”, divulgou o MST em Nota nas redes sociais.

O movimento ainda complementou dizendo que: “A ocupação em Pedras Altas foi em duas fazendas, totalizando 2mil há, com famílias do Acampamento Sebastião Sales de Hulha Negra. A mobilização busca pressionar por medidas concretas para garantir terra e condições de vida dignas às famílias envolvidas.” Declarando que vão continuar a pressionar o Governo Lula para poder ganhar mais terras e realizar a Reforma Agrária.

Cabanha Santa Angélica: Tradição e Excelência Genética no Sul do Brasil

Localizada em Pedras Altas, no sul do Rio Grande do Sul, a Cabanha Santa Angélica é uma das propriedades mais tradicionais do Brasil, com sua fundação datada de 1870. Reconhecida nacionalmente, ela se destaca pela criação de cavalos Crioulos, bovinos das raças Hereford e Braford, ovinos Romney Marsh e gado leiteiro. A excelência genética da cabanha tem contribuído significativamente para a pecuária brasileira ao longo dos anos.

Premiação e reconhecimento na raça Hereford
Em 2021, a Cabanha Santa Angélica recebeu o prêmio Supremacia Genética da raça Hereford, concedido pela Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC). O touro Greene Wisdom 6129, de tatuagem 6129, foi o destaque entre os machos da geração 2019, alcançando um Índice Final de 34,16 e reforçando o compromisso da propriedade com a alta qualidade genética.

O legado de Santa Elba Señuelo
A cabanha também carrega a história do icônico cavalo Crioulo Santa Elba Señuelo, que viveu na propriedade por 28 anos. Considerado um dos mais influentes reprodutores da raça Crioula, Señuelo deixou um legado notável: foi pai de 1.117 filhos, sendo 225 premiados em diversas competições, incluindo campeões do prestigiado Freio de Ouro.

Impacto no cenário nacional
Com uma trajetória marcada por prêmios e reconhecimento, a Cabanha Santa Angélica segue como referência na pecuária brasileira, consolidando sua importância tanto na produção quanto no desenvolvimento genético de raças de destaque.

MST invade e ocupa Cabanha Santa Angélica

Além da ocupação da Cabanha Santa Angélica, ainda segundo o movimento em postagem nas redes sociais, o MST do Rio Grande do Sul afirma que haveria ainda uma outra fazenda invadida nesta terça-feira no município de Pedras Altas, em ação promovida por membros do acampamento Sebastião Sales, de Hulha Negra.

Confira a seguir a nota:

A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) repudia veementemente a invasão ocorrida na Cabanha Santa Angélica, em Pedras Altas, no Rio Grande do Sul, promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) nesta terça-feira, 3 de dezembro de 2024.

Atos como este representam uma afronta inaceitável ao direito de propriedade, base fundamental para o desenvolvimento do setor agropecuário e para a segurança alimentar do Brasil. A invasão de propriedades rurais é um ataque direto à ordem constitucional e coloca em risco a estabilidade jurídica necessária para que os produtores possam desempenhar suas atividades com segurança e planejamento.

A Febrac condena com firmeza qualquer forma de violência no campo e reforça que os conflitos devem ser resolvidos dentro do marco democrático, por meio do diálogo e do respeito às leis. Invasões e ações arbitrárias comprometem não apenas os produtores diretamente afetados, mas também a confiança em um setor estratégico para o Brasil e para o mundo.

Reiteramos a necessidade de uma resposta imediata e efetiva das autoridades competentes para proteger os direitos dos produtores e restaurar a ordem. A Febrac não tolera a impunidade e exige que medidas enérgicas sejam tomadas para evitar que ações semelhantes se repitam.

Nossa total solidariedade está com os proprietários e colaboradores da Cabanha Santa Angélica, que enfrentam não apenas prejuízos econômicos, mas também a indignidade de ver seu trabalho e dedicação desrespeitados.

A Febrac reafirma seu compromisso em defender os interesses dos criadores de animais de raça e em trabalhar incansavelmente por um setor agropecuário forte, seguro e respeitado, dentro dos princípios da legalidade e da democracia.

Fonte: Ana Gusmão e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/15:40:25

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Vídeo: homem persegue menina de 12 anos enquanto se masturba em rua do Barreiro, em BH

Foto: Reprodução | Flagra aumentou medo das mulheres e meninas moradoras do bairro

Câmeras de segurança flagraram um homem, ainda não identificado, perseguindo uma menina de 12 anos pelas ruas do bairro Brasil Industrial, no Barreiro, em Belo Horizonte. O suspeito segue a adolescente com o órgão genital para fora, enquanto se masturba. O registro é de 22 de novembro e, segundo a Polícia Militar, não foi confeccionado boletim de ocorrência sobre a importunação sexual.

O vídeo foi revelado pelo portal da região, Barreiro Notícias. Nas imagens, é possível notar que estava chovendo no momento da perseguição. A menina caminha sozinha, com um guarda-chuva, e acelera o passo ao perceber que estava sendo seguida.

Logo atrás da adolescente, o homem caminha com o órgão genital para fora da calça, enquanto se masturba. O caso chamou atenção dos moradores do bairro, principalmente mulheres e meninas, que mostraram indignação nas redes sociais. “Tadinha, fico imaginando a sensação ruim que ela sentiu. Medo, desespero”, comentou uma mulher pelo Instagram.

“Meu Deus, na rua de cima da minha casa, local onde eu passeio quase todos os dias com minha cachorrinha. Não estamos seguras nem próximo da nossa residência”, escreveu outra moradora do Barreiro.

https://twitter.com/i/status/1864309927419719929

Em casos de importunação sexual ou outros abusos contra mulheres e meninas, as Polícias Militar e Civil recomendam que seja feita a denúncia e o registro de boletim de ocorrência para que o suspeito seja responsabilizado. Veja abaixo.

Saiba onde pedir ajuda

Ligue 180 – Para orientação às mulheres em situação de violência e denúncia

Ligue 190 – Se ouvir gritos ou sons de briga e para emergências

Ligue 192 – Para emergência médica

Disque 100 – Para casos de agressões a crianças e idosos

Defensoria Pública Especializada na Defesa dos Direitos da Mulher em Situação de Violência (Nudem-BH). Contato pelo e-mail nudem@defensoria.mg.def.br ou pelos telefones: (31) 98475-2616 / 98464-3597/ 98239-8863 / 98306-1247

Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher: 3330-5752

Centro Especializado de Atendimento à Mulher Benvinda: (31) 98873-2036/ ceambenvinda@pbh.gov.br

Centro Risoleta Neves de Atendimento (Cerna): (31) 3270-3235 / 3270-3296

Casa de Referência da Mulher Tina Martins: (31) 3658-9221 ou pelo e-mail casatinamartins@gmail.com

Promotoria de Justiça Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (31) 3337-6996/ mariadapenha@mpmg.mp.br

Fonte: Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania de BH

 Fonte: O Tempo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/10:03:40

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Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania/ Nota à imprensa sobre violência policial em SP

Nota à imprensa sobre violência policial em SP

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) repudia qualquer ação de agentes do Estado que extrapolem suas atuações enquanto servidores públicos a serviço de todos os cidadãos e cidadãs brasileiras. O abuso de poder de policiais militares de São Paulo (SP), na madrugada dessa segunda-feira (2), permitiu que o Brasil acompanhasse a estarrecedora imagem de um agente do 24° Batalhão da PM, da cidade de Diadema, na Grande SP, arremessar um cidadão de uma ponte.

Causa mais indignação aos defensores de direitos humanos que este não é um episódio isolado, e que somente a gravação do video possibilitou o conhecimento público desta truculência policial. Portanto, o MDHC, por meio da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, irá acionar a Secretaria de Segurança Pública SP com objetivo de apurar o ocorrido com celeridade. A medida pretende que sejam determinadas a designação de delegado especial, bem como a Corregedoria da Polícia Militar, para a adoção das medidas cabíveis.

Cabe ressaltar ainda que o canal de denúncias Disque 100 já conta com um setor específico para tratar dos casos de violência institucional. Em caso de violência policial, o canal acolhe, analisa e encaminha as denúncias imediatamente. O serviço é gratuito, funciona 24h por dia, sete dias por semana e garante o anonimato do denunciante.

O MDHC reforça que é missão das forças de segurança atuar estritamente em conformidade com protocolos que assegurem o respeito aos direitos humanos, como estabelece a Declaração Universal dos Direitos Humanos e as medidas previstas em Lei. Qualquer comportamento fora desse limite deve ser investigado e penalizado para que a proteção e segurança de todos seja garantida.

Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/05:52:48

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Padre sobrevive a queda de carro em ponte com cerca de 20 metros de altura em MG

Foto: Reprodução | De acordo com a Diocese de Divinópolis, o padre Adelmo Sérgio Gomes perdeu o controle do veículo enquanto retornava de uma viagem, em Pará de Minas. O carro caiu em um espaço entre duas pontes, de uma altura aproximada de 20 metros. Apesar do acidente, ele sofreu apenas fraturas em um dos braços e na costela, e seu estado de saúde é considerado estável.

Na madrugada desta terça-feira (3), o padre Adelmo Sérgio Gomes, pároco da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Pará de Minas, Minas Gerais, sofreu um grave acidente na BR-262. De acordo com informações divulgadas pela Diocese de Divinópolis, o sacerdote perdeu o controle do veículo enquanto retornava de uma viagem.

O carro saiu da pista e caiu em um espaço entre duas pontes, de uma altura aproximada de 20 metros. Apesar da gravidade do ocorrido, o padre conseguiu sair do veículo por conta própria e pedir ajuda a terceiros que passavam pelo local.

Padre Adelmo foi socorrido e encaminhado ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, onde recebeu atendimento médico. Segundo a Diocese, ele sofreu fraturas em um dos braços e na costela, mas seu estado de saúde é estável e ele está fora de perigo.

Fonte: Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/09:08:28

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