Lideranças e acadêmicos debatem diversidade e desafios da cultura na Amazônia

(Foto: Divulgação) – Kauacy Wajãpi ressaltou a importância dos saberes ancestrais

Em dois dias de programação, no Teatro Estação Gasômetro, foram apresentadas propostas para fortalecer políticas culturais na região

Com o objetivo de construir um documento norteador para avaliação de projetos culturais na Amazônia, o Seminário sobre “Amazonidade, transversalidade e relevância cultural”, promovido pelo Conselho Estadual de Cultura, reuniu no sábado (8) e domingo (9) representantes culturais, acadêmicos e lideranças para debater a diversidade e os desafios das políticas culturais na região.

A programação foi aberta no sábado (8), às 14h, no Teatro Estação Gasômetro, no Parque da Residência, com a apresentação do grupo Boi Marronzinho, do bairro da Terra Firme, que celebrou 32 anos de existência com um espetáculo de ritmos e danças tradicionais.

Na sequência, a mesa institucional contou com a presença de Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura; Denilce Rabelo, vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura; Telma Saraiva, representante regional do Ministério da Cultura; e Antônio José Ferreira, conselheiro do Fórum Nacional de Conselhos Estaduais (Conecta). Todos destacaram a importância do seminário para fortalecer as políticas culturais da Amazônia.

No evento também foi apresentado o caderno “Cultura, Sustentabilidade e Mudanças Climáticas”, fruto da parceria entre a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e a ONG britânica Julie’s Bicycle.

A primeira mesa de discussão, mediada por Déia Palheta, contou com os debatedores Gilson Penalva, da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa); da professora Zélia Amador de Deus e de Kauacy Wajãpi, representante dos Povos Indígenas. Os participantes abordaram a Amazonidade como protagonista cultural.

A professora Zélia Amador ressaltou que “enquanto há vida, há cultura”, e defendeu os saberes amazônicos como essenciais para resistir à homogeneização cultural. O professor Gilson Penalva criticou a desvalorização da diversidade amazônica em detrimento de uma visão colonizadora. Segundo ele, “defender a Amazonidade é reconhecer essa riqueza cultural”.

A conselheira Kauacy Wajãpi reforçou a necessidade de incluir os saberes ancestrais na construção da identidade amazônica. “Como falar de Amazonidade sem levar em conta esses saberes?”, questionou.

Conhecimento ancestral – Na segunda roda de conversa, às 18h, foram discutidas vivências e pertencimento cultural com mestres da cultura popular, como Eneida de Melo, do primeiro ponto de cultura do Xingu. Eneida enfatizou a urgência de documentar os relatos das comunidades tradicionais para preservar a história e ancestralidade amazônicas.

O primeiro dia foi encerrado com a apresentação do grupo de carimbó Bico de Arara, de São Caetano de Odivelas, município do nordeste paraense.

Neste domingo (9), a programação começou às 9h, com apresentações culturais e religiosas de matrizes indígena e africana, promovendo uma reflexão sobre a pluralidade religiosa.

Propostas – Em seguida, os participantes registraram em um formulário suas principais propostas. O público foi dividido em grupos temáticos, entre eles: Patrimônio e Memória, Diversidade, Sustentabilidade, Multilinguagem e Tecnologia, conforme os eixos escolhidos na inscrição, possibilitando debates centrados nas especificidades de cada segmento.

O documento resultante das discussões será elaborado pelos pareceristas até março, para subsidiar políticas culturais e ampliar o reconhecimento dos saberes amazônicos.

Com uma programação composta por debates, reflexões e manifestações artísticas, o Seminário foi encerrado por volta de 13h, com a apresentação do Grupo de Capoeira Maery, de Ananindeua (Região Metropolitana de Belém).

Cerca de 400 pessoas se inscreveram para participar da programação, de forma presencial. Na modalidade on-line, foram mais de 400 inscrições.

 

Fonte: Amanda Engelke – Painah Silva – Ascom/Secult e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/14:46:50

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Com estrutura pronta, ponte de R$ 200 milhões entre Tocantins e Pará não é usada por falta de acessos

Ponte sobre o rio Araguaia entre Xambioá e São Geraldo do Araguaia (PA) — Foto: Denit/Divulgação

Obra lançada durante o governo Temer está 95% pronta, mas não pode ser utilizada. Atualmente, a travessia é feita através de balsas.

 

Após mais de dois anos de atraso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que a previsão para entrega da ponte sobre o rio Araguaia, na divisa entre Tocantins e Pará, será para o segundo semestre de 2025. A obra da ponte é avaliada em R$ 204,2 milhões e está 95% pronta, mas não pode ser utilizada porque os acessos à estrutura não foram construídos.

A ponte liga os municípios de Xambioá (TO) e São Geraldo do Araguaia (PA). A estrutura vai compor a BR-153, que é uma das principais vias para escoar a produção da fronteira agrícola chamada de Matopiba, que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Atualmente a travessia é feita através de balsas.

De acordo com o DNIT, a construção da ponte teve um contrato diferente da obra para contrução dos acessos. O investimento para construir os acessos é de aproximadamente R$ 28,6 milhões (veja nota abaixo).

Os acessos serão construídos no km 151,56 da rodovia ao km 151,87 do lado do Pará, e nos km 1,20 ao km 2,90 do Tocantins. O órgão não especificou a data em que serão entregues.

Segundo a Prefeitura de Xambioá, ainda falta a União realizar o pagamento de indenizações aos proprietários dos terrenos para começar as obras dos acessos. Em nota, o Dnit afirmou que audiências conciliatórias para discutir as indenizações estão marcadas para esse mês de fevereiro na Justiça Federal e “por isso, ainda não houve pagamentos”.

Quando ficar pronta, a ponte terá 1.724 metros de extensão e a expectativa é que mais de 1,5 milhão de pessoas sejam beneficiadas. Quem está responsável pela construção da ponte é o Consórcio A. Gaspar/Arteleste/V. Garambone.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social do governo federal, os acessos à ponte sobre o Rio Araguaia terão extensão de 2.010 metros, sendo 310 metros de extensão no lado do Pará e outros 1.700 metros de extensão no lado do Tocantins.

Os acessos serão feitos com plataforma de 12 metros de largura de pista e acostamento e calçadas com 1,50 metros de largura para cada lado. Esses acessos também contarão com a implantação de vias marginais à rodovia.

O contrato para a obra da ponte estava assinado desde 2017, no governo Temer. A primeira previsão para o início da construção era 2018 com estimativa de três anos para a entrega. Mas a obra foi alvo de disputa judicial e a ordem de serviço só foi assinada pelo DNIT em 2020.

O valor da construção também sofreu alterações ao longo dos anos. Quando anunciada pelo governo Temer, a obra estava orçada em R$ 132 milhões. Quase três anos depois, a ordem de serviço previa os custos com o projeto em R$ 157 milhões. Agora, segundo o DNIT, os valores somados de ponte e acessos devem ultrapassar R$ 232,8 milhões.

Íntegra da nota do DNIT

O DNIT informa que a Ponte Rodoviária sobre o Rio Araguaia, em Xambioá, na BR-153/TO, atualmente com 95% dos serviços concluídos, tem um contrato diferente da obra de construção dos acessos. Está sob responsabilidade do Consórcio A. Gaspar/Arteleste/V. Garambone, com investimento de aproximadamente R$ 204,2 milhões.
A obra de construção dos acessos à ponte, km 151,56 ao km 151,87 (PA) e km 1,20 ao km 2,90 (TO) tem previsão de entrega para o segundo semestre de 2025. O investimento é de aproximadamente R$ 28,6 milhões.

Com relação à indenização, as primeiras audiências conciliatórias na Justiça Federal estão marcadas para este mês de fevereiro. Por isso, ainda não houve pagamentos.

 

Fonte: Brenda Santos, g1 Tocantins e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/14:32:11

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Pesquisa com bactérias na Amazônia pode desenvolver novos medicamentos

(Foto: Ricardo Stuckert /PR) – Levantamento estuda espécies que não podem ser criadas em laboratório

Parte da pesquisa de ponta em fármacos no Brasil se faz levando amostras de solo de Belém (PA) para um complexo de laboratórios maior que um estádio de futebol em Campinas, no interior paulista. Toda essa viagem é para colocar seres microscópicos no que é, grosso modo, o maior microscópio da América do Sul, o acelerador Sirius, parte do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Com essa ferramenta, é possível entender como funcionam os genes das bactérias e quais substâncias elas conseguem criar. As equipes envolvidas buscam substâncias com potencial antibiótico e antitumoral, e os primeiros resultados foram publicados em dezembro em uma revista especializada internacional.

O motivo dessa viagem do solo amazônico é a parceria entre o CNPEM e a Universidade Federal do Pará (UFPA). O trabalho de campo começou recolhendo amostras de solo dos interiores do Parque Estadual do Utinga, reserva de conservação constituída em 1993 e que conta com áreas restauradas e áreas sem intervenção humana recente. O grupo investigou três espécies bacterianas das classes Actinomycetes e Bacilli isoladas, de solo da Amazônia, compreendendo bactérias do gênero Streptomyces, Rhodococcus e Brevibacillus.

O passo seguinte se deu quando os pesquisadores do laboratório EngBio, da UFPA, liderados por Diego Assis das Graças, usou o sequenciador PromethION, da Oxford Nanopore (Reino Unido), “que se destaca por gerar leituras de alta qualidade, permitindo o sequenciamento de genomas complexos com alta produção de dados e baixo custo. A tecnologia de sequenciamento baseada em nanoporos permite a análise em tempo real e a leitura direta de DNA. Além disso, sua portabilidade e flexibilidade o tornam adequado para aplicações em laboratório e campo”, explicou Diego, que é um dos autores do primeiro artigo escrito a partir dessa fase da pesquisa.

Com esse sequenciamento, foi possível olhar para os genes e entender como eles atuam na construção de enzimas, e os caminhos que as tornam moléculas mais complexas. Metade delas era desconhecida.

“Estas moléculas são o foco dos nossos estudos, pois têm grande importância para desenvolvimento de fármacos e medicamentos. Por exemplo, mais de 2/3 (dois terços) de todos os fármacos já desenvolvidos no mundo têm origem em moléculas pequenas naturais, os metabólitos secundários ou metabólitos especializados”, explicou a pesquisadora Daniela Trivella, coordenadora de Descoberta de Fármacos do LNBio (Laboratório Nacional de Biociências).

A análise dos dados foi feita também no LNBio e utilizou o Sirius. Esse sequenciamento é muito mais acessível, em termos de custos e tempo, do que era há uma ou duas décadas. Com isso, é possível analisar o que Trivella explicou serem bactérias “selvagens”, ou seja, aquelas encontradas na natureza. A estimativa atual é que menos de 1 em cada 10 espécies de bactérias selvagens sejam cultiváveis em laboratório, e quando o são menos de 10% dos genes que carregam são expressos em laboratório. Todo o resto é “perdido” para a ciência, sem estes métodos de ponta. “Então, existem muitas bactérias que ainda não conhecemos e muitos produtos naturais que não conseguíamos produzir em laboratório, ou os produzíamos em baixíssimo rendimento”, completou Daniela.

Em resumo, o lugar importa, e muito. “Os agrupamentos de genes biossintéticos são responsáveis pela produção de substâncias com potencial biológico, como medicamentos. Mesmo em organismos já estudados, como as bactérias do gênero Streptomyces, vimos que ainda há muitas substâncias desconhecidas nos exemplares isolados do solo da Amazônia. Isso mostra como o ecossistema é essencial para novas descobertas. A Amazônia, nesse sentido, continua sendo uma área rica e pouco explorada para desenvolver novos produtos”, disse em nota outro dos participantes, o pesquisador Rafael Baraúna (EngBio-UFPA), que coordenou o trabalho pela UFPA.

O passo final foi levar a produção para uma escala de laboratório. Entendendo quais os genes que produzem cada substância, com uma técnica avançada chamada metabologenômica, os pesquisadores “convenceram” espécies de bactérias de manejo comum no laboratório a aceitarem esses genes e produzirem as substâncias, produzindo quantidades que possam ser testadas e trabalhadas. “Com o DNA codificante alvo, a bactéria domesticada, que não produzia o metabólito de interesse, passa a produzi-lo, pois recebeu artificialmente a sequência de DNA que vimos na floresta. Assim temos acesso a esta molécula para desenvolver novos fármacos a partir dela. Ou seja, um acesso a novas moléculas a partir de uma rota biotecnológica”, disse Trivella.

Esse conjunto de testes não isola uma ou duas moléculas. Com toda a estrutura do CNPEN um laboratório dedicado, como o LNBio, pode realizar até 10 mil testes em um único dia. Essa velocidade compete com outra, voraz, a da devastação. O ano de 2024 teve o maior número de queimadas e incêndios na Amazônia nos últimos 17 anos. Para tentar ajudar na corrida, pelo lado da ciência, os investimentos para pesquisas no bioma, anunciados na última reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) estão no patamar de R$ 500 milhões nesta década, com potencial de ajudar a valorizar economicamente o território e sua cobertura original.

Como parte dos alvos são moléculas para tratar infecções e tumores, o retorno tem potencial superior ao dos investimentos. “Todos estes métodos estão condensados na Plataforma de Descoberta de Fármacos LNBio-CNPEM. Esta plataforma realiza a pesquisa em novos fármacos, indo desde a preparação de bibliotecas químicas da biodiversidade e seleção de alvos terapêuticos para o desenvolvimento de fármacos, até a obtenção da molécula protótipo (a invenção), que então passa por etapas regulatória para chegar na produção industrial e aos pacientes na clínica”, ilustra Trivella. Segundo ela as próximas fases da pesquisa levarão as equipes de campo longe até de Belém, para a Amazônia oriental. Lá esperam confirmar o potencial imenso de novas moléculas do bioma e comeár a entendê-lo ainda melhor.

Esse trabalho faz parte de um esforço maior para criar um centro de pesquisa multiusuário na UFPA, apoiado pelo CNPEM e por projetos nacionais como o Iwasa’i, recentemente implementado no contexto da chamada CNPq/MCTI/FNDCT Nº 19/2024 – Centros Avançados em Áreas Estratégicas para o Desenvolvimento Sustentável da Região Amazônica – Pró-Amazônia.

 

Fonte: Guilherme Jeronymo, da Agência Brasil – São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/14:24:15

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Cachorro caramelo invade jornal e tenta ‘cruzar’ com perna do apresentador ao vivo; vídeo

Cachorro caramelo invade jornal (Foto: Reprodução)

Cena inusitada aconteceu durante a transmissão ao vivo do Plantão Alagoas, na última sexta-feira (7/2).

Uma situação inusitada marcou a transmissão ao vivo do Plantão Alagoas, da TV Ponta Verde, afiliada do SBT, na última sexta-feira (7/2). Durante o programa, o apresentador Fábio Araújo foi surpreendido por um cachorro caramelo que começou a cruzar com sua perna enquanto ele interagia com o animal.

O momento aconteceu quando Fábio apresentava um segmento em que os telespectadores sugeriam nomes para o cão nas redes sociais. O apresentador brincou: “Vem pra cá ler com o tio Fábio”, enquanto acariciava o pet. No entanto, ao se levantar para iniciar o quadro Plateia Digital, o cachorro protagonizou a cena inesperada.

A equipe do jornal caiu na risada e Fábio reagiu com bom humor: “Que que é isso aqui? Mas rapaz, agora não! Deixa para mais tarde! Tem criança que está assistindo”. Tentando retomar o controle da situação, o jornalista pediu ajuda: “Leva o caramelo daqui! Leva o caramelo! Tira o caramelo do estúdio! Vai pra lá, caramelo! Deixa o tio Fábio trabalhar. Pelo amor de Deus. Vai pra lá! Segura o caramelo”.

https://twitter.com/i/status/1888958147332624745

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/09:57:12

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




STF dá 10 dias para governo Lula explicar aumento de casos de malária em território indígena de Roraima

Foto: Reprodução | A entidade também acusa a pasta chefiada por Nísia Trindade de falta de transparência sobre a emergência.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, deu 10 dias para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) explicar o aumento de casos notificados de malária na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. A decisão foi proferida na quinta-feira (6) e o prazo termina no próximo dia 16.

A reportagem procurou o Ministério da Saúde e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), mas não obteve retorno.

Barroso cobrou respostas do governo após a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) apontar, em uma manifestação enviada ao STF no último dia 24, que os casos de malária aumentaram em 27% entre os anos de 2023 e 2024, de acordo com dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Além disso, a Apib relatou que as ocorrências de desnutrição e infecção respiratórias agudas também estão em “constante crescimento”.

“Embora o boletim indique que o aumento de casos notificados esteja relacionado ao aumento da cobertura de serviços de saúde, é estarrecedor que, após pelo menos dois anos de conhecimento público sobre a situação, sejam registrados, em um período de seis meses, 18.310 casos (dezoito mil trezentos e dez casos) em um conjunto populacional de 32.012 (trinta e dois mil e doze) indígenas, o que representa mais da metade da população possivelmente contaminada”, disse a Apib na manifestação.

A entidade também acusa a pasta chefiada por Nísia Trindade de falta de transparência sobre a emergência. Segundo a Apib, os informes de saúde sobre o território Yanomami tinham periodicidade semanal até setembro de 2023 e, após isso, passaram a ser mensais e finalmente semestrais a partir de agosto do ano passado.

Em julho, a reportagem mostrou que o Ministério da Saúde parou de divulgar boletins com dados sobre número de mortes e incidência de doenças e desnutrição na Terra Indígena Yanomami. O governo também deixou de responder os pedidos sobre a situação na região apresentados via Lei de Acesso à Informação (LAI).

“É primeiro necessário observar a falha do Ministério da Saúde em prover transparência adequada às ações empregadas para combater a emergência de saúde na Terra Indígena Yanomami, uma vez que a ausência de periodicidade nas informações públicas, bem como o longo período no qual são elaboradas, denota uma ausência de compromisso com o repasse de informações adequadas para que se possa realizar um balanço das informações apresentadas”, disse a Apib.

Um dos primeiros gestos do mandato de Lula foi decretar, em janeiro de 2023, estado de emergência na Terra Indígena Yanomami após altos índices de morte, justamente por malária e desnutrição. O Executivo realizou operações para a retirada de garimpeiros e reabriu seis dos sete polos-base existentes no território. Mesmo assim, no início do ano passado, o Planalto reconheceu que as ações não deram conta de sanar a crise.

Em março do ano passado, o governo liberou R$ 1 bilhão em crédito extraordinário para as ações contra o garimpo ilegal e o provimento de atendimento médico. Na manifestação enviada ao STF, a Apib afirma que, apesar do valor significativo enviado pelo Executivo, as verbas não foi suficiente para reverter os quadros de óbitos.

Defesa

Em nota conjunta, o Ministério da Saúde e a Casa Civil da Presidência afirmaram que estão, desde 2023, promovendo uma operação para “reverter o abandono herdado e garantir a proteção e a recuperação das condições de vida dos povos indígenas” por meio de implementação de sistemas de água e de saúde e o combate a garimpeiros da região.

O governo ainda afirmou que irá fornecer as informações requisitadas por Barroso no prazo estabelecido.

“O Governo Federal segue atuando de forma estruturada e contínua para reverter anos de negligência e garantir que os povos Yanomami tenham autonomia, dignidade, assistência e segurança em seu território, reafirmando seu compromisso com a defesa dos direitos indígenas e a soberania nacional”, disseram as pastas.

Fonte: Jornal de Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/09:50:46

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Vídeo: Idoso é flagrado por câmeras tentando beijar criança em supermercado em Manaus

Foto: Reprodução | Imagens mostram o momento em que um homem se aproxima de uma menina, que é socorrida por um adulto.

Um vídeo gravado por câmeras de segurança de um supermercado no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, registrou um idoso tentando beijar uma criança na boca na manhã da última sexta-feira (7). As imagens mostram o homem saindo do estabelecimento e se aproximando de uma menina que aguardava por outra pessoa em frente ao local.

Nas cenas, é possível observar o idoso inicialmente beijando a mão da criança e, em seguida, tentando beijá-la na região do rosto. A menina, visivelmente desconfortável, é socorrida por um homem que intervém e afasta o agressor.

Veja vídeo:

https://twitter.com/i/status/1888943628053049687

A identidade do idoso ainda não foi confirmada, e não há informações sobre a realização de um registro de ocorrência até o momento.

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/09:27:54

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Professora Maria Boian de Novo Progresso (PA); toma posse na Academia de Letras e Artes do Rio de Janeiro (ALARJ)

Foto: Arquivo do evento | No último dia 25 de janeiro de 2025, a escritora e professora Maria Daluz Ribeiro Boian, residente em Novo Progresso, Pará, tomou posse como membro efetivo da Academia de Letras e Artes do Rio de Janeiro (ALARJ). A cerimônia ocorreu no salão de eventos do Vila Galé Hotel, marcando um momento de grande relevância cultural.

Maria Boian agora ocupa a cadeira 72, cujo Patrono é Augusto Cury, renomado autor e pesquisador, amplamente reconhecido por suas obras que exploram a complexidade da mente humana e incentivam reflexões sobre superação e realização de sonhos. Em entrevista ao Jornal Folha do Progresso, a professora destacou a honra e a responsabilidade de contribuir para a perpetuação do legado de um dos grandes nomes da literatura contemporânea.

A solenidade reuniu artistas, escritores e diversas personalidades da cultura, que prestigiaram os novos membros da ALARJ, ressaltando a relevância de suas contribuições para o cenário artístico e literário brasileiro.

Na ocasião, Maria Boian também foi homenageada com o Troféu Mulheres Fortalezas, como reconhecimento por sua trajetória de superação, coragem e impacto positivo na transformação da sociedade. Em seu discurso de agradecimento, a professora ressaltou sua gratidão a Deus por todas as conquistas alcançadas, bem como o apoio incondicional de sua família e amigos, que sempre estiveram ao seu lado nos momentos mais importantes de sua vida. Além disso, destacou que o troféu não é apenas seu, mas é dedicado a todas as professoras de Novo Progresso, Pará, especialmente às educadoras do Colégio Hiper Ideal, reafirmando o papel essencial da educação na formação de uma sociedade mais justa e inspiradora.

Maria Boian também expressou sua profunda gratidão aos seus patrocinadores, que são sua família e amigos, cujo apoio foi essencial para a realização desse momento especial em sua trajetória.

Esse importante marco reafirma o compromisso de Maria Boian com a educação, a literatura e a valorização da cultura como instrumentos de inspiração e transformação social.

Fotos: Arquivo do evento

Look: Loja exclusiva (N.P)

Acessórios: Loja exclusiva (N.P)

Calçado: Etty 

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/09:11:22

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Operação Maravalha-Ibama intensifica o combate ao desmatamento na Amazônia; “Novo Progresso e Moraes Almeida na mira da fiscalização”

(Foto:Divulgação/Ibama) – A Operação Maravalha 2025 já está em campo para desmantelar extração e comercialização de madeira ilegal. Com mais de 80 agentes, cinco aeronaves e 29 viaturas, nossas equipes atuam em áreas críticas da Amazônia, como Porto Velho (RO), Novo Progresso (PA) e Tailândia (PA).

Nos primeiros dias da operação, já são 23 autos de infração foram lavrados e mais de 7 mil m’ de madeira apreendidos.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deu início, em janeiro, à operação Maravalha, que busca combater o desmatamento na Amazônia.  O Jornal Folha do Progresso acompanha as ações, que deve durar o ano todo.

Os agentes estão focando na extração e comercialização de madeira em três regiões consideradas críticas para a extração e a comercialização ilegal de madeira.

Três regiões consideradas críticas receberam a operação de combate ao desmatamento na Amazônia. No Pará, no município de Tailândia e no distrito de Moraes de Almeida, em Novo Progresso. Em Rondônia, nossa equipe acompanhou a incursão na Ponta do Abunã no extremo oeste do Estado, próximo da divisa com o Acre e da fronteira com a Bolívia.

A região da Ponta do Abunã tem 46 empresas madeireiras legalizadas. O foco das ações do Ibama foi na fiscalização de polos madeireiros e dos planos de manejo dos recursos naturais.

Os próximos passos da operação incluem a apreensão de gado criado ilegalmente em áreas embargadas. Rondônia é o estado com o terceiro maior rebanho do país com cerca de 17 milhões de cabeças de gado.

Marina da Silva, ministra do meio ambiente publicou no seu canal no Instagram; “O crime ambiental não passa despercebido”. Com tecnologia e equipes especializadas, seguimos trabalhando para proteger o patrimônio natural do Brasil.

Clique AQUI  e assista ao vídeo no INSTAGRAM

 

Veja reportagem da Agência Brasil

https://youtu.be/7sk7XFDpxU0

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/06:50:26

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/brasileiros-usam-a-internet-principalmente-para-compras-e-entretenimento/




Garimpeiros fazem escavações subterrâneas para escapar de fiscalizações no Amazonas

Garimpeiros fazem escavações subterrâneas para escapar das fiscalizações. — Foto: Reprodução/Jornal Nacional

Nesta semana, Polícia Federal encontrou quatro pequenos garimpos subterrâneos que dão acesso a um garimpo principal. No local, eram retirados, em média, 8 kg de ouro por semana.

Garimpeiros ilegais de ouro construíram uma rede de túneis no leste do Amazonas para fugir da fiscalização.

As explosões são debaixo da terra. Um garimpo subterrâneo acaba de ser destruído pela Polícia Federal na Floresta Amazônica. O lugar fica na cidade de Maués. Para chegar até lá, só de helicóptero.

Pelo alto, a estrutura parece de um garimpo pequeno. Mas é debaixo do solo que está a verdadeira estrutura do garimpo. Para descer é preciso de cordas que ficam amarradas a uma espécie de guindaste.

Nesta semana, a Polícia Federal encontrou quatro pequenos garimpos subterrâneos que dão acesso a um garimpo principal. Um deles tinha 70 m de profundidade. Lá embaixo, os agentes da PF descobriram diversas galerias que formam corredores debaixo da terra. Cada um deles termina em um ponto onde há ouro para ser explorado. A estrutura é precária, com paredes e teto de madeira.

“No local, dá para ver bem como é perigoso e como ela vai cedendo com o tempo. Perigo de colapso é um perigo. O perigo é acontecer o colapso do túnel mesmo, do teto ceder e matar quem está lá dentro, ou isolar quem está lá na frente retirando o minério. Ela está sendo esmagada pelo peso do solo e devia ter alguma fissura que não suportou o peso”, explica André Toledo, explosivista da PF.

Os agentes colocaram explosivos para destruir o local.

“Embaixo da terra o ar fica muito contaminado com gases e com o CO2. Os garimpeiros trazem um cano, que é a linha da vida. Esse cano tem um motor lá fora que bombeia o ar até esse ponto onde eles estão”, detalha Toledo.

Os garimpeiros retiram a terra e colocam em bacias que sobem para fora dos túneis. Ao ar livre, tudo que foi colhido é triturado em máquinas e depois misturado com cianeto, um produto mais tóxico que o mercúrio e que vem sendo utilizado com frequência em garimpos da Amazônia. Depois da mistura, o ouro é separado.

“Foi encontrado por nossas equipes em campo tanto o mercúrio, que tradicionalmente é utilizado para fazer a separação do ouro da rocha, como também pias de cianetação. Essas pias possuem o mesmo efeito do mercúrio, só que de forma muito mais proveitosa e também muito mais prejudicial ao meio ambiente e às pessoas que delas se utilizam”, afirma Adriano Sombra, delegado da PF do Amazonas.

Segundo a PF, em um dos garimpos eram retirados, em média, 8 kg de ouro por semana – o equivalente a R$ 3,2 milhões.

A operação conjunta da PF, Polícia Rodoviária Federal, ICMBio e Ministério Público do Trabalho encontrou 50 homens trabalhando em condições análogas à escravidão.

Segundo a PF, garimpos subterrâneos estão se tornando cada vez mais comuns no Amazonas. Desde 2024, cinco foram localizados e destruídos na região de Maués, no interior do estado. O objetivo dos criminosos é escapar da fiscalização feita por satélite, que identifica essas atividades criminosas na floresta. O próximo passo da investigação é identificar os donos do garimpo.

Clique aqui e veja o vídeo 

Fonte: Por Jornal Nacional e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/08:21:34

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Brasil recebeu 194.331 migrantes em 2024

Foto: Reprodução | Maioria vêm da Venezuela

O Brasil registrou a chegada de 194.331 migrantes em 2024. Os venezuelanos lideram a lista de abrigados, com 94.726 pessoas recebidas pela Operação Acolhida. Os dados são da 8ª edição do Boletim da Migração, divulgado pela Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Segundo a pasta, a reunião familiar foi o principal motivo para as solicitações de abrigo no país, com 16.567 justificativas. Na sequência, vêm trabalho e investimentos, com 14.507 justificativas, e estudo, com 8.725.

Os pedidos para cumprir missão religiosa foram 2,3 mil; para fixar residência em fronteiras somaram 1.966 e receber acolhida humanitária 4.317.

Os dados mostram ainda que, no ano passado, foram pedidas 68.159 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado, dos quais, 13.632 já foram concedidos; 24.887 foram extintos, 28.890 arquivados e 318 indeferidos.

“A Venezuela segue como principal nacionalidade entre refugiados reconhecidos (12.726), seguida por Afeganistão (283) e Colômbia (121)”, informa o boletim.

Venezuelanos

Em dezembro do ano passado entraram no país 5.837 venezuelanos. O principal ponto de entrada é Pacaraima, em Roraima. Na cidade e em Boa Vista, são ofertados atendimentos da Operação Acolhida, resposta humanitária que oferece suporte ao deslocamento voluntário, seguro e organizado de populações refugiadas e migrantes.

Segundo dados da operação, os venezuelanos que entraram no Brasil vivem, atualmente, em 1.026 municípios de todas as regiões do país. As cidades de Curitiba e Manaus são as que somam maior número de migrantes recepcionados pela operação.

No final de janeiro deste ano, as ações da operação chegaram a ser suspensas após a Organização Internacional para as Migrações (OIM), braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para atendimento de migrantes e refugiados, informar o bloqueio do repasse de verbas por 90 dias determinado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, no dia 26.

No dia seguinte, o governo federal se reuniu com representantes da organização para discutir o impacto da suspensão das atividades realizadas pela entidade no âmbito da Operação Acolhida. Na ocasião, foi definido que o governo executaria as ações da OIM.

“As autoridades brasileiras estão mobilizadas e seguem em tratativas para reduzir os impactos da ausência das equipes da OIM na operação logística e na gestão de abrigos. Entre as ações emergenciais estão a realocação de servidores das áreas de saúde, assistência social, da Polícia Federal e Defesa para manterem, em caráter emergencial, as atividades essenciais”, disse o MJSP em nota.

Segundo o ministério, o grande volume de pessoas migrando da Venezuela indica a necessidade de o “governo federal prosseguir com políticas voltadas à crise humanitária daquele país”.

Brasileiros no exterior

Em relação aos brasileiros no exterior, os dados mostram que, até 2023, 4.996.951 cidadãos brasileiros viviam fora do país.

“As principais regiões de destino são a América do Norte (2,26 milhões) e a Europa (1,67 milhão). Os Estados Unidos seguem como o país com o maior número de brasileiros residentes (2,08 milhões), seguido por Portugal (513 mil)”, informou o ministério.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/02/2025/13:27:09

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com