PF e CGU fazem buscas em empresa que teria fraudado licitações e mira contrato firmado com a própria PF

Policiais federais na porta da empresa R7 Facilities, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Grupo usou dados falsos para obter benefícios fiscais e ofertar preço menor, além de usar ‘laranjas’ para ocultar donos, diz PF. Investigados têm ‘dezenas’ de contratos com o governo.

Policiais federais, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), cumprem mandados no Distrito Federal nesta terça-feira (11) contra um grupo de empresas suspeito de ter agido para fraudar licitações.

A TV Globo apurou que o principal alvo é a empresa R7 Facilities (veja detalhes abaixo). Imagens mostram equipes da PF na porta da sede, no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA).

Dois homens foram presos em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

Com o ex-deputado distrital Carlos Tabanez (MDB), sócio da empresa, a PF encontrou dois revólveres .38. Com o outro homem, havia uma pistola .380.

Segundo a PF, as investigações começaram em abril do ano passado e indicam que as firmas:

  • têm vínculos “societários, familiares e trabalhistas” – ou seja, pertencem ao mesmo grupo;
  • se associaram para fraudar as licitações;
  • usaram falsa declaração de dados para obter benefícios fiscais e, com isso, oferecer preço menor nas disputas;
  • usava “laranjas” como sócios das empresas para ocultar os verdadeiros donos.

A investigação, segundo a PF, mira “dezenas de contratos vigentes com a Administração Pública, incluindo um contrato com a própria Polícia Federal”.

Os mandados desta terça apuram, justamente, o contrato da R7 com a Polícia Federal para a prestação de serviços terceirizados.

Os mandados foram autorizados pelo juiz federal Marcelo Gentil Monteiro, da 12ª Vara Federal Criminal do DF.

Benefícios irregulares e uso de ‘laranjas’

A principal empresa investigada, segundo apurou a TV Globo, é a R7 Facilities – que venceu uma concorrência recente, de R$ 321 milhões, para prestar serviços gerais ao governo federal.

A licitação previa a contratação de 1.216 funcionários terceirizados por um período de três anos, e era a maior concorrência já feita para esse tipo de serviço.

O Ministério da Gestão e Inovação, no entanto, desclassificou a R7 da competição apontando dois fatores:

  • uso indevido da desoneração da folha de pagamentos para reduzir o preço ofertado na licitação – já identificado pela Controladoria Geral da União (CGU) em contratos anteriores;
  • falta de indícios de que a R7 teria capacidade em arcar com os custos para a prestação do serviço.

A R7 também é investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por, supostamente, estar registrada em nome de “laranjas”.

Essa investigação foi aberta em 2024, após presos fugirem do presídio de segurança máxima de Mossoró (RN). A R7 prestava serviços de manutenção para a unidade e, após a fuga, os contratos envolvendo o presídio foram reexaminados.

Fonte: Por Fábio Amato, Márcio Falcão, Isabela Camargo. TV Globo e GloboNews e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:59:47

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Pará Recebe Selo Ouro no Prêmio Nacional de Alfabetização

Helder recebe prêmio das mãos do presidente Lula | (Foto: Marco Santos /Ag. Pará)

A premiação reconhece o compromisso do Governo do Pará com a alfabetização infantil, reconhecendo os avanços na educação do estado.

O Governo do Pará foi agraciado com o Selo Ouro no Prêmio Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, reconhecimento pelo avanço das políticas educacionais no estado. A cerimônia aconteceu nesta segunda-feira (10), em Brasília, e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O governador Helder Barbalho recebeu a premiação e destacou o papel dos professores e da comunidade escolar na conquista. Ele reafirmou o compromisso de garantir a alfabetização na idade certa e continuar investindo na educação no Pará.

O prêmio integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e busca incentivar práticas eficientes para a alfabetização em todo o Brasil. Entre os 4.187 municípios contemplados, 2.592 receberam o Selo Ouro. Estados como Ceará, Espírito Santo e Goiás também foram reconhecidos.

Lula reforçou que a educação é prioridade e que não faltarão investimentos para garantir ensino de qualidade às crianças. Segundo ele, a alfabetização é essencial para o desenvolvimento do país.

A conquista do Pará evidencia o compromisso do estado em seguir as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), fortalecendo políticas que promovem a alfabetização e a redução das desigualdades educacionais.

 

Fonte: Alexandre Nascimento – Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:54:14

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Como a seca ameaça a pesca do pirarucu na Amazônia

(Foto: Miguel Monteiro/Mamirau) – Ciência tenta entender o impacto do fenômeno sobre um dos maiores peixes de água doce do mundo e sobre quem depende dele.

Comunidades ribeirinhas ajudaram a salvar a espécie, mas agora enfrentam dificuldades.

A temporada de pesca do pirarucu, o maior peixe de escama de água doce do mundo e habitante da Amazônia, chega ao fim de um jeito anormal. Nunca os pescadores tiveram que estender o trabalho até meados de fevereiro e, ainda assim, retornarem com um carregamento abaixo do esperado.

O grupo de Raimundo Queiroz passou dois longos períodos nas águas tentando fisgar os mil peixes que tinha autorização para pescar, mas não conseguiu. Voltaram para casa, em Alvarães, Amazonas, com 911, e com a preocupação do que virá pela frente.

“A seca foi muito grande e quando o rio começou a encher foi de uma vez. A gente lutou muito, mas não conseguiu pescar toda a nossa cota”, diz Queiroz à DW, ex-presidente da Colônia de Pescadores de Alvarães, que ajuda a garantir renda para quase 200 famílias da região, no médio curso do rio Solimões, e atual coordenador do Acordo de Pesca do Pantaleão.

Faz 25 anos que a relação dos ribeirinhos com o gigante da Amazônia precisou mudar, e Queiroz foi um dos que incentivaram a adaptação. Por causa da captura desenfreada no passado, o pirarucu entrou em risco de extinção e teve a pesca proibida. Só depois de muita ciência aplicada e cooperação, o peixe voltou a ser visto nos lagos amazônicos.

“Foi muito difícil, mas a gente entendeu que precisava fazer a preservação para que tivesse sempre peixe para trabalhar. O pirarucu voltou, mas agora a gente enfrenta um novo problema”, afirma Queiroz.

Nos últimos dois anos, foi a água que faltou. A seca na Amazônia, onde está a maior bacia hidrográfica do planeta, foi extrema e levou alguns rios aos menores níveis já registrados. A história de sucesso que salvou o pirarucu precisa de novo se adaptar a um novo cenário.
Mais da metade dos rios do Brasil está sob ‘pressão’ e com vazão em risco, aponta estudo sobre nível de poços

O efeito da seca

Ana Cláudia Gonçalves percorre as comunidades no entorno da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, em Tefé, a 600 quilômetros de Manaus, e tenta acudir os ribeirinhos. Filha de pescadores, ela se transformou numa das figuras mais respeitadas da região pelo seu conhecimento tradicional e técnico.

“Todos os grupos assessorados por nós estão tendo dificuldades para pescar”, diz Gonçalves à DW. Ela coordena o Programa de Manejo Florestal Comunitário do Instituto Mamirauá e apoia 45 comunidades, três colônias e uma associação de pescadores.

Durante a seca, o mato cresceu muito nas áreas normalmente alagadas e, no período autorizado da pesca, por causa da vegetação alta, os barcos não conseguem chegar em alguns pontos. Segundo Queiroz, o pirarucu “se esconde” nesses espaços.

“Antes, a gente não conseguia pescar porque faltava material. Hoje, temos material, temos tudo, mas não conseguimos chegar nos lugares. A seca forte e o alagamento rápido demais está atrapalhando muito”, diz.

A dificuldade se repete em outras regiões do estado. No curso do médio do rio Juruá, em Carauari, a seca também afetou profundamente a atividade dos pescadores. “O impacto está mais na logística de pesca e no transporte do peixe. Com a água baixa, muita gente não conseguiu a pesca”, afirma João Campos-Silva, presidente do Instituto Juruá e pesquisador associado do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O experimento que deu certo

A grandiosidade do pirarucu, que pode chegar a três metros de comprimento, contribuiu para que ele se tornasse vulnerável. A espécie também tem baixa taxa de fecundidade, respiração aérea e um hábito sedentário que facilita sua captura.

Já no fim de 1800, o pirarucu é listado como principal recurso pesqueiro da Amazônia. A superexploração levou o peixe ao risco de extinção – o que chegou a acontecer de fato em algumas regiões. Em 1999, sua pesca foi proibida no estado do Amazonas e, em 2004, a regra passou a valer nacionalmente, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).

O cenário dramático desafiou cientistas e órgãos ambientais a experimentarem. Os primeiros testes de conservação aliado à pesca controlada surgiram com o Instituto Mamirauá, criado em 1999. O método científico foi desenvolvido com base no conhecimento tradicional: os pescadores contam os peixes adultos que sobem à superfície para respirar e, a partir do número obtido, planejam o quanto poderão fisgar. Todo esse processo é faz parte do chamado de manejo, ou gerenciamento da pesca.

Depois dos resultados promissores documentados por Mamirauá, o Ibama começou a liberar o manejo comunitário em 2005. A captura permitida é de no máximo 30% dos peixes adultos do total contabilizado nos lagos naturais onde os pescadores atuam.

“O peixe precisa ter mais de 1,5 metro. Com esse tamanho, a gente garante que pelo menos 50% dos peixes que estão ali já se reproduziram pelo menos uma vez”, explica James Bessa, analista ambiental do Ibama no Amazonas.

Pesca abaixo da cota

Para 2024, a cota de captura autorizada pelo órgão foi de 103 mil peixes, com base na contagem do pirarucu feita no ano anterior. Mas o total retirado dos lagos deve ficar bem abaixo desse patamar, prevê Bessa.

“Faz dois anos que a cota autorizada não é atingida. No ano passado, a eficiência da pesca foi de 70%, nesse ano, que teve uma seca mais extrema ainda, não vai chegar em 50%”, estima Bessa, lembrando que o manejo foi estendido até 10 de fevereiro por causa dessa dificuldade.

Desde que foi estabelecido, esse processo da preservação dos lagos e da pesca controlada costumava acontecer no período sem chuvas na Amazônia, de setembro a novembro. Mas nos últimos dois anos, o calendário precisou se ajustar.

O manejo comunitário, afirma Gonçalves, também representou um “grito de liberdade” para os pescadores que, até então, se viam obrigados a vender o pescado para a figura do patrão, que pagava o quanto queria e mantinha uma relação de trabalho análoga à escravidão.

“Depois que o manejo começou, os pescadores conseguem negociar, vender para os comerciantes que pagam melhor e negociam a produção antes da pesca”, diz a técnica sobre a importância do método na renda das comunidades.

Incerteza sobre o futuro

Há mais de uma década, Ana Cláudia Gonçalves diz notar as mudanças nos padrões do clima na região. Os pescadores não conseguem mais entender os sinais vindo da natureza que antecipam uma cheia forte, ou uma seca brava, diz Gonçalves sobre o olhar atento e saber tradicional dos ribeirinhos. Nos dois últimos anos, período em que a Amazônia enfrentou as duas piores secas consecutivas, o problema se escancarou.

“A gente vive um novo desafio agora. A gente tinha um cenário praticamente muito cômodo do manejo, com pesca acontecendo sempre no mesmo período, tudo tranquilo. Agora temos que mudar”, diz a técnica.

As conversas sobre um ajuste permanente no calendário anual já começaram. Há reuniões programadas com pescadores para discutir as adaptações no manejo e no prazo das autorizações de pesca emitidas pelo Ibama, assim como melhoras na logística e nas embarcações.

“As comunidades estão ligadas nas mudanças climáticas. O processo do pulso de inundação e de seca do rio se modificou, ele está secando um mês antes e está voltando a encher um mês e meio depois. Está tendo mais flutuação”, cita Bessa.

O efeito de todos esses fenômenos sobre o pirarucu ainda é desconhecido. Do Juruá, Campos-Silva, lembra que a biologia da espécie é adaptada a lagos rasos com pouco oxigênio. “No entanto, ainda não temos estudos conclusivos para saber se a seca extrema tem prejudicado a reprodução e o crescimento do peixe”, diz o biólogo à DW.

Gonçalves, do Mamirauá, concorda que ainda são poucos dados disponíveis para avaliação. Um estudo em andamento focado na desova vai ajudar a trazer algumas respostas.

“Depois de concluir o monitoramento da pesca, que começou em 2024 mas que está se estendendo para 2025, a gente já vai ter a possibilidade de avaliar melhor os impactos dessa seca sobre a estrutura da população de peixes”, comenta Gonçalves.

 

Fonte: Nádia Pontes – G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:49:23

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Lula deve chegar em Belém na próxima quinta-feira (13)

Presidente desembarca na capital paraense junto com o ministro das Cidades, Jader Filho | (Ricardo Stuckert/PR)

Presidente da república participará de entrega de 1.008 unidades habitacionais em Outeiro

Após mudança de agenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro das Cidades, Jader Filho, devem desembarcar em Belém na próxima quinta-feira (13) para participar da entrega de uma nova obra habitacional.

Eles se juntarão ao governador Helder Barbalho e à vice-governadora, Hanna Ghassan, na entrega das 1.008 unidades do Residencial Viver Outeiro, às 15h30 de quinta.

O empreendimento habitacional tem infraestrutura completa, com abastecimento de água, energia elétrica e saneamento básico, além de áreas de lazer e uma localização estratégica, com o objetivo de facilitar o acesso de moradores a serviços essenciais.

As obras estavam paradas há mais de cinco anos pelas administrações municipal e federal anteriores, e foram retomadas pelo governo federal no início do governo Lula, com investimento de R$ 33 milhões.

“Desde o início do governo demos prioridade à retomada das obras que estavam paralisadas e que estão sendo entregues para a população que aguarda com ansiedade a entrega das chaves da casa própria”, disse o ministro Jader Filho, ressaltando a importância de retomar as obras do Minha Casa, Minha Vida.

 

Fonte: Rafael Miyake – Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:22:42

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Psicólogo revela as 4 frases típicas ditas por quem não ama mais o parceiro

(Foto: Reprodução) –  Separados pelo Casamento (2006)

A literatura diz que sabemos quando o amor acabou mesmo antes da pessoa que amamos nos dizer isso. Que nosso coração percebe, sente e pressente isso. Mas não há necessidade de se espiritualizar, porque há certas frases que nos indicam que o amor acabou, mesmo que nosso parceiro ainda não tenha nos dito isso.

Isso não significa que sempre as ouviremos algo quando o amor acabar. Mas, de acordo com Ana María Sepé, doutora em psicologia, especialista e pesquisadora em psicanálise, há algumas frases que se repetem. Ouvi-las e identificá-las pode ser um sinal para conversar e dizer adeus ao relacionamento em que não há amor.

Conforme diz Sepé, “às vezes nos sentimos tão inseguros ou com medo de perder alguém que perdemos a racionalidade de vista”. A psicóloga Silvia Vidal aconselha que “embora a esperança seja a última coisa que se perde, às vezes é preciso perdê-la e ser realista para saber quando parar de insistir e seguir em frente”.

4 frases típicas de um parceiro que deixou de amar você

1. “Você é (insira o insulto aqui)”

Discutir é normal, saudável. Mamen Jiménez, psicólogo e sexólogo, explica que é importante aprender a discutir, pois não se trata de evitar conflitos nos relacionamentos, mas de aprender a administrá-los. Fazer isso da maneira correta é construtivo e ajuda não apenas a se conhecermos melhor, mas também a fortalecer o vínculo do casal.

No entanto, o problema surge quando não discutimos, mas brigamos e isso se torna um campo de batalha. As conversas acaloradas aumentam, os gritos e os insultos aparecem.

De acordo com o especialista, se essa dinâmica continuar ao longo do tempo, “pouco a pouco o relacionamento pode se desgastar e até mesmo atingir picos de agressão que podem levar à violência verbal e, nos piores casos, até mesmo física”. Não se insulta alguém que você ama de maneira saudável, não importa o quanto você esteja com raiva.

2. “Somos muito diferentes”

“A incompatibilidade em um casal se manifesta em muitas atitudes, primeiro o distanciamento emocional e depois a insatisfação de um em relação ao outro”, diz Sepé. Quando nos apaixonamos, naquela primeira fase do amor não enxergamos os defeitos do parceiro, que tendem a aparecer ao longo tempo.

Se a pessoa repetir que vocês são muito diferentes, podemos estar diante do que a psicologia chama de “incompatibilidade de casal”. Nos venderam que os opostos se atraem, assim como “quem briga se quer”, mas a verdade é que um dos truques para fazer um relacionamento dar certo é ter coisas em comum, especialmente em termos de estilo de vida.

“Não acho que o contexto cultural, os amigos ou qualquer outra coisa seja tão importante quanto os interesses e valores compartilhados. Um casal que não compartilha valores de vida não durará muito tempo”, declarou Nayara Malnero, psicóloga, sexóloga clínica e comunicadora, ao periódico elDiario.es.

As diferenças nesses aspectos podem ser obstáculos intransponíveis em um relacionamento e, de fato, segundo a psicologia, as incompatibilidades são um dos motivos pelos quais deixamos de amar nosso parceiro.

3. “Eu não tenho tempo”

Essa frase é um reflexo de um dos sinais mais claros de que o relacionamento não está indo bem: não temos tempo para ficar juntos. Não ter tempo é um problema de prioridades. Reservamos tempo para o que consideramos importante e, se não for você, é porque talvez não seja mais você.

A vida de um casal é caracterizada por uma escolha diária de estar juntos, de compartilhar não apenas objetivos da vida, mas também o tempo. Se houver um distanciamento emocional entre os parceiros, a falta de comportamentos como intimidade ou interesse na vida um do outro, é um sinal claro de que o relacionamento está se deteriorando, como explica o especialista.

4. “Não estou com vontade/Estou entediado”

É claro que nem você, nem seu parceiro estão lá para entreter um ao outro, mas se um disser que fica entediado ao fazer coisas em casal, especialmente quando não ficava antes, algo mudou.

Se houver uma sensação de tédio no relacionamento, sem interesse ou motivação, e que continue ao longo do tempo, isso é um sinal. Não significa que nunca tenhamos que ficar entediados, haverá fases em que isso acontecerá, mas, de acordo com o especialista, “ficar entediado por muito tempo em um relacionamento pode ser um sinal de que vocês pararam de se divertir juntos, de que não compartilham mais sonhos e desejos e, portanto, se sentem muito solitários”.

Para evitar isso, podemos incluir o método 2-2-2, que, além de manter a paixão, pode nos ajudar a nos livrar do tédio com novos planos. Ou simplesmente procurem algo para fazer juntos que ambos gostem, desde ir ao cinema ou até mesmo fazer um pouco de decoração em casa, mas juntos.

Se você perceber alguma dessas situações, o ideal é começar a repensar seu relacionamento. Pense sobre isso e veja o que acontece. Primeiro, resolva o que está acontecendo com você sozinho e, depois, com a cabeça fria, converse com seu parceiro. Pode haver algo acontecendo que você não saiba, como algo errado no trabalho, algo sobre o relacionamento que ele gosta ou simplesmente que as coisas mudaram.

Conversando e expondo o que está acontecendo, vocês podem encontrar uma solução juntos. Pode ser apostar no relacionamento e tentar fazer com que ele dê certo, ou sair com respeito e tentar garantir que todo o amor que vocês têm um pelo outro não termine em um rompimento que os magoará ainda mais.

 

Fonte: Sabrina Costa – MSN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:34:09

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PCC e CV planejam uma trégua histórica e pressionam o governo brasileiro para agilizar a articulação

 

Arte/Metrópoles | O acordo, que vem sendo costurado desde o ano passado entre PCC e CV, pode impactar não apenas dentro dos presídios, mas nas rua.

Após anos de uma guerra violenta que resultou em centenas de mortes dentro e fora dos presídios, algumas lideranças das duas maiores facções criminosas do Brasil, Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), articulam uma trégua histórica.

A coluna apurou, com exclusividade, que os grupos estão unindo forças para pressionar o governo a flexibilizar as regras do Sistema Penitenciário Federal (SPF), onde seus principais líderes estão encarcerados sob rígidas restrições.

O acordo, que vem sendo costurado desde o ano passado, pode impactar não apenas o cenário dentro dos presídios, mas também as ruas, levando a uma redução nos confrontos entre os grupos rivais.

A reaproximação entre as facções não aconteceu por acaso. Atualmente, a cúpula de ambas as organizações encontra-se sob o regime das penitenciárias federais de segurança máxima. Nesses presídios, não há visitas íntimas, e os contatos com advogados e familiares são restritos aos parlatórios, sem qualquer interação física.

Essa política tem sido um golpe duro para os chefes do crime organizado, que perderam capacidade de comunicação direta com suas redes criminosas espalhadas pelo país e exterior. Diante desse cenário, advogados das facções passaram a atuar como intermediários entre os criminosos detidos, articulando estratégias conjuntas para pressionar o governo por mudanças.

O monitoramentos das lideranças presas já captou conversas codificadas e movimentações suspeitas de advogados que atuam em favor dos internos do PCC e CV. Fontes confirmam que há, inclusive, uma força-tarefa jurídica entre os representantes das duas organizações, trabalhando para enfraquecer as restrições impostas pelo sistema penitenciário federal.

Indícios dessa articulação também foram registrados em presídios estaduais, com informações oriundas de conversas monitoradas dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Guerra sangrenta

Desde 2016, PCC e Comando Vermelho travam uma guerra brutal pelo controle das rotas do tráfico de drogas e pela hegemonia nos presídios estaduais. A rivalidade se espalhou por pelo menos nove estados, resultando em massacres, atentados e disputas territoriais.

Caso a aliança se mantenha, o tráfico pode sofrer uma reorganização, com as facções possivelmente dividindo áreas de influência em vez de disputá-las com violência. Além disso, o pacto abre margem para novos acordos de cooperação no mercado ilegal de drogas, armas e lavagem de dinheiro.

Histórico

O Comando Vermelho, criado em 1979 no presídio da Ilha Grande (RJ), tem um histórico mais antigo e consolidado. Já o PCC, fundado em 1993 na Casa de Custódia de Taubaté (SP), cresceu exponencialmente e se tornou a maior facção criminosa do país, operando como uma multinacional do crime.

As duas facções mantiveram uma aliança estratégica por muitos anos, compartilhando influência e rotas do tráfico. No entanto, a paz desmoronou em 2016, quando disputas internas e divergências sobre o controle do crime nos presídios levaram a uma ruptura até então definitiva. O “salve” da guerra foi enviado pelo PCC diretamente a um dos chefes do CV, Marcio Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, que se recusou a intermediar um acordo.

A consequência foi uma escalada de violência sem precedentes, com rebeliões e massacres dentro dos presídios. O episódio mais emblemático ocorreu em Manaus, no primeiro dia de 2017, quando 56 detentos – 26 deles membros do PCC – foram brutalmente assassinados por membros da Família do Norte (FDN), aliada do Comando Vermelho na época.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/10:18:36

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Pai é preso por torturar filhos com choques e obrigá-los a tomar veneno

Foto: Ilustrativa | Um homem de 35 anos foi preso na madrugada desta segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025, pelo crime de tortura contra seus dois filhos, de 7 e 11 anos, no bairro Zumbi II, zona leste de Manaus. A denúncia foi feita pela mãe das crianças, que informou à polícia que o pai teria eletrocutado os meninos com fios elétricos e dado veneno misturado em uma bebida vitaminada.

De acordo com a polícia, os agentes foram até o local e constataram que as crianças apresentavam diversas lesões pelo corpo. Durante o depoimento, os próprios meninos confirmaram que o pai os submetia a agressões e os obrigava a ingerir substâncias suspeitas.

Diante da gravidade da situação, as vítimas foram encaminhadas a uma unidade hospitalar para avaliação médica. O suspeito foi preso e levado para a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), onde permanece à disposição da Justiça.

O caso está sendo investigado para determinar possíveis antecedentes de violência na família. A polícia reforça a importância de denunciar qualquer suspeita de maus-tratos contra crianças e adolescentes.

Fonte: AM POST e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/07:50:38

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Avião de pequeno porte cai na Bahia; uma pessoa morreu e outra ficou ferida

Foto: Reprodução | No fim da tarde desta segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025, um avião de pequeno porte caiu e pegou fogo no sul da Bahia, no distrito de Cumuruxatiba, na cidade de Prado. A queda deixou uma pessoa morta e outra ferida, que foi levada de helicóptero a uma unidade de saúde.

Segundo informações iniciais do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA) ao portal g1, o corpo da vítima fatal ficou preso nas ferragens da aeronave e foi carbonizado. Conforme os bombeiros, a segunda pessoa foi socorrida, sem maiores detalhes do estado de saúde.

O corpo da vítima que não sobreviveu ao acidente foi removido dos destroços por agentes da Brigada de Emergência Voluntária de Cumuruxatiba, e aguarda a chegada do Instituto Médico Legal (IML) da região, onde passará por necropsia.

A identidade das vítimas, rota da aeronave e motivo da queda ainda não foram detalhados.

Fonte: Correio Braziliense e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/07:46:54

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Irmãos gêmeos de 1 ano e 4 meses morrem afogados em piscina de casa no interior de MG

Foto: Ilustrativa | Segundo boletim de ocorrência, os gêmeos receberam os primeiros socorros, mas não resistiram. Acidente ocorreu em Ubá (MG)

Dois irmãos gêmeos, de 1 ano e 4 meses, morreram afogados na piscina de uma residência no último sábado (8/2), no bairro Santa Rosa, em Ubá (MG). Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), as vítimas, que conviviam com uma mulher, de 37 anos, receberam os primeiros socorros, mas não resistiram.

Conforme o boletim de ocorrência, a mãe adotiva, contou aos policiais que acordou por volta das 8h, quando conferiu que as crianças estavam dormindo na sala com a filha, de 17, e colocou 4 litros de leite para ferver. Em seguida, voltou para sua cama. Nesse momento, o interfone tocou, sua filha atendeu, recebeu material escolar e voltou a dormir.

Trinta minutos, de acordo com o relato à Polícia Militar (PM), ele voltou à sala e viu que a adolescente e as crianças estavam dormindo, exceto o filho, de 6, que estava assistindo televisão sentado no sofá.

Um tempo depois, o garotinho de 6 anos foi ao quarto pedir leite. Ao ir até a cozinha, a mãe viu que os gêmeos não estavam na sala. Quando abriu a porta, que estava somente encostada, se deparou com as vítimas boiando na piscina sem vida. No momento, com ajuda da filha mais velha, de 17 anos, ela retirou os corpos do local e tentou reanimá-los até a chegada do Corpo de Bombeiros. Imediatamente, ela contou que acionou o 190. O socorro foi ao local, mas não foi possível salvar as crianças.

Segundo o Samu, as crianças receberam manobras de ressuscitação por cerca de 40 minutos pelos socorristas, porém, o óbito foi constatado. Os corpos dos gêmeos foram sepultados no domingo (9/2).

Devido ao abalo emocional, a responsável pelos gêmeos precisou ser levada para o hospital, segundo a PM. Em seguida, ela prestou depoimento na delegacia e foi liberada. Os militares apreenderam o celular da mulher e o caso será investigado.

Os dados foram registrados na 16ª Delegacia de Polícia Civil de Ubá. Segundo a Polícia Civil do Estado, o delegado responsável, Diogo Abdo Jorge, abriu inquérito para apurar o fato. Exames periciais foram solicitados e as investigações sobre o caso continuam.

Fonte: Oia Notícias Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/07:21:02

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Luciano Hang desabafa e faz críticas a Bolsonaro

Foto: Reprodução | Dono da varejista Havan, Luciano Hang ficou conhecido por seu apoio contundente a Bolsonaro, a quem doou R$ 1 milhão para a última campanha.

O empresário Luciano Hang, 62 anos, é conhecido pelo êxito no ramo dos negócios e por ser um dos principais apoiadores públicos de Bolsonaro, a quem doou R$ 1 milhão para a última campanha à Presidência. Nos últimos dias, porém, o autointitulado “Véio da Havan” demonstrou insatisfação com o ex-presidente, a quem dirigiu críticas.

Em conversas reservadas, Luciano Hang adotou tom de desabafo ao se referir a Bolsonaro. O empresário disse que o ex-presidente pensaria primeiro nele próprio e na família, deixando aliados relevantes em segundo plano. Para Hang, exemplo disso seria a escolha de um dos filhos para disputar a Presidência — atualmente inelegível, Bolsonaro estuda lançar Eduardo ou Flávio em 2026.

A pessoas próximas, Luciano Hang opinou que Bolsonaro deveria apoiar ao Planalto um nome conservador de fora da família. Um dos mencionados é Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná reeleito com 69% dos votos. O grupo de Bolsonaro, por sua vez, costuma sustentar que o ex-presidente já amargou múltiplas traições na política e que, por isso, o fator DNA ganhou importância.

Luciano Hang também afirmou a aliados ter “dado o sangue” por Bolsonaro, que, contudo, teria se mostrado ausente nos últimos meses. Em 2021, o midiático empresário chegou a ser alvo da CPI da Covid e foi indiciado por “incitação ao crime” em relatório produzido pelo senador Renan Calheiros (MDB), aliado de Lula. Não houve consequências na esfera judicial.

As reclamações direcionadas a Bolsonaro foram externas por Luciano Hang a interlocutores dias antes de o empresário se internar para um procedimento de cateterismo no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, na última quinta-feira (6/2).

Luciano Hang se manifesta

Após a publicação desta reportagem, Luciano Hang negou que tenha feito comentários sobre Bolsonaro em conversas recentes.

“Agora, estão querendo colocar palavras na minha boca, sendo que não tenho feito comentários sobre política faz tempo. É lamentável o que tentam fazer. Qual o intuito de tudo isso? Porque, de graça, não estariam trazendo meu nome a público dessa maneira”.

A coluna mantém todas as informações publicadas.

Os cotados de Bolsonaro

Além de Eduardo e Flávio, Jair Bolsonaro tem citado, com grau a menos de empolgação, Tarcísio, Caiado e o próprio Ratinho Júnior como alternativas viáveis para a Presidência em 2026. Nessas conversas reservadas, o ex-mandatário descarta lançar o nome de Michelle ao Planalto e revela que o foco dela é, na verdade, concorrer ao Senado pelo Distrito Federal.

O “plano A” de Bolsonaro, contudo, é ele próprio disputar a Presidência. Para isso, aposta que reverterá a sua inelegibilidade no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no ano que vem, quando a composição da Corte lhe será mais favorável.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/16:23:39

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