Registros inéditos revelam modo de vida de indígenas isolados em uma das regiões mais remotas da Amazônia; VÍDEO

Indígena Kawahiva é registrado por câmera da Funai — Foto: TV Globo/Reprodução

O Fantástico deste domingo (16) fez uma expedição inédita para acompanhar o trabalho de monitoramento e proteção dos Kawahiva do Rio Pardo, que enfrentam o risco do avanço do garimpo e do desmatamento.

O Fantástico deste domingo (16) fez uma expedição inédita por uma das regiões mais remotas da Amazônia para acompanhar o trabalho de monitoramento e proteção dos indígenas isolados Kawahiva do Rio Pardo.

Foram mais de 120 quilômetros floresta adentro. É um povo que enfrenta o risco do avanço do garimpo e do desmatamento ilegal.

Veja a reportagem completa no vídeo acima.

Vestígios

Durante a expedição, os agentes identificaram vestígios da presença do povo indígena, como castanheiras derrubadas para extração de alimento, além armadilhas usadas para caçar. Tudo foi registrado.

“A partir dessas informações é que a gente consegue, além de comprovar a existência deles, comprovar a área de ocupação deles, verificar que eles estão bem”, destaca Rodrigo Ayres, indigenista da Funai.

A equipe ainda encontrou um tapiri, que é a casa dos Kawahiva do Rio Pardo, um vestígio mais próximo que pode confirmar a presença deles no território.

“Aqui morava uma família. Como eles são nômades, então de tempo em tempo eles vão estar mudando. Quando a caça fica escassa, o peixe, a fruta, eles mudam pra outra região”, explica Jair.
No local, a equipe da Funai deixou um facão como brinde e fez uma marcação com um “X”.

“Eles não sabem o que é a Funai, não têm ideia de que é a Funai. Eles sabem que é um povo com uma ideia diferente, que não vive atropelando eles, não vive dando tiro neles, isso eles sabem”, afirma Jair.

Registros raros

Uma das técnicas da Funai para proteção do povo isolado é instalar câmeras de monitoramento pela região. Conseguir um registro deles é algo raro. Uma imagem foi gravada em 2021. Um indígena passa, aparentemente apressado. Ele usa um cocar, carrega arco e flecha e lanças enormes.

Uma imagem mais recente, registrada em dezembro de 2024, mostra quando um indígena Kawahiva passa pelos brindes deixados pela Funai e ignora os objetos. Na sequência, ele volta e a câmera consegue registrar a passagem dele e é possível ver que ele está carregando o arco, flechas e um cesto.

Marcos Aurelio Tosta, coordenador-geral de indígenas isolados da Funai, explica o valor de imagens como essa para o trabalho de monitoramento.

“Esse tipo de imagem é essencial pro nosso trabalho, que a gente verifica características atuais, extremamente atuais desses indígenas”, destaca.

Riscos

Cerca de 20 agentes da Funai, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas, se revezam no trabalho de proteção e monitoramento dos isolados. André Tangyp é do povo Amondawa e faz parte da equipe.

“É um pouco complexo, né? A gente fica bastante dia longe da família, mas ao mesmo tempo a gente está ajudando parente da gente, está protegendo o território para eles, né? Isso é uma coisa do peito mesmo”, comenta André.
Os indigenistas afirmam que essa região, a parte sul da Floresta Amazônica, está entre as mais pressionadas pelo desmatamento ilegal.

A base da fundação também já foi atacada a tiros em 2018 e, desde então, o local passou a ser protegido pela Força Nacional.

Mas a missão de proteger a floresta e as pessoas que vivem lá expõe os agentes a outros riscos. Uma imagem exclusiva feita em uma expedição em 2011 registrou o momento em que um indigenista da Funai encontrou-se com um Kawahiva, que, em defesa, apontou arco e flecha e, depois, recuou.

Futuro incerto

As expedições de monitoramento são realizadas regularmente desde que a presença dos Kawahiva foi confirmada em 1999. A Funai acredita que o número de indígenas Kawahiva vem crescendo. Seriam entre 40 e 50 indivíduos espalhados em grupos.

Mas o futuro dos Kawahiva gera preocupação. O território ocupado por eles foi declarado em 2016, mas ainda não foi demarcado pelo governo.

Atualmente, o Brasil tem 86 pontos de estudo de comunidades isoladas que precisam de confirmação. A Constituição Brasileira diz que é obrigação do governo identificar e proteger os povos isolados.

 

 

Fonte: Fantástico e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/15:05:28

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Relatório do Ministério da Justiça revela aliança inédita entre PCC e CV

Relatório do Ministério da Justiça revela aliança inédita entre PCC e CV — Foto: Reprodução/Fantástico

O Fantástico teve acesso ao relatório do Serviço de Inteligência do ministério que mostra unificação de advogados das duas facções. Acordo pode ter chegado também às ruas.

 

Um relatório de inteligência da Secretaria Nacional de Políticas Penais traz um alerta sobre um possível acordo de cooperação entre PCC e Comando Vermelho. O documento detalha o que seriam ações coordenadas para tornar menos rígido o tratamento de presos perigosos no sistema penitenciário nacional.

Gravações feitas com autorização judicial revelam conversas entre presos e seus advogados dentro do chamado “parlatório” — local dentro das penitenciárias federais onde ocorrem esses encontros.

O Fantástico teve acesso a um relatório do Serviço de Inteligência do Ministério da Justiça que afirma:

“A unificação dos advogados do Primeiro Comando da Capital, o PCC, e Comando Vermelho, o CV, vem sendo formatada por integrantes do alto escalão das duas facções. E teria como objetivo fortalecer os grupos criminosos para, principalmente, pleitear demandas dos chefes presos no sistema penitenciário federal”.

Nas penitenciárias federais, os presos cumprem pena no chamado regime disciplinar diferenciado. O detento fica isolado em cela individual monitorada por câmara, com saídas diárias para banho de sol por apenas 2 horas diárias. Só são permitidas visitas de suas pessoas por semana, mas sem direito a contato físico. O preso não pode ver televisão, ouvir rádio, ler jornais e revistas nem usar internet ou celular.

Segundo o relatório, “dados apontariam que integrantes do PCC já estariam reunindo assinaturas de pessoas em condições de votar para subsidiar um suposto ‘abaixo-assinado’ em que os signatários pleiteariam a flexibilização da lei para permitir o retorno de visitação com contato físico no sistema prisional federal”.

O setor de inteligência do Ministério da Justiça registrou que o chefe do PCC, Marco Willians Camacho, o Marcola, perguntou a um advogado: “Eles vão fazer então um abaixo-assinado com 1 milhão e 600 mil assinaturas?”

“A capacidade de isolamento é necessária para que se interrompa os mecanismos de comunicação e articulação das lideranças”, afirma André Garcia, secretário nacional de políticas penais do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“O desafio que o Estado brasileiro tem com relação a essas organizações vai muito além dessa pacificação entre elas. É de consolidação democrática, proteção das instituições democráticas. Hoje, o país tem mais de 70 organizações criminosas, facções criminosas identificadas”, diz David Marques, coordenador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O relatório aponta que, com o fortalecimento de ações conjuntas, do PCC e do CV para demandas de presos, “não se deve descartar que essa ‘unificação de trabalhos jurídicos’ ultrapasse a seara judicial”.

Autoridades investigam mensagens de texto que seriam de integrantes das facções falando de uma trégua entre PCC e CV nas ruas. Ainda não há comprovação de que sejam autênticas.

Uma delas, supostamente do PCC, diz que a facção entrou em acordo com o Comando Vermelho e que mortes estão proibidas em todos os estados. Outra mensagem, supostamente do CV, diz que desde o dia 11 deste mês ataques contra o PCC estão proibidos.

O promotor Lincoln Gakiya, que investiga o PCC há pelo menos 20 anos, diz que a trégua entre as duas maiores facções já está valendo nas principais capitais.

“No Rio de Janeiro e em São Paulo já houve essa trégua. A união das duas maiores organizações criminosas do país pode levar a um incremento no tráfico internacional de cocaína, no tráfico de armas para o Brasil. É um compartilhamento de rotas e, sobretudo, fortalecimento ainda maior dessas organizações criminosas”, diz Gakiya.

 

Fonte: Fantástico e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/14:53:39

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Brasileiro prefere saúde a casa própria e vê diploma como menos valioso para conseguir emprego

Foto: Reprodução | Pesquisa feita pelo Quaest mostra que 84% dos entrevistados acreditam que o importante é ter um trabalho, seja ele qual for

Uma nova pesquisa revelou que o brasileiro está olhando o trabalho de forma diferente: em meio à alta de preços de produtos de consumo básico, ter um emprego, independentemente da área, tem sido mais importante do que trilhar os caminhos de um diploma universitário. O estudo foi feito pelo Quaest a pedido do jornal O Globo e divulgado neste domingo, 16. O Estadão teve acesso ao relatório da pesquisa.

Não é como se o diploma não fosse importante para ter uma profissão, mas a percepção de necessidade da graduação diminuiu em todas as classes sociais. Entre os entrevistados de classe baixa, 84% acreditam que o importante é ter um trabalho, seja ele qual for, desde que pague as contas de casa. A opção também apareceu em respostas da classe média e alta, em que 77% e 71% das pessoas, respectivamente, têm a mesma opinião.

Cerca de 58% de entrevistados da classe baixa concordam que o importante é ter um diploma – nas classes média e alta, esse número passa a ser de 52% nos dois casos. Os números podem indicar uma mudança na visão de emprego, principalmente voltada ao empreendedorismo e a uma crescente geração Z que entende novas formas de trabalho além das carreiras acadêmicas.

Não é como se o diploma não fosse importante para ter uma profissão, mas a percepção de necessidade da graduação diminuiu em todas as classes sociais. Entre os entrevistados de classe baixa, 84% acreditam que o importante é ter um trabalho, seja ele qual for, desde que pague as contas de casa.

A opção também apareceu em respostas da classe média e alta, em que 77% e 71% das pessoas, respectivamente, têm a mesma opinião.Cerca de 58% de entrevistados da classe baixa concordam que o importante é ter um diploma – nas classes média e alta, esse número passa a ser de 52% nos dois casos. Os números podem indicar uma mudança na visão de emprego, principalmente voltada ao empreendedorismo e a uma crescente geração Z que entende novas formas de trabalho além das carreiras acadêmicas.

Ainda de acordo com a pesquisa, 56% dos brasileiros de classe baixa moram em imóveis próprios e 29% em imóveis alugados. Na classe média, o número de pessoas em casas já quitadas salta para 59%, enquanto na classe alta, o índice é de 58%.O estudo trouxe considerações sobre como as classes brasileiras enxergam questões sociais, econômicas e governamentais, como privatizações e deveres do Estado.

Nessa questão, cerca de 58% dos entrevistados de classe baixa acreditam que instituições como Correios, Caixa Econômica Federal e Petrobras devem continuar sendo administradas pelo governo. Nas classes média e alta, esse número diminui para 54% e 53% respectivamente.

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/13:36:01

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Morre uma das vítimas de incêndio em fábrica de fantasias no RJ

(Foto: Reprodução: Agência Brasil) – O governo do estado afirmou que uma mulher foi transferida da unidade.

Morreu neste domingo (16) uma das vítimas do incêndio na fábrica de fantasias e uniformes militares Maximus Confecções, em Ramos, zona norte do Rio de Janeiro. Rodrigo de Oliveira, que não teve idade divulgada, estava hospitalizado desde a quarta-feira (12), dia do acidente.

Rodrigo estava internado no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, para onde outras sete vítimas do incêndio também foram levadas.

O governo do estado afirmou que uma mulher foi transferida da unidade. Dos outros seis pacientes que seguem internados no Getúlio Vargas, cinco deles continuam em estado grave –três mulheres e dois homens.

Uma mulher apresentou melhora e tem quadro de saúde estável.
Ao todo, 21 pessoas ficaram feridas pelo incêndio. Todos os internados inalaram fumaça tóxica e sofreram queimaduras nas vias aéreas.

A fábrica Maximus Confecções era responsável por confeccionar todas as fantasias do Império Serrano e de outras escolas de samba da Série Ouro, o grupo de acesso. Responsável pela empresa, Hélio Oliveira disse à reportagem que presta assistência aos funcionários.

O incêndio começou logo após a entrada do turno dos funcionários da manhã. Também estavam no prédio ao menos 50 pessoas que haviam dormido no local em razão do trabalho em turnos, 24 horas por dia.

O espaço, com cerca de 500 metros quadrados e três andares, não tinha alvará de funcionamento do Corpo de Bombeiros, de acordo com a corporação. Segundo o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), porém, a fábrica possuía o alvará municipal.

A Polícia Civil já identificou que havia uma ligação clandestina de energia no local. A polícia também disse que determinou a interdição “em virtude da apuração de possível fato criminoso, bem como do preenchimento de requisitos de funcionamento e preservação do local”.

O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia (Bonsucesso).
O Ministério Público do Trabalho também abriu investigação para apurar as condições de trabalho dos funcionários.

As três escolas de samba que mais sofreram com perdas de fantasias –Império Serrano, Unidos da Ponte e Unidos de Bangu– não serão rebaixadas. A decisão foi tomada ainda na quarta pela Liga RJ, organizadora do grupo de acesso.

 

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/14:34:51

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Jogador do XV de Jaú tem mal súbito e morre antes do jogo aos 26 anos

Tristeza no futebol brasileiro: morte do jogador Gabriel Popó aos 26 anos abala o XV de Jaú e seus torcedores.

Tristeza no futebol brasileiro: morte do jogador Gabriel Popó aos 26 anos abala o XV de Jaú e seus torcedores.

Na manhã deste domingo, 16 de outubro, o futebol brasileiro foi abalado pela notícia do falecimento do jogador Gabriel Popó, aos 26 anos. O atleta, que defendia as cores do XV de Jaú, faleceu após sofrer um mal súbito enquanto se encontrava no alojamento do clube.

O XV de Jaú se preparava para um confronto contra o União Suzano na Série A-3 do Campeonato Paulista. Gabriel não estava entre os convocados para a partida e, por esse motivo, permaneceu no alojamento. Ele foi encontrado inconsciente por um colega e imediatamente socorrido, sendo encaminhado a um hospital local. Infelizmente, não resistiu aos problemas de saúde que o acometeram.

Em razão da tragédia, a partida programada contra o União Suzano foi adiada. O clube manifestou sua dor em nota oficial: “É com uma dor e tristeza imensuráveis que comunicamos o falecimento do atleta Gabriel Protásio, o Popó. O jogador foi atendido no alojamento e levado prontamente para a Santa Casa de Jaú. A causa do óbito está sob investigação e será confirmada assim que o laudo for emitido pelo órgão responsável. Em respeito a esse momento de luto, e em comum acordo entre o XV de Jaú, União Suzano e a Federação Paulista de Futebol, a partida programada para hoje foi cancelada”.

 

Além disso, o XV de Jaú prestou condolências à família e amigos de Gabriel Popó: “Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade à família, membros do clube, amigos e companheiros de Gabriel Popó. Que sua memória seja honrada e que possamos encontrar forças para enfrentar essa perda irreparável”.

A Federação Paulista de Futebol também se manifestou através de uma nota lamentando a morte do jogador: “Lamentamos profundamente o falecimento do atleta Gabriel Popó, de 26 anos, do XV de Jaú. O confronto deste domingo (16) contra o União Suzano pelo Paulistão A3 Sicredi foi suspenso”.

Gabriel Popó teve uma passagem breve pelo XV de Jaú, tendo atuado em apenas uma partida nesta temporada, em fevereiro. Ele entrou em campo no segundo tempo durante o jogo contra o Bandeirante. O meia ingressou no clube interiorano no início da temporada atual para competir na terceira divisão estadual, vindo de equipes como Sampaio Corrêa, Souza e Linense.

 

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/14:20:19

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Ovo com validade? Nova regra começa a valer em março; entenda

Foto: Reprodução | Indústrias têm até 4 de março para se adaptar às novas exigências, que incluem investimentos em tecnologia para impressão nas cascas dos ovos

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determinou que os ovos comercializados no Brasil deverão ter informações como data de validade, classificação, nome do produtor e número de registro impressas diretamente na casca a partir de 4 de março de 2025. A medida tem base na Portaria SDA/MAPA nº 1.179, publicada em 5 de setembro de 2024. A normativa visa garantir a segurança alimentar e o rastreamento dos lotes, especialmente para ovos vendidos sem embalagem primária. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil é o sétimo maior produtor mundial de ovos, com mais de 52 bilhões de unidades produzidas anualmente.

A nova regulamentação também uniformiza a nomenclatura dos produtos avícolas e estabelece requisitos para granjas avícolas e unidades beneficiadoras. Além disso, ela promove maior transparência no mercado ao permitir que consumidores identifiquem facilmente a origem dos produtos adquiridos fora da embalagem original.

A tinta utilizada na impressão ou marcação nas cascas deve ser atóxica e in natura para não arriscar contaminar o alimento. De acordo com Ramon Grasselli, gerente comercial da Soma Solution, empresa especializada em identificação e rastreabilidade de produto, os produtores estão em processo de adaptação. Além da regulamentação, fortificar a segurança alimentar e a transparência no setor.

“A segurança alimentar é um tema sério e relevante. Com essa medida, o consumidor terá acesso a informações precisas e confiáveis, enquanto o setor ganha ferramentas para combater fraudes e garantir conformidade com as normas vigentes”, afirmou.

Como prolongar a validade do ovo?

  • Refrigeração: mantenha os ovos na geladeira, preferencialmente no compartimento interno para evitar oscilações de temperatura. Isso pode estender a validade para até 30 dias ou mais, dependendo das condições;
  • Evitar lavagem prematura: não lave as cascas dos ovos antes de armazená-los, pois isso pode remover a proteção natural contra bactérias e microrganismos.
  • Recipientes limpos: se necessário, retire os ovos da embalagem original e coloque-os em um recipiente limpo para evitar contaminação cruzada;
  • Verificar integridade da casca: certifique-se de que as cascas estejam intactas e porosas ao comprar os ovos, evitando qualquer alteração que possa permitir a entrada de bactérias;
  • Evitar contato direto com outros alimentos crus: armazene os ovos separadamente dentro da geladeira para prevenir transferência de cheiros ou contaminação bacteriana.

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/09:17:13

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Policial morre após transplante capilar; entenda os riscos do procedimento

Foto: Reprodução | Procedimento envolve riscos como infecção, complicações na cicatrização e resultados insatisfatórios.

Weslley Marques dos Santos, de 32 anos, escrivão da Polícia Civil de São Paulo, morreu após passar mal durante um transplante capilar realizado em uma clínica na região central da capital paulista. O caso levanta questões sobre os riscos envolvidos nesse tipo de procedimento. Entenda os riscos e como é feito o processo.

Quais são os riscos do transplante capilar?

O transplante capilar é um procedimento cirúrgico que, como qualquer intervenção médica, apresenta riscos. Entre os mais comuns estão:

Infecção: incomum, mas pode ocorrer se os cuidados pós-operatórios não forem seguidos corretamente;

Sangramento e inchaço: pode afetar tanto a área doadora quanto a receptora, incluindo inchaço na testa e ao redor dos olhos;

Cicatrização inadequada: mais frequente no método Transplante de Unidade Folicular (FUT), que deixa cicatriz na área doadora;

Perda temporária dos fios transplantados: conhecida como eflúvio telógeno, ocorre nas primeiras semanas e os fios voltam a crescer depois de alguns meses;

Resultados insatisfatórios: podem ocorrer se não houver planejamento adequado, resultando em crescimento irregular dos fios.

Embora a morte não seja um risco comum do procedimento, especialistas enfatizam a necessidade de investigação. “Diante do falecimento do paciente, consideramos fundamental que as autoridades competentes realizem uma investigação detalhada para esclarecer as circunstâncias do ocorrido”, afirma Anna Cecília Andriolo, dermatologista e presidente da Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC).

Para minimizar os riscos, a escolha de um profissional qualificado é essencial. Além disso, é necessário seguir todas as orientações médicas antes e depois da cirurgia. “A escolha de uma clínica ou hospital que siga todas as normas sanitárias e de biossegurança também é essencial para garantir a segurança e o sucesso do procedimento”, destaca Andriolo.

Como o transplante capilar é realizado?

O procedimento consiste na redistribuição de folículos capilares retirados da área doadora — geralmente a parte posterior da cabeça — para regiões com rarefação capilar ou calvície. Atualmente, existem duas principais técnicas utilizadas no Brasil:

Transplante de Unidade Folicular (FUT): também conhecida como “técnica da faixa”, envolve a remoção de uma faixa de couro cabeludo da área doadora, da qual os folículos são extraídos e implantados na região calva;

Extração de Unidades Foliculares (FUE): nessa técnica, os folículos são retirados individualmente, sem necessidade de uma incisão extensa, o que pode reduzir a cicatriz visível e acelerar a recuperação.

Ambas as técnicas são realizadas sob anestesia local e são atos médicos privativos, devendo ser feitas apenas por profissionais habilitados, com especialização em dermatologia ou cirurgia plástica.

O que se sabe sobre o caso?

Weslley Marques dos Santos sofreu uma parada cardíaca durante o procedimento no dia 6 de fevereiro. O médico responsável conseguiu reanimá-lo, e ele foi encaminhado ao Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). O policial permaneceu internado por cinco dias, mas morreu no dia 11 de fevereiro. O caso foi registrado como morte súbita, e as autoridades aguardam laudos periciais para determinar a causa do óbito.

A investigação está a cargo do 5º Distrito Policial, da Aclimação. O médico que realizou o procedimento tem inscrição regular no Conselho Regional de Medicina (CRM) e especialização em anestesiologia. Segundo o Conselho Federal de Medicina, transplantes capilares podem ser realizados tanto em hospitais quanto em clínicas especializadas.

A Prefeitura de São Paulo foi acionada para verificar se a clínica onde o procedimento ocorreu tem autorização para funcionamento. A instituição e o médico responsável também foram procurados para comentar o caso, e o texto será atualizado com qualquer novo posicionamento.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/08:16:51

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Professor de futebol acusado de estupro morre após ser linchado por populares

Foto: Ilustrativa | Vídeos do homem estuprando crianças de 10 a 12 anos haviam sido divulgados nas redes sociais antes do ocorrido

Um professor de futebol de 45 anos, não identificado, morreu após ser linchado por moradores do bairro Valentina Figueiredo, em João Pessoa, Paraíba. A agressão ocorreu na tarde deste sábado (15), após a divulgação de um vídeo em que o professor aparece cometendo estupro contra crianças de 10 a 12 anos, que eram seus alunos.

O vídeo foi divulgado em um perfil anônimo do Instagram e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, causando revolta na comunidade. Pais de alunos e moradores, ao terem conhecimento do conteúdo, invadiram a residência do professor e o agrediram.

A Polícia Militar foi acionada e encontrou o professor caído na rua, cinco casas depois do local das agressões. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhado para o Hospital de Trauma de João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Segundo informações da mãe de uma das vítimas à TV Cabo Branco, o professor costumava oferecer lanches aos meninos após o treino. Ela suspeita que as crianças eram dopadas, pois acordavam sem lembrar do que havia acontecido e eram ameaçadas de morte caso contassem sobre os abusos.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/08:13:48

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Concurso da PF: Governo Federal autoriza provimento de mil vagas

(Foto: Jamile Ferraris/MJSP) – Cargos são para delegados, peritos, agentes, escrivães e papiloscopistas. Instituição terá seis meses para publicar edital com a abertura das inscrições

A Polícia Federal (PF) publicou a autorização do concurso público para o provimento de mil cargos do quadro de pessoal. As vagas estão divididas em delegado (120), perito criminal (69), agente (630), escrivão (160) e papiloscopista (21). O prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições é de até seis meses.

A autorização para as outras mil vagas anunciadas em janeiro pelos ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck, e pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, após decisão do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, está prevista para ser publicada em 2026.

“Serão 2 mil policiais federais distribuídos por todo o Brasil e que serão muito importantes no combate ao crime organizado, na segurança das nossas fronteiras e no combate ao crime ambiental”, disse Lewandowski, à época, reforçando que a medida é a prioridade para a gestão.

Plano Especial de Cargos da PF

Em dezembro de 2024, foi autorizada a realização de concurso público para o provimento de 192 cargos do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal, conforme a Portaria MGI nº 9.363/2024. Os editais de ambos os concursos serão divulgados em breve.

 

Fonte: Justiça e Segurança e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/02/2025/09:37:14

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Moraes nega soltura, mas concede regime semiaberto a Daniel Silveira

Ex-deputado Daniel Silveira foi condenado em abril de 2022 a oito anos e nove meses – (crédito: Pablo Valadares/Camara dos Deputados)x

Defesa queria que o cliente fosse enquadrado como beneficiado pelo indulto natalino assinado pelo presidente Lula

 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu o regime semiaberto ao ex-deputado Daniel Silveira. O magistrado negou, em decisão tomada na quinta-feira (13), um pedido de soltura ou de indulto. A defesa do ex-parlamentar alegava que o cliente poderia ser beneficiado pelo decreto natalino editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na decisão, Moraes afirmou que o indulto não vale para pessoas condenadas por crimes contra o Estado Democrático de Direito. “Indefiro o requerimento da aplicação do decreto Nº 12.338/2024, por expressa vedação de seu artigo 1º, inciso XV, pois incabível o decreto natalino para condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito”, escreveu o magistrado.

Daniel Silveira foi condenado a 8 anos e 9 meses de prisão por estimular atos antidemocráticos por ataque contra o Supremo e seus ministros. Em um vídeo transmitido pela internet ele incentivou ataques à Corte e chegou a citar uma suposta invasão à sede do Tribunal e ataque físico aos magistrados.

De acordo com a decisão, Silveira deverá se apresentar diariamente na Colônia Agrícola Marco Aurélio Vergas Tavares de Mattos, em Magé (RJ). Em dezembro, o ex-deputado passou para o regime aberto, mas foi detido novamente por descumprimento de medida cautelar. Ele deixou o perímetro em que deveria ficar. A defesa alegou que o cliente foi até um hospital após ter uma urgência médica.

Porém, o ministro não aceitou o encarceramento e determinou a volta ao cárcere. Daniel também chegou a usar tornozeleira eletrônica, mas também teria descumprido a ordem.

Saiba Mais

 

Fonte:  Renato Souza – Correio Braziliense e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/02/2025/09:23:55

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