VÍDEO: Homem é flagrado espancando mulher dentro de mercado, em São Paulo

Foto: Reprodução | O caso ocorreu na segunda-feira (10). O gerente tentou intervir, mas, ao perceber que o agr3ssor estava exaltado, acionou a polícia.

Uma mulher foi agredida por um homem dentro de um mercado no Centro de São Paulo, nesta segunda-feira (10). O gerente da loja tentou intervir, mas ao perceber que o agressor estava muito exaltado, acionou a polícia.

CLIQUE AQUI E ASSISTA AO VÍDEO NO INSTAGRAM DO FOLHA

Em depoimento, a vítima, que tem uma filha com o agressor, afirmou que houve uma discussão, mas negou ter sido agredida fisicamente. Ela alegou hematomas causados pela “ação violenta da Polícia Militar”.

O agressor, por sua vez, afirmou que a briga foi apenas verbal e que se exaltou devido a atitudes das amigas da vítima. Ele também alegou ter sido agredido pelos policiais durante sua prisão. Testemunhas, no entanto, negaram violência policial, afirmando que foi utilizado gás de pimenta para dispersar a multidão.

Fonte: Luiz Bacci e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/18:44:28

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Quem é primeiro homem trans a disputar o Mister Brasil

Foto: Reprodução | O Mister Brasil CNB é um concurso de beleza masculino anual, que tem como objetivo selecionar o representante do país no Mister Mundo.

O modelo e personal trainer Bernardo Rabello é o primeiro homem transgênero a disputar o Mister Brasil CNB. Aos 29 anos e natural de Resende, cidade no Sul do Rio de Janeiro, Bernardo representa o Sul Fluminense na disputa.

“Estou muito feliz de estar me desafiando nesta etapa nacional para cada vez mais me desenvolver e auxiliar por meio das minhas vivências, pessoas do nosso país e mundo. Dividir minhas experiências e poder aprender com tudo e todos será meu objetivo principal nesta nova jornada. Vamos juntos”, celebrou Bernardo, ao ser anunciado na lista de candidatos do concurso de beleza nacional.

O Mister Brasil CNB é um concurso de beleza masculino anual, que tem como objetivo selecionar o representante do país no Mister Mundo. O evento nacional acontece entre os dias 2 e 6 de abril, em Balneário Camboriú/SC.

Até o início da fase adulta, Bernardo se identificava como uma mulher lésbica. Aos 22 anos, procurou ajuda de especialistas em transição de gênero e iniciou o tratamento com hormônios.

“Já estava no meu limite”, disse Bernardo em 2019, em entrevista ao g1. Ele também buscou referências na “vida real” para sentir que não estava sozinho: “Conheci outros homens trans e vi quem eu sou de verdade”, completou.

Na época, ele revelou seu sonho de participar de uma novela da Globo. Quero ser ator e estou me dedicando ao máximo. A Malhação fez parte de minha adolescência e eu sempre quis ser o galã. Na época, eu era menina. Hoje, gostaria de realizar este sonho. Sem contar que a Malhação se passa sempre em uma escola. Então, seria a minha oportunidade de talvez reviver tudo o que eu vivi, mas dessa vez como eu sou hoje. Isso seria uma realização surreal para mim”, contou o então aluno de artes cênicas.

Nas redes sociais, Bernardo compartilhou um vídeo no qual relata um dos comentários que ouvia quando pensava na transição:

“Se transicionar, vai ser um homem feio.”

“Foi o que falaram. Se estavam certos, aí é outra história”, escreveu ele em um vídeo no qual compartilha imagens do antes e do depois.

Em novembro de 2024, Bernardo celebrou sete anos de transição.

“7 anos de felicidade não apagam os 23 anos que Yasmin passou de muita luta para que hoje eu pudesse sorrir. Bernardo é uma construção de ideias/pensamentos que a Yasmin, quando era criancinha, gostaria de ser.”

“Hoje, ela me permite ser um rapaz sensível, carinhoso, cuidadoso, atencioso, forte, de coragem inabalável, tímido, inteligente, responsável, determinado… enfim. Ela me faz ser um Bernardo melhor. Feliz pela sua tomada de decisão em podermos caminhar juntos nesta jornada que é da hora viver e sermos quem somos”.

Junto ao tratamento hormonal, Bernardo teve acompanhamento de um psicólogo durante o processo, o que também é indicado para a família, para ajudar a entender todas as mudanças na vida de uma pessoa trans.

“Logo que eu tomei a primeira dose eu me senti mais eu. E cada mudança, por mais que fosse mínima, já significava muito pra mim”, contou.

Primeiras impressões ainda na infância

Bernardo se recorda de não se sentir bem com a própria imagem desde os quatro anos de idade. “Sempre me identificava mais com os meninos e gostava sempre de me vestir e agir igual ao meu avô, a única figura masculina no convívio da família”, contou.

Descobriu que se sentia atraído por meninas na adolescência. Quando começou a trabalhar, já ganhava o próprio dinheiro e passou a ter a liberdade para comprar as roupas que o deixava mais confortável. A mudança passou a ser ainda mais nítida quando cortou o cabelo bem curto. Mas, nessa época, Bernardo ainda era uma mulher lésbica.

Quando se assumiu lésbica, com 14 anos, os pais de Bernardo ficaram resistentes, mas se acostumaram aos poucos. “Eles não tinham muito o que fazer. Era quem eu era na época. Com o tempo, também foram aparecendo mais informações, a questão da homossexualidade ficou mais visível… Então, eles foram ficando mais tranquilos”.

Mais tarde, foi da mãe o maior apoio quando Bernardo decidiu passar pela transição. “Minha mãe já estava esperando eu sair do armário. Ela sempre soube que eu tinha algo diferente”, lembrou.

Com o pai, as coisas foram mais difíceis no início. “O meu pai ficou um pouco assustado. Ele não sabia como eu seria. Minha tia conversou com ele e disse: ‘seu filho é independente, tem a faculdade dele, tem a própria casa… Então, não é uma transição que vai mudar quem ele é, o caráter dele… Você tem que ter orgulho pelo que ele é’”, comentou.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/18:09:47

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Aeroporto de Congonhas proíbe marcha à ré após funcionário morrer atropelado

Em nota, concessionária que administra o aeroporto, diz que o aviso é uma “medida protetiva adicional” (Divulgação / Infraero)

Manobra está vetada para veículos e equipamentos que transitam dentro da área de embarque e desembarque remoto do terminal.

O Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, opera desde sexta-feira, 7, com um aviso que proíbe a manobra de marcha à ré por veículos e equipamentos que transitam dentro da área de embarque e desembarque remoto. A medida foi adotada um dia depois de um homem de 42 anos, funcionário de uma empresa terceirizada, morrer neste mesmo local do aeroporto após ser atropelado por um ônibus.

Com a medida “fica proibido procedimento de marcha à ré de veículos/equipamentos na área de movimento, englobando todas as vias de serviço, a área de desembarque e embarque remoto”.

Em nota, a Aena, concessionária que administra o aeroporto, diz que o aviso emitido é uma “medida protetiva adicional” enquanto outras ações são analisadas.

“A segurança é um valor inestimável para a concessionária e sua evolução é um processo de melhoria contínua”, afirmou a Aena, que diz acompanhar as investigações e prestar toda a assistência necessária às autoridades.

A vítima trabalhava para Security Sata, empresa terceirizada responsável por fazer o transporte de passageiros da área de embarque até os aviões. A empresa foi procurada pela reportagem e não deu retorno até a publicação deste texto.O funcionário morreu após um ônibus, sem passageiros, o atropelar enquanto fazia uma manobra de ré. Ele chegou a ser encaminhado para o Hospital Saboya, no Jabaquara (zona sul), mas não resistiu aos ferimentos.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/16:33:59

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Caso Vitória: Homem seguiu jovem durante três dias antes de desaparecimento

Vítima encontrada morta em São Paulo. (Foto: Redes Sociais)

A polícia investiga três homens como possíveis envolvidos no assassinato de Vitória.

A Polícia Civil de São Paulo divulgou novas informações sobre o caso de Vitória Regina de Sousa. Segundo as investigações, Daniel Lucas Pereira, um dos suspeitos, teria acompanhado o jovem durante três dias, registrando sua trajetória em vídeos em três momentos distintos. A polícia investiga se isso indica premeditação no sequestro.

Em coletiva de imprensa na segunda-feira (10), o diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), Luiz Carlos do Carmo, detalhou as provas. Entre os relatos, Vitória teria informado a uma amiga sobre estar sendo seguida por dois homens no ponto de ônibus. Ela informou que um dos suspeitos entrou no mesmo ônibus e, após descer em Ponunduva, avistou a presença de um carro com quatro homens observando-a. Testemunhas confirmaram o veículo na região. Na última mensagem enviada, Vitória declarou medo ao notar que os homens estavam se aproximando.

Daniel também fotografou o carro de Maicol Antônio Sales dos Santos, primeiro suspeito de prisão preventiva decretada, e invejoso como imagens de família de Vitória. A polícia investiga sua conexão com o caso, já que ele era amigo da vítima.

Suspeitos e prisão

A polícia investiga três homens como possíveis envolvidos no assassinato de Vitória: Gustavo Vinícius Moraes (ex-namorado da vítima), Maicol Sales dos Santos (proprietário do carro visto acompanhando Vitória) e Daniel Lucas Pereira, amigo da jovem. A ex-mulher de Daniel relatou que Maicol chegou em casa, na madrugada do desaparecimento, fazendo muito barulho com o carro. A juíza, porém, negou o pedido de prisão temporária de Daniel, pois sua ligação com o caso já havia sido esclarecida.

Maicol, dono do Corolla envolvido na morte de Vitória, teve sua prisão preventiva decretada após contradições no depoimento de sua esposa e relatos de vizinhos sobre movimentações suspeitas. A polícia encontrou sangue no carro do suspeito, que é o único preso até o momento. Gustavo também é considerado suspeito, com evidências de sua participação no crime.

Leia Também

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:36:39

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




STF vai decidir se fim da saidinha se aplica a condenados antes de lei

(Foto: Reprodução) – Desfecho será seguido em casos semelhantes por todas as instâncias

A maioria do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) votou para que a Corte defina se quem cumpria pena de prisão quando o Congresso acabou com a chamada “saidinha” de presos continua a ter direito ao benefício.

Nove dos 11 ministros do Supremo votaram para que um dos recursos que chegou à Corte tenha repercussão geral. Isto é, o desfecho do processo deverá ser seguido para todos os casos semelhantes que tramitam em instâncias inferiores.

A maioria também aprovou a suspensão de todos os processos sobre o tema que estejam em tramitação na Justiça brasileira. O assunto também é discutido em ao menos quatro ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), mas essa espécie de ação não permite a interrupção de processos nas instâncias inferiores.

Desde que a lei sobre o fim das saídas temporárias foi promulgada pelo Congresso, em maio do ano passado, as defesas de milhares de presos têm acionado o Judiciário para tentar impedir que proibição das saídas temporárias seja aplicada aos seus clientes.

O principal argumento é o de que uma norma criminal não pode surtir efeito sobre casos anteriores a sua vigência se for para prejudicar o preso. A garantia é dada por um dos incisos do artigo 5º da Constituição, segundo o qual “a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu”.

O Ministério Público, contudo, sustenta que a nova legislação não é penal, isto é, não trata da tipificação de crimes, mas somente da execução da pena para criminosos já condenados, razão pela qual não se aplicaria a garantia constitucional.

Em outas palavras, as condições para a saída temporária são verificadas com base na legislação em vigor no momento da concessão do benefício, e não das leis que regulamentavam a “saidinha” no momento do cometimento do crime, argumenta o MP.

Para o relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo, a “definição sobre a possibilidade de retroação da Lei nº 14.843/2024 para execução de pena por crimes anteriores à sua vigência tem relevante impacto social, já que pode atingir parte expressiva da população carcerária brasileira”.

Barroso destacou que o Brasil tem, por exemplo, mais de 110 mil presos em regime semiaberto, que foram afetados diretamente pela nova lei. “Cuida-se, pois, de matéria com repercussão geral, sob todos os pontos de vista (econômico, político, social e jurídico), em razão da relevância e transcendência dos direitos envolvidos”, afirmou o ministro.

O relator foi seguido pelos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Luiz Fux, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Gilmar Mendes. Os ministros Nunes Marques e Cármen Lúcia têm até o fim desta terça-feira (11) para votar.
Entenda

A repercussão geral foi aprovada pela maioria do Supremo em um caso no qual a Justiça de Santa Catarina concedeu a saída temporária para visita à família a um preso do estado, sob a justificativa de que a não retroatividade de norma penal “é direito fundamental do cidadão”.

Além do recurso de SC, onde foram abertos ao menos 480 processos do tipo, outras 40 apelações sobre o assunto chegaram ao Supremo.

A legislação promulgada em 11 de abril de 2024 alterou a Lei de Execuções Penais para a saída temporária para condenados por crimes hediondos ou violentos, e assim acabar com saídas temporárias para visita a família e ressocialização dos presos em regime semiaberto.

Antes da lei, os presos do semiaberto tinham direito de utilizar as saídas temporárias para visitar familiares em feriados como Páscoa e Natal. Eles também podiam ficar soltos sem supervisão por até sete dias para participar de atividades de ressocialização. Ainda são permitidos outros tipos de saída, como para estudar.

Em todos os casos, as saídas precisam de autorização do juiz responsável pela execução penal. Os critérios a serem observados são: comportamento adequado na prisão; cumprimento mínimo de um sexto da pena, se o condenado for primário, e um quarto, se reincidente; e compatibilidade do benefício com os objetivos da pena.

 

Fonte: Ingrid Sales – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/16:06:40

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Servidor público mata menina de 10 anos após oferecer pizza

(Foto: Reprodução) – O criminoso abordou a menina falando que ia pagar uma pizza e pretendia dar R$ 50 para a vítima

O homem de 56 anos, suspeito de matar Yara Karolaine Martins Neves é motorista da Prefeitura de Água Boa. Ele foi preso nesse domingo (9/3), em Minas Gerais. Em depoimento na delegacia, ele confessou o crime e contou que atraiu a vítima dizendo que iria pagar uma pizza e daria R$ 50 para ela.

O servidor público usou dois carros da administração da cidade para cometer o crime. O homem disse, ainda, que matou a menina porque ficou com medo de que a família dela soubesse das intenções dele com a criança. Em depoimento, ele afirmou que não teria abusado de Yara.

Depois de preso, o motorista foi encaminhado para uma penitenciária em Ganhães e vai responder por homicídio e ocultação de cadáver.
Desaparecimento e morte

Yara Karolaine desapareceu na terça-feira (4/3), em Água Boa (MG). A menina que estava sumida foi encontrada morta no último sábado (8/3). Ela foi achada em São Pedro do Suaçuí, em Minas Gerais.

ASSISTA AO VÍDEO COMPLETO NO INSTAGRAM DO FOLHA:

Uma amiga da vítima acionou a Polícia Militar de Minas Gerais. A corporação informou que a testemunha disse que Yara tinha entrado em um carro por volta das 21h45 do dia 4 de março. Depois disso, ela não foi mais vista.

A testemunha indicou aos policiais que o veículo teria seguido em direção à cidade Santa Maria do Suaçuí. O corpo da criança foi encontrado quatro dias depois.

Yara estava enrolada em um lençol dentro de uma vala. O corpo foi encontrado por um grupo de pessoas que estava em uma cachoeira próxima de São Pedro do Suaçuí. Eles também acionaram a PMMG depois de sentirem um cheiro forte no local.
Nota da Prefeitura

Em nota, a prefeitura decretou luto de três dias pela morte de Yara. ”Neste momento de dor, nos solidarizamos com sua família e reforçamos nosso compromisso em apoiar as autoridades para que esse crime seja esclarecido e os responsáveis punidos”, escreveu a direção.

Corpo de menina desaparecida é encontrado em mata em Minas Gerais

Fonte: Ingrid Sales – Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/16:00:58

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Pará lidera produção de soja, milho, cacau e criação de búfalos

(Foto: Reprodução) – Pecuária bovina também é destaque nacional, segundo Boletim da Agropecuária, produzido pela Fapespa

O Pará é líder nacional na produção de commodities como soja, milho e cacau, além de ser uma referência na pecuária bovina, com um dos maiores rebanhos do Brasil. Um crescimento impulsionado pela expansão das áreas cultivadas, uso de tecnologia e investimentos em infraestrutura logística, como rodovias, hidrovias e portos, que facilitam o escoamento da produção. Assim, o setor agropecuário paraense firma-se como potência econômica, mantendo-se na vanguarda produtiva da Região Norte e consolidando-se como a fronteira agrícola da Amazônia. É o que constata o “Boletim Agropecuário do Pará 2024”, desenvolvido pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa).

Um dos principais dados é referente à pecuária, atividade econômica estratégica no Pará, destacando-se como uma das principais fontes de riqueza e desenvolvimento regional. O estado possui o maior rebanho bovino da região Norte, passando de 1,6 milhão de cabeças em 1977 para 25 milhões em 2023, representando um aumento de mais de 15 vezes e alcançando o maior volume da série histórica.

No âmbito nacional, o Pará é o segundo maior produtor, com 10,5% do rebanho total do Brasil. Quatro municípios paraenses tiveram destaque na pecuária brasileira em 2023, sendo São Félix do Xingu o maior produtor do Brasil, registrando um rebanho de 2,5 milhões de cabeças. Marabá ocupa a quinta posição no ranking nacional e Novo Repartimento a sexta posição, ambos com 1,3 milhão de cabeças. Altamira, por sua vez, alcançou a oitava colocação, com 1,1 milhão de cabeças.

O Pará lidera também o maior rebanho bubalino do país, consolidando-se como o principal estado nessa atividade pecuária. Em 2023, o estado foi responsável por 40,9% do efetivo nacional, contabilizando 683,6 mil cabeças, um crescimento expressivo de 6% em relação ao ano anterior. Chaves lidera o ranking estadual com 237,2 mil cabeças de búfalo, representando 34,7% do total. Soure, segue como segundo maior produtor estadual com 105,4 mil cabeças, contribuindo com 15,4% do rebanho. Cachoeira do Arari ocupa a terceira colocação, com 8,2% do rebanho paraense, equivalente a 55,8 mil cabeças.

Liderança – A diversidade da atividade pecuária no estado inclui ainda a criação de aves, equinos, suínos, ovinos, caprinos e a exploração de produtos de origem animal. O rebanho ovino apresentou o maior avanço percentual em 2023, com um crescimento de 3,8%, seguido pelo rebanho equino, que cresceu 1,9%. O rebanho suíno também registrou aumento de 1,1%, enquanto o rebanho caprino teve um crescimento mais modesto, de 0,1%. A atividade de criação de galináceos também registrou crescimento, com um aumento de 0,5%.

“O Boletim constrói a partir de uma análise de dados, um panorama estrutural e conjuntural das atividades agropecuárias e de seus principais produtos. Para isso, utilizamos indicadores da produção pecuária, da pesqueira, da produção agrícola, do extrativismo e da silvicultura, do contexto do mercado de trabalho do setor, do panorama do crédito rural e das suas exportações. Assim, esperamos que o estudo contribua para o debate de políticas públicas eficazes, incentivos financeiros e engajamento da sociedade para equilibrar produtividade, conservação e mitigação dos impactos climáticos na agricultura, especialmente em um ano que Belém se torna o centro dos debates sobre o futuro do planeta e o setor necessita tecer o equilíbrio entre produção e preservação ambiental”, pontua Márcio Ponte, diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas e Análise Conjuntural (Diepsac) da Fapespa.

Pecuária – Entre 1997 e 2023, a produção de carnes no Pará teve um crescimento notável, mais de seis vezes, passando de 128,5 milhões de toneladas para 866,6 milhões de toneladas, o que representa um aumento absoluto de cerca de 738,1 milhões de toneladas. Em 2023, o Pará exportou 106,2 mil toneladas de carnes, com dez municípios representando mais de 99% dessas exportações.

O município de Água Azul do Norte é o principal exportador, com 28,2% de participação nas exportações estaduais. Rio Maria ocupou a segunda posição, com 19,6%, seguido por Castanhal, que contribuiu com 16,2% das exportações. Esse crescimento é um reflexo da expansão da pecuária no estado e do aumento da capacidade produtiva da indústria de carnes paraense. A carne bovina continua sendo a principal fonte de produção, seguida da carne de frango, que tem mostrado um crescimento expressivo ao longo dos anos.

O Boletim traz ainda dados sobre outros produtos. O leite colocou o Pará na 13º colocação entre os estados com maior produção de leite no Brasil em 2023, atingindo 0,6 bilhões de litros, crescimento de 0,4% em relação ao ano anterior. Quanto ao mel de abelha, o Pará ocupou a 14ª posição entre os estados brasileiros na produção, com um volume de 0,7 mil toneladas, representando 1,1% da produção nacional, sendo o município de Capitão Poço o maior produtor estadual.

Já na produção de ovos de galinha, o estado do Pará produziu 39,8 milhões de dúzias de ovos, e mais de 83% dessa produção veio de apenas dez municípios, sendo Santa Izabel do Pará o maior produtor, com 14,5 milhões de dúzias, representando 36,4% da produção estadual.

Agricultura – O Pará destaca-se no cenário agrícola nacional por sua vasta extensão territorial e pela produção de culturas estratégicas, mantendo uma posição de liderança na produção de mandioca (3,8 milhões/T), dendê (2,8 milhões/T) e açaí (1,6 milhões/T), cujos volumes superam significativamente a média nacional. Além disso, o estado também se sobressai na produção de banana (0,4 milhões/T), abacaxi (0,3 milhões/T), coco da baía (0,2 milhões/T), cacau (0,1 milhões/T) e pimenta do reino (0,04 milhões/T), reforçando seu papel no fornecimento de alimentos para consumo direto e para uso como insumos industriais.

Entre 2000 e 2023, a agricultura do Pará apresentou crescimento médio de 7,6% ao ano no valor da produção. Nos últimos quatro anos do período analisado, o crescimento foi consecutivo, culminando com um recorde de R$ 28,6 bilhões no valor da produção agrícola em 2023. Esse avanço também refletiu um aumento da participação do Pará no cenário nacional, com sua contribuição no valor da produção agrícola do Brasil passando de 2,4% para 3,5%. Igarapé-Miri destacou-se como o principal município produtor estadual, com 9% de participação, seguido por Paragominas (7,2%) e Dom Eliseu (4,4%).

Mercado de trabalho – No Pará, 509 mil pessoas ocupavam o setor agropecuário em 2023. No curso da série histórica de 2002 a 2023 de emprego formal, a evolução do estoque no estado atingiu 274,2%, o que representou um acréscimo de 47 mil vínculos. De 2022 a 2023, o emprego formal cresceu 1,3%, totalizando 63,8 mil vínculos.

Na distribuição municipal dos vínculos formais do setor agropecuário, o município de Tailândia foi o que registrou a maior participação, seguido de Moju e Paragominas, com participações de 5,9% e 5,5%, respectivamente. O maior crescimento identificado entre os dois anos de análise foi em Concórdia do Pará, com variação de 18,1%. A criação de bovinos para corte foi o setor com mais vínculos no estado, acumulando participação de 37,6% em 2023. Em seguida, aparecem cultivo do dendê, com participação de 21,8%, e criação de frangos para corte, com 6% dos vínculos formais. O cultivo de açaí registrou o maior crescimento dentre as principais atividades, da ordem de 36,5% em um ano.

Exportação – Com a agropecuária paraense aquecida e empregando, o Estado destaca-se como um dos principais polos agroexportadores do Brasil. O Pará exportou 5,5 milhões de toneladas de produtos agropecuários, aumentando esse quantitativo em 33,5% frente a 2022. Na série histórica, entre os anos 2000 e 2023, houve variação estadual positiva de 587,4%.

Dentro do panorama nacional, o Pará avançou para a 11ª colocação entre os estados que mais exportaram produtos agropecuários, com participação de 3% em 2023 e aumento de 34,7% em relação ao ano anterior. O município de Paragominas registrou a maior participação estadual, alcançando 25,1% e crescimento de 48,8% em um ano. Em seguida, vem Santarém, com 21,9% de participação e crescimento de 30,6% frente a 2022.

Os produtos do reino vegetal representaram 91% de todo o quantitativo exportado, indicando a tendência de demanda do mercado internacional. Em seguida, encontra-se a exportação de madeira, que correspondeu a 4% do total. Sequencialmente, aparecem os animais vivos e produtos do reino animal, com 4%, e gorduras e óleos animais e vegetais, com 1%.

Os principais produtos agropecuários exportados foram a soja e o milho. Em 2023, a soja participou com 61,3% do total de volume exportado, crescendo 32% em comparação a 2022 e valor de exportação de US$1,6 bilhão. O milho apresentou variação de 44,7% entre 2022 e 2023, registrando participação de 33,4% e valor exportado de US$ 401,6 milhões.

“Esse trabalho produzido mostra claramente a pujança do agronegócio paraense, que se consolida como o principal da região Norte e um dos principais do país liderando a produção nacional em várias culturas de relevância para o país e para a região. Aliado a um trabalho de incremento tecnológico, o agronegócio paraense tem condições de se manter na liderança e dar um exemplo de produtividade e respeito ao meio ambiente. Os nossos estudos apontam esse caminho e as pesquisa fomentadas pela Fapespa junto com as universidades paraenses vão trazer cada vez mais soluções tecnológicas para a intensificação da produção agrícola e o aumento da conservação da floresta amazônica”, avalia o presidente da Fapespa, Marcel Botelho.
 

Fonte: Picture of Ingrid Sales Ingrid Sales – Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:54:10

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Dia Internacional da Mulher e a Lei Maria da Penha: Avanços e retrocessos – O que comemorar?

(Foto: Reprodução) – A Lei Maria da Penha, em vigor desde 22 de setembro de 2006, dá cumprimento à Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher – conhecida como Convenção de Belém do Pará.

Esse tratado internacional foi o primeiro a criminalizar a violência contra a mulher, principalmente a sexual, tendo sido ratificado pelo Brasil em 1994 e entrando em vigor no país em 27 de dezembro de 1995. A Convenção de Belém do Pará é a base da Lei Maria da Penha e continua sendo a principal referência para o entendimento sociojurídico dessa legislação. Considerando que, em 2025, Belém sediará novamente a Convenção, em comemoração aos seus 31 anos, é importante questionar: quais foram os avanços e conquistas significativas dessa norma: A mulher está, de fato, mais segura e protegida desde sua implementação? Esse é o grande paradoxo: do ponto de vista prático, pouco ou quase nada mudou. O número de feminicídios continua crescendo, atingindo mulheres de todas as faixas etárias. Um exemplo recente foi o assassinato brutal da adolescente Vitória Regina, que sofreu tortura, teve seus cabelos raspados e foi decapitada – um crime cruel e sem precedentes. O que leva uma pessoa a praticar tamanha atrocidade?

A ilusão da solução penal tem levado o país a conviver com a insegurança todos os dias. Ao longo de quase duas décadas, o legislador brasileiro introduziu diversas mudanças na Lei Maria da Penha para torná-la mais rígida, acreditando que o aumento das penas inibiria a criminalidade contra as mulheres. No entanto, os resultados demonstram que essa estratégia não tem sido eficaz. Como qualquer outra legislação penal, a lei tem um papel preventivo, buscando desencorajar a prática criminosa. Porém, quando o crime já foi consumado, resta apenas o isolamento e a punição do agressor, a denominada prevenção especial – que, muitas vezes, sequer ocorre, intensificando o sofrimento das famílias. Além disso, o Estado não oferece medidas eficazes para mitigar os danos irreparáveis causados pelo crime no âmbito familiar e social. É mais comum observar campanhas voltadas para a proteção dos direitos dos agressores do que ações que garantam o amparo às vítimas e seus familiares.

Em 2019, a Lei Maria da Penha passou por diversas mudanças, incluindo a extensão de sua aplicação a mulheres transexuais, conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mais recentemente, a Lei nº 14.994/2024 tornou o feminicídio um crime autônomo e elevou a pena máxima para 40 anos. Mas será que o remédio para estancar a violência contra a mulher é apenas endurecer as leis? A ciência do Direito Penal já demonstrou que o aumento das penas, por si só, não reduz a criminalidade. Se essa lógica fosse verdadeira, a pena de morte teria eliminado a violência em países que a adotam – o que claramente não aconteceu. Qual o verdadeiro caminho para reduzir a violência? A violência contra a mulher é uma manifestação de um problema estrutural mais amplo. Pergunta-se: como enfrentar esse problema de maneira eficaz? Como reduzir os índices de feminicídio? Como garantir que as mulheres se sintam verdadeiramente seguras?

Antes de qualquer medida legislativa, é fundamental analisar a funcionalidade das instituições responsáveis pela segurança pública. No Brasil, a segurança tem sido tratada como uma política de governo, e não de Estado. Sem bases científicas, sem investimentos adequados e sem planejamento, as ações tornam-se meros paliativos. A segurança pública precisa ser pensada de forma complexa e integrada, com altos investimentos tecnológicos, formação de qualidade para os agentes, criação de bancos de dados baseados em inteligência artificial e modernização das delegacias e a reestruturação das Polícias Científicas dos Estados membros.

Além disso, a cooperação entre instituições precisa ser fortalecida. Hoje, o sistema funciona de maneira fragmentada, herméticas: polícias civis e militares atuam separadamente; Ministérios Públicos e Tribunais operam de forma burocrática e pouco dialogam entre si; a Polícia Federal mantém uma postura elitizada, sem se envolver com o crime desorganizado; defensorias públicas não conseguem atender à crescente demanda da população concomitante a falência do Sistema Prisional. Esse isolamento institucional enfraquece a segurança pública e impede uma atuação eficiente no combate à criminalidade que expande suas atividades para além das fronteiras do nosso Estado.

Outro fator preocupante é o colapso das instituições informais de segurança, como família, escola e religião. A desestruturação familiar resulta na perda do poder parental e no aumento da delinquência juvenil. A liberdade sem limites, o uso de álcool e drogas entre adolescentes, muitas vezes tolerado pelos pais, amplia os conflitos domésticos e sobrecarrega as instituições policiais com chamados que poderiam ser evitados. Paralelamente, a crise educacional transformou escolas públicas em ambientes de risco, onde professores sofrem agressões e alunos convivem com a violência diária. A falta de valores familiares reflete-se na perda do respeito pela fé cristã e pelo convívio social, agravando ainda mais o cenário de insegurança com o rompimento desses pilares. Por derradeiro, não é normal a intervenção policial no seio familiar com desavenças rotineiras, especialmente agressões contra a mulher. Também não é comum a criação de Rondas Escolares e a Patrulha Maria da Penha, essas situações expressam o fracasso da Segurança Pública ante as medidas e o modelo adotado.

A ilusão do punitivismo perpassa pela crença de que leis severas são a solução para todas as mazelas sociais. Infelizmente, no Brasil, predomina essa ilusão. Basta observar a imensa quantidade de leis em vigor. A solução para qualquer problema social tem sido a criação de novas leis penais e o endurecimento das penas. No entanto, não há estudos sociológicos aprofundados sobre os efeitos reais dessas normas no cotidiano da população. O mesmo ocorre com a Lei Maria da Penha: apesar das alterações legislativas, a criminalidade contra a mulher continua alarmante. Para alguns defensores da lei, esse aumento é reflexo do maior encorajamento das vítimas para denunciarem seus agressores. No entanto, essa tese não convence todos os especialistas. É necessário uma reflexão, uma análise dos efeitos latentes da norma em vigor no ordenamento jurídico, será que efetivamente cumpriu seu papel para a qual foi criada? com a entrada em vigor da lei houve de fato redução dos crimes contra a mulher? Na primeira análise a resposta parece ser negativa.

A redução da criminalidade exige um estudo criterioso das suas causas. Não basta punir; é preciso compreender por que o feminicídio ocorre. Sem esse diagnóstico, todas as mudanças legais serão inócuas. Entre os fatores que impulsionam a violência contra a mulher, destacam-se: Problemas culturais e estruturais; Desemprego e falta de oportunidades; Uso de álcool e drogas; Traições e conflitos conjugais; Educação de baixa qualidade; Falta de acessibilidade a serviços públicos essenciais, dentre outros.

O Congresso e o governo tentam combater a violência contra a mulher apenas com políticas criminais. No entanto, a solução passa, necessariamente, por medidas não penais. O Brasil precisa de políticas públicas híbridas, que combinem segurança com desenvolvimento social. Não se trata de abolicionismo penal – leis e penas duras são necessárias –, mas de reconhecer que, sem emprego, renda, educação de qualidade, acesso à saúde e suporte à infância, a criminalidade continuará crescendo. Além dos discursos, medidas concretas devem ser aplicadas. O governo e o Congresso preferem investir em campanhas publicitárias, viaturas cor-de-rosa para delegacias da mulher e programas de acolhimento temporário para vítimas de violência doméstica. Mas essas ações são paliativas e de viés político. O problema exige soluções estruturais, como investimentos robustos em saúde, educação, geração de empregos e creches para que as mulheres possam trabalhar com segurança.

Embora a Lei Maria da Penha tenha sua importância, não se pode ocultar que a violência contra a mulher continua em níveis alarmantes. A cada dia, novas vítimas perdem a vida de maneira brutal, evidenciando a fragilidade da proteção oferecida pelo Estado. No Dia Internacional da Mulher, pouco há a se comemorar quando a realidade escancara a vulnerabilidade feminina e a ineficácia das medidas atuais. A criminalidade não será reduzida com discursos hipócritas ou medidas superficiais. É necessária a atuação firme do Estado, não apenas com repressão, mas com políticas sociais que garantam dignidade e segurança para todas as mulheres. A lei não pode ser vista como uma redoma de ferro capaz de promover a proteção e segurança para todas as mulheres, assim, o que temos de concreto são só lágrimas, lembrando que o Estado é o único responsável pela força de repressão social que exerce com auxílio das polícias e da Justiça Institucional.

*Nota sobre o Autor:

É Advogado regularmente inscrito na OAB – Pa, sob o nº 4725, Professor de Direito penal com Pós Graduação em Ciências Penais com Extensão ao Magistério Superior, Pós graduação em Direito Constitucional, Pós Graduação Latu Sensu MBA pela Faculdade Cândido Mendes – Rj em Segurança Pública, Pós graduação Latu Sensu pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Pucres – em Segurança pública, ex-Delegado de Polícia Civil, ex-Defensor Público.

Fonte: Carlos Augusto Mota Lima – Advogado e Especialista em Segurança Pública e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:46:33

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Oficiala é agredida por PM enquanto cumpria mandado no Dia da Mulher

(Foto: Reprodução) – Uma oficiala de justiça denunciou ter sido agredida com cabeçadas e socos por um sargento da Polícia Militar de MG enquanto cumpria um madado na tarde deste sábado, 8, no Dia Internacional da Mulher.

O fato ocorreu em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A vítima, Maria Sueli Sobrinho, de 48 anos, relatou que o policial proferiu uma cabeçada e um soco no rosto, a deixando atordoada e precisando de atendimento médico.

Segundo ela, estava cumprindo ummandado judicial de rotina quando foi informada pelo policial que a pessoa intimada seria ele. No entanto, ao conferir a documentação, a oficial constatou que o nome não correspondia ao indicado no mandado.

Foi então que o sargento da PM se apresentou como sendo o destinatário da intimação, mas em seguida apontou para um homem que seria, supostamente, seu enteado, afirmando que ele era o verdadeiro intimado.

Ao questionar o porquê da informação errada, a oficial afirmou que o sargento começou a se tornar agressivo e a se aproximar de maneira intimidadora.

Quando avisou que poderia chamar uma viatura caso sofresse qualquer agressão, o policial respondeu “toma aqui sua viatura” e desferiu uma cabeçada contra o rosto dela.

Em seguida, o PM ainda teria dado um soco na oficiala, que caiu no chão, atordoada com o impacto. Segundo Maria Sueli, o agressor ironizou a situação e afirmou que aquilo “era só lesão corporal” e que “não daria em nada” para ele.

Mesmo ferida, a oficial conseguiu se levantar e ligou para seu marido, que seria major da Polícia Militar, pedindo auxílio. O agressor fugiu antes da chegada da viatura, mas foi localizado horas depois e detido por militares do 48º Batalhão da PM/MG.

Polícia Militar se manifesta sobre o caso

A PM/MG divulgou nota oficial informando que o agressor é um policial militar que estava fora do horário de serviço. Segundo a corporação, ele foi preso em flagrante e todas as providências foram adotadas tanto pela Polícia Judiciária quanto pela Polícia Judiciária Militar.

“Em relação à ocorrência em Ibirité, na Região Metropolitana de BH, envolvendo uma oficial de Justiça, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio da 2ª Região de Polícia Militar (2ª RPM), informa tratar-se de policial militar fora do horário de serviço, preso em flagrante, e que todas as providências, tanto de Polícia Judiciária quanto de Polícia Judiciária Militar, foram adotadas pela corporação”, diz a nota.

TJ/MG e CNJ repudiaram a agressão

Diante da repercussão do caso, o TJ/MG emitiu uma nota repudiando veementemente a agressão sofrida pela oficiala. O Tribunal classificou o fato como inaceitável, ressaltando a gravidade da violência, especialmente por ter ocorrido no Dia Internacional da Mulher.

“A servidora foi agredida quando cumpria o seu dever funcional e necessitou de atendimento médico. O fato é inaceitável e causa indignação, sobretudo por ter ocorrido no dia que simboliza a luta das mulheres por respeito e igualdade.”

A Corte também afirmou que acompanhará de perto a apuração do caso e prestará total apoio à oficiala agredida. O Gabinete de Segurança Institucional do TJ/MG foi acionado após o ocorrido, reafirmando o compromisso do tribunal com a proteção dos seus servidores.

O tribunal ainda informou que convocará uma reunião com o sindicato da categoria para discutir medidas de segurança para os oficiais de justiça, visando preservar sua integridade física e moral durante o cumprimento de suas funções.

O CNJ também repudiou a agressão e destacou que o caso não pode ser tratado apenas como um episódio isolado de violência contra um servidor da Justiça, mas também como uma grave violência de gênero.

“Além de ser uma agressão à Justiça, o caso se torna ainda mais grave por constituir, também, uma agressão contra uma mulher que desempenhava o seu trabalho. Todo tipo de violência contra mulheres é inadmissível e não pode ser tolerado.”

O órgão garantiu que o Departamento Nacional de Polícia Judicial acompanhará o caso junto ao TJ/MG para assegurar que o agressor seja devidamente responsabilizado.

Fonte: Migalhas Jurídicas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:40:12

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




MEC lança programa para ampliar acesso de estudantes ao ensino técnico

(Foto: Reprodução) – O Ministério da Educação lançou na segunda-feira (10) em Natal (RN), o Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para acesso de estudantes da rede pública de ensino à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, chamado de Partiu IF.

O lançamento ocorreu durante o anúncio da criação da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP).

Este programa oferecerá aulas e atividades de reforço educacional a estudantes selecionados da rede pública, especialmente àqueles em situação de vulnerabilidade, para que acessem o ensino oferecido pela rede federal, que em 2024 tinha 685 unidades.

O objetivo da política é preparar os estudantes para as provas de seleção dos institutos federais e, desta forma reduzir, desigualdades educacionais. Em cerimônia na tarde de hoje, o ministro da Educação, Camilo Santana, adiantou que cada estudante terá a ajuda de custo para permanência no curso de R$ 200 por mês, durante oito meses.

“Nós também vamos dar uma bolsa no mesmo valor do Pé-de-Meia para os alunos que vão fazer o cursinho do Partiu IF em todo o Brasil”, destacou o ministro da Educação, Camilo Santana.

Público-alvo

O programa Partiu IF pretende ampliar as oportunidades educacionais de acesso e permanência na educação profissional técnica de nível médio. O foco será a recuperação das aprendizagens de estudantes que enfrentaram desigualdades étnico-raciais na educação.

O ministro Camilo Santana apontou que terão prioridade na seleção de alunos: os jovens negros, quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência. Os estudantes ainda precisam ter renda familiar per capita de até um salário mínimo. Atualmente, R$ 1.518.

Para Camilo Santana, a questão é de equidade e justiça social na educação a todos os brasileiros.

“É uma forma de dar oportunidade para aqueles jovens que não estão bem preparados. Será um reforço para esse jovem do 9º ano se preparar para fazer a seleção para a prova do instituto federal”.

Meta

A iniciativa pretende preparar até 2027 cerca de 78 mil estudantes do 9º ano do ensino fundamental da rede pública que desejam ingressar nos cursos técnicos integrados ao ensino médio, oferecidos na rede federal. O investimento do MEC será de R$ 463 milhões.

Somente para 2025, serão ofertadas 26 mil vagas a estudantes que estão no último ano do fundamental II. Ao todo, o custo estimado do programa para o biênio 2024-2025 é de R$ 115,8 milhões.

Aulas

O Partiu IF tem dois eixos de formação: Ciclo Básico e Formação Suplementar. A carga horária total é de 320 horas. O primeiro eixo é formado por: linguagem, matemática e ciências naturais. As habilidades e competências a serem recompostas estão relacionadas ao currículo da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que aderirem ao programa. No ciclo básico, também serão ofertadas oficinas de redação.

Além do suporte acadêmico, o programa prevê formação suplementar com apoio social. Este eixo possui atividades voltadas ao acompanhamento psicopedagógico dos estudantes, monitoramento do progresso acadêmico e emocional dos participantes, orientação individual e/ou em grupo para abordar desafios específicos para construir um ambiente comunitário.

O ministro da Educação adiantou que as aulas vão começar a partir do próximo sábado (15) e que serão montadas cerca de 650 turmas com os alunos do público-alvo.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/03/2025/15:34:25

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com